Nick Jonas entra na nova sci-fi do diretor de No Limite do Amanhã
O cantor Nick Jonas entrou em “Chaos Walking”, a nova sci-fi de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), que pode originar uma franquia cinematográfica. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele será o filho do vilão, interpretado por Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”), e rivalizará com o protagonista, vivido por Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”). O elenco central ainda conta com Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”). Com o papel, o caçula dos Jonas Brothers demonstra intensão de se dedicar à carreira de ator, após estrelar a elogiada série “Kingdom” e filmar participação na continuação/reboot de “Jumanji”, ao lado de Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”). “Chaos Walking” é uma adaptação do romance “The Knife of Never Letting Go”, escrito por Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). No Brasil, o livro foi lançado como “O Motivo” e a saga recebeu o nome de “Mundo em Caos”. Adaptada por Jamie Linden (“Querido John”), a trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta a civilização, fazendo com que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (papel de Mikkelsen) culpar os nativos do planeta pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt (papel de Holland) tentar impedir o genocídio. Daisy Ridley, por sua vez, interpretará Viola, uma garota descoberta por Todd num lugar onde nenhuma mulher deveria existir. Para complicar ainda mais, ela é a única pessoa que consegue esconder seus pensamentos, tornando-a particularmente ameaçadora para os homens que dominam aquele mundo. A distribuição é da Lionsgate e a previsão de estreia é para março de 2019. Caso o filme seja bem sucedido, há mais dois livros de Patrick Ness que continuam a trama: “A Missão” (The Ask and the Answer) e “A Guerra” (Monsters of Men).
Carros 3 é o melhor filme da trilogia animada da Pixar
Ninguém pediu “Carros 3”, mas a Pixar foi lá e fez. Por quê? Porque esse é o produto mais voltado para a criançada que o estúdio tem em seu acervo. Aceite: esse é o verdadeiro público-alvo das aventuras de McQueen e Mate. Mas pode ficar tranquilo que o filme é bem melhor que “Carros 2” (o que não seria muito difícil). E ainda saímos no lucro, afinal conclui o arco de Relâmpago McQueen com extrema dignidade – se “Carros 3” for o último da série, claro. Em qualquer franquia lucrativa do cinema, a decisão de ajustar o tom dos episódios seguintes de acordo com a idade dos fãs que cresceram com o filme original é, digamos, um tanto arriscada (do ponto de vista dos negócios que rolam nesse setor). A Pixar poderia fazer “Carros” para sempre e do mesmo jeito, já que a animação não é como “Harry Potter”, com atores de carne e osso, que envelhecem e amadurecem, assim como seu público. Mas Relâmpago McQueen está velho em “Carros 3”. E, pior, não sabe disso. Tenta, inclusive, superar em vão um carro de corrida moderno com os features mais atuais que a tecnologia pode proporcionar. Em uma cena chocante – até mesmo para os fãs que acompanham essa história desde 2006 –, McQueen capota feio na pista após acelerar tudo que pode, e é obrigado a dar um tempo para se recuperar, treinar muito e tentar dar a volta por cima superando o novo rival. Ora, ele decide a hora de parar. Ou será que é o tempo que decide? Eis a questão. Dizem, por exemplo, que um jogador de futebol morre duas vezes. Uma delas quando se aposenta. Máxima que deve servir para todos os atletas. Enfim, a franquia sempre quis homenagear a febre americana por carros. Mas, no fundo, foi uma oportunidade para revisitar temas de produções e gêneros que marcaram o cinema hollywoodiano com a presença de diferentes modelos de automóveis. A Pixar se agarrou aos dramas de mensagens positivas de Frank Capra no primeiro “Carros”, homenageou os filmes de agentes secretos em “Carros 2” e, agora, a influência é de “Rocky” – mais ainda das continuações da série estrelada e criada por Sylvester Stallone, cujo longa original foi elogiado na época de seu lançamento por ninguém menos que… Frank Capra. E Mate, o personagem coadjuvante mais popular da franquia? Ele está no filme, mas após as críticas a “Carros 2” (2011), a Pixar optou claramente por reduzir sua participação, assim como George Lucas foi obrigado a fazer com Jar Jar Binks, em “Star Wars: Ataque dos Clones” (2002) e “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005). Talvez “Carros 3” pudesse ser ainda mais melancólico para combinar com seus emocionantes minutos finais, como, por sinal, “Toy Story 3” (2010) não teve medo de ser. Mas o miolo de “Carros 3” apronta algumas gracinhas para arrancar risadas e o público infantil não estranhar tanto. Até que vem o final. E que final. Por mais que possa levar os marmanjos às lágrimas, a solução encontrada para fechar o ciclo de Relâmpago McQueen não só honra o legado do personagem como as próprias inspirações da Pixar em algumas das melhores histórias de superação já contadas pelo cinema. Fãs que cresceram com McQueen – e adultos – devem aceitar bem a conclusão. Mas fico pensando o que os pequeninos, que viram McQueen somente em home video, irão pensar. Se fosse para apostar, eu diria que também não deve ser um problema, afinal as novas gerações surgem para evoluir nossos modelos ultrapassados. E a evolução que o filme aponta é um futuro com menos preconceito e machismo, onde o cinema destaca protagonistas femininas fora de comédias românticas e papéis de princesas, mães ou donas de casa – percepções que a própria Disney vem ajudando a mudar com seus filmes recentes. Se “Carros” é uma franquia imperfeita, ao menos seu desfecho termina bem. Com ou sem Relâmpago McQueen.
Mads Mikkelsen negocia viver vilão distópico em nova sci-fi
Dois atores de “Star Wars” podem se enfrentar em uma nova sci-fi. O ator Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”) negocia o papel de vilão em “Chaos Walking”. Se o acordo for firmado, ele vai enfrentar Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), além de Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A produção será dirigida por Doug Liman (“No Limite do Amanhã”) e leva às telas o romance “The Knife of Never Letting Go”, escrito por Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). No Brasil, o livro foi lançado como “O Motivo” e a saga recebeu o nome de “Mundo em Caos”. Adaptada por Jamie Linden (“Querido John”), a trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando uma anomalia atinge a civilização humana e permite que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (papel negociado por Mikkelson) tentar destruir uma civilização nativa chamada Sparckles, culpando-a pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt, último menino de Prentisstown, tentar impedir o genocídio. Holland vai viver o jovem Todd e Daisy interpretará Viola, uma garota descoberta por ele num lugar onde nenhuma mulher deveria existir. Para complicar ainda mais, ela é a única pessoa que consegue esconder seus pensamentos, tornando-a particularmente ameaçadora para os homens que dominam aquele mundo. A distribuição é da Lionsgate e a previsão de estreia é para março de 2019. Caso o filme seja bem sucedido, há mais dois livros de Patrick Ness que continuam a trama: “A Missão” (The Ask and the Answer) e “A Guerra” (Monsters of Men).
Primeiras impressões de Planeta dos Macacos: A Guerra falam em melhor filme do ano
A 20th Century Fox realizou as primeiras sessões de “Planeta dos Macacos: A Guerra” para a imprensa norte-americana. Embora as críticas estejam embargadas, já que falta praticamente um mês para a estreia do longa nos Estados Unidos, muitos jornalistas não se contiveram e foram ao Twitter compartilhar suas impressões. E pelo que se pode ler, o filme deve ser o melhor da trilogia. Mais que isso, seria o melhor filme pipoca do ano. Os elogios são rasgadíssimos, tendo até quem se animasse para o próximo filme de Batman, que terá o mesmo diretor. Veja abaixo alguns dos comentários feitos no Twitter por editores e críticos de cinema dos Estados Unidos. “Por favor, assistam esse filme no cinema, e assistam novamente. Recompense esse tipo de esforço. Faça Hollywood notá-lo. Não é um típico blockbuster de verão. A tensão emocional é um dos pontos mais altos.” (Kristopher Tapley, revista Variety) “Se você pensava que não poderia se emocionar tanto após Logan, está errado.” (Grae Drake, site Rotten Tomatoes) “‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ é mágico. Macacos cavalgando em cavalos na neve e nuances em todas as atuações, símias e humanas! Matt Reeves é o cara!” (Harry Knowles, site Ain’t It Cool) “O melhor filme do verão chegou… É oficial! ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ é incrível! Profundo, sombrio e épico! A Origem, O Confronto e A Guerra = Uma das melhores trilogias já feitas em todos os tempos.” (Scott Mantz, site Access Hollywood) “Após ver ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’, posso dizer: o próximo filme do Batman vai ficar incrível”. (Nigel W. Smith, site The Wrap) Dirigido por Matt Reeves, “Planeta dos Macacos: A Guerra” em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Produtor afirma que franquia Velozes e Furiosos acaba no 10º filme
Depois do recorde de estreia mundial, a franquia “Velozes e Furiosos” parecia que ia acelerar até o infinito. Mas as explosões tem prazo de validade, segundo o produtor Neal Moritz. Em entrevista ao site Collider, ele afirmou que a saga vai terminar em 2021, com o 10º filme. O produtor afirmou que a ideia é completar a franquia com mais dois filmes, como já tinha sido revelado anteriormente por Vin Diesel. “Nosso plano é fazer o mais rápido possível, temos uma grande história e precisamos estar prontos para finalizar. E, honestamente, temos bons temas e coisas que estamos discutindo, mas ainda não chegamos lá. Nós meio que temos o ponto final da franquia, mas não sabemos o ponto intermediário ainda”, explicou o produtor. A finalização da franquia, que é mais bem-sucedida do estúdio Universal, deve ter outros motivos além da simples “conclusão” da história. A equação inclui contratos que se encerram no elenco, e custariam um “Homem de Ferro” para serem renovados, mas não deve ser descartada a hipótese do desmembramento dos velozes e furiosos em spin-offs, que manteriam o universo dos personagens nos cinemas. Em seu fim de semana de estreia, “Velozes e Furiosos 8” arrecadou US$ 532 milhões em todo o mundo, quantia que muito filme que se diz blockbuster não atinge em toda a sua trajetória em cartaz. O filme também teve a maior estreia de 2017 no Brasil.
Cinquenta Tons Mais Escuros recicla suspenses sexuais dos anos 1990
Não dá para esperar algo sofisticado da literatura trash. Tudo bem que Alfred Hitchcock costumava dizer que era mais fácil fazer ótimos filmes de literatura menor do que de grandes obras literárias, mas o que acontece é que o público de best-sellers quer ver na tela algo parecido com o que leu, e isso prejudica o trabalho de invenção do diretor contratado para o serviço. James Foley é um diretor irregular, mas possui em seu currículo algumas obras interessantes como “Jovens sem Rumo” (1984), “Caminhos Violentos” (1986) e “O Sucesso a Qualquer Preço” (1992), além de videoclipes marcantes de Madonna, como “Papa Don’t Preach” e “Live to Tell”. Entretanto, nos últimos anos só conseguia trabalho em episódios televisivos. E não é com a sequência de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) que conseguirá se reerguer. Quem leu o livro de E.L. James garante que o filme até consegue melhorar muita coisa do romance, que, por sua vez, é considerado o melhor da trilogia. Não deve ter sido uma adaptação fácil, principalmente por o texto original ser uma história de contos de fadas, assumidamente brega, de enfiar o pé na jaca. O único atrativo dessas adaptações dos romances de E.L. James é trazer de volta a moda dos filmes eróticos, que foram ficando de lado com o tempo. Mas “Cinquenta Tons Mais Escuros” só dá saudades dos thrillers eróticos que experimentaram popularidade na década de 1990, depois do estouro de “Instinto Selvagem” (1992), de Paul Verhoeven. Ainda assim, atrai um público feminino entusiasmado ao gênero, coisa que não se via desde “9 ½ Semanas de Amor” (1986), de Adrian Lyne. Aliás, os dois filmes até têm um elemento em comum: Kim Basinger, que aqui meio que passa o bastão para Dakota Johnson. Anastasia Steele, a personagem de Dakota, não fica muito tempo longe de Christian Grey (Jamie Dornan), o bilionário sedutor e adepto de jogos de sadomasoquismo, apesar de achar que ele se excedeu nos seus jogos e na violência ao final do primeiro filme. Não demora para ela aceitar um jantar e voltar fácil para seus braços. Aliás, esse tipo de facilidade na relação dos dois impede que se crie um mínimo de tensão sexual. Mas o roteiro, escrito pelo marido da autora, pouco se importa com qualquer tipo de tensão, seja erótica ou mesmo de suspense. Não tanto pelos diálogos, que são de deixar o espectador corado, mas as melhores cenas não passam da sugestão e já foram vistas em outros filmes. A cena da calcinha no restaurante, por exemplo, exaltada no marketing da produção, é igualzinha à de “Invasão de Privacidade” (1993), com a mesma Sharon Stone de “Instinto Selvagem”, filme que também não é tão bom assim, mas consegue ter mais voltagem sexual. A culpa não é do ar inocente de Dakota Johnson, que consegue conferir ao seu papel um certo ar de garota comum, diferente de Jamie Dornan, que parece um modelo de cuecas em cena. E ele foi mesmo modelo da Calvin Klein, da Dior e da Armani. Já Dakota, filha da “Dublê de Corpo” Melanie Griffith, tem um rosto comum, ainda que um belo corpo, que é pouco explorado. Sinal dos tempos, talvez, em que se discute tanto a exploração do corpo feminino. O fato é que a nudez de Dakota é ainda mais discreta que no primeiro filme. Infelizmente, “Cinquenta Tons Mais Escuros” é um suposto filme erótico com cenas menos provocantes que os videoclipes de Rihanna. Com um título que prometia um filme mais sombrio que o anterior, a sequência é na verdade o oposto. Ao tentar trazer, sem sucesso, elementos de suspense para a trama, deixa apenas tudo ainda mais tedioso.
Clarisse Ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois é uma beleza de cinema
Terceiro longa-metragem de Petrus Cariry, “Clarisse Ou Alguma Coisa Sobre Nós Dois” (2015) finaliza a chamada “Trilogia da morte”, iniciada com “O Grão” (2007) e “Mãe e Filha” (2011). O rigor formal apresentado nos trabalhos anteriores, bem como o cuidado com a beleza das imagens, que desde o primeiro filme têm sido comparadas a pinturas clássicas, se manifesta ainda mais forte neste novo trabalho, que conta a história de uma jovem mulher que vai passar uns dias na casa do pai doente. Não é um filme fácil. É propositalmente lento e com um tipo de dramaturgia que se distancia do naturalismo, por mais que a estranheza nas interpretações não nos impeça de admirar a excelente performance de Sabrina Greve, premiada na edição do Cine Ceará do ano passado. A atriz já havia aparecido em outro filme ainda mais ligado ao gênero horror, “O Duplo”, marcante curta-metragem de Juliana Rojas. Mas embora possa ser definido como terror, “Clarisse” frustrará quem esperar um filme típico do gênero, assim como pode desagradar quem não o aprecia. Por isso mesmo deve ser apreciado como ele é e não como deveria ter sido, conforme o gosto pessoal de cada espectador. Mas, uma vez que o espectador resolva se abrir a esse tipo de cinema mais hermético e cheio de signos a decifrar, a experiência é bastante recompensadora. Até porque a beleza das imagens (a direção de fotografia também é de Petrus) e dos movimentos de câmera são de encher os olhos. Inclusive, é possível perceber isso a partir do pouco que é mostrado no trailer. A enigmática história, que se passa bem longe de um lugar típico de filmes cearenses, também é contada com o auxílio de sons e ruídos, que são incorporados à obra de maneira orgânica. Aliás, o cuidado com o som é outro aspecto admirável de “Clarisse”, um filme que sangra e que parece um sonho. Diante da dificuldade de penetração de um filme como esse em um mercado cada vez menos tolerante a experimentações e invenções, deve-se comemorar a oportunidade de ver nos cinemas uma obra como esta, que, ao contrário dos besteiróis televisivos, merece para ser vista na tela grande.
Reese Witherspoon confirma planos de fazer Legalmente Loira 3
A atriz Reese Witherspoon confirmou que planeja fazer “Legalmente Loira 3″, transformando a trajetória de Elle Woods numa trilogia. “Nós estamos pensamos sobre isso”, ela revelou em entrevista ao canal pago E!. Entretanto, o projeto ainda está longe de sair do papel. Pelo que revela a atriz, nem sequer no papel está. Ela precisa, justamente, de um roteirista para começar a desenvolver a produção. “Eu preciso de alguém realmente inteligente para chegar a uma ótima ideia e aí vamos fazê-lo. Eu acho que é um bom momento para fazer esse filme. Acho que as mulheres precisam desse tipo de positividade agora”, afirmou. Segundo a atriz, a ideia é mostrar a loira concorrendo ao cargo de presidente dos EUA. Vale lembrar que, no segundo “Legalmente Loira” (2003), Elle já estava trabalhando com política em Washington.
Disney receberá seguro milionário pela morte de Carrie Fisher
A morte da atriz Carrie Fisher, no último dia 27, deve fazer a Disney acionar um seguro milionário. Segundo a companhia de seguros Lloyds, de Londres (via Insurance Insider), a Disney receberá US$ 50 milhões por conta de uma apólice que protegia a empresa, caso Fisher não pudesse cumprir seu contrato de três filmes na nova trilogia de “Star Wars”. Trata-se de um dos maiores pagamentos para acidentes pessoais da história. Carrie Fisher já havia terminado de filmar suas cenas em “Star Wars: Episódio VIII”, mas, segundo rumores, desempenharia um papel importante no “Episódio IX”. Por conta de sua morte, as filmagens foram adiadas e o roteiro da conclusão da trilogia terá que passar por alterações, que justifiquem a ausência de sua personagem, a General Leia. Última aparição da atriz no cinema, “Star Wars: Episódio VIII” estreia em 14 de dezembro no Brasil.
Tom Holland e Daisy Ridley vão estrelar nova sci-fi do diretor de No Limite do Amanhã
Dois dos astros mais jovens das grandes franquias de Hollywood vão se encontrar numa nova sci-fi, que, claro, pode virar nova franquia. Tom Holland, introduzido como Homem-Aranha em “Capitão América: Guerra Civil”, e Daisy Ridley, a Rey de “Star Wars: O Despertar da Força”, foram confirmados na adaptação de “Chaos Walking”. A produção será dirigida por Doug Liman (“No Limite do Amanhã”) e leva às telas o romance “The Knife of Never Letting Go”, escrito por Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). No Brasil, o livro foi lançado como “O Motivo” e a saga recebeu o nome de “Mundo em Caos”. Adaptada por Jamie Linden (“Querido John”), a trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando uma anomalia atinge a civilização humana e permite que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto tentar destruir uma civilização nativa chamada Sparckles, culpando-a pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt, último menino de Prentisstown, tentar impedir o genocídio. Holland vai viver o protagonista e Daisy interpretará Viola, uma garota descoberta por ele num lugar onde nenhuma mulher deveria existir. Para complicar ainda mais, ela é a única pessoa que consegue esconder seus pensamentos, tornando-a particularmente ameaçadora para os homens que dominam aquele mundo. A distribuição é da Lionsgate e a previsão de estreia é para 2018. Caso o filme seja bem sucedido, há mais dois livros de Patrick Ness que continuam a trama: “A Missão” (The Ask and the Answer) e “A Guerra” (Monsters of Men).
Invasão a Casa Branca vira trilogia com a produção de mais um filme estrelado por Gerard Butler
Após derrotar terroristas em “Invasão a Casa Branca” (2013) e “Invasão a Londres”, Gerard Butler vai retornar num novo filme da franquia, que virou trilogia com a encomenda de “Angel Has Fallen”. Butler já assinou com o estúdio Millennium Films para retornar como o agente secreto Mike Banning, guarda-costas do presidente dos EUA, mas o resto do elenco não está garantido. Como a trama vai se passar após as eleições, isto pode representar uma renovação completa de intérpretes. O longa-metragem também não tem diretor definido, mas o roteiro está sendo escrito pelos criadores da franquia, Creighton Rothenberger e Katrin Benedikt. O título “Angel Has Fallen” é uma referência ao codinome do Air Force One, o avião utilizado pelo presidente dos Estados Unidos – que já foi cenário de um thriller de ação, “Força Aérea Um”, estrelado por Harrison Ford em 1997. A previsão é que as filmagens iniciem no primeiro trimestre de 2017.
Cinebiografia de Edir Macedo pode virar trilogia e maior projeto do cinema brasileiro
A vida do bispo Edir Macedo e a saga da Igreja Universal vão virar uma trilogia milionária. Ou seja, o próximo projeto de cinema da rede Record não será uma simples cinebiografia, como anteriormente anunciado, mas três filmes. Segundo o colunista do UOL Ricardo Feltrin, cada filme será baseado num volume diferente das três biografias escritas pelo jornalista e diretor da Record, Douglas Tavolaro – também produtor-executivo dos filmes. O projeto teria um orçamento estimado em cerca de quase R$ 50 milhões. O jornalista afirma que cada um custaria R$ 16 milhões, mais que o dobro da média dos filmes de alto orçamento no país (R$ 7,5 milhões). A maior dificuldade para tirar o projeto do papel está em sua complexidade. A ideia é rodar os três filmes simultaneamente, devido à variedade de países e de locações previstas, o que tornaria a trilogia a maior empreendimento do cinema brasileiro em todos os tempos, em termos de escala de produção, orçamento, acordos para viabilização e logística. De acordo com Feltrin, a Record não pretende recorrer a nenhuma lei de incentivo, como a Rouanet, e deverá contar apenas com patrocínios diretos. A emissora, inclusive, já teria começado a sondar empresas e interessados em uma eventual parceria para a produção. As filmagens começariam no segundo semestre do próximo ano ou no mais tardar em 2018.
Ron Perlman afirma que está trabalhando num novo filme de Hellboy
O ator Ron Perlman afirmou em seu Twitter que está trabalhando em um novo filme da franquia “Hellboy”. Em resposta à pergunta de um fã, ele escreveu: “Eu estou trabalhando num novo filme de ‘Hellboy'”. Mas completou dizendo que “ninguém mais está”, arrematando: “Mas eu com certeza estou”. Apesar da revelação, não há detalhes sobre o projeto. O diretor Guillermo Del Toro diz há anos que gostaria de retomar a história para encerrar a franquia com um terceiro filme, reconhecendo que Perlman, intérprete de Hellboy, é quem mais pressiona para que o projeto saia do papel. Adaptação dos quadrinhos de Mike Mignola, a franquia já teve dois filmes: “Hellboy” (2004) e “Hellboy 2: O Exército Dourado” (2008). I'm working on another Hellboy movie. Nobody else is. But I sure am! https://t.co/bRoZ9ySaXl — Ron Perlman (@perlmutations) September 20, 2016












