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    Críticas de A Múmia avaliam a estreia como pior filme da carreira de Tom Cruise

    7 de junho de 2017 /

    Sinal desses tempos de Rotten Tomatoes, as críticas do filme “A Múmia” foram embargadas pelo estúdio Universal até esta quarta (7/6), véspera do lançamento do filme nos cinemas. A tática tem efeito preventivo, para evitar que avaliações negativas impactem a pré-venda e bilheteria de estreia. A contra-indicação dessa estratégia é concentrar uma avalanche de opiniões numa única data, com grande risco de fomentar uma avaliação uníssona e unânime, exatamente como aconteceu com “A Múmia”. E segundo a crítica norte-americana, o filme é uma catástrofe. Não do gênero catástrofe, mas um desastre por si só. Uma das resenhas chegou a considerá-lo o pior filme da carreira de Tom Cruise. E olha que o ator fez “Coquetel” (1988), que tem apenas 5% de média no Rotten Tomatoes. A avaliação de “A Múmia” ainda é oscilante, subindo e descendo em torno dos 26% no site. Por conta disso, especialistas em mercado cinematográfico já começaram a diminuir a expectativa da bilheteria do longa nas bilheterias norte-americanas. Antes das críticas serem publicadas, o longa quebrou o recorde de bilheteria de estreia na Coreia do Sul. Agora, o site The Hollywood Reporter projeta uma arrecadação máxima de US$ 35 milhões, bem abaixo da “Mulher-Maravilha”, que deve permanecer em 1º lugar no ranking. “A Múmia” foi apresentado como o primeiro lançamento de um novo universo compartilhado na Universal, denominado de “Dark Universe”, que deveria ser uma “Marvel de monstros”. Mas este projeto pode não prosperar, caso o fracasso do lançamento inicial seja maior que o esperado. Além disso, a Warner ameaça processar a Universal pelo nome “Dark Universe”, com o qual pretendia lançar os filmes dos heróis sombrios da DC Comics. Veja abaixo alguns trechos das resenhas publicadas na América do Norte: “Obviamente, o pior filme que Tom Cruise já fez” (David Ehrlich, do site indieWire). “Tom Cruise está terrivelmente mal escalado neste filme. Seu personagem parece que foi escrito para um ator de 20 anos de idade, já que é figura imprudente e moralmente corrompida. Aos 55 anos, Cruise parece que deveria estar interpretando o Dr. Jekyll ao invés de Nick” (Scott Chitwood, do site ComingSoon). “A maior surpresa é que as cenas de ação dão saudades da versão de 1999, sugerindo que aquele filme era mais divertido do que lhe damos crédito” (John DeFore, da revista The Hollywood Reporter). “Eu não tenho certeza se esse filme morno e sem objetivo, ainda que ocasionalmente divertido, era o que o estúdio sonhava para dar o pontapé inicial em seu Dark Universe” (Chris Nashawaty, da revista Entertainment Weekly). “Ao contrário dos antigos filmes que supostamente o inspiraram, ‘A Múmia’ não tem ambientação, nem ameaça, nem romance” (Stephen Whitty, do jornal Newark Star-Ledger). “A Múmia é um filme de monstro presunçoso e confuso. Ele atira coisas e informações em cima do público, e quanto mais se aprende sobre a suposta complexidade do seu universo, menos convincente ele se torna” (Owen Gleiberman, da revista Variety). “Um tropeço tão grande que não tem nem o senso crítico de brincar com a ideia de ser ‘tão ruim que chega a ser divertido’, e mal se qualifica como horror, aventura, fantasia, suspense ou mesmo como um veículo do ator Tom Cruise” (Robert Abele, do site The Wrap). “’A Múmia’ é uma desculpa datada, batida e risível para dar início a uma franquia, e deveria ter permanecida sepultada” (Rodrigo Perez, do blog The Playlist). “O filme ‘A Múmia’ é muito ruim, medonho, inconsistente, confuso, tortuoso e muito, muito estúpido” (Richard Roeper, do jornal Chicago Sun-Times).

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    A Múmia quebra recorde de bilheteria em estreia na Coreia do Sul

    6 de junho de 2017 /

    A superprodução da Universal “A Múmia” estreou na terça-feira (6/6) em seu primeiro mercado internacional. E bateu seu primeiro recorde de arrecadação. O filme faturou US$ 6,6 milhões em apenas um dia na Coreia do Sul. Trata-se da maior abertura de todos os tempos no país, superando o recorde que pertencia a “Invasão Zumbi” (2016). Um dos fatores que ajudaram a impulsionar a arrecadação é que a data coincide com um feriado no país, o que inclusive justificou o lançamento antecipado. Mas, segundo o site The Hollywood Reporter, o sucesso está sendo creditado à presença de Tom Cruise no elenco. O astro seria atualmente mais popular na Ásia que nos próprios Estados Unidos. E a Universal apostou alto no ator para impedir que seu universo expandido de monstros implodisse já na estreia. Afinal, “A Múmia” chegará aos cinemas uma semana após o fenômeno “Mulher-Maravilha” e as projeções indicam uma bilheteria modesta na América do Norte, entre US$ 35 e 40 milhões, abaixo do faturamento previsto para a segunda semana do filme da super-heroína (US$ 50 milhões). A Universal conta com o mercado internacional para alavancar as bilheterias. Por isso, “A Múmia” será lançada em quase todo o mundo simultaneamente neste fim de semana. Um detalhe que chama atenção nesta estratégia é o forte embargo estabelecido sobre a publicação de críticas. Nenhuma linha foi escrita até agora sobre o filme, que estreia já nesta quinta (8/6) no Brasil. O estabelecimento de uma data tardia para o fim do embargo sugere uma reação de Hollywood ao Rotten Tomatoes, cujas avaliações negativas estariam sendo responsabilizadas pela baixa venda de ingressos de “Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar” e “Baywatch” na América do Norte.

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    Diretor de A Múmia quer Angelina Jolie, Charlize Theron e Jennifer Lawrence nos próximos filmes do Dark Universe

    6 de junho de 2017 /

    Os planos para o chamado “Dark Universe”, que vai relançar os monstros clássicos do estúdio Universal, são bastante ambiciosos. Após filmar “A Múmia” com Tom Cruise e Russell Crowe, o estúdio quer contratar outros atores famosos para seus próximos lançamentos. O produtor por trás do projeto, Alex Kurtzman, que também dirigiu o novo “A Múmia”, revelou que deseja contar com outros quatro grandes nomes de Hollywood. “Amaria ter Michael Fassbender, trazer também Jennifer Lawrence, Charlize Theron, quem sabe Angelina Jolie”, ele declarou ao site Fandom, antes de enumerar os remakes em andamento. “Nós sabemos que vamos fazer ‘Frankenstein’, ‘A Noiva de Frankenstein’, ‘Drácula’, ‘O Monstro da Lagoa Negra’, ‘O Fantasma da Ópera’, ‘O Corcunda de Notre-Dame’ e ‘O Homem Invisível’”, completou. Até o momento, a Universal já anunciou Johnny Depp no vindouro “O Homem Invisível” e Javier Bardem como o novo “Frankenstein”. Novos contratos só devem ser assinados após o desempenho de “A Múmia” nas bilheterias provar a viabilidade do investimento. Primeiro filme do “Dark Universe”, “A Múmia” estreia na quinta (8/6) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Feito na América: Tom Cruise vira piloto de Pablo Escobar em trailer legendado frenético

    5 de junho de 2017 /

    A Universal divulgou o pôster e o trailer legendado de “Feito na América” (Made in America), que traz Tom Cruise traficando para Pablo Escobar. A prévia evoca o tom frenético e divertido de “O Lobo de Wall Street” (2013), ao narrar como um piloto de vôos comerciais é recrutado pela CIA, passa a traficar armas, pula para drogas, vira milionário trabalhando para Escobar e se torna informante da DEA, a agência antidrogas dos Estados Unidos, escando impune de seus crimes. Baseado na história real do piloto Barry Seal, algumas situações impossíveis do filme realmente aconteceram, como sugere a narração do próprio Cruise. Mas muitas outras são exagero e estilo, como o pouso forçado de seu avião nos subúrbios, sob uma nuvem branca de cocaína. O elenco também inclui Caleb Landry Jones (“Corra!”), Jesse Plemons (série “Fargo”), Sarah Wright (série “Marry Me”), Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”), Jayma Mays (série “Glee”), Lola Kirke (“Mistress America”), Benito Martinez (série “American Crime”) e Connor Trinneer (série “Star Wars: Enterprise”). Segunda parceria entre Tom Cruise e o diretor Doug Liman, após o bem-sucedido “No Limite do Amanhã” (2014), a produção foi marcada por uma tragédia. Durante as filmagens, a queda de um avião usado pela produção na Colômbia, matou dois membros da equipe e deixou um terceiro em estado grave. A estreia está marcada para 31 de agosto no Brasil, um mês antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Warner pode processar a Universal pelo nome Dark Universe

    5 de junho de 2017 /

    O anúncio do universo compartilhado de monstros da Universal não caiu bem num estúdio rival. Isto porque o nome escolhido pelo projeto estava nos planos da Warner. Batizado de Dark Universe (Universo Sombrio), a franquia estendida de monstros já ganhou logotipo e páginas nas redes sociais. Mas pode acabar na Justiça. O site The Hollywood Reporter apurou ter ouvido de uma fonte não identificada da Warner, que o estúdio pretende processar a Universal pelo uso do nome Dark Universe, já que se trata de marca registrada. Dark Universe é uma linha de quadrinhos da DC Comics que a própria Warner planeja explorar em seus próximos filmes. “A Warner Bros. já tem planos para o título ‘Dark Universe’, com filmes e séries com a temática sobrenatural, baseados nos quadrinhos da DC que levam o selo de Dark Universe”, disse a fonte ao The Hollywood Reporter. O Dark Universe da Universal inicia com o lançamento de “A Múmia”, que chega aos cinemas dia 8 de junho deste ano, e terá prosseguimento com “A Noiva de Frankenstein”, agendado para 14 de fevereiro de 2019. Também farão parte desse universo filmes de Van Helsing, Lobisomem, o Homem Invisível e Drácula. A Warner, por sua vez, já tinha anunciado os planos de lançar um filme intitulado “Dark Universe”, que seria a denominação cinematográfica dos quadrinhos da “Liga da Justiça Sombria”. A publicação reúne diferentes personagens sob a liderança de John Constantine. Entre os coadjuvantes rotativos encontram-se Monstro do Pântano, Desafiador (Deadman), Madame Xanadu, Dália Negra, Zatanna, Shade, Magia (já vista no filme “Esquadrão Suicida”) e o demônio Etrigan.

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    Universal oficializa seu universo de monstros e anuncia A Noiva de Frankenstein

    22 de maio de 2017 /

    A Universal anunciou oficialmente seus planos para criar um universo compartilhado de monstros, dando nome ao projeto: Dark Universe (Universo Sombrio). O estúdio lançou páginas dedicadas à franquia nas redes sociais, que já disponibilizaram uma foto que reúne as estrelas dos filmes e um vídeo que apresenta seu logotipo. A foto acima reúne Tom Cruise, Russell Crowe e Sofia Boutella, de “A Múmia”, Javier Bardem e Johnny Depp, que estrelarão os próximos filmes. Já o vídeo reúne cenas das produções clássicas de monstros do estúdio, e pode ser visto abaixo. Além disso, a Universal confirmou qual será o próximo lançamento desse universo. Após a estreia de “A Múmia”, que inicia a nova era das produções de monstros em junho, virá “A Noiva de Frankenstein”, com lançamento previsto para fevereiro de 2019. A nova versão do clássico de 1935 será dirigida por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), que já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), sobre os últimos anos da vida de James Whale, o diretor original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. Até o momento, apenas Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) está confirmado no elenco, como o monstro de Frankenstein. Anteriormente, o estúdio tentou convencer Angelina Jolie a interpretar a personagem-título, que foi vivida por Elsa Lancaster nos anos 1930. O filme também deve contar com a presença de Russell Crowe, reprisando o papel de Dr. Jekyll, introduzido em “A Múmia”. Seu personagem deve ser o principal elo de ligação entre os filmes. Johnny Depp, por sua vez, foi confirmado como o Homem Invisível, que deve ganhar um filme próprio logo a seguir. A criação do Dark Universe está a cargo dos produtores Alex Kurtzman (que também dirige “A Múmia”) e Chris Morgan (da franquia “Velozes e Furiosos”), que o vislumbram como uma antítese dos filmes de monstros clássicos da Universal – originalmente, produções baratas, em preto e branco e com atores típicos do gênero terror, lançadas entre os anos 1930 e 1950. Como demonstra “A Múmia”, os novos filmes terão grandes orçamentos, muitos efeitos visuais e astros do primeiro time de Hollywood. Welcome to a new world of gods and monsters. #DarkUniverse https://t.co/yMPyGVMcvH pic.twitter.com/Yg1KAxg4WX — #DarkUniverse (@darkuniverse) May 22, 2017

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    Produtor afirma que franquia Velozes e Furiosos acaba no 10º filme

    20 de abril de 2017 /

    Depois do recorde de estreia mundial, a franquia “Velozes e Furiosos” parecia que ia acelerar até o infinito. Mas as explosões tem prazo de validade, segundo o produtor Neal Moritz. Em entrevista ao site Collider, ele afirmou que a saga vai terminar em 2021, com o 10º filme. O produtor afirmou que a ideia é completar a franquia com mais dois filmes, como já tinha sido revelado anteriormente por Vin Diesel. “Nosso plano é fazer o mais rápido possível, temos uma grande história e precisamos estar prontos para finalizar. E, honestamente, temos bons temas e coisas que estamos discutindo, mas ainda não chegamos lá. Nós meio que temos o ponto final da franquia, mas não sabemos o ponto intermediário ainda”, explicou o produtor. A finalização da franquia, que é mais bem-sucedida do estúdio Universal, deve ter outros motivos além da simples “conclusão” da história. A equação inclui contratos que se encerram no elenco, e custariam um “Homem de Ferro” para serem renovados, mas não deve ser descartada a hipótese do desmembramento dos velozes e furiosos em spin-offs, que manteriam o universo dos personagens nos cinemas. Em seu fim de semana de estreia, “Velozes e Furiosos 8” arrecadou US$ 532 milhões em todo o mundo, quantia que muito filme que se diz blockbuster não atinge em toda a sua trajetória em cartaz. O filme também teve a maior estreia de 2017 no Brasil.

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    Após recorde de bilheterias, Velozes e Furiosos marca estreia de seus próximos filmes

    17 de abril de 2017 /

    Após “Velozes e Furiosos 8” bater o recorde de maior bilheteria de estreia mundial, a Universal marcou a data em que os próximos filmes da franquia chegarão aos cinemas. “Velozes e Furiosos 9” teve seu lançamento marcado para 19 de abril de 2019 e “Velozes e Furiosos 10” foi programado para 2 de abril de 2021. O oitavo longa da franquia estreou em 65 países no fim de semana, incluindo a China, e arrecadou impressionantes US$ 532,5 milhões em seu primeiro final de semana em cartaz. O recorde anterior de maior estreia mundial pertencia a “Star Wars: Despertar da Força”, que fez US$ 529 milhões em seu lançamento em dezembro de 2015. Somente na China, “Velozes e Furiosos 8” fez US$ 190 milhões, computando os maiores três primeiros dias de um filme já registrados no país. Nos EUA, foram mais US$ 100 milhões.

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    Diretor de A Bela e a Fera negocia filmar remake de A Noiva de Frankenstein

    14 de abril de 2017 /

    O diretor Bill Condon, do sucesso “A Bela e a Fera”, está negociando com a Universal para comandar outro remake de história de amor de um monstro incompreendido. Ele deve assumir o comando da refilmagem de “A Noiva de Frankenstein”, clássico de 1935 estrelado por Elsa Lanchester e Boris Karloff, com direção de James Whale. Condon, inclusive, já tem um vínculo com esta história, tendo vencido o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Deuses e Monstros” (1998), que ele também dirigiu, sobre os últimos anos da vida de James Whale, o cineasta original de “Frankenstein” (1931) e “A Noiva de Frankenstein”. A refilmagem está sendo produzida por Alex Kurtzman e Chris Morgan, como parte do universo compartilhado de monstros góticos do estúdio Universal, que debutará nos cinemas com “A Múmia”, em 9 de junho. Anteriormente, o estúdio tentou convencer Angelina Jolie a viver a personagem-título e negocia com Javier Bardem para viver o monstro. A Universal tem buscado grandes nomes para estrelar estes filmes, escalando Tom Cruise para enfrentar a Múmia e Johnny Depp no vindouro remake de “O Homem Invisível” (1933). O novo roteiro de “A Noiva de Frankenstein” foi escrito por David Koepp (“Parque dos Dinossauros” e “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”).

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    Velozes e Furiosos 8 transforma exagero em lugar-comum para superar os filmes anteriores

    14 de abril de 2017 /

    Quem lembra de “Uma Saída de Mestre” (2003), um belíssimo filme de assalto estrelado por Charlize Theron e Jason Statham? E que o diretor desse filme fez no mesmo ano “O Vingador”, com Vin Diesel? Pois 14 anos depois, F. Gary Gray está novamente à frente dessa turma, na direção de “Velozes e Furiosos 8”. Gray voltou a ser um nome quente em Hollywood com a aclamação de público e crítica a seu filme anterior, “Straight Outta Compton – A História do NWA” (2015), e é o principal responsável por a franquia furiosa sacudir a poeira e continuar acelerando após a trágica morte de Paul Walker. Galinha dos ovos de ouro da Universal, o oitavo lançamento da franquia tem orçamento milionário e se nota, pois tudo parece ainda maior, inchado e megalomaníaco. Se isso já era tendência nos trabalhos anteriores, no novo filme o exagero é o lugar-comum, desde a escolha de várias locações em países diferentes até o elenco de celebridades, que não só conta com uma vilã maravilhosa (Charlize Theron), como com uma coadjuvante de muito luxo (Helen Mirren). O que se percebe de imediato é que o quinto roteiro de Chris Morgan para a franquia foi concebido a partir das cenas de ação. Mais do que no fiapo de história, que até é interessante – já que traz a discórdia para a família de Dominic Toretto (Diesel) – , são as situações velozes e furiosas que se destacam. E elas são muitas. Algumas vão ficar grudadas na memória, envolvendo carros desgovernados, perseguição no gelo, fuga de prisão e o prólogo, em Cuba (trata-se do primeiro filme de Hollywood filmado na ilha de Fidel), que serve para lembrar ao público e aos próprios envolvidos na produção que essa história começou com um filme de rachas nas ruas. Apesar desse lembrete, a trama logo ganha ares de thriller de espionagem, com heróis e vilões tendo o poder de visualizar eventos em qualquer lugar do mundo, graças às maravilhas da tecnologia. O problema é que a ansiedade por mostrar ação ininterrupta não deixa tempo para um respiro e as tentativas de causar impacto emocional, como a própria separação de Toretto do grupo, acabam não sendo levadas a sério por ninguém. Se bem que essa falta de seriedade talvez seja intencional, já que Deckard, o personagem de Statham, acaba integrando-se ao grupo de protagonistas numa boa, mesmo tendo assassinado um deles em outro filme passado. A inclusão de Statham no time dos mocinhos rende, ainda, uma excelente parceria com Dwayne Johnson, resultando em algumas das melhores cenas da produção. Após ter participação reduzida no filme anterior – conflitos de agenda, segundo revelou o diretor de “Velozes e Furiosos 7”, James Wan – , ele assume a vaga de coprotagonista deixada por Paul Walker, aproveitando o gancho da trama, que mostra o personagem de Vin Diesel aliciado por uma megaterrorista (Charlize) para executar seus planos diabólicos. Conta muitos pontos positivos o fato de a vilã não ser nada estereotipada, o que poderia tornar tudo muito chato. Lembremos que Charlize já fez o papel de bruxa má duas vezes e se saiu muito bem. Ajudam também sua beleza, sua elegância e sua sensualidade natural, mas a verdade é que a atriz é uma força da natureza, como bem demonstrou em “Mad Max – Estrada da Fúria”. A combinação de filme leve de ação, paixão por carros e adrenalina, aliada a uma noção de amizade capaz de criar laços de família, faz com que “Velozes e Furiosos” continue sendo uma franquia apreciada pelo grande público. Seus personagens são carismáticos e encontraram espaço para se destacar individualmente, mesmo com o grupo se tornando maior a cada filme. Mas a franquia se beneficia mesmo é do show de pirotecnia, barulho e efeitos especiais sempre melhores, que superam as incongruências do gênero com o tipo de atordoamento que só Hollywood é capaz de criar.

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    Bastidores de A Múmia revelam filmagens realistas em avião com gravidade zero

    19 de março de 2017 /

    A Universal divulgou um vídeo de bastidores do novo filme de “A Múmia”, que revela como foi feita a cena de queda livre vista no trailer. Como Tom Cruise incentiva filmagens realistas, a sequência aconteceu mesmo num avião, em ambiente de gravidade zero. Para isso, a equipe modificou um avião especial que consegue anular a gravidade por um breve período, ao ir mais alto que qualquer outro. A banda OK Go fez um clipe num voo similar no ano passado. Na trama, a múmia é uma mulher poderosa (Sofia Boutella, de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que desperta após um sono milenar para levar seu terror antigo para a Londres dos dias de hoje. O elenco também destaca Annabelle Wallis (“Annabelle”), Jake Johnson (série “New Girl”), Courtney B. Vance (série “The People vs. O.J. Simpson: American Crime Story”) e Russell Crowe (“Noé”), que vive o Dr. Henry Jekyll. O roteiro do reboot foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e a direção é de Alex Kurtzman (roteirista de “Além da Escuridão – Star Trek”), em seu segundo longa na função. “A Múmia” tem estreia agendada para 8 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Diretor de Rua Cloverfield, 10 desenvolve sci-fi misteriosa

    19 de março de 2017 /

    O diretor Dan Trachtenberg, que estreou de forma convincente com a sci-fi “Rua Cloverfield, 10”, vai comandar um projeto misterioso da Universal. Tudo o que o site Deadline conseguiu apurar sobre o filme é que se chama “Space Race”, foi concebido pelo próprio Trachtenberg e escrito por Daniel Kunka (“12 Rounds”). Todo o resto é mantido em sigilo. O título tanto pode aludir à “corrida espacial” histórica dos anos 1960, entre a Rússia e os EUA, quanto a alguma trama sci-fi. Por se tratar de Trachtenberg, é mais provável que seja o último caso. Ainda não há previsão de lançamento ou detalhes sobre o elenco.

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    Filme do Pica-Pau ganha seu primeiro pôster

    7 de março de 2017 /

    A Universal divulgou o pôster em português do filme do “Pica-Pau”, que vai misturar o passarinho animado com atores reais. O filme gira em torno de uma briga de território entre o Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson, da série “Galavant”) e sua namorada Brittany (a brasileira Thaila Ayala, de “Apneia”). Para conseguir construir a casa dos sonhos, os dois precisam derrubar o lar-doce-lar do Pica-Pau, que promete não deixar barato. A equipe responsável é especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD). O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). O roteiro ainda foi reescrito por Paul A. Kaplan e Mark Torgove, que escreveram para diversas séries de comédia dos anos 2000, como “Spin City”, “Just Shoot Me” e “George Lopez”. Curiosamente, o Brasil é o único país do mundo em que o filme teve seu lançamento anunciado até o momento. A estreia está marcada pra 5 de outubro.

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