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    Viola Davis revela que um diretor a chamava pelo nome da empregada

    19 de maio de 2022 /

    Presente no Festival de Cannes para receber uma homenagem, o prêmio Women in Motion, Viola Davis lembrou o preconceito que sofreu ao longo de sua carreira, contando nesta quinta (19/5) que um diretor a chamava pelo nome de sua empregada enquanto filmavam. “Tinha um diretor que me chamava de Louise. Depois descobri que ele me chamava assim porque Louise era o nome de sua empregada. Eu o conhecia há 10 anos”, recordou a atriz durante um painel do evento francês. “Eu tinha uns 30 anos na época, então foi há algum tempo. Mas o que você precisa perceber é que essas microagressões acontecem o tempo todo.” Mesmo com um Oscar no currículo, por “Um Limite entre Nós” (Fences, 2016), a atriz também compartilhou que os papéis que recebe ainda são limitados. “Se eu quisesse interpretar uma mãe cuja família mora em um bairro de baixa renda e meu filho é membro de uma gangue que morreu em um carro, eu poderia fazer isso”, disse. “Mas se eu quisesse interpretar uma mulher a procura de se reinventar, voando para Nice e dormindo com cinco homens, aos 56 anos, teria dificuldades de conseguir o projeto, mesmo sendo Viola Davis.” Ela diz que foi muito rejeitada ao tentar para papéis no passado, preterida por causa de sua raça ou porque o diretor não a achava “bonita o suficiente”. A última razão “realmente me dá nos nervos”, disse Davis. “Isso parte meu coração e me deixa com raiva.” “Muito disso é baseado na raça. Realmente é”, acrescentou Davis sobre ser rejeitada. “Sejamos honestos. Se eu tivesse as mesmas características e fosse cinco tons mais claro, seria um pouco diferente. E se eu tivesse cabelos loiros, olhos azuis e até nariz largo, seria um pouco diferente. Poderíamos falar sobre colorismo, poderíamos falar sobre raça. Isso me irrita e partiu meu coração – em vários projetos, que não vou citar.” Davis está sendo homenageada no Festival de Cannes por sua carreira no cinema e por seu compromisso com os direitos das mulheres e minorias. “Seu talento, trabalho duro, escolha de papéis e a maneira como ela os interpreta lhe renderam os mais altos reconhecimentos da indústria cinematográfica”, explica um trecho do comunicado, lembrando que ela “é uma das poucas personalidades de Hollywood que ganhou um Globo de Ouro, um BAFTA, quatro SAG Awards, dois Tony Awards, um Oscar e um Emmy”. Pierre Lescure e Thierry Frambux, presidente e diretor-executivo do Festival de Cannes, respectivamente, devem entregar o prêmio Women in Motion à atriz com François-Henri Pinault, CEO de da Kering, durante um jantar em Cannes, marcado para 22 de maio.

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    Viola Davis negocia estrelar série derivada de “O Esquadrão Suicida”

    3 de maio de 2022 /

    A atriz Viola Davis estaria negociando estrelar uma série centrada em Amanda Waller, personagem da DC Comics que ela interpretou em dois filmes do Esquadrão Suicida e na série do Pacificador. Segundo o site Deadline, Davis recebeu proposta para estrelar e produzir a série, que está sendo desenvolvida por Christal Henry, roteirista de “Watchmen”, e também inclui o cineasta James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) como produtor executivo. Em janeiro, Gunn revelou que continuava “conectado a este universo” do Esquadrão Suicida, trabalhando numa segunda série após o sucesso de “Pacificador”. Segundo ele, a nova atração não seria “tão cômica quanto ‘Pacificador'”. Nos filmes do Esquadrão Suicida, Amanda Waller aparece como a responsável pelo projeto da Força Tarefa X, uma equipe de criminosos recrutada das prisões ​​para executar operações secretas e suicidas contra ameaças perigosas. Caso a produção de uma série centrada na personagem seja confirmada, ela será exibida na plataforma HBO Max.

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    Viola Davis vira Michelle Obama no primeiro trailer de “The First Lady”

    17 de fevereiro de 2022 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer de “The First Lady”, minissérie que vai retratar as primeiras-damas dos Estados Unidos. As prévias destacam as transformações de Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) em Michelle Obama, Gillian Anderson (“The Crown”) em Eleanor Roosevelt e Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”) em Betty Ford. Os episódios vão focar a vida pessoal, atuação e influência política das três primeiras-damas citadas. Elas terão companhia dos atores O-T Fagbenle (“Viúva Negra”) como Barack Obama, Kiefer Sutherland (“Designated Survivor”) como Franklin D. Roosevelt e Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”) como Gerald Ford. A produção foi desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) e conta com direção da dinamarquesa Susanne Bier, que já venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e o Emmy de Melhor Direção em Minissérie (por “The Night Manager”). A estreia está marcada para 17 de abril e ainda não tem previsão para chegar ao Brasil, onde será disponibilizada pela plataforma Paramount+. Caso a atração se prove um sucesso, novas temporadas deverão abordar outras esposas famosas de presidentes americanos.

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    Viola Davis vira Michelle Obama nas primeiras fotos de “The First Lady”

    8 de novembro de 2021 /

    A revista americana Entertainment Weekly publicou as primeiras imagens de “The First Lady”, minissérie do canal pago Showtime que vai retratar as primeiras-damas dos Estados Unidos. As imagens destacam as transformações de Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”) em Michelle Obama, Gillian Anderson (“The Crown”) em Eleanor Roosevelt e Michelle Pfeiffer (“Homem-Formiga e a Vespa”) em Betty Ford. Os episódios vão se focar na vida pessoal, atuação e influência política das três primeiras-damas citadas. Elas terão companhia dos atores O-T Fagbenle (“Viúva Negra”) como Barack Obama, Kiefer Sutherland (“Designated Survivor”) como Franklin D. Roosevelt e Aaron Eckhart (“Invasão a Casa Branca”) como Gerald Ford. A produção foi desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) e conta com direção da dinamarquesa Susanne Bier, que já venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e o Emmy (pela minissérie “The Night Manager”). Caso a atração se prove um sucesso, novas temporadas devem abordar outras esposas famosas de presidentes americanos. The first look at Viola Davis as Michelle Obama, Michelle Pfeiffer as Betty Ford and Gillian Anderson as Eleanor Roosevelt in ‘THE FIRST LADY’ has been released. (Source: https://t.co/Z1GnlxUjtw) pic.twitter.com/0lCKrmz6ir — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) November 8, 2021

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    Sandra Bullock é “Imperdoável” em trailer de filme dramático

    26 de outubro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Imperdoável” (The Unforgivable), drama em que Sandra Bullock (“Gravidade”) interpreta uma ex-presidiária que sofre rejeição da sociedade. Na trama, após cumprir pena de 20 anos por homicídio, ela tem dificuldades em se reintegrar a uma sociedade que se recusa a perdoar seu passado. Julgada por quase todos à sua volta, a protagonista se senta sozinha e desamparada, e sua única esperança de redenção é reencontrar a irmã mais nova, de quem foi forçada a se separar ao ser trancafiada na prisão. Só que a menina foi criada sem saber do destino da irmã, e o casal que tem sua guarda, vivido por Vincent D’Onofrio (“Demolidor”) e Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”), não está disposto a deixar a criminosa entrar em suas vidas. Baseada na minissérie britânica “Unforgiven”, criada por Sally Wainwright (“Happy Valley”) em 2009, a trama foi adaptada a seis mãos por Peter Craig (do vindouro “Batman”), Hillary Seitz (“Controle Absoluto”) e Courtenay Miles (“Mindhunter”). O ótimo elenco da produção também inclui Jon Bernthal (“Justiceiro”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Richard Thomas (“The Americans”), Aisling Franciosi (“Narciso Negro”) e W. Earl Brown (“Preacher”). A direção é de Nora Fingscheidt (“Transtorno Explosivo”) e a estreia está marcada para 10 de dezembro na Netflix.

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    John Boyega será rei de Daomé em épico da diretora de “The Old Guard”

    21 de setembro de 2021 /

    A diretora Gina Prince-Bythewood definiu o principal protagonista masculino de seu próximo projeto, após lançar a adaptação de quadrinhos “The Old Guard” na Netflix. Ela escalou John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como o rei Ghezo de Daomé no épico de ação “The Woman King”, em desenvolvimento para o estúdio TriStar, da Sony. “Sou apaixonada há anos pelo imenso talento de John, mas seu discurso sobre as mulheres negras durante os protestos [do movimento ‘Black Lives Matter’] cimentou meu desejo de trabalhar com ele”, disse Prince-Bythewood em um comunicado. “A descrição do Rei Ghezo diz: ‘Ele anda como se a Terra fosse honrada por seu fardo’. John possui essa profundidade e arrogância inatas, e estou muito animada para colocá-lo na tela”. Escrito por Dana Stevens (“Paternidade”), o filme é inspirado na História de Daomé, um dos estados mais poderosos da África nos séculos 18 e 19, que marcou época por seu poderoso exército formado por mulheres. A personagem principal, que batiza a produção, será vivida por Viola Davis (“O Esquadrão Suicida”). Ela dará vida à general Nanisca, uma heroína real africana, que comandou a unidade militar das guerreiras que chegaram a ser chamadas de Amazonas pelos colonizadores. A trama vai acompanhar a relação entre a general e sua filha, uma recruta interpretada por Thuso Mbedu (“The Underground Railroad”), que enfrentam juntas os colonizadores franceses e as tribos vizinhas que tentavam invadir o país, escravizar seu povo e destruir tudo o que representavam. O elenco também contará com Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo para Morrer”). As Agojie de Daomé são a inspiração das guerreiras Dora Milaje, vistas nos quadrinhos e filmes do “Pantera Negra”. Outra curiosidade de Daomé é o que o país foi o primeiro a reconhecer a independência do Brasil em 1822, enviando representantes diplomáticos à corte imperial de Dom Pedro I. Infelizmente, o orgulhoso reino africano acabou conquistado pelos franceses no começo dos anos 1900, passando meio século como colônia, antes de retomar sua independência e virar a atual República de Benim. Ainda não há previsão para as filmagens ou data de estreia da produção.

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    Atração inédita transforma Chris Pratt no ator mais bem pago das séries

    21 de agosto de 2021 /

    Depois de entregar os rendimentos dos astros de filmes, a Variety revelou que Chris Pratt recebeu o cachê mais alto dentre os atores contratados para estrelar séries nos Estados Unidos. Segundo a revista, ele recebeu cerca de US$ 1,4 milhão por episódio de “The Terminal List”, que está atualmente em produção pela Amazon Prime Video. Só que ele não deve manter o posto por muito tempo. De acordo com a Variety, há rumores de que Robert Downey Jr negocia receber mais de US$ 2 milhões por capítulo para fazer “The Sympathizer” na HBO e HBO Max. “The Terminal List” começou a ser gravada em março e a previsão é que sua estreia aconteça em 2022. Na série, Pratt vive um militar que sobrevive a uma emboscada de seu pelotão de SEALs durante uma missão secreta e, ao voltar para casa, tem memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpabilidade. À medida que novas evidências vêm à tona, ele descobre forças obscuras trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas a vida daqueles que ele ama. Já “The Symphatizer” adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Downey Jr. deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. O veterano Jeff Bridges, por sua vez, aceitou estrelar “The Old Man” ao receber a oferta de US$ 1 milhão por episódio da FX e da Hulu, Bryan Cranston voltou às séries para embolsar US$ 750 milhões por “Your Honor” e Kate Winslet faturou US$ 650 mil por cada um dos sete episódios de “Mare of Easttow”. O montante é o mesmo negociado por Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis para retomar seus papéis de “Sex and the City” em “…And Just Like That” na HBO Max. A lista dos mais bem pagos ainda inclui Pedro Pascal, estrela de “The Last of Us”, Michelle Pfeiffer, Viola Davis e Gillian Anderson, que estão na série “The First Lady”, Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, de “Only Murders in the Building”, que vão receber US$ 600 mil por episódio de seus novos trabalhos nos canais pagos HBO e Showtime e na plataforma Hulu. A relação também mostra um grande abismo salarial em relação aos atores de atrações da TV aberta. Estrelas de séries tradicionais, como Ted Danson e Angela Bassett, recebem entre US$ 400 e 450 mil pelas séries “Mr. Mayor” e “9-1-1”, respectivamente. A exceção fica por conta de Ellen Pompeo, que recebe mais de US$ 1 milhão por episódio de “Grey’s Anatomy”, graças à longevidade da série – e curiosamente foi esquecida na relação publicada pela Variety.

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    Viola Davis vai lançar livro de memórias

    21 de julho de 2021 /

    A atriz Viola Davis está escrevendo um livro de memórias, intitulado “Finding Me”, que será lançado em abril de 2022 nos EUA, A editora HarperOne, parte do conglomerado editorial HarperCollins Publishers, descreveu a obra como uma “jornada de verdadeiro herói”. Segundo a sinopse, “Finding Me” vai percorrer toda a vida de Davis, desde sua infância pobre e violenta em Rhode Island, o início de sua carreira como atriz no teatro, até seus vários prêmios e papéis de destaque, incluindo o Oscar por “Fences” (muito mal batizado de “Um Limite Entre Nós” no Brasil). “Acredito que nossas histórias e a coragem de compartilhá-las são a ferramenta empática mais poderosa que temos”, disse ela no comunicado do projeto. “Esta é a minha história… direta, sem rodeios.” Antes do lançamento chegar às livrarias, o público poderá ver Viola Davis novamente no papel de Amanda Waller em “O Esquadrão Suicida”, que tem estreia marcada para 5 de agosto nos cinemas brasileiros.

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    Viola Davis festeja primeiro Oscar vencido por cabeleireiras negras

    27 de abril de 2021 /

    O Oscar que premiou a primeira atriz sul-coreana e a primeira cineasta chinesa também fez História ao consagrar as responsáveis pela maquiagem e cabelo do filme “A Voz Suprema do Blues”. Mia Neal e Jamika Wilson foram as primeiras mulheres negras indicadas na categoria em 93 anos de premiação. E saíram premiadas. Ao festejar a vitória de sua “posse” (turma), a atriz Viola Davis publicou em seu Instagram fotos da comemoração do Oscar, um vídeo com os discursos históricos da conquista e imagens do processo de maquiagem e penteado que envolveu a criação de sua personagem no filme. “Não há absolutamente nenhuma palavra para descrever o quanto estou feliz por elas”, ela ainda escreveu. Ao falar para a Vogue americana, Jamika Wilson, cabeleireira pessoal de Viola Davis desde 2008, disse que o Oscar foi uma experiência surreal, com sair do próprio corpo. “Eu não consigo acreditar nisso. É uma grande honra e bênção. Não era o meu objetivo ser indicada para um prêmio, queria apenas trabalhar e fazer o meu melhor”. Na mesma conversa, Neal revelou detalhes dos bastidores do filme. Disse que recebeu a “permissão” de Viola para focar na personagem e não na atriz. “Ela não estava preocupada em como apareceria nas filmagens. Ela queria que oferecessemos ao público a mesma experiência que Ma Rainey sentia ao cantar”, contou. Ela e Jamika Wilson trabalharam juntas por meses para chegar ao resultado exibido na Netflix. Ao todo, Neal criou mais de 100 perucas para todos os personagens, inclusive uma peça produzida com crina de cavalo, porque a verdadeira Ma Rainey usava peruca de crina de cavalo nos anos 1920. Os fios foram importados da Inglaterra e chegaram aos Estados Unidos cobertos de esterco e ovos de piolho. Para tornar o material utilizável, Neal protegeu-se com roupas de plástico, untou os cabelos com óleo inúmeras vezes e ferveu o material. Depois do processo, as mechas amoleceram, mas continuaram encaracoladas, explicando a razão da artista optar por este produto. Além das duas profissionais, Sergio Lopez-Rivera, maquiador pessoal de Davis, também recebeu o prêmio. “A Voz Suprema do Blues” ainda venceu o Oscar de Melhor Figurino, conquistado pela veterana Ann Roth, de 89 anos. Foi ela quem conseguiu fotos originais de Ma Raney para compartilhar com as cabeleireiras. “Existem apenas sete fotos da verdadeira Ma Rainey e eu só consegui encontrar duas online”, disse Neal. “Agora percebo como trabalhar com uma equipe criativa foi importante”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por VIOLA DAVIS (@violadavis)

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    Netflix revela trailer de documentário sobre Chadwick Boseman

    13 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer de um documentário sobre o ator Chadwick Boseman. Intitulado “Chadwick Boseman: Portrait of an Artist”, o filme traz depoimentos do ator, que realizou seus últimos trabalhos para a plataforma de streaming, antes de morrer em agosto passado, aos 43 anos, vítima do câncer. A produção também inclui declarações de colegas, como Danai Gurira, que contracenou com Boseman em “Pantera Negra”, Viola Davis, com quem ele trabalhou em seu último filme, “A Voz Suprema do Blues”, e o diretor Spike Lee, que o dirigiu em seu penúltimo desempenho, “Destacamento Blood”. Para Lee, o ator tinha “um peso e uma aura” incomparáveis. E o próprio Boseman se define no filme: “As pessoas dizem que eu sou um ator. Eu não diria isso, necessariamente. Eu diria que sou um artista”. O lançamento do documentário está marcada para 17 de abril, oito dias antes do Oscar 2021, onde Chadwick Boseman pode vencer o troféu póstumo de Melhor Ator por sua performance em “A Voz Suprema do Blues”. A cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA está marcada para 25 de abril.

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    Instagram vira tapete vermelho do SAG Awards 2021

    5 de abril de 2021 /

    Com uma cerimônia de participações pré-gravadas, agradecimentos por vídeo e resultados históricos, o SAG Awards 2021, premiação de Melhores do Ano do Sindicato dos Atores dos EUA, foi o primeiro evento realmente 100% virtual da pandemia, com todos os convidados e premiados participando à distância. Curiosamente, apesar de ficarem em casa, diversos atores se vestiram para a ocasião, como se fossem participar de um evento de gala. Esta decisão originou um desfile de vestidos e ternos elegantes digno de tapete vermelho, com direito a propagandas das grifes, stylists, cabeleireiros… no Instagram. A atriz Jamie Chung aproveitou até para protestar, posando com uma placa “Stop Asian Hate”. Confira abaixo algumas das fotos dos astros e estrelas que não saíram de casa, mas fingiram bonito nas redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kerry Washington (@kerrywashington) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Steven Yeun (@steveyeun) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jamie Chung (@jamiejchung) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jurnee Smollett (@jurneesmollett) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mindy Kaling (@mindykaling) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gillian Anderson (@gilliana) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nicole Kidman (@nicolekidman) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Aldis Hodge (@aldis_hodge) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por VIOLA DAVIS (@violadavis) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leslie Odom, Jr. (@leslieodomjr) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dan Levy (@instadanjlevy) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SchittsCreek Fan Acct (@justpretentiousenough) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kaley Cuoco (@kaleycuoco) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lily Collins (@lilyjcollins) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Colman Domingo (@kingofbingo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Elle Fanning (@ellefanning) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Just Jared (@justjared) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nicholas Hoult (@nicholashoult) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por E F C O L L E C T I O N (@efcollection) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por VERA WANG (@verawanggang) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por L’OFFICIEL HOMMES MALAYSIA (@lofficielhommesmy) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Samantha McMillen (@samanthamcmillen_stylist) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tasha Reiko Brown (@tashareikobrown) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por 🐝🐝 (@bridgertonland) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Petra Flannery (@petraflannery)

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    SAG Awards consagra Chadwick Boseman e Viola Davis em premiação histórica

    5 de abril de 2021 /

    O SAG Awards, premiação do Sindicato dos Atores dos EUA e principal prévia das categorias de interpretação do Oscar, realizou sua 27ª edição no domingo (4/4). Sem exibição para o Brasil, o evento foi o mais curto da história da premiação, com uma hora corrida de participações pré-gravadas e agradecimentos por vídeo. Mas seu saldo foi histórico. Para começar, o prêmio confirmou o favoritismo de Chadwick Boseman, vencedor do troféu póstumo de Melhor Ator pelo último papel de sua carreira, em “A Voz Suprema do Blues”. O ator faleceu em agosto do ano passado, aos 43 anos, em decorrência de um câncer de cólon, após esconder a doença dos estúdios, colegas e fãs por quatro anos, e também venceu postumamente o Globo de Ouro e o Critics Choice. Além dele, Viola Davis foi premiada como Melhor Atriz pelo mesmo filme, lançado pela Netflix em dezembro. A última vez que intérpretes de um mesmo filme venceram as duas estatuetas principais do Sindicato foi há 21 anos, com “Beleza Americana”. Apesar da conquista dupla de “A Voz Suprema do Blues” nas categorias principais, o prêmio de Melhor Elenco foi para outra produção da Netflix: “Os 7 de Chicago”. Com isso, Michael Keaton estabeleceu um recorde, ao se tornar a primeira pessoa a ganhar três SAG Awards como parte de um elenco premiado, após seus troféus em 2014, como integrante de “Birdman”, e em 2015 com os atores de “Spotlight”. Já os dois Melhores Coadjuvantes foram Daniel Kaluuya, por “Judas e o Messias Negro”, e a sul-coreana Youn Yuh-jung, que viveu a vovó de “Minari”, ambos lançamentos do circuito cinematográfico. O resultado é um marco, porque, pela primeira vez na história do SAG Awards, as quatro maiores honrarias individuais de cinema não foram para brancos. Os vencedores foram três atores negros e uma atriz asiática. O grande vencedor do evento, porém, foi mesmo a Netflix, que somou às três estatuetas da disputa de filmes mais quatro prêmios nas categorias “televisivas”. Dois troféus vieram por “The Crown”, como Melhor Elenco e Melhor Atriz de Série Dramática, com Gillian Anderson. Os demais foram reconhecimentos a Jason Bateman, Melhor Ator de Série Dramática por “Ozark”, e Anya Taylor-Joy, Melhor Atriz de Minissérie por “O Gambito da Rainha”. Como o SAG-AFTRA representa cerca de 160 mil atores e outros profissionais (apresentadores, telejornalistas) da indústria de entretenimento dos Estados Unidos, sua premiação é uma das mais representativas da temporada que antecede o Oscar. Não por acaso, o SAG Awards costuma antecipar muito aproximadamente os resultados da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, quase sempre coincidindo em pelo menos três dos quatro vencedores do Oscar como Melhor Ator, Atriz e Coadjuvantes. A 93ª edição do Oscar está marcada para o dia 25 de abril, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do SAG Awards 2021. CINEMA Melhor Ator Chadwick Boseman, “A Voz Suprema do Blues” Melhor Atriz Viola Davis, “A Voz Suprema do Blues” Melhor Ator Coadjuvante Daniel Kaluuya, “Judas e o Messias Negro” Melhor Atriz Coadjuvante Youn Yuh-jung, “Minari” Melhor Elenco “Os 7 de Chicago” Melhor Equipe de Dublês ​”Mulher-Maravilha 1984″  TV Melhor Ator em Série – Drama Jason Bateman, “Ozark” Melhor Atriz em Série – Drama Gillian Anderson, “The Crown” Melhor Elenco em Série – Drama “The Crown” Melhor Ator em Série – Comédia Jason Sudeikis, “Ted Lasso” Melhor Atriz em Série – Comédia Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Melhor Elenco em Série – Comédia “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Anya Taylor-Joy, “O Gambito da Rainha” Melhor Equipe de Dublês “The Mandalorian”

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    Dakota Fanning será filha do presidente Ford em série

    2 de março de 2021 /

    A atriz Dakota Fanning entrou no elenco da série de prestígio “The First Lady”, uma produção do canal pago americano Showtime sobre três Primeiras-Damas dos EUA. Ela vai interpretar Susan Elizabeth Ford, a caçula e única filha mulher do presidente Gerald Ford e Betty Ford. Como uma adolescente na Casa Branca durante os tumultuados anos 1970, ela freqüentemente apresentava ideias progressistas à família presidencial. O papel vai voltar a transformar Fanning em filha da atriz Michelle Pfeiffer, intérprete de Betty Ford. As duas viveram mãe e filha anteriormente em “Uma Lição de Amor” (2001), que tornou Dakota a mais jovem atriz indicada ao SAG Awards, premiação do Sindicato dos Atores, com sete anos de idade. Ela acabou vencendo o prêmio de Melhor Ator Jovem do Critics Choice naquele ano. O presidente Ford, por sua vez, será interpretado por Aaron Eckhart, que anteriormente já tinha presidido os EUA nos filmes “Invasão à Casa Branca” (2013) e “Invasão à Londres” (2016). Além disso, Kristine Forseth (“Quem é Você, Alasca?”) viverá a versão mais jovem de Betty Ford. O elenco também inclui Jayme Lawson (do vindouro filme do “Batman”) e Viola Davis (“A Voz Suprema do Blues”), escaladas como as versões jovens e madura de Michelle Obama, OT Fagbenle (de “The Handmaid’s Tale”) como Barack Obama, e Gillian Anderson (“The Crown”) como Eleanor Roosevelt, esposa de Franklin Delano Roosevelt (ainda não escalado). na série antológica da Showtime , The First Lady , estrelada por Viola Davis, Pfeiffer e Gillian Anderson. Davis é o produtor executivo da série, dirigido e produzido por Susanne Bier e produzido pela Lionsgate TV e Showtime. A produção desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) terá direção da cineasta dinamarquesa Susanne Bier, que tem no currículo um Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e um Emmy (pela minissérie “The Night Manager”). Os episódios vão se focar na vida pessoal, atuação e influência política de Michelle Obama, Betty Ford e Eleanor Roosevelt. Caso a atração se prove um sucesso, novas temporadas devem abordar outras esposas famosas de presidentes americanos.

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