Velozes e Furiosos 8 transforma exagero em lugar-comum para superar os filmes anteriores
Quem lembra de “Uma Saída de Mestre” (2003), um belíssimo filme de assalto estrelado por Charlize Theron e Jason Statham? E que o diretor desse filme fez no mesmo ano “O Vingador”, com Vin Diesel? Pois 14 anos depois, F. Gary Gray está novamente à frente dessa turma, na direção de “Velozes e Furiosos 8”. Gray voltou a ser um nome quente em Hollywood com a aclamação de público e crítica a seu filme anterior, “Straight Outta Compton – A História do NWA” (2015), e é o principal responsável por a franquia furiosa sacudir a poeira e continuar acelerando após a trágica morte de Paul Walker. Galinha dos ovos de ouro da Universal, o oitavo lançamento da franquia tem orçamento milionário e se nota, pois tudo parece ainda maior, inchado e megalomaníaco. Se isso já era tendência nos trabalhos anteriores, no novo filme o exagero é o lugar-comum, desde a escolha de várias locações em países diferentes até o elenco de celebridades, que não só conta com uma vilã maravilhosa (Charlize Theron), como com uma coadjuvante de muito luxo (Helen Mirren). O que se percebe de imediato é que o quinto roteiro de Chris Morgan para a franquia foi concebido a partir das cenas de ação. Mais do que no fiapo de história, que até é interessante – já que traz a discórdia para a família de Dominic Toretto (Diesel) – , são as situações velozes e furiosas que se destacam. E elas são muitas. Algumas vão ficar grudadas na memória, envolvendo carros desgovernados, perseguição no gelo, fuga de prisão e o prólogo, em Cuba (trata-se do primeiro filme de Hollywood filmado na ilha de Fidel), que serve para lembrar ao público e aos próprios envolvidos na produção que essa história começou com um filme de rachas nas ruas. Apesar desse lembrete, a trama logo ganha ares de thriller de espionagem, com heróis e vilões tendo o poder de visualizar eventos em qualquer lugar do mundo, graças às maravilhas da tecnologia. O problema é que a ansiedade por mostrar ação ininterrupta não deixa tempo para um respiro e as tentativas de causar impacto emocional, como a própria separação de Toretto do grupo, acabam não sendo levadas a sério por ninguém. Se bem que essa falta de seriedade talvez seja intencional, já que Deckard, o personagem de Statham, acaba integrando-se ao grupo de protagonistas numa boa, mesmo tendo assassinado um deles em outro filme passado. A inclusão de Statham no time dos mocinhos rende, ainda, uma excelente parceria com Dwayne Johnson, resultando em algumas das melhores cenas da produção. Após ter participação reduzida no filme anterior – conflitos de agenda, segundo revelou o diretor de “Velozes e Furiosos 7”, James Wan – , ele assume a vaga de coprotagonista deixada por Paul Walker, aproveitando o gancho da trama, que mostra o personagem de Vin Diesel aliciado por uma megaterrorista (Charlize) para executar seus planos diabólicos. Conta muitos pontos positivos o fato de a vilã não ser nada estereotipada, o que poderia tornar tudo muito chato. Lembremos que Charlize já fez o papel de bruxa má duas vezes e se saiu muito bem. Ajudam também sua beleza, sua elegância e sua sensualidade natural, mas a verdade é que a atriz é uma força da natureza, como bem demonstrou em “Mad Max – Estrada da Fúria”. A combinação de filme leve de ação, paixão por carros e adrenalina, aliada a uma noção de amizade capaz de criar laços de família, faz com que “Velozes e Furiosos” continue sendo uma franquia apreciada pelo grande público. Seus personagens são carismáticos e encontraram espaço para se destacar individualmente, mesmo com o grupo se tornando maior a cada filme. Mas a franquia se beneficia mesmo é do show de pirotecnia, barulho e efeitos especiais sempre melhores, que superam as incongruências do gênero com o tipo de atordoamento que só Hollywood é capaz de criar.
Bastidores de A Múmia revelam filmagens realistas em avião com gravidade zero
A Universal divulgou um vídeo de bastidores do novo filme de “A Múmia”, que revela como foi feita a cena de queda livre vista no trailer. Como Tom Cruise incentiva filmagens realistas, a sequência aconteceu mesmo num avião, em ambiente de gravidade zero. Para isso, a equipe modificou um avião especial que consegue anular a gravidade por um breve período, ao ir mais alto que qualquer outro. A banda OK Go fez um clipe num voo similar no ano passado. Na trama, a múmia é uma mulher poderosa (Sofia Boutella, de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que desperta após um sono milenar para levar seu terror antigo para a Londres dos dias de hoje. O elenco também destaca Annabelle Wallis (“Annabelle”), Jake Johnson (série “New Girl”), Courtney B. Vance (série “The People vs. O.J. Simpson: American Crime Story”) e Russell Crowe (“Noé”), que vive o Dr. Henry Jekyll. O roteiro do reboot foi escrito por Jon Spaihts (“Prometheus”) e a direção é de Alex Kurtzman (roteirista de “Além da Escuridão – Star Trek”), em seu segundo longa na função. “A Múmia” tem estreia agendada para 8 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Diretor de Rua Cloverfield, 10 desenvolve sci-fi misteriosa
O diretor Dan Trachtenberg, que estreou de forma convincente com a sci-fi “Rua Cloverfield, 10”, vai comandar um projeto misterioso da Universal. Tudo o que o site Deadline conseguiu apurar sobre o filme é que se chama “Space Race”, foi concebido pelo próprio Trachtenberg e escrito por Daniel Kunka (“12 Rounds”). Todo o resto é mantido em sigilo. O título tanto pode aludir à “corrida espacial” histórica dos anos 1960, entre a Rússia e os EUA, quanto a alguma trama sci-fi. Por se tratar de Trachtenberg, é mais provável que seja o último caso. Ainda não há previsão de lançamento ou detalhes sobre o elenco.
Filme do Pica-Pau ganha seu primeiro pôster
A Universal divulgou o pôster em português do filme do “Pica-Pau”, que vai misturar o passarinho animado com atores reais. O filme gira em torno de uma briga de território entre o Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson, da série “Galavant”) e sua namorada Brittany (a brasileira Thaila Ayala, de “Apneia”). Para conseguir construir a casa dos sonhos, os dois precisam derrubar o lar-doce-lar do Pica-Pau, que promete não deixar barato. A equipe responsável é especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD). O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). O roteiro ainda foi reescrito por Paul A. Kaplan e Mark Torgove, que escreveram para diversas séries de comédia dos anos 2000, como “Spin City”, “Just Shoot Me” e “George Lopez”. Curiosamente, o Brasil é o único país do mundo em que o filme teve seu lançamento anunciado até o momento. A estreia está marcada pra 5 de outubro.
Grandiosidade de A Grande Muralha deve dar prejuízo de US$ 75 milhões
“A Grande Muralha” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras no fim de semana passado e foi um grande sucesso na China. Mas o mercado americano ainda representa a medida mais importante para se avaliar o desempenho de um filme, e a produção não teve uma boa performance doméstica. Por conta disso, o site The Hollywood Reporter apurou que a produção deve gerar um prejuízo de US$ 75 milhões para seus produtores. O site afirma que quatro estúdios, Universal Pictures, Legendary, China Film Group e Le Vision Pictures, dividiram as despesas de produção, estimada em US$ 150 milhões. Porém, a Universal também arcou com os custos de marketing, em torno de US$ 80 milhões, e por isso ficará com maior fatia do prejuízo. Ao todo, o filme dirigido por Zhang Yimou e estrelado por Matt Damon somou US$ 302 milhões em todo o mundo, dos quais US$ 170 milhões vieram da China e apenas US$ 36 milhões dos EUA. O filme ainda está em cartaz, mas não há expectativa de que possa reverter o prejuízo.
Charlize Theron vai estrelar novo thriller de espionagem
Charlize Theron vai estrelar um novo filme de ação. Depois de “Mad Max – Estrada da Fúria” (2015) e do vindouro “Velozes e Furiosos 8”, a atriz está confirmada no thriller de espionagem “Need to Know”. Segundo o site da Variety, o projeto da Universal Pictures será baseado no livro homônimo, escrito pela ex-analista da CIA Karen Cleveland, que ainda não foi publicado. A trama gira em torno de uma mãe que trabalha como analista da CIA e vê a família ser ameaçada enquanto investiga uma célula de espionagem russa dentro dos Estados Unidos. Além de ser a protagonista, Charlize Theron será a produtora executiva do projeto, que ainda não definiu roteirista nem diretor.
Angelina Jolie planeja seus próximos filmes como atriz e diretora
Após lançar seu novo filme como diretora, “First They Killed My Father”, que já teve première no Camboja, Angelina Jolie planeja seu retorno à atuação. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que ela tem dois projetos em vista na Universal: um drama épico sobre a imperatriz russa Catarina, a Grande no século 18 e um thriller de espionagem passado na 2ª Guerra Mundial. O primeiro é uma adaptação do livro “Catherine the Great and Potemkin: The Imperial Love Affair”, de Simon Seabag Montefiore, enquanto o segundo se baseia no livro “The Spy Who Loved”, de Clare Mulley. Ela também está confirmada na sequência de “Malévola”, para a Disney, e considerando se envolver em “Shoot Like a Girl”, projeto da Sony Pictures baseado na história real de Mary Jenning Hegar, major da Força Aérea dos EUA que lutou contra a política que excluía participações de mulheres em situações de combate na Guerra do Afeganistão. Além disso, ela pretende se lançar como produtora de animação, desenvolvendo “The One and Only Ivan”, adaptação do livro homônimo de Katherine Applegate, e ainda planeja dirigir a adaptação do romance “Without Blood”, do autor italiano Alessandro Baricco. A trama gira em torno de uma menina que busca vingança pela morte de seu pai por inimigos de guerra.
Investigação conclui não ter havido maus tratos na filmagem de Quatro Vidas de um Cachorro
Uma investigação independente, realizada pela organização American Humane, que promove segurança e bem-estar para animais, concluiu na sexta-feira (3/2) que não houve maus tratos contra cães durante as gravações do filme “Quatro Vidas de um Cachorro”. Segundo a instituição, o vídeo divulgado pelo site TMZ, que mostra um cão sendo jogado em uma piscina de ondas por um produtor do filme e que virou destaque na imprensa internacional “descaracterizou o que aconteceu no set”. Em comunicado oficial, a “American Humane” informou que a investigação sobre a denúncia de maus tratos foi feita por um “respeitado expert” no assunto. O documento afirma que “o vídeo editado, dado para o webloide TMZ, descaracterizou os eventos que aconteceram no set”. O texto ainda acrescenta que “as decisões do indivíduo ou indivíduos que capturaram e deliberadamente editaram as filmagens e depois esperaram mais de 15 meses para liberar o vídeo manipulado, dias antes da estréia do filme, levantam sérias questões sobre seus motivos e ética”. A nota também diz que o animal que aparece sendo jogado na piscina “foi selecionado pelo seu amor pela água e foi profissionalmente treinado por seis semanas para gravar cenas desse tipo”. Desde a divulgação do vídeo, a Peta, maior organização de defesa dos animais dos EUA, decidiu atacar o filme e organizar um boicote. Integrantes da ONG chegaram a participar de piquetes no fim de semana de estreia da produção, visando constranger o público que fosse ver o longa-metragem. Mesmo assim, “Quatro Vidas de um Cachorro” se saiu bem nas bilheterias norte-americanas, estreando em 2º lugar e com a mesma média de público de outras atrações sobre animais fofos.
Vídeo de bastidores aborda diferenças entre Cinquenta Tons Mais Escuros e o primeiro filme
A Universal divulgou um vídeo de bastidores de “Cinquenta Tons Mais Escuros”, em que os atores Jamie Dornan e Dakota Johnson, o diretor James Foley e a escritora E.L. James falam sobre as diferenças entre a sequência e o filme original, que levou mais de 6,5 milhões de espectadores aos cinemas brasileiros. Mas o que realmente chama atenção, logo no primeiro segundo, é a voz de um cantor de boy band cantando “ô-ô-ô”, um corinho infantil como tema de um filme supostamente para adultos. A estreia acontece em 9 de fevereiro.
Campanha contra Quatro Vidas de um Cachorro não impede sucesso do filme nos EUA
A Universal avaliou ter tomado a decisão correta ao manter a estreia de “Quatro Vidas de um Cachorro” na data prevista, após um vídeo editado, supostamente mostrando maus tratos a um dos cachorros do filme, ter sido publicado pelo site TMZ. As imagens vieram à tona poucos dias antes da estreia prevista para a produção, e chocaram até integrantes do elenco e da equipe técnica. O estúdio reagiu cancelando a pré-estreia e as entrevistas de divulgação, enquanto realizou uma investigação interna. Tão logo observou outras imagens registradas no mesmo dia de filmagem, a postura adotada foi de rechaçar o vídeo, em comunicado oficial e em entrevistas, afirmando que as imagens teriam sido montadas de forma sensacionalista e não refletiriam o que de fato aconteceu. Em suma, o cachorro não sofreu maus tratos. Os desmentidos não desarmaram a determinação da ONG Peta de protestar contra o longa, organizando um boicote, com direito a piquetes nas portas de alguns cinemas. Outras ONGs, inclusive no Brasil, teriam se aliado ao protesto. Embora o filme tenha aberto apenas em 6º lugar no Brasil, a polêmica parece não ter afetado seu desempenho nos EUA. Pesquisas do mercado norte-americano revelaram que “Quatro Vidas de um Cachorro” foi visto por famílias inteiras, que não se deixaram influenciar pelo vídeo. A história do cão que reencarna arrecadou US$ 18,4 milhões em seu final de semana de estreia nos EUA, ocupando o 2º lugar nas bilheterias. E isto estaria dentro das expectativas do estúdio. “Estreou na posição ideal, se é que não superou as expectativas”, disse Nick Carpou, chefe de distribuição regional da Universal, para a agência Reuters. “O fato de o filme ter dado tão certo tem relação direta com a ressonância de sua mensagem. A polêmica cercando os protestos gerados por um vídeo altamente editado é difícil de ignorar. Entretanto, a bilheteria mostra que o filme está acima disso”. O executivo observou que mesmo em complexos de salas onde houve manifestações, como o Arclight de Los Angeles, o longa se saiu bem. O resultado acompanhou o montante gerado pelas estreias de outros lançamentos focados no público amante de animais, como “Resgate Abaixo de Zero” (US$ 20,1 milhões) e “Winter, O Golfinho” (US$ 19,1 milhões), sendo que nenhum desses teve que enfrentar campanha negativa por maus tratos. “Quatro Vidas de um Cachorro” custou US$ 22 milhões para ser produzido e não deve dar prejuízo.
Universal programa estreias de Minions 2, Pets 2 e Sing 2
A Universal Pictures e o estúdio de animação Illumination Entertainment preparam continuações para seus maiores sucessos. Além de “Meu Malvado Favorito 3”, que chega aos cinemas em junho, vem aí as sequências de “Minions”, “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” e “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Mas vai demorar. Muito. “Pets 2” é o que estreia mais cedo, e somente em julho de 2019. “Minions 2” está previsto para um ano depois, em julho de 2020. Por fim, “Sing 2” será a atração do Natal de 2020. Juntos, os três filmes originais renderam US$ 2,5 bilhões nas bilheterias. “Pets” faturou US$ 875,4 milhões ao redor do planeta, “Minions” fez US$ 1,1 bilhão e “Sing” arrecadou US$ 425 milhões desde dezembro.
Terror barato de M. Night Shyamalan fatura o dobro de Resident Evil 6 nas bilheterias norte-americanas
O terror “Fragmentado”, de M. Night Shyamalan (“O Sexto Sentido”), manteve a liderança das bilheterias da América do Norte (EUA e Canadá) pelo segundo fim de semana consecutivo, superando as estreias mais badaladas com US$ 26,2 milhões de arrecadação. Filmado por apenas US$ 10 milhões, a história do psicopata de múltiplas personalidades, vivido por James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), já tinha dado lucro em seus primeiros três dias de exibição. O próprio Shyamalan financiou a obra, para que pudesse manter o controle criativo e impedir interferência do estúdio. A fórmula foi a mesma de seu filme anterior, “A Visita” (2015), que custou US$ 5 milhões e rendeu US$ 98 milhões em todo o mundo, com uma fatia significativa do faturamento retornando diretamente para o diretor-produtor. Em 10 dias, “Fragmentado” já superou este montante, chegando a US$ 101,6 milhões na soma da arrecadação de diversos países – menos do Brasil, que só verá o filme daqui a dois meses, em 23 de março. A permanência de “Fragmentado” no topo pode ter sido reflexo do boicote liderado pela Peta contra a estreia de “Quatro Vidas de um Cachorro”. Um vídeo dos bastidores da produção, vazado na véspera, denunciou maus tratos de um dos animais de sua história, o que teria prejudicado seu desempenho – mesmo diante das negativas do produtor, que acusa o vídeo de ser editado com propósitos sensacionalistas. A ONG fez piquete na porta de alguns cinemas que exibiram o longa, constrangendo quem tivesse interesse em assisti-lo. Apesar disso, “Quatro Vidas de um Cachorro” conseguiu o 2º lugar, com US$ 18,3 milhões. Já “Resident Evil 6: O Capítulo Final” nem precisou de campanha negativa para fracassar. Abriu em 4º lugar, com apenas US$ 13,8 milhões. Ou seja, metade do que fez “Fragmentado” em sua segunda semana. A baixa bilheteria garante que desta vez a franquia acabou mesmo. Desastre ainda mais espetacular foi protagonizado por Matthew McConaughey na terceira estreia da semana. “Ouro” quase ficou de fora do Top 10, agarrando-se ao 10º lugar com uma bilheteria de US$ 3,4 milhões. Trata-se do terceiro fracasso seguido do ator, após “The Sea of Threes” (2015 e sequer lançado no Brasil) e “Um Estado de Liberdade” (2016), alimentando a teoria de que vencer o Oscar pode ser prejudicial para a carreira. McConaughey venceu o Oscar de Melhor Ator em 2014, por “Clube de Compra Dallas”. Detalhe: a estreia de “Ouro” está marcada apenas para maio no Brasil… Enquanto isso, no Top 5, “Estrelas Além do Tempo” (3º lugar) e “La La Land” (5º lugar) superaram simultaneamente a marca de US$ 100 milhões na bilheteria doméstica. Mas enquanto o filme das engenheiras negras da NASA ainda está iniciando sua distribuição internacional – estreia no Brasil na quinta (2/2) – , o musical já tem US$ 223,5 milhões em todo o mundo, efeito da curiosidade despertada por seu recorde de 14 indicações ao Oscar 2017. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Fragmentado Fim de semana: US$ 26,2 milhões Total EUA: US$ 77,9 milhões Total Mundo: US$ 101,6 milhões 2. Quatro Vidas de um Cachorro Fim de semana: US$ 18,3 milhões Total EUA: US$ US$ 18,3 milhões Total Mundo: US$ 23,3 milhões 3. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 104 milhões Total Mundo: US$ 104,8 milhões 4. Resident Evil 6: O Capítulo Final Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 13,8 milhões Total Mundo: US$ 78,3 milhões 5. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 12 milhões Total EUA: US$ 106,5 milhões Total Mundo: US$ 223,5 milhões 6. xXx: Reativado Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 33,4 milhões Total Mundo: US$ 89 milhões 7. Sing – Quem Canta Seus Males Espanta Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 257,4 milhões Total Mundo: US$ 463,7 milhões 8. Rogue One – Uma História Star Wars Fim de semana: US$ 5,1 milhões Total EUA: US$ 520 milhões Total Mundo: US$ 1 bilhão 9. Monster Trucks Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 28,1 milhões Total Mundo: US$ 47,5 milhões 10. Ouro Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 3,4 milhões Total Mundo: US$ 3,4 milhões
Michael Bay vai produzir sci-fi distópica que mostra os EUA falidos e comprados pela China
O cineasta Michael Bay, responsável pela franquia “Transformers”, vai produzir uma sci-fi distópica que mostrará os EUA falidos, levados à ruína após o governo de um presidente incompetente. Intitulado “Little America”, o filme foi escrito por Rowan Athale e oferecido em leilão para vários estúdios. A Universal acabou comprando a produção em parceria com Bay, na condição de que o próprio Athale a dirigisse. Ele tem apenas um longa-metragem no currículo, o thriller de baixo orçamento “Wasteland” (2012). Na trama, a situação econômica dos EUA é tão caótica que a China acaba tomando o controle do país, ao comprar suas principais empresas. Com isso, muitos cidadãos americanos viajam ao gigante asiático à procura de empregos. Mas esse verniz que sugere uma crítica ao governo de Donald Trump, não passa de pretexto para mais um plágio disfarçado de “Fuga de Nova York” (1981), já que toda esta distopia serve de pano de fundo para que um ex-militar de elite dos EUA seja contratado por um bilionário chinês para entrar em um gueto americano e resgatar sua filha. Vale lembrar que o diretor de “Fuga de Nova York”, John Carpenter, recentemente venceu uma ação de plágio contra Luc Besson por uma história similar, “Sequestro no Espaço” (2012). “Little America” ainda não tem previsão de estreia. Enquanto isso, “Transformers: O Último Cavaleiro”, próximo filme de Michael Bay, chega ao Brasil em 22 de junho.












