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  • Série

    Série Blood Drive é cancelada ao final da 1ª temporada

    8 de setembro de 2017 /

    O canal pago Syfy cancelou a série “Blood Drive” após o final da 1ª temporada. O anúncio foi feito pelo criador da série, James Roland, em seu blog. “Infelizmente, suas suspeitas estavam corretas. O Syfy cancelou “Blood Drive” depois da 1ª temporada. Se essa notícia te deixa irritado ou triste, você não está sozinho. Descobri não faz muito tempo, mas estive procurando um jeito de contar para vocês, já que senti que era meu trabalho avisar aos fãs. No fim da contas, decidi esperar até o último episódio ir ao ar para que a notícia não atrapalhasse sua experiência. Simplesmente, não pareceu certo estourar a bolha tão cedo, especialmente devido ao modo como se desenrola o último episódio. Sempre planejamos uma 2ª temporada, mas agora que o futuro da série é incerto, as cenas finais parecem muito mais… finais.” Apesar do cancelamento, ele não descarta retornar ao mundo trash da série num novo projeto. “Definitivamente não vai ter 2ª temporada no futuro imediato, mas continuo cuidadosamente otimista de que há mais histórias para contar nesse mundo. NBC/Universal são donas da série, então, quando for o momento certo, vou abordá-los com algumas ideias e veremos o que eles acham.” Na trama, Alan Ritchson (o Aquaman de “Smallville” e o Rafael das “Tartarugas Ninja”) vive o último policial decente do mundo, que se vê forçado a entrar numa corrida mortal pelas estradas pós-apocalípticas com uma mulher fatal (a espanhola Christina Ochoa de “Animal Kingdom”) e perigosa, viciada em velocidade, que dirige um carro movido a sangue. Os episódios incluíam canibais, mutantes, psicóticos e tribos de mulheres guerreiras, além de Colin Cunningham (série “Falling Skies”) roubando todas as cenas como Slink, o criador, organizador e mestre de cerimônias da corrida sanguinária. O final da série foi exibido na noite de quarta (6/9) nos Estados Unidos, e deixou no ar o destino da maioria dos personagens, que foram – literalmente – sepultados pelo cancelamento. Christina Ochoa já encaixou a série “Valor” na sequência, drama militar que estreia em 9 de outubro. E Ritchson vai virar super-herói na série “Titans”, ainda sem previsão de lançamento.

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  • Filme

    Trailer de Sharknado 5 ataca o Cristo Redentor, mata Bret Michaels e encontra Z Nation

    28 de julho de 2017 /

    O quinto telefilme da franquia “Sharknado” do canal pago Syfy ganhou seu trailer completo, que transforma os tubarões voadores numa catástrofe global. Eles aparecem atacando diversos países do mundo, e o Brasil é representado por um close do Cristo Redentor. Repleto de celebridades norte-americanas, o vídeo também mostra a morte sangrenta do roqueiro Bret Michaels (da banda Poison) e um aparente crossover com “Z Nation”, via participação do “Doc” Russell Hodgkinson. A série é produzida pelo mesmo estúdio dos tubarões, Asylum. Intitulado “Sharknado 5: Voracidade Global”, o telefilme vai levar os protagonistas Fin Shepard (Ian Ziering) e sua esposa biônica, April (Tara Reid) ao redor do mundo, quando o filho deles fica fica preso em um tornado viajante e é transportado para várias partes do planeta. De Londres ao Rio de Janeiro, passando por Tóquio, Roma, Amsterdã e além, os protagonistas buscarão ajuda de um time altamente despraparado, composto por membros da realeza, acadêmicos, atletas olímpicos, roqueiros e até um youtuber brasileiro, Victor Lamoglia, do canal Parafernalha. Outras celebridades confirmadas incluem o ator Dolph Lundgren (“Os Mercenários”), o skatista Tony Hawk (“Jackass 3D”), a cantora Olivia Newton-John (“Grease”) e a cantora Charo (que fez sucesso na época das discotecas) como a Rainha da Inglaterra. A produção trash estreia em 6 de agosto, às 22h, no canal brasileiro Syfy, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Sharknado 5: Tubarões voadores vão invadir o Rio de Janeiro e atacar youtuber brasileiro

    24 de julho de 2017 /

    O quinto telefilme da franquia “Sharknado” do canal pago Syfy ganhou teaser, fotos, pôster e título nacional. Mas a principal novidade da produção é que os tubarões voadores desta vez vem invadir uma praia bem conhecida dos brasileiros. Eles atacarão no Rio de Janeiro, como parte do efeito de aquecimento global da franquia. Intitulado “Sharknado 5: Voracidade Global”, o telefilme vai levar os protagonistas Fin Shepard (Ian Ziering) e sua esposa biônica, April (Tara Reid) ao redor do mundo, quando o filho deles fica fica preso em um tornado viajante e é transportado para várias partes do planeta. De Londres ao Rio de Janeiro, passando por Tóquio, Roma, Amsterdã e além, os protagonistas buscarão ajuda de um time altamente disparatado, composto por membros da realeza, acadêmicos, atletas olímpicos, roqueiros e até um youtuber brasileiro, Victor Lamoglia, do canal Parafernalha. Outras celebridades confirmadas incluem o ator Dolph Lundgren (“Os Mercenários”), o skatista Tony Hawk (“Jackass 3D”), o roqueiro Bret Michaels (da banda Poison) e a cantora Olivia Newton-John (“Grease”). Detalhe: a cantora Charo, que fez sucesso na época das discotecas, está escalada como a Rainha da Inglaterra. A produção trash estreia em 6 de agosto, às 22h, no canal brasileiro Syfy, mesmo dia do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme,  Série

    Sci-fi espacial do autor de Game of Thrones pode virar série

    23 de junho de 2017 /

    O canal pago americano SyFy encomendou o piloto de um série baseada em “Nightflyers”, conto de ficção científica de George R.R. Martin. A história original foi escrita em 1980, uma década antes de “As Crônicas de Gelo e Fogo” (que originou a série “Game of Thrones”), e até rendeu um filme em 1987, considerado trash total (veja o trailer abaixo). A trama espacial se passa num futuro apocalíptico. Às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas embarca no veículo mais avançado da galáxia, The Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência da humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão podem conduzi-los a horrores mortais. A adaptação está a cargo do roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e a produção inclui Robert Jaffe, roteirista e produtor da versão de cinema. O piloto precisará ser aprovado para receber encomenda de temporada.

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    Daliah Lavi (1940 – 2017)

    6 de maio de 2017 /

    Morreu a atriz e sex symbol israelense Daliah Lavi, que se especializou em papéis de femme fatale e viveu uma Bond girl em “Cassino Royale” (1967). Ela faleceu na quarta-feira (3/5), aos 74 anos, em sua casa em Asheville, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Daliah foi descoberta aos 10 anos de idade pelo ator Kirk Douglas em Israel, onde o americano estava gravando o filme “O Malabarista” (1953). Kirk patrocinou um curso de balé para ela e, 10 anos depois, eles trabalham juntos no filme “A Cidade dos Desiludidos” (1962), de Vincente Minnelli. Pelo papel, Deliah venceu o Globo de Ouro de revelação do ano. Ela logo se tornou estrela do chamado Eurotrash, aparecendo em uma dúzia de filmes que exploravam erotismo e/ou terror, tornando-se cultuada por estrelar de “O Demônio” (1963), de Brunello Rondi, “Ronda de Amantes” (1963), de Alfred Weidenmann, e “O Chicote e o Corpo” (1963), de Mario Bava, em que contracenou com Christopher Lee. A persona da femme fatale de filmes de espionagem surgiu a partir de “Caçada de Espiões em Viena” (1965), em que foi novamente dirigida pelo alemão Alfred Weidenmann. A partir daí, encarnou a espiã sedutora em quatro produções satíricas de forma consecutiva. Em “O Agente Secreto Matt Helm”, Lavi, que significa leão em hebreu, interpretou a femme fatale Tina Batori. Ela salva o herói Matt Helm (Dean Martin) de ser apunhalado nas costas enquanto está nos braços de uma agente feminina inimiga. Já em “O Espião do Nariz Frio” (1966), ela é a princesa russa Natasha Romanova, que apesar do nome histórico trabalha para a KGB e é enviada para seduzir o espião britânico vivido por Lionel Jeffries. Até interpretou uma Bond girl, ainda que não oficial, em “Cassino Royale”. Chamada The Detainer, sua personagem contracenou com o James Bond interpretado por David Niven e enfrentou o vilão vivido por Woody Allen. Para completar, “Some Girls Do” (1969) a trazia de biquíni e metralhadora como a bad girl da trama, que envolvia robôs femininos sexy e mortais. A atriz encerrou a carreira cinematográfica com uma comédia western alemã, “Catlow” (1971), ao lado de Yul Brynner, Richard Crenna e Leonard Nimoy. No início dos anos 1970, começou a cantar e lançou alguns hits de sucesso na Alemanha, onde ainda fez alguns trabalhos de TV até os anos 1990. Daliah vivia em Asheville com seu marido desde 1992. Ela deixa quatro filhos, cinco netos e uma irmã.

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  • Série

    Trailer de Blood Drive promete série mais trash e sanguinolenta já vista

    30 de abril de 2017 /

    O canal Syfy divulgou o trailer e uma coleção de comerciais de sua nova série sanguinolenta, ainda mais trash que “Z Nation”. Intitulada “Blood Drive”, a atração se passa num futuro pós-apocalíptico de filme B, no “distante ano de 1999”, e envolve corridas de carros movidos a sangue humano, canibais, ninfomaníacas, seitas, psicopatas, mutantes, amazonas, torturas à granel e muitas hemorragias. Na trama, Alan Ritchson (o Aquaman de “Smallville” e o Rafael das “Tartarugas Ninja”) vive o último policial decente do mundo, que se vê forçado a entrar numa corrida mortal pelas estradas pós-apocalípticas com uma mulher fatal e perigosa, viciada em velocidade. Sua parceira é interpretada por Christina Ochoa (das séries “Matador” e “Animal Kingdom”). O elenco ainda inclui Colin Cunningham (série “Falling Skies”), Sean Cameron Michael (série “The Shooter”), Thomas Dominique (série “Undercover”) e Marama Corlett (série “A.D. The Bible Continues”). Inspirada nas produções gore da era grindhouse, “Blood Drive” foi criada por James Roland, que estreia como roteirista, após servir como assistente de produção de “Weeds” e “Mad Men”. Ele também é um dos produtores, ao lado de John Hlavin, roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar” (2014) e criador da série “The Shooter”. O trailer promete que cada episódio da série visitará uma nova vertente da produção grindhouse clássica, um verdadeiro liquidificador de sangue, que teve seu auge entre os anos 1970, nas sessões da meia-noite e programas duplos de cinemas de rua, e 1980, onde seus últimos suspiros foram ouvidos nas locadoras de VHS. “Blood Drive” estreia em 14 de junho nos Estados Unidos.

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  • Série

    Revival de Mystery Science Theater 3000 ganha primeira foto com o novo elenco

    25 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou a primeira foto do elenco do revival da série cult “Mystery Science Theater 3000” (programa que foi ao ar entre os anos 1988 e 1999). A nova versão inclui, além dos integrantes originais (Bill Corbett, Kevin Murphy e Mary Jo Pehl ), a adição de Felicia Day (série “Supernatural”) e Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”). Conhecida pela abreviação “MST3K”, a série se resumia à exibição comentada de filmes antigos ruins. A sessão trash era assistida por um astronauta e dois robôs, presos em um satélite no espaço, como parte de um experimento por cientistas loucos. O homem e seus companheiros robôs comentavam e zombavam das produções que assistiam. A série durou de 1988 até 1999, rendendo ao todo 198 episódios, e ao contrário dos filmes de ficção científica de péssima qualidade incluídos em sua produção, fez grande sucesso de público e crítica, chegando a ganhar um Peabody Award em 1993. “MST3K” nunca foi exibida no Brasil, mas o longa-metragem para cinemas, “Mystery Science Theater 3000: The Movie”, foi dublado e chegou às telas brasileiras pela rede Globo, com o título “O Filme Mais Idiota do Mundo”. O revival se tornou possível depois que o criador da série, Joel Hodgson, lançou uma campanha de arrecadação no Kickstarter na esperança de alcançar US$ 2 milhões para produzir novos episódios e acabou atingindo US$ 5,7 milhões em contribuições, valor recorde no site de crowdfunding. O Netflix vai inteirar o restante e fazer a distribuição mundial de 14 novos episódios do programa, que terá Elliott Kalan (programa “The Daily Show”) como roteirista-chefe, além de Dan Harmon (criador de “Community”) e o ator Joel McHale (também de “Community”) na equipe de roteiristas. A estreia está marcada para no dia 14 de abril. Mas não será desta vez que o público brasileiro poderá conhecer oficialmente a produção. Segundo o site The Hollywood Reporter, o programa estará disponível pela Netflix somente nos países de língua inglesa – Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido.

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  • Filme

    Cinquenta Tons Mais Escuros recicla suspenses sexuais dos anos 1990

    15 de fevereiro de 2017 /

    Não dá para esperar algo sofisticado da literatura trash. Tudo bem que Alfred Hitchcock costumava dizer que era mais fácil fazer ótimos filmes de literatura menor do que de grandes obras literárias, mas o que acontece é que o público de best-sellers quer ver na tela algo parecido com o que leu, e isso prejudica o trabalho de invenção do diretor contratado para o serviço. James Foley é um diretor irregular, mas possui em seu currículo algumas obras interessantes como “Jovens sem Rumo” (1984), “Caminhos Violentos” (1986) e “O Sucesso a Qualquer Preço” (1992), além de videoclipes marcantes de Madonna, como “Papa Don’t Preach” e “Live to Tell”. Entretanto, nos últimos anos só conseguia trabalho em episódios televisivos. E não é com a sequência de “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) que conseguirá se reerguer. Quem leu o livro de E.L. James garante que o filme até consegue melhorar muita coisa do romance, que, por sua vez, é considerado o melhor da trilogia. Não deve ter sido uma adaptação fácil, principalmente por o texto original ser uma história de contos de fadas, assumidamente brega, de enfiar o pé na jaca. O único atrativo dessas adaptações dos romances de E.L. James é trazer de volta a moda dos filmes eróticos, que foram ficando de lado com o tempo. Mas “Cinquenta Tons Mais Escuros” só dá saudades dos thrillers eróticos que experimentaram popularidade na década de 1990, depois do estouro de “Instinto Selvagem” (1992), de Paul Verhoeven. Ainda assim, atrai um público feminino entusiasmado ao gênero, coisa que não se via desde “9 ½ Semanas de Amor” (1986), de Adrian Lyne. Aliás, os dois filmes até têm um elemento em comum: Kim Basinger, que aqui meio que passa o bastão para Dakota Johnson. Anastasia Steele, a personagem de Dakota, não fica muito tempo longe de Christian Grey (Jamie Dornan), o bilionário sedutor e adepto de jogos de sadomasoquismo, apesar de achar que ele se excedeu nos seus jogos e na violência ao final do primeiro filme. Não demora para ela aceitar um jantar e voltar fácil para seus braços. Aliás, esse tipo de facilidade na relação dos dois impede que se crie um mínimo de tensão sexual. Mas o roteiro, escrito pelo marido da autora, pouco se importa com qualquer tipo de tensão, seja erótica ou mesmo de suspense. Não tanto pelos diálogos, que são de deixar o espectador corado, mas as melhores cenas não passam da sugestão e já foram vistas em outros filmes. A cena da calcinha no restaurante, por exemplo, exaltada no marketing da produção, é igualzinha à de “Invasão de Privacidade” (1993), com a mesma Sharon Stone de “Instinto Selvagem”, filme que também não é tão bom assim, mas consegue ter mais voltagem sexual. A culpa não é do ar inocente de Dakota Johnson, que consegue conferir ao seu papel um certo ar de garota comum, diferente de Jamie Dornan, que parece um modelo de cuecas em cena. E ele foi mesmo modelo da Calvin Klein, da Dior e da Armani. Já Dakota, filha da “Dublê de Corpo” Melanie Griffith, tem um rosto comum, ainda que um belo corpo, que é pouco explorado. Sinal dos tempos, talvez, em que se discute tanto a exploração do corpo feminino. O fato é que a nudez de Dakota é ainda mais discreta que no primeiro filme. Infelizmente, “Cinquenta Tons Mais Escuros” é um suposto filme erótico com cenas menos provocantes que os videoclipes de Rihanna. Com um título que prometia um filme mais sombrio que o anterior, a sequência é na verdade o oposto. Ao tentar trazer, sem sucesso, elementos de suspense para a trama, deixa apenas tudo ainda mais tedioso.

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    Sharknado 5 vai mostrar ataques de tubarões voadores em escala global

    2 de fevereiro de 2017 /

    Depois de atacar Los Angeles, Nova York, Washington e Las Vegas, os tubarões voadores vão finalmente se tornar um fenômeno global. O canal pago americano Syfy deu sinal verde para a produção de “Sharknado 5”, que será filmada em cinco países: Inglaterra, Bulgária, África do Sul, México e Austrália. Segundo a sinopse oficial divulgada, a trama vai se passar após grande parte da América do Norte ficar em ruínas e enquanto o planeta se prepara para um sharknado (tornado de tubarões) mundial. E só Fin Shepard (Ian Ziering) e sua família poderão impedir este desastre antes que a Terra seja destruída. Além de Ziering, Tara Reid e Cassie Scerbo, assim como o diretor Anthony C. Ferrante, estão confirmados na nova sequência da franquia trash, iniciada em 2013. Mas ainda não há previsão para a estreia.

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    Francine York (1938 – 2017)

    7 de janeiro de 2017 /

    Morreu a atriz Francine York, que participou de diversas séries clássicas, enfrentando até Batman na TV. Ela tinha 80 anos e faleceu na sexta (6/1) num hospital em Van Nuys, na Califórnia, após uma longa batalha contra o câncer. Nascido em Aurora, uma cidadezinha mineira de Minnesota em 1938, York disputou concursos de beleza e trabalhou como showgirl antes de virar modelo em comerciais de carros, no final dos anos 1950. Sua estreia na ficção foi num pequeno papel de recepcionista num episódio da série “Rescue 8”, de 1959. A maior parte de sua carreira foi composta por figurações na TV e no cinema. Uma dessas ocasiões foi um papel descrito como “sexy girl” em “Detetive Mixuruca”, comédia estrelada por Jerry Lewis em 1962. A pequena participação foi suficiente para Lewis convencer o estúdio a contratá-la para aparecer de seus próximos cinco filmes, entre eles sua melhor comédia, “O Professor Aloprado” (1963), em que York viveu uma estudante universitária. Logo, ela se viu contracenando até com Elvis Presley, no filme “Cavaleiro Romântico” (1965). Mas estes papeis em comédias de sucesso mal lhe permitiam falar em cena. Ela só foi conseguir destaque em filmes trash, alguns dos quais ganharam culto como “Wild Ones on Wheels” (1962), em que foi vítima de uma gangue de motoqueiros, “Mutiny in Outer Space” (1965), como capitã de uma nave espacial, e “The Doll Squad” (1973), no qual liderou uma equipe de espiãs internacionais. Pouco vistos na época, os filmes B não a transformaram em estrela. Mas ajudaram a popularizá-la no casting de TV, transformando York numa das figurantes favoritas dos estúdios televisivos. Ela participou de dezenas de séries clássicas, de “Os Intocáveis” a “Jeannie É um Gênio”, até começar a se destacar com aparições marcantes: como a alienígena Niolani em “Perdidos no Espaço”, como a deusa Vênus em “A Feiticeira”, como Miss Amanda Agnew, a parceira recorrente de Robert Wagner na série “O Rei dos Ladrões”, e principalmente como Lydia Limpet, capanga do vilão Traça (Roddy McDowell) na série “Batman”. Estes papéis foram o auge de sua carreira, mas mesmo pequenos marcaram a infância de gerações de fãs. Curiosamente, mesmo sem fazer grande sucesso, ela nunca se aposentou, aparecendo até como a sogra de Nicolas Cage no filme “Um Homem de Família” (2000). As figurações continuaram até recentemente, em séries como “Lois & Clark – As Novas Aventuras do Superman”, “Barrados no Baile”, “Las Vegas”, “O Rei do Queens”, “No Calor de Cleveland” e “Projeto Mindy”. No ano passado, ela participou do fanflic “Star Trek: Progeny” e estava dando os retoques finais em sua biografia quando morreu.

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  • Filme

    Bryan Cranston vai voltar à série Malcolm in the Middle… em filme de James Franco!

    30 de dezembro de 2016 /

    Bryan Cranston acabou de contracenar com James Franco na comédia “Tinha Que Ser Ele?”, que estreia em março no Brasil, e a parceria deu tão certo que será repetida no novo filme dirigido por Franco, “The Masterpiece”. O ator e diretor convenceu Cranston a aparecer no longa como ele mesmo, mas na época em que atuava na série “Malcolm in the Middle”. É que o filme se passa no começo dos anos 2000, quando o futuro astro de “Breaking Bad” se destacava como o pai sem noção de Frankie Muniz no sitcom familiar. “The Masterpiece” é inspirado na história real das filmagens de “The Room” (2003), considerado um dos piores filmes já feitos, e que virou cult justamente pela baixa qualidade de sua produção. Além de dirigir, Franco vai atuar no filme, ironicamente no papel do diretor e ator principal de “The Room”, Tommy Wiseau. O roteiro foi escrito pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“A Culpa É das Estrelas”, “Cidades de Papel”) e o elenco grandioso ainda inclui Zac Efron (“Vizinhos”), Seth Rogen (“A Entrevista”), Dave Franco (“Vizinhos”), Alison Brie (“O Durão”), Josh Hutcherson (franquia “Jogos Vorazes”), Kate Upton (“Mulheres ao Ataque”), Dylan Minnette (“O Homem nas Trevas”), Sharon Stone (“Instinto Selvagem”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”) e muitos outros. “The Masterpiece” ainda não tem previsão de estreia.

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    Sci-fi brasileira A Repartição do Tempo ganha trailer

    10 de dezembro de 2016 /

    A O2 Filmes divulgou o pôster, 41 fotos (clicadas por Luciana Melo) e o trailer de “A Repartição do Tempo”, primeiro longa do curtametragista brasiliense Santiago Dellape. A prévia tem inspiração sci-fi, clima de terror, tom farsesco e um clima meio trash dos anos 1980, que valoriza seu baixo orçamento. A trama se passa numa repartição pública de Brasília, mais precisamente na seção de Registro de Patentes e Invenções, e acompanha o que acontece após um chefe psicótico se apossar de uma invenção para clonar os funcionários, visando aumentar a produtividade. Há também muitos desenhos em estilo de história em quadrinhos (ao estilo de “Creepshow”), já que um dos personagens faz uma HQ nas horas de folga. Estes quadrinhos, por sinal, serão lançados comercialmente, como produto derivado. Vencedor de três categorias da Mostra Brasília da mais recente edição do Festival de Brasília, o filme traz nomes consagrados no humor, como Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e Dedé Santana (série “Os Trapalhões”), além de Eucir de Souza (“Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”), Bianca Muller (“O Escaravelho do Diabo”), Selma Egrei (também de “O Escaravelho do Diabo”), Sérgio Hondjakoff (novela “Malhação”) e talentos brasilienses. Ainda não há previsão para a estreia comercial.

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    Z Nation é renovada para a 4ª temporada

    30 de novembro de 2016 /

    O canal Syfy anunciou a renovação de “Z Nation” para sua 4ª temporada. A confirmação foi feita antes da conclusão do terceiro ciclo da série de zumbis, cuja season finale vai ao ar no dia 16 de dezembro. Perdendo telespectadores a cada temporada, ainda assim a atração permanece como líder de audiência do canal, com uma média de 890 mil espectadores por episódio. Vale lembrar que sua 1ª temporada tinha um público de 1,45 milhão por episódio. Bem diferente de “The Walking Dead”, a atração gira em torno de um grupo originalmente encarregado de levar um homem imune às mordidas de zumbis ao Centro de Controle de Doenças de Los Angeles. A missão foi abandonada na atual temporada, até porque nunca foi o objetivo da produção. A série visa mesmo é criar variações inusitadas de zumbis, caprichando no estilo trash. Com isso, já mostrou desde zumbis radioativos até zumbis transgênicos, que, cultivados numa plantação de cannabis, rendem uma maconha mais potente. Apareceram também zumbis alienígenas, a versão zumbi de George R.R. Martin e zumbinardos, vindos do céu em tornados, como os famosos tubarões dos telefilmes do canal. Isto porque a produtora Asylum é a mesma da franquia “Sharknado”. A série foi criada por Karl Schaefer (roteirista de “The Dead Zone” e produtor de “Eureka”) e o elenco ainda inclui Kellita Smith (série “The Bernie Mac Show”), Russell Hodgkinson (“Candidatos a Encrenca”), Anastasia Baranova (“A Brasileira”), DJ Qualls (série “Sobrenatural”) e o estreante Nat Zan. Novamente, 13 episódios foram encomendados para o quarto ano de produção, com estreia prevista para o ano que vem, em dia a ser anunciado.

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