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  • Série

    Estreia de Wisdow of the Crowd rende maior audiência do fim de semana e as piores críticas

    2 de outubro de 2017 /

    Três novas séries estrearam no domingo (1/10) na TV aberta americana. E apenas uma registrou uma audiência expressiva. A série “Wisdow of the Crowd” foi vista por 8,88 milhões de telespectadores na rede CBS, apesar de seu conceito batido – mais uma série de bilionário que acha que pode resolver os problemas do mundo, como as recentes “APB” e “Pure Genius”, ambas canceladas na 1ª temporada. Graças à grande sintonia, a série se tornou o programa de ficção mais visto da TV no fim de semana nos Estados Unidos. Superou até mesmo o antigo campeão “NCIS: Los Angeles”, que estreou sua 9ª temporada com 8,48 milhões de telespectadores. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário de tecnologia brilhante, que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Jeremy Piven (série “Entourage”) vive o protagonista, Natalia Tena (a Osha de “Game of Thrones”, irreconhecível) é sua principal assistente no projeto e Richard T. Jones (série “Santa Clarita Diet”) interpreta o detetive policial encarregado de checar as informações recebidas. Vale ressaltar que, apesar da grande audiência, a série teve um registro modesto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes): 1,4 pontos. A pontuação é exatamente a mesmo da estreia de “Ghosted” na Fox, que, entretanto, foi vista por menos da metade do público de “Wisdom of the Crowd”: 3,56 milhões de tespectadores. Criada por Tom Gormican (roteirista do filme “Namoro ou Amizade”), a série de comédia paranormal é uma mistura de “Arquivo X” e “Homens de Preto”. Por motivos obscuros, uma organização chamada Underground recruta um segurança cético e um vendedor que acredita em alienígenas, vividos respectivamente por Craig Robinson (série “The Office”) e Adam Scott (série “Parks and Recreation”), para resolver casos misteriosos, que envolvem fenômenos paranormais. Por fim, o suspense “Ten Days in the Valley” teve quase a mesma audiência, 3,47 milhões de telespectadores, mas marcou apenas 0,6 ponto na demo. É um começo complicada para a produção da rede ABC. Criada por Tassie Cameron (que criou também a bem-sucedida série canadense “Rookie Blue”), a atração traz Kyra Sedgwick, que estrelou a série policial “The Closer” por sete temporadas, no papel de uma produtora-roteirista de serie policial. Mas a metalinguagem não se limita a essa ironia. Na trama, Sedgwick vive Jane Sadler, uma produtora de televisão sobrecarregada e mãe solteira que passa por um divórcio turbulento. Quando sua filha desaparece, o mundo de Jane – e a controversa série policial que produz – implode. Para o detetive policial vivido por Adewale Akinnuoye-Agbaje (“Esquadrão Suicida”), os demais roteiristas da série são suspeitos, assim como o ex-marido e todos que possuem acesso à residência. Aos poucos, fica claro que todos possuem segredos e ninguém é confiável. O sucesso ou o fracasso das séries vai depender da audiência dos próximos episódios. Afinal, apesar de ter liderado a audiência, “Wisdom of the Crowd” foi a estreia mais malhada pela crítica, com apenas 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Nesta disputa, “Ten Days in the Valley” saiu-se bem melhor, com 62% de aprovação. Por este critério, a melhor das três é “Ghosted”, com 74% de críticas favoráveis.

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  • Série

    Volta de Will & Grace é vista por 10 milhões nos Estados Unidos

    29 de setembro de 2017 /

    A estreia do revival de “Will & Grace” superou expectativas e foi a série mais assistida da noite de quinta-feira (28/9) nos Estados Unidos, segundo dados de monitoramento da Nielsen. Vista por 10M (milhões) de telespectadores, praticamente empatou com o público que preferiu ver uma partida de futebol americano em outro canal (10,7M). Considerada a noite mais competitiva da TV americana, a quinta também teve a volta de “Grey’s Anatomy” (7,95M), “Chicago Fire” (7,18M) e “How to Get Away with Murder” (4M). E além de superar todas as demais atrações de diferentes horários, “Will & Grace” ainda ajudou o restante da programação da rede NBC a aumentar sua audiência. Numa estratégica temática, o canal juntou suas comédias na quinta, resultando num aumento da média de público de “Superstore” (4,5M) e “The Good Place” (4,6M) em relação à temporada passada, enquanto “Great News” (5,1M) registrou sua melhor audiência desde a estreia da 1ª temporada em abril. Em compensação, a situação de “Gotham” (2,9M) preocupa diante de concorrência tantos carros-chefes de audiência. A série da Fox teve o pior público de sua história.

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  • Série

    SEAL Team leva a melhor na disputa entre as séries militares estreantes

    29 de setembro de 2017 /

    Na disputa entre as séries militares que debutam nesta temporada, “SEAL Team” saiu-se melhor. A atração estrelada por David Boreanaz (série “Bones”) foi vista por 9,7M (milhões) de telespectadores ao vivo em sua estreia na rede CBS. Foi o programa mais assistido da noite de quarta (27/9) nos Estados Unidos, mas curiosamente teve baixo impacto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes), registrando apenas 1,5 pontos. Mesmo assim superou “Criminal Minds”, que no ano passado foi exibido no mesmo dia e horário com média de público de 7,5M e 1,4 pontos. Mas a comparação que faz mais sentido é com seu rival temático da rede NBC, “The Brave”, a primeira das três séries militares de 2017 a estrear na programação americana. E, em franco contraste, “The Brave” foi a estreia mais fraca de sua noite, vista por 6M de telespectadores na segunda (25/9). Ainda é cedo para definir se este contraste indica qual será renovada e qual será cancelada. Mas o declínio natural de interesse em relação aos próximos episódios de ambas as séries pode solidificar tendências. Já a terceira série militar, “Valor”, só estreia em 9 de outubro no CW, mas dificilmente terá os mesmos números das outras duas, considerando que seu canal tem a pior audiência (mas também o maior demo relativo) entre as redes de TV dos Estados Unidos.

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  • Sofia Vergara
    Etc,  Série

    Sofia Vergara é a atriz mais bem paga da TV americana pelo sexto ano consecutivo

    27 de setembro de 2017 /

    A atriz Sofia Vergara manteve a fama de atriz mais bem paga da televisão americana pelo sexto ano consecutivo, segundo o levantamento anual da revista Forbes. Somando seu salário em “Modern Family” e seus contratos de publicidade, a atriz colombiana faturou US$ 41,5 milhões. O valor é muito superior aos rendimentos da 2ª colocada, a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”), que ganhou US$ 26M (milhões). E isto que Cuoco chega a receber US$ 1 milhão por episódio, o salário feminino mais alto da TV americana. As próximas da lista receberam metade da quantia arrematada pela intérprete de Penny em “Big Bang Theory”. Mindy Kaling (“The Mindy Project”), com US$ 13M, Ellen Pompeo (“Grey’s Anatomy”), também com US$ 13M, e Mariska Hargitay (“Law & Order: SVU”), com US$ 12,5M, completam o Top 5. Uma curiosidade do ranking é a inclusão da atriz Robin Wright (“House of Cards”) em 9º lugar, com US$ 9M, após reclamar e exigir receber o mesmo que seu parceiro masculino na série. Apesar disso, ela diz que foi enganada na negociação, e apesar do aumento continuou recebendo menos que Kevin Spacey. “Me disseram que eu estava recebendo pagamento igualitário e eu acreditei neles, mas descobri recentemente que não é verdade”, ela denunciou. Confira abaixo a lista das 10 atrizes mais bem pagas da TV americana. 1. Sofia Vergara: US$ 41,5M (“Modern Family”) 2. Kaley Cuoco: US$ 26M (“The Big Bang Theory”) 3. Mindy Kaling: US$ 13M (“The Mindy Project”) 4. Ellen Pompeo: US$ 13M (“Grey’s Anatomy”) 5. Mariska Hargitay: US$ 12,5M (“Law & Order: SVU”) 6. Julie Bowen: US$ 12M (“Modern Family”) 7. Kerry Washington: US$ 11M (“Scandal”) 8. Priyanka Chopra: US$ 10M (“Quantico”) 9. Robin Wright: US$ 9M (“House of Cards”) 10. Pauley Perrette: US$ 8,5M (“NCIS”)

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  • Filme

    Oscar 2017 tem pior audiência da década nos EUA

    27 de fevereiro de 2017 /

    O público americana não esperava que o Oscar 2017 fosse virar o assunto obrigatório da semana, do mês, quem sabe do ano. Prova disso foi sua relativa baixa audiência. 32,9 milhões de telespectadores sintonizaram a premiação ao vivo, rendendo 9,1 pontos na demografia cobiçada dos telespectadores entre 18 aos 49 anos. Parece muito, mas os números representam uma queda de 4% em relação ao ano passado e registram a mais baixa audiência do Oscar nesta década. É o pior público desde que “Menina de Ouro” venceu o Oscar 2005 de Melhor Filme. Mas, graças à curiosidade gerada pelos memes da confusão causada pela vitória de “La La Land”, ops, “Moonlight”, estes números podem aumentar muito em reprises e gravações digitais. A propósito, o Oscar de melhor audiência do século 21 foi apresentado em 2014 por Ellen DeGeneres e premiou “12 Anos de Escravidão”.

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  • Etc,  Série

    Premiação do Emmy 2017 terá novas categorias

    26 de fevereiro de 2017 /

    A organização do Emmy Awards, principal premiação da TV americana, anunciou a inclusão de duas novas categorias e algumas mudanças para a edição de 2017 de seu prêmio. As novas categorias são Melhor Supervisão Musical, que vai homenagear contribuições criativas feitas por supervisores de música, e Melhor Elenco de Reality Show, que premiará os responsáveis por formar os elencos dos programas do gênero. Além disso, a categoria de Melhor Fotografia de Série agora será dividida em duas subcategorias: para Série de Uma Hora e de Série de Meia-Hora. Outras novidades aconteceram nas categorias digitais, incluindo Melhor Programa Interativo Original. Estes novos prêmios não serão exibidos na transmissão do Emmy 2017. Eles serão apresentados, junto com os demais prêmios técnicos, no fim de semana anterior à cerimônia oficial, que neste ano acontecerá em 17 de setembro com apresentação de Stephen Colbert, âncora do programa “The Late Show with Stephen Colbert”.

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  • Etc,  Série

    Stephen Colbert vai apresentar a premiação do Emmy 2017

    23 de janeiro de 2017 /

    A cerimônia do Emmy Awards 2017 só vai acontecer em setembro, mas a rede CBS se antecipou e já anunciou quem será o apresentador da premiação: Stephen Colbert. A escolha resulta num fato curioso. Colbert será o quarto comediante e apresentador de programa noturno de entrevistas a comandar uma grande premiação norte-americana em 2017. Os outros são Jimmy Fallon, que já fez o Globo de Ouro, Jimmy Kimmel, que apresentará o Oscar e James Corden, selecionado pelo Grammy. “Será o maior público a testemunhar o Emmy, ponto final. Tanto pessoalmente como ao redor do mundo”, declarou Stephen Colbert, ao revelar sua participação, e já fazendo uma piada em referência à primeira mancada do secretário de imprensa da presidência dos Estados Unidos, Sean Spicer. O porta-voz de Trump enfatizou a audiência da posse do novo presidente sem revelar quaisquer números, mas denotando o exagero. O Emmy Awards 2017 vai acontecer em 17 de setembro, um domingo, no Microsoft Theater, em Los Angeles.

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  • Etc,  Filme,  Série

    La La Land vence tudo e quebra recorde em consagração no Globo de Ouro

    9 de janeiro de 2017 /

    O musical “La La Land” venceu todos os sete troféus a que concorria no Globo de Ouro 2017: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Direção e Roteiro Original (ambos de Damien Chazelle), Canção e Trilha Sonora (ambos de Justin Hurwitz). A soma é recorde na premiação, que geralmente é mais parcimoniosa. Na verdade, desde os anos 1970 um filme não tinha tamanha consagração entre os jornalistas que compõem a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood. Dois dramas detinham o recorde anterior, de seis vitórias: “Um Estranho no Ninho” (1975) e “Expresso da Meia Noite” (1978). Em tempos mais recentes, a última vez em que um filme recebeu mais de três Globos de Ouro foi em 2009, com “A Rede Social”. Entretanto, isto não aumenta nem diminui o favoritismo de “La La Land” para o Oscar, uma vez que os eleitores são outros. Além disso, o prêmio é completamente idiossincrático, a começar por separar um musical como “La La Land” dos filmes dramáticos. O Melhor Filme de Drama, a propósito, foi “Moonlight”, favorito da categoria, enquanto o prêmio de Ator de Drama ficou com Casey Affleck, por “Manchester À Beira-Mar”, e o de Atriz com Isabelle Huppert, por “Elle”. O suspense francês também venceu como Melhor Filme em Língua Estrangeira, apesar de não figurar entre os finalistas do Oscar. Em seu agradecimento, Huppert se emocionou bastante e frisou que o cinema não tem fronteiras, reforçando o melhor discurso da noite, proferido por Meryl Streep. Homenageada com um prêmio pela carreira, Meryl tratou de lembrar que boa parte de Hollywood era composta por estrangeiros, de Natalie Portman a Ruth Negga, fator relevante diante da eleição de um presidente de plataforma xenófoba. “Hollywood está repleta de forasteiros e estrangeiros, e se você nos chutar todos para fora (do país), você não terá nada para assistir, exceto futebol e MMA, que não são arte”, a diva sentenciou. A mensagem teve especial repercussão no evento organizado por estrangeiros, que, além de premiar um francesa como Melhor Atriz, também se rendeu à supremacia britânica nas categorias televisivas. Com três Globos de Ouro, a minissérie inglesa “The Night Manager” foi a atração mais premiada da TV, confrontando o favoritismo de “The People vs. O.J. Simpson” – que mesmo assim saiu com dois troféus. Outra vitória do Reino Unido se deu na cobiçada categoria de Melhor Série de Drama, onde “The Crown” superou “Game of Thrones” e outras séries mais badaladas. A atriz Claire Foy, intérprete da rainha Elizabeth II em “The Crown”, ainda venceu como Melhor Atriz. Entre as atrações de comédias, “Atlanta” foi a grande vitoriosa, como Melhor Série e Ator, prêmio conquistado por seu criador Donald Glover. As premiações de “Atlanta” e “The Crown” ainda mantiveram a tradição do Globo de Ouro de destacar séries em 1ª temporada. Entretanto, o mais curioso no balanço televisivo é verificar a completa e absoluta derrota das produções da HBO em todas as categorias. Até a série invisível “Goliath”, da Amazon, ausente das discussões de melhores do ano, foi premiada, via reconhecimento ao desempenho de Billy Bob Thornton como Melhor Ator de Drama. Claro, reza a lenda que nada é realmente surpreendente no Globo de Ouro. E, por coincidência, Jeff Bezos, proprietário da Amazon, estava presente na cerimônia em mesa bem situada. Não só isso: teve seu nome e ego agraciados pelo apresentador Jimmy Fallon logo no esquete de abertura. A Amazon ainda é coprodutora de “Manchester à Beira-Mar” que, novamente por coincidência, também levou o prêmio cinematográfico na mesma categoria – Melhor Ator de Drama. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Indicados ao Globo de Ouro 2017 CINEMA Melhor Filme – Drama “Moonlight Melhor Filme – Comédia/Musical “La La Land” Melhor Diretor Damien Chazelle, por “La La Land” Melhor Ator em Drama Casey Affleck, por “Manchester à Beira-Mar” Melhor Atriz em Drama Isabelle Huppert, por “Elle” Melhor Ator em Comédia/Musical Ryan Gosling, por “La La Land” Melhor Atriz em Comédia/Musical Emma Stone, por “La La Land” Melhor Ator Coadjuvante Aaron Taylor Johnson, por “Animais Noturnos” Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis, por “Fences” Melhor Roteiro Damien Chazelle, por “La La Land” Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme Estrangeiro “Elle” (França) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz, por “La La Land” Melhor Canção “City of Stars”, de “La La Land” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “The Crown” Melhor Série de Comédia/Musical “Atlanta” Melhor Minissérie ou Telefilme “The People vs. OJ Simpson – American Crime Story” Melhor Atriz em Série de Drama Claire Foy, por “The Crown” Melhor Ator em Série de Drama Billy Bob Thornton, por “Goliath” Melhor Ator em Série de Comédia Donald Glover, por “Atlanta” Melhor Atriz em Série de Comédia Tracy Ellis Ross, por “Black-ish” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Tom Hiddleston, por “Night Manager” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Sarah Paulson, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Olivia Colman, por “The Night Manager” Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Hugh Laurie, por “The Night Manager”

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  • Etc,  Filme,  Série

    Globo de Ouro exibe sua divertida irrelevância neste domingo

    8 de janeiro de 2017 /

    A cerimônia de entrega do Globo de Ouro 2017, que acontece na noite deste domingo (8/1) em Los Angeles, com apresentação de Jimmy Fallon, é uma das premiações de menor importância no calendário de congratulações de ano novo de Hollywood. Nela, uma associação de 90 jornalistas estrangeiros entrega troféus para seus filmes, séries e astros favoritos, com direito às idiossincrasias típicas de grupinho de amigos. O grande paradoxo é que, mesmo fazendo o possível para virar piada – apresentadores bêbados, “Perdido em Marte” como Melhor Comédia – , o evento só perde em espaço midiático para o Oscar. Em parte, devido justamente ao espetáculo que oferece: prêmios disparados e astros com bebidas à vontade para virar meme no dia seguinte. Para quem leva a sério seus prêmios, como uma espécie de “termômetro” do Oscar, as coincidências são puro cálculo matemático. A verdade é que, ao dividir suas categorias cinematográficas entre Drama e Comédia ou Musical, a Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood simplesmente dobra suas chances de “coincidir” com os vencedores da Academia. Ou seja, enquanto o Oscar premia um Melhor Ator, o Globo de Ouro premia dois – em Drama e Comédia ou Musical. Entretanto, assim também evita os principais tira-teimas da temporada. Afinal, a vitória de “La La Land” como Melhor Comédia ou Musical é aposta garantida, sem que se veja seu desempenho frente a “Moonlight”, o favorito como Melhor Drama. Na edição 2017 do Globo de Ouro, “La La Land” concorre em sete categorias: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Direção e Roteiro Original (ambos de Damien Chazelle), Canção e Trilha Sonora. Enquanto isso, “Moonlight” está indicado a seis troféus: Melhor Filme de Drama, Ator Coadjuvante (Mahershala Ali), Atriz Coadjuvante (Naomie Harris), Direção e Roteiro Original (ambos de Barry Jenkins) e Trilha Sonora. Apenas as três últimas categorias são compartilhadas entre os gêneros, situações em que se poderá ver um confronto entre “Moonlight” e “La La Land”. A lista cinematográfica ainda chama atenção pela inclusão do drama de guerra “Até o Último Homem”, que representa a volta do diretor Mel Gibson às cerimônias de premiação – o filme recebeu dois prêmios do Critics Choice! Entre os demais candidatos a Melhor Filme de Drama estão “Manchester à Beira-Mar”, de Kenneth Lonergan, “A Qualquer Custo”, de David Mackenzie, e “Lion”, de Garth Davis. O prêmio também destaca o melhor da produção televisiva, evidenciando, em suas seleções, uma obsessão em reconhecer novidades. A renovação entre os premiados de TV é impressionante, e geralmente resulta em consagrações precoces de programas que acabam esquecidos na edição seguinte. Quem mais, senão o Globo de Ouro, anteciparia “Brooklyn Nine-Nine” como Melhor Comédia na metade de sua 1ª temporada? Na disputa de Melhor Série de Drama, apenas “Game Of Thrones” é veterano. Todas os seus concorrentes estrearam esse ano: “The Crown”, “Stranger Things”, “This Is Us” e “Westworld”. O lado positivo dessa pressa em apontar tendências – que nem sempre se confirmam – tem sido uma pressão maior sobre o Emmy, obrigando o “Oscar televisivo” a abandonar as teias de aranha que costumavam acompanham seus troféus até recentemente – quando eram dados às mesmas produções, ano após ano. Graças a aspecto colateral, os prêmios de TV do Globo de Ouro, por mais disparatados que pareçam num primeiro momento, acabam tendo maior importância que qualquer teoria sobre o troféu servir de “bafômetro” para o Oscar. A cerimônia da 74ª edição do Globo de Ouro poderá ser acompanhada ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT, a partir das 22 horas. Confira abaixo a lista completa dos indicados ao prêmio. Indicados ao Globo de Ouro 2017 CINEMA Melhor Filme – Drama “Manchester à Beira-Mar “Moonlight “Lion – Uma Jornada para Casa” “A Qualquer Custo” “Até o Último Homem” Melhor Filme – Comédia/Musical “La La Land” “20th Century Women” “Sing Street” “Deadpool” “Florence – Quem é Essa Mulher?” Melhor Diretor Barry Jenkins, por “Moonlight” Damien Chazelle, por “La La Land” Kenneth Lonergan, por “Manchester à Beira-Mar” Mel Gibson, por “Até o Último Homem” Tom Ford, por “Animais Noturnos” Melhor Ator em Drama Casey Affleck, por “Manchester à Beira-Mar” Viggo Mortensen, por “Capitão Fantástico” Denzel Washington, por “Fences” Andrew Garfield, por “Até o Último Homem” Joel Edgerton, por “Loving” Melhor Atriz em Drama Amy Adams, por “A Chegada” Isabelle Huppert, por “Elle” Natalie Portman, por “Jackie” Ruth Negga, por “Loving” Jessica Chastain, por “Miss Sloane” Melhor Ator em Comédia/Musical Ryan Gosling, por “La La Land” Hugh Grant, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Colin Farrell, por “The Lobster” Ryan Reynolds, por “Deadpool” Jonah Hill, por “Cães de Guerra” Melhor Atriz em Comédia/Musical Emma Stone, por “La La Land” Meryl Streep, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Lily Collins, por “Rules Don´t Apply” Annette Bening, por “20th Century Women” Haille Steinfield, por “Quase 18” Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali, por “Moonlight” Jeff Bridges, por “A Qualquer Preço” Dev Patel, por “Lion – Uma Jornada para Casa” Aaron Taylor Johnson, por “Animais Noturnos” Simon Helberg, por “Florence – Quem é Essa Mulher” Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis, por “Fences” Nicole Kidman, por “Lion – Uma Jornada para Casa” Michelle Williams, por “Manchester à Beira-Mar” Naomie Harris, por “Moonlight” Octavia Spencer, por “Estrelas Além do Tempo” Melhor Roteiro Kenneth Lonergan, por“Manchester à Beira-Mar” Damien Chazelle, por “La La Land” Barry Jenkins, por“Moonlight” Tom Ford, por“Animais Noturnos” Taylor Sheridan,, por“A Qualquer Custo” Melhor Animação “Kubo e as Cordas Mágicas” “Zootopia” “My Life as Zucchini” “Moana” “Sing” “Trolls” Melhor Filme Estrangeiro “Toni Erdmann” (Alemanha) “Elle” (França) “Neruda” (Chile) “O Apartamento” (Irã) “Divines” (França) Melhor Trilha Sonora Jóhan Jóhannsson, por “A Chegada” Volker Bertelmann e Dustin O’Halloran, por “Lion” Justin Hurwitz, por “La La Land” Nicholas Britell, por “Moonlight” Benjamin Wallfisch, Pharrell Williams e Hans Zimmer, por “Estrelas Além do Tempo” Melhor Canção “Can’t Stop the Feeling”, de “Trolls” “City of Stars”, de “La La Land” “Faith”, de “Sing” “Gold”, de “Gold” “How Far I’ll Go”, de “Moana” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “The Crown” “Game of Thrones” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” Melhor Série de Comédia/Musical “Atlanta” “Black-ish” “Mozart in the jungle” “Transparent” “Veep” Melhor Minissérie ou Telefilme “American Crime” “The Dresser” “The Night Manager” “The Night Of” “The People vs. OJ Simpson” Melhor Atriz em Série de Drama Caitriona Balfe, por “Outlander” Claire Foy, por “The Crown” Keri Russell, por “The Americans” Winona Ryder, por “Stranger Things” Evan Rachel Wood, por “Westworld” Melhor Ator em Série de Drama Rami Malek, por “Mr. Robot” Bob Odenkirk, por “Better Call Saul” Matthew Reese, por “The Americans” Liev Schreiber, por “Ray Donovan” Billy Bob Thornton, por “Goliath” Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson, por “Black-ish” Gael Garcia Bernal, por “Mozart in the Jungle” Donald Glover, por “Atlanta” Nick Nolte, por “Graves” Jeffrey Tambor, por “Transparent” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Bloom, por “Crazy Ex-Girlfriend” Julia Louis-Dreyfus, por “Veep” Sarah Jessica Parker, por “Divorce” Gina Rodriguez, por “Jane, The Virgin” Tracy Ellis Ross, por “Black-ish” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Riz Ahmed. por “The Night Of” Bryan Cranston, por “All the Way” John Turturro, por “The Night Of” Tom Hiddleston, por “Night Manager” Courtney B. Vance, por “People v. OJ Simpson” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Felicity Huffman, por “American Crime” Riley Keough, por “The Girlfriend Experience” Sarah Paulson, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Charlotte Rampling, por “The London Spy” Kerry Washington, por “Confirmation” Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Olivia Colman, por “The Night Manager” Lena Headey, por “Game of Thrones” Mandy Moore, por “This Is Us” Chrissy Metz, por “This Is Us” Thandie Newton, por “Westworld” Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Sterling K. Brown, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Hugh Laurie, por “The Night Manager” John Lithgow, por “The Crown” Christian Slater, por “Mr. Robot” John Travolta, por “People v. OJ Simpson: American crime story”

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  • Série

    Midseason: Grimm volta por cima, Sleepy Hollow implode e Emerald City não impressiona

    8 de janeiro de 2017 /

    A midseason começou oficialmente com a estreia de “Emerald City” na sexta-feira (6/1). Reinvenção da fábula clássica de “O Mágico de Oz” com direção do cineasta Tarsem Singh (“Espelho, Espelho Meu”), a série teve exibição simultânea no Brasil pelo canal pago Fox1, mas seu desempenho não impressionou nos EUA. A atração iniciou sua carreira televisiva diante de 4,7 milhões de telespectadores, logo após a estreia da última temporada de “Grimm”, assistida por público similar, 4,4 milhões. Difícil acreditar que “Grimm” foi cancelada pela rede NBC e acabará ao final de sua 6ª temporada, especialmente quando a audiência de seu retorno superou a de todos os episódios exibidos na temporada passada. Em compensação, “Sleepy Hollow” afundou de vez na estreia de sua 4ª temporada. O primeiro episódio da nova fase, sem a personagem Abbie Mills (Nicole Behari), foi visto por apenas 2,2 milhões de telespectadores, números que apontam para o cancelamento da série na rede Fox. Mas as maiores audiências da sexta ficaram bem acima das estreias, com as séries que retornaram de seus hiatos. Foram cinco: “Last Man Standing” (7,7 milhões) e “Dr. Ken” (5,5) na ABC, e “MacGyver” (8,4 milhões), “Hawaii Five-0” (10 milhões) e “Blue Bloods” (10,7 milhões) na CBS.

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  • Etc,  Série

    Game of Thrones, Westworld e Stranger Things vão disputar prêmio dos Produtores dos EUA

    7 de janeiro de 2017 /

    O sindicato dos Produtores dos EUA divulgou a lista dos indicados a seu prêmio anual, os PGA Awards, nas categorias televisivas. E, como esperado, a lista é dominada por atrações da Netflix, HBO e FX. Mas enquanto a Netflix domina a disputa por Melhor Série de Drama, não emplacou nenhuma comédia na seleção. O vencedor do ano passado em comédia, “Transparent”, não foi selecionado, mas “Game of Thrones” é favorito para bisar sua vitória em drama. Por sinal, chama atenção a quantidade de produções de sci-fi e fantasia na disputa: duas em minisséries/telefilmes (“Black Mirror” e “Sherlock”) e três em drama (“Game of Thrones”, “Stranger Things” e “Westworld”. As indicações de cinema serão divulgadas em 12 de janeiro. Como o PGA tem um dos principais grupos de votantes da Academia, cerca de 6 mil produtores do cinema e TV, o prêmio funciona como um termômetro do Oscar. A cerimônia de premiação acontece no dia 28 de janeiro. Confira abaixo a lista dos indicados. Indicados ao PGA Awards 2017: Televisão Melhor Minissérie ou Telefilme Black Mirror The Night Manager The Night Of The People v O.J. Simpson: American Crime Story Sherlock: The Abominable Bride Melhor Série de Drama Better Call Saul Game of Thrones House of Cards Stranger Things Westworld Melhor Série de Comédia Atlanta Black-ish Modern Family Silicon Valley Veep Melhor Série Não-ficcional 30 for 30 60 minutos Hamilton’s America Making a Murderer Melhor Reality de Competição The Amazing Race America Ninja Warrior Lip Sync Battle Top Chef The Voice Melhor Programa de Entretenimento ou Talk Show Full Frontal with Samantha Bee Last Week Tonight with John Oliver Real Time with Bill Masher Saturday Night Live Melhor Programa Infantil Garota Conhece o Mundo (Girl Meets World) Octonauts School of Rock Vila Sésamo (Sesame Street) Bob Esponja Calça Quadrada (SpongeBob SquarePants) Melhor Série Digital 30 for 30 Shorts Comedians in Cars Getting Coffee Epic Rap Battles of History Marvel’s Agents of SHIELD: Academy National Endowment for the Arts: United States of Arts

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  • Série

    Quantidade de séries bate recorde com 455 atrações exibidas nos EUA em 2016

    26 de dezembro de 2016 /

    Um levantamento de final de ano sobre as séries da TV americana, divulgado pelo canal pago FX, confirmou que o atual momento é de pico de produção – “peak TV”, como os críticos dos EUA estão chamando. A quantidade de séries no ar – seja na TV ou em plataformas de streaming – é recorde. Foram produzidas nada menos que 455 temporadas de atrações diferentes em 2016. O total representa um aumento de 8% em relação a 2015, que já tinha sido definido como um ato histórico para as séries. Para se ter noção de como o investimento em séries cresceu, no começo da década o total de atrações produzidas mal passava de 200. A diferença fica por conta da chegada das empresas de streaming no negócio. A Netflix e seus concorrentes Amazon, Hulu e outras estão multiplicando a oferta de séries como nunca se viu antes. Ao todo, há atualmente 91 atrações diferentes oferecidas apenas via conexão de internet. E já no começo de 2017 vai ter o lançamento de uma nova plataforma nos EUA, a CBS All Access, que vai estrear com o lançamento de duas séries muito esperadas: “The Good Fight”, spin-off de “The Good Wife”, e “Star Trek: Discovery”, retorno do universo trekker à produção seriada. Além disso, canais que não produziam séries também entraram recentemente no segmento, como o History, o WGN America e o Epix, que lançou este ano as suas duas primeiras atrações, a comédia política “Graves” e o thriller de espionagem “Berlin Station”, por sinal já renovadas. A expectativa é de novo recorde no final do próximo ano. Confira abaixo, o gráfico de crescimento da produção de séries americanas divulgada pelo FX.

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  • Música

    La La Land lidera lista de indicados ao Globo de Ouro 2017

    12 de dezembro de 2016 /

    A Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood divulgou a lista dos indicados a seu prêmio anual. E poucas horas após conquistar a “versão americana” dessa eleição, o Critics Choice Awards, o musical “La La Land” voltou a chamar atenção com o maior número de indicações ao Globo de Ouro 2017. O romance musical entre um pianista e uma aspirante a atriz concorre em sete categorias: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Ator (Ryan Gosling), Atriz (Emma Stone), Direção e Roteiro Original (ambos de Damien Chazelle), Canção e Trilha Sonora. Mas como o Globo de Ouro divide suas premiações de cinema entre os gêneros de Drama e Comédia (ou Musical), o evento também consagra um segundo Melhor Filme. E neste lado do espectro cinematográfico, a vantagem é do drama indie “Moonlight”, indicado a seis troféus: Melhor filme de Drama, Ator Coadjuvante (Mahershala Ali), Atriz Coadjuvante (Naomie Harris), Direção e Roteiro Original (ambos de Barry Jenkins) e Trilha Sonora. Apenas as três últimas categorias são compartilhadas entre os gêneros, levando a um confronto entre “Moonlight” e “La La Land”. A lista cinematográfica ainda chama atenção pela inclusão do drama de guerra “Até o Último Homem”, que representa a volta do diretor Mel Gibson às cerimônias de premiação – o filme recebeu dois prêmios do Critics Choice! Entre os demais candidatos a Melhor Filme de Drama estão “Manchester à Beira-Mar”, de Kenneth Lonergan, “A Qualquer Custo”, de David Mackenzie, e “Lion”, de Garth Davis. Com isso, ficaram de fora “Sully – O Herói do Rio Hudson”, de Clint Eastwood, e “Silêncio”, de Martin Scorsese. Nenhum dos dois filmes apareceu em qualquer categoria. Não se sabe, porém, se “Silêncio” chegou a ser exibido em tempo hábil para a imprensa estrangeira de Hollywood. O Brasil também não emplacou indicação na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, que será disputada entre dois longas franceses, “Divines” e “Elle”, além de “Neruda” (Chile), “O Apartamento” (Irã) e “Toni Erdmann” (Alemanha). Na disputa televisiva, o domínio mais amplo é de “American Crime Story: O Povo contra O.J. Simpson” nas categorias de Minissérie ou Telefilme, com cinco indicações. Por sinal, este ano deixou bem claro que se não houver uma cisão entre Minisséries e Telefilmes, nenhum longa televisivo voltará a ser indicado à prêmios. Veja-se os candidatos atuais e os que disputaram o Critics Choice. Apesar dessa força da atração do canal FX e da programação do HBO como um todo, veja-se suas 14 indicações, a lista de concorrentes do Globo de Ouro não se concentra apenas na TV paga. Os membros da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood também consomem bastante streaming. A ponto de produções da Amazon estarem tão bem representadas quanto as da Netflix. Há também destaque para produções da TV aberta, como as comédias do canal CW, a minissérie “American Crime” e o drama “This Is Us”. Como sempre, a principal tendência vista nas indicações é a busca incessante por novidades. Na disputa de Melhor Série de Drama, apenas “Game Of Thrones” é veterano. Todas os seus concorrentes estrearam esse ano: “The Crown”, “Stranger Things”, “This Is Us” e “Westworld”. A cerimônia da 74ª edição do Globo de Ouro acontece em Los Angeles, no dia 8 de janeiro, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT. Conheça outras opções de exibição neste link. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/filmes/veja-lista-completa-de-indicados-ao-globo-de-ouro-20631746#ixzz4SdTh675x © 1996 – 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. CINEMA Melhor Filme – Drama “Manchester à Beira-Mar “Moonlight “Lion – Uma Jornada para Casa” “A Qualquer Custo” “Até o Último Homem” Melhor Filme – Comédia/Musical “La La Land” “20th Century Women” “Sing Street” “Deadpool” “Florence – Quem é Essa Mulher?” Melhor Diretor Barry Jenkins, por “Moonlight” Damien Chazelle, por “La La Land” Kenneth Lonergan, por “Manchester à Beira-Mar” Mel Gibson, por “Até o Último Homem” Tom Ford, por “Animais Noturnos” Melhor Ator em Drama Casey Affleck, por “Manchester à Beira-Mar” Viggo Mortensen, por “Capitão Fantástico” Denzel Washington, por “Fences” Andrew Garfield, por “Até o Último Homem” Joel Edgerton, por “Loving” Melhor Atriz em Drama Amy Adams, por “A Chegada” Isabelle Huppert, por “Elle” Natalie Portman, por “Jackie” Ruth Negga, por “Loving” Jessica Chastain, por “Miss Sloane” Melhor Ator em Comédia/Musical Ryan Gosling, por “La La Land” Hugh Grant, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Colin Farrell, por “The Lobster” Ryan Reynolds, por “Deadpool” Jonah Hill, por “Cães de Guerra” Melhor Atriz em Comédia/Musical Emma Stone, por “La La Land” Meryl Streep, por “Florence – Quem é Essa Mulher?” Lily Collins, por “Rules Don´t Apply” Annette Bening, por “20th Century Women” Haille Steinfield, por “Quase 18” Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali, por “Moonlight” Jeff Bridges, por “A Qualquer Preço” Dev Patel, por “Lion – Uma Jornada para Casa” Aaron Taylor Johnson, por “Animais Noturnos” Simon Helberg, por “Florence – Quem é Essa Mulher” Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis, por “Fences” Nicole Kidman, por “Lion – Uma Jornada para Casa” Michelle Williams, por “Manchester à Beira-Mar” Naomie Harris, por “Moonlight” Octavia Spencer, por “Estrelas Além do Tempo” Melhor Roteiro Kenneth Lonergan, por“Manchester à Beira-Mar” Damien Chazelle, por “La La Land” Barry Jenkins, por“Moonlight” Tom Ford, por“Animais Noturnos” Taylor Sheridan,, por“A Qualquer Custo” Melhor Animação “Kubo e as Cordas Mágicas” “Zootopia” “My Life as Zucchini” “Moana” “Sing” “Trolls” Melhor Filme Estrangeiro “Toni Erdmann” (Alemanha) “Elle” (França) “Neruda” (Chile) “O Apartamento” (Irã) “Divines” (França) Melhor Trilha Sonora Jóhan Jóhannsson, por “A Chegada” Volker Bertelmann e Dustin O’Halloran, por “Lion” Justin Hurwitz, por “La La Land” Nicholas Britell, por “Moonlight” Benjamin Wallfisch, Pharrell Williams e Hans Zimmer, por “Estrelas Além do Tempo” Melhor Canção “Can’t Stop the Feeling”, de “Trolls” “City of Stars”, de “La La Land” “Faith”, de “Sing” “Gold”, de “Gold” “How Far I’ll Go”, de “Moana” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “The Crown” “Game of Thrones” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” Melhor Série de Comédia/Musical “Atlanta” “Black-ish” “Mozart in the jungle” “Transparent” “Veep” Melhor Minissérie ou Telefilme “American Crime” “The Dresser” “The Night Manager” “The Night Of” “The People vs. OJ Simpson” Melhor Atriz em Série de Drama Caitriona Balfe, por “Outlander” Claire Foy, por “The Crown” Keri Russell, por “The Americans” Winona Ryder, por “Stranger Things” Evan Rachel Wood, por “Westworld” Melhor Ator em Série de Drama Rami Malek, por “Mr. Robot” Bob Odenkirk, por “Better Call Saul” Matthew Reese, por “The Americans” Liev Schreiber, por “Ray Donovan” Billy Bob Thornton, por “Goliath” Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson, por “Black-ish” Gael Garcia Bernal, por “Mozart in the Jungle” Donald Glover, por “Atlanta” Nick Nolte, por “Graves” Jeffrey Tambor, por “Transparent” Melhor Atriz em Série de Comédia Rachel Bloom, por “Crazy Ex-Girlfriend” Julia Louis-Dreyfus, por “Veep” Sarah Jessica Parker, por “Divorce” Gina Rodriguez, por “Jane, The Virgin” Tracy Ellis Ross, por “Black-ish” Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme Riz Ahmed. por “The Night Of” Bryan Cranston, por “All the Way” John Turturro, por “The Night Of” Tom Hiddleston, por “Night Manager” Courtney B. Vance, por “People v. OJ Simpson” Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme Felicity Huffman, por “American Crime” Riley Keough, por “The Girlfriend Experience” Sarah Paulson, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Charlotte Rampling, por “The London Spy” Kerry Washington, por “Confirmation” Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Olivia Colman, por “The Night Manager” Lena Headey, por “Game of Thrones” Mandy Moore, por “This Is Us” Chrissy Metz, por “This Is Us” Thandie Newton, por “Westworld” Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme Sterling K. Brown, por “People v. OJ Simpson: American crime story” Hugh Laurie, por “The Night Manager” John Lithgow, por “The Crown” Christian Slater, por “Mr. Robot” John Travolta, por “People v. OJ Simpson: American crime story”

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