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    Tarantino fala do acidente de Uma Thurman, do assédio de Weinstein e se diz arrependido

    6 de fevereiro de 2018 /

    O diretor Quentin Tarantino decidiu comentar a entrevista de Uma Thurman ao jornal The New York Times, na qual ela revelou o acidente de carro que sofreu durante as filmagens de “Kill Bill”. A atriz afirmou que ficou com lesões graves, após Tarantino dispensar dublês e colocá-la em risco nas filmagens, chegando a achar que ele queria matá-la. O tom, porém, já foi outro dois dias depois, quando a atriz contou no Instagram que teve ajuda do diretor para conseguir o vídeo do acidente, culpando produtores e Harvey Weinstein por acobertarem o que ela sofreu. Ao falar ao site Deadline, Tarantino fez um mea culpa, admitindo que o acidente foi “um dos meus maiores erros” de sua vida. O cineasta explicou ao Deadline que apoiou e ajudou Uma a lembrar datas e traçar uma linha do tempo para denunciar os assédios de Harvey Weinstein, como ela fez na entrevista, e que ela também culpava o produtor de acobertar o acidente para impedi-la de pedir indenização. Ele garante que não sabia que isso tinha acontecido e que, quando ela lhe perguntou sobre o vídeo, foi atrás, 15 anos depois. “Tivemos de ir a armazéns, abrir caixas. Eu não conseguia acreditar. Não achei que encontraríamos. Mas a fita estava em ótimo estado e mostrava o acidente e o que aconteceu depois. Fiquei muito feliz de entregar para ela”. Ele ainda afirmou que sabia que o vídeo seria divulgado publicamente, mas não pensava que seria visto como antagonista da situação – a repercussão negativa inspirou ataques de estrelas de Hollywood contra o diretor nas redes sociais. Especificamente sobre o acidente, Tarantino disse: “Eu comecei a ouvir do gerente de produção, Bennett Walsh, que Uma estava insegura em filmar a cena dirigindo. Nenhum de nós havia considerado como uma cena de risco com necessidade de dublê. Era só dirigir. Talvez a gente devesse ter pensado nisso, mas não foi o que aconteceu. Tenho certeza de que quando me falaram de Uma eu rolei meus olhos. Mas não fiquei com raiva. Não fui ao trailer de Uma, gritando para ela entrar no carro.” “Eu não sei exatamente o que aconteceu. Uma tem sua suspeita, eu tenho a minha. Achei que lhe dando o vídeo, ela poderia expô-lo e algum especialista poderia entender o que de fato aconteceu”, acrescentou ele. “Eu pensei: ‘uma estrada reta é uma estrada reta’, não achei que precisaria passar por ela de novo para ver se tinha alguma diferença, vindo pelo lado oposto. É um dos maiores arrependimentos da minha vida. Como diretor, você aprende coisas e algumas vezes você aprende com esses erros horríveis. Esse foi um dos meus maiores erros, não ter separado um tempo para checar o trajeto novamente. Ela apareceu de bom humor, fez a cena, e então bateu. No início, ninguém entendeu o que aconteceu. Depois do acidente, Uma foi para o hospital e me senti totalmente em agonia com o que aconteceu. Além de um dos maiores arrependimentos da minha carreira, é um dos maiores arrependimentos da minha vida. Por vários motivos”. Tarantino diz que a cena consistia apenas em dirigir em linha reta, em um percurso aparentemente sem perigos. “Eu sabia que ela era insegura dirigindo, mas ela tinha carteira de motorista. Uma e eu temos nossos problemas quanto ao acidente. Ela me culpou por ele, e ela tem o direito de me culpar por ele. Não quis que isso acontecesse. Eu falei com ela para ela entrar no carro, tentei garantir que o trajeto estava seguro. Mas não estava”, completou. Ele explicou que não reparou em uma ondulação, uma espécie de “S” no trajeto, e que isso pode ter causado a batida. Tarantino ainda abordou a polêmica de assédio sexual, por parte de Harvey Weinstein. Ele conta que Uma foi a segunda atriz a lhe contar sobre a conduta imprópria do produtor. Sua então namorada Mia Sorvino tinha sido a primeira e ele já o havia confrontado, mas recebeu um pedido de desculpas e achou que tinha sido só aquela vez, uma coisa meio desajeitada. Quando ouviu Uma lhe relatoiu algo parecido, acreditou imediatamente na atriz. “Enquanto estávamos nos preparando para ‘Kill Bill’, Uma me contou o que ele fez. Foi aí que percebi que havia um padrão em Harvey atrair e atacar. Então, fiz Harvey se desculpar para Uma. Meu confronto com ele foi dizer que ele tinha de falar com Uma. Não adiantava pedir desculpas para mim. Ele tinha de pedir desculpas e ela tinha de aceitar, se fôssemos fazer o ‘Kill Bill’ juntos”, contou, afirmando que se isso não acontecesse não faria o filme com a Miramax, produtora de Weinstein. “Ele pediu desculpas”. “Eu não poderia ter respeitado mais Uma durante a produção do filme. Trabalhamos por mais de um ano. Treinamos por três meses. Olhe, o que aconteceu com os produtores após o acidente me parece dúbio. Não sei as respostas porque eles não queriam que ela tivesse o vídeo”, adicionou. Sobre as acusações de cuspir e estrangular Thurman em algumas cenas-chave do filme, ele confirmou. “Naturalmente, eu o fiz. Quem mais deveria? Eu não confiava (no ator) Michael Madsen, porque não sabia se iria cuspir certo, se ele aceitasse. Eu falei com Uma e disse, olhe: eu tenho de me comprometer em fazer isso com você. Eu adoro Michael, é um ator incrível, mas não confiava nele para estes trabalhos intrincados. Então, a ideia foi que eu assumiria a responsabilidade.” Quanto ao estrangulamento com corrente, ele explicou que foi uma sugestão da própria Uma, que confiava mais nele para criar uma cena de sufocamento realista com segurança, e que ela não tinha reclamado dessas coisas na entrevista do New York Times, uma vez que não foram citadas entre aspas. Tratava-se de uma apuração da repórter, descontextualizada. Tarantino também confidenciou que, após estrangular Uma, repetiu a ação com Diane Kruger em “Bastardos Inglórios” (2009). Ele também afirma que mantém a amizade com a atriz. “Eu e Uma estamos bem. Ela estava em um turbilhão, mas temos nos falado. Ela não queria que isso tivesse se voltado contra mim. Nós temos uma relação complicada, são 22 anos [na verdade, 24 anos desde ‘Pulp Fiction’]. Então, foi complicado ler o artigo.”

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    Uma Thurman defende Tarantino após repercussão da denúncia de seu acidente em Kill Bill

    6 de fevereiro de 2018 /

    Uma Thurman decidiu se pronunciar após a repercussão de sua entrevista ao jornal The New York Times no sábado (3/2), em que em que relatou um acidente que a machucou no set de filmagem de “Kill Bill”, filme de Quentin Tarantino. Após várias colegas se precipitarem na condenação de Tarantino nas redes sociais, a atriz usou o Instagram para diminuir o peso das acusações contra o diretor. A entrevista foi pesada, mas agora ela elogia o diretor por ajudá-la a conseguir as evidências que Harvey Weinstein tentou acobertar, para impedi-la de processar o estúdio. Na entrevista ela lembrou como, na última semana de filmagem de “Kill Bill”, Tarantino a pressionou a realizar uma cena num carro que uma dublê poderia fazer. Ela se recusou, por não se considerar boa motorista e por ser alertada sobre problemas no veículo pela equipe técnica, mas o diretor não queria perder tempo e lhe garantiu que tudo estava bem com o carro e com a estrada, que ela só precisava acelerar em linha reta. Entretanto, isso acabou não sendo verdade. O carro rodopiou e bateu numa árvore, deixando a atriz presa nas ferragens. “O volante estava na minha barriga e as minhas pernas presas debaixo de mim”, ela contou, dizendo ter sentido que poderia ter ficado paralisada. Sofreu traumatismos e danos irreversíveis no pescoço e nos joelhos. “Quentin e eu tivemos uma enorme discussão, e eu o acusei de tentar me matar”, ela disse. Na segunda, ela mudou o tom, ao escrever em seu Instagram: “Quentin Tarantino ficou profundamente arrependido e continua a mostrar-se arrependido desse triste evento, tanto que me deu a filmagem, anos mais tarde, para que eu pudesse expô-la à luz do dia, embora, provavelmente, este seja um caso sobre o qual nunca se fará justiça. Ele também fez isso com pleno conhecimento que esta exposição poderia causar-lhe danos pessoais, e eu estou orgulhosa dele por fazer a coisa certa e por sua coragem”. Ela aproveitou e publicou o vídeo do momento do acidente, acusando os produtores e Harvey Weinstein de impedi-la de ter acesso ao registro do acidente todos estes anos. “A forma como isso foi acobertado depois que aconteceu é que é imperdoável”, acusa. “Eu culpo Lawrence Bender, E. Bennett Walsh e o notório Harvey Weinstein por isso. Eles mentiram, destruíram evidências e continuam me contradizendo sobre o dano que sofri”. Veja o post original abaixo. i post this clip to memorialize it’s full exposure in the nyt by Maureen Dowd. the circumstances of this event were negligent to the point of criminality. i do not believe though with malicious intent. Quentin Tarantino, was deeply regretful and remains remorseful about this sorry event, and gave me the footage years later so i could expose it and let it see the light of day, regardless of it most likely being an event for which justice will never be possible. he also did so with full knowledge it could cause him personal harm, and i am proud of him for doing the right thing and for his courage. THE COVER UP after the fact is UNFORGIVABLE. for this i hold Lawrence Bender, E. Bennett Walsh, and the notorious Harvey Weinstein solely responsible. they lied, destroyed evidence, and continue to lie about the permanent harm they caused and then chose to suppress. the cover up did have malicious intent, and shame on these three for all eternity. CAA never sent anyone to Mexico. i hope they look after other clients more respectfully if they in fact want to do the job for which they take money with any decency. Uma publicação compartilhada por Uma Thurman (@ithurman) em 5 de Fev, 2018 às 10:15 PST

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    Estrelas de Hollywood condenam Quentin Tarantino após denúncias de Uma Thurman

    5 de fevereiro de 2018 /

    Diversas personalidades de Hollywood usaram o Twitter para manifestar apoio a Uma Thurman, após as revelações da entrevista publicada no sábado (3/2) no jornal The New York Times, que apenas da denuncia de abuso sexual de Harvey Weinstein, mas principalmente sobre como Quentin Tarantino quase causou sua morte nas filmagens de “Kill Bill”. As atrizes Jessica Chastain e Asia Argento e o diretor Judd Apatow foram as vozes mais ferozes a reagir contra o tratamento dispensado por Tarantino à estrela de “Kill Bill”. Na entrevista, Uma Thurman revelou que sofreu um acidente grave após ser forçada pelo cineasta a dirigir um carro por uma estrada de terra apenas para registrar um take em que aparece de costas. Ela afirma que até hoje tem sequelas físicas devido à batida do carro. Uma Thurman também revelou que Tarantino cuspiu nela e a enforcou, substituindo os atores nas cenas em que estas coisas aconteciam com ela no filme. Ela contextualiza a situação, lembrando isto se deu logo após ela relatar ao diretor que Harvey Weinstein a tinha assediado. Jessica Chastain ficou incomodada com este relato. “Eu fico imaginando Tarantino cuspindo no rosto de Uma e a estrangulando com uma corrente em ‘Kill Bill’. Quantas imagens de mulheres celebramos na mídia como casos típicos de abuso? Quando isso se tornou ‘entretenimento’ normal?”, ela tuitou. “Diretores que se inserem numa cena que descreve abuso cruzam um limite. Como um ator pode se sentir seguro quando o próprio diretor o estrangula?”, continuou. Judd Apatow, por sua vez, lembrou que Tarantino ignorou as alegações de Daryl Hannah, que também atuou em “Kill Bill”, sobre assédio de Weinstein. “Eles a tiraram da divulgação do filme na imprensa. Ninguém a ajudou. E agora Tarantino vai fazer um filme sobre Polanski. Por que alguém está financiando isso? É por isso que Weinstein não foi impedido”, ele escreveu, referindo-se também ao próximo filme de Tarantino, sobre Charles Manson, que terá Polanski entre seus personagens. Evan Rachael Wood preferiu louvar a força de Uma Thurman. “Você sempre foi uma inspiração pra mim. Obrigado por sua honestidade brutal. Não apenas sobre Harvey, mas sobre os riscos que às vezes corremos com nossas vidas”. Já Asia Argento, uma das primeiras mulheres a denunciar publicamente ter sido estuprada por Weinstein, não mediu palavras, indo direto na jugular. “Weinstein e Tarantino, que par! Um estuprador em série e um quase assassino. Não é brincadeira o que esses criminosos abomináveis ​​fizeram a Uma Thurman, antes e depois de ‘Kill Bill’. Eles colocaram sua vida, sua dignidade, sua sanidade em perigo. Queimem no inferno, doentes malditos”. Veja abaixo os tuítes originais: Love you Uma. You have always been an inspiration to me. Thank you for your brutal honesty. Not just about Harvey but about the risks we sometimes take with our lives. | This Is Why Uma Thurman Is Angry – The New York Times https://t.co/2MbKB05Xtz — #EvanRachelWould (@evanrachelwood) February 3, 2018 Uma Thurman has seen the inside of our industry for 30yrs. I have great respect for her. She is a warrior.https://t.co/xVQp0uzK5Z pic.twitter.com/6l6LY0zbLh — Jessica Chastain (@jes_chastain) February 3, 2018 I keep imagining Tarantino spitting in Uma's face and strangling her with a chain for KILL BILL. How many images of women in media do we celebrate that showcase abuse? When did this become normalized 'entertainment'? — Jessica Chastain (@jes_chastain) February 4, 2018 I keep imagining Tarantino spitting in Uma's face and strangling her with a chain for KILL BILL. How many images of women in media do we celebrate that showcase abuse? When did this become normalized 'entertainment'? — Jessica Chastain (@jes_chastain) February 4, 2018 Directors inserting themselves into a scene depicting abuse is crossing a boundary. How can an actor feel safe when your director is strangling you? — Jessica Chastain (@jes_chastain) February 4, 2018 Tarantino also ignored Daryl Hannah’s complaints when she was harassed by Harvey Weinstein.They kicked her off the press tour.Nobody helped her. And now Tarantino is going to make a movie about Polanski. Why is someone financing this? This is why Weinstein wasn’t stopped. $$$$ https://t.co/WlSVFEoVN4 — Judd Apatow (@JuddApatow) February 3, 2018 Weinstein and Tarantino, what a pair! A serial rapist and a near murderer. It’s no fucking joke what these abhorrent criminals did to Uma Thurman, before and after #KillBill. They put her life, her dignity, her sanity in danger. Burn in hell you sick fucks. pic.twitter.com/VpD2oT1ETZ — Asia Argento (@AsiaArgento) February 3, 2018 FUCK TARANTINO FOREVER — Asia Argento (@AsiaArgento) February 3, 2018

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    Uma Thurman revela acidente que a fez crer que Tarantino queria matá-la

    3 de fevereiro de 2018 /

    Além de relatar ter enfrentado violento assédio sexual de Harvey Weinstein, Uma Thurman revelou ao jornal The New York Times que sofreu um acidente muito grave durante as filmagens de “Kill Bill”, a ponto de achar que Quentin Tarantino estava tentando matá-la. O acidente aconteceu logo após ela contar pela segunda vez para Tarantino que odiava Weinstein desde que tinha sido assediada, o que fez o cineasta ir tirar satisfações com o produtor. Ela relata que, em seguida, começaram as filmagens de “Kill Bill”. E ela percebeu uma agressividade maior que o comum da parte do diretor. Tarantino teria feito questão de agredi-la pessoalmente, cuspindo na sua cara, na cena em que Michael Madsen faz isso no filme, e a enforcando com uma corrente, na cena de luta contra Chiaki Kuriyama. Na última semana de produção, Tarantino a pressionou a realizar uma cena num carro que uma dublê poderia fazer. Ela se recusou, por não se considerar boa motorista e por ser alertada sobre problemas no veículo pela equipe técnica, mas o diretor não queria perder tempo e lhe garantiu que tudo estava bem com o carro e com a estrada, que ela só precisava acelerar em linha reta. Entretanto, isso acabou não sendo verdade. O carro rodopiou e bateu numa árvore, deixando a atriz presa nas ferragens. “O volante estava na minha barriga e as minhas pernas presas debaixo de mim”, ela contou, dizendo ter sentido que poderia ter ficado paralisada. Sofreu traumatismos e danos irreversíveis no pescoço e nos joelhos. “Quentin e eu tivemos uma enorme discussão, e eu o acusei de tentar me matar”, ela disse. Isso deixou o cineasta nervoso. Foi a vez de Ethan Hawke, então casado com Uma Thurman, ir até o set para confrontar o diretor. “Cara, ela é uma grande atriz e não uma dublê”, disse o ator, que foi entrevistado pelo Times, revelando que Tarantino ficou “muito arrependido e pediu perdão”. Aquele incidente revelou para a atriz até que ponto ia a “desumanização” no meio cinematográfico, colocando vidas em perigo. “Harvey me atacou [sexualmente], mas isso não me matou. O que me afetou mesmo foi o acidente, foi sentir que tinha sido agredida de tal forma que ficara vulnerável”, ela disse. “E apenas para que o diretor fizesse um take barato”. Ela exigiu ver as filmagens do acidente, mas nem Tarantino nem Weinstein permitiram. Apesar disso, ela e Tarantino precisaram promover “Kill Bill” juntos. E as brigas pessoais se intensificaram, a ponto de sepultarem a parceria da dupla. Logo em seguida, Tarantino filmou um filme de acidentes de carros, “À Prova de Morte” (2007), em que mulheres morriam de todas as formas em batidas de veículos. O filme promoveu Zoë Bell, dublê de Uma, a atriz principal. Uma continuou exigindo as filmagens durante anos, mas só conseguiu pegá-las recentemente, após o escândalo sexual de Weinstein vir à tona. Tarantino teria ficado pasmo com a extensão dos abusos do produtor e lhe cedeu as filmagens. A atriz forneceu um vídeo do acidente ao jornal – que pode ser visto abaixo. Ela diz que nunca se recuperou fisicamente. E com isso sua carreira sofreu. “Eu caí de colaboradora criativa e protagonista à condição de uma ferramenta quebrada”, comparou. “Mas Quentin finalmente mostrou arrependimento depois de 15 anos, certo?”, disse, referindo-se à entrega do vídeo. “Não que isso importe agora, com meu pescoço permanentemente danificado e meus joelhos quebrados”. Para Uma, a decisão de revelar essa história, tantos anos depois, tem a ver com o contexto de acerto de contas em curso em torno da violência contra as mulheres. Procurado, Quentin Tarantino não respondeu à reportagem do Times. Logo após as denúncias de assédio de Weinstein se tornarem conhecidas, o diretor confessou ao jornal que sabia de alguns casos. “Eu sabia o suficiente para fazer mais do que eu fiz. Existia mais do que apenas rumores ou fofocas normais. Eu não sabia de ouvir falar. Eu sabia que ele tinha feito algumas dessas coisas”, contou Tarantino. “Eu gostaria de ter tomado alguma atitude contra o que ouvi. Se eu tivesse feito o que podia ser feito, não deveria mais trabalhar com ele”.

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    Uma Thurman denuncia violência sexual sofrida nas mãos de Harvey Weinstein

    3 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Uma Thurman se juntou à lista de mulheres que acusam o produtor Harvey Weinstein de assédio, abuso e violência sexual. Em entrevista publicada nesta sábado (3/2) no jornal The New York Times, a atriz disse que Weinstein a atacou sexualmente em 1994, num quarto de hotel em Londres, após a avant-première inglesa de “Pulp Fiction” (1994), de Quentin Tarantino. O filme foi produzido e distribuído pela Miramax, empresa de Weinstein. “Ele me empurrou para baixo. Tentou se enroscar em mim. Tentou se expor. Fez várias coisas desagradáveis, mas, na realidade, não se esforçou muito para me imobilizar. Foi mais como se eu fosse um animal se contorcendo para entrar ali. Como uma lagartixa”, descreveu a atriz. Antes disso, Uma Thurman relatou um primeiro incidente, num hotel de Paris. Na ocasião, ele teria vestido um roupão de banho durante uma reunião sobre um projeto e a quis levar a uma sauna. Quando ela questionou o motivo, o produtor ficou “nervoso” e foi embora. Ela contou que era amiga da família de Weinstein, especialmente da primeira mulher do produtor, Eve Chilton, e que estranhou o fato dele assediá-la. Até a situação escalar em Londres, quando ameaçou contar tudo. Uma marcou um encontro com Weinstein para conversar sobre o incidente, onde desabafou. Disse que, se ele tratasse outras mulheres da mesma forma, “perderia a sua carreira, reputação e família.” A atriz afirma não se lembrar do que ocorreu depois. Uma amiga que a esperava na entrada do hotel revelou que ela apareceu “com os olhos doidos e totalmente fora de controle”. A amiga afirmou que, na ocasião, Uma disse que Weinstein tinha ameaçado acabar com a sua carreira. Após este incidente, ela continuou tendo que conviver com o produtor em eventos sociais, mas passou a considerá-lo seu inimigo. A Miramax continuou produzindo filmes da atriz, inclusive os dois volumes de “Kill Bill”, dirigidos por Tarantino em 2003 e 2004. Em nota à revista The Hollywood Reporter, um porta-voz de Weinstein admitiu que ele passou uma “cantada desajeitada” na atriz, mas negou tê-la assediado fisicamente, acrescentando que essa é a primeira vez que ele ouve falar na história e se disse espantado dela decidir compartilhá-la depois de 25 anos. Weinstein deve estar mesmo muito espantado, pois também ouviu falar pela primeira vez de outras 50 histórias similares. Durante a avalanche de denúncias de assédio sexual contra o produtor, no ano passado, Uma Thurman chegou a sugerir em pelo menos duas ocasiões que tinha uma história para contar. Durante o Dia de Ação de Graças, ela agradeceu no Instagram que o escândalo que acabou com a carreira de Weinstein estivesse acontecendo devagar. “Você não merece uma bala”, ela disparou.

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    Uma Thurman diz que Harvey Weinstein merece sofrer lentamente

    23 de novembro de 2017 /

    Uma Thurman finalmente abordou Harvey Weinstein num comentário nas redes sociais. Havia muita expectativa sobre o que ele diria, já que a atriz estrelou alguns dos maiores sucessos do produtor, “Pulp Fiction” (1994) e “Kill Bill” (2003), ambos dirigidos por Quentin Tarantino. E ela usou uma imagem do segundo filme no Instagram para engatar o assunto, celebrando o sofrimento de Weinstein na mídia. A atriz vinha evitando comentar o escândalo sexual e chegou a explicar o motivo, em entrevista ao programa Access Hollywood. Na ocasião, disse que estava esperando sua raiva diminuir antes de contar sua própria história. “Aprendi que, quando me expresso com raiva, geralmente me arrependo do que disse. Então, estou esperando me sentir menos irritada e, quando estiver pronta, vou dizer o que tenho a dizer”, ela afirmou no começo de novembro. Pois a raiva já deve ter começado a passar. A mensagem no Instagram teve como tema o Dia de Ação de Graças, em que os americanos agradecem por tudo o que conquistaram ao longo do ano, e inclui a hashtag “metoo”, usada por vítimas de abuso sexual para compartilhar suas histórias. Na lista de coisas que ela agradece está a forma como o escândalo que acabou com a carreira de Weinstein esteja acontecendo devagar. “Você não merece uma bala”, ela disparou. Veja a íntegra do post abaixo, em que ela promete que tem mais por vir – “fiquem sintonizados”. “Estou grata hoje por estar viva, por todos aqueles que eu amo e por todos aqueles que têm a coragem de se erguer pelos outros. Eu disse que estava com raiva recentemente, e eu tenho alguns motivos, #metoo, no caso de você não perceber pelo olhar do meu rosto. Eu sinto que é importante fazer as coisas a seu tempo, ser justo, ser correto, então… Feliz Dia de Ação de Graças para todos! (Exceto para você Harvey e todos os seus conspiradores perversos – fico feliz que isso esteja acontecendo devagar – você não merece uma bala) – fiquem sintonizados”. H A P P Y T H A N K S G I V I N G I am grateful today, to be alive, for all those I love, and for all those who have the courage to stand up for others. I said I was angry recently, and I have a few reasons, #metoo, in case you couldn’t tell by the look on my face. I feel it’s important to take your time, be fair, be exact, so… Happy Thanksgiving Everyone! (Except you Harvey, and all your wicked conspirators – I’m glad it’s going slowly – you don’t deserve a bullet) -stay tuned Uma Thurman Uma publicação compartilhada por Uma Thurman (@ithurman) em Nov 23, 2017 às 12:58 PST

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    Anne Hathaway e Matthew McConaughey voltam a contracenar na primeira foto de suspense misterioso

    27 de julho de 2017 /

    A produtora IM Global divulgou a primeira imagem de “Serenity, suspense que volta a juntar Anne Hathaway e Matthew McConaughey após trabalharem juntos em “Interestelar” (2014). O filme tem roteiro e direção de Steven Knight (criador das séries “Peaky Blinders” e “Taboo”) e sua premissa ainda não foi divulgada. As informações existentes dizem respeito apenas ao personagem de McConaughey, que viverá o capitão de um navio pesqueiro, alcançado de forma dramática por seu passado. O elenco também inclui Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), Uma Thurman (“Kill Bill”) e Djimon Hounson (“Guardiões da Galáxia”). Ainda não há previsão para a estreia.

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    Drama iraniano clandestino vence a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes

    27 de maio de 2017 /

    O drama iraniano “Lerd” (A Man Of Integrity) foi o vencedor da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2017. Filmado em segredo pelo diretor Mohammad Rasoulof, o longa é uma crítica ao regime opressor iraniano. A trama se concentra num professor perseguido politicamente por ter feito protestos contra a qualidade da comida de uma fábrica. É a terceira vez que Rasoulof é premiado na mostra Um Certo Olhar. Em 2011, conquistou o prêmio de Melhor Diretor por “Goodbye”, mas já na ocasião enfrentou censura política, tendo sido proibido de sair de seu país para participar do festival francês. Ele acabou condenado a seis anos de prisão pela mensagem “subversiva” de seus filmes. Mesmo assim, rodou clandestinamente “Manuscritos não Queimam”, justamente sobre a experiência de ser um preso político, premiado pela crítica na Um Certo Olhar de 2013. Destinada a exibir obras com uma linguagem mais experimental, a mostra Um Certo Olhar é a seção paralela de maior prestígio de Cannes, seguida pela Semana da Crítica, cuja edição deste ano foi vencida pelo filme brasileiro “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Barbosa O júri presidido pela atriz Uma Thurman também premiou o americano Taylor Sheridan como Melhor Diretor, por “Wind River”, um thriller violento sobre a morte de uma jovem numa reserva indígena nos Estados Unidos, estrelado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen (ambos de “Vingadores: Era de Ultron”). Neste ano, Sheridan já tinha sido indicado ao Oscar como Roteirista, por “A Qualquer Custo”. Os demais premiados foram o mexicano “Las Hijas de Abril”, de Michel Franco, sobre a gravidez de uma adolescente, que venceu o Prêmio do Júri, a atriz italiana Jasmine Trinca, como Melhor Intérprete por “Fortunata”, e o francês Mathieu Almaric com uma Menção Honrosa pela direção “Barbara”. Vencedores da Mostra Um Certo Olhar 2017 Melhor Filme “Lerd” (A Man Of Integrity) – Irã Melhor Direção Taylor Sheridan (“Wind River”) – Estados Unidos Melhor Atuação Jasmine Trinca (“Fortunata”) – Itália Prêmio do Juri “Las Hijas de Abril” – México Menção Honrosa Mathieu Almaric (“Barbara”) – França

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    Uma Thurman vai presidir o juri da mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2017

    23 de abril de 2017 /

    A atriz americana Uma Thurman será presidente do júri da mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2017, composta por filmes de linguagem mais ousada e fora do convencional dirigidos por jovens cineastas. Mostra paralela mais prestigiada do Festival de Cannes, a competição deste ano inclui os novos filmes dos franceses Mathieu Amalric (mais conhecido como ator, mas também diretor de “Turnê”) e Laurent Cantet (“Entre os Muros da Escola”), do italiano Sergio Castellitto (“Não se Mova”), do mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”), do japonês Kiyoshi Kurosawa (“Creepy”), do iraniano Mohammad Rasoulof (“Manuscritos Não Queimam”) e do americano Taylor Sheridan (ator e roteirista de “A Qualquer Custo”). A lista completa dos filmes pode ser conferida neste link, com a programação principal do festival. Não é a primeira vez que Uma Thurman participa de um júri em Cannes. Em 2011, ela fez parte do corpo de jurados da mostra competitiva presidido por Robert De Niro. O Festival de Cannes de 2017 vai acontecer de 17 a 28 de maio na Riviera francesa.

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    Uma Thurman vai encontrar serial killer em novo filme de Lars Von Trier

    7 de março de 2017 /

    A atriz Uma Thurman vai voltar a trabalhar com Lars Von Trier, após a parceria em “Ninfomaníaca” (2013). Seu papel não foi divulgado, mas não é difícil imaginar seu destino na trama, uma vez que o novo filme do cineasta, “The House That Jack Built”, é sobre um serial killer. O personagem será vivido por Matt Dillon (série “Wayward Pines”), que rememora cinco assassinatos cometidos por ele ao longo de um período de 12 anos, relatando os fatos a um homem chamado Verge (vivido por Bruno Ganz, de “O Leitor”). O elenco também inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Sofie Gråbøl (série “Fortitude”) e Siobhan Fallon Hogan (também de “Wayward Pines”), como mulheres que entram em contato com o serial killer enquanto ele “tenta criar sua última obra”. As filmagens vão acontecer em Trollhätan (Suécia) e Copenhague (Dinamarca) a partir deste mês e a estreia é esperada apenas para 2018.

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    Veja fotos de Jessica Chastain, Julianne Moore e Nicole Kidman para o calendário Pirelli 2017

    29 de novembro de 2016 /

    A Pirelli divulgou as primeiras fotos de seu calendário de 2017, que reúne 14 atrizes premiadas das mais diferentes idades, inclusive estrelas veteranas. A lista inclui Lea Seydoux, Alicia Vikander, Rooney Mara, Jessica Chastain, Kate Winslet, Julianne Moore, Charlotte Rampling, Uma Thurman, Nicole Kidman, Robin Wright, Lupita Nyong’o, Penelope Cruz, Helen Mirren e Zhang Ziyi. Além delas, Anastacia Ignatova, professora de Ciências Políticas na Universidade de Moscou, também foi fotografada. Elas foram fotografadas pelo alemão Peter Lindbergh, que já produziu o calendário outras duas vezes. Segundo Lindbergh, que também liberou imagens das sessões em seu Instagram, a proposta é retratar a beleza feminina sem destacar padrões de beleza. “Numa época em que as mulheres são apresentadas pela mídia e por toda parte como embaixadoras da perfeição e da beleza, pensei que seria importante lembrar a todos que existe uma beleza diferente, mais real e autêntica, e não manipulada pela propaganda ou outra coisa qualquer. Uma beleza que fala da individualidade, da coragem de ser quem se é e da sensibilidade”, explicou o fotógrafo, em comunicado. “O sistema atual, baseado no consumo, oferece um único tipo de beleza, demasiadamente ligado à ideia de juventude e de perfeição. Mas essa ideia de beleza não tem relação com a realidade e com as mulheres”, completou Lindbergh. As sessões fotográficas foram realizadas entre maio e junho deste ano, em Berlim, Los Angeles, Nova York, Londres e na praia francesa de Le Touquet. Em agosto, a Pirelli divulgou um vídeo sobre os bastidores da produção. O calendário será composto por 40 imagens, incluindo retratos e ambientes. Além das fotos em estúdio, há também registros feitos em cenários como ruas, fast-foods e hotéis decadentes no centro de Los Angeles, no Times Square, em Nova York, no teatro Sophiensale, em Berlim, nos telhados dos estúdios em Nova York e em Londres, e na praia de Le Touquet.

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    Pirelli divulga fotos e vídeo de bastidores do calendário 2017 com atrizes de cinema

    31 de agosto de 2016 /

    A Pirelli divulgou fotos e um vídeo dos bastidores da produção de seu próximo calendário. A produção vai reunir diversas atrizes premiadas das mais diferentes idades, inclusive estrelas veteranas. A lista inclui Lea Seydoux, Alicia Vikander, Rooney Mara, Jessica Chastain, Kate Winslet, Julianne Moore, Charlotte Rampling, Uma Thurman, Nicole Kidman, Robin Wright, Lupita Nyong’o,Penelope Cruz, Helen Mirren e Zhang Ziyi. As famosas foram fotografadas pelo alemão Peter Lindbergh, que já produziu o calendário outras duas vezes. O calendário Pirelli é publicado anualmente desde 1963. No começo, reunia apenas jovens sensuais, em poses seminuas, que eram endeusadas nas garagens de borracharias. Mas, aos poucos, a produção passou a reunir mulheres de perfis mais variados, com diferentes estilos, etnias e idades, e o calendário se tornou referência de estilo e bom gosto.

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    Uma Thurman e Alexandra Daddario vão estrelar novo filme da diretora de Persépolis

    26 de janeiro de 2016 /

    As atrizes Uma Thurman (“Kill Bill”) e Alexandra Daddario (“Terremoto – A Falha de San Andreas”) estão em negociações finais para estrelar “The Extraordinary Journey of the Fakir” (a viagem extraordinária do faquir), novo filme dirigido pela artista iraniana Marjane Satrapi (“Persépolis”). Segundo o site Variety, a produção terá um elenco internacional, que ainda inclui Gemma Arterton (“Gemma Bovary”), Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), Laurent Lafitte (“Relacionamento à Francesa”), Abel Jafri (“Timbuktu”), Seema Biswas (“Os Filhos da Meia-Noite”) e o astro de Bollywood Dhanush (“Maari”), que terá o papel principal, em sua estreia numa produção falada em inglês. Artista de quadrinhos transformada em cineasta na adaptação de sua obra “Persépolis” (2007), Satrapi fez sua estréia em inglês com o suspense de humor negro “As Vozes”, estrelado por Ryan Reynolds em 2014. O novo filme é baseado no best-seller de Romain Puértolas, cujo título completo é “The Extraordinary Journey of the Fakir Who Got Trapped in an Ikea Wardrobe”, lançado em 2014 e já traduzido para 35 idiomas. O romance segue a peregrinação de um vigarista da Índia para Paris, onde ele se apaixona por uma mulher e, acidentalmente, se vê deportado com um grupo de refugiados africanos para os confins extremos da Europa. “É uma história sobre o amor, magia e aventura e se passa em três continentes. Sou atraído por histórias de fantasia e eu adoro criar mundos que não existem, imaginando as coisas de maneiras maiores e mais belas”, disse Satrapi, em comunicado. O roteiro foi escrito por Luc Bossi (“A Espuma dos Dias”) e pretende juntar a trama fantasiosa com o drama contemporâneo dos refugiados na Europa, sem, entretanto, perder o humor do texto original. As filmagens vão começar em junho, com locações em Paris, Roma, Jodhpur e Casablanca. Ainda não há previsão para a estreia.

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