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    Conglomerado da Universal compra a DreamWorks Animation

    30 de abril de 2016 /

    O estúdio DreamWorks Animation, responsável por animações como “Shrek” (2001), “Kung Fu Panda” (2008) e “Como Treinar O Seu Dragão” (2010), aceitou uma proposta de compra da empresa Comcast, dona da rede NBC e do estúdios Universal, de US$ 4,1 bilhões (ou 3,8 bilhões, descontados débitos pendentes), informou a revista Variety. Assim que a negociação for finalizada, a empresa será integrada ao grupo de cinema da Universal, que já conta com um parceiro na área da animação, a Illumination Entertainment, responsável por “Meu Malvado Favorito” (2010), “Minions” (2015) e o vindouro “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, que estreia em 25 de agosto. O acordo prevê a manutenção da marca DreamWorks Animation – que desde 2004 é uma entidade independente e separada do estúdio DreamWorks, de Steven Spielberg – , num acordo similar ao da incorporação da Pixar pela Disney. A ideia é aproveitar as franquias animadas da companhia para rivalizar com a Disney no mercado de longas animados, séries e parques temáticos. A operação já está acertada entre Jeffrey Katzenberg, CEO da DreamWorks Animation, e os sócios majoritários da Comcast, mas a complexidade da negociação levará até o fim do ano para ser totalmente concluída e aprovada pela entidade regulamentadora dos EUA. Caso o acordo enfrente dificuldades insanáveis, há uma pesada multa prevista para ambas as partes. Katzenberg permanecerá à frente da nova empresa resultante da aquisição, que se chamará DreamWorks New Media, e ainda integrará o grupo de executivos da rede NBCUniversal. Em comunicado para seus funcionários, ele comemorou o negócio. “Este não foi um acordo que precisávamos fazer, mas é o tipo de negócio que eu sempre esperei um dia encontrar. Não só estamos passando o bastão para uma empresa que entende e valoriza a nossa marca, mas também para quem vai nutrir e fazer crescer nossos negócios, que finalmente poderão atingir o seu pleno potencial.” O próximo lançamento da DreamWorks Animation é a animação “Trolls”, que pode lançar uma nova franquia. A estreia está prevista para 3 de novembro no Brasil.

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    O Caçador e a Rainha do Gelo é um desperdício de talento e dinheiro

    30 de abril de 2016 /

    Às vezes, os bastidores de uma produção são muito mais interessantes do que o resultado das filmagens. É o caso de “O Caçador e a Rainha do Gelo”, tanto um prólogo quanto uma sequência de “Branca de Neve e o Caçador” (2012), o filme que já tinha dado o que falar devido ao relacionamento indiscreto entre a protagonista Kristen Stewart e o diretor Rupert Sanders. Os dois foram barrados na sequência. Mas até Charlize Theron, que viveu a bruxa malvada de visual arrasador do longa original, esteve prestes a desistir do projeto, após descobrir que o salário de Chris Hemsworth, intérprete do Caçador, era maior do que o dela. Só aceitou filmar por cachê igual. Ainda que apareça menos do que Hemsworth, a atriz sul-africana recebeu os mesmos US$ 10 milhões. E, no final, é uma das poucas coisas que se salvam na produção. A má vontade também se estendeu a Jessica Chastain, que não ficou muito satisfeita em ter que integrar o elenco dessa produção destinada ao fracasso. Ela foi contratualmente obrigada, como parte do acordo com a Universal para viver a vilã de “A Colina Escarlate”. E acabou encarando um papel de guerreira genérica nessa curiosa fantasia torta, que tem uma trama até mais inventiva do que a do primeiro filme, mas que se perde muito sob a fraca direção do novato Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos especiais do longa original. O filme começa apresentando as duas irmãs bruxas vividas por Charlize Theron e Emily Blunt. A primeira tinha domínio de magia negra e era essencialmente má, enquanto a segunda era apenas uma mulher apaixonada por um plebeu, até uma tragédia ativar seus poderes congelantes. A história acaba destacando mais a personagem de Blunt, que viaja para o norte, onde se torna a imperatriz perversa de uma terra gelada. Neste lugar sem calor, ela decreta que o amor é proibido, porque aprendeu que a paixão faz mal para o coração. Mesmo assim, é neste cenário frígido que brota o amor entre dois caçadores de sua tropa, Eric (Hemsworth) e Sara (Chastain). Ironicamente, esta representação do ódio e do mal, exacerbada em ambas as irmãs, acaba servindo para demonstrar como a animação da Disney “Frozen – Uma Aventura Congelante” foi transgressora, utilizando o amor em vez da raiva como motivação da aventura das irmãs. No filme da Universal, as personagens são cheias de traumas e rancores… e chatice. Com personagens fracas, a produção tosca (mas milionária) tenta embalar o filme na base das reviravoltas, como o evento que marca o fim de seu prelúdio e os inimigos que aparecem pelo caminho dos heróis. Além disso, a trama busca se reforçar com as piadinhas dos dois anões Nion e Griff, que servem de alívio cômico – muito mais eficientes do que as falas supostamente engraçadas de Eric, o Caçador. Mas nada funciona. A ponto de situações trágicas inspirarem apenas tédio. Um tédio que cresce na mesma medida em que a trama perde seu rumo. Nem a presença de cena excepcional de Charlize Theron, como a bruxa má que retorna dos mortos, no último ato, consegue impedir o derretimento dos milhões de dólares despejados em “O Caçador e a Rainha do Gelo”. O resultado é um monumental desperdício de dinheiro, repleto de efeitos e atores caros, que custou uma fábula para parecer uma fábula. E, mesmo assim, não consegue disfarçar a enorme ausência de Kristen Stewart no papel de Branca de Neve. Os motivos que levaram a atriz a ser descartada na sequência renderiam um filme, por sinal bem melhor, em que não faltaria a analogia sobre o moral(ismo) da história.

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    Bilheterias: O Caçador e a Rainha do Gelo decepciona e Mogli mantém 1º lugar nos EUA

    24 de abril de 2016 /

    A produção da Disney “Mogli, o Menino Lobo” não teve dificuldades em se manter em 1º lugar nas bilheterias dos EUA, faturando três vezes mais que seu principal desafiante, o lançamento de “O Caçador e a Rainha do Gelo”. A batalha entre as fábulas foi definida de forma inequívoca. Enquanto “Mogli” rendeu US$ 60 milhões em seu segundo fim de semana em cartaz, a fantasia da Universal Pictures abriu com US$ 20 milhões em sua estreia, um desastre para uma produção orçada em US$ 115 milhões. Vale lembrar que esse filme é continuação de “Branca de Neve e o Caçador”, que fez US$ 56 milhões em seu fim de semana inaugural em 2012. O público, aparentemente, não aprovou a estratégia da Universal de tirar da história a Branca de Neve, vivida por Kristen Stewart. E nem a crítica, que considerou o longa “podre”, com apenas 17% de opiniões favoráveis no balanço do site Rotten Tomatoes. A implosão também deixou claro que o apelo de Chris Hemsworth limita-se ao papel de Thor. Fora da Marvel, nenhum dos filmes que ele protagonizou fez sucesso comercial. A lista inclui “Rush: No Limite da Emoção” (2013), “Hacker” (2015) e “No Coração do Mar” (2015). Quanto à “Branca de Neve e o Caçador”, seu papel era de coadjuvante para a estrela Kristen Stewart. O prejuízo da Universal só não é insanável porque o mercado internacional compensou, ajudando a produção a atingir US$ 100 milhões mundialmente. Enquanto isso, “Mogli” já superou, em dez dias, US$ 500 milhões mundiais, consagrando-se como um fenômeno de popularidade. Outras marcas mundiais imponentes também foram obtidas por “Batman vs. Superman”, que superou os US$ 850 milhões, e “Zootopia”, ao chegar aos US$ 900 milhões na liderança do ranking de 2016. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Mogli, o Menino Lobo Fim de semana: US$ 60 milhões Total EUA: US$ 191,4 milhões Total Mundo: US$ 528,4 milhões 2. O Caçador e a Rainha do Gelo Fim de semana: US$ 20 milhões Total EUA: US$ 20 milhões Total Mundo: US$ 100,2 milhões 3. Um Salão do Barulho 3 Fim de semana: US$ 10,8 milhões Total EUA: US$ 36 milhões Total Mundo: US$ 36 milhões 4. Zootopia Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 316,4 milhões Total Mundo: US$ 907,1 milhões 5. A Chefa Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 49,5 milhões Total Mundo: US$ 57,7 milhões 6. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 319,5 milhões Total Mundo: US$ 851,6 milhões 7. Mente Criminosa Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 10,8 milhões Total Mundo: US$ 10,8 milhões 8. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 55,3 milhões Total Mundo: US$ 82 milhões 9. Compadres Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 1,3 milhão Total Mundo: US$ 1,3 milhão 10. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 14,9 milhões Total Mundo: US$ 14,9 milhões

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    Criador de South Park vai dublar o supervilão de Meu Malvado Favorito 3

    15 de abril de 2016 /

    O cineasta Trey Parker, mais conhecido como um dos criadores da série animada “South Park”, entrou no elenco de dubladores do terceiro filme da franquia “Meu Malvado Favorito”. O anúncio foi feito pelo estúdio Universal Pictures durante o CinemaCon, evento voltado aos exibidores de cinema, em Las Vegas. Parker, que na série animada faz a voz de Cartman, dublará o vilão de “Meu Malvado Favorito 3”. Chamado Balthazar Bratt, o personagem é um ex-astro infantil que se torna um supervilão devido ao cancelamento abrupto de sua série de TV, quando ele atingiu a puberdade. Com um visual “claramente preso aos anos 1980”, de acordo com a definição do estúdio, ele vai procurar se vingar daqueles que o traíram buscando a dominação mundial. A produção marcará o primeiro trabalho de Parker como dublador de um personagem criado por outra pessoa. No filme animado, ele vai contracenar com Steve Carell, que voltará ao papel de Gru e ainda fará um personagem novo, Dru, o irmão gêmeo perdido do malvado favorito das crianças. Dru é exatamente como Gru, mas com cabelo. O personagem também se vestirá inteiramente de branco, em contraste com Gru, que só usa preto. A estreia de “Meu Malvado Favorito 3” foi marcada para 29 de junho de 2017 nos EUA.

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    Série Battlestar Galactica vai virar filme

    12 de fevereiro de 2016 /

    A versão cinematográfica da série “Battlestar Galactica” vai finalmente sair do papel. Anunciado ainda em 2009, o projeto só agora definiu seus produtores. O estúdio Universal Pictures contratou Michael de Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Scott Stuber (“Ted 2”) para transformar a série numa franquia cinematográfica, informou o site The Hollywood Reporter. Quando foi originalmente anunciado, o filme seria uma adaptação da série clássica de 1978 – ou seja, ignoraria o cultuado remake de 2003 – e a direção estaria a cargo de Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), mas essa abordagem acabou engavetada após os fãs da nova versão protestarem. Desde então, o estúdio descartou o roteiro de John Orloff (“A Lenda dos Guardiões”) e, em 2014, contratou Jack Paglen para escrever uma nova trama. Plagen escreveu o bisonho “Transcendence: A Revolução” (2014) e é um dos responsáveis por – medo – “Alien: Covenant”, a continuação de “Prometheus” (2012). Desta vez, a Universal não explicou se filme continuará focado na trama original, criada por Glen A. Larson, ou no remake de Ronald D. Moore, que mudou o sexo de vários personagens, além de ter alterado a origem dos vilões Cylons, que não seriam mais alienígenas, mas robôs rebelados capazes inclusive de parecer humanos. Enquanto a primeira versão tinha sua gênese associada ao sucesso de “Guerra nas Estrelas” (1977), a nova também sofreu influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). Ainda não há cronograma para o início da produção.

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    Charlize Theron negocia viver a vilã de Velozes e Furiosos 8

    10 de fevereiro de 2016 /

    A atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) está em negociações para se juntar ao elenco do oitavo filme da franquia “Velozes e Furiosos”. De acordo com o site da revista Variety, ela está cotada para viver a vilã principal do filme. Caso a negociação se confirme, ela se tornará a primeira primeira mulher a desafiar Dominic Toretto (Vin Diesel) e sua gangue motorizada. Em seu próximo filme, Charlize Theron também será vista como vilã, retomando o papel da Rainha Ravenna em “O Caçador e a Rainha do Gelo”, que estreia em 28 de abril no Brasil. “Velozes e Furiosos 8” pode ser o mais internacional dos filmes da franquia, com previsão para filmagens na Islândia, em Cuba e até na Rússia. Anteriormente, a franquia já havia ido ao Japão, ao Brasil, à Inglaterra e aos Emirados Árabes, mostrando sua predileção por locações internacionais e excitantes, mas nunca se locomoveu para mais de três países simultaneamente. A sequência será dirigida por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton – A História do NWA”) e deve voltar a reunir todo o elenco de “Velozes & Furiosos 7”, menos, obviamente, Paul Walker, que faleceu em meio à produção. A estreia está marcada para 14 de abril de 2017.

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    Johnny Depp vai estrelar remake de O Homem Invisível

    10 de fevereiro de 2016 /

    O ator Johnny Depp (“Aliança do Crime”) foi contratado pela Universal Pictures para estrelar o remake/reboot da franquia de terror “O Homem Invisível”, informou o site The Hollywood Reporter. Adaptação do romance homônimo, escrito por H.G. Wells em 1897, a trama clássica gira em torno de um cientista que descobre uma fórmula para ficar invisível, mas isso o torna paranoico e acaba transformando-o num assassino procurado. A obra já ganhou inúmeras versões cinematográficas, sendo a mais famosa justamente a realizada pela própria Universal em 1933, estrelada pelo inglês Claude Rains (“As Aventuras de Robin Hood”) e dirigida pelo mestre do terror James Whale (“Frankenstein”). Ainda não há um diretor definido e nem uma data para o início das filmagens, mas o roteiro estaria sendo escrito por Ed Solomon, responsável por blockbusters como “Homens de Preto” (1997), “As Panteras” (2000) e “Truque de Mestre” (2013). O reboot faz parte de uma estratégia da Universal, que pretende revisitar seus monstros clássicos com grandes astros e posteriormente produzir crossovers, juntando vários monstros num mesmo filme, num tratamento semelhante ao dos super-heróis da Marvel. Os produtores-roteiristas Robert Kurtzman (“Star Trek”) e Chris Morgan (franquia “Velozes & Furiosos”) estão à frente do projeto, encarregados de promover uma reinvenção do catálogo de monstros da Universal, que inclui também Drácula, Lobisomem, o monstro de Frankenstein, o Fantasma da Ópera, a Múmia, o Monstro da Lagoa Negra e Mr. Hyde (de “O Médico e o Monstro”). O estúdio está apostando alto nesse Universo de Monstros, a ponto de já ter anunciado Tom Cruise (“Missão Impossível”) no reboot de “A Múmia” e negociar com Angelina Jolie para o remake de “A Noiva de Frankenstein” (1935).

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    Vin Diesel anuncia a produção de mais três Velozes e Furiosos até 2021

    3 de fevereiro de 2016 /

    O astro Vin Diesel usou seu Instagram para anunciar os planos da Universal Pictures para a franquia de ação “Velozes e Furiosos”. Ele já havia mencionado que o próximo filme iniciaria uma trilogia, e agora é oficial. Além do já anunciado “Velozes e Furiosos 8”, mais dois longas foram confirmados até 2021. O anúncio resume o feito de forma publicitária: “duas décadas, dez filmes, uma saga”. (veja acima) O cronograma oficial é o seguinte: “Velozes e furiosos 8” estreia em 14 de abril de 2017, seguido por “Velozes e Furiosos 9” em 19 de abril de 2019 e “Velozes e Furiosos 10” em 2 de abril de 2021. Além do protagonista Vin Diesel, a franquia conta ainda com Dwayne Johnson, Tyreese Gibson, Michelle Rodriguez, Ludacris e o vilão Jason Statham. O elenco original contava ainda com Paul Walker, morto em um acidente automobilístico no final de 2013. A Universal também planeja lançar spin-offs da franquia, baseados em seus personagens coadjuvantes. Rumores indicam que Eva Mendes, vista em “+Velozes +Furiosos” (2003), o segundo filme, seria reincorporada à trama com este objetivo.

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    Continuação do terror Mama define seus diretores

    30 de janeiro de 2016 /

    A sequência do filme de terror “Mama” (2013) definiu seus diretores. Segundo o site The Hollywood Reporter, a dupla Kevin Kölsch e Dennis Widmyer, que se destacou à frente do terror “Starry Eyes” (2014), foi contratada para dirigir o filme. Os dois também vão reescrever o roteiro. Assim como no longa original, a continuação será produzida por Guillermo del Toro (“A Colina Escarlate”). mas deverá ter um elenco diferente, pois Jessica Chastain não retornará a seu papel. Em função disso, não está claro se a nova produção continuará os eventos do primeiro filme ou se contará uma história totalmente nova. Escrito e dirigido pelo argentino Andrés Muschietti, “Mama” surpreendeu nas bilheterias ao arrecadar US$ 146 milhões para seu orçamento de US$ 15 milhões. A demora para a continuação sair do papel tem a ver com a recusa de Muschietti em reprisar suas funções. Desde que foi projetado pelo primeiro filme, ele se envolveu na adaptação de “It”, de Stephen King, e na fantasia “Shadow of the Colossus”, ambos sem previsão de estreia.

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