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    Tarantino amou o novo “Top Gun”: “Verdadeiro espetáculo”

    5 de agosto de 2022 /

    O cineasta Quentin Tarantino (“Era Uma Vez em Hollywood”) não poupou elogios ao filme “Top Gun: Maverick”. Em entrevista ao podcast ReelBlend, ele declarou que o filme é “um verdadeiro espetáculo cinematográfico”. “Normalmente, eu não falo muito sobre filmes novos, porque aí sou forçado a elogiar, senão acabo esculachando alguém. Mas nesse caso, eu amei ‘Top Gun: Maverick’ pra c*****o. O filme é fantástico. Assisti no cinema. Esse filme e o ‘Amor, Sublime Amor’, do Spielberg, foram verdadeiros espetáculos cinematográficos. Do tipo que eu achei que nunca mais veria”, ele elogiou. Tarantino disse que tinha preocupações a respeito da realização desse filme após a morte de Tony Scott, diretor do longa original de 1986. Ele chegou a conversar com Tom Cruise sobre isso, e o astro o tranquilizou, dizendo que tinham encontrado a história certa para contar no filme. No final, Tarantino concordou com as decisões criativas do diretor Joseph Kosinski, contratado para assumir o comando do filme. “É o mais próximo que chegaremos de ver mais um filme de Tony Scott.”, disse ele. O público parece compartilhar da opinião de Tarantino. “Top Gun: Maverick” faturou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se a maior bilheteria de 2022. Por enquanto, Quentin Tarantino não tem nenhum novo projeto cinematográfico anunciado. Atualmente ele se dedica ao podcast “The Video Archives”, que apresenta ao lado do cineasta Roger Avary (“Regras da Atração”).

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    Paramount vai investir US$ 6 bilhões em mais conteúdo para streaming

    4 de agosto de 2022 /

    A Paramount Global, conglomerado que inclui, entre outras coisas, os estúdios Paramount, comemora neste trimestre um grande sucesso nos cinemas e o crescimento da Paramount+, mas deve ter um prejuízo de US$ 1,8 bilhão em 2022. A informação consta da apresentação financeira da empresa feita nesta quinta (4/8) para o mercado. Até a metade do ano, o conglomerado já perdeu US$ 901 milhões e, ao que tudo indica, os valores das perdas vão se manter contínuos até dezembro, devido principalmente ao elevado investimento em produções para o streaming. Mas embora o prejuízo estimado seja alto, o conglomerado fez uma apresentação otimista de seu desempenho, considerando que é preciso investir para crescer, especialmente nessa fase de introdução do streaming. E vai aumentar conscientemente os gastos/prejuízos em 2023 para fazer frente à concorrência. O estímulo para isso está no fato de a Paramount estar experimentando um de seus melhores anos de todos os tempos nos cinemas, especialmente com “Top Gun: Maverick”, que ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria. “Em nenhum lugar nossa popularidade é mais evidente do que nas bilheterias”, disse o CEO Bob Bakish ao mercado. “’Top Gun: Maverick’ é o maior filme de 2022 e nosso quinto título número 1 este ano. Na verdade, ‘Top Gun: Maverick’ acabou de arrecadar US$ 1,3 bilhão nas bilheterias globais e se tornou um dos 10 melhores desempenhos domésticos de todos os tempos.” Além de “Top Gun”, o estúdio liderou as bilheterias com “Sonic 2: O Filme”, “Pânico 5”, “Jackass para Sempre” e “Cidade Perdida”. Bakish também exaltou os lançamentos exclusivos de sua plataforma de streaming, como “Halo” e “Star Trek: Strange New Worlds”, que são responsáveis por impulsionar a Paramount+ a atrair mais usuários que qualquer outro serviço no trimestre. “Os espectadores famintos por histórias incríveis estão aparecendo em números cada vez maiores”, disse ele. “A diversidade e a qualidade do nosso conteúdo são incomparáveis.” De fato, o conteúdo original tem funcionado para alimentar o serviço Paramount+, que ultrapassou a marca de 43 milhões de usuários. Embora isso não seja suficiente para fazê-lo bater de frente com gigantes como a Netflix, Prime Video ou Disney+, já é uma marca significativa. Ainda mais quando se leva em conta que enquanto a Netflix está perdendo usuários, a Paramount+ ganhou 3,7 milhões de novos assinantes apenas nos últimos três meses. O executivo listou os feitos da plataforma. “O Paramount+ é o serviço premium nº 1 nos EUA em inscrições e adições líquidas de assinantes, tanto neste trimestre quanto no ano inteiro. E com base em outros dados de terceiros, o Paramount+ também é o serviço de streaming premium mais popular nos EUA entre os switchers [aqueles que trocam de plataformas]. Isso significa que as pessoas que abandonaram um serviço nos últimos 12 meses são mais propensas a adicionar o Paramount+ do que qualquer outro serviço, mais uma evidência de que estamos conquistando participação de mercado.” Mas para manter este público crescente, a única fórmula é gastar mais. A aposta é defendida por Naveen Chopra, CFO da Paramount Global, que reiterou uma meta de investimento de US$ 6 bilhões em produções até 2024, a maior parte exclusiva para o streaming. “Em relação aos gastos com conteúdo, a coisa mais importante a lembrar é que, quando pensamos em nosso investimento em conteúdo, estamos sempre analisando o crescimento e o retorno que ele desbloqueia. Nosso investimento em conteúdo está funcionando. Não queremos sacrificar uma oportunidade de longo prazo.”, explicou ele. Por enquanto, isso vai aparecer como prejuízo, mas a expectativa é que vire lucro em poucos anos. “Nós apenas temos que deixar isso acontecer um pouco e administrar alguns ventos econômicos contrários”, disse Chopra. Para estancar um pouco as perdas, os planos para médio prazo incluem inserções de anúncios numa versão mais barata do serviço de streaming, algo que as gigantes Netflix e a Disney+ também se preparam para fazer. O CFO assegurou a Wall Street que o mercado de anúncios pode gerar um crescimento estável de publicidade junto com receita de assinantes. Questionado sobre a possibilidade de um aumento de preço da Paramount+, Chopra indicou que, no futuro, esses aumentos vão acontecer à partir da oferta de novos pacotes – isto é, o padrão atual da Paramount+ deve virar premium quando começarem os anúncios. Bakish argumentou que o investimento em mais conteúdo fortalece a empresa: “Nosso conteúdo atrai e entretém consistentemente o público em massa. Quando falo na nossa audiência, não estou me referindo apenas a indivíduos, famílias ou todo o país, mas o mundo inteiro. E não apenas em streaming, mas nos cinemas e na TV. Fazemos sucesso porque aproveitamos todas as nossas poderosas plataformas.”

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    “DC Liga dos Superpets” estreia em 1º lugar nos EUA

    31 de julho de 2022 /

    A animação “DC Liga dos Superpets” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá com US$ 23 milhões arrecadados em 4.313 salas de cinema. Apesar da liderança, trata-se de um início muito modesto para uma produção orçada em US$ 90 milhões. Embora Krypto e os superpets não sejam tão famosos quanto Batman ou Superman, sua abertura ficou muito abaixo da expectativa gerada pela conexão com os quadrinhos da DC Comics. E ainda mais por trazer astros como Dwayne Johnson e Kevin Hart como dubladores dos personagens centrais. O desempenho mediano reflete a irregularidade dos lançamentos infantis nas bilheterias desde o começo da pandemia. “DC Liga dos Superpets” ficou atrás até de “Lightyear”, da Pixar, que foi considerado decepcionante e ainda assim abriu com US$ 51 milhões no mercado doméstico. A única exceção entre as produções infantis da pandemia é “Minions 2: A Origem de Gru”, da Universal, que somou US$ 107 milhões em sua estreia norte-americana. As demais se alinham com a animação da DC: “Os Caras Malvados” (US$ 23,9 milhões), “Sing 2” (US$ 22,3 milhões) e “Encanto” da Disney (US$ 27 milhões). Na soma com outros mercados, o desenho animado chegou a US$ 41,4 milhões globais. A boa notícia é que “DC Liga dos Superpets” agradou a crítica (71% de aprovação no Rotten Tomatoes) e o público (nota “A-” no CinemaScore) e não terá muita concorrência entre as estreias das próximas semanas, o que pode manter uma boa arrecadação ao estender sua permanência em cartaz. Com a liderança da animação, “Não! Não Olhe!” caiu para o 2º lugar com US$ 18,5 milhões arrecadados em 3.807 salas. Até agora, o novo filme fantasioso do diretor Jordan Peele gerou US$ 80,5 milhões na América do Norte, antes de estrear no mercado internacional. O lançamento no Brasil está marcado apenas para 25 de agosto. “Thor: Amor e Trovão” ficou em 3º lugar e, depois de completar seu quarto fim de semana em cartaz, ultrapassou US$ 300 milhões domésticos, além de chegar a US$ 662,4 milhões mundiais. “Minions 2: A Origem de Gru” aparece em 4º em seu quinto fim de semana, superando US$ 320 milhões para se tornar o quinto maior lançamento norte-americano de 2022. Com a soma internacional, atinge US$ 710,3 milhões. Já o maior lançamento do ano nos EUA mantém ótimo desempenho em 5º lugar. Após 10 fins de semana, “Top Gun: Maverick” ainda está no Top 5 do ranking, com uma queda de apenas 17% em relação à semana anterior. Graças à essa continuidade, o longa estrelado por Tom Cruise atingiu impressionantes US$ 650 milhões nos EUA e Canadá – e US$ 1,3 bilhão em todo o mundo. A semana teve apenas mais uma estreia: a comédia de humor sombrio “Vengeance”, dirigida por B.J. Novak, que ao arrecadar somente US$ 1,75 milhão em 998 cinemas ficou em 10º lugar. Em compensação, ganhou aprovação de 77% da crítica no Rotten Tomatoes.

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    Novo filme de Jordan Peele estreia em 1º lugar nos EUA

    24 de julho de 2022 /

    O mais novo filme do cineasta Jordan Peele, “Não! Não Olhe!” (Nope), estreou em 1º lugar na América do Norte com cerca de US$ 44 milhões de bilheteria no fim de semana. Trata-se da maior abertura de um longa de roteiro original – que não é adaptação, continuação, remake/reboot – desde o filme anterior de Peele, “Nós”, que faturou US$ 71 milhões em seu lançamento em 2019. Chegou, inclusive, a superar os US$ 41 milhões do lançamento de “Era uma Vez… em Hollywood”, de Quentin Tarantino. “Não! Não Olhe!” também é o terceiro sucesso seguido do diretor após redefinir o gênero do terror com “Corra!” – que abriu com US$ 33 milhões em 2017. Desta vez, ele insere sci-fi na mistura, sem perder de vista os temas de raça e cultura, e sem alienar a crítica, que novamente o aplaudiu, resultando numa média de 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil, porém, ainda vai demorar. O lançamento nacional está marcado para daqui a um mês, em 25 de agosto. A produção sci-fi da Universal foi o único novidade nos cinemas norte-americanos neste fim de semana, mantendo vários títulos remanescentes no ranking dos mais vistos nos EUA e Canadá. “Thor: Amor e Trovão” caiu para o 2º lugar depois de duas semanas de liderança. A aventura da Marvel adicionou US$ 22,1 milhões, elevando seu total doméstico para US$ 276,2 milhões. Globalmente, o quarto filme de “Thor” arrecadou US$ 598 milhões e cruzará a marca de US$ 600 milhões na segunda-feira (25/7). Outro filme da Universal, “Minions 2: A Origem de Gru”, ficou em 3º lugar com US$ 17,7 milhões. Após quatro semanas em cartaz, a animação arrecadou US$ 297,8 milhões na América do Norte e US$ 640,2 milhões em todo o mundo. O drama “Um Lugar Bem Longe Daqui” ficou em 4º lugar com US$ 10,33 milhões e acumula US$ 38,3 milhões desde a chegada nos cinemas no fim de semana passado. Ainda inédito no Brasil, o filme da Sony só desembarca por aqui em 1 de setembro. “Top Gun: Maverick” completa o Top 5 com US$ 10 milhões, elevando sua contagem doméstica para US$ 635 milhões. Com esse desempenho, a produção da Paramount estrelada por Tom Cruise ultrapassou “Os Vingadores” (US$ 623,3 milhões) para virar a 9ª maior maior bilheteria na história da América do Norte. Em todo o mundo, já soma US$ 1,28 bilhão.

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    Bilheteria: “Thor: Amor e Trovão” mantém liderança e chega a US$ 500 milhões

    17 de julho de 2022 /

    “Thor: Amor e Trovão” manteve o 1º lugar nas bilheterias pelo segundo fim de semana, faturando US$ 46 milhões em vendas de ingressos nos EUA e Canadá, muito à frente do 2º colocado. O valor representa uma queda de 68% em relação à estreia, replicando o que aconteceu com o lançamento anterior da Marvel, “Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura”, que caiu 67% em seu segundo fim de semana nas bilheterias domésticas. Com isso, o quarto “Thor” atingiu um total de US$ 233 milhões na América do Norte e chegou a quase US$ 500 milhões mundiais – está com US$ 497,8 milhões, segundo o Box Office Mojo, que chegou a informar US$ 720 milhões no domingo (17/7), numa grande discrepância de valores. “Minions 2 – A Origem de Gru” ficou em 2º lugar na América do Norte com US$ 26 milhões. Enorme sucesso, a animação já soma US$ 262,5 milhões no mercado interno e US$ 532,7 milhões mundiais, disparando como a maior bilheteria infantil desde o advento da covid-19. A estreia de “Um Lugar Bem Longe Daqui” ficou em 3º lugar com US$ 17 milhões, abaixo das expectativas do mercado e do próprio estúdio Sony. Um dos maiores problemas para o drama romântico, orçado em US$ 24 milhões e baseado num best-seller de Delia Owens, foram as críticas negativas. A produção teve apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes, que agrega as principais críticas publicadas em inglês. O filme, que inclui uma música inédita de Taylor Swift, só vai estrear em 1 de setembro no Brasil. O fim de semana ainda marcou um segundo lançamento amplo, a animação infantil da Paramount “O Lendário Cão Guerreiro”, que não conseguiu despertar o interesse do grande público, abrindo em 6º lugar com apenas US$ 6,25 milhões. Considerado medíocre pela crítica, teve 54% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia no Brasil em 25 de agosto, com dublagem de Paulo Vieira. Enquanto isso, “Top Gun: Maverick” continua com desempenho impressionante em 4º lugar, arrecadando US$ 12 milhões nos EUA, onde já ultrapassou a marca de US$ 600 milhões. Sua queda no fim de semana foi de apenas 23%. O Top 5 se completa com “Elvis”, que faturou US$ 7,6 milhões entre sexta e domingo (17/7), elevando sua bilheteria doméstica para US$ 106 milhões e o acumulado mundial para US$ 185,6 milhões.

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    “Thor: Amor e Trovão” leva quase 2 milhões de brasileiros aos cinemas

    11 de julho de 2022 /

    Em cartaz na maioria dos cinemas do país, “Thor: Amor e Trovão” foi visto por quase 2 milhões de brasileiros em seus primeiros dias de exibição. A todo, foram 1,98 milhões de pessoas, incluindo as sessões de pré-estreia. O desempenho só perde para uma outra abertura da Marvel em 2022: “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, que teve 2,8 milhões de espectadores em seu lançamento. A arrecadação do quarto filme de “Thor” atingiu R$ 35,1 milhões, considerando apenas o fim de semana estendido de quinta a domingo (10/7). O resultado desbancou o título mais visto da semana passada, “Minions 2: A Origem de Gru”, que ficou em 2º lugar com 705 mil espectadores e R$ 14,1 milhões em ingressos vendidos. “Top Gun: Maverick” fecha o Top 3 com pouco mais de 102 mil espectadores e renda de R$ 2,66 milhões. Em cartaz há quase dois meses, o filme de Tom Cruise já se aproxima dos R$ 100 milhões nos cinemas brasileiros. Confira abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do fim de semana no Brasil, de acordo com dados da Comscore. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 7-10/Julho:1. #ThorLoveAndThunder #thoramoretrovao 2. #MINIONS2 3. #TopGunMaverick 4. #JurassicWorldDominio 5. #Lightyear 6. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 7. #LolaESeusIrmãos8. #AmigoSecreto9. #SonicMovie2 10.#OsPrimeirosSoldados — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 11, 2022

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    Miles Teller revela conversas para “Top Gun 3”

    10 de julho de 2022 /

    A regra é clara: se um filme faz sucesso, Hollywood vai querer uma continuação. E nenhum filme fez mais sucesso em 2022 que “Top Gun: Maverick”, com mais de US$ 1,1 bilhão de arrecadação mundial e a maior bilheteria da carreira do astro Tom Cruise. Embora o estúdio Paramount ainda não tenha se manifestado, o ator Miles Teller, que atua na produção, revelou que já está “conversando” com Tom Cruise sobre um novo filme da franquia. “Eu tenho conversado com ele sobre isso. Veremos”, revelou o ator, em entrevista ao programa “Entertainment Tonight”. “Isso seria ótimo, mas tudo depende do TC”, disse Teller. “Tudo depende de Tom”, ele acrescentou, lembrando que Cruise demorou a se comprometer com “Maverick”, sequência do “Top Gun” original de 1986. No momento, o astro está se dedicando à produção de seu último filme da franquia “Missão: Impossível”, atualmente sendo filmado em Londres. Ele também está comprometido com um thriller de ação no espaço, dirigido por Doug Liman, e planeja filmar a sequência de “No Limite do Amanhã” (2014) com o mesmo diretor. Entretanto, será difícil ignorar a empolgação do estúdio em torno de “Top Gun: Maverick”, que rendeu milhões não só para a Paramount, mas para o próprio astro – além de seu trabalho como ator, ele é creditado como produtor do longa, com direito a percentagens da bilheteria.

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    “Amor e Trovão” tem maior estreia de todos os filmes de Thor

    10 de julho de 2022 /

    “Thor: Amor e Trovão” teve a melhor estreia doméstica da franquia estrelada por Chris Hemsworth, ao abrir com US$ 143 milhões nos EUA e Canadá neste fim de semana. O valor ainda equivale à quarta maior bilheteria de estreia da pandemia, atrás de duas outras produções da Marvel, “Homem-Aranha: Longe de Casa” (US$ 260 milhões) e “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (US$ 187,4 milhões), e de “Jurassic World: Domínio” (US$ 145 milhões). O sucesso se estendeu a todos os países, fazendo trovejar mais US$ 159 milhões nas bilheterias internacionais, o que levou o quarto “Thor” a atingir um início global de US$ 302 milhões. A Coreia do Sul foi o principal mercado do exterior com US$ 15,3 milhões, seguido pelo Reino Unido (US$ 14,8 milhões), Austrália (US$ 13,8 milhões), México (US$ 11,8 milhões) e Índia (US$ 10,3 milhões). Entretanto, como tem sido regra para a Disney desde o fiasco de “Mulan”, os filmes do estúdio seguem vetados na China, país com mais cinemas do mundo. O que mais chama atenção nesses números é que os lançamentos de Thor costumam disputar com os títulos do “Homem-Formiga” as bilheterias mais baixas da Marvel. A exceção tinha sido “Thor: Ragnarok”, que estreou com US$ 122,7 milhões na América do Norte em 2017. O primeiro “Thor” abriu com US$ 65,7 milhões nos EUA em 2011, enquanto o segundo, “Thor: Mundo Sombrio”, fez US$ 85,7 milhões em 2013. Mas o público e os críticos não amaram tanto a nova continuação quanto o filme anterior, dirigido pelo mesmo cineasta, Taika Waititi. “Amor e Trovão” teve aprovação de 68% no Rotten Tomatoes (avaliação da crítica) e nota B+ no CinemaScore (pesquisa com o público), enquanto “Ragnarok” atingiu 93% no Rotten Tomatoes e A- no CinemaScore. Essa diferença poderia ser um entrave no desempenho futuro da produção, mas a concorrência resolveu ajudar a Marvel e programar apenas lançamentos limitados no próximo fim de semana. Dureza mesmo foi a estreia, tirada de letra. O filme chegou aos cinemas num momento em que vários blockbusters estão cartaz, evidenciando uma recuperação definitiva do mercado. “Minions 2: A Origem de Gru” ficou em 2º lugar na América do Norte com US$ 45,6 milhões. Enorme sucesso, a animação já soma US$ 210,1 milhões no mercado interno e praticamente US$ 400 milhões mundiais, consagrando-se em dois fins de semana como a maior bilheteria infantil desde o advento da covid-19. “Top Gun: Maverick” continuou voando perto do topo com US$ 15,5 milhões. Em 3º lugar, o filme estrelado por Tom Cruise está com um total doméstico de US$ 597,4 milhões e US$ 1,1 bilhão mundiais. Em 4º lugar, a cinebiografia “Elvis” somou mais US$ 11 milhões para chegar neste domingo (10/7) a um total doméstico de US$ 91,2 milhões e US$ 155,1 milhões mundiais. O drama musical estreia no Brasil na quinta-feira (14/7). “Jurassic World: Domínio” fecha o Top 5 com US$ 8,1 milhões e outro desempenho vigoroso: US$ 350,3 na América do Norte e US$ 826,5 milhões em todo o mundo. Com tantos sucessos em cartaz, a receita doméstica do fim de semana deve atingir US$ 235 milhões nos EUA e Canadá – um aumento de 217% em relação ao mesmo período do ano passado, quando “Viúva Negra” chegou aos cinemas. Mas a comparação que realmente revela o estado de remissão atual do mercado é com a era pré-pandêmica. E o valor é apenas 12% inferior ao faturamento saudável de 2019, antes de qualquer quarentena.

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    “Minions 2” domina bilheterias do Brasil

    4 de julho de 2022 /

    A estreia de “Minions 2: A Origem de Gru” levou 796 mil espectadores aos cinemas brasileiros e rendeu R$ 16,6 millhões para a Universal, segundo dados da Comscore. O valor representa mais da metade da arrecadação total do fim de semana, que chegou a R$ 27,15 milhões. Além disso, todos os demais filmes somados do Top 10 atraíram apenas 464 mil pagantes. A lista dos mais vistos, também destacou “Top Gun: Maverick” e “Jurassic World: Dominion”, cujas rendas foram de R$ 4,75 milhões e R$ 3,12 milhões, respectivamente. Além de “Minions 2”, a única outra estreia a figurar no Top 10 foi o thriller policial brasileiro “As Verdades”, estrelado por Lázaro Ramos, que abriu em 10º lugar, com R$ 14.1 mil arrecadados. Veja abaixo o Top 10 do fim de semana nos cinemas brasileiros. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 30/6-3/7:1. #MINIONS2 2. #TopGunMaverick 3. #JurassicWorldDominio 4. #Lightyear 5. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 6. #VejaPorMim7. #DoutorEstranho #MultiversoDaLoucura 8. #AmigoSecreto9. #AssassinoSemRastro10. #asverdades — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) July 4, 2022

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    “Minions 2” vira animação de maior bilheteria da pandemia

    3 de julho de 2022 /

    “Minions 2: A Origem de Gru” precisou de apenas três dias para virar a animação de maior bilheteria de todo o período da pandemia na América do Norte. A produção da Universal arrecadou US$ 108 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA e Canadá. E como segunda-feira é feriado nos EUA – Dia da Independência – , projeções do mercado sugerem que chegará a US$ 127,9 milhões em seus primeiros quatro dias. Ironicamente, “Lightyear” (em 6º lugar) tinha superado “Encanto” neste fim de semana, ao atingir US$ 105,3 milhões em 18 dias no mercado norte-americano. Mas, em vez de marcar uma nova liderança, esse valor agora representa a segunda maior arrecadação de uma animação durante a contaminação de covid-19 na América do Norte. “Minions 2” bateu esse total em três dias. De forma impressionante, o quinto filme da franquia “Meu Malvado Favorito” teve um desempenho de blockbuster pré-pandemia. Sua venda de ingressos quase igualou o antecessor, “Minions”, que em 2015 estreou com US$ 115 milhões em três dias. Mais que isso, a projeção para os quatro dias é um recorde de todos os tempos: maior abertura do Dia da Independência, superando o blockbuster “Transformers: O Lado Oculto da Lua”, que fez US$ 115,9 milhões ao longo de quatro dias em 2011. O sucesso foi mundial. Lançado em mais 61 países, somou US$ 93,7 milhões no exterior e registrou as maiores estreias de animação na era da pandemia em 52 desses territórios. Foi até além na Argentina, Arábia Saudita, Israel e Venezuela, onde teve a maior abertura de uma animação da História. Com isso, o filme já ultrapassou US$ 200 milhões de bilheteria global – acima dos US$ 187,5 milhões de “Lighyear”, mas ainda abaixo dos US$ 256,2 milhões de “Encanto” no mercado mundial. Fora dos EUA e Canadá, “Minions 2” teve suas maiores bilheterias no Reino Unido e Irlanda (US$ 12,9 milhões), seguidos por México (US$ 12,4 milhões), Alemanha (US$ 4,8 milhões), Espanha (US$ 3,6 milhões), Indonésia (US$ 3,4 milhões), Argentina (US$ 3,3 milhões) e Brasil (US$ 3,2 milhões). O público atribuiu ao filme uma nota “A” no CinemaScore, resultado de pesquisas na saída dos cinemas dos EUA. Mas a crítica norte-americana não se empolgou tanto, somando 68% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar no ranking dos EUA, “Top Gun: Maverick” caiu apenas 14% em relação à semana anterior, arrecadando US$ 25,5 milhões em seu sexto fim de semana em cartaz. Até o feriado de segunda-feira, as vendas de ingressos devem chegar a US$ 32,5 milhões. O total da bilheteria doméstica da produção da Paramount está em US$ 570 milhões, o maior faturamento do ano na América do Norte. Em todo o mundo, a marca é de US$ 1,11 bilhão, também a maior de 2022. Líder do fim de semana passado, “Elvis” caiu para o 3º lugar, arrecadando US$ 19 milhões no fim de semana. Até agora, a cinebiografia musical da Warner Bros. acumulou US$ 67 milhões na América do Norte e US$ 113 milhões globalmente, embora ainda não tenha estreado em muitos países. O lançamento no Brasil está marcado para 14 de julho. Em estado de graça, a Universal também conquistou o 4º e o 5º lugares do ranking, com “Jurassic World: Domínio” e “O Telefone Preto”, dando ao estúdio três raras posições entre os cinco filmes mais vistos do fim de semana nos EUA. O sexto capítulo da franquia “Jurassic” arrecadou US$ 15,6 milhões e, após quatro semanas, acumula US$ 335,3 milhões nas bilheterias domésticas, com robustos US$ 824,5 milhões em todo o mundo. Fechando o Top 5, o terror “O Telefone Preto” arrecadou US$ 12,3 milhões e, depois de dois fins de semana, soma US$ 49,7 milhões na América do Norte e US$ 74,4 milhões globalmente. Ainda inédito no Brasil, o filme de Scott Derrickson (diretor de “Doutor Estranho”) estreia em 21 de julho no Brasil.

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    “Top Gun: Maverick” reassume a liderança das bilheterias do Brasil

    27 de junho de 2022 /

    “Top Gun: Maverick” reassumiu a liderança das bilheterias brasileiras, levando 256 mil espectadores aos cinemas entre quinta (23/6) e domingo (26/6) para uma arrecadação de R$ 6,20 milhões. Ao todo, o filme estrelado por Tom Cruise soma mais de R$ 87 milhões no país Relatos do exterior indicam que essa quantia representa a maior bilheteria de uma produção live-action da Paramount no Brasil. O país foi listado pelo site The Hollywood Reporter junto a outros em que a continuação de “Top Gun” quebrou recordes de arrecadação, ao atingir US$ 1 bilhão de bilheteria mundial no fim de semana. O 2º lugar do ranking nacional ficou com “Jurassic World: Domínio”, que faturou R$ 4,94 milhões nos cinemas brasileiros. Campeão da semana passada, “Lightyear” caiu para o 3º lugar em seu segundo fim de semana em cartaz, queda que também aconteceu nos EUA. A maior surpresa da lista foi a entrada da produção indie “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” no parte superior do ranking. A sci-fi do multiverso foi lançado oficialmente na quinta-feira passada (23/6) em pouco mais de 130 salas – ou seja, em menos de 10% do espaço ocupado por “Top Gun: Maverick”, “Jurassic World” e “Lightyear” na ocasião de seus lançamentos. Mesmo assim, atingiu uma bilheteria de R$ 769 mil e ficou em 4º lugar, à frente do suspense “Veja Por Mim”, que chegou em mais salas (203) e faturou bem menos (R$ 390 mil) para fechar o Top 5. Confira abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do Brasil no fim de semana. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 23-26/61. #TopGunMaverick 2. #JurassicWorldDominio 3. #Lightyear 4. #TudoEmTodoOLugarAoMesmoTempo 5. #VejaPorMim6. #DoutorEstranho #MultiversoDaLoucura 7. #SonicMovie2 8. #AssassinoSemRastro9. #AmigoSecreto10. #MedidaProvisória — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) June 27, 2022

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    “Top Gun: Maverick” atinge US$ 1 bilhão e lidera bilheterias de 2022

    26 de junho de 2022 /

    Tom Cruise finalmente entrou no clube dos filmes bilionários. “Top Gun: Maverick” tornou-se neste fim de semana o primeiro título estrelado pelo astro a faturar mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. A continuação de “Top Gun” (1986) atingiu esta marca ao terminar neste domingo (26/6) com um total estimado de US$ 521,7 milhões nos EUA e Canadá e US$ 484,7 milhões no exterior. Assim, sua receita global chegou a US$ 1,006 bilhão. Até então, o maior sucesso mundial de Tom Cruise era “Missão: Impossível — Efeito Fallout”, que arrecadou US$ 791 milhões em 2018. No contexto do estúdio, os números são ainda mais espantosos. Considerando todo o catálogo da Paramount, “Top Gun: Maverick” só faturou menos que “Titanic” (US$ 659,3 milhões) nas bilheterias da América do Norte. Mas “Titanic” era uma coprodução com a 20th Century Fox. Além disso, o filme quebrou recordes de bilheteria do estúdio em 15 países, incluindo Reino Unido, Austrália, França e Brasil. A produção da Paramount também tornou-se o segundo lançamento de Hollywood a ultrapassar US$ 500 milhões no mercado interno desde o começo da pandemia – perde apenas para “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que atingiu US$ 804,7 milhões na América do Norte. E o segundo a chegar a US$ 1 bilhão durante esse período em todo o planeta, também atrás do filme do “Homem-Aranha” (de impressionantes US$ 1,9 bilhão). Com esse desempenho, a obra do diretor Joseph Kosinski tomou de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” a liderança das bilheterias domésticas e mundiais de 2022. Até a semana passada, a produção da Marvel liderava os dois rankings, mas seu faturamento estacionou com o lançamento em streaming na sexta-feira (24/6), ficando em US$ 409 milhões domésticos e US$ 947 milhões globais. De acordo com a Paramount, 16% do público de “Top Gun: Maverick” teria visto o filme mais de uma vez nos cinemas, enquanto 4% voltaram para vê-lo quatro vezes ou mais.

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    Estreia de “Elvis” e “Top Gun” dividem topo da bilheteria dos EUA

    26 de junho de 2022 /

    Numa disputa acirradíssima, o estreante “Elvis” e o blockbuster “Top Gun: Maverick” chegaram neste domingo (26/6) tecnicamente empatados como os filmes mais vistos do fim de semana nos EUA e Canadá. Ambos faturaram US$ 30,5 milhões nas bilheterias, de acordo com levantamento preliminar da Comscore, e a ordem de classificação será definida apenas na recontagem de segunda-feira. “Elvis” teve uma abertura acima das expectativas, considerando-se os US$ 25,7 milhões da estreia da última cinebiografia de rock nos cinemas – “Rocketman”, sobre Elton John. O público adorou, dando nota A- no CinemaScore. Já a avaliação do críticos, segundo o Rotten Tomatoes, foi um pouco menos entusiasmada, com 78% de aprovação para a versão do diretor Baz Luhrmann sobre a vida de Elvis Presley. No exterior, a produção da Warner Bros. arrecadou US$ 20 milhões de seus primeiros mercados para um início global de US$ 50,5 milhões. O Reino Unido e a Austrália foram os países de maior procura pelo filme, com US$ 4,7 milhões de ingressos vendidos em cada um. O lançamento no Brasil, porém, só vai acontecer em 14 de julho. Já “Top Gun: Maverick” é definitivamente um fenômeno. Neste fim de semana, completou um mês em cartaz e segue voando alto das bilheterias. E não apenas nos EUA. Também foram mais US$ 44,5 milhões de arrecadação no exterior, vindo de 65 mercados diferentes só nos últimos três dias. Isto leva a um faturamento histórico e nunca antes visto na carreira do ator Tom Cruise. A continuação de “Top Gun” (1986) tornou-se o segundo lançamento de Hollywood a ultrapassar US$ 500 milhões no mercado interno desde o começo da pandemia. Chegou a um total doméstico de US$ 521,7 milhões neste domingo, atrás apenas de outro fenômeno: “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que arrecadou US$ 804,7 milhões na América do Norte. A produção da Paramount também ultrapassou a cobiçada marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se o primeiro trabalho de Tom Cruise a atingir esse número. Com esse desempenho, a obra do diretor Joseph Kosinski ainda tomou de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” a liderança das bilheterias domésticas e mundiais de 2022. O mais interessante é que os dois líderes não foram os únicos com ótimos desempenhos. Em 3º lugar, “Jurassic World: Domínio” vendeu US$ 26,4 milhões de ingressos para superar a marca de US$ 300 milhões na América do Norte, com um total até domingo de US$ 302,8 milhões. Graças ao faturamento internacional – que inclui generosos US$ 114 milhões da China, onde os outros filmes não foram lançados – , os dinossauros da Universal Pictures já se aproximam dos US$ 750 milhões em bilheteria mundial. A estreia de “O Telefone Preto” assegurou o 4º lugar com uma abertura estimada em US$ 23,4 milhões, também melhor que o esperado. O terror da Universal, dirigido por Scott Derrickson (“Doutor Estranho”), agradou a crítica como uma pontuação de 87% no Rotten Tomatoes. Além disso, somou mais US$ 12,4 milhões em 45 mercados para um início global de US$ 35,9 milhões. Mas o público brasileiro ainda vai ter que esperar quase um mês para conferir – o lançamento nacional está marcado para 21 de julho. O Top 5 se completa com a única decepção da semana: “Lightyear”, da Disney e da Pixar, que perdeu 65% do público em seu segundo fim de semana em cartaz. Nos últimos três dias, a animação fez US$ 17,7 milhões, numa queda rara para um filme da Pixar, só superada por “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, que estreou em março de 2020, no momento em que os cinemas começaram a fechar por causa da pandemia, resultando numa declínio de 72% em seu segundo fim de semana em cartaz. O total doméstico de “Lightyear” é de US$ 88,8 milhões após dez dias, enquanto o mundial está em US$ 152,4 milhões. Extremistas comemoram o mau resultado como comprovação da derrota da “agenda gay” da obra – uma personagem é lésbica e dá um selinho no filme. Mas o motivo do desempenho abaixo do esperado não tem nada a ver com lacração. Desenhos animados simplesmente não são mais os campeões que costumavam ser antes da pandemia. Por mais que pareça decepcionante, a arrecadação de “Lightyear” em dez dias já é praticamente igual ao que rendeu “Encanto”, uma celebração de família heterossexual com grande capacidade reprodutiva, durante toda sua trajetória no ano passado. Vencedor do Oscar 2022, “Encanto” faturou US$ 90 milhões na América do Norte – US$ 1,2 milhão a mais que dois fins de semana de “Lightyear” – e foi a maior bilheteria de animação de 2021. “Lightyear” também é o segundo maior sucesso animado deste ano, atrás apenas de “Os Caras Malvados”, com US$ 95 milhões nos EUA e Canadá, que devem ser superados no próximo fim de semana. As razões para a diminuição das bilheterias de desenhos animados são a falta de vacinação nas crianças e receio das famílias de levar os filhos a ambientes fechados como cinemas. Não por acaso, as assinaturas da plataforma de streaming da Disney dispararam e já começam a se aproximar da Netflix.

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