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  • Filme

    Novo trailer legendado de Missão Impossível abre com cena que feriu Tom Cruise

    21 de maio de 2018 /

    A Paramount divulgou o terceiro trailer legendado de “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, que apresenta a trama central, além de diversas cenas de ação. A prévia já começa com a cena que feriu Tom Cruise: um salto entre prédios em Londres. E se trata de uma das mais simples, já que o vídeo termina com uma sequência de perseguição e colisão de helicópteros no ar. Em relação à trama, o vídeo repete alguns elementos já vistos na série, como as ameaças de vilões aprisionados, traições do governo e um nova relação de desconfiança entre Ethan Hunt (Cruise) e o personagem recém-introduzido da vez. Foi assim com William Brandt (o agente vivido por Jeremy Renner, introduzido dois filmes atrás), Ilsa Faust (a agente de Rebecca Ferguson, introduzida no filme anterior) e segue a regra com August Walker (vivido por Henry Cavill). O elenco do sexto “Missão Impossível” também traz de volta Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novas personagens vividas por Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Jennifer Love Hewitt vai substituir Connie Britton na série 9-1-1

    21 de maio de 2018 /

    A série “9-1-1”, que gira em torno de chamados de emergência para a polícia e bombeiros, precisou resolver uma emergência própria. Com a decisão de Connie Britton de sair da atração, a Fox contratou Jennifer Love Hewitt como integrante do elenco fixo da 2ª temporada. A atriz vai interpretar Maddie, uma nova operadora do serviço de emergências 911 (preenchendo a lacuna deixada pela personagem Abby Clark, de Britton). Maddie também é irmã de Buck, interpretado por Oliver Stark. Hewitt deve ter sido pega de surpresa, porque estava afastada da TV desde 2015, quando participou de uma temporada de “Criminal Minds”. Sex symbol dos anos 1990, a atriz de 39 anos compareceu nos Upfronts, evento de divulgação da programação, e chamou atenção por estar fisicamente diferente. Veja abaixo. Ela própria foi ao Instagram pedir desculpas pela aparência, jogando a culpa na falta de maquiagem, na viagem em cima da hora com seus filhos e a maratona de 12 horas que acompanhou o evento. Em março, o produtor executivo Ryan Murphy disse esperar que Britton pudesse voltar como atriz convidada – algo que parece improvável após ela fechar o papel principal na série de antologia “Dirty John”, do canal pago Bravo. “Estamos no processo de renegociar seu contrato para que ela possa fazer alguns episódios para manter sua personagem viva”, disse Murphy na época. “Ela realmente ama o elenco e a equipe e está muito esperançosa de que isso possa acontecer.” Na mesma entrevista, Murphy revelou que a 2ª temporada apresentaria vários novos operadores de call center. “Estamos indo atrás de grandes nomes”, ele brincou. Além de “Criminal Minds”, os créditos de Hewitt na TV incluem “The Client List” (2012-2013), “Ghost Whisperer” (2005-2010) e a clássica “Party of Five” (O Quinteto, 1994–2000), que gerou o spin-off “Time of Your Life” (1999-2000) centrado em sua personagem, mas ela também é conhecida por papéis no cinema, como o terror “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1997) e sua continuação, além da comédia “Mal Posso Esperar” (1999) e até “O Terno de Dois Bilhões” (2002), com Jackie Chan.

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  • Divulgação/Marvel
    Filme

    Deadpool 2 zoa tudo, o tempo inteiro, e isso não é para todos

    19 de maio de 2018 /

    Não há como negar o quanto “Deadpool”, o primeiro filme do mercenário tagarela, foi importante para trazer um pouco mais de ousadia aos lançamentos de super-heróis recentes. Dirigida por David Leitch, de “Atômica”, a sequência não tem mais a obrigação de contar a origem de seu anti-herói. Mas até quem desconhece o personagem vai se sentir à vontade com seu senso de humor ácido e pop, graças às inúmeras piadas internas envolvendo filmes de super-heróis, quadrinhos, a consciência da música diegética e até mesmo a própria carreira de Ryan Reynolds. As brincadeiras com o fato de Deadpool ser uma franquia que utiliza heróis do segundo escalão, mesmo tendo o direito de trazer os personagens dos filmes dos X-Men, continuam valendo neste longa, apesar da trama incluir Cable, herói muito querido dos leitores dos heróis mutantes na década de 1990. Josh Brolin interpreta o homem que veio do futuro para matar um mutante adolescente que matará sua família. Claro, Deadpool não deixa passar batida a semelhança dessa missão com o enredo de “O Exterminador do Futuro”. Ainda que inicialmente inimigos, Cable e Deadpool têm algo muito doloroso em comum e já se prevê que no final ambos serão aliados. O divertido é acompanhar o processo desta aventura despretensiosa até a sua conclusão. A própria criação do grupo X-Force, que Deadpool reúne para enfrentar Cable, é divertidíssima. Não só a criação como o destino de seus membros logo na primeira missão. A boa surpresa do grupo é Dominó, a mulher cujo superpoder é ter sorte, vivida por Zazie Beetz, conhecida de quem acompanha a série “Atlanta”. Por sinal, o humor da produção é justamente um dos elementos que mais divide o público entre gostar e odiar esta franquia, mas a verdade é que isso vale para os filmes dos estúdios Marvel também. Nem é nem a questão de se entender ou não as piadas, mas de não achá-las boas o suficiente para rir. A proposta do roteiro de Rhett Reese, Paul Wernick e do próprio Ryan Reynolds é zoar tudo, o tempo inteiro, e isso não é para todos. Claro que, no fim das contas, mesmo com conteúdo sexual e violento, tudo passa por um filtro dentro de uma época mais politicamente correta. Aliás, há até uma piada a respeito disso, que envolve a fixação um tanto estranha do taxista amigo do protagonista pela personagem de Kirsten Dunst em “Entrevista com o Vampiro”, uma vampira de dez anos de idade. Mas nem tudo é zoação. Há também um pouco de tragédia que invade a vida do herói e que muda um bocado a dinâmica e o clima em relação ao que o público espera encontrar. E isso é muito bom. Ainda mais para um personagem que é praticamente imortal. No final, não deixem de ver as duas cenas extras pós-créditos. Elas são ótimas e importantes para a verdadeira conclusão da história. Assim como são muito bons os poucos momentos de cena com a bela Morena Baccarin e a nova versão de “Take on Me”, do A-Ha, que vai acompanhar o público até em casa ao final da sessão – melhor do que ficar na cabeça com a música de Celine Dion, feita especialmente para a abertura, mas, se isso acontecer, considere como outra zoeira do Deadpool.

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  • Filme

    A Noite do Jogo marca o resgate das comédias americanas engraçadas

    19 de maio de 2018 /

    Já reparou que Hollywood não faz mais tantas comédias como há alguns anos atrás? Entre umas e outras baladas cinematográficas, sempre tinha aquele descanso merecido para rir com Katie Hudson, Anne Hathaway e Matthew McConaughey, além de Sandra Bullock, Hugh Grant e Julia Roberts antes deles. Talvez esses filmes tenham abusado demais da fórmula, deixando o público cansado. Hollywood é assim. Mesmo quando acham algo original como “Se Beber, Não Case!” e “Missão Madrinha de Casamento”, a mina de ouro é explorada excessivamente em continuações ou imitações desnecessárias até não sobrar mais nada. É por isso que as comédias de grandes estúdios protagonizadas por atores famosos se tornaram cada vez mais raras. Mas Hollywood também tenta se reciclar de tempos em tempos e um filme como “A Noite do Jogo”, mesmo com seus prós e contras, precisa ser notado simplesmente porque, às vezes, é bom rir à toa. E “A Noite do Jogo” ainda oferecer algo a mais, o que é louvável e a faz terminar com um saldo positivo. Vamos começar pela maior força do filme: o casal principal interpretado por Rachel McAdams e Jason Bateman, que são eufóricos e carismáticos na medida certa; daqueles que adoramos ver na tela e nos identificamos rapidamente. Bateman e McAdams podem tentar qualquer gênero, porque são bons atores, mas não há como fugir do fato de que são exímios comediantes. Bateman se projetou a partir da série “Arrested Development”, com seu jeito ponderado, porém exalando ironias e um olhar que dispensa palavras para se comunicar com o público. Ele nasceu pra isso. Da mesma forma que Rachel McAdams, que se destacou como a melhor arma de “Meninas Malvadas” (depois do roteiro de Tina Fey). Juntos, eles são perfeitos em “A Noite do Jogo”, lembrando os bons tempos das comédias com Goldie Hawn, Steve Martin ou Chevy Chase. Mas talvez tenha sido “Uma Noite de Aventuras”, dirigido por Chris Columbus e estrelado por Elisabeth Shue em 1987, a maior influência da jornada noite adentro do casal e seus amigos – um elenco maravilhoso, com destaque para o mulherengo e cérebro de azeitona vivido por Billy Magnussem e, principalmente, o policial solitário do fantástico Jesse Plemons, que rouba todas as cenas em que aparece. “A Noite do Jogo” é mais ou menos assim: Rachel McAdams e Jason Bateman vivem um casal viciado em jogos. A maior diversão é reunir amigos e brincar de mímicas, adivinhações e outras atividades ramificadas dessas ideias. Tanto que uma delas leva a uma aventura que mistura realidade e ficção, como uma versão cômica daquele filme pouco visto de David Fincher com Michael Douglas, “Vidas em Jogo”. Tudo bem que os mistérios não se seguram por muito tempo, mas o filme caminha imprevisível mais pelas reações dos atores que o roteiro em si. E isso já está de bom tamanho, porque algumas cenas arrancam risadas magníficas, como a que Rachel tenta tirar uma bala do braço de Jason Bateman (o efeito sonoro emitido pelo brinquedinho enquanto ela faz o corte me fez chorar de rir). E, cara, tem uma piada com Denzel Washington que é impagável. Espere pra ver. Melhor ainda: é um filme que não precisa se apoiar em piadas apelativas e bater em minorias. Sim, “A Noite do Jogo” é um saudável besteirol à moda antiga, devidamente atualizado para o público carente de risadas. E se dá ao luxo de contar com uma ótima direção – coisa rara nesse tipo de filme –, com direito até mesmo a um plano sequência muito bem orquestrado quando os personagens tentam capturar um “ovo”. John Francis Daley e Jonathan Goldstein fizeram antes disso aquele reboot frustrante de “Férias Frustradas”, mas mostram que são capazes de muito mais, com um humor herdado de tanto assistir o “Férias Frustradas” original e outros filmes da época. Não por acaso, a trilha sonora faz bom uso de sintetizadores, meio oitentista, em referência à era dos arcades, a era de John Carpenter. Os diretores também demonstram talento para criar concepções cenográficas originais, ao entregar cenas visualmente incríveis, que muitas vezes emulam jogos, como a perspectiva em terceira pessoa ao posicionar as câmeras atrás de alguns personagens, e a transformação de uma vizinhança inteira numa espécie de plataforma de game. Há um corte logo no começo que é brilhante, acompanhando a queda do casal ao chão que se torna um tabuleiro num passe de mágica da edição. É verdade que o ato final exagera na dose, com a barreira entre o que é realidade e o que é ficção extrapolando os limites do bom senso, conforme o roteiro de Mark Perez tenta ligar os pontos. Mas tudo bem, porque a esta altura a trama e seus heróis já conquistaram com seu bom humor. Além disso, a moral da história é ótima, ao ensinar que só envelhecemos quando queremos; conceito que se mistura com a escolha ousada nos dias de hoje de um elenco adulto, não adolescente, para um filme baseado em brincadeiras de criança. Enfim, “A Noite do Jogo” pode ser indício de uma volta das grandes comédias. E pelo resultado do público a este filme nos Estados Unidos a tendência é que Hollywood se estimule a lançar outras ainda melhores.

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  • Filme

    Vídeo de bastidores revela que novo Jurassic World terá recorde de dinossauros na franquia

    16 de maio de 2018 /

    A Universal divulgou um vídeo de bastidores legendado de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, centrado nos dinossauros da produção. Além de mostrar o processo de criação e cenas do set com as criaturas, o vídeo traz depoimentos do elenco e da equipe técnica, revelando que o novo longa terá mais dinossauros que todos os anteriores – desde Jurassic Park em 1993 -somados! Vale lembrar que o primeiro trailer destacou a destruição da Ilha Nublar e um êxodo espetacular de dinossauros variados, e o segundo adiantou que cientistas usam manipulação genética para criar novas espécies de répteis gigantes. Ou seja, os dinossauros vão mesmo se multiplicar na tela. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de “Jurassic World”), a direção está a cargo do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”) e a produção é de Steven Spielberg (“Jurassic Park”). Com um elenco novamente encabeçado por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard (ambos de “Jurassic World”), o novo filme estreia em 21 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Cinquenta Tons de Cinza excita Jane Fonda, Diane Keaton e Candice Bergen em trailer de comédia

    16 de maio de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer dublado (e legendado) de “Do Jeito que Elas Querem”, “tradução” nacional de “Book Club”, uma comédia romântica romântica da Terceira Idade, que mostra que o desejo não tem prazo de validade. A prévia mostra como a inclusão de “Cinquenta Tons de Cinza” no círculo de leitura (o clube do livro do título original) de quatro senhoras muda suas rotinas, voltando a despertar apetites sexuais. Curiosamente, Jane Fonda, que integra o elenco, explora a mesma linha de humor adulto da Terceira Idade em sua série “Grace and Frankie”, na Netflix. As demais amigas são Diane Keaton (“Loucas por Amor, Viciadas em Dinheiro”), Candice Bergen (série “Murphy Brown”) e Mary Steenburgen (série “The Last Man on Earth”). Seus pares românticos são vividos por Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Don Johnson (série “Nash Bridges”) e Richard Dreyfuss (“RED: Aposentados e Perigosos”). E o elenco ainda inclui Alicia Silverstone (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Ed Begley Jr. (série “Future Man”) e Katie Aselton (série “Legion”). A comédia ao estilo dos filmes de Nancy Meyers (“Simplesmente Complicado”) é, curiosamente, escrita e dirigida por um cineasta jovem e iniciante, Bill Holderman, que vira diretor após escrever “Uma Caminhada na Floresta” (2015), também com protagonistas da Terceira Idade. O filme estreia nesta sexta (18/5) nos Estados Unidos, mas apenas daqui a um mês, em 14 de junho, no Brasil.

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  • Filme

    Novo trailer de Missão Impossível: Efeito Fallout mostra quantidade absurda de cenas de ação

    16 de maio de 2018 /

    A Paramount divulgou dois novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Missão: Impossível: Efeito Fallout”, que apresenta a trama central, além de uma quantidade absurda de cenas de ação. São tantas colisões, explosões, perseguições, saltos no vazio, quedas, tiroteios e pancadaria que só a prévia parece conter mais ação que em todos os filmes anteriores da franquia. Para se ter ideia, a cena menos espetacular é o pulo entre prédios que machucou Tom Cruise e o afastou das filmagens por três meses. Imaginem que o ator faz questão de fazer, ele mesmo, as peripécias de seu personagem, e revejam quantas vezes ele poderia ter morrido nas filmagens do novo longa. Em relação à trama, o vídeo repete alguns elementos já vistos na série, como as ameaças de vilões aprisionados, traições do governo e um novo confronto entre Ethan Hunt (o personagem de Cruise) e Ilsa Faust (a agente de Rebecca Ferguson, introduzida no filme anterior). Mas as principais brigas são mesmo entre Hunt e o aliado relutante com ordens de matá-lo caso ele saia da linha, August Walker, um brutamontes de bigode intocável, vivido por Henry Cavill (“Liga da Justiça”). O elenco do sexto “Missão Impossível” também traz de volta Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novas personagens vividas por Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Bohemian Rhapsody: Cinebiografia da banda Queen ganha primeiro trailer legendado

    15 de maio de 2018 /

    A Fox divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia da banda Queen. Mas é melhor assistir a versão original, sem legendas, já que a filial nacional do estúdio disponibilizou uma versão com formato de tela quadrado, provavelmente feita para o Instagram, em vez do lançamento oficial. Compare os dois vídeos abaixo. A prévia também chama atenção pela forma como usa diferentes músicas do Queen, mixadas sobre a mesma base musical, como uma narrativa sonora que complementa as cenas apresentadas. A variedade de figurinos e penteados do elenco ainda aponta a abrangência da história, que cobre toda carreira da banda. Visualmente convincente, o trailer aborda até algumas “lendas” da história da banda, como a reação do executivo da gravadora diante da longa duração da música que dá título ao filme. Nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Ele foi substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), que chegou a se envolver na pré-produção do longa há três anos e era o favorito para dirigir o longa, antes de Singer. Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Cancelamentos de Inhumans e Ten Days in the Valley são oficializados

    11 de maio de 2018 /

    A rede ABC oficializou os cancelamentos das séries “Inhumans” e “Ten Days in the Valley”. Ambas já eram tratadas como canceladas em decorrência de baixas audiências, críticas negativas e falta de novidades sobre seus futuros, apesar das temporadas inaugurais terem ido ao ar no ano passado. Baseada nos quadrinhos dos Inumanos, “Inhumans” foi o primeiro grande fracasso da Marvel, encerrada com público de 1,9 milhão e 0,4 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Alardeada como uma superprodução, a primeira série a estrear no cinema com projeção grandiosa no circuito Imax, tornou-se uma frustração de tamanho colossal, com a escalação de um diretor especialista em continuações de filmes trash para o projeto. Não por acaso, foi considerada a pior atração televisiva de 2017, com apenas 10% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com isso, a Marvel queimou a franquia, que a certa altura esteve cotada para chegar aos cinemas com Vin Diesel no papel principal – como o herói mudo Raio Negro. Por sua vez, “Ten Days in the Valley” foi a primeira série virtualmente cancelada da temporada passada. Devido à falta de interesse do público, o programa passou a ser exibido com episódios duplos aos sábados, dia em que tradicionalmente não há séries na TV aberta americana. e durante o período de fim de ano, quando as demais séries estavam em pausa. A audiência, que já era baixa, chegou a 1,3 milhão e 0,2 ponto. Criada por Tassie Cameron (que criou a bem-sucedida série canadense “Rookie Blue”), a série misturava suspense e trama novelesca, e marcava a volta de Kyra Sedgwick à TV após cinco anos. A atriz, que estrelou a série policial “The Closer” por sete temporadas, vivia uma mãe solteira e produtora de televisão, que passa por um divórcio turbulento. Quando sua filha desaparece, seu mundo – e a controversa série policial que ela produz – implode.

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  • Filme

    Novos pôsteres e comerciais de Os Incríveis 2 destacam personagens e cenas inéditas

    11 de maio de 2018 /

    A Disney/Pixar divulgou um coleção de pôsteres para o mercado latino e novos comerciais de “Os Incríveis 2”, que mostram os desafios da família Parr (ou Pêra, na versão dublada em português). As prévias condensam a trama, mostrando como o Sr. Incrível vira dono de casa para que sua esposa, a Mulher-Elástico, possa combater o crime e mudar a imagem dos super-heróis, que foram banidos pelo governo. Mas não é fácil ser pai de uma adolescente em crise, um menino literalmente hiperativo e um bebê que começa a manifestar super-poderes perigosos. Para completar, ainda há o surgimento de um novo supervilão: o Hipnotizador. E os comerciais mostram que ele não chega sozinho! A versão original da animação repete o elenco de dubladores originais, com os atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”) dublando a família incrível. Só o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Veja Lily James cantar e dançar em cena completa do musical Mamma Mia 2

    11 de maio de 2018 /

    A Universal divulgou uma cena completa de “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, sequência do sucesso de 2008, inspirado pelas músicas da banda Abba. A prévia destaca uma apresentação da canção “When I Kissed the Teacher”, cantada por Lily James numa encenação coreográfica que evoca a formatura da sua personagem. A continuação volta a reunir o elenco do primeiro filme no mesmo cenário idílico – uma ilha grega – , mas acrescenta várias novidades, graças a uma trama paralela de flashback – que revela que Meryl Streep costumava ser Lily James nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth – , todos prestes a virar avôs. Além deles, o elenco destaca outra vovó, a cantora Cher. Ela interpreta a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama, e aparece na prévia cantando “Fernando”, hit do Abba. A trama continua visitando o repertório do Abba, agora não mais relacionado ao musical da Broadway que foi adaptado no filme de dez anos atras, mas com um roteiro inédito e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”). A produção ainda inclui as versões jovens dos protagonistas: a citada Lily James (“Cinderela”), Alexa Davies (série “Harlots”), Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e Hugh Skinner (também de “Harlots”), além de Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) como o Fernando cantado por Cher. A estreia está marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Oito Mulheres e um Segredo: Gangue de Sandra Bullock ganha comerciais e pôsteres individuais

    10 de maio de 2018 /

    A Warner divulgou quatro comerciais e oito pôsteres de personagens de “Oito Mulheres e um Segredo”, a versão feminina de “Onze Homens e um Segredo” (2001). As prévias mostram o plano de Sandra Bullock (“Gravidade”) para roubar joias no glamouroso baile de gala do Metropolitan Museum, em Nova York com a ajuda de algumas comparsas. Os vídeos também situam o filme na franquia original, ao mencionar claramente, via exposição do comediante James Corden (“Caminhos da Floresta”), que a personagem de Sandra Bullock “é irmã de Danny Ocean”, o papel de George Clooney nos outros filmes. Explicação que inspira em Anne Hathaway (“Colossal”) uma cara de quem não entendeu a referência. Na trama, Debbie Ocean (Bullock) sai da prisão planejando o golpe do século no baile anual do Met Gala, recheado de estrelas de Hollywood e um colar extremamente precioso, que desfila no pescoço de Hathaway. É a deixa para reunir um supertime de ladras com Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), Sarah Paulson (série “American Crime Story”), Mindy Kaling (série “The Mindy Project”), Awkwafina (“Vizinhos 2”) e a cantora Rihanna (“Battleship”). Com produção de Steven Soderbergh, que dirigiu a trilogia de “Onze Homens e um Segredo”, o filme tem roteiro e direção de Gary Ross (“Jogos Vorazes”) e previsão de estreia para 7 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Shailene Woodley enfrenta catástrofe marítima no novo trailer de Vidas a Deriva

    9 de maio de 2018 /

    A produtora americana STX divulgou o novo pôster e o segundo trailer de “Vidas à Deriva” (Adrift), drama de sobrevivência baseada em história real, que mostra Shailene Woodley (“Divergente”) e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) perdidos em alto-mar. A prévia de quase três minutos conta praticamente toda a história, do começo romântico ao final trágico, deixando em aberto apenas a resolução. Com roteiro dos gêmeos Aaron e Jordan Kandell, responsáveis por “Moana” (2016) – que também é uma aventura marinha – , a trama mistura romance e catástrofe, ao acompanhar um casal em viagem por mar do Taiti aos Estados Unidos. Após seu barco ser atingido por um enorme furacão, a mulher acorda no barco semidestruído e com o rapaz desaparecido. Desesperada, ela percebe que terá que manobrar o barco sozinha, cruzando mais de 1,5 mil km pelo oceano Pacífico até o Havaí, contra os desafios que se sucedem. O filme tem direção do islandês Baltasar Kormákur, que volta a enfrentar a natureza, após “Evereste” (2015). Sai a neve, entra o sol à pino, mas o clima trágico permanece inalterado. A estreia está marcada para 9 de agosto no Brasil, três meses após o lançamento nos Estados Unidos.

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