Mila Kunis é filha drogada de Glenn Close em trailer dramático
A Vertical Entertainment divulgou o pôster e o trailer de “Four Good Days”, drama que traz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe”) como uma viciada em luta para superar a dependência com ajuda a mãe, vivida por Glenn Close (“Era uma Vez um Sonho”). Na trama, Molly (Kunis) já passou por 15 tentativas fracassadas de se livrar das drogas, reconectando-se no processo com a mulher cujo coração ela partiu. Mesmo admitindo que às vezes não “quer mais” sua filha, a mãe a ajuda a embarcar em uma jornada incrivelmente intensa para passar mais quatro dias sóbria, visando limpar o corpo para iniciar um novo tratamento. Escrito e dirigido por Rodrigo García (“Albert Nobbs”), “Four Good Days” é baseado em uma história verídica e também é estrelado por Stephen Root (“Perry Mason”), Carla Gallo (“Bones”) e Joshua Leonard (“A Bruxa de Blair”). Exibido no Festival de Sundance do ano passado, o filme não empolgou a crítica, atingindo apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 30 de abril.
Tudo por Ela: Adaptação de mangá lésbico ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dois pôsteres e o trailer legendado de “Tudo por Ela” (Ride or Die), novo filme do premiado cineasta japonês Ryuichi Hiroki, conhecido por obras provocantes como “Vibrator” (2003) e “Kabukicho: O Hotel do Amor” (2014). A prévia mostra como uma mulher (Honami Satô, de “Daughter of Lupin”) convence sua amante apaixonada (Kiko Mizuhara, de “Ataque dos Titãs”) a matar seu marido para que as duas possam viver juntas. Mas, em meio à fuga, a jovem transformada em assassina recebe o pedido para matar outra pessoa em nome do relacionamento. A trama é baseada no mangá “Gunjō”, criado por Ching Nakamura, que mistura romance lésbico e suspense criminal. A estreia está marcada para 15 de abril.
Amor e Monstros: Aventura apocalíptica de Dylan O’Brien ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Amor e Monstros” (Love and Monsters), aventura apocalíptica juvenil estrelada por Dylan O’Brien (o astro da franquia “Maze Runner”), que foi indicada ao Oscar 2021 na categoria de Melhores Efeitos Visuais. A trama divertida e repleta de ação se passa no futuro, após monstros de todos os tipos assumirem o controle da Terra devido a uma catástrofe apocalíptica. Ao longo da história, o protagonista embarca numa jornada mortal pela Terra devastada, na qual encontra outros sobreviventes e enfrenta inúmeros perigos, como criaturas assassinas gigantes, tudo para reencontrar uma antiga namorada vivida por Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), que pode não estar mais tão interessada nele. O elenco também inclui Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Ariana Greenblatt (“A Irmã do Meio”), Melanie Zanetti (“The Bureau of Magical Things”), Dan Ewing (“Home and Away”) e Ellen Hollman (“Spartacus”). A história de Brian Duffield (roteirista de “A Babá” e “Ameaça Profunda”), dirigida por Michael Matthews (“Five Fingers for Marseilles”), fez relativo sucesso no mercado de VOD dos EUA e, graças à empolgação da crítica, com impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, a Paramount está atualmente explorando a ideia de uma continuação. A estreia no Brasil está marcada para 25 de abril.
Filmes online: Destaque da semana, Liga da Justiça renasce nas plataformas digitais
A edição de 4 horas de “Liga da Justiça”, que restaura a versão do filme feita pelo diretor Zack Snyder, é o grande destaque da semana, presente em todas as plataformas de locação digital no Brasil. O filme apresenta cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e edição de Joss Whedon em 2017. E para poder realizá-lo, Snyder aceitou trabalhar de graça, num acordo com a WarnerMedia para recuperar o controle sobre a obra e conseguir o orçamento que precisava para finalizar efeitos visuais e filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva de tudo o que estava pronto. Mas o resultado dessa intervenção foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas (40% no Rotten Tomatoes). Além disso, as refilmagens foram tumultuadas e geraram acusações de abusos que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos do conglomerado, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar aquilo que acreditavam ou se confrontar com nova frustração diante da edição alternativa de “Liga da Justiça”. Por um lado, o trabalho do diretor é melhor que o lançamento de 2017, com mais desenvolvimento de personagens, senso dramático e escala épica. Mas também é arrastado, repetitivo com excesso de cenas desconectadas (que parecem bônus de DVD) e o que é pior: termina com gancho para uma continuação que nunca será produzida. Mesmo com as atenções voltadas para este lançamento, que faz justiça ao termo longa-metragem, há várias outras opções excelentes para programar o fim de semana, incluindo um filme com os intérpretes dos pais de Superman: “Deixe-Me Partir”, um híbrido de western urbano e filme de vingança com Kevin Costner e Diane Lane, que atingiu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes – mais que os 75% da nova “Liga da Justiça”. Entre as atrações não faladas em inglês, os destaques incluem a impactante distopia mexicana “Nuovo Orden”, de Michel Franco (“Depois de Lucia”), premiada no Festival de Veneza, e o drama adolescente canadense “A Colony”, da estreante em longas de ficção Geneviève Dulude-De Celles, que venceu a mostra Generation do Festival de Berlim. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD neste fim de semana. Liga da Justiça de Zack Snyder | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store, NOW, Sky Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Deixe-o Partir | EUA | 2021 (Apple TV, Vivo Play) The Banker | EUA | 2021 (Apple TV+) Nuovo Orden | México | 2020 (Apple TV, Vivo Play) A Colony | Canadá | 2018 (MUBI) Valan – Vale dos Anjos | Hungria | 2019 (Apple TV, Looke, Now, Vivo Play) Target Number One | Canadá | 2020 (Apple TV, Vivo Play) Casamento Australiano | Austrália | 2019 (Apple TV, Now, Vivo Play) O Jardim Secreto | Reino Unido | 2020 (Apple TV, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Cabras da Peste | Brasil | 2021 (Netflix)
Mortal Kombat: Teaser explora origem de Scorpion
A Warner liberou um pequeno teaser do novo “Mortal Kombat”. A prévia destaca um dos primeiros “combates mortais” do filme, apresentando Scorpion antes de adotar máscara, interpretado por Hiroyuki Sanada (“Westworld”). O elenco ainda destaca Lewis Tan (“Into the Badlands”), Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Max Huang (“Operação Zodíaco”), Chin Han (“Marco Polo”) e Joe Taslim (“The Raid – Operação Invasão”). A produção está a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para dirigir o longa, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). Antes marcado para janeiro, o filme chegou a sair do calendário, ressurgindo somente após mudança de estratégia da Warner para enfrentar a pandemia. O novo “Mortal Kombat” vai chegar simultaneamente aos cinemas e na HBO Max em 16 de abril nos EUA. No Brasil, o lançamento está marcado para um dia antes, em 15 de abril, apenas nos cinemas.
Alma de Cowboy: Trailer legendado junta Idris Elba e astro mirim de Stranger Things
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Alma de Cowboy” (Concrete Cowboy), drama que traz Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e Caleb McLaughlin (o Lucas de “Stranger Things”) como pai e filho. A trama acompanha a aclimatação de Cole (McLaughlin), adolescente de 15 anos que é expulso da escola em Detroit e enviado para viver com seu pai distante, Harp (Idris Elba), norte da Filadélfia. Lá ele descobre um mundo desconhecido e a subcultura dos cowboys urbanos, uma comunidade real de equitação urbana negra que oferece um refúgio seguro para os residentes locais há mais de 100 anos. Dividido entre seu crescente respeito pela comunidade de seu pai e a amizade com o primo delinquente (Jharrel Jerome, de “Olhos que Condenam”), Cole precisa tomar decisões sobre sua vida, ao mesmo tempo em que os próprios estábulos são ameaçados por um projeto de reurbanização municipal. O filme se baseia no romance “Ghetto Cowboy”, de G. Neri, tem roteiro e direção de Ricky Staub em sua estreia em longa-metragem (após ser assistente de “Branca de Neve e o Caçador”) e também inclui em seu elenco Byron Bowers (“O Preço do Talento”), Lorraine Toussaint (“Into the Badlands”) e Clifford “Method Man” Smith (“Power Book II: Ghost”). A Netflix adquiriu o filme após sua estreia bem-recebida no Festival de Toronto, quando atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia em streaming está marcada para 2 de abril.
Emma Stone vira Cruella punk em novo trailer legendado da Disney
A Disney divulgou um novo trailer legendado de “Cruella”, filme em que Emma Stone encarna a vilã Cruella De Vil, conhecida por querer transformar os cãezinhos de “101 Dálmatas” em casaco de peles. Ao som de “These Boots Are Made for Walkin’”, de Nancy Sinatra, a prévia apresenta a personagem como uma infant terrible da moda punk. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia está marcada para 28 de maio nos cinemas. Veja abaixo o novo vídeo.
Documentário sobre Chorão, do Charlie Brown Jr., ganha trailer
A O2 Play divulgou o pôster e o trailer do documentário “Chorão: Marginal Alado”. O filme reúne registros da vida e da arte de Alexandre Magno Abrão, o skatista de “Santos Beach” que ficou conhecido como o cantor Chorão da banda Charlie Brown Jr. O diretor Felipe Novaes pesquisou mais de 1,2 mil horas de material audiovisual, e também incluiu uma entrevista com Champignon, o baixista da Charlie Brown Jr. que foi encontrado morto em seu apartamento em setembro de 2013 — seis meses depois de Chorão ter encerrado sua trajetória com o mesmo destino. “Chorão: Marginal Alado” estreia no dia 8 de abril simultaneamente nos cinemas e nas plataformas NOW, Google Play, Apple TV, Vivo Play, Looke e Youtube.
Crítica internacional se divide sobre a nova Liga da Justiça
A crítica internacional já viu a versão de Zack Snyder da “Liga da Justiça” e, embora as opiniões sejam muito diferentes entre si, o longa, que chega em VOD no Brasil nesta quinta-feira (18/3), atingiu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Trata-se de uma grande evolução em relação à versão de Joss Whedon. O filme exibido em 2017 teve apenas 40% de aprovação. Longe de revelar uma obra-prima, muitos críticos afirmaram que a trama continua rasa, cansativa pela longa duração e dispersiva pela inclusão de cada take filmado. Pior: nem mesmo as quatro horas de duração mudam a impressão de que “Liga da Justiça” não passa de preparação para uma sequência que nunca vai existir. O arco do Ciborgue, interpretado pelo ator Ray Fisher, foi o mais elogiado. Segundo Joshua Rivera, do Polygon, o personagem “às vezes, até parece o protagonista”. A performance do ator também foi aclamada. Um contraste com a versão de Whedon, que diminuiu consideravelmente o papel do Ciborgue no cinema. Após a estreia, Fisher denunciou Whedon por abusos nos bastidores da produção. A inclusão de inúmeras cenas paralelas, que servem basicamente apenas como easter eggs, teria deixado o filme com problemas de ritmo, coerência e causado até repetições, como dois acidentes de carros parecidos, além de reprisar desnecessariamente elementos de “O Homem de Aço”. Em compensação, o tom foi considerado consistente e uma grande evolução em relação ao desastre cinematográfico. Também não faltou reconhecimento à sacada de apresentar os super-heróis como deuses. Tom Jorgensen, do IGN, considerou que “ainda que nem todas as adições sejam totalmente necessárias e que alguns novos efeitos visuais se destacam por sua falta de polimento, é difícil exagerar o quanto esta versão de Liga da Justiça é mais agradável” em comparação à que foi para os cinemas em 2017. Já crítico da Entertainment Weekly, Darren Franlch, preferiu concluiu que “esta versão não é pior do que a anterior, mas certamente é mais longa.” A longa duração também foi abordada por Matt Singer, do Screen Crush: “O filme parece incluir cada pedacinho de cena gravado por Snyder, não importa o quão supérflua seja para a história. Isso vai deliciar os fãs mais hardcore de Snyder. Mas não sei como os espectadores mais casuais vão reagir a uma versão mais longa e mais sombria de um filme que eles já viram e não gostaram”. Matt Zoller, do RogerEbert.com, concordou que o filme “é um pouco exagerado” até para o padrão dos fãs de quadrinhos. E que ele “deve tanto a shows de rock, videogames e instalações multimídia quanto deve ao cinema narrativo comercial”. Alonso Duralde, do The Wrap, concluiu que isso representa “o estilo particular de Snyder de contar histórias. Seu design de som, edição e sensibilidade visual impregnam todo o filme.” “O filme é tanto uma ‘versão dos fãs’ quanto é uma ‘versão do diretor’, com toda a indulgência que essa noção presume”, acrescentou Rodrigo Perez, do site The Playlist. Salientando que “‘Liga da Justiça’ de Snyder é consistente em seu tom, enquanto o de Whedon não era”, Mae Abdulbaki, do Screen Rant considerou que “o filme se esforça para contar uma história coesa, e o esforço funciona.” “O filme de Snyder pode ser exaustivo, mas é cativante”, acredita Peter Bradshaw, do The Guardian Os críticos também se dividiram entre elogios à nova trilha sonora, que foi completamente trocada, e reclamações sobre a resolução 4:3. Pensada para as telas de formato IMAX, o formato quadrado acabou impactando a exibição em telas widescreen e evocando um vídeo do Instagram. Veja o trailer final da produção abaixo.
Liga da Justiça ganha trailer final com aparição de um Lanterna Verde
A HBO Max divulgou um novo trailer do relançamento de “Liga da Justiça”, que investe no clima épico e empilha participações de heróis e vilões. Desta vez, a maior novidade é a aparição de um Lanterna Verde. Mas não é um integrante terrestre da Tropa, como os fãs gostariam de ver. A prévia também reforça a importância de Darkseid na nova versão. Ausente no filme exibido nos cinemas em 2017, o supervilão se apresenta como a principal ameaça na edição do diretor Zack Snyder. Intitulada em inglês “Zack Snyder’s Justice League”, o filme retorna com quatro horas de duração, incluindo cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e com edição de Joss Whedon em 2017. Snyder teria aceitado refazer o filme de graça para recuperar o controle sobre a obra e conseguir maior orçamento para efeitos visuais, bem como autorização para filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho desenvolvido até então. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos da WarnerMedia, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar que se trata de uma obra-prima quase perdida… ou apenas outro filme de Zack Snyder. O dia da verdade está cada vez mais próximo: “Zack Snyder’s Justice League” estreia na quinta (18/3), com lançamento em diversas plataformas de VOD no Brasil.
Matt Reeves anuncia fim das filmagens de Batman
O diretor Matt Reeves anunciou que seu filme de Batman encerrou suas filmagens neste sábado (13/3), 13 meses após ele revelar pela primeira vez o visual oficial de Robert Pattinson como o herói dos quadrinhos. O anúncio foi feito no Twitter, ao lado de uma foto da claquete da produção já embalada para transporte. A produção chega ao fim no Leavesden Studios, em Londres, após um período longo e atribulado, que começou em janeiro do ano passado e sofreu paralisação em março, devido à crise sanitária criada pela pandemia coronavírus. Para complicar, após a retomada dos trabalhos em setembro, Pattinson recebeu diagnóstico positivo para a covid-19, levando a uma nova parada e à decisão de terminar o longa com equipe reduzida, visando evitar novos casos – o que retardou ainda mais o processo de filmagens. Com isso, “Batman” (título nacional) sofreu dois adiamentos. Primeiro, sua estreia de junho de 2021 foi para outubro, antes da Warner agir mais realisticamente, atrasando o lançamento para março de 2022. Além de Pattinson como Bruce Wayne e Batman, o filme vai contar com um elenco de peso para dar forma aos personagens icônicos dos quadrinhos. O elenco da produção ainda inclui Jeffrey Wright (“Westworld”) como Comissário Gordon, Zoe Kravitz (da série “Big Little Lies”) como Mulher-Gato, Colin Farrell (“Dumbo”) como Pinguim, Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”) como Charada, Andy Serkis (“Pantera Negra”) como Alfred, John Turturro (“Transformers”) como o mafioso Carmine Falcone e Peter Sarsgaard (“Sete Homens e um Destino”) em papel de um promotor não identificado (mas provavelmente como Harvey Dent/Duas Caras). #LastDay #TheBatman cc: @GreigfraserD pic.twitter.com/0AkcqlX1QY — Matt Reeves (@mattreevesLA) March 13, 2021
Filmes online: Excesso de opções compensam cinemas fechados
Com os cinemas fechados, os serviços online viraram a melhor opção de diversão em casa. E não faltam lançamentos populares nesta semana. São tantos que o Top 10 da semana esbarra num dilema: listar todos os títulos mais vistosos com atores conhecidos ou a relação daqueles que realmente valem a pena ser vistos. A dúvida existe porque “O Dia do Sim”, com Jennifer Garner na Netflix, “Cherry”, com Tom Holland na Apple TV+, “Legado Explosivo”, com Liam Neeson em VOD e “After: Depois da Verdade”, na Amazon, são muito ruins. Sim, até “Cherry”, primeiro filme dirigido pelos irmãos Russo após “Vingadores: Ultimato”. É o menos pior do quarteto, mas não passou de 41% de aprovação no Rotten Tomatoes, abaixo da linha da mediocridade, por contar uma história já vista muitas vezes antes. Acabou listado no limite da tolerância e mais pela curiosidade que deve despertar. Como parâmetro, o pior da lista é “After: Depois da Verdade”, que recebeu 14% e vários xingamentos. Por outro lado, o Top 10 traz títulos pouco badalados que surpreendem pela qualidade. Lançado sem a menor divulgação, “Silenciadas” chega na Netflix poucos dias após se tornar o filme mais premiado do Goya, o “Oscar espanhol”. O filme de Pablo Agüero (“Eva Não Dorme”) é uma versão feminista dos julgamentos de bruxas da Inquisição Espanhola de 1609 com cenas fortes, que perturbam. Há até trash bem-feito, incluindo os dois terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino”, do diretor de “A Morte Te Dá Parabéns”, e o pouco conhecido “Ataque dos Zumbis”. Confira abaixo a relação completa e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD neste fim de semana. Freaky – No Corpo de um Assassino | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Silenciadas | Espanha | 2020 (Netflix) Ataque dos Zumbis | EUA | 2018 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Archive | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Bombay Rose | Índia | 2019 (Netflix) A Arte de Ser Adulto | EUA | 2021 (Apple TV) Ataque dos Zumbis | EUA | 2018 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) O Sequestro do Ônibus 300 | Israel | 2018 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) A Escolha | Estonia | 2018 (Apple TV, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Unidas pela Esperança | EUA | 2019 (Apple TV, NOW, Vivo Play) Cherry – Inocência Perdida | EUA | 2020 (Apple TV+)
Oxigênio: Falta de ar marca trailer do diretor de Predadores Assassinos
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Oxigênio”, novo suspense do cineasta francês Alexandre Aja (“Predadores Assassinos”), que evoca situações terríveis vividas no terror real brasileiro da pandemia de coronavírus. A prévia revela Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”) presa em local desconhecido e lutando para sobreviver com oxigênio limitado. Na trama, uma mulher acorda presa em uma cápsula de criogenia, sem memórias e com sua reserva de oxigênio acabando. O segredo para sua sobrevivência então parece ligado à descobrir sua própria identidade. Apesar do vídeo só mostrar Laurent, o elenco também inclui Mathieu Amalric (“O Som do Silêncio!”) e Marc Saez (“Borgia”). O longa tem roteiro de Christie LeBlanc (“How to Make a Reality Star”) e estreia marcada para 12 de maio.











