Tom Hardy tem tatuagem com o nome de Leonardo DiCaprio por perder aposta
Uma foto postada nesta semana no Instagram revelou um detalhe curioso do bíceps de Tom Hardy. O ator tem a frase “Leo sabe tudo” (Leo knows all, em inglês) escrita no braço. A história da tatuagem foi revelada numa entrevista do ator para a revista Vanity Fair no ano passado, mas até então ninguém tinha visto a dita cuja. Ela existe de verdade. E é consequência de uma aposta. Ocorre que Tom Hardy não acreditava que seria indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu papel como malvadão de “O Regresso” (2015). Mas Leonardo DiCaprio tinha certeza que isso aconteceria. Assim, os dois resolveram apostar. Quem perdesse teria que tatuar o que o outro escolhesse. Hardy, claro, foi indicado ao Oscar – assim como DiCaprio, que acabou vencendo como Melhor Ator. E o colega cobrou a aposta, escolhendo a frase “Leo sabe tudo” como piada. Hardy aceitou. E agora leva o nome de Leonardo DiCaprio consigo para todos os lugares. “Ele nunca se tatuaria se tivesse perdido essa aposta!” disse Hardy sobre DiCaprio na entrevista da Vanity Fair. “Mas eu estou sempre coberto de tatuagens de m*rda, por isso não faz diferença para mim. Você aposta uma tatuagem, você perde. Isso é o que acontece”.
Dunkirk voltará aos cinemas de São Paulo após ser indicado a oito Oscars
A Warner anunciou que voltará a exibir “Dunkirk” nos cinemas de São Paulo, após o longa receber oito indicações ao Oscar 2018, inclusive como Melhor Filme, e render a primeira nomeação de de Christopher Nolan ao Oscar de Melhor Direção. O filme terá sua segunda passagem pelos cinemas paulistas entre os dias 25 e 31 de janeiro. Consulte a programação para checar os horários e salas. Ele também foi relançado nos cinemas dos Estados Unidos. Além da consagração na Academia, o filme fez História nas bilheterias. Com seus US$ 525,5 milhões de faturamento mundial atingiu a maior bilheteria de um filme de guerra em todos os tempos, superando “O Resgate do Soldado Ryan”, que fez US$ 481 milhões em 1998. Filmes sobre a 2ª Guerra Mundial não costumam virar blockbusters. Mas os lançamentos do diretor Christopher Nolan, responsável pela trilogia “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, “A Origem” e “Interestelar”, nunca decepcionaram a Warner, que investiu uma fortuna em marketing para a divulgação de “Dunkirk”, praticamente dobrando os gastos de US$ 100 milhões de seu orçamento. A aposta era mais no prestígio, com possibilidade de Oscar, do que em lucro. Deu certo e “Dunkirk” ainda rendeu mais que alguns trocados. A popularidade da produção pode ser atestada pelo fato de ter sido lançada em julho e resistir na memória dos eleitores do Oscar, a ponto de se destacar entre os filmes com a maior quantidade de indicações. A superprodução retrata a batalha de Dunquerque, uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas o resultado do combate poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, graças à ajuda de pequenos barcos civis. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”).
Tom Hardy aparece na primeira foto oficial de Venom
A Sony divulgou a primeira foto do filme “Venom”. Ela registra o ator Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como Eddie Brock, o alter-ego do supervilão do título. Mas, francamente, poderia ser Tom Hardy conferindo uma lista de compras no supermercado. Absolutamente genérica, a imagem ainda tem um logotipo do site IGN, que conseguiu esta fantástica “exclusividade”. O estúdio se entusiasmou tanto com essa imagem vibrante que também divulgou um vídeo do filme. Ou melhor, não é um vídeo do filme. É um vídeo de Tom Hardy sorteando camisetas do filme na Comic Con Experience. Uau! Deste jeito, a Sony vai quebrar a internet. “Venom” tem direção de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e estreia em 4 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Até lá, devem surgir muitas outras divulgações sensacionais como estas.
Tom Hardy e o diretor Edgar Wright compartilham fotos de suas figurações em Star Wars: Os Últimos Jedi
“Star Wars: Os Últimos Jedi” é repleto de figurantes famosos. E algumas participações disfarçadas começam a se tornar conhecidas, como as do ator Tom Hardy (“Dunkirk”) e do diretor Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), que foram ao Instagram compartilhar fotos de seus personagens. Enquanto Wright apareceu com seu irmão como um integrante da Rebelião, Hardy se disfarçou como um Stormtrooper, da mesma maneira que Daniel Craig em “Star Wars: O Despertar da Força”. Confira abaixo as fotos de bastidores com os dois figurantes especiais. #Repost via @tomhardy ~ #starwars #stormtrooper #tomhardy #starwarsthelastjedi #cameo Uma publicação compartilhada por Tom Hardy (@tomsohardy) em 17 de Dez, 2017 às 11:28 PST If you are looking for my cameo in 'Star Wars: The Last Jedi' this is my grubby Resistance costume. With big brother Oscar, Joe Cornish & @leojt. Shot this cameo on June 23rd, 2016. Thanks to @riancjohnson for making it happen. Uma publicação compartilhada por Edgar Wright (@edgarwright) em 18 de Dez, 2017 às 7:43 PST
Woody Harrelson negocia papel no filme do supervilão Venom
O ator Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) está em negociações para integrar o elenco de “Venom”, filme do supervilão do Homem-Aranha que terá Tom Hardy (“Dunkirk”) como protagonista. As informações são do site da Variety, que não conseguiu descobrir o papel que ele irá interpretar, assim como se mantém em sigilo os personagens que serão vividos por Riz Ahmed (“Rogue One”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) e Jenny Slate (série “Married”), anteriormente anunciados. Caso Harrelson assine o contrato, a produção marcará seu reencontro com o diretor Ruben Fleischer, que o comandou no divertido “Zumbilândia” (2009). O roteiro é da dupla Scott Rosenberg e Jeff Pinkner, que criaram juntos a série “Zoo” e assinam a história de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. As filmagens já começaram e a estreia está marcada para outubro de 2018 nos cinemas mundiais.
Diretor confirma que filme do Venom será baseado na minissérie Protetor Letal
Destaque da Sony na Comic Con Experience, o filme “Venom” contou com participação do diretor Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e do protagonista Tom Hardy (“Dunkirk”), via link de vídeo. Na transmissão ao vivo, o diretor finalmente confirmou a fonte de inspiração da história. O longa será baseado na primeira minissérie do personagem, “Protetor Letal” (Lethal Protector), que mudou seu perfil de vilão para anti-herói. Escrita por David Michelinie e publicada em seis edições, a minissérie de 1993 também foi a primeira história protagonizada por Eddie Brock, até então antagonista do Aranha. A trama inicia após Venom e Homem-Aranha entrarem num acordo. O vilão aceita abandonar o crime e o herói desiste de persegui-lo. Seguindo para São Francisco, Venom se acomoda com grupo de moradores de rua, mas não tem sossego por muito tempo. O pai de uma de suas vítimas o encontra e contrata um grupo de mercenários superpoderosos para ter sua vingança. Acreditando que Venom não está cumprindo sua parte do trato, Homem-Aranha vai para São Francisco confrontá-lo, mas acaba lutando ao seu lado contra cinco simbiontes. O filme também será passado em São Francisco e tem estreia prevista para 4 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Vídeo mostra treinamento de Tom Hardy para Venom e sugere Carnificina
Um vídeo feito pelos treinadores de Tom Hardy (“Dunkirk”) para o filme “Venom” emergiu na internet, mostrando cenas da preparação do ator para viver o personagem do título. Mark Mene e Nathan Jones treinaram Hardy em boxe, kickboxing e MMA para incorporar seu papel na produção, que já está sendo filmada. No vídeo, Mene descreve Hardy como “humilde” e “verdadeiro”, e ainda faz propaganda do filme. “O que o mundo vai ver é um dos mais sombrios e mais poderosos supervilões que a Marvel já criou. Será uma carnificina”. O uso da expressão “carnificina” pode ser casual, mas a escolha de palavras pareceu bastante calculada. Afinal, Carnificina é o nome de um vilão dos quadrinhos do Homem-Aranha, que muitos especulam ser o antagonista de “Venom”. Além de Hardy, o elenco da produção inclui Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”), Jenny Slate (série “Married”) e Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) como personagens não revelados. Ahmed é quem viveria Carnificina, segundo os rumores. O único papel confirmado é de Tom Hardy, como o jornalista frustrado Eddie Brook, que acaba virando o hospedeiro da criatura alienígena. O personagem já apareceu nos cinemas, interpretado por Topher Grace em “Homem-Aranha 3” (2007), quando o herói aracnídeo ainda era vivido por Tobey Maguire. “Venom”, porém, não faz parte do acordo da Sony com a Marvel e não terá participação de Tom Holland, intérprete atual do Homem-Aranha, que está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel (“Capitão América: Guerra Civil” e os próximos dois “Vingadores”). Será curioso ver como os roteiristas irão resolver o problema de apresentar o personagem sem incluir o Aranha na história, uma vez que a origem de Venom está relacionada a um uniforme negro do super-herói. Com direção de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”), “Venom” tem estreia prevista para outubro de 2018.
Começam as filmagens de Venom, estrelado por Tom Hardy
Começaram as filmagens de “Venom”, o filme do vilão do Homem-Aranha, que traz Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A produção do filme postou no Twitter uma foto do primeiro dia de trabalho. Veja abaixo. Na trama, Hardy vive o jornalista frustrado Eddie Brook, que acaba virando o hospedeiro da criatura alienígena. O personagem já apareceu nos cinemas, interpretado por Topher Grace em “Homem-Aranha 3” (2007), quando o herói-aracnídeo ainda era vivido por Tobey Maguire. O filme não faz parte do acordo da Sony com a Marvel e não terá participação de Tom Holland, intérprete atual do Homem-Aranha, que está contratado apenas para três filmes individuais e três aparições em produções da Marvel (“Capitão América: Guerra Civil” e os próximos dois “Vingadores”). Será curioso ver como os roteiristas irão resolver o problema de apresentar o personagem sem incluir o Aranha na história, uma vez que a origem de Venom está relacionada a um uniforme negro do super-herói. A direção de “Venom” está a cargo de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”) e o elenco inclui Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”), Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e Jenny Slate (série “Married”). A estreia está marcada para outubro de 2018. Day 1. #Venom pic.twitter.com/ftkf9pEWn3 — Venom Movie (@VenomMovie) October 24, 2017
Trailer da 4ª temporada de Peaky Blinders revela participações de Adrien Brody e Tom Hardy
A rede britânica BBC divulgou o trailer da 4ª temporada de “Peaky Blinders”, que revela a participação de Adrien Brody (“O Grande Hotel Budapeste”) e confirma o retorno de Tom Hardy (“Mad Max: Estrada na Fúria”). Exibida no Reino Unido pelo canal BBC Two, a série é centrada na família Shelby, que integra a infame gangue Peaky Blinders nos anos 1920. A gangue era conhecida por colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. “Peaky Blinders” é uma criação de Steven Knight (roteirista de “Senhores do Crime”) e é estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Batman Begins”), no papel do líder da gangue Tommy Shelby. O elenco também inclui Paul Anderson (“O Regresso”), Helen McCrory (série “Penny Dreadful”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”) e Sophie Rundle (série “Dickensian”). Como as anteriores, a nova temporada conta com apenas seis episódios. A data de estreia ainda não foi definida.
Dunkirk é xadrez épico em que atores não passam de peões
Christopher Nolan nasceu pro cinema no momento certo. Numa época de ansiedade, euforia e excessos. Não é a toa que ele é o diretor mais festejado pelo público e por uma grande parcela da crítica. Ele traduz a loucura da sobrevivência num cotidiano em que nossa readaptação à realidade não ocorre na mesma velocidade que as mudanças. No cinema dele, a ação não para. Mas isso faz de Nolan um dos maiores cineastas da atualidade? “Dunkirk”, o filme que muito gente vem chamando de obra-prima, é o mais novo “case” de sucesso do diretor. Exatamente como no mundo da publicidade, ele estabelece nos primeiros minutos o espaço, a atmosfera e o conceito de tempo: retoma um capítulo da 2ª Guerra Mundial, a evacuação das tropas aliadas da França, e bifurca em três histórias com três tempos distintos. Temos lá: a espera dos soldados durante uma semana, o resgate de barco que durou um dia e o embate dos aviões que aconteceu em uma hora. Claro que nada disso ocorreu em variáveis tão fixas, só que, no mundo de Nolan, ele estabelece as regras e preenche a planilha prometendo um espetáculo de cinema. Os minutos iniciais realmente surpreendem. Pra começar, aquela falação excessiva, os diálogos reiterativos de suas duas últimas aventuras, “Batman: O Cavaleiro Ressurge” (2012) e “Interestelar” (2014) saíram de cena. Perto desses dois, “Dunkirk” é quase um filme mudo. A primeira imagem na tela mostra o final de um movimento de rápido recuo pra trás de seis soldados, como reflexo de uma bomba que explodiu e que sequer vimos ou ouvimos o barulho. Assinala-se a ideia do susto, do tranco, e o consequente estado de alerta. Não sobra muito tempo pra pensar. Como veremos a seguir: vacilou, piscou, morreu. Na sequência, o soldado raso Tommy (Fion Whitehead, da série “Him”) chega à praia e procura um canto pra defecar. Aliás, ele abaixa a calça e faz as necessidades de pé. Está em estado de vigia, sempre. Um sujeito próximo enterra um cadáver na areia. Tommy se aproxima para ajudar, pensando que o soldado improvisa o funeral de alguém muito familiar e querido. Mas trata-se de outra coisa. O soldado roubou as botas do morto e está, na verdade, jogando terra sobre a vergonha do que a guerra está fazendo ele passar. Esse é o momento mais forte e humano de “Dunkirk”. A ação transfere-se para a história em velocidade mais rápida do senhor inglês (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”) que está trazendo seu barco para o resgate, e, em seguida, salta mais veloz ainda para o entrecho do piloto de caças (Tom Hardy, de “Mad Max: Estrada da Fúria”) em sua missão de ataque. São 10 minutos impressionantes que mostram tudo o que Nolan tem para oferecer. Um belo curta de 10 minutos. Tudo o que vem depois é uma repetição, com o agravante que o espaço dado aos atores é cada vez mais comprimido. Nolan parece achar os dramas humanos uma enrolação. Ele nunca deixa a emoção desenvolver-se por inteira. Corta pra outra cena de ação. A logística de produção é o que lhe interessa. Para quem ama a orquestração das multidões e das máquinas é um prato cheio. E o making off do filme deve ser muito bom. Elogiam muito também o realismo, a proeza de não usar efeitos digitais para criar figurantes e a busca por vivenciar o calor e o desespero visceral de um conflito, enfim, questões que soam muito boas para vender algo que verdadeiramente não tem nada de autêntico. Videogames igualmente possibilitam esse tipo de imersão. Uma receita para um grande filme de guerra não existe. Os maiores, só para citar alguns, como “Sem Novidade no Front” (1930), “Glória Feita de Sangue” (1957), “Vá e Veja” (1985) e “Apocalipse Now” (1979), possuem pouco em comum, não foram feitos por diretores que vivenciaram uma guerra, como aconteceu com Samuel Fuller e William Wellman, diretores dos seminais “Capacete de Aço” (1951) e “Também Somos Seres Humanos” (1945), mas tanto num caso como no outro, esses cineastas desceram da grua, se embrenharam na pesquisa com o elenco para encontrar um milhão de inquietações humanas que reflete uma guerra. Nolan parte da ideia de que a humanidade é violenta e bárbara, mas entre anônimos você encontra heróis. De fato, é fácil dizer que a humanidade é estúpida. Mesmo sendo um raciocínio generalizado, uma coisa é dizê-lo com doçura e inclusão, outra é olhar do alto, falar de fora. Distante. E é exatamente do alto que Nolan fala. Retomando filmes anteriores, o espectador pode não gostar de “A Origem” (2010) ou de “Interestelar”, mas ali o diretor tinha algo mais a dizer (ainda que sempre com o defeito da redundância). “Dunkirk” atém-se à introdução. Depois de 10 minutos não tem o que acrescentar. Destacam-se apenas o episódio do náufrago (Cillian Murphy, de “Batman Begins”), que não quer voltar para a guerra, e a cena em que um grupo de sobreviventes acuados no porão de um barco encalhado luta para não serem alvejados pelas balas de um inimigo que está lá fora, e ninguém se atreve a sair para ver sua face. Nolan também nunca foi um grande encenador. Pensando os filmes dele, no papel – apesar daquela mania de não deixar subtexto, precisa sempre explicar – , o sujeito tem engenho. Agora, quando se põe a filmar é uma lástima. Na entrevista de divulgação de “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, ele teve a manha de abrir o jogo sobre sua opção pelo formato IMAX. Disse que a resolução do suporte era tão grande, que ele não precisava mais perder tempo em filmar os detalhes. Captava em plano geral e quando precisava de algo particular em cena, sabia que o editor podia dar um zoom eletrônico sem perdas de resolução. Hitchcock, Kubrick, e outros diretores de verdade jamais pensariam assim. Claro, ele não é supervalorizado como diretor apenas por isso. Basta recapitular as cenas mais memoráveis de “A Origem”, ou do melhor dele, “O Cavaleiro das Trevas” (2008), para perceber como ele se apóia na direção de arte, na edição e na trilha sonora. Tirou os três de cena e Nolan vira um engenheiro de obras. Sua vantagem é a inteligência, ele tem consciência de seus limites. Tanto que sobrevaloriza a participação dos três setores. Em “Dunkirk”, chega a exceder a confiança que deposita em Hans Zimmer. A trilha-relojinho que o compositor criou para pontuar a narrativa gera um certo interesse por cinco minutos, depois a insistência segue a mesma filosofia de redundância. Em “A Origem”, havia pelo menos o prazer lúdico de ver o diretor alinhando as peças no tabuleiro e fazendo tudo amolecer e derreter como num quadro de Dali. Em “O Cavaleiro das Trevas”, havia Heath Ledger para trombar pelos cenários e zombar com a mania de rigoroso controle de Nolan. Em “Dunkirk” temos o quê? Nada que transcenda o mero jogo de peões.
Christopher Nolan diz que desconhecia a fama de Harry Styles antes de escalá-lo em Dunkirk
O diretor Christopher Nolan não sabia que Harry Styles era famoso antes de escalá-lo em “Dunkirk”. A revelação foi feita numa entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Eu não acho que estava consciente de que Harry era famoso”, ele revelou ao site, ao discutir sua contratação para interpretar um dos papéis de destaque do filme. “Quero dizer, minha filha tinha falado sobre ele. Meus filhos falaram sobre ele, mas eu não estava realmente ciente que ele era uma grande estrela. Então, a verdade é que eu incluí Harry porque ele se encaixava maravilhosamente no papel e realmente conquistou seu espaço no elenco”. Curiosamente, Nolan não foi o único que se surpreendeu com o interesse dos adolescentes no filme por causa do astro pop. O ator Mark Rylance, vencedor do Oscar por “Ponte dos Espiões” (2015), revelou que sua sobrinha de 11 anos não pára de falar nisso. “Ela está mais excitada com ‘Dunkirk’ do que com qualquer coisa que eu já fiz, porque eu vou aparecer com Harry Styles”, disse o ator, que além do Oscar já venceu três Tonys. “Eu fiquei mais importante em sua estimativa. Eu ganhei o Harry!” No filme, o cantor de 23 anos, ex-integrante da boy band One Direction que recentemente lançou seu primeiro disco solo, interpreta um soldado britânico em meio à evacuação de centenas de milhares de soldados aliados de Dunkirk, na França, em 1940. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance. A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Dunkirk: Filme de guerra de Christopher Nolan ganha 21 fotos com o elenco principal
A Warner Bros divulgou 21 fotos de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). As imagens destacam os principais atores e cenas de bastidores da superprodução, que retrata a batalha de Dunquerque, uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”) – todos destacados nas fotos. A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Dunkirk ganha novo trailer repleto de tensão e desespero
A Warner Bros divulgou seis pôsteres e mais um trailer tenso de “Dunkirk”, o novo filme de Christopher Nolan (trilogia “Batman”, “Interestelar”). A prévia se concentram no desespero dos soldados aliados, completamente cercados e impotentes diante do ataque constante de aviões nazistas e torpedos, enquanto tentam fugir da morte na 2ª Guerra Mundial. A escala épica da produção mostra a ação em três planos distintos, entre soldados cercados em terra, bombardeados durante a fuga pelo mar e abatidos no combate aéreo. Tudo foi filmado em câmeras IMAX e o resultado promete imagens grandiosas, com direito a exibição limitada em cinemas equipados com os antigos projetores de 70mm. Curiosamente, o título do filme não foi traduzido, apesar de ser o nome de uma cidade que consta nas enciclopédias de língua portuguesa. A batalha de Dunquerque entrou para a história como uma das maiores derrotas das forças aliadas na 2ª Guerra. Mas poderia ter sido muito pior. Acuados numa ponta de praia, os soldados aliados contaram com um esforço logístico sobre-humano para não serem exterminados durante uma ofensiva por terra e ar, embarcando em fuga, sob bombardeio, para dezenas de navios mobilizados para resgatá-los rumo ao Reino Unido, inclusive com a ajuda de pequenos barcos civis, como mostra o vídeo. As filmagens foram realizadas nas locações em que os fatos aconteceram e renderam muita atenção dos paparazzi, devido ao interesse pela participação do cantor inglês Harry Styles, ex-One Direction, no elenco. Além dele, o filme destaca dois jovens ainda pouco conhecidos, Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e o estreante Fionn Whitehead, ao lado dos experientes Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Cillian Murphy (“No Coração do Mar”), Kenneth Branagh (“Operação Sombra – Jack Ryan”) e Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”). A estreia está marcada para 27 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.











