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    Elenco de Maze Runner corre para resumir a franquia em 90 segundos

    29 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou mais dois pôsteres e um vídeo de “Maze Runner: A Cura Mortal”, em que o elenco corre para resumir a franquia em 90 segundos. Eles terminam sem fôlego ao contarem de forma muito rápida a história dos dois primeiros filmes. A recordação é importante, porque o final da trilogia chegará chegará aos cinemas três anos após a exibição do segundo capítulo. A produção sofreu atraso devido a um grave acidente sofrido pelo ator Dylan O’Brien durante as filmagens. Ele quebrou vários ossos ao ser atingido por um automóvel e precisou ser internado num hospital. Mas já está bem, tanto que veio ao Brasil participar da Comic Con Experience. Com o atraso no cronograma original, o longa será lançado em janeiro de 2018, 11 meses após a previsão original. Assim como nos filmes anteriores, a direção é de Wes Ball e o elenco inclui todos os sobreviventes de “Maze Runner: Prova de Fogo” (2015), entre eles Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Ki Hong Lee, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito, Aidan Gillen e Patricia Clarkson. A estreia no Brasil está marcada para 25 de janeiro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Primeira foto oficial de Os Novos Mutantes traz heróis assustados

    29 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou a primeira foto oficial de “Os Novos Mutantes”. Até então, as imagens disponíveis tinham sido capturadas do teaser. A foto reúne os protagonistas no mesmo clima angustiante visto no vídeo e gifs animados da produção, mostrando-os assustados, em torno da desacordada Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos quadrinhos, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra a heroína Miragem. Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus) e o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) como o Mancha Solar. A produção ainda conta com outro talento nacional: a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A estreia está prevista para 12 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Trailer de terror da Netflix traz ator de 13 Reasons Why assombrado na própria casa

    28 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer de “The Open House”, terror estrelado por Dylan Minnette, em que o astro da série “13 Reasons Why” volta a experimentar a paranoia de uma invasão doméstica. Mas, ao contrário da trama que ele viveu no terror “O Homem nas Trevas”, desta vez seu personagem é que enfrenta a sensação de ter a privacidade invadida. O filme gira em torno do rapaz e sua mãe viúva, que se mudam para uma nova casa numa comunidade afastada, e aos poucos passam a perceber um clima estranho entre os moradores. Todos parecem ter muito interesse em sua segurança naquele local. E isso coincide com barulhos estranhos que não os deixam dormir, como se alguém tivesse invadido a residência. Escrito e dirigido pelos estreantes Matt Angel e Suzanne Coote, “The Open House” também traz em seu elenco Piercey Dalton (“The Orchard), Patricia Bethune (série “True Blood”), Sharif Atkins (série “White Collar”) e os próprios diretores. A estreia está marcada para 19 de janeiro.

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    Diretor de Moonlight protesta por 120 Batimentos por Minuto ficar fora do Oscar 2018

    28 de dezembro de 2017 /

    Barry Jenkins, diretor de “Moonlight”, o filme vencedor do Oscar 2017, não entende porque o drama francês “120 Batimentos por Minuto” ficou fora da lista de pré-selecionados ao Oscar 2018, na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Em uma série de tuítes, ele rasgou elogios ao filme, que definiu como “bastante extraordinário”, e manifestou seu protesto contra a seleção da Academia. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). Dirigido por Robin Campillo (autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”), “120 Batimentos por Minuto” é o mais elogiado do ano na França. Tem impressionantes 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes e acumula diversos prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2017. Também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu desta categoria no Spirit Awards. “120 Batimentos por Minuto” já foi exibido no Brasil durante o Festival do Rio, e tem estreia comercial no país marcada para 4 de janeiro. Leia abaixo a tradução de alguns dos trechos do desabafo tuitado por Jenkins e, em seguida, os tuítes originais. “Então … ‘120 Batimentos por Minuto’ é bastante extraordinário”, ele iniciou. “Entre o fato de ‘Procurando Sugar Man’ ter superado ‘How to Survive a Plague’ [na disputa de Melhor Documentário do Oscar 2013] e este filme nem mesmo entrando na lista dos pré-selecionados, eu realmente não sei o que pensar…” “E, embora seja importante pra caramba, especialmente para os dias atuais, ver um filme baseado em eventos factuais com jovens literalmente lutando por suas vidas, lutando por todas as nossas vidas com honestidade, contra o fanatismo e a política burocrática intolerável (para não mencionar ganância corporativa)… Enquanto tudo isso é super importante e super relevante para pessoas jovens e velhas, ver incorporado em uma obra de arte… apenas a importância simbólica e o poder de um corpo, reconhecendo e mostrando isso em si… ‘120 Batimentos por Minuto’ também é um filme simplesmente e realmente fantástico”. “Obviamente, adorei. E eu só me pergunto como isso não é o filme do momento? É porque nos mostram porra no peito de um moribundo? Nós colocamos na areia em ‘Moonlight’ porque isso se parecia verdadeiro e natural no meio ambiente, mas…” “Mas aqui estamos: os artistas continuam e por isso só posso agradecer a Robin Campillo e a todos por fazerem este maravilhoso filme. Como alguém que teve a mãe diagnosticada com HIV no início dos anos 1990 e ainda está viva, eu sou tendencioso e agradecido pelo Act Up e esse testamento da mudança causada por eles”. So… BPM is pretty damn extraordinary — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 Between SUGARMAN so soundly besting HOW TO SURVIVE A PLAGUE and this not even making the shortlist, I truly don’t know what to make of it all…. — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 And while it is IMPORTANT AS HELL, especially right now, to see a film based on factual events featuring YOUNG PEOPLE literally fighting for their lives, fighting for all our lives honestly, against bigotry and bigoted bureaucratic policy (not to mention corporate greed)… — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 …while all that is super important and SUPER relevant for folks young and old NOW to see embedded within a work of art… just the symbolic importance and POWER of a body recognizing and showcasing THAT in and of itself… — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 …BPM is also just a really terrific damn film. And it’s deceptive because the “beats” are so very big and “dramatic” and yet… there’s so much of what seasoned dimplomats refer to as “soft power” at play. Little gestures of the eye (the characters’ and ours) that flutter by — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 Obviously I loved it. And I just wonder how this not THE film of the moment? Is it because we’re shown cum on a dying man’s chest? We placed it in the sand in Moonlight because that felt true and natural in the environment but… maybe @guylodge has a point ? — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 24, 2017 But here we are: the artists continue on and so I can only thank Robin Campillo and everyone for making this wonderful film. As someone who’s mother was diagnosed HIV+ in the early 90s and IS STILL WITH US, I’m biased and thankful for ACT UP and this moving testament to them ?? — Barry Jenkins (@BarryJenkins) December 25, 2017

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    Nicolas Cage quer matar os próprios filhos em trailer de terror insano

    28 de dezembro de 2017 /

    Imagine “Uma Noite de Crime”, mas com pais caçando os próprios filhos. Esta é a premissa de “Mom and Dead”, um terror de sobrevivência passado nos subúrbios americanos, em que os pais decidem eliminar os pequenos ditadores de suas casas. O trailer revela Nicolas Cage (“Motoqueiro Fantasma”) em nova performance ensandecida, ao lado de Selma Blair (“Hellboy”), abrindo caminho à golpes mortais entre sofás e banheiros trancados, atrás de seus queridinhos. “Mom and Dead” marca o reencontro de Cage com o diretor Brian Taylor, que o comandou em “Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança” (2011). O elenco também inclui Anne Winters (série “Tyrant”) e Zackary Arthur (série “Transparent”) como os filhos. O filme teve première na mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto, onde seu humor negro causou forte impressão e arrancou elogios da crítica (85% de aprovação no Rotten Tomatoes). A estreia comercial está marcada para 19 de janeiro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Alicia Vikander e Eva Green são irmãs em trailer de drama com temática polêmica

    28 de dezembro de 2017 /

    A Svensk Filmindustri divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Euphoria”, que traz a atriz sueca Alicia Vikander (“Jason Bourne”) e a francesa Eva Green (série “Penny Dreadful”) como irmãs. A prévia mostra as duas chegando numa comunidade reclusa para realizar algo polêmico. O filme aborda a questão da eutanásia e coloca as duas irmãs em conflito pela decisão de como lidar com o tumor terminal de uma delas. O elenco também inclui os ingleses Charles Dance (série “Game of Thrones”), Charlotte Rampling (“45 Anos”), Adrian Lester (minissérie “London Spy”) e Mark Stanley (também de “Game of Thrones”). “Euphoria” é o terceiro longa da cineasta sueca Lisa Langseth, e todos eles foram estrelados por Vikander. Exibido no Festival de Toronto, o filme estreia em 2 de fevereiro na Suécia e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Fala Sério, Mãe! é o último lançamento amplo do ano nos cinemas

    28 de dezembro de 2017 /

    Após faturar R$ 1,5 milhão em pré-estreia, a comédia brasileira “Fala Sério, Mãe!” chega aos cinemas como principal lançamento do fim do ano. Mas, curiosamente, não é o único filme brasileiro com adolescentes a entrar em cartaz nesta quinta (28/12). A programação, mais enxuta que o habitual, também inclui o novo longa de Woody Allen, a primeira luta de Bruce Lee e a juventude de Karl Max, que não empolgaram a maioria dos críticos, além de um documentário premiado. Clique nos títulos das estreias para conferir os trailers de cada filme em cartaz. “Fala Sério, Mãe!” traz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Larissa Manoela (“Meus Quinze Anos”) como mãe e filha, e surpreende positivamente por não abusar (muito) do tom histérico que marca as outras comédias do roteirista Paulo Cursino (“Até que a Sorte nos Separe”). Desta vez, o humor de esquetes e temas repetitivos busca simpatia, ao ser utilizado para realçar os problemas de relacionamento, mas também o amor típico de uma família, que é o mote da produção. O filme é inspirado no livro de mesmo nome da escritora Thalita Rebouças (autora também de “É Fada!”), que colabora no roteiro assinado por Cursino, Ingrid Guimarães e Dostoiewski Champangnatte. A direção é de Pedro Vasconcelos (“O Concurso”) e ainda peca por incluir as típicas participações especiais de todo besteirol brasileiro – desta vez, do cantor Fábio Jr. e do comediante Paulo Gustavo, interpretando eles mesmos. “Bye Bye Jaqueline” também é uma comédia centrada numa adolescente, mas o foco são as amizades e os romances dessa fase da vida. O problema é a falta de espontaneidade geral, do roteiro à interpretação, que faz com que tudo soe forçado, além de previsível – a velha história de sempre. Nota-se que é o primeiro longa-metragem de Anderson Simão e da maioria do elenco. O lançamento internacional mais amplo pertence a “Roda Gigante”, o novo longa de Woody Allen, cujo enredo, como diz a protagonista Kate Winslet (“A Vingança Está na Moda”), é “um pouco melodramático”. A produção não deixa de ser uma homenagem de Allen ao rei do melodrama clássico, Douglas Sirk (“Imitação da Vida”), já que se passa no período de seus filmes mais conhecidos, a década de 1950. A história gira em torno de Ginny (Winslet), mulher do operador de carrossel do parque de Conney Island (James Belushi, da série “Twin Peaks”), que um belo dia recebe a visita de sua enteada (Juno Temple, da série “Vinyl”), casada com um gângster e fugindo da máfia. Ela sabe segredos perigosos e procura abrigo, com mafiosos em seu encalço. No meio disso tudo, as duas ainda se encantam pelo galã da praia, o salva-vidas Mickey (Justin Timberlake, de “Aposta Máxima”), que narra a história – um artifício que reforça se tratar de um filme “à moda antiga”. A crítica norte-americana não embarcou na trip nostálgica e a “Roda Gigante” travou com 29% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “A Origem do Dragão” foi uma decepção maior ainda: 23% de aprovação. Vendida como uma história da juventude do ator e campeão de kung fu Bruce Lee, a obra não passa de um filme B convencional, que menospreza o personagem e o impacto de sua luta contra Wong Jack Man, o mestre de kung fu mais famoso da China, enviado pelo templo shaolin para verificar se Lee estava ensinando artes marciais para brancos nos Estados Unidos. A direção é do cineasta George Nolfi (“Os Agentes do Destino”) e os roteiristas Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele são os mesmos do vindouro “Bohemian Rhapsody” sobre a banda Queen. “O Jovem Karl Marx” é outro desperdício de personagem, numa produção que segue a fórmula básica das cinebiografias mais superficiais, capaz de transformar o homem que considerava religião o ópio do povo numa figura praticamente santa. Ao menos, não deixa de ser cômico ver o jovem de cartola querendo se conectar com as massas proletárias. Passou no Festival de Berlim, Toronto e inúmeros outros. Não venceu nada. E tem média de 40% no Rotten Tomatoes. Completa a programação o documentário francês “A Ópera de Paris”, premiado no Festival de Moscou. Curiosamente, é o segundo filme sobre os bastidores da famosa casa de espetáculos francesa lançado este ano nos cinemas brasileiros, após “Reset – O Novo Balé da Ópera de Paris”. Ambos compartilham alguns personagens, entre eles Benjamin Millepied, o criador da coreografia de “Cisne Negro” (2010) e marido da atriz Natalie Portman. E é isto. Só seis lançamentos nesta semana, ainda sob efeito do predomínio de “Star Wars: Os Últimos Jedi” no circuito cinematográfico.

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    Covil de Ladrões: Gerard Butler caça assaltantes em trailer de novo filme de ação

    27 de dezembro de 2017 /

    A STX divulgou quatro pôsteres de personagens e o trailer final de “Covil de Ladrões” (Den of Thieves), filme de ação que traz Gerard Butler (em cartaz com “Tempestade: Planeta em Fúria”) atrás de assaltantes. A prévia pode ser resumida numa frase (sem legendas) de seu personagem policial ao deter um dos criminosos: “Você acha que é bandido? Nós é que somos”. O filme marca a estreia na direção de Christian Gudegast, roteirista de “O Vingador” (2003) e “Invasão a Londres” (2016), e acompanha uma gangue de assaltantes de bancos, que se torna prioridade e passa a ser investigada pela equipe mais bem-sucedida da polícia, também conhecida por seus métodos brutais. Butler lidera os “bandidos de distintivo”, como ele próprio define, enquanto os criminosos são vividos por Pablo Schreiber (série “Orange Is the New Black”), Curtis “50 Cent” Jackson (série “Power”) e O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”). “Covil de Ladrões” estreia em 19 de janeiro nos cinemas americanos e apenas em 8 de março no Brasil.

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    Novo longo animado do Peixonauta ganha primeiro trailer

    26 de dezembro de 2017 /

    O canal da animação “Peixonauta” no YouTube disponibilizou o primeiro trailer de “Peixonauta – O Filme”, novo longa animado baseado na série infantil brasileira, exibida no Discovery Kids, na TV Cultura, SBT, TV Brasil e até Netflix. A série já foi exportada para mais de 90 países, nos cinco continentes, e em seu novo filme vai visitar São Paulo. Na trama, o agente secreto Peixonauta sai pela primeira vez do Parque das Árvores Felizes e vai para a cidade grande resolver um grande mistério: o desaparecimento de todos os habitantes. Nessa história, o personagem lidará com questões do meio ambiente, como o lixo espacial e a contaminação dos mananciais de água. Além de mostrar o Peixonauta no espaço sideral, a animação promete mostrar pela primeira vez as instalações da O.S.T.R.A. (Organização Secreta para Total Recuperação Ambiental), “QG” submarino do agente secreto Peixonauta. A direção é de Celia Catunda, Kiko Mistrorigo e Rodrigo Eba. Os dois primeiros também foram responsáveis por “Peixonauta: Agente Secreto da O.S.T.R.A.”, primeiro longa animado da franquia, lançado em 2012. Para completar, a trilha do filme foi musicada por Paulo Tatit (Palavra Cantada), Zezinho Mutarelli e Titãs. A produção teve première no festival Anima Mundi e a estreia comercial está marcada para 25 de janeiro.

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    Paddington 2 ganha novo trailer com cenas inéditas e as vozes originais da produção

    26 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou um novo trailer americano de “Paddington 2”, que traz diversas cenas – e piadas – inéditas, além da dublagem original do ursinho falante atrapalhado, adotado por uma típica família britânica. Na trama, Paddington é confundido com um ladrão e vai parar na cadeia, após ser incriminado pelo novo vilão da história, um ator e mestre dos disfarces vivido por Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Com roteiro e direção de Paul King, que comandou o longa de 2014, o filme traz de volta o elenco formado por Hugh Bonneville (série “Downton Abbey”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Julie Walters (“Brooklyn”), Madeleine Harris (série “Man Down”), Jim Broadbent (“O Bebê de Bridget Jones”), Peter Capaldi (série “Doctor Who”) e Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como a voz inglesa do ursinho. No Brasil, Paddington será dublado pelo ator Bruno Gagliasso (novela “Sol Nascente”). Além disso, Márcio Gárcia (novela “Caminho das Índias”) dará voz ao vilão Phoenix Buchanan (personagem de Hugh Grant), que foi transformado em Félix Buchana, e o chef de cozinha Henrique Fogaça (reality “Masterchef”) substituirá a voz de Brendan Gleeson (“O Guarda”) no papel do prisioneiro Knuckles McGinty – que virou Rick em “português”. “Paddington 2” já estreou no Reino Unido, mas chega apenas em 1 de fevereiro no Brasil, que será o último país do mundo a exibir o filme.

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    O Insulto: Candidato libanês ao Oscar, dirigido por ex-assistente de Tarantino, ganha trailer legendado

    26 de dezembro de 2017 /

    O premiado filme libanês “O Insulto”, que disputa uma vaga no Oscar 2018, ganhou seu primeiro trailer com legendas em português. A prévia é extremamente eficaz, combinando cenas agitadas de protestos nas ruas de Beirute com imagens solenes de um julgamento por agressão. No tribunal, um cristão libanês acusa um refugiado palestino de agressão, mas ambos são obrigados a abordar as consequências de um xingamento, desferido pelo cristão e que se transformou em briga pública violenta, refletindo a divisão politica, religiosa e cultural do Líbano. Kamel El Basha, intérprete do palestino, foi premiado como Melhor Ator no Festival de Veneza deste ano. A direção é de Ziad Doueiri, que começou sua carreira cinematográfica como assistente de câmera de ninguém menos que Quentin Tarantino, em filmes como “Cães de Aluguel” (1992), “Pulp Fiction” (1994) e “Jackie Brown” (1997). “O Insulto” é seu quarto longa como diretor, sempre se debruçando sobre conflitos culturais de etnias do Oriente Médio – e todos têm sido consistentemente premiados. Finalista na disputa por indicação ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, “O Insulto” também venceu o prêmio do público no recente AFI Fest, festival do American Film Institute, e maior relevância após o diretor ser ameaçado de prisão pelos militares de seu país. O filme tem cenas filmadas em Israel, o que é considerado um crime no Líbano. Doueiri chegou a ser detido, mas o apoio público do Ministério da Cultura do Líbano, com o aceno ao Oscar, evitou o pior. O lançamento comercial está marcado para 1 de fevereiro no Brasil.

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    Heróis dos Novos Mutantes são assombrados em coleção de vídeos

    24 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou uma coleção de vídeos/gifs animados de “Os Novos Mutantes”, que reforça a estética de terror apresentada no trailer do filme. As imagens mostram os personagens isolados e angustiados em locais sombrios. O clima sinistro foi adiantado pelo diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”). “Não haverá uniformes. Não haverá supervilões. Nós estamos tentando fazer algo muito muito diferente. Estamos fazendo um filme de horror dentro do universo X-Men”, ele disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos quadrinhos, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus) e o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) como o Mancha Solar, além da também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. A estreia está prevista para abril de 2018. So what are we going to do? #NewMutants pic.twitter.com/6ZPqFN3l95 — New Mutants (@NewMutantsFilm) December 24, 2017 They said art would save your soul. They lied. #NewMutants pic.twitter.com/LPTu7e3GvP — New Mutants (@NewMutantsFilm) December 22, 2017 They surround you. #NewMutants pic.twitter.com/phOz6DSgXP — New Mutants (@NewMutantsFilm) December 14, 2017 You’re definitely gonna need a higher power. #NewMutants pic.twitter.com/QcOKj2SGWb — New Mutants (@NewMutantsFilm) December 11, 2017 Keep your friends close, and your doctors closer. #NewMutants pic.twitter.com/sT8M9XAfoQ — New Mutants (@NewMutantsFilm) December 18, 2017 Things will only get darker. #WinterSolstice pic.twitter.com/YQfsSkTNWj — New Mutants (@NewMutantsFilm) December 21, 2017

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    Animação lego do Flash ganha trailer para o mercado de vídeo

    23 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou o trailer da animação lego do Flash, que foi produzida para o mercado do home vídeo. Por isso, o visual é bem diferente de “Lego Batman – O Filme”. Até os dubladores são outros. Diversos personagens da DC Comics podem ser vistos na prévia, que mostra o Flash sem poderes e seu arqui-inimigo Flash Reverso se passando pelo herói para fazer a Liga da Justiça demiti-lo. “Lego DC Super Heroes: The Flash” saíra em DVD e Blu-ray em 13 de março. Confira a capa do vídeo abaixo.

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