Após polêmica, Liam Neeson declara que não é racista
A confissão de Liam Neeson sobre seu desejo de matar um negro, qualquer negro, após uma amiga ter sido estuprada há 40 anos, causou muita polêmica e levou o ator a se defender. Ele negou ser racista na manhã desta terça-feira (5/2), em entrevista ao programa “Good Morning America”, da rede ABC. “Não sou racista”, declarou, explicando que “nunca tinha experimentado esse sentimento antes”. “Foi um impulso primitivo de atacar alguém”. Neeson confirmou a história que contou à imprensa britânica, quando disse ter percorrido “deliberadamente áreas frequentadas por negros da cidade, procurando ser provocado para que pudesse reagir com violência física”. “Fiz isso talvez quatro ou cinco vezes”, acrescentou. Mas alegou que teria agido da mesma forma se o agressor fosse branco. “Se ela tivesse dito que havia sido [estuprada por] um irlandês, um escocês, um britânico ou um lituano, eu teria, sei que teria, a mesma reação. Estava tentando ser honrado, defender minha amiga querida de uma forma terrivelmente medieval.” O ator declarou que poderia ter matado alguém se tivesse a chance, e isso sacudiu suas crenças. “Isso me chocou e me machucou. Procurei ajuda”, contou, revelando ter buscado um padre. Ele disse ter se confessado e passado a fazer caminhadas de duas horas por dia para tentar superar sua raiva. O astro de “Busca Implacável” afirmou ainda que sua intenção ao fazer tais comentários era iniciar um debate mais amplo sobre racismo. Questionado sobre o que desejava que as pessoas aprendessem com sua experiência, ele disse: “A conversar. A se abrir. Todos fingimos que somos todos politicamente corretos neste país. No meu também [Irlanda do Norte]. Às vezes, você arranha a superfície e descobre esse racismo e fanatismo que estão lá”. Veja a nova entrevista abaixo. O assunto veio originalmente à tona por conta da divulgação de “Vingança a Sangue Frio”, novo filme de ação estrelado por Neeson, que estreia na sexta-feira (8/2) nos Estados Unidos e na próxima semana (14/2) no Brasil.
Liam Neeson faz revelação polêmica sobre seu passado violento e racista
O ator Liam Neeson virou um dos tópicos mais comentados do Twitter no começo da semana, graças a uma entrevista ao jornal britânico The Independent, em que admitiu já ter sentido desejo real de matar… um negro. E não ficou na vontade. Ele se armou com um cassetete e foi para a rua procurar o primeiro negro que encontrasse para encher de porrada. A história aconteceu em sua juventude e ele afirma não ter o menor orgulho dela. Ao contrário, o fato o enche de vergonha. E foi a primeira vez que ele a contou na vida. Promovendo o filme “Vingança a Sangue Frio”, seu novo thriller de ação, em que interpreta um homem em busca de vingança pela morte de seu filho, Neeson puxou, por conta própria, paralelos em sua vida real. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou Neeson, dizendo que “conseguia entender” o desejo de vingança de seu personagem. Foi quando o ator contou que, certa vez, voltou para sua casa em Londres após uma viagem e descobriu que uma de suas melhores amigas havia sido estuprada. “Ela lidou com tudo de forma extraordinária, foi muito forte”, comentou. “Mas minha reação imediata foi… Eu perguntei se ela sabia quem foi, e ela disse que não. Perguntei se era alguém branco ou negro, e ela disse negro”, continuou Neeson. “Eu fui para a rua com um cassetete, esperando que alguém me abordasse”. “Eu sinto vergonha de dizer isso hoje em dia. Eu fiquei andando pela rua todas as noites por uma ou duas semanas, esperando que algum negro viesse para cima de mim ou algo assim. Para que eu pudesse… mata-lo”, completou. “Eu nunca disse isso para a minha amiga. Ela me perguntava: ‘Onde você está indo?’. E eu dizia que ia dar uma volta. Ela perguntava se havia algo errado, e eu dizia que não”, disse ainda. “Foi horrível, horrível, horrível que eu tenha feito isso”, confessou o ator. “Eu nunca admiti isso para ninguém, e agora estou falando para um jornalista. Deus me perdoe”. Ele ainda mencionou que cresceu na Irlanda do Norte, na época dos conflitos violentos contra militares britânicos, e que isso alimentou seu impulso para a vingança. Mas que ele aprendeu que isso “só leva a mais vingança, a mais mortes e a Irlanda do Norte é a prova disso”. A repercussão foi enorme.
Jussie Smollett aparece em público pela primeira vez após agressão e se diz o “Tupac gay”
O ator Jussie Smollett, da série “Empire”, fez sua primeira aparição pública após sofrer um ataque racista e homofóbico que o deixou hospitalizado. O retorno aconteceu em um show em Los Angeles, que estava marcado antes da agressão. Além de assegurar ao público que estava bem, o artista de 36 anos referiu-se a si mesmo como o “Tupac gay”, em tom de brincadeira. “Ainda não estou totalmente recuperado, mas vou me recuperar e me manter firme com vocês”, disse ele. “Eu tinha que estar aqui hoje. Não podia deixar aqueles filhos da p*** vencerem. Eu sempre vou lutar pelo amor, e espero que vocês lutem comigo”. Smollett então contou que não facilitou para os agressores: “Acima de tudo, eu briguei de volta. Eu sou o Tupac gay”. Antes do ator e cantor subir ao palco, seus irmãos Jurnee, Jazz, Jake, Jocqui e Joel subiram ao palco para homenageá-lo. Joel, o mais velho, revelou que havia pedido ao irmão para não se apresentar. “Eu queria sinceramente que ele ficasse fora dos holofotes até se recuperar. Mas após muito debate, muita discussão e muitas lágrimas, minha família e eu percebemos que esta noite é parte importante da recuperação de Jussie. Ele é um lutador desde pequeno. Ele enfrentou os agressores dele e continua a lutar”. “Jussie é um verdadeiro artista, é como ele respira”, continuou Joel. “Mas acima de tudo, ele é a epítome do amor. Então, em nome da família Smollett, estamos muito orgulhosos do nosso irmão hoje e estamos aqui com vocês hoje para dar a ele confiança e apoio enquanto ele compartilha sua música, sua alma e seu amor para tornar este mundo um lugar melhor e não se curvar ao ódio”. O astro da série “Empire” foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, chutaram suas costelas, jogaram alvejante sobre sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Jussie Smollett revela estar bem e espera por justiça após sofrer ataque violento
O ator Jussie Smollett, vítima de um ataque violento durante a semana em Chicago, pronunciou-se sobre a agressão com uma declaração oficial à imprensa, em que revela estar passando bem e espera por justiça. “Deixa eu começar dizendo que estou bem. Meu corpo está forte, mas minha alma está mais forte ainda. Mais importante, eu preciso dizer obrigado. A quantidade de amor e apoio que eu tenho recebido significa mais para mim do que eu poderei expressar”, escreveu Smollett. “Eu estou trabalhando lado a lado com as autoridades, e tenho sido 100% factual e consistente em todos os níveis [sobre o acontecido]. Apesar das minhas preocupações e frustrações com alguns detalhes incorretos que foram divulgados, eu ainda acho que a justiça vai ser feita”, continuou. Astro da série “Empire”, Smollett foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, jogaram uma substância contra sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Cartas com ameaças de morte contra ator de Empire foram enviadas à Fox
O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou Jussie Smollett, astro da série “Empire”, deve ser considerado oficialmente crime de ódio após a descoberta de ameaças anônimas de morte contra o ator, enviadas na semana passada pelo correio para a afiliada da Fox em Chicago Os sites That Grape Juice e TMZ fotografaram uma das mensagens, composta por letras cortadas de revistas, que diz simplesmente: “Você vai morrer preto viado”. Veja abaixo. O envelope, escrito em tinta vermelha, ainda contém a expressão MAGA, abreviatura de “Make America Great Again”, slogan da campanha de Donald Trump, que foi gritado pelos agressores do ator. Jussie Smollett foi atacado ao sair de um restaurante, sofrendo agressões, enforcamento e ainda teve uma substância jogada contra seu corpo. Os criminosos são dois homens que, durante a violência, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. Ele se encontra em tratamento em um hospital da cidade, onde “Empire” é gravada. Na série da Fox, Smollett interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público. Ao ser considerado crime ódio, a investigação do caso deve passar para a jurisdição do FBI, a polícia federal americana. A rede CNN tentou obter uma declaração oficial do FBI sobre o status em que se encontrava o caso, mas a resposta foi “sem comentários”.
Fox e criadores de Empire condenam ataque que deixou ator da série no hospital
O ataque violento da madrugada desta terça (29/1), que hospitalizou o ator Jussie Smollett, astro da série “Empire”, teve grande repercussão em Hollywood. Ele foi agredido, enforcado e teve uma substância jogada contra seu corpo ao sair de um restaurante de Chicago. Os criminosos são dois homens que, durante o ataque, gritaram palavras racistas e homofóbicas, além de slogans da eleição de Donald Trump. O roteirista Danny Strong, cocriador de “Empire”, foi um dos primeiros a se manifestar nas redes sociais. “Estou profundamente horrorizado e entristecido com os ataques racistas e homofóbicos contra o Jussie Smollett. Ele é uma alma gentil e profundamente talentosa que eu respeito com todo o meu coração. O terror do racismo e da homofobia não tem lugar na nossa sociedade”, ele postou no Twitter. O outro criador da série, o cineasta Lee Daniels postou um poderoso e comovente vídeo no Instagram, expressando seu amor por Smollett e sua ira com os homens que o colocaram no hospital. “É apenas mais um dia fudid* na América”, ele conclui, no final de sua mensagem bruta e forte. “Demorei um minuto para vir à mídia social refletir sobre isso porque, Jussie, você é meu filho. Você não merecia, nem ninguém merece, ter um laço colocado em volta do seu pescoço, ter água sanitária jogada em cima de você, ouvir que tem que morrer porque é um negro viado, ou que quer que eles tenham dito a você. Você é melhor que isso. Nós somos melhores que isso. A América é melhor que isso. Começa em casa. Nós temos que amar uns aos outros, independentemente da orientação sexual que temos. Porque isso mostra que estamos juntos em uma frente unida, e nenhum fetiche racista pode levar alguém a fazer as coisas que eles fizeram com você. Mantenha sua cabeça erguida, Jussie. Estou contigo. Eu estarei aí em um minuto, porque é apenas mais um dia fudid* na América”, Daniels desabafou, a caminho do hospital. Veja a íntegra do vídeo abaixo. A própria rede Fox se posicionou indignada, em comunicado emitido aos meios de comunicação. “Estamos profundamente entristecidos e indignados ao saber que um membro da nossa família ‘Empire’, Jussie Smollett, foi violentamente atacado ontem à noite. Enviamos nosso amor a Jussie, que é resiliente e forte, e trabalharemos com as forças da lei para levar esses responsáveis à justiça. Todo o estúdio, rede e equipe de produção estão unidos contra o ato desprezível de violência e ódio – especialmente contra um dos nossos próprios integrantes”, diz a declaração da 20th Century Fox Television e da Fox Entertainment. A série é gravada em Chicago, onde aconteceu o ataque. Visualizar esta foto no Instagram. We got this @jussiesmollett ????? Uma publicação compartilhada por Lee Daniels (@theoriginalbigdaddy) em 29 de Jan, 2019 às 10:55 PST …whoever did this, do not forget that you are nothing but hate filled cowards while Jussie’s talent and activism will continue to shine a bright light on to the world for decades to come. — Danny Strong (@Dannystrong) January 29, 2019
Ator da série Empire diz ter sido espancado e enforcado em crime de ódio nos Estados Unidos
O ator da série “Empire” Jussie Smollett teria sido atacado na madrugada desta terça-feira (29/1) em Chicago, num ato de violência que a polícia está chamando de crime de ódio. O ator de 36 anos estava saindo de um restaurante quando dois homens teriam começado a gritar insultos racistas e homofóbicos contra ele. Em seguida, os criminosos atacaram Smollett, socando-o antes de derramar uma substância química desconhecida sobre ele, segundo a polícia. Durante o ataque, um dos suspeitos ainda enrolou uma corda no pescoço de Smollett para enforcá-lo, como a Ku Klux Klan costumava fazer durante o período em que assassinava negros com impunidade. “Dada a gravidade das alegações, estamos levando essa investigação muito a sério e tratando-a como um possível crime de ódio”, disse a polícia de Chicago em comunicado. Smollett encontra-se hospitalizado por seus ferimentos. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.
Sophia Bush revela que saiu de Chicago PD após ser agredida por colega
A atriz Sophia Bush finalmente deu mais detalhes de sua
Alec Baldwin é preso após brigar por vaga de estacionamento em Nova York
O ator Alec Baldwin (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) foi detido nesta sexta-feira (2/11) devido a uma briga por uma vaga de estacionamento em Nova York. Em declaração à imprensa, as autoridades afirmam que o ator deu um soco em uma pessoa. O TMZ ouviu testemunhas, que contaram que um pessoa acabou parando na vaga onde o ator estava manobrando para estacionar. O site também divulgou um vídeo em que o ator aparece sendo detido pela polícia. Veja abaixo. Os representantes de Baldwin ainda não se manifestaram sobre o caso.
2ª temporada de The Sinner ganha trailer legendado para estreia no Brasil
A 2ª temporada de “The Sinner” ganhou data de estreia no Brasil. A série será retomada em 9 de novembro pela Netflix, que divulgou um trailer legendado focado no novo mistério da atração. A trama encontra o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) ainda esgotado pela resolução do caso de Cora Tannetti (Jessica Biel), quando é convocado para investigar outro crime perturbador na zona rural de Nova York: um garoto de 13 anos de idade teria assassinado os próprios pais sem motivo aparente. Entretanto, sua investigação o leva diretamente para os mistérios obscuros da cidadezinha e o coloca contra aqueles que não vão medir suas ações para proteger esses segredos. A 2ª temporada terá uma nova protagonista feminina, vivida por Carrie Coon (das séries “The Leftovers” e “Fargo”). Trata-se de Vera, uma mulher misteriosa e formidável, que lidera a comunidade local e luta com toda a força para defender seus ideais, mas também para realizar seus próprios desejos. Além dela, Natalie Paul (série “The Deuce”) e Hannah Gross (série “Mindhunter”) também integram o novo arco dramático. A primeira interpreta Heather, uma detetive iniciante que acaba chamando Ambrose para investigar o duplo homicídio, enquanto a segunda vive Marin, a melhor amiga de Heather, que desapareceu misteriosamente da cidade anos atrás. Já a atriz Jessica Biel, que estrelou a 1ª temporada, ficou apenas atrás das câmeras no segundo ano, exercendo a função de produtora nos novos episódios. Coprodução do canal pago americano USA, “The Sinner” já teve todos os oito episódios da 2ª temporada exibidos nos Estados Unidos, entre agosto e setembro. Mas vale lembrar que a série só se tornou frisson mundial após seus episódios inaugurais chegarem na plataforma de streaming.
StartUp: Estreia de Mira Sorvino é destaque no trailer da 3ª temporada
A Sony divulgou o trailer da 3ª temporada de “StartUp”, série da plataforma de streaming Crackle, que combina tecnologia, crime e ação. A prévia enfatiza tiroteios e tensão, em meio a negociações clandestinas com figuras sombrias, e destaca a introdução de uma nova personagem, vivida por Mira Sorvino (“Falling Skies”). De acordo com a Sony, a produção é o título mais acessado em sua plataforma e tem feito grande sucesso junto aos fãs em mais de 50 países. Criada pelo roteirista Ben Ketai (“Floresta Maldita”), “StartUp” gira em torno de um jovem investidor financeiro (Adam Brody, da série “The O.C.”), que usa uma fortuna suspeita de seu pai desaparecido para desenvolver uma empresa de tecnologia, voltada para a lavagem de dinheiro, mas acaba atraindo atenção de pessoas violentas na darknet (a zona escondida de negócios ilegais da internet). O elenco central também inclui Edi Gathegi (série “The Blacklist”), Otmara Marrero (série “Ballers”) e, desde a 2ª temporada, Ron Perlman (série “Sons of Anarchy”). Mas perdeu um de seus protagonistas, Martin Freeman (“Pantera Negra”), que vivia um agente do FBI. Mira Sorvino viverá a agente da NSA Rebecca Stroud, que investiga o programa ArakNet, o empreendimento de Brody. Além dela, o elenco terá ainda reforço de Zachary Knighton (“LA to Vegas”), Tyler Labine (“Pequeno Demônio”) e Jason Kravits (“Unbreakable Kimmy Schmidt”). A 3ª temporada estreia na Crackle em 1 de novembro.
Confusão em festa do Emmy: Criador de O Aprendiz agride o comediante Tom Arnold
A véspera do Emmy foi marcada por uma briga física entre um dos produtores mais premiados da Academia da Televisão e o comediante Tom Arnold, durante uma festa que celebrava os indicados ao troféu em Los Angeles. Arnold revelou nas redes sociais que foi agredido e chegou a ser enforcado pelo produtor Mark Burnett. O motivo, aparentemente, foi o fato do comediante estar produzindo um programa para a Vice Media com o objetivo de investigar gravações secretas de Donald Trump em “O Aprendiz”, programa criado por Burnett. O material que o produtor teria escondido conteria provas de racismo de Trump, como xingamentos e comentários de baixo nível, entre outras acusações. Burnett já disse, em outras ocasiões, que não escondia nada porque não tinha acesso às fitas, que são propriedade da produtora MGM. Algo, entretanto, fez o sangue do produtor ferver durante o encontro casual com Arnold, quando o assunto deve ter sido trazido à tona. Afinal, ele se recusava a ser entrevistado para o programa do comediante. “Mark Burnett surtou e me enforcou nesta grandiosa festa para o Emmy e correu com sua camiseta cor de rosa rasgada e sem sua corrente de ouro. Estou esperando pela polícia de Los Angeles”, publicou o ator. Patton Oswalt, ator amigo de Arnold, postou uma foto com ele, tranquilizando os fãs. “Estou com Tom Arnold, gente. Ele está bem. Temos de proteger esse anjo brutal.” A mulher de Burnett, Roma Downey (conhecida como estrela da série “O Toque de um Anjo”), acusa Arnold de tentar armar uma emboscada para ela e Mark. Ela enviou ao TMZ uma foto mostrando um hematoma em sua mão e culpando Arnold pelo ferimento na confusão. Arnold negou: “Mentira. Você mente, seu marido maluco me atacou, sua psicopata. Eu vou à polícia processar você por difamação.” Ele diz que Kevin Bacon e sua filha são testemunhas do que aconteceu e que Roma arrancou o celular da mão de Bryan Fogel, diretor que venceu o Oscar 2018 de Melhor Documentário por “Ícaro”, porque ele estava registrando a agressão. Com essa publicidade, “The Hunt for the Trump Tapes” estreia já nesta terça-feira, 18 de setembro, no canal pago americano Viceland. #TheHuntForTheTrumpTapes starts Tuesday 10:30p @VICELAND #TrumpTapes pic.twitter.com/WLmWUdXLyp — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Mark Burnett just went apeshit & choked me at this huge Emmy party then he ran away with his torn Pink shirt & missing gold chain. I’m waiting for LAPD — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Got this bruise tonight when Tom Arnold tried to ambush my husband Mark and me at a charity event. Is your TV show worth it Tom?Please stop pic.twitter.com/lXvuKjIMI2 — Roma Downey (@RealRomaDowney) September 17, 2018 Bullshit. You lie your crazy husband attacked me you psycho. I’m filing police report & suing you for defamation. https://t.co/9yXAEXM6na — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Roma knocked Bryan Fogel’s phone out of his hand after Mark Burnett chocked me. Bryan came with me. He won the Oscar this year for his amazing documentary Icarus. He has tape. https://t.co/nPJyDAarsE — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 Mark Burnett doesn't seem too thrilled about my new tv show. #TheHuntForTheTrumpTapes Starts Tuesday 10:30p @VICELAND & we do a Mark Burnett/Apprentice episode the first night. Yes Roma, saving my country is worth it. Brutal bruise. Should've gone to a dr last wk when you hurt it — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018 I’m with @TomArnold, everyone. He’s okay. We gotta protect this brutal angel. pic.twitter.com/9grT4QTVZK — Patton Oswalt (@pattonoswalt) September 17, 2018 Just spoke with Tom Arnold’s lawyer. He confirmed the altercation (he calls it an “unprovoked attack” by Burnett) and says Tom “has a witness” that will back him up. https://t.co/ILO2lTixxB — Matthew Belloni (@THRMattBelloni) September 17, 2018 FYI: Kevin Bacon is a solid reliable brawl witness. Sosie Bacon is a wingman. — Tom Arnold (@TomArnold) September 17, 2018
Ícaro Silva é atingido por tiros da PM no Rio de Janeiro
O ator Ícaro Silva foi atingido por estilhaços de balas às 5h da manhã desta quarta (5/9) quando passava de carro pelo Túnel Zuzu Angel, nas proximidades da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Os tiros teriam sido disparados por policiais militares. Segundo boletim de ocorrência obtido pelo jornal carioca Extra, Ícaro havia saído da Zona Sul e estava deixando o Zuzu Angel quando viu um carro reduzindo a velocidade. Ele disse que ultrapassou esse veículo e se deparou com PMs na via. Num primeiro momento, o ator alegou que não entendeu se a ordem dada pelos agentes era para que parasse ou seguisse. Ainda de acordo com o relato de Ícaro, ele acelerou e, logo depois, ouviu disparos, sentiu que um atingiu seu veículo e notou sangue em seu braço esquerdo. Mesmo ferido, ele dirigiu até o Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, onde foi atendido. Ícaro recebeu alta por volta das 8h30 e, nove horas depois do ocorrido, fez um desabafo em seu perfil nas redes sociais, agradecendo por estar vivo, ao lado da foto do curativo em seu braço. “Um policial pediu para reduzir e eu obedeci. Baixei o vidro e perguntei o que estava acontecendo. O nível de estresse dele era muito alto, ele falava comigo diretamente do inferno, o coração em guerra. Outros dois policiais vieram gritando, os fuzis apontados para mim. Não sei se me reconheceram ou não, mas com a mesma violência com que me pararam, me mandaram ir embora, xingando e berrando em seu estado de guerra. Quando eu voltava a acelerar e, antes de entender o que estava acontecendo, um estampido no meu carro me congelou. ‘Isso é um tiro?’ Os próximos vários confirmaram que sim”, escreveu no Instagram. “Abaixei a cabeça e enfiei o pé no acelerador como se tudo no mundo fosse tiro e pedal. Enquanto meu pé e meu coração aceleravam, minha sensação física era de ‘não precisa ser assim’. De fato, não precisa. Acelerei sem fim até me ver longe dali, o corpo em choque, a cabeça caçando sentido, como se houvesse algum nessa barbárie cotidiana que é o Rio, minhas mãos trêmulas. Só depois de respirar fundo percebi o buraco de bala no para-brisa do meu carro e minha blusa molhada”, continuou. “’Meu Deus. Eu levei um tiro?’” Me apalpei até encontrar o furo ensanguentado no meu braço. Sim, uma bala rasgou meu braço e deixou uns estilhaços ali, carimbo metalizado da violência urbana. Um pequeno pedaço de metal e morte que podia ter cruzado meu peito ou minha cabeça, um lembrete da nossa frágil condição de gente”. Em seguida, ele lamentou a violência sofrida e agradeceu por estar vivo. “Estou legal. Estou muito feliz por não ter morrido, sério. Tem muita coisa para fazer por aqui, muita coisa para ver e muita, muita coisa para consertar. Muito obrigado por todas as mensagens, estou mais solicitado que no meu aniversário. Vocês são lindos, são lindos demais. Espero que essa história infelizmente cotidiana nos inspire a desconstruir nossa agressividade diante da vida. É hora de desarmar e amar”, escreveu o ator no Instagram. Em nota, a assessoria da Polícia Militar informou que policiais militares do 23º BPM (Leblon), que realizam o cerco da Rocinha, foram informados por populares que criminosos estariam praticando roubos no interior do túnel Zuzu Angel. Eles foram até a Autoestrada Lagoa-Barra para verificar a informação e nada foi constatado. “Já próximo à Rocinha, os policiais avistaram o veículo com as características mencionadas e tentaram a abordagem, houve reação, gerando o confronto. Os criminosos conseguiram fugir. Até aquele momento não havia informações de feridos. Logo após, policiais do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram alertados da entrada do ator Ícaro Silva no Hospital Barra D’Or, ferido por estilhaços de arma de fogo no braço”. Ícaro estreou na televisão em 1998, na novela “Meu Pé de Laranja Lima” e depois de pequenas participações em outras novelas ganhou destaque com o personagem Rafa, de “Malhação”, onde permaneceu por quatro temporadas. Ele também viveu o cantor Jair Rodrigues no filme “Elis”, estrelou o longa “Sob Pressão”, que deu origem à série de mesmo nome e ainda integrou o elenco da novela “Pega Pega”, concluída em janeiro deste ano. A seguir, ele será visto no filme “Legalize Já!”, que conta a origem da banda Planet Hemp, com estreia prevista para 18 de outubro, e na série “Coisa Mais Linda”, sobre a época da bossa nova, ainda sem previsão de lançamento na Netflix. Queridos amigos, amores, seguidores e parceiros, eu estou bem! Hoje mais cedo, ao sair do túnel Zuzu Angel voltando para a Barra, me vi em meio a uma violenta confusão que até agora não sei se era uma blitz, um tiroteio ou uma dessas operações de guerra infelizmente tão habituais na nossa cidade. Viaturas, policiais com fuzis na mão e aquele medo súbito que o carioca conhece tão bem. Um policial me pediu para reduzir e eu obedeci. Baixei o vidro e perguntei o que estava acontecendo. O nível de stress dele era muito alto, ele falava comigo diretamente do inferno, o coração em guerra. Outros dois policiais vieram gritando, os fuzis apontados para mim; não sei se me reconheceram ou não, mas com a mesma violência com que me pararam, me mandaram ir embora, xingando e berrando em seu estado de guerra. Quando eu voltava a acelerar e antes de entender o que estava acontecendo, um estampido no meu carro me congelou. “Isso é um tiro?” Os próximos vários confirmaram que sim. Abaixei a cabeça e enfiei o pé no acelerador como se tudo no mundo fosse tiro e pedal. Enquanto meu pé e meu coração aceleravam, minha sensação física era de “não precisa ser assim”. De fato, não precisa. Acelerei sem fim até me ver longe dali, o corpo em choque, a cabeça caçando sentido, como se houvesse algum nessa barbárie cotidiana que é o Rio, minhas mãos trêmulas. Só depois de respirar fundo percebi o buraco de bala no para-brisa do meu carro e minha blusa molhada. “Meu Deus. Eu levei um tiro?” Me apalpei até encontrar o furo ensanguentado no meu braço. Sim, uma bala rasgou meu braço e deixou uns estilhaços ali, carimbo metalizado da violência urbana. Um pequeno pedaço de metal e morte que podia ter cruzado meu peito ou minha cabeça, um lembrete da nossa frágil condição de gente. Eu to legal. To muito feliz por não ter morrido, sério. Tem muita coisa pra fazer por aqui, muita coisa para ver e muita, muita coisa para consertar. Muito obrigado por todas as mensagens, to mais solicitado que no meu aniversário, rs. Vocês são lindos, são lindos demais. Espero que essa história infelizmente cotidiana nos inspire a desconstruir nossa agressividade diante da vida. É hora de desarmar e amar. Uma publicação compartilhada por Ícaro (@icsilva) em 5 de Set, 2018 às 9:58 PDT








