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  • Filme

    Revelado papel de Helen Mirren em Velozes e Furiosos 8

    18 de fevereiro de 2017 /

    O ator Luke Evans, que viveu o vilão de “Velozes e Furiosos 6”, acabou revelando um dos segredos da produção do oitavo filme da franquia. Durante entrevista para o portal Yahoo!, ele deixou escapar o papel de Helen Mirren na produção. A revelação foi feita durante especulação sobre o retorno de seu personagem, Owen Shaw, para a franquia. A última vez que ele apareceu foi no início de “Velozes e Furiosos 7”, ao surgir em coma em um hospital militar. “Pessoas sempre acordam do coma, então quem sabe?”, disse o ator. “Ele está em um hospital militar porque é o homem mais procurado do mundo, mas ele tem um irmão poderoso [o personagem de Jason Statham] e uma mãe igualmente poderosa, vivida pela Helen Mirren”. Pois é. Helen Mirren vive a mãe dos vilões interpretados por Luke Evans e Jason Staham na franquia. Statham, por sinal, está mais que confirmado no oitavo filme, tendo sido visto com destaque nos trailers. Confira o mais recente aqui. Dirigido por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), “Velozes e Furiosos 8” chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de abril, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Adam Sandler revela-se irritante no trailer de sua nova comédia

    18 de fevereiro de 2017 /

    Após os teasers, a Netflix divulgou o trailer completo da nova comédia de Adam Sandler, intitulada “Sandy Wexler”. A prévia traz o ator sendo irritante, estabanado e inapropriado. Como em todos os filmes. O personagem-título vivido por Sandler é um agente de talentos dos anos 1990, em busca de talentos para agenciar. Seus contratados são todos um pouco excêntricos. Menos a cantora que ele descobre num parque de diversões, vivida por Jennifer Hudson (“Dreamgirls”) e por quem acaba se apaixonando. Segundo a sinopse, o filme leva dez anos para contar esta história, felizmente condensados em menos de duras horas de streaming. “Sandy Wexler” é a terceira comédia de Sandler de um pacote de quatro encomendadas pela Netflix, e inclui em seu elenco todos os suspeitos de sempre: Kevin James, Rob Schneider, David Spade, Chris Rock, Nick Swardson, Terry Crews e até o diretor Frank Coraci como ator. Vale reparar ainda que “Sandy Wexler” é o 12º roteiro escrito por Tim Herlihy para o comediante, uma parceria que data do primeiríssimo filme de Sandler como protagonista, “Billy Madison: Um Herdeiro Bobalhão” (1995), que, por coincidência, é da mesma época em que a nova trama se passa. O produtor Dan Bulla (“The Ridiculous 6”) e o roteirista Paul Sado (“Trocando os Pés”) também trabalharam na história, que tem direção de Steven Brill (“Zerando a Vida”), em seu quarto longa estrelado por Sandler. A estreia está marcada para 14 de abril.

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  • Filme

    Cena inédita de Logan revela a origem de Laura, a mutante conhecida como X-23

    18 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou uma cena inédita de “Logan”, que mostra a “origem” de Laura (Dafne Keen), a mutante que os fãs de quadrinhos e séries animadas conhecem como Laura Kinney – ou X-23. A prévia se passa numa mistura de laboratório e prisão, e usa a estética dos vídeos encontrados (found footage) para registrar as experiências realizadas na menina. O filme teve sua première mundial no Festival de Berlim, onde foi recepcionado por aplausos entusiasmados. A trama se passa no futuro, em 2024, após a população mutante ser reduzida drasticamente e os X-Men terem se separado. Logan, cujo poder de regeneração está enfraquecendo, se entregou ao álcool e ganha a vida como motorista. Certo dia, uma estranha pede que ele leve uma garota chamada Laura até a fronteira canadense e à princípio ele recusa, mas muda de ideia ao descobrir que o Professor Xavier aguarda há anos pela menina. Extraordinariamente habilidosa em lutas, Laura se parece com Wolverine em vários aspectos e é perseguida por sinistras figuras que trabalham para uma poderosa corporação. Seu DNA contém o segredo que a conecta a Logan e uma implacável perseguição tem início. Com direção de James Mangold (“Wolverine: Imortal”), a estreia de “Logan” está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Diretor de Logan já quer fazer filme solo de X-23

    18 de fevereiro de 2017 /

    “Logan” ainda não estreou, mas as reações entusiasmadas à première do filme no Festival de Berlim acabaram inspirando o diretor James Mangold a já imaginar sua continuação. Só que sem o personagem-título, uma vez que Hugh Jackman não voltará ao papel de Wolverine. Em entrevista ao site We Got This Covered, Mangold revelou seu desejo de fazer uma continuação centrada na menina X-23, personagem vivido por Dafne Keen, que fará sua estreia nos cinemas em “Logan”. “Eu acho que a Dafne está incrível nesse filme e eu adoraria vê-la num filme [solo] da personagem. Isso é algo que eu certamente gostaria muito de me envolver. Para mim, a decisão de abordar o lado familiar e inserir Laura [Kinney, nome original da X-23] e um Charles [Xavier] doente foram minhas maiores contribuições”, declarou. A trama de “Logan” se passa no futuro e mostra Wolverine recebendo uma última missão do Professor Xavier (Patrick Stewart), que aparece bastante debilitado: proteger uma jovem mutante (Dafne Keen) dos mercenários que a perseguem. A estreia acontece em duas semanas, no dia 2 de março no Brasil.

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  • Música

    Ryan Gosling volta a cantar no primeiro trailer do novo filme de Terrence Malick

    17 de fevereiro de 2017 /

    Ryan Gosling (“La La Land”) toca piano e canta, Rooney Mara (“Carol”) ataca na guitarra, Michael Fassbender (“Assassin’s Creed”) produz e Natalie Portman (“Jackie”) se deixa seduzir no primeiro trailer de “Song to Song”, o novo filme escrito e dirigido por Terrence Malick (“A Árvore da Vida”), que também ganhou um pôster da Broadgreen Pictures. A prévia tem cenas gravadas durante os shows do festival SXSW em Austin, belíssima fotografia, como é típico dos filmes do diretor, e relacionamentos complicados. Editado ao som do hit “Runaway”, sucesso de Del Shannon em 1961, que tem um trecho cantarolado por Gosling, o vídeo revela dois casais emaranhados com a cena musical de Austin. Depois de viver um pianista de jazz em “La La Land”, Gosling encarna um compositor de rock que busca se firmar, novamente tendo que demonstrar seus dotes musicais. Muita gente esquece que ele começou a carreira como ator e cantor mirim no programa “Clube do Mickey”, do Disney Channel, ao lado de ninguém menos que Britney Spears, Justin Timberlake e Christina Aguilera. Malick começou a filmar “Song to Song” em 2012, paralelamente a “Cavaleiro de Copas”, lançado em 2015. A première mundial vai acontecer na abertura do festival SXSW 2017, em 10 de março, e o lançamento comercial está marcado para a semana seguinte nos cinemas americanos. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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  • Filme

    Logan tem a première mais aplaudida e a entrevista mais concorrida do festival de Berlim

    17 de fevereiro de 2017 /

    A première de “Logan” foi uma das sessões mais aplaudidas do Festival de Berlim 2017. E a que gerou mais comoção, com lágrimas escorrendo dos rostos de críticos internacionais, a ponto de aplausos se confundirem com soluços. Muitos ficaram esperando pela cena pós-crédito em busca de um alívio. Mas ela não veio. A entrevista coletiva, com a participação do diretor James Mangold, do astro Hugh Jackman, do veterano Patrick Stewart e da jovem Dafne Keen, também foi a mais concorrida do festival alemão, com dezenas de jornalistas e um número ainda maior de fotógrafos tentando encontrar lugares que não existiam para registrar a opinião dos artistas. Além do tom dramático, a questão da violência excessiva da trama foi tratada com atenção, assim como a impressionante liberdade conferida pela 20th Century Fox para que fizessem uma produção de super-heróis com pegada autoral… e com aquele final. Jackman afirmou que o projeto foi concebido, desde seu primeiro esboço, para ser completamente diferente dos demais filmes dos X-Men. “Sabíamos que esta seria minha última vez no papel, então não queríamos que o filme fosse limitado por um gênero, classificação indicativa ou conexões com longas anteriores. Decidimos também que não seria um filme divertido. Queríamos apenas que fosse um bom filme. Mas o resultado ultrapassou as minhas expectativas”, explicou. “Não posso dizer que vou sentir saudade dele, porque Logan sempre vai viver aqui comigo. E os fãs vão me lembrar dele também”, disse, rindo. “É parte de quem sou. Mas não vou sentir falta da dieta de frango”, brincou, referindo-se à alimentação com base em proteínas para entrar em forma para o papel. “São 17 anos no personagem”, ele continuou, “mas se alguém me perguntasse o que deveria ver da franquia para poder entendê-lo, eu diria que deveria ir diretamente para ‘Logan’, pois foi só com este filme que eu cheguei ao coração de Wolverine. E é muito bom chegar a esta produção sem que ela carregue o estigma de ‘filme de gênero’ ou de ser mais um filme de super-herói. Esta história sobre a formação de uma família é uma carta de amor aos fãs de Wolverine”, completou. Mangold citou “Os Imperdoáveis”, de Clint Eastwood, e outros westerns como principal referência, em vez das habituais histórias em quadrinhos, que, por sua vez, aparecem na trama como metalinguagem. Os trailers já tinham mostrado Logan criticando os gibis que contavam as “aventuras dele”. “Pensamos muito em ‘Os Imperdoáveis’ na concepção do roteiro, com menção específica à figura do pistoleiro vivido por Richard Harris, que tem sua história narrada por um escritor”, explicou Mangold, à respeito da ideia de incluir os quadrinhos na própria história. “Conversei com Hugh e com nossos parceiros sobre o fato de que os feitos dos X-Men, naquele mundo de ficção, seriam tão populares que alguém escreveria sobre eles como heróis folclóricos. Por isso, seria normal que eles virassem personagens de quadrinhos”, contou. O diretor assegurou que não houve interferências do estúdio, apesar do temor dos executivos, confirmado pela presidente da 20th Century Fox Stacey Snider numa convenção desta semana. “Fiz o filme como quis. O estúdio podia ficar assustado por estarmos fazendo algo fora do normal, mas eles nos apoiaram. Deixaram-nos experimentar e para isso é preciso ter coragem. Agradeço-lhes profundamente”. Na trama, que se passa no futuro, Logan aparece envelhecido e perdendo os poderes, mas é convencido pelo Professor Xavier (Patrick Stewart) a realizar uma última missão: levar uma menina mutante (Dafne Keen) para um local seguro, enquanto é perseguido por mercenários. Mas a menina acaba se revelando tão feroz quanto o velho Wolverine, inclusive demonstrando os mesmos poderes – fãs dos quadrinhos e das animações dos X-Men sabem porquê. Indagado se não deveria evitar retratar uma criança assassina num filme, o diretor se defendeu. “Essas crianças são atores. Criamos um ambiente de muito amor. Fazer um filme é muito diferente de ver. Dafne cresceu neste meio e sabe a diferença entre ficção e realidade”, disse. “Agora, este filme não foi feito para crianças, não apenas por causa da violência, mas dos temas, como a natureza da vida e da morte.” Apesar da resposta, o diretor voltou a ser questionado sobre o excesso de violência na trama, que, apesar das restrições etárias, será vista por jovens quando chegar à TV. “Há programas na TV mais violentos e explícitos que os jovens veem. O trabalho de saber o que o seu filho vê não é meu, é seu. O meu é apenas o de fazer filmes. Quando mostramos violência, temos de saber mostrar as consequências. Que a vida acaba, o que hoje é muito ignorado no cinema. Muitas vezes nos filmes morrem centenas de pessoas, mas, como há menos sangue, a violência não é discutida. E é isso que o meu filme faz”, o cineasta respondeu, sob muitos aplausos. “As grandes histórias jogam luz sobre quem somos”, disse Jackman, que lembrou que, além de lidar com as consequências da violência, “‘Logan’ também é um filme sobre família, sobre cuidar dos mais velhos e dos mais jovens”. “O filme mostra um mundo em transformação, em que discutimos se é melhor se separar ou se conectar. Se é mais seguro viver sozinho e isolado de todos ou se, mesmo mais perigosa, a conexão com outros é melhor solução. Espero que o filme tenha essa ressonância”, concluiu. Logan estreia no Brasil em duas semanas, no dia 2 de março.

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  • Filme

    Power Rangers se comparam a heróis da Marvel no novo trailer

    17 de fevereiro de 2017 /

    O filme dos “Power Rangers” ganhou um novo trailer, mais pueril, em que os personagens se comparam a heróis da Marvel. Também há cenas de combate grandioso entre o megazord e Goldar e uma luta-piada do robô Alpha 5. Em suma, basicamente o oposto do primeiro trailer, que prometia uma narrativa mais sóbria. A versão de cinema é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como a voz de Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme,  Música

    Bingo – O Rei das Manhãs ganha clipe com marchinha de carnaval imprópria

    17 de fevereiro de 2017 /

    O filme “Bingo – O Rei das Manhãs” ganhou um clipe em ritmo de carnaval. Disponibilizado pela Warner, mostra o personagem do título, um palhaço televisivo claramente inspirado em Bozo, cantando e dançando uma marchinha de carnaval, que faz alusões ao consumo de cocaína e à atividades sexuais. O humor impróprio do vídeo segue a proposta do filme, um mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil baseado na história real de Arlindo Barreto, intérprete brasileiro do palhaço Bozo. O longa marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002), e traz Vladimir Britcha (“Muitos Homens num Só”) no papel de Augusto, o homem sob a fantasia do palhaço Bingo No roteiro de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), Augusto é um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto nos anos 1980. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. E isto lhe acarreta uma enorme frustração, com consequências trágicas. O elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”) e até o apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. “Bingo – O Rei das Manhãs” tem estreia prevista para 24 de agosto.

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  • Filme

    Candidato sueco ao Oscar, Um Homem Chamado Ove destaca um bom personagem

    16 de fevereiro de 2017 /

    Um bom personagem, que fuja dos clichês e estereótipos, que se revele humano e complexo, é meio caminho andado para um bom filme. Ove é um personagem assim, embora, de início, ele se apresente como um sujeito simplório, pouco inteligente e rígido ao extremo. O protagonista de “Um Homem Chamado Ove”, candidato sueco ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira, apega-se a regras que, no fundo, ele mesmo criou, como síndico de um condomínio, e incomoda todos que por lá circulam, para se assegurar de uma existência pobre, mas segura. Pobre, no sentido espiritual. Afinal, estamos na Suécia e a classe média baixa por lá vive bem. Muito bem atendida em suas necessidades básicas. Ove chega aos 59 anos já viúvo e agora, aposentado contra sua vontade, pouco lhe resta para usufruir da vida. Pelo menos, é assim que ele encara as coisas: não existiu nada antes de Sonja (sua mulher morta) e nada haverá depois dela. Com isso, ele se afunda num niilismo pessoal, se afasta de tudo e de todos, de forma mal-humorada e agressiva e, consequentemente, decide se suicidar. Mas morrer não é nada fácil e suas tentativas costumam ser desastradas. Existe também a alteridade, e mesmo que se desejem negar a existência, os direitos e as necessidades dos outros, eles estão lá e podem se impor, goste-se ou não disso. Quem é o ser humano sem o outro, que pode incomodar, sim, mas também pode ressignificar a sua própria vida? Que sorte tem o Ove que as pessoas não o abandonem, não porque sejam altruístas, mas porque ele tem algo a dar sempre, apesar das evidências em contrário. É por aí que o filme avança na humanidade de seu personagem e nos faz refletir sobre o que é a nossa vida. A partir de situações comezinhas, banais, as coisas se mostram e podem ser descobertas. Uma história também vai se revelando e, por mais simples e corriqueira que pareça, é emocionalmente forte e marcante. O filme se baseia no best-seller homônimo de Fredrik Backman, mas percebe-se que o diretor Hannes Holm (“Família Andersson na Grécia”) quis aproveitar as muitas (todas?) situações do romance. Se é verdade que isso amplia o universo de Ove, por outro lado, dispersa um pouco o interesse. Muita coisa é dispensável, não acrescenta à temática principal e, se melhor editado, poderia deixar o filme mais enxuto e focado. Fidelidade excessiva ao romance original costuma ser uma armadilha para o cinema. Aqui há alguma perda, mas “Um Homem Chamado Ove” se sustenta bem no seu clima doce azedo, em que cabem a angústia, o drama, a tragédia do passado e, ao mesmo tempo, muito humor e muita ternura. O afeto como reparador da rigidez e da intolerância, caminho de descoberta. Conta-se uma boa história, a partir de um bom personagem. E isso se faz de uma maneira honesta, limpa. Não é tão original, mas é muito bom o caminho trilhado pela narrativa. Rolf Lassgard (“Depois do Casamento”) é ótimo como Ove, sustenta o filme o tempo todo. Filip Berg (“Evil – Raízes do Mal”), que faz Ove jovem, também dá conta do recado. E as duas mulheres protagonistas são ótimas: Bahar Pars (“Portofino: The Phillipines”), como a amiga imigrante Parvaneh, e Ida Engvoll (série “The Team”), a esposa Sonja, têm grande expressividade e beleza. Acrescentam ao filme uma luminosidade que lhe é essencial.

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  • Música

    Cena do telefilme Britney Ever After mostra beijo de Britney Spears e Justin Timberlake

    15 de fevereiro de 2017 /

    Casal-sensação da música pop nos anos 1990, Britney Spears e Justin Timberlake terão seu romance revivido no telefilme “Britney Ever After”. Uma cena divulgada pelo canal pago Lifetime registra o momento do primeiro beijo do casal, interpretado na telinha pela australiana Natasha Bassett (“Ave, César!”) e Nathan Keyes (“Ben 10: Invasão Alienígena”). A cantora não aprovou a produção, que vai mostrar a ascensão e a queda da princesinha do pop, desde seu começo no canal Disney, e incluindo os momentos de insanidade, como a ocasião em que raspou todo o cabelo. O elenco ainda inclui Nicole Oliver (série “Arrow”) e Matthew Harrison (“Uma Noite no Museu”) como os pais da cantora e Clayton Chitty (série “Fringe”) como o ex-marido, Kevin Federline. A direção é de Leslie Libman, que em 1990 comandou o clipe clássico das Bangles “Manic Monday” e hoje dirige séries como “Zoo”, “NCIS” e “The Vampire Diaries”. A estreia está marcada para o sábado, dia 18 de fevereiro nos EUA.

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  • Filme

    Logan ganha novo pôster em estilo retrô para o lançamento em IMAX

    14 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo pôster de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine, para os cinemas IMAX. Em estilo retrô, a imagem reúne os personagens centrais da trama: o próprio Logan (Hugh Jackman), a jovem mutante X-23 (Dafne Keen), o Professor Xavier (Patrick Stewart), o vilão Donald Pierce (Boyd Holbrook) e seus mercenários. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Bob Odenkirk enfrenta o perigo das datas comemorativas em trailer de comédia da Netflix

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer da comédia de humor negro “Dia da Namorada”, estrelada por Bob Odenkirk (série “Better Call Saul”). A trama gira em torno de um escritor fracassado de cartões de datas comemorativas, que vê a chance de dar a volta por cima num concurso para criar o melhor cartão de um novo feriado, o Dia da Namorada. Entretanto, a competição para criar o cartão perfeito acaba tendo uma guinada inesperada, rumo a uma onda de assassinatos. Escrito pelo próprio Odenkirk e dirigido por Michael Paul Stephenson (documentário “The Best Worst Movie”), o filme também inclui em seu elenco os atores Stacy Keach (“Conspiração e Poder”), Amber Tamblyn (série “Two and a Half Men”), Natasha Lyonne (série “Orange Is the New Black”), Ed Begley Jr. (série “Blunt Talk”), Andy Richter (“Os Aloprados”), June Diane Raphael (série “Grace and Frankie”) e Echo Kellum (série “Arrow”) “Dia da Namorada” foi disponibilizado nesta terça, 14 de fevereiro, quando se comemora o Dia dos Namorados nos EUA.

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  • Filme

    Distopia canibal com Jason Momoa e Keanu Reeves ganha primeiro trailer

    14 de fevereiro de 2017 /

    A Neon divulgou o trailer de “The Bad Batch”, novo filme de temática fantástica da diretora Ana Lily Amirpour, responsável pelo cult “Garota Sombria Caminha pela Noite” (2014). Desta vez, ela reuniu um elenco famoso, liderado por Jason Momoa (“Liga da Justiça”), Keanu Reeves (“John Wick”), Giovanni Ribisi (série “Sneaky Pete”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e até um irreconhecível Jim Carrey (“Sim Senhor”). A prévia tem clima pós-apocalíptico, cenas de mutilação e se apresenta como uma história distópica de amor, passada num mundo de canibais. O ambiente de terra devastada é o deserto texano, na fronteira do México, transformado, no estilo do clássico “Fuga de Nova York” (1981), numa zona sem lei, repudiada pelos EUA e habitada apenas por maus-elementos – e os citados canibais. Segundo a sinopse, depois de um encontro casual entre Arlen (Suki Waterhouse) e o pária Miami Man (Jason Momoa), os destinos dos rejeitados se entrelaçam de maneiras inesperadas. “The Bad Batch” ganhou o Prêmio Especial do Júri do último Festival de Veneza e continua no circuito de festivais, ainda sem previsão de estreia comercial.

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