Série WandaVision vai batizar Wanda como a Feiticeira Escarlate
A série “WandaVision” vai marcar uma grande transformação para a personagem Wanda, vivida por Elizabeth Olsen. Em sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, revelou que a Vingadora finalmente vai assumir o nome de Feiticeira Escarlate na produção, atualmente em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Dizendo que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, ele confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. O produtor também divulgou uma foto inédita da série para o público do evento, que traz o casal central sentado num sofá, com trajes e sorrisos típicos de uma antiga sitcom em preto e branco (acima). Segundo Feige, a foto registra que a trama vai misturar vários gêneros televisivos – o que sugere uma manifestação dos poderes de Wanda para alterar a realidade. “A série é divertida, mas às vezes assustadora, e terá repercussões para todo o futuro da Fase 4 do MCU”, ele acrescentou. Após a série, Wanda vai aparecer no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que terá ligação direta com as “repercussões” de “WandaVision”. Feige deu ainda mais pistas para os fãs dos quadrinhos, ao confirmar a influência da minissérie “Visão”, de Tom King, na narrativa. “[Nos inspiramos] parcialmente. Há uma bela referência a isso. Eles viverem no subúrbio é uma inspiração, talvez vocês conheçam o cachorro deles em algum momento. Mas é apenas inspirado naqueles quadrinhos, porque é uma direção diferente do que tivemos em ‘Ultimato’”. Além de Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” também terá participações de Kat Dennings e Randall Park, retomando os papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Para completar, Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) interpretará “uma vizinha barulhenta”, mas detalhes adicionais não foram revelados. Continuação da narrativa de “Vingadores: Ultimato” e prólogo de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, a atração tem estreia prevista apenas para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus).
Série de Loki terá ligação com próximo filme do Doutor Estranho
“WandaVision” não será a única série da plataforma Disney+ (Disney Plus) que terá ligação com o próximo filme do Doutor Estranho. O chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a trama de “Loki” também afetará o próximo filme do personagem vivido por Benedict Cumberbatch. “Não sei se já tínhamos confirmado isso antes, mas terá ligação”, ele afirmou sobre “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston. A revelação joga nova luz sobre o título do filme, que foi batizado, em inglês, de “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal). Como a própria existência de Loki – e provavelmente do Visão em “WandaVision” – resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade cronológica do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? A primeira arte conceitual de “Loki” mostrou o vilão em 1975, enquanto a arte de “Wandavision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, evocou a estética dos anos 1950. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Também foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que junta Anthony Mackie e Sebastian Stan e já começou a ser gravada, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A Disney+ (Disney Plus) será lançada na terça-feira (12/11) na América do Norte e só deve chegar ao Brasil no final de 2020.
Séries da Marvel para a Disney+ terão orçamento de filmes do estúdio
A Disney abriu os cofres para financiar as novas séries da Marvel para o Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A revista Variety apurou que cada temporada das atrações de super-heróis do serviço de streaming custará o equivalente a um longa-metragem do Marvel Studios, com orçamentos entre US$ 100 e 150 milhões. Com duração de seis a oito episódios por temporada, essas séries custarão, portanto, entre US$ 12 e US$ 15 milhões por capítulo. São valores bem mais próximos de “Game of Thrones” que das produções anteriores da Marvel Television. Os títulos feitos para a Netflix, como “Demolidor”, “Jessica Jones”, “Luke Cage”, “Punho de Ferro” e “Justiceiro”, custavam em torno de US$ 3,8 milhões por episódio. A diferença fundamental é que as novas produções estão a cargo da divisão cinematográfica, o Marvel Studios, presidido por Kevin Feige. A iniciativa foi tomada com a justificativa de se tratar de uma expansão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), com o lançamento de séries centradas em personagens já vistos no cinema, como “Loki”, “WandaVision” (série da Feiticeira Escarlate com o Visão), “Hawkeye” (atração do Gavião Arqueiro), “The Falcon and The Winter Soldier” (de Falcão e Soldado Invernal) e até a animação “What If…?” (série animada que explora universos alternativos, com dublagem do elenco dos filmes). Mas a desculpa foi por terra quando três novas séries foram anunciados na D23, a Comic Con da Disney: “Ms. Marvel”, “She-Hulk” e “Moon Knight” (Cavaleiro da Lua), centradas em personagens inéditos no cinema. Trata-se de uma estratégia para tirar da Marvel Television a responsabilidade por desenvolver séries live-action, após o fiasco de “Inumanos”, o cancelamento de todos os títulos produzidos para a Netflix e a vergonha de ter a série do “Motoqueiro Fantasma” abortada na pré-produção. Atualmente, a Marvel Television responde apenas por “Agents of SHIELD”, que vai acabar na próxima temporada, “Cloak and Dagger” (Manto e Adaga), que ainda não foi renovada, e “Runaways” (Fugitivos), além de desenvolver “Helstrom” (Filho de Satã) para a plataforma Hulu. Todas essas séries tem orçamento bastante limitado, porque a Marvel Television é diretamente subordinada ao CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, famoso pelo pão-durismo. Já o Marvel Studios é atualmente uma divisão do Walt Disney Studios, fora do alcance de Perlmutter. Lançado na semana passada nos Estados Unidos, o livro de memórias do CEO da Disney, Bob Iger, revelou a existência de uma briga criativa muito grande entre a visão da Disney para os personagens da Marvel e a abordagem ultraconservadora de Perlmutter. O CEO da Marvel tentou até barrar as produções dos filmes “Pantera Negra” e “Miss Marvel”, o que fez com que o Marvel Studios fosse tirado do organograma controlado pelo empresário israelense. A recente incursão de Kevin Feige na produção de séries indica uma nova fase desse conflito. A vasta diferença de orçamentos para a realização das séries do Marvel Studios sugere uma pressão para que a Marvel Television se limite apenas à produção de animações para crianças.
Quadrinhos que irritaram prefeito do Rio devem virar filme ou série da Disney
Com ajuda da prefeitura do Rio, o grupo de heróis conhecido como Jovens Vingadores ganhou projeção internacional, indo parar em publicações de todo o mundo, e pode agora virar uma série da Disney. Os boatos nesse sentido dispararam em sites geeks americanos, como o ComicBook, mas também foram registrados pela revista The Hollywood Reporter. A tentativa de censura carioca da edição encadernada dos quadrinhos dos personagens, “Vingadores: A Cruzada das Crianças”, porque continha uma cena de beijo entre dois super-heróis masculinos, colocou os Jovens Vingadores tanto na pauta da cobertura política quanto de Hollywood. E deixou os heróis juvenis mais visíveis que nunca, eliminando o maior entrave para a adaptação de seus quadrinhos: a falta de repercussão de suas histórias. Na última Comic-Con Internacional, a atriz Tessa Thompson já tinha sugerido que a homossexualidade da heroína Valquíria seria explorada no próximo filme de “Thor”. Após o sucesso de filmes protagonizados por super-herói negro (“Pantera Negra”) e super-heroína (“Capitã Marvel”), a comunidade LGBTQIA+ deve realmente ser a próxima da lista de “minorias” a ganhar destaque na Marvel. A plataforma progressista do estúdio tem enfrentado vozes ruidosas da extrema direita, que ataca cada iniciativa com campanhas de ódio nas redes sociais, propagando que super-heróis precisam ser sempre homens heterossexuais brancos. Mas as bilheterias dão razão à Marvel e diminuem a importância dos contrariados. O destaque obtido pela polêmica de “Vingadores: A Cruzada das Crianças” na Bienal do Livro do Rio vai ao encontro dessa abordagem inclusiva. Inicialmente, havia a perspectiva de os Jovens Vingadores assumirem o lugar dos Vingadores nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). O principal sinal disso estava na trama de “Vingadores: Ultimato”, que avançou cinco anos no tempo e escalou Emma Fuhrmann (“Juntos e Misturados”) para viver a versão adolescente de Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga (Paul Rudd). Cassie se torna a heroína Estatura nos quadrinhos dos Jovens Vingadores. Nesta semana, o estúdio revelou planos para apresentar outra jovem vingadora. Mas desta vez numa série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A atriz Hailee Steinfeld abriu negociações para interpretar Kate Bishop, a aprendiz do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), na série do herói (“Hawkeye”, em inglês). A Gaviã Arqueira também faz parte do grupo de heróis adolescentes. Um terceiro integrante da equipe tende a ser introduzido em “WandaVision”, a série da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e do Visão (Paul Bettany): Wiccan, o filho de Wanda e um dos beijoqueiros do Rio. Já Hulkling, sua cara metade, tem sua história ligada à “Capitã Marvel”. Especula-se que esses personagens devem se unir em breve. Mas não tão breve assim. As séries do Gavião Arqueiro e da Feiticeira Escarlate têm previsão de lançamento apenas para 2021. Assim, o mais provável é que uma série ou filme dos Jovens Vingadores só se materialize após 2022, mais provavelmente em 2023. A produção de cinema ou streaming mais distante oficializada pela Marvel até o momento está datada para 2022 – o longa “Pantera Negra 2”.
Kat Dennings e Randall Park vão voltar ao MCU na série WandaVision
A Marvel anunciou que Kat Dennings e Randall Park vão aparecer na série “WandaVision”, em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Os dois atores retornarão papéis que já desempenharam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês), respectivamente como Darcy (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Além dos dois, a apresentação da série na D23, “Comic Con da Disney” que aconteceu no fim de semana em Anaheim, Califórnia, também contou com a presença de Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) que entrou no elenco da produção como “uma vizinha barulhenta”, mas detalhes adicionais não foram revelados. Estrelada por Elizabeth Olsen (Wanda, a Feiticeira Escarlate) e Paul Bettany (Visão), “WandaVision” será continuação de “Vingadores: Ultimato” e prólogo de “Doutor Estranho 2”. A estreia está prevista apenas para 2021 no Disney+ (Disney Plus).
WandaVision terá personagem do filme Capitã Marvel
A Marvel Studios revelou os primeiros detalhes sobre a série “WandaVision”, durante a Comic-Con International, em San Diego. A atração produzida para a plataforma Disney+ (Disney Plus) vai reunir Wanda Maximoff, a Feiticeira Escarlate, e o androide Visão, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis dos filmes dos Vingadores. Além dos protagonistas, o programa terá ainda outra importante participação de personagem do Universo Cinematográfico da Marvel. Monica Rambeau, introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), vai aparecer adulta na série, vivida por Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”). Como os leitores de quadrinhos sabem, ela se torna a segunda Capitã Marvel – e também Fóton, Pulsar e, atualmente, Espectro (Spectrum). A roteirista Jac Schaeffer, que escreveu “Capitã Marvel”, será a showrunner da série, que não será um prólogo e sim uma continuação dos eventos de “Vingadores: Ultimato”, apesar de o Visão ter morrido no cinema. A Marvel, com certeza, é capaz de dar um jeito. O presidente do estúdio, Kevin Feige, deu uma pista sobre como o Visão pode voltar a aparecer na produção, ao dizer que “WandaVision” vai lidar com o multiverso. “Não é porque Beck [Mysterio] mentiu [em “Homem-Aranha: Longe de Casa”] que o multiverso não existe”, afirmou o executivo. Vale lembrar que, nos quadrinhos, Wanda sofre um colapso mental após o desaparecimento de seus filhos e usa seus poderes para refazer a realidade conforme a sua vontade. Esta história rendeu o crossover “Dinastia M” (House of M) em 2005, que teve grande repercussão nas publicações da Marvel e diversos derivados durante vários anos. Feige ainda disse que “WandaVision” será “diferente de tudo que já fizemos antes”, e Olsen acrescentou: “Vai ficar estranho”, engatando uma referência. É que trama terá consequências para os filmes da Marvel, levando a Feiticeira Escarlate a se juntar ao Doutor Estranho no vindouro “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal). “WandaVision” e o segundo “Doutor Estranho” serão lançados em 2021, separados por poucos meses de diferença. Enquanto a série chegará no Disney+ (Disney Plus) no começo de 2021, o filme está previsto para 7 de maio de 2021 nos Estados Unidos.
Primeira arte conceitual da série Loki mostra personagem em 1975
A Disney divulgou uma arte conceitual da série “Loki”, a primeira produção da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus), durante a conferência Produced By, que neste fim de semana reuniu os principais produtores de Hollywood em Nova York. E uma foto da apresentação já começou a circular nas redes sociais. Atrás de Kevin Feige, o chefão da Marvel, a imagem mostra tanto o logo da produção quanto o personagem, localizando a ação em 1975. A data é sugerida pelos veículos e por um pôster do filme “Tubarão” ao fundo. A caracterização sugere que o personagem de Tom Hiddleston aparecerá no passado. Mas ainda mantém a dúvida sobre se a história acompanha o Loki desse período ou se mostrará o personagem de hoje viajando no tempo. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Além de “Loki”, foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que juntará Anthony Mackie e Sebastian Stan, “WandaVision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A plataforma será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos, mas deve começar a expandir o seu alcance para outros países em 2020. Logo da Série do Loki,E uma concept art do nosso "vilão" favorito andando pela terra em 1975.#Loki #LokiSeries #DisneyPlus #Marvel pic.twitter.com/HsQev4hTFY — Disney + Plus Brasil?? (@DisneyPlusBr10) June 9, 2019
Disney+ (Disney Plus) terá cinco séries da Marvel com elenco dos Vingadores
O evento da Disney que anunciou detalhes da seu projeto de streaming, realizado na noite de quinta (sexta, 12/4, no fuso horário brasileiro) para investidores e imprensa norte-americanos, confirmou a produção de cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a plataforma Disney+ (Disney Plus). São as produções que vinham sendo mencionadas extra-oficialmente. Todas serão estreladas pelos intérpretes dos personagens no cinema. A confirmação foi acompanhada dos títulos de cada atração, que ainda ganharam previsão de lançamento. “Loki”, estrelada por Tom Hiddleston, deve ser lançada junto com a plataforma, em 12 de novembro. “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal) juntará Anthony Mackie e Sebastian Stan em 2020. “WandaVision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, chegará em 2021. Apenas a recém-anunciada “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, ainda não tem previsão de estreia. A quinta atração é uma série animada: “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”, que contam histórias alternativas sobre os personagens da editora, baseadas em mudanças de acontecimentos importantes em suas vidas. A animação também deverá contar com participação dos intérpretes dos heróis do cinema em sua dublagem. A expectativa de lançamento é para 2020.
Roteirista de Capitã Marvel vai criar a série do Visão e da Feiticeira Escarlate
A Disney definiu quem vai criar, escrever e produzir a série “The Vision & Scarlet Witch”, sobre os vingadores Visão e Feiticeira Escarlate, que será exibida em sua vindoura plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). A roteirista Jac Schaeffer, que trabalhou na história de “Capitã Marvel” e também no projeto do filme da “Viúva Negra”, vai escrever o piloto e servir como showrunner da atração, segundo apurou o site The Hollywood Reporter. A série será estrelada por Paul Bettany e Elizabeth Olsen, reprisando os papéis que viveram nos filmes dos Vingadores. Além da atração dos heróis Visão e Feiticeira Escarlate, a Disney+ (Disney Plus) também desenvolve uma série sobre o vilão Loki, estrelada por Tom Hiddleston, e outra com o Falcão e o Soldado Universal, interpretados por Anthony Mackie e Sebastian Stan, respectivamente. Esta última será escrita e comandada por Malcolm Spellman (“Empire”). Ao contrário das outras séries derivadas dos quadrinhos da editora, as três produções com personagens dos Vingadores serão produzidas pela divisão cinematográfica da Marvel, comandada por Kevin Feige.
Série da Feiticeira Escarlate também vai incluir o herói Visão
A Feiticeira Escarlate vai ganhar a companhia do Visão na série da Marvel planejada para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Em meio a uma reportagem sobre diversos projetos de super-heroínas atualmente em produção, o site Deadline informou que o título (supostamente) oficial da série é “Vision and the Scarlet Witch” (Visão e a Feiticeira Escarlate). A série trará Elizabeth Olsen e Paul Bettany nos papéis de Feiticeira Escarlate e Visão, personagens que eles interpretam nos filmes dos Vingadores. Não há, até o momento, nenhuma outra informação sobre o projeto, mas ele vai se juntar à outras séries derivadas dos filmes da Marvel. De forma oficial, a Marvel só anunciou a produção de “Loki”, que trará novamente o ator Tom Hiddleston ao papel do irmão maquiavélico de Thor. Mas são fortes os rumores sobre programas centrados em Nick Fury (vivido por Samuel L. Jackson) e na dupla Soldado Invernal (Sebastian Stan) e Falcão (Anthony Mackie). Ao contrário das demais séries da Marvel, produzidas pela divisão televisiva da empresa, os spin-offs dos filmes terão produção de Kevin Feige, o presidente do estúdio Marvel de cinema e responsável pelos longas dos super-heróis. Além disso, o orçamento previsto para essas produções seria semelhante aos dos filmes dos Vingadores.
Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita
Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.
Veja oito vídeos com cenas deletadas, erros de gravação e bastidores de Capitão América: Guerra Civil
A Marvel divulgou mais oito vídeos extraídos do Blu-ray de “Capitão América: Guerra Civil”, que incluem featurettes, making of, erros de gravação e duas cenas deletadas – uma que mostra o Soldado Invernal com o escudo do Capitão América e outra em que a Viúva Negra chama o Pantera Negra de ingênuo. Maior bilheteria do ano, “Capitão América: Guerra Civil” arrecadou mais de US$ 1,15 bilhão em todo o mundo e chega em 14 de setembro ao mercado nacional de home video.
Veja uma cena cortada e dois vídeos do Blu-ray de Capitão América: Guerra Civil
A Marvel divulgou uma cena inédita e dois vídeos de bastidores exclusivos do Blu-ray de “Capitão América: Guerra Civil”. A cena é sem gracinha, mostrando Zemo (Daniel Brühl) encontrando o Doutor Broussard (ninguém menos que o codiretor Joe Russo), enquanto o material de bastidor se foca nas trajetórias do Soldado Invernal (Sebastian Stan) e do Visão (Paul Bettany). Neste último caso, com destaque também para os efeitos visuais. Maior bilheteria do ano, “Capitão América: Guerra Civil” arrecadou mais de US$ 1,15 bilhão em todo o mundo, e chega em 14 de setembro ao mercado nacional de home video.






