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    Homem-Formiga e a Vespa ganha novos pôsteres e fotos de bastidores

    18 de junho de 2018 /

    A Marvel divulgou dois novos pôsteres e diversas fotos de bastidores de “Homem-Formiga e a Vespa”. As imagens destacam principalmente os intérpretes dos personagens-título, Paul Rudd e Evangeline Lilly, além de Michael Douglas, que vive o Dr. Hank Pym, e o diretor da produção. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Comercial de Homem-Formiga e a Vespa encaixa os heróis nos acontecimentos de Vingadores: Guerra Infinita

    17 de junho de 2018 /

    A Marvel decidiu brincar com a expectativa dos fãs, a respeito do que vai acontecer após o final impactante de “Vingadores: Guerra Infinita”, na divulgação do novo comercial de “Homem-Formiga e a Vespa”. Aberto com imagens do filme anterior e acompanhado por uma narração imponente, o vídeo sugere fazer uma grande revelação sobre a importância do casal de heróis para o aguardado “Vingadores 4”. Mas, em vez disso, a cena corta para uma piada. E uma piada sem graça. Mesmo assim, a continuidade do universo Marvel coloca “Homem-Formiga e a Vespa” numa posição privilegiada. O filme, inclusive, deverá explicar porque os dois heróis, interpretados por Paul Rudd e Evangeline Lilly, não participaram do esforço dos Vingadores para derrotar Thanos, mostrando o que eles estavam fazendo no momento em que o vilão assassinou meio universo. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Gotti: Novo filme de John Travolta consegue 0% de aprovação no Rotten Tomatoes

    15 de junho de 2018 /

    A cinebiografia do mafioso John Gotti, estrelada por John Travolta, virou um fenômeno de rejeição coletiva. “Gotti” atingiu a unanimidade da crítica, com 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes. E isto porque foi escondido da imprensa, que só pôde assistir ao lançamento quando o longa chegou aos cinemas nesta sexta (15/06). A crítica do jornal The New York Times definiu a produção como “uma bagunça decepcionante”, a do Newsday chamou de “desastre” e a da revista The Hollywood Reporter resumiu: “O filme é muito terrível, mal escrito, desprovido de tensão, ridículo em alguns pontos e simplesmente aborrecido em outros”. Apesar da avaliação de 0% ser bastante rara, “Gotti” é o quarto longa na filmografia de John Travolta a conquistar esta marca, após “Os Embalos de Sábado Continuam” (1983), “Olha Quem Está Falando Agora!” (1993) e “A Vida Por Um Fio” (2015). Vale citar ainda que “A Reconquista” (2000), considerado por muitos a pior ficção científica de todos os tempos, também se destaca entre os filmes do ator com 3%. Mas Gotti é um desastre à parte, por envolver Travolta, mulher e filha. O filme mostra a vida tumultuada dos Gotti, enquanto o mafioso (Travolta) e sua mulher (Kelly Preston, esposa de Travolta) tentam manter a família unida durante vários crimes, tragédias e prisões. A filha de Travolta, Ella Bleu Travolta, também está no elenco como, claro, filha do protagonista na trama. Terceiro filme dirigido pelo ator Kevin Connolly (da série “Entourage”), “Gotti” foi escrito por Lem Dobbs (“Sem Proteção”) e outro ator, Leo Rossi (“As Três Faces do Crime”), e é contado pelo ponto de vista do filho do mafioso, John Gotti Jr (Spencer Lofranco, de “Invencível”). A Lionsgate viu que o resultado era radioativo e desistiu de lançar na véspera da previsão original de estreia, em dezembro do ano passado, mas o infame Keya Morgan, preso no começo da semana por preencher um boletim falso na polícia e proibido pela Justiça de se aproximar de seu “sócio” Stan Lee, descreveu o longa como “obra prima” e se juntou aos produtores para comprar o filme, visando lançá-lo por conta própria. O prejuízo tende a ser enorme, já que a expectativa é que a produção fature algo entre US$ 1 e 2 milhões no fim de semana.

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    Vídeos destacam número musical de Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!

    15 de junho de 2018 /

    A Universal divulgou dois vídeos de “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, que destacam o mesmo número musical: um cover de “Waterloo” cantado pelo ator Hugh Skinner (da série “Harlots”) num restaurante francês. Um dos vídeos registra os bastidores das filmagens e o outro é uma versão da coreografia criada em 360 graus. A sequência do sucesso de 2008, inspirado pelas músicas da banda Abba, volta a reunir os atores do primeiro filme e ainda dobra o elenco, graças a uma trama paralela de flashback que mostra como os personagens eram na juventude. Por exemplo, Meryl Streep costumava ser Lily James (“Cinderela”) nos anos 1970. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, e por Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e o citado Hugh Skinner nos anos 1970 – , todos prestes a virar avôs. Além deles, o elenco destaca Alexa Davies (também da série “Harlots”), Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e a cantora Cher, que vive a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama. Com roteiro e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”), “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” tem estreia marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Brain on Fire: Chloe Moretz sofre doença misteriosa em trailer dramático

    15 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Brain on Fire”, em que Chloë Grace Moretz (“A 5ª Onda”) vê sua vida bem-sucedida desabar devido a uma doença debilitante e misteriosa, que nenhum médico consegue diagnosticar. O drama indie foi escrito e dirigido pelo irlandês Gerard Barrett (“Glassland”), e também inclui em seu elenco Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”), Richard Armitage (trilogia “O Hobbit”), Carrie-Anne Moss (série “Jessica Jones”), Jenny Slate (“O Rei da Polka”), Tyler Perry (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”) e Navid Negahban (série “Legion”). A trama é baseada numa história real e teve sua première há quase dois anos, no Festival de Toronto de 2016, onde implodiu sob críticas negativas – apenas 22% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no serviço de streaming acontece na próxima sexta (22/6).

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    Animação Ilha de Cachorros finalmente ganha primeiro trailer legendado em português

    15 de junho de 2018 /

    A Fox finalmente divulgou o trailer legendado em português de “Ilha de Cachorros” (Isle of Dogs), a nova animação do cineasta Wes Anderson (“O Grande Hotel Budapeste”), que abriu o Festival de Berlim em fevereiro e foi lançada há dois meses nos cinemas norte-americanos. Elogiadíssima, tem 89% de aprovação no Rotten Tomatoes e deve disputar o Oscar na categoria de Animação, mas está sendo tratada com tanto descaso pelo estúdio no Brasil, que só chegará aqui após seu lançamento em Blu-ray nos Estados Unidos. “Ilha de Cachorros” é a segunda animação da carreira de Anderson, após “O Fantástico Sr. Raposo” (2009). Bastante detalhista, a trama apresentada em stop-motion se passa num futuro distópico após uma epidemia de gripe canina levar um político corrupto a isolar todos os cachorros numa ilha do Japão, onde eles precisam lutar por restos de comida no lixo. Isto não impede um garotinho de ir até a ilha para tentar resgatar seu animalzinho de estimação. Sensibilizados, os demais cachorros resolvem ajudá-lo na busca. O problema é que, como eles falam inglês, não entendem o que diz o menino japonês. O elenco de vozes é repleto de estrelas, como de costume nos filmes de Anderson, incluindo alguns parceiros habituais do diretor, como Bill Murray, Edward Norton, Tilda Swinton, Jeff Goldlum, Frances McDormand e Bob Balaban, mas também novidades, como Bryan Cranston (da série “Breaking Bad”), Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), Greta Gerwig (“Frances Ha”), Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) e diversos astros japoneses, como Ken Watanabe (“A Origem”), Kunichi Nomura (“Encontros e Desencontros”), Akira Ito (“Birdman”), Akira Takayama (“Neve Sobre os Cedros”) e até a cantora Yoko Ono. Como a Fox disponibilizou o trailer legendado, o público provavelmente poderá ouvir as vozes originais nos cinemas nacionais. A estreia está marcada no país para 19 de julho.

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    Tom Cruise voa e cai de helicóptero nos comerciais legendados de Missão Impossível

    15 de junho de 2018 /

    A Paramount divulgou dois novos comerciais legendados de “Missão: Impossível: Efeito Fallout”. Ambos destacam o voo e a queda de helicóptero de Tom Cruise, que continua a dispensar dublês para fazer as sequências perigosas de seus filmes, arriscando a própria vida. Não foi por acaso que o ator se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Em relação à trama, “Missão: Impossível: Efeito Fallout” repete diversos elementos já vistos na franquia de ação, como as ameaças de vilões aprisionados, traições do governo, perseguições de motocicletas e um novo encontro entre Ethan Hunt (o personagem de Cruise) e Ilsa Faust (a agente de Rebecca Ferguson, introduzida no filme anterior). A principal novidade é o aliado relutante com ordens de matar Ethan Hunt (o personagem de Cruise) caso ele saia da linha, August Walker, um brutamontes de bigode intocável, vivido por Henry Cavill (“Liga da Justiça”). O elenco do sexto “Missão Impossível” também traz de volta Simon Pegg, Ving Rhames, Alec Baldwin, Sean Harris e Michelle Monaghan, já vistos nos “capítulos” anteriores, e introduz novas personagens vividas por Vanessa Kirby (série “The Crown”) e Angela Bassett (“Pantera Negra”). Com roteiro e direção de Christopher McQuarrie, que assinou “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015), a continuação estreia em 26 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Trailer de Alfa dá tom de fábula infantil à domesticação dos lobos na Pré-Historia

    14 de junho de 2018 /

    A Sony Pictures divulgou novo pôster e o segundo trailer de “Alfa”. A prévia é acompanhada por um narração triunfalista que evoca tanto documentários da natureza para Imax quanto fábulas encantadas para crianças. E as imagens que enfatizam mamíferos extintos, vastidões geográficas e a amizade entre um garoto e seu bichinho de estimação realmente sugere um cruzamento das duas inspirações. Estrelado por Kodi Smit-McPhee (o Noturno de “X-Men: Apocalipse”), o filme se passa durante a Pré-História e mostra como começou a amizade entre humanos e caninos. A prévia resume praticamente toda a trama, mas não explica porque o elenco é branco e fala em inglês, quando personagens de traços indígenas fariam mais sentido na história. A sinopse diz que, durante a primeira caçada com sua tribo, o jovem Zeta (Smith-McPhee) sofre um acidente e é deixado para trás. Ele acaba formando uma parceria com um lobo solitário, Alfa, que também foi abandonado por sua matilha. Os dois aprendem a confiar um no outro, enquanto enfrentam inúmeros perigos e procuram o caminho para voltar para casa. O filme tem roteiro e direção de Albert Hughes, que volta a comandar um longa de ficção sete anos após a sci-fi “O Livro de Eli” (2010), que ele codirigiu com o irmão Allen Hughes. “Alfa” estreia em 6 de setembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Lendas do basquete americano largam a aposentadoria no trailer legendado da comédia Tio Drew

    14 de junho de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “Tio Drew” (Uncle Drew), comédia que reúne velhos e novos ídolos da NBA, a liga de basquete dos Estados Unidos. No filme, Kyrie Irving, que joga no Boston Celtics, aparece disfarçado como um velhinho – repetindo o que Martin Lawrence fez com a “Vovó… Zona” em 2000. Apesar da septuagenário, ele ainda arrasa no basquete. E se torna a última esperança de Dax (Lil Rel Howery, de “Corra!”), um homem apaixonado por basquete que investiu dinheiro em um time amador e faz de tudo para que o grupo consiga ganhar o torneio local, embora nunca tenha conseguido superar o time de seu maior rival (interpretado por Nick Kroll, de “A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança”). O Tio Drew topa entrar no time do rapaz, desde que possa jogar com seus velhos parceiros. E por velhos, entenda-se astros já aposentados do basquete, como Shaquille O’Neal e Reggie Miller, envelhecidos ainda mais pela maquiagem da produção. Por curiosidade, esta premissa é baseada numa campanha comercial da Pepsi-Cola, que lançou o personagem Tio Drew em 2012. E como se sabe que beber refrigerante não faz bem à saúde, pode até servir de alerta não intencional, ao mostrar que um atleta como Irving vira velho da noite pro dia após abusar de Pepsi-Cola. Mas os gênios do marketing não devem ter pensado nisso quando investiram nessa produção. A direção é de Charles Stone (de “O Rei do Jogo”), o roteiro de Jay Longino (de “Fora do Rumo”) e o elenco ainda destaca Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) e J.B. Smoove (série “Curb Your Enthusiasm”). A peça publicitária expandida estreia em 19 de julho no Brasil, três semanas após seu lançamento nos Estados Unidos.

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    Making of legendado destaca trabalho do diretor de Bumblebee

    13 de junho de 2018 /

    A Paramount divulgou um vídeo de bastidores legendado de “Bumblebee”, filme derivado da franquia “Transformers”, que acompanha uma aventura solo do personagem-título. A prévia enfatiza o trabalho do diretor Travis Knight, da aclamada animação “Kubo e as Cordas Mágicas” – indicada ao Oscar 2017 – , que realiza seu primeiro trabalho com atores reais. No vídeo, ele afirma ter usado sua experiência à frente das animações de stop-motion do estúdio Laika para dar vida ao carro-robô, além de ter se inspirado nos primeiros filmes de Spielberg para resgatar o espírito juvenil da franquia. A trama de “Bumblebee” é um prólogo passado na Califórnia dos anos 1980, e traz o robô-carro como um fusca amarelo. Não por acaso, era assim que ele aparecia no desenho animado da época. Na trama, Hailee Steinfeld (“A Escolha Perfeita 3”) resgata o veículo do ferro-velho e se surpreende ao descobrir que se trata de um autobot. O elenco também conta com John Cena (“Pai em Dose Dupla 2”), Pamela Adlon (série “Better Things”), Jorge Lendeborg Jr. (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Drucker (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), John Ortiz (“Kong: a Ilha da Caveira”), Stephen Schneider (série “Imaginary Mary”), Ricardo Hoyos (série “Degrassi: Next Class”), Abby Quinn (“The Journey Is the Destination”), Rachel Crow (“Deidra & Laney Rob a Train”) e Grace Dzienny (série “Zoo”). O roteiro foi escrito por Christina Hodson (“Refém do Medo”) e a estreia vai acontecer em 25 de dezembro no Brasil, quatro dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Homem-Formiga e a Vespa ganha três comerciais legendados e novos pôsteres

    12 de junho de 2018 /

    A Disney-Marvel divulgou três pôsteres e três comercial legendados de “Homem-Formiga e a Vespa”, seu próximo filme de super-heróis. As prévias destacam o tom bem-humorado do filme, centrando-se na pareceria relutante entre os dois heróis, interpretados por Paul Rudd e Evangeline Lilly, que se juntam para enfrentar uma nova supervilã chamada Fantasma (Hannah John-Kamen, da série “Killjoys”). A personagem aparecendo dando uma surra no Homem-Formiga e demonstrando alguns dos seus poderes. Fora esse confronto, não há maiores detalhes da trama, que também irá introduzir Michelle Pfeiffer (“A Família”) como Janet Van Dyne, a Vespa original, e o Dr. Bill Foster (Laurence Fishburne, de “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”), também conhecido como o herói Golias Negro nos quadrinhos – e que Evangeline Lilly sugeriu ser o verdadeiro vilão da trama. Novamente dirigido por Peyton Reed (de “Homem-Formiga”), o filme estreia em 5 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Oito Mulheres e um Segredo é realmente a versão feminina de um filme já visto

    12 de junho de 2018 /

    Quem gosta de “Onze Homens e um Segredo” tem tudo para apreciar Sandra Bullock (como Debbie, a irmã do Danny Ocean de George Clooney), Cate Blanchett, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Rihanna, Helena Bonham Carter, Mindy Kaling e Awkwafina em “Oito Mulheres e um Segredo”. Já quem acha um porre e se diverte bem menos que os astros e as estrelas da tela nesse tipo de filme, vai ter uma razão a mais para odiar, porque a intenção de “Oito Mulheres e um Segredo” é mesmo trazer de volta a atmosfera de “Onze Homens e um Segredo”, mas com um excepcional elenco feminino, que não deixa a mínima saudade de Clooney e sua turma. O filme faz parte da tendência hollywoodiana das continuações disfarçadas de reboots (ou vice-versa), como “Star Wars: O Despertar da Força” e “Jurassic World”, que mais ou menos repetem as estruturas consagradas dos roteiros originais como forma de reapresentar histórias velhas para uma nova geração. O curioso é que Hollywood tenha considerado a franquia de George Clooney, Brad Pitt e Matt Damon digna do mesmo tipo de tratamento, inclusive com uma cota de autorreferências e participações especiais. Está tudo em seu devido lugar de novo e outra vez. Inclusive em seu paradoxo primordial. Nesses filmes, os planos das “criminosas” não tem como ser levados a sério, embora sejam minuciosamente detalhados, sem fazer o menor sentido para quem está do lado de cá da tela. Enquanto personagens, falam, pensam, falam e pensam, o que fica para o espectador é o espetáculo visual, que consiste na observação de olhares, sorrisos, narizes empinados e como essas pessoas andam com estilo, vestem-se bem, e se comunicam de maneira esnobe. Aliás, por que os elencos desses filmes precisam falar quase que obrigatoriamente com empáfia? Será que o charme exala antipatia enquanto personagens caminham entre checkpoints grã-finos como galerias de arte, cassinos ou o Met Gala? É muito mais humano observar Helena Bonham Carter quebrar esse padrão, ao demonstrar insegurança, vulnerabilidade e um humor tão discreto quanto imprevisível. O mesmo serve para a sedução provocada por Anne Hathaway, com sua personagem que quer ser linda como uma Barbie, mas é, no fundo, uma menina mimada e ingênua. São as duas melhores atuações… Porque as líderes Sandra Bullock e Cate Blanchett, que são sempre extraordinárias, limitam-se aqui a fazer o perfil egocêntrico “comigo ninguém pode” de George Clooney nos filmes de Soderbergh. Como nos longas anteriores, “Oito Mulheres e um Segredo” também não apresenta conflitos ou grandes riscos para o elenco principal, muito mesmos reviravoltas surpreendentes. O enredo até inclui uma reviravolta. Mas ela não é memorável, pois só acontece quando, digamos, o filme esquece que havia terminado, estendendo-se desnecessariamente até gerar um anti-clímax. E há o problema da direção que não decola. Gary Ross é um cineasta que entrega o que está no roteiro. Seu talento aparece mais quando revisita o cinema clássico, mesmo que seja para atualizá-lo, como fez nos belos “Pleasantville” e “Seabiscuit”. Mas, aqui, sua dedicação é tão impessoal que ele visivelmente se esforça para parecer Steven Soderbergh. O detalhe é que nem sequer foi Soderbergh quem criou “Onze Homens e um Segredo”, materializado pela primeira vez em 1960 como veículo para Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. Claro que o remake de 2001 foi mais marcante. Mas o ponto é que Ross não tinha a necessidade de reproduzir os tiques de Soderbergh, que nem estava em sua praia indie quando topou entrar na brincadeira de “Onze Homens e um Segredo” com seus amigos. Ali, todos ganharam para se divertir. Da mesma forma que as atrizes deste filme. Afinal, se houvesse pretensão feminista e não apenas comercial no resgate da franquia como veículo para estrelas femininas, por que não contaram com uma mulher na direção? Assim, até a piada sobre isso, nos minutos finais, soaria mais pessoal e com personalidade. Fica a ideia para a sequência, já que estes caça-niqueis costumam virar trilogia. Se Soderbergh fez “Onze Homens”, “Doze Homens e “Treze Homens”, Sandra, Cate, Anne e cia devem retornar ainda em “Nove Mulheres” e “Dez Mulheres”. Até os números batem. Quem sabe, assim, consigam provar que conseguem fazer melhor, agora que já estabeleceram as personagens, podendo finalmente deixar a sombra dos “Onze Homens” e suas referências para trás.

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    Um Pequeno Favor: Anna Kendrick e Blake Lively se envolvem em suspense em teaser dublado

    11 de junho de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou as versões com legendas e dublagem do primeiro teaser de “Um Pequeno Favor” (A Simple Favor). A prévia revela uma trama de mistério e suspense, que envolve a amizade das personagens vividas por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e Blake Lively (“A Incrível História de Adeline”). Este elenco pode mesmo enganar os espectadores, já que combina com comédia romântica. Mas ainda mais surpreendente é o nome do responsável pela direção: Paul Feig, especialista em comédias rasgadas estreladas por mulheres, de “Missão Madrinha de Casamento” a “Caça-Fantasmas”. Adaptado do romance de Darcey Bell, “Um Pequeno Favor” conta a história de uma mamãe blogger e sua melhor amiga, que desaparece subitamente em sua cidadezinha. Roteirizada por Jessica Sharzer (do thriller “Nerve – Um Jogo sem Regras”), o filme ainda inclui em seu elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Rupert Friend (série “Homeland”), Eric Johnson (“Cinquenta Tons de Liberdade”) e Jean Smart (série “Legion”). A estreia está marcada para 27 de setembro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos. Quem quiser saber mais sobre a história pode conferir o segundo teaser neste link. Ele foi disponibilizado há uma semana pela Lionsgate nos Estados Unidos.

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