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  • Série

    Kerry Washington e Viola Davis revelam imagens de crossover entre Scandal e How to Get Away with Murder

    3 de janeiro de 2018 /

    As atrizes Kerry Washington e Viola Davis divulgaram em seus Instagrams imagens que revelam um crossover entre “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, as séries que as duas estrelam. Em sua foto, Kerry aparece sentada no corredor de um tribunal e acrescenta no texto: “Ei, Sra. Viola Davis, veja isto. Este lugar parece familiar?! Onde está você?”. A resposta de Viola vem numa foto tirada na Casa Branca cenográfica de “Scandal”: “Ei, Kerry Washington, adivinhe onde estou?!” Embora as estrelas das duas séries freqüentemente apareçam juntas em promos publicitários da rede ABC, nenhuma delas tinha estrelado um crossover antes. “Scandal” e “How to Get Away with Murder” são produzidas pela Shondaland, a empresa de Shonda Rhimas, que também assina a série “Grey’s Anatomy”. Os crossovers, eventos em que personagens de uma série aparece em outra, acontecem desde os anos 1950 na TV americana, mas ganharam mais força recentemente após o sucesso de iniciativas da rede CW com o “Arrowverse” (“Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”) de Greg Berlanti, e da rede NBC com a franquia “Chicago” (“Fire”, “DP” e “Med”), de Dick Wolf. “Scandal” está atualmente em sua 7ª e última temporada, enquanto “How to Get Away with Murder” atravessa sua 4ª temporada. Ambas voltam do hiato de fim de ano em 18 de janeiro nos Estados Unidos e são exibidas no Brasil pelo canal pago Sony Hey Ms @violadavis ❤️ check it out. This spot look familiar?! Where are you? Uma publicação compartilhada por Kerry Washington (@kerrywashington) em 3 de Jan, 2018 às 9:00 PST Hey @KerryWashington, guess where I am?! Uma publicação compartilhada por Viola Davis (@violadavis) em 3 de Jan, 2018 às 9:30 PST

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  • Série

    How to Get Away with Murder registra sua pior audiência nos Estados Unidos

    7 de outubro de 2017 /

    A competição feroz das noites de quinta-feira na TV americana não está sendo ruim apenas para “Gotham”. A série “How to Get Away with Murder” também está sangrando mortalmente, após registrar a pior estreia de uma temporada, seguida pela pior audiência de um episódio de sua história. A série que rendeu o Emmy para Viola Davis em sua 1ª temporada caiu para níveis de cancelamento, assistida por 3,8M (milhões) de telespectadores na quinta-feira (5/10) e apenas 0,9 ponto na demo (faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). É a mesma demo de “Gotham”, que tem 1 milhão de telespectadores a menos. O que mais chama atenção não é nem a comparação com a tragédia de “Gotham”, mas com a estreia da própria produção em 2014, quando foi vista por 10 milhões de pessoas a mais que o público atual – 14,1M de telespectadores ao vivo e 3,8 pontos. Mas a curva já se tornou descendente na 2ª temporada. O primeiro ano teve um público de 9,7M por episódio, o segundo registrou 6,2M, o terceiro desceu para 4,6M e a 4ª temporada está até aqui com 3,9M de média. Exibida às 22h na rede ABC, “How to Get Away with Murder” enfrenta concorrência direta de “Chicago Fire”, que lidera o horário com média de 6,6M. Dentro da ABC, a série fecha uma noite dedicada às produções da Shondaland, a empresa da produtora-roteirista Shonda Rhimes, da qual está sendo a menos assistida – “Grey’s Anatomy” gerou 7,9M de telespectadores e 2 pontos na quinta passada, enquanto “Scandal” foi assistia por 5,5M e rendeu 1,4 ponto. “Scandal” termina na atual temporada, mas já está em desenvolvimento um spin-off com bombeiros de “Grey’s Anatomy”, que pode manter o bloco da Shondaland intacto, apesar de Shonda Rhimes ter assinado um contrato com a Netflix. Entretanto, este último detalhe também pode desestimular a ABC a manter o bloco, além de facilitar/acelerar um possível cancelamento de “How to Get Away with Murder”, caso a audiência continue a desabar.

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  • Série

    How to Get Away with Muder ganha trailer e duas cenas da estreia da 4ª temporada

    26 de setembro de 2017 /

    A rede ABC divulgou o trailer e duas cenas da 4ª temporada de “How to Get Away with Murder”, já legendadas por fãs. As cenas mostram dois jantares, um com a mãe de Annalise Keating (Viola Davis) e outra com seus estagiários, que Laurel (Karla Souza) define como “última ceia”. O trailer também revela a estreia do ator Jimmy Smits (séries “Sons of Anarchy” e “24: Legacy”), que terá caráter recorrente no novo arco narrativo da série e estará relacionado ao mistério do quarto ano do programa. A 4ª temporada de “How to Get Away with Murder” estreia na quinta (28/9) nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Jimmy Smits entra na 4ª temporada de How to Get Away with Murder

    21 de julho de 2017 /

    O ator Jimmy Smits (séries “Sons of Anarchy” e “24: Legacy”) entrou para o elenco da 4ª temporada de “How to Get Away with Murder”. Ele terá caráter recorrente no novo arco narrativo da série, como um personagem que terá ligação com a vida de Annalise Keating (Viola Davis) e estará relacionado ao mistério do quarto ano do programa. A 4ª temporada de “How to Get Away with Murder” já está em produção, mas a rede ABC ainda não definiu sua data de estreia. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Filme

    Viola Davis levou um Oscar merecidíssimo por Uma Limite Entre Nós

    10 de março de 2017 /

    “Fences”, a peça teatral de August Wilson, foi levada na Broadway com Denzel Washington e Viola Davis como protagonistas. A versão cinematográfica, que recebeu o mesmo nome (aqui, “Um Limite Entre Nós”), teve August Wilson como roteirista, foi dirigida por Denzel Washington e protagonizada por ele e Viola. É um drama familiar, um melodrama como muitos outros, bem construído, com bons diálogos, acrescentando a esses ingredientes uma realidade norte-americana de grande hostilidade aos negros, na década de 1950. O filme não disfarça sua origem teatral, mas tem um bom ritmo e uma temática e personagens consistentes. O seu maior triunfo, sem dúvida, são seus dois maravilhosos atores principais: Denzel Washington e Viola Davis. Eles dão um show de interpretações, revivendo os papéis que já haviam desempenhado no teatro. Viola venceu o Oscar 2017 de Melhor Atriz Coadjuvante (por que coadjuvante?), o Globo de Ouro e o BAFTA britânico. Prêmios merecidíssimos. Denzel merecia outro tanto. E o elenco de atores é todo muito bom, de primeira linha.

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  • Filme

    Viola Davis compartilha ilustração de brasileiro em suas redes sociais

    4 de março de 2017 /

    Viola Davis compartilhou em suas redes sociais a ilustração de um brasileiro, que a retrata com o vestido que usou na premiação da Academia, oferecendo seu Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante a sua personagem em “Um Limite entre Nós”, uma mulher negra humilde. A imagem (acima) reflete o discurso de agradecimento da atriz, sobre a importância de contar histórias de pessoas simples. Mas o fato de a própria Viola divulgá-la pegou seu autor de surpresa. Na legenda, Viola se limitou a escrever “Uau”. Já o cearense Marciano Palácio, de 23 anos, respondeu com um “OMG”, dizendo-se honrado e agradecido por ela ter compartilhado seu trabalho. A arte já foi curtida 65 mil vezes no Facebook A origem do discurso foi explicada pela atriz numa entrevista à revista People, na qual relembrou sua infância pobre. De uma família descendente de escravos, Viola conta que vivia em uma casa com mais cinco irmãos com condições precárias. “Sempre soube que era a mais pobre dos nossos vizinhos. O lugar em que vivíamos refletia o poder aquisitivo da minha família. Noas paredes eram tábuas, não tínhamos telefone nem comida e havia muitos ratos”, ela disse. “Desde muito jovem decidi que não queria viver assim. E ter vivido desse jeito me permitiu valorizar muito e apreciar o que tenho agora”, completou.

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  • Filme

    Liam Neeson negocia participar do thriller de ação do diretor de 12 Anos de Escravidão

    4 de março de 2017 /

    Liam Neeson está em negociações avançadas para participar do thriller “Widows”, novo filme do diretor Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”), informou o site Deadline. O longa é uma adaptação da série britânica “As Damas de Ouro” (Widows), criada por Lynda La Plante (série “Prime Suspect”) em 1983. A série contava a história de três viúvas de ladrões e uma comparsa que resolvem seguir os passos dos seus maridos, realizando o assalto que eles não conseguiram fazer e que os matou. A atração teve duas sequências britânicas e um remake televisivo em 2002, cujo título nacional foi “As Viúvas”. Neeson seria um dos maridos. Ele vai se juntar no elenco a Viola Davis (vencedora do Oscar 2017 por “Um Limite Entre Nós”), Michelle Rodriguez (franquia “Velozes e Furiosos”), Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Daniel Kaluuya (“Sicario”) e André Holland (“Moonlight”). O roteiro está a cargo da romancista Gillian Flynn, autora de “Garota Exemplar”, que transportará a ação para os EUA. A expectativa é de um lançamento em 2018.

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  • Filme

    Logan é a principal estreia de cinema da semana – e talvez do ano

    2 de março de 2017 /

    Principal estreia de cinema nesta quinta (2/3), “Logan” é o segundo filme de super-heróis da Marvel/Fox lançado para maiores de 16 anos no Brasil. O primeiro foi “Deadpool”, no ano passado, completamente diferente em tom. Enquanto o filme estrelado por Ryan Reynolds era insanamente divertido, o último longa de Hugh Jackman como Wolverine aposta na seriedade. Tendo em vista como as produções da DC Comics/Warner se equivocam ao se levar a sério, o acerto de “Logan” abre um novo caminho, deixando claro o que realmente faz diferença. E é bem simples. Desde sua concepção, o longa dirigido por James Mangold evitou se limitar ao mundinho dos fanboys adolescentes. O que a Warner esqueceu, ao buscar um tom mais sombrio para seus filmes, foi que a própria DC Comics buscou o público adulto quando promoveu sua grande guinada rumo a histórias sombrias nos anos 1980. Já faz 30 anos que os quadrinhos de super-heróis se sofisticaram, com o lançamento de graphic novels e o fim do código de ética, um selinho que garantia conteúdo infantil. “Logan” é a versão de cinema dessa revolução. Um filme de super-heróis maduro, influenciado pelo western e passado num mundo tão violento quanto os quadrinhos se tornaram. Não é que “Logan” se afasta dos quadrinhos para se tornar um filme para maiores. Ao contrário. Ele é o primeiro filme que realmente compreendeu o que aconteceu nos quadrinhos nas últimas três décadas. O filme mostrou sua carta de intenções ao fazer uma première num local inusitado: um festival de cinema europeu, em Berlim, onde produções sérias e dramáticas têm prioridade. E acabou sendo a obra mais aplaudida e comentada de todo o evento. A crítica mundial caiu para trás. Nos EUA, onde “Logan” estreia na sexta, os elogios renderam 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nem “Deadpool”, que chegou a ganhar indicações a prêmios dos prestigiosos sindicatos de Hollywood, agradou tanto (84%). Tendo isso em vista, “Logan” ganha sua devida perspectiva. Não é apenas a principal estreia da semana. Pode ser o mais importante lançamento do ano. Seu sucesso ou fracasso influenciará inúmeras decisões sobre o futuro das adaptações de super-heróis em Hollywood. Por via das dúvidas, chega em 1,2 mil salas, num empurrão para virar blockbuster. Apenas mais duas estreias completam o circuito. Uma delas, inclusive, já estava em cartaz em circuito de “pré-estreias pagas”. Último longa americano do Oscar 2017 a estrear no Brasil, “Um Limite entre Nós” rendeu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante a Viola Davis, um prêmio que ela vinha ensaiando vencer desde 2009. A atriz já tinha conquistado o equivalente teatral, o Tony Awards, pelo mesmo papel, como uma mãe sofredora nos anos 1950, casada com um lixeiro orgulhoso, numa família endurecida pelo racismo da época, que tenta ensinar a vida para o filho. Denzel Washingon é seu parceiro, indicado ao Oscar e favorito de muita gente ao prêmio – venceu o troféu do Sindicato dos Atores dos EUA (SAG Award). Ele também dirigiu o longa, adaptado postumamente para o cinema pelo autor da peça, August Wilson. O menor lançamento é “Waiting for B”, que, apesar do título, é um documentário nacional sobre a vinda de Beyoncé ao Brasil. O filme se foca no público, sua obsessão pela estrela e a dedicação que leva fãs a acampar diante de uma bilheteria dias antes da data marcada para o show. Foi exibido com sucesso em vários festivais internacionais.

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  • Etc

    Alfred Enoch comemora Oscar de Viola Davis no carnaval

    28 de fevereiro de 2017 /

    O ator Alfred Enoch, que é inglês, mas filho de mãe brasileira, fez como a rede Globo, preferindo o carnaval ao Oscar 2017. Ele estava no Sambódromo quando Viola Davis, sua colega de elenco da série “How to Get Away with Murder”, venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Falando português fluente, “Alfie”, que também participou da franquia “Harry Potter”, comentou a vitória para a imprensa nacional. “Achei bacana, maravilhoso, ela merece. O trabalho dela é muito bom”, disse ele, que esperava a vitória da atriz. “Ela já tinha sido indicada outras vezes, então achei que fosse ganhar, sim. O trabalho dela é impressionante e não só neste filme, que eu adorei”, falou. Ele contou que anda cada vez mais brasileiro, já que passou recentemente o Natal e o Réveillon no Brasil, mas não curtia o Carnaval desde que tinha 6 anos e a recordação que tem da folia naquela época não é das melhores. “Passei o carnaval com meus pais em Salvador. No meio da multidão, me perdi e fiquei apavorado. Agora, com dois metros de altura, não dá para se perder, então está sendo bem melhor”, brincou ele, que elogiou os desfiles das escolas de samba. “Estou adorando. Nunca tinha experimentado isso”, resumiu o ator, que chegou ao Brasil no sábado (25/2) para a folia e acabou se encantando com uma morena no próprio domingo. “Não posso falar disso”, disse ele, com um sorriso. Filho do ator inglês William Russell, que trabalhou na série “Doctor Who” nos anos 1960, Alfie está curtindo férias prolongadas, porque não deve voltar na próxima temporada de “How to Get Away with Murder”.

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  • Filme

    Confira as 10 atrizes mais elegantes do Oscar 2017

    27 de fevereiro de 2017 /

    E o “Oscar fashion” das atrizes mais elegantes do tapete vermelho da premiação da Academia vai para… Brie Larson com vestido Oscar de la Renta. Charlize Theron com vestido Dior. Emma Stone com vestido Givenchy. Halle Berry com vestido Versace Jessica Biel com vestido Kaufman Franco Kirsten Dunst com vestido Dior. Nicole Kidman com vestido Armani Privé. Ruth Negga com vestido Valentino. Taraji P. Henson com vestido Alberta Ferretti. Viola Davis com vestido Armani Privé.

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  • Etc,  Filme

    La La Land, ops, Moonlight vence o Oscar 2017

    27 de fevereiro de 2017 /

    Mais politizado, divertido e atrapalhado de todos os tempos, o Oscar 2017 culminou sua noite, após discursos e piadas disparadas na direção de Donald Trump, premiando o filme errado. No melhor estilo Miss Universo, só após os agradecimentos dos produtores de “La La Land” veio a correção. O vencedor do Oscar de Melhor Filme não foi o anunciado por Warren Beatty e Faye Dunaway. O próprio Beatty explicou ao microfone que tinham recebido o envelope errado, que premiava Emma Stone por “La La Land”. E foi o nome do filme da Melhor Atriz que Dunaway anunciou. O que deve dar origem a uma profusão de memes e piadas foi, na verdade, quase um ato falho. Enquanto a falsa vitória de “La La Land” foi aplaudidíssima, a verdadeira vitória de “Moonlight” foi um choque. De pronto, foi um prêmio para o cinema indie. Um dia antes, “Moonlight” tinha vencido o Spirit Awards, premiação do cinema independente americano. Rodado por cerca de US$ 5 milhões, o filme fez apenas US$ 22,2 milhões nos EUA e jamais venceria um concurso de popularidade. Pelo conjunto da noite, sua vitória também representou um voto de protesto. Menos visto pelo grande público entre todos os candidatos, era o que representava mais minorias: indies, pobres, negros, imigrantes, latinos e gays. Para completar, o ator Mahershala Ali, que venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu micro papel de traficante cubano radicado em Miami, é muçulmano na vida real – e se tornou o primeiro ator muçulmano premiado pela Academia. Ao todo, “Moonlight” levou três Oscars. O terceiro foi de Melhor Roteiro Adaptado, dividido entre o cineasta Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney, autor da história e da peça original. “La La Land”, porém, venceu o dobro de prêmios: seis ao todo. Entre as conquistas do musical, a principal foi tornar Damien Chazelle o diretor mais jovem a ganhar um Oscar, aos 32 anos de idade. Além disso, Emma Stone venceu como Melhor Atriz. “Manchester à Beira-Mar” e “Até o Último Homem” se destacaram a seguir, com dois Oscar cada. Enquanto o filme de Mel Gibson levou prêmios técnicos, o segundo drama indie mais premiado da noite rendeu uma discutível vitória de Casey Affleck como Melhor Ator e a estatueta de Melhor Roteiro Original para o cineasta Kenneth Lonergan. Viola Davies confirmou seu favoritismo como Melhor Atriz Coadjuvante por “Um Limite Entre Nós”, tornando-se a primeira atriz negra a vencer o Emmy, o Tony e o Oscar. Sua vitória ainda ajudou a demonstrar como o Oscar se transformou com as mudanças realizadas por sua presidente reeleita Cheryl Boone Isaacs, que alterou o quadro de eleitores, trazendo maior diversidade para a Academia. Após um #OscarSoWhite 2016 descrito francamente como racista pelo apresentador Jimmy Kimmel, na abertura da transmissão, a Academia premiou negros como atores, roteiristas e até produtores. Mas o recado foi ainda mais forte, ao premiar os candidatos com maior potencial de dissonância, especialmente aqueles ligados aos países da lista negra de Donald Trump. O diretor inglês de “Os Capacetes Brancos”, Melhor Documentário em Curta-Metragem, sobre o trabalho humanitário em meio à guerra civil da Síria, generalizou em seu agradecimento, mesmo tendo seu cinematógrafo impedido de viajar aos EUA para participar do Oscar. Já o iraniano Asghar Farhadi, que venceu seu segundo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira com “O Apartamento”, foi na jugular. Sua ausência já era um protesto em si contra o que ele chamou, em texto lido por seus representantes, ao “desrespeito” dos EUA. “Minha ausência se dá em respeito aos povos do meu pais e de outros seis países que foram desrespeitados pela lei inumana que bane a entrada de imigrantes nos Estados Unidos”. Foi bastante aplaudido. Interessante observar que, apesar do clima politizado manifestado por meio da seleção de vencedores, apenas os estrangeiros e Jimmy Kimmel fizeram discursos contundentes. Os americanos sorriram amarelo e agradeceram suas mães, enquanto artistas de outros países provocaram reações pontuadas por aplausos com suas declarações contrárias à política internacional americana. Até Gael Garcia Bernal, convidado a apresentar um prêmio, deixou seu texto de lado para se manifestar “como mexicano”. Menos evidente, mas igualmente subversivo, foi o fato dos serviços de streaming e a TV paga terem se infiltrado na premiação. Assim como aconteceu no Globo de Ouro, Jeff Bezos, dono da Amazon, ganhou destaque e propaganda gratuita (será?) do apresentador no discurso de abertura. A Amazon produziu um dos filmes premiados, “Manchester à Beira-Mar”, e foi a distribuidora oficial de “O Apartamento” nos EUA – filme que, prestem atenção, não entrou em circuito comercial nos cinemas americanos. A Netflix também faturou seu Oscar por meio de “Os Capacetes Brancos”, que – prestem mais atenção – é inédito nos cinemas. Para completar, o Oscar de Melhor Documentário foi para “O.J. Simpson: Made in America”, uma minissérie de cinco episódios do canal pago ESPN. Sinal dos tempos. E sinal de alerta para o parque exibidor. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Vencedores do Oscar 2017 Melhor Filme “La La Land” “Moonlight” Melhor Direção Damien Chazelle (“La La Land”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Atriz Emma Stone (“La La Land”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Melhor Roteiro Original Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Fotografia Linus Sandgren (“La La Land”) Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “O Apartamento” (Irã) Melhor Documentário “O.J. Made in America” Melhor Edição John Gilbert (“Até o Último Homem”) Melhor Edição de Som Sylvain Bellemare (“A Chegada”) Melhor Mixagem de Som Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o Último Homem”) Melhor Desenho de Produção David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco (“La La Land”) Melhores Efeitos Visuais Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon (“Mogli, o Menino Lobo”) Melhor Canção Original “City of Stars”, de Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“La La Land”) Melhor Cabelo e Maquiagem Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”) Melhor Figurino Colleen Atwood (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) Melhor Curta “Sing” Melhor Curta de Animação “Piper” Melhor Curta de Documentário “Os Capacetes Brancos”

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    Michelle Rodriguez entra em thriller de ação do diretor de 12 Anos de Escravidão

    25 de fevereiro de 2017 /

    Michelle Rodriguez será uma das protagonistas do thriller “Widows”, novo filme do diretor Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão”), informou o site Deadline. O longa é uma adaptação da série britânica “As Damas de Ouro” (Widows), criada por Lynda La Plante (série “Prime Suspect”) em 1983. A série contava a história de três viúvas de ladrões e uma comparsa que resolvem seguir os passos dos seus maridos, realizando o assalto que eles não conseguiram fazer e que os matou. A atração teve uma 2ª temporada em 1985 e um remake televisivo em 2002, cujo título nacional foi “As Viúvas”. A estrela da franquia “Velozes e Furiosos” vai se juntar a Viola Davis (indicada ao Oscar 2017 por “Um Limite Entre Nós”), Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Daniel Kaluuya (“Sicario”) e André Holland (“Moonlight”). O roteiro está a cargo da romancista Gillian Flynn, autora de “Garota Exemplar”, que transportará a ação para os EUA. A expectativa é por um lançamento em 2018.

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    Indicado ao Oscar 2017, Um Limite Entre Nós chegará aos cinemas brasileiros apenas após a premiação

    16 de fevereiro de 2017 /

    Com quatro indicações ao Oscar 2017, “Um Limite Entre Nós” só vai estrear no Brasil após os resultados da premiação. O Oscar 2017 vai acontecer em 26 de fevereiro, enquanto “Um Limite entre Nós” entrará em cartaz apenas no dia 2 de março. Será o único dos candidatos ao troféu de Melhor Filme do ano que não poderá ser assistido pelo público brasileiro antes da cerimônia da Academia. Sua distribuição não está a cargo de uma empresa pequena com dificuldades de encaixe no circuito. O filme chegará aos cinemas brasileiros por meio de uma das principais companhias de Hollywood, a Paramount Pictures. Portanto, a decisão foi “estratégica”. Para quem encontra dificuldades de ligar o título nacional ao filme original, “Um Limite Entre Nós” foi o título dado pela Paramount ao original “Fences” (Cercas). Baseado na premiada peça de August Wilson, a trama traz Denzel Washington como um pai de família na década de 1950, um lixeiro urbano assombrado por seu sonho irrealizado de se tornar um astro do beisebol, e que busca desestimular a aspiração esportiva do filho numa época marcada pela segregação. O próprio Wilson assinou postumamente o roteiro da adaptação, que tem direção de Washington. Além de Melhor Filme, “Um Limite Entre Nós” concorre ao Oscar de Melhor Ator (Wahington), Melhor Atriz Coadjuvante (Viola Davis) e Melhor Roteiro Adaptado. Por sinal, Denzel e Viola venceram os prêmios do Sindicato dos Atores (SAG Awards) em suas respectivas categorias.

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