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    Sophia Bush revela bastidores de sua saída da série Chicago PD

    20 de dezembro de 2017 /

    A atriz Sophia Bush surpreendeu os fãs quando deixou “Chicago PD” após a 4ª temporada. E fora um comentário no Instagram, afirmando que saiu da série “porque queria”, manteve-se em silêncio sobre sua decisão de deixar a produção da rede NBC. Mas após virem à tona denúncias do comportamento abusivo de Jason Beghe, seu colega no elenco, as peças se encaixaram. E numa entrevista recente, ela praticamente assumiu que as duas coisas realmente estão relacionadas. Ela revelou, durante um podcast da Refinery 29, que, entre a 3ª e a 4ª temporada da série, sentou-se com os produtores executivos da série para discutir sua experiência no set. “Eu disse: ‘Aqui é o ponto em que estamos. Aqui está tudo o que vocês já sabem. E é assim que eu venho até vocês. Se nada realmente mudar de forma drástica, eu vou sair no final do ano’ – porque entendi como o negócio funciona e como as mulheres são tratadas. Eu completei: “Não estou avisando com duas semanas de antecedência e não estou saindo quebrando tudo e dizendo que nunca mais volto. Estou lhes dando um aviso prévio de 23 episódios. Estou lhes dando bastante tempo”, contou ela. Apesar do tempo dado, nada mudou. E ela levou adiante sua decisão de sair da série. “Eu não tenho que dar todo o detalhamento específico de exatamente porque eu parti, do que me levou ao ponto de querer fazer isso. Mas, o tema principal para mim, é que eu tinha o trabalho dos meus sonhos… Mas percebi, no final da 2ª temporada, que não conseguiria fazer mais aquele trabalho”, ela acrescentou, descrevendo a experiência de trabalhar na 3ª temporada “como se eu estivesse presa em um prédio em chamas”. “Passei a me sentir miserável e tive que sair”. O site Deadline descobriu, no final de novembro, que Jason Beghe foi investigado pela NBC e pela produtora Wolf Entertainment por acusações de “comportamento inadequado” justamente no período em que Sophia Bush contou que teve sua conversa série com os produtores, exigindo mudanças “drásticas”. Mas, apesar dele enfrentar queixas de vários membros do elenco e da equipe de produção, Beghe não foi afastado. A consequência das reclamações foi um acordo pelo qual os produtores pagaram terapia para o ator. Diante dessa “punição” leve, a atriz preferiu tomar outro rumo na carreira. O Deadline garante que a saída de Bush é mesmo relacionada à conduta de Beghe. E mais uma outra atriz e uma integrante da equipe estariam deixando a produção, descrita por fontes do site como um “ambiente hostil para mulheres”.

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  • Série

    iZombie vai manter Robert Knepper no elenco, apesar das acusações de assédio sexual

    14 de dezembro de 2017 /

    A rede CW decidiu manter Robert Knepper no elenco da série “iZombie”, apesar de várias alegações de má conduta sexual contra o ator. Após cinco mulheres acusarem Knepper de assédio e tentativa de estupro ao longo das últimos décadas, a Warner Bros. Television (WBTV) iniciou um processo investigativo. Entretanto, pelo teor do comunicado, a investigação foi focada apenas na conduta do ator durante a produção da série atual. “Estávamos profundamente preocupados com recentes alegações sobre Robert Knepper. Como resultado, realizamos um inquérito interno com parte do elenco e da equipe da ‘iZombie'”, afirmou o estúdio em comunicado. “Não encontramos nenhuma evidência de irregularidades no conjunto da série. Tomamos e continuaremos a tomar as medidas adequadas para garantir a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos, que é a nossa principal prioridade”, concluiu a nota. Entre as inúmeras acusações publicadas nas últimas semanas, nenhuma foi relacionada ao comportamento de Knepper em “iZombie”. Na série, ele interpreta Angus DeBeers, o pai de Blaine DeBeers (personagem de David Anders), que terá maior importância na 4ª temporada. A decisão possivelmente levou em conta que a temporada já está inteiramente gravada e seria caótico cortar o ator na pós-produção. Mas Knepper deve sumir do material de divulgação dos novos episódios, que começam a ser exibidos no início de 2018, ainda sem data definida. Não está descartada, também, a morte de seu personagem ao final da temporada – ou, até mesmo, o cancelamento da série no quarto ano. Knepper não se desculpou com as mulheres que o denunciaram, acusando-as de mentirem. Após a publicação da reportagem em que detalhes de seu passado foram revelados, ele emitiu o seguinte comunicado: “Nós chegamos a um momento em que carreiras construídas com trabalho duro estão sendo perdidas com base em acusações. Preciso reiterar que essas acusações contra mim são falsas. Perdemos a presunção de inocência, perdemos o ‘processo devido’ e perdemos a capacidade de requisitar evidências, permitindo que a mídia se torne ‘juiz e júri’. Até que eu possa me sentar e dialogar com os meus acusadores, não por meio da imprensa, mas por um mediador imparcial, não tenho mais nada a dizer sobre este assunto. Minha esposa, família e amigos íntimos me conhecem e a minha verdadeira natureza e seu grato por seu amor e apoio”.

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  • Filme

    Favorito ao Oscar, Três Anúncios para um Crime ganha primeiro trailer legendado

    13 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou a versão legendada do trailer de “Três Anúncios para um Crime”, vencedor do Festival de Toronto, um dos filmes com mais indicações ao Critics Choice e ao Globo de Ouro 2018, e favorito a aparecer entre os candidatos ao Oscar 2018. A prévia exalta o humor negro, a violência gratuita e a linguagem pesada da trama. O filme gira em torno de uma mãe inconformada com a incompetência da polícia após o estupro e assassinato da filha, que manda erguer cartazes cobrando providências e expondo o xerife de sua cidadezinha. O elenco destaca Frances McDormand (que venceu o Oscar há 20 anos por “Fargo”) no papel da mãe obstinada e Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) como o xerife, e os coadjuvantes ainda incluem Sam Rockwell (“Homem de Ferro 2”), Peter Dinklage (série “Game of Thrones”), John Hawkes (“As Sessões”), Lucas Hedges (“Manchester à Beira-Mar”), Abbie Cornish (“RoboCop”), Caleb Landry Jones (“Corra!”) e Zeljko Ivanek (série “Madam Secretary”). Terceira comédia virulenta do inglês Martin McDonagh, o longa foi considerado ainda mais sombrio que “Na Mira do Chefe” (2008) e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), e superior a ambos na opinião da crítica norte-americana (93% de aprovação no Rotten Tomatoes). A estreia comercial está marcada apenas para 15 fevereiro no Brasil, dois meses após o lançamento nos Estados Unidos – e no mesmo dia de “Pantera Negra” e “Pedro Coelho”!

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  • Filme

    Joaquin Phoenix mergulha na violência em trailer de filme premiado no Festival de Cannes

    11 de dezembro de 2017 /

    A Amazon divulgou o trailer de “You Were Never Really Here”, novo filme da cineasta escocesa Lynne Ramsay (“Precisamos Falar sobre o Kevin”), premiado no Festival de Cannes 2017. A prévia tem imagens deslumbrantes e brutais, ao acompanhar Joaquin Phoenix (“O Mestre”), cujo personagem faz bico numa empresa de segurança, aceitando uma missão para resgatar a filha adolescente (Ekaterina Samsonov) de um político das garras de traficantes. Algumas cenas evocam “Oldboy” (2003). Além do clássico ultraviolento sul-coreano, o filme também foi comparado a “Taxi Driver” (1976) durante sua exibição no Festival de Cannes deste ano, que rendeu troféus de Melhor Ator para Phoenix e Melhor Roteiro para Ramsay. A comparação se deve à ambiguidade moral do protagonista, que, como o Travis Bickle de Robert De Niro, é um militar veterano traumatizado que tenta salvar uma garota abusada sexualmente. Baseado no romance homônimo do escritor Martin Amis (criador das séries “Bored to Death” e “Blunt Talk”), o filme também tem no elenco Alessandro Nivola (“O Ano Mais Violento”) e Alex Manette (“Precisamos Falar sobre o Kevin”), e sua trilha sonora foi composta pelo guitarrista do Radiohead Jonny Greenwood (“Sangue Negro”). A estreia está marcada para março no Reino Unido, abril nos Estados Unidos e não há previsão para o Brasil.

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  • Filme

    Animação chinesa comparada aos filmes de Tarantino ganha trailer americano

    11 de dezembro de 2017 /

    A animação adulta chinesa “Have a Nice Day” ganhou um novo trailer, voltado para o mercado americano. A prévia surpreende por vir de um país pouco reconhecido pela qualidade de seus longas animados, e apresenta pouca mobilidade em relação aos animes japoneses. Entretanto, suas duas dimensões e quadros parados são suficientes para impressionar, com diálogos e violência que remetem ao cinema de Quentin Tarantino, Park Chan-wook e Johnny To. Uma das críticas citadas no vídeo compara a produção ao que aconteceria se Tarantino refilmasse “Pulp Fiction” como uma animação. A trama gira em torno do roubo de US$ 1 milhão, cometido por um motorista para consertar uma cirurgia plástica em sua namorada. Mas isto coloca um gângster e um ladrão em seu encalço. Segundo longa animado do diretor Liu Jian, o filme arrancou suspiros e elogios da crítica ao ser exibido no Festival de Berlim deste ano, mas também chamou atenção do governo chinês, que, assim como o público, ficou surpreso com o conteúdo do desenho e passou a censurar o esforço dos produtores de exibi-lo nos cinemas. Convidados a participar do Festival de Annecy, o mais importante da animação mundial, os produtores de “Have A Nice Day” foram proibidos de viajar e pediram para o filme ser retirado do evento, em meio a ameaças de represália. Seu crime teria sido realizar um retrato do crime na China mais pesado que os longas com atores reais. Após esta controvérsia, “Have A Nice Day” conseguiu ser liberado para outros eventos internacionais, venceu o Festival Fantasia, mas ainda não tem data de estreia comercial marcada na China. Já nos Estados Unidos, a estreia está marcada para 26 de janeiro em circuito limitado.

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  • Etc

    Mais mulheres acusam o ator Robert Knepper de assédio e tentativa de estupro

    5 de dezembro de 2017 /

    Surgiram novas acusações de abuso sexual contra o ator Robert Knepper, astro das séries “Prison Break” e “iZombie”. Após o site The Hollywood Reporter publicar a denúncia da figurinista Susan Bertram (“Annabelle 2: A Criação do Mal”), que relatou uma tentativa de estupro durante as filmagens do drama indie “Sonhos Femininos” (Gas, Food Lodging), de 1992, quatro mulheres trouxeram à tona casos similares. Em resposta a essa alegação inicial, Knepper publicou uma declaração no Instagram. “Estou chocado e devastado por ser falsamente acusado de violência contra uma mulher. Isso não é só quem eu sou”, ele afirmou. A negação revoltou mulheres que se apresentaram como vítimas de ataques do ator. As novas acusações abrangem várias décadas e incluem incidentes que vão desde avanços sexuais indesejados até ataques violentos. A mais antiga data de 1983. A mais recente, de 2013. Todas as mulheres contataram o Hollywood Reporter por iniciativa própria, após lerem sobre a experiência de Susan Bertram. Robin Saex Garbos foi atacada nos anos 1980, quando era assistente de uma produção teatral. Na época, o ainda jovem Knepper aproveitou, ao ficar a sós com ela no escritório da produção, para empurrá-la contra a parede e começar a beijá-la. Ao empurrá-lo com todas as forças, ele foi embora e não ficou com o papel que queria na peça. “Tudo foi errado, mas na época não se conhecia o termo ‘assédio sexual’, ela contou ela. “Ele não existia até Anita Hill”, disse, citando a procuradora que acusou um juíz de assédio em 1991, gerando conscientização sobre o tema. Outra acusadora pediu para manter seu nome anônimo, já que está casada com um ator famoso da TV e gostaria de proteger sua família. Ela também era assistente de produção de uma peça em 1989, e uma de suas funções era ajudar integrantes do elenco a se instalarem no alojamento universitário de um campus vizinho, que tinha um acordo com a casa de teatro para acomodar atores que vinham de outras cidades. Quando ela foi ajudar a mudança de Knepper, ele a pegou por trás e a empurrou contra a parede, beijando-a e agarrando com força sua virilha. “Eu estava realmente esmagada contra a parede”, ela relatou. “Foi chocante. Sua língua estava na minha garganta. Você não sabe o que fazer. Eu tinha conhecido aquela pessoa mal fazia cinco minutos”. Ela contou ter encontrado forças para se livrar e fugir rapidamente. Mas não contou nada a ninguém sobre o que aconteceu, buscando apenas ficar o mais longe possível de Knepper durante a montagem da peça. Só encontrou coragem de denunciá-lo agora, com raiva após o ator ter negado a história de Bertram, tão parecida com a dela. “Quando vi sua negação, isso me deixou realmente louca”, disse ela. Emma Julia Jacobs trabalhava como estilista no departamento de maquiagem e efeitos especiais de “King Kong” em 2010, e estava acomodada no mesmo hotel que o elenco e integrantes da equipe. Numa noite, ao voltar de compras, encontrou Knepper no elevador. Ele iniciou uma conversa desconfortável e a seguiu até a porta do quarto dela. Ela parou diante de seu quarto, esperando que ele terminasse o assunto e fosse embora. Em vez disso, ele teria dito: “Você não vai abrir a porta?”. A história dela é a mais longa. Envolve um copo d’água, um conversa sobre comida, uma saída para jantar e uma nova volta para o hotel. Ela achava que ele estava hospedado no mesmo andar, porque voltou a segui-la. Até ela chegar a sua porta. Quando abriu o quarto, sentiu um empurrão, caiu no chão e viu a porta ser fechada às suas costas. Knepper teria ficado em cima dela, rasgado o zíper de suas calças e falado que ia comê-la. Jacobs relatou ter gritado “Não!” várias vezes, esperando que alguém pudesse ajudá-la. Knepper a sufocou para que parasse. Ela então se curvou inteira para impedir que ele abrisse suas pernas. Como ele não conseguiu estuprá-la, baixou as calças e começou a se masturbar. Jacobs não informou o incidente à polícia. Nem contou a ninguém da produção, mas relatou a violência que sofreu a um amigo, que confirmou o fato ao Hollywood Reporter. A diretora e roteirista de filmes B Christy Oldham (“Barracuda”) encontrou Knepper durante a première de um filme que ele tinha estrelado em 2013. Após engatarem uma conversa, o ator a convidou para jantar e eles conversaram sobre realizar um filmes juntos. Então, durante a conversa, ela diz que Knepper pegou sua mão e a colocou em sua ereção. Oldham diz que ficou perturbada e incomodada, mas decidiu desarmá-lo com humor, dizendo “O meu é maior”. Knepper teria retrucado que, embora tivesse recém-casado, “gostaria de me comer”. Ela continuou brincando. “Junte-se ao clube”, retrucou. Eles riram. Na saída, Knepper a empurrou contra uma parede de tijolos e ameaçou. “Eu te comeria aqui mesmo se não estivesse casado”, teria dito, segurando-a firmemente. Foi quando a diretora perdeu a graça e ficou realmente assustada. Ela contou a história para a amiga com quem tinha ido à première. A produtora Clinton Wallace confirmou o relato para o Hollywood Reporter. O site tentou falar com Knepper, que se negou a atender a reportagem. Em vez disso, ele emitiu um comunicado. “Nós chegamos a um momento em que carreiras construídas com trabalho duro estão sendo perdidas com base em acusações. Preciso reiterar que essas acusações contra mim são falsas. Perdemos a presunção de inocência, perdemos o “processo devido” e perdemos a capacidade de requisitar evidências, permitindo que a mídia se torne “juiz e júri”. Até que eu possa me sentar e dialogar com os meus acusadores, não por meio da imprensa, mas por um mediador imparcial, não tenho mais nada a dizer sobre este assunto. Minha esposa, família e amigos íntimos me conhecem e a minha verdadeira natureza e seu grato por seu amor e apoio”.

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  • Série

    Comportamento inadequado de astro de Chicago P.D. fez Sophia Bush abandonar a série

    22 de novembro de 2017 /

    O ator Jason Beghe, protagonista da série “Chicago P.D.”, está sendo investigado pela NBC e pela produtora Wolf Entertainment por acusações de “comportamento inadequado”. O site Deadline descobriu que a investigação já tem mais de um ano sem ter levado ao afastamento do ator, apesar dele enfrentar queixas de vários membros do elenco e da equipe de produção. “Quando nos chamou a atenção que havia preocupações sobre comportamento inadequado no set, iniciamos imediatamente uma investigação em parceria com o departamento de Recursos Humanos e todas as partes envolvidas”, disseram a rede NBC, a Universal Television e a Wolf Entertainment em uma nota conjunta em resposta à reportagem do Deadline. “Como resultado da investigação, já agimos, e é uma situação em que continuamos monitorando de perto para garantir que todos os nossos funcionários se sintam seguros e apoiados”. Embora não informe qual foi a “ação” tomada, o Deadline apurou que os produtores pagaram terapia para o ator. Diante dessa “punição” leve, a estrela Sophia Bush decidiu abandonar a série em maio, e mais uma outra atriz e uma integrante da equipe estariam deixando a produção, descrita por fontes do site como um “ambiente hostil para mulheres”. O Deadline garante que a saída de Bush é mesmo relacionada à conduta de Beghe. O intérprete do Sgt. Hank Voight teria o costume de usar linguagem altamente agressiva e sexualmente sugestiva, além de assumir posturas intimidantes diante dos colegas. A maioria das queixas e a investigação foram focadas sobre manifestações de raiva do ator, apesar de haver denúncias de assédio sexual. Prevaleceram as queixas masculinas, de que ele costumaria gritar contra todos, elenco e equipe de produção, o que levou os produtores a obrigá-lo a frequentar terapia para controlar a raiva. As fontes do site afirmam que o temperamento explosivo de Beghe tem sido um problema contínuo nos quase quatro anos de exibição da série e que a investigação aberta no ano passado já aconteceu com muito atraso. Chegaram, inclusive, a acontecer brigas físicas com Beghe, que deixaram atores feridos. Pressionado, o ator também emitiu uma nota em que se desculpa. “Sinto muito pelo meu comportamento, que sei que foi prejudicial para meus amigos e colegas”, disse Beghe. “Eu tenho lutado com problemas de raiva por algum tempo e, desde o ano passado, tenho trabalhado com um treinador para me ajudar a aprender a mitigar meu temperamento. É um processo contínuo, e tem me ensinado humildade”. Ele acrescentou: “É uma fonte de grande orgulho para mim fazer parte do incrível elenco e equipe de ‘Chicago PD’. Eu me desculpei pessoalmente a todos que eu incomodei, e estou empenhado em fazer o que é necessário para compensar qualquer dano que possa ter causado”. Representantes de Bush e das outras duas mulheres que resolveram sair da produção não responderam aos pedidos do Deadline para comentar o assunto. Mas chama atenção que apenas mulheres pediram para sair, insatisfeitas com a solução encontrada pelos produtores para lidar com o problema.

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  • Filme

    Catherine Zeta-Jones é a rainha da cocaína em trailer de telefilme repleto de ação

    18 de novembro de 2017 /

    O canal pago Lifetime divulgou o trailer de “Cocaine Godmother”, que traz Catherine Zeta-Jones (série “Feud”) como a rainha real do tráfico de cocaína Griselda Blanco. Repleta de cenas de ação, a prévia alterna atos passionais e assassinatos à sangue frio da protagonista, que comandou o narcotráfico internacional antes da ascensão de Pablo Escobar, durante os anos 1970 e 1980. Escrito por David McKenna (“A Outra História Americana”) e dirigido por Guillermo Navarro (série “Hannibal”), mais conhecido por seu trabalho como diretor de fotografia dos filmes de Guillermo del Toro, o telefilme acompanha a ascensão e queda da primeira traficante latina a estabelecer uma base comercial nos Estados Unidos, destacando o pioneirismo de Griselda, que se estabeleceu em Miami, de onde coordenou as viagens de suas “mulas” e mostrou do que era capaz. A criminosa também ficou conhecida como “A Viúva Negra”, apelido que ganhou por matar dois de seus maridos – e que nomeou uma série colombiana sobre sua vida, atualmente na 2ª temporada. Segundo as autoridades de seu país, ela seria responsável por pelo menos 250 homicídios, além de ter estimulado, sem piedade, as disputas sangrentas entre gangues rivais para enfraquecer seus concorrentes, tornando-se uma figura temida e emblemática da guerra às drogas. Presa em 1985, ela passou quase duas décadas em prisões americanas até recuperar sua liberdade em 2004. De volta à Colômbia, instalou-se em Medellín e tentou manter um perfil discreto. Mas foi morta por dois assassinos de aluguel, em setembro de 2012, quando voltava do açougue. A estreia de “Cocaine Godmother” está marcada para 20 de janeiro na TV americana.

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  • Filme

    StartUp: Série sobre a darknet é renovada para a 3ª temporada

    17 de novembro de 2017 /

    O serviço de streaming Crackle anunciou a renovação da série “StartUp” para a 3ª temporada. De acordo com a companhia, a produção é o título mais acessado em sua plataforma e tem feito grande sucesso junto aos fãs em mais de 50 países. Criada pelo roteirista Ben Ketai (“Floresta Maldita”), a série combina os exuberantes cenários de Miami com um suspense envolvendo gangues de rua, novas empresas de tecnologia e o FBI. A trama é estrelada por Martin Freeman (“O Hobbit”), como um agente do FBI que cruza o caminho de um jovem investidor financeiro (Adam Brody, da série “The O.C.”). O rapaz usa o dinheiro suspeitíssimo de seu pai desaparecido para desenvolver uma empresa de tecnologia, voltada para a lavagem de dinheiro, mas acaba atraindo atenção de pessoas violentas na darknet (a zona escondida de negócios ilegais da internet). O elenco central também inclui Edi Gathegi (série “The Blacklist”), Otmara Marrero (série “Ballers”) e, a partir da 2ª temporada, Ron Perlman (série “Sons of Anarchy”). O Crackle pode ser acessado no Brasil por meio da Net, Claro HDTV e por assinantes de banda larga da Oi.

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    Ator de Prison Break é acusado de tentar estuprar figurinista em set de filmagem

    8 de novembro de 2017 /

    Mais um ator conhecido das séries foi acusado de abuso sexual. Robert Knepper, que ficou conhecido com o T-Bag de “Prison Break”, foi denunciado pela veterana figurinista de Hollywood Susan Bertram, que trabalhou em filmes como “Annabelle 2: A Criação do Mal”, “Pequenos Espiões” e “Con-Air”. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ela alega que o ator tentou estuprá-la durante as filmagens do drama indie “Sonhos Femininos” (Gas, Food Lodging), de 1992. À época, ela tinha 31 anos e afirma que, quando foi deixar o figurino de Knepper em seu trailer, o ator pulou em sua frente, enfiou a mão por baixo do seu vestido e agarrou sua virilha “o mais forte que ele podia”. Em seguida, o ator a colocou de costas para a parede e disse “vou te comer inteira”, enquanto ela lutava contra o ataque e gritava que estava trabalhando. Eventualmente, ela conseguiu escapar e correu até cair de joelhos no chão do deserto do Novo México, onde o filme estava sendo rodado. Ela conta que depois se trancou num banheiro, onde averiguou que sua calcinha tinha sido rasgada, que a pele da região estava esfolada, pentelhos tinham sido arrancados e ela estava sangrando. “Eu simplesmente sentei lá e chorei por um tempo. Meu vestido estava rasgado, estava sujo”, lembrou-se durante a entrevista. Ao voltar ao trailer dos figurinos, ela contou à sua assistente, Dominique DuBois, o que tinha acontecido. E DuBois agora atesta a história. “Lembro que Susan entrou e ela estava visivelmente tremendo”, disse a assistente ao THR. “Ela me falou que [Robert Knepper] tentou estuprá-la. Ela estava muito abalada. Eu lembro disso”. Bertram afirma que queria muito trazer a história à público, antes mesmo da onda de escândalos sexuais que estão envolvendo homens poderosos da indústria cinematográfica, como Harvey Weinstein, James Toback e Kevin Spacey. Mas que se sentia impotente. “Nós não tínhamos nenhum apoio naquela época”, disse a figurinista. “Eu era jovem, era um dos meus primeiros empregos na indústria, eu estava muito longe de casa”. O que finalmente a inspirou a revelar o abuso foi o presidente Donald Trump, que numa gravação do programa “Access Hollywood” disse que gostava de “agarrar” as mulheres pelas vaginas. “Foi o que aconteceu comigo”, ela completou.

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    Ash vs Evil Dead: Trailer e fotos da 3ª temporada introduzem a filha de Ash

    6 de novembro de 2017 /

    O canal pago americano Starz divulgou pôsteres, fotos e o trailer promocional da 3ª temporada de “Ash vs Evil Dead”. Com tema de “massacre no colegial”, a prévia introduz a filha do protagonista, vivida por Arielle Carver-O’Neill (“O Predestinado”). A série é uma continuação da trilogia “Evil Dead” original (traduzida no brasil alternadamente como “A Morte do Demônio” e “Uma Noite Alucinante”), grande sucesso de cinema dos anos 1980, que lançou a carreira do diretor Sam Raimi, do produtor Robert Tapert e do ator Bruce Campbell, intérprete de Ashley J. Williams, o caçador de demônios conhecido simplesmente como Ash. Além de Campbell, a atração inclui em seu elenco fixo Ray Santiago (série “Touch”), Dana DeLorenzo (série “The Late Late Show with Craig Ferguson”) e Lucy Lawless (a eterna “Xena”), mulher de Tapert. O terceiro ano estreia no dia 25 de fevereiro nos Estados Unidos.

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    Jogos Mortais: Jigsaw é proibido para menores de 18 anos no Brasil

    29 de outubro de 2017 /

    O filme “Jogos Mortais: Jigsaw” recebeu classificação indicativa de 18 anos no Brasil. A decisão foi devido à violência gráfica e cenas impactantes da produção. Conhecida pelos jogos de tortura com diferentes tipos de mortes, a franquia geralmente recebe a restrição etária mais elevada no país. Mas é interessante reparar que, embora tenha classificação “R” nos Estados Unidos, inúmeras produções com esta mesma distinção chegam com indicação para maiores de 16 e até 14 anos no Brasil, como “Logan”, “Deadpool”, “Cinquenta Tons Mais Escuros”, “It – A Coisa” e “Perfeita É a Mãe”. Na Argentina, “Jogos Mortais: Jigsaw” foi proibido para menores de 16 anos. O filme estreou em 1º lugar no fim de semana na América do Norte, mas também registrou a menor abertura de toda a franquia, iniciada há 13 anos. O lançamento no Brasil acontece na quinta, 2 de novembro, dia de Finados.

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    Gunpowder: Violência da minissérie de Kit Harington cria polêmica no Reino Unido

    23 de outubro de 2017 /

    Uma minissérie estrelada por Kit Harington, o Jon Snow de “Game of Thrones”, está causando controvérsia no Reino Unidos. A Ofcom, instituição que regula os veículos de mídia no Reino Unido, informou ter registrado sete reclamações contra “Gunpowder”, que teve sua estreia britânica na noite de sábado (22/10). As reclamações dizem respeito a imagens vívidas de violência da atração, como um jovem padre que é enforcado e esquartejado e uma mulher despida antes de morrer esmagada. As cenas fortes renderam comparações a “Game of Thrones”, com muitos telespectadores classificando a minissérie como mais violenta que a produção da HBO – que não é conhecida por pegar leve. “Obrigado, ‘Gunpowder’. Eu não queria vomitar, mas vomitei. Eu sei que esse tipo de violência acontecia, mas não precisava vê-la graficamente”, escreveu um telespectador no Twitter. “Essa cena de execução é uma das coisas mais dolorosas que já presenciei na TV”, afirmou outro. Muitos comentários classificaram as cenas como “desnecessárias” e “grotescas” e disseram que desligaram a TV por conta da violência retratada. A produção da rede pública BBC recria a história real da Conspiração da Pólvora, um plano para explodir o Parlamento inglês e matar o rei James VI, que perseguia brutalmente os católicos. Além de interpretar líder da revolta, Robert Catesby, Harington também é produtor da minissérie – e descendente de seu personagem. Prevendo a reação, ele havia comentado as cenas violentas, na véspera da estreia. “Era importante para a história porque desde o começo precisamos saber porque Catesby embarca nesse ato muito, muito violento”, disse ele a uma rádio britânica. Em nota, a BBC também defendeu o teor de “Gunpowder”: “As cenas foram ao ar depois das 9h30, com um aviso claro aos espectadores antes do início do episódio. Os métodos retratados estão fundamentados em fatos históricos e refletem o que aconteceu na época da Conspiração da Pólvora”. Criada pelo roteirista Ronan Bennett (“Inimigos Públicos”) e o ator Daniel West (série “South Riding”), a minissérie também traz em seu elenco Liv Tyler (série “The Leftovers”), Peter Mullan (série “Ozark”), Mark Gatiss (série “Sherlock”) e Tom Cullen (série “Downton Abbey”) no papel de Guy Fawkes, o homem que inspirou “V de Vingança” e as máscaras dos hackers Anonymous.

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