Kaya Scodelario é atacada por crocodilos no trailer legendado de Predadores Assassinos
A Paramount divulgou o pôster internacional, cinco fotos e o primeiro trailer legendado de “Predadores Assassinos” (Crawl), em que Kaya Scodelario (“Maze Runner”) enfrenta crocodilos em sua casa, durante um furacão que inunda parte da Flórida. A premissa pode dar ideia de que se trata de um trash ao estilo de “Sharknado”. Mas a tensão e a violência dos ataques estão mais para “Piranha 3D” (2010). Ambos são filmes de predadores assassinos que atacam na água e, por sinal, compartilham o mesmo diretor: o francês Alexandre Aja. O roteiro foi escrito pelos irmãos Michael e Shawn Rasmussen, especialistas em terror que têm no currículo a história de “Aterrorizada”, dirigida pelo mestre John Carpenter em 2010. A equipe ainda inclui o cineasta Sam Raimi (“Homem-Aranha” e “Evil Dead”) como produtor e o ator Barry Pepper (outro da franquia “Maze Runner”) no papel do pai da personagem de Scodelario. A estreia está marcada para 11 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Terror brasileiro é o principal lançamento da semana nos cinemas
Com “Vingadores: Ultimato” monopolizando o circuito cinematográfico nacional, os lançamentos desta quinta (2/4) abrangem apenas o circuito limitado. São somente seis filmes, metade dirigidos por mulheres e todos de tom dramático. O destaque é o brasileiro “A Sombra do Pai”, de Gabriela Amaral Almeida (“O Animal Cordial”), vencedor de três troféus no Festival de Brasília do ano passado. Trata-se de um drama sobrenatural estrelado por Julio Machado (“Joaquim”), que atesta a boa fase do terror nacional. Na trama, uma filha deseja que a mãe morta volte para a casa. E logo a imaginação infantil começa a perceber “coisas”. Entre os estrangeiros, tanto o austríaco “Mademoiselle Paradis” quanto o francês “Amanda” conseguiram uma façanha, ao atingir 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Vencedor de cinco troféus da Academia Austríaca, “Mademoiselle Paradis” faz uma reconstrução requintada de época – o século 17 – e capricha na fotografia para contar a história real de uma célebre pianista cega (Maria Theresia Paradis, em interpretação gloriosa de Maria Dragus) que recupera a visão ao conhecer um curandeiro famoso (Franz Anton Mesmer). Para transmitir a redescoberta do olhar, o filme de Barbara Albert (“Os Mortos e os Vivos”) se transforma num deleite visual para todo o público. Por sua vez, “Amanda”, de Mikhaël Hers (“Aquele Sentimento do Verão”), venceu o Festival de Tóquio e ainda foi premiado em Veneza. Acompanha um jovem sonhador que, de repente, se vê responsável pela sobrinha pequena. A história familiar é abordada de forma diferente do esperado, com pouco melodrama. A lista também inclui outro brasileiro, o discursivo “Borrasca”, mais um drama europeu de época, “Entardecer”, e outro melodrama sobre família, o americano “Tudo o que Tivemos”. Confira maiores detalhes abaixo. A Sombra do Pai | Brasil | Drama Dalva (Nina Medeiros), uma menina de 9 anos, se torna responsável por sua casa quando seu pai, o pedreiro Jorge (Julio Machado), fica doente. Órfã de mãe, ela precisa deixar de lado a infância para cuidar do pai, que por sua vez tem que lidar com a frustração de perder aspectos de sua paternidade. Mademoiselle Paradis | Áustria | Drama Viena, século 17. Maria Theresia Paradis (Maria-Victoria Dragus) é uma jovem cega extremamente habilidosa no piano. Na esperança de conseguir curar sua cegueira, seus pais a levam até o dr. Mesmer (Devid Striesow), um médico que explora métodos alternativos. Após bastante dedicação, ele descobre que Maria na verdade tem gota e consegue fazer com que ela volte a enxergar. É quando a jovem precisa redescobrir o mundo, já que desde a infância apenas ouvia os sons do que estava ao seu redor. Amanda | França | Drama Um homem de 20 anos vive adiando o tempo para tomar decisões mais sérias. Este sonhador solitário sucumbe ao encanto de uma vizinha recém-chegada. Porém, o ritmo descontraído de sua vida diminui quando sua irmã mais velha é brutalmente morta em um ataque. Agora, ele deve se encarregar de sua sobrinha de sete anos, Amanda. Entardecer | Hungria, França | Drama Em 1913, durante o declínio do Império Austro-Húngaro, Irisz (Juli Jakab) retorna à Budapeste, cidade em que nasceu, depois de anos vivendo em um orfanato. Ela pretende trabalhar na loja de chapéus que já pertenceu aos seus familiares, mas logo percebe que existe um novo dono no estabelecimento. Pior do que isso, Irisz descobre que o nome da família está manchado na cidade por razões que ela desconhece. A jovem desafia as regras locais para efetuar sua própria investigação. Tudo o que Tivemos | EUA | Drama Junto com a filha adolescente Emma (Taissa Farmiga), Bridget (Hilary Swank) precisa viajar de volta para a casa da sua mãe, Ruth (Blythe Danner), após ela acordar de madrugada e sair caminhando por uma tempestade de neve devido ao Alzheimer. No retorno a sua casa, Bridget precisa lidar com o teimoso pai Burt (Robert Forster) e o irmão Nicky (Michael Shannon), enquanto discutem sobre colocar Ruth em uma casa de cuidados para a memória ou não. Borrasca | Brasil | Drama Após a morte de um amigo, Gabriel e Diego conversam em meio a uma noite chuvosa. Os dois amigos passam a relembrar momentos que viveram juntos com o falecido, mas apenas um deles vai ao enterro. O outro se recusou a ir porque sua ex-mulher o traiu com o falecido, mas acabou sabendo pelo amigo que foi como estava o funeral. À medida que conversam, eles não só relembram memórias mas também questionam suas próprias vidas.
Gênio explica como funcionam os desejos em novo comercial de Aladdin
A Disney divulgou um novo comercial de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio, repleto de cenas inéditas. Desta vez, o foco é no Gênio da Lâmpada vivido por Will Smith (“Esquadrão Suicida”), que explica para o personagem-título as regras dos três desejos. Mas Aladdin não parece ser muito inteligente nesta versão. O elenco inclui o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) como protagonista, Naomi Scott (de “Power Rangers”) como a Princesa Jasmim e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.
Chucky mata Woody, de Toy Story, em novo pôster de Brinquedo Assassino
A Orion Pictures foi pra cima da Disney em seu novo pôster do remake de “Brinquedo Assassino”. A arte mostra Chucky se afastando do cadáver de outro boneco famoso: o Woody, de “Toy Story”. Mais que um crossover não autorizado, o cartaz é uma provação. “Brinquedo Assassino” e “Toy Story 4” vão estrear no mesmo dia nos cinemas dos Estados Unidos. O mesmo ia acontecer no Brasil. Mas, por aqui, foi Woody quem assustou Chucky, que fugiu da disputa direta com um adiamento providencial. Apesar de ser considerado um remake, o novo “Brinquedo Assassino” é bem diferente do filme dos anos 1980, já que Chucky volta com tecnologia de ponta, como parte de um sistema de inteligência artificial conectado à chamada “internet das coisas”, que controla toda a casa de suas vítimas principais. Além disso, sua voz tem novo dono, dublada por Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”). O elenco também destaca Aubrey Plaza (“Legion”) como a mãe que resolve dar o boneco de presente para o filho, vivido por Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”), sem saber de sua natureza sinistra. E Brian Tyree Henry (“Atlanta”), que vive um policial. Roteiro e direção estão a cargo de dois novatos nos cinemas: o roteirista Tyler Burton Smith, que escreve videogames, e o diretor norueguês Lars Klevberg, cujo primeiro longa – “Morte Instantânea”, uma versão ampliada do curta “Polaroid” – ainda não tem previsão de estreia nos Estados Unidos. A estreia de “Brinquedo Assassino” está marcada para 25 de julho no Brasil, mais de um mês após o lançamento norte-americano – de “Toy Story 4”.
Ophelia: Trailer traz Daisy Ridley em visão feminina da tragédia de Hamlet
O estúdio americano IFC divulgou 10 fotos e o primeiro trailer do drama medieval “Ophelia”, que traz Daisy Ridley (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) no papel-título. Ofélia, como é conhecida em português, era a namorada do jovem príncipe dinamarquês Hamlet e, por meio da personagem, a produção oferece um ponto de vista feminino para a conhecida tragédia shakespeariana. O filme da australiana Claire McCarthy (“The Waiting City”) é baseado em um livro de Lisa Klein, que reimagina a obra clássica de Shakespeare sob o ponto de vista da jovem ingênua e apaixonada, que se suicida por amor ao príncipe que se finge de louco. Outro detalhe é que, apesar de se passar no século 14, a trama não utiliza o vocabulário da peça original, mas linguagem contemporânea. O elenco também inclui Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Clive Owen (série “The Knick”) e George MacKay (“Capitão Fantástico”) respectivamente como a rainha Gertrude (mãe de Hamlet), o rei Claudius (o tio-padrasto) e o príncipe Hamlet. Esta será a segunda versão alternativa de “Hamlet” a chegar às telas. Em 1990, o dramaturgo Tom Stoppard adaptou sua obra “Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos” para o cinema, contando a história de dois personagens secundários da peça de Shakespeare. Exibido no Festival de Sundance há mais de um ano, “Ophelia” finalmente vai estrear em 28 de junho nos Estados Unidos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Aladdin ganha novo comercial repleto de cenas inéditas
A Disney divulgou um comercial estendido de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio, repleto de cenas inéditas. A prévia destaca os aspectos de romance, aventura, fantasia e comédia da produção. Mas esquece de lembrar que se trata de um musical. Com direção de Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), o filme traz o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel-título, Naomi Scott (de “Power Rangers”) como a princesa Jasmim, Will Smith (“Esquadrão Suicida”) como o Gênio da Lâmpada e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.
Novo filme de Pedro Almodóvar ganha trailer legendado
A Universal divulgou o trailer legendado de “Dor e Gloria” (Dolor y Gloria), novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, que reúne dois atores que marcaram a carreira do diretor: Antonio Banderas e Penélope Cruz. À exceção de “Os Amantes Passageiros” (2013), em que fizeram figurações, os dois ainda não tinham contracenado nos filmes do diretor. E parece que vão continuar assim, já que eles vivem fases diferentes da história. A descrição oficial do projeto tem tom autobiográfico. O filme segue um famoso cineasta numa “série de encontros”, até seu declínio. Alguns dos temas abordados serão “primeiros amores, segundos amores, mortalidade, os anos 1960, os anos 1980 e o presente”. Antonio Banderas vive o diretor, em sua oitava parceria com Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). Já Penélope Cruz chega ao sexto longa do cineasta, numa filmografia iniciada em “Carne Trêmula” (1997). Aparentemente, ela vive a mãe do personagem de Banderas. Além dos dois, a produção também marcará um reencontro de Almodóvar com outra colaboradora histórica: Julieta Serrano, que começou a filmar com o cineasta em “Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão” (1980) e interrompeu a parceria após “Ata-me” (1989). O elenco ainda inclui Raúl Arévalo (“Os Amantes Passageiros”), Asier Etxeandía (“A Porta Aberta”) e o argentino Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”). O filme já estreou na Espanha, terá première internacional em maio no Festival de Cannes e chega em 13 de junho no Brasil.
Adam Sandler e Jennifer Aniston são suspeitos de assassinato em trailer de comédia
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Mistério no Mediterrâneo” (“Murder Mistery), comédia que volta a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston após o sucesso da dupla em “Esposa de Mentirinha” (2011). No elenco estão também Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Gemma Arterton (“Aposta Máxima”) e o veterano Terence Stamp (“O Lar das Crianças Peculiares”). Com roteiro de James Vanderbit (“O Espetacular Homem-Aranha”) e direção de Kyle Newacheck (“Perda Total”), o filme segue um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino. A estreia está prevista para 14 de junho na Netflix.
Novo trailer de Homens de Preto – Internacional destaca história da agente M
A Sony divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “MIB: Homens de Preto – Internacional”, que destaca a história da agente M, vivida por Tessa Thompson. O filme retoma a franquia de sucesso dos anos 1990, acompanhando a divisão dos Homens de Preto de Londres. E em vez de Tommy Lee Jones e Will Smith como os agentes K e J, a continuação volta a reunir os astros de “Thor: Ragnarok”, Chris Hemsworth e Tessa Thompson, como os agentes H e M. O elenco também conta com as participações de Liam Neeson (“Busca Frenética”) e Emma Thompson. E ela é a única intérprete que já apareceu na franquia, em “MIB: Homens de Preto 3” (2013). Com direção de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”), a continuação/spin-off estreia em 13 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Trailer de filme de ação volta a juntar astro de Pantera Negra e diretores de Vingadores: Ultimato
A STX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “21 Bridges”, filme de ação policial estrelado por Chadwick Boseman (o “Pantera Negra”). A prévia tem muita correria e tiroteios, mas dá mais ênfase aos nomes de Joe e Anthony Russo, os diretores de “Vingadores: Ultimato”. Eles assinam a produção do longa, que lança sua produtora AGBO no cinema. Boseman interpreta um detetive que perdeu seu pai, também policial, quando era apenas um garoto. Por conta disso, ele cultiva a reputação de ser “o cara que mata assassinos de policiais”. Quando um assalto rende a morte de oito policiais, ele é chamado para assumir a investigação e organiza um cerco aos criminosos foragidos, ordenando que as 21 pontes que ligam Manhattan ao resto de Nova York sejam fechadas, dando início a uma caçada por toda a ilha pelos suspeitos. O bom elenco também conta com Sienna Miller (“Sniper Americano”), J.K. Simmons (“Liga da Justiça”), Stephan James (“Se a Rua Beale Falasse”), Taylor Kitsch (“True Detective”) e Keith David (“Morte no Funeral”). O roteiro é de Matthew Michael Carnahan (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) e Adam Mervis (“O Garoto de Ouro”). E a direção ficou com Brian Kirk, que assinou episódios de “Game of Thrones”. A estreia está marcada para 17 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Vingadores: Ultimato estreia em 80% dos cinemas brasileiros
O lançamento de “Vingadores: Ultimato” vai ocupar 2,7 mil das 3,5 mil salas de cinema (ou 80% do total) que existem no Brasil. É uma overdose avassaladora, recorde disparado de maior distribuição já feita para um filme no país em todos os tempos – e quebra deliberada de acordo contra distribuição predatória de blockbusters em território nacional. Como o filme tem 3 horas de duração, há menos sessões por cinema. Isso contribui para a ocupação de mais salas. As sessões começaram às 0h desta quinta-feira (25/4), prometendo concluir não só a história interrompida em “Vingadores: Guerra Infinita”, que terminou com o cliffhanger mais angustiante desde “O Império Contra-Ataca” (1980), mas toda a saga da Marvel nos cinemas. Mais que uma continuação simples, o filme é a culminação dos 21 blockbusters de super-heróis que o precederam, num crescendo dramático que levou para as telas, pela primeira vez, a construção de universos que caracteriza os quadrinhos de super-heróis. Histórias intercaladas são comuns nos gibis, mas raras nos cinemas, que já viram algumas trilogias clássicas, mas nunca 21 filmes interconectados compartilhando personagens e avançando a mesma história. Anunciado como capítulo final – ou pelo menos desfecho de um volume – “Vingadores: Ultimato” estreia não como filme, mas como o maior evento da história do cinema. E deve bater todos os recordes de bilheteria imagináveis. Para se ter noção, antes mesmo de estrear, “Vingadores: Ultimato” já tinha 1,1 mil sessões esgotadas no Brasil, apenas com a pré-venda. Por isso, merecem reconhecimento pela coragem os cinco títulos que enfrentarão o monopólio por um espaço nos 20% de cinemas que sobraram e que ainda mantêm em cartaz os filmes lançados nas últimas semanas. São todos dramas pesados, numa contraprogramação assumida. A única alternativa com ação é “Sobibor”, drama de guerra que representou a Rússia nas indicações ao Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira. Conta a história do levante judeu no campo de concentração nazista do título, durante a 2ª Guerra Mundial, que já tinha rendido o telefilme “Fuga de Sobidor”, estrelado por Rutger Hauer em 1987. Premiado em vários festivais LGBTQ e com 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “O Ano de 1985” é o melhor da leva, um drama indie em preto e branco, passado durante a pior fase da epidemia da Aids, que traz Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”) no papel principal. Os demais dramas são o finlandês “O Último Lance”, sobre um velho comerciante de arte que aposta tudo no leilão de um quadro de autor desconhecido, a história argentina de separação “La Cama” e o brasileiro “Organismo”, em que um jovem fica paraplégico num mergulho – “Feliz Ano Velho” nos dias de hoje. Veja abaixo os trailers e as sinopses de todas as estreias. Vingadores: Ultimato | EUA | Super-Heróis Após Thanos eliminar metade das criaturas vivas, os Vingadores precisam lidar com a dor da perda de amigos e seus entes queridos. Com Tony Stark (Robert Downey Jr.) vagando perdido no espaço sem água nem comida, Steve Rogers (Chris Evans) e Natasha Romanov (Scarlett Johansson) precisam liderar a resistência contra o titã louco. Sobibor | Rússia | Guerra Alexander Pechersky, um prisioneiro de guerra no campo de exterminação de Sobibor, organizou uma revolta que deu oportunidade para o escape em massa dos prisioneiros do campo. Apesar de muitos dos fugitivos terem sido capturados novamente, Pechersky liderou os que restaram à se juntarem aos partisans. O Ano de 1985 | EUA | Drama Inspirado pelo curta-metragem premiado de mesmo nome, “1985” segue Adrian (Cory Michael Smith), um jovem que vai passar o natal com a família em sua antiga cidade no Texas durante a primeira onda de crise da AIDS. Sobrecarregado após uma tragédia indescritível em Nova York, Adrian se reconecta com seu irmão (Aidan Langford) e seu amigo de infância (Jamie Chung), enquanto luta para revelar um segredo aos pais religiosos. O Último Lance | Finlândia | Guerra Olavi (Heikki Nousiainen) é um negociante de arte obcecado com trabalho que vem sendo deixado para trás com a modernização da indústria, que favorece cada vez mais grandes conglomerados. Quando o que pode ser um obscuro ícone de um pintor russo acaba em suas mãos, ele recebe a ajuda surpreendente de seu neto para recuperar suas finanças, o reaproximando de sua filha. Porém, ele sacrificaria tudo por esse último grande negócio? La Cama | Argentina, Brasil | Drama Jorge (Alejo Mango) e Mabel (Sandra Sandrini) formam um casal na terceira idade, que já passou por muita coisa juntos. Em vias de se separar, eles precisam dividir entre si os objetos e móveis da casa em que vivem, assim como lidar com as dores e mágoas deste momento. Organismo | Brasil | Drama Um homem recém-lesionado que está aprendendo a lidar com a condição de cadeirante entra em crise existencial após o falecimento de sua mãe, evento que o lança em uma espiral de memórias de infância, de relacionamentos passados e principalmente das percepções sobre seu corpo antes e depois do acidente.
Comercial da versão live-action de Aladdin recria cena clássica da animação
A Disney divulgou um novo comercial de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio. A prévia recria a cena do tapete mágico voador, em que Aladdin (o pouco conhecido Mena Massoud, da série “Jack Ryan”) leva a Princesa Jasmim (Naomi Scott, de “Power Rangers”) para um passeio aéreo. Tudo termina em cantoria, mostrando que a aventura repleta de efeitos visuais é, na verdade, um musical à moda antiga. O vídeo também dá bastante destaque ao gênio Will Smith (“Esquadrão Suicida”). E o elenco ainda inclui Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.
Projeto Gemini: Will Smith enfrenta seu clone jovem em trailer legendado de sci-fi
A Paramount divulgou o pôster internacional e o trailer, em versões dublada e legendada em português, de “Projeto Gemini”, filme que traz Will Smith (“Bright”) em dois papéis. Primeira sci-fi do diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), o filme gira em torno de um assassino que precisa enfrentar um clone de si mesmo. O detalhe é que o clone é mais jovem e ágil, mas não tem a experiência de seu alvo. Will Smith interpreta os dois papéis principais, como Henry, um assassino de meia idade que quer se aposentar, e também seu oponente, um clone 25 anos mais jovem e no auge da forma física, que tem a missão de matá-lo. A prévia demonstra que o rejuvenescimento é caprichado, fazendo com que Will Smith enfrente sua versão Fresh Prince (da época da série “O Rei do Pedaço”). O elenco também destaca Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield 10”) como uma aliada do protagonista original e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) como o vilão, chefe do programa de clonagem. A produção de “Projeto Gemini” é uma das mais antigas a escapar do limbo rumo aos cinemas. Seu desenvolvimento começou ainda nos anos 1990, quando o papel principal foi discutido com Harrison Ford, Nicolas Cage, Clint Eastwood e Sean Connery, mas acabou esquecida pela Disney. Quando o estúdio encerrou seu contrato com Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe”), o produtor levou o roteiro para a Skydance, que se associou a Paramount e passou a dar prioridade ao lançamento. A história é completamente original. Ou seja, não é baseada em nenhum livro, quadrinhos ou série. Mas, por conta do longo tempo de desenvolvimento, é assinada por uma multidão, com muitas contribuições aproveitadas no roteiro final. Entre os nomes por trás da trama estão Billy Ray (“Jogos Vorazes”), Andrew Niccol (“Gattaca”), Darren Lemke (“Shazam!”), Jonathan Hensleigh (“Armageddon”), a dupla Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele (“Ali”) e até David Benioff (criador de “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 10 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.












