Um Lindo Dia na Vizinhança: Drama que pode render terceiro Oscar a Tom Hanks ganha trailer legendado
A Sony divulgou a versão legendada do trailer final de “Um Lindo Dia na Vizinhança” (A Beautiful Day in the Neighborhood), que pode render mais uma indicação ao Oscar para Tom Hanks – a sexta da carreira, que conta com duas vitórias. O filme traz Hanks comovente na pele do famoso apresentador de programa infantil Fred Rogers. A narrativa envolve uma entrevista de Rogers para um jornalista (vivido por Matthew Rhys, de “The Americans”), que aceita relutantemente fazer um perfil da amada personalidade televisiva e vê sua visão de mundo ser abalada pela conversa. Hanks aparece de cabelos brancos e usando o suéter vermelho que marcou o programa “Mister Rogers Neighborhood”, exibido entre 1968 e 2001. O apresentador morreu em 2003, aos 74 anos, e recentemente inspirou o documentário “Won’t You Be My Neighboor?”, grande sucesso do Festival de Sundance do ano passado. O roteiro é assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster (da série “Transparent” e do vindouro “Malévola: Dona do Mal”), a direção está a cargo de Marielle Heller (“O Diário de Uma Adolescente”), e o elenco também inclui Susan Kelechi Watson (“This is Us”), Enrico Colantoni (“Veronica Mars”) e Chris Cooper (“Adaptação”). Após a première no Festival de Toronto, o filme atingiu 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial já aconteceu nos Estados Unidos, mas o lançamento chega apenas em 23 de janeiro no Brasil.
Um Lindo Dia na Vizinhança: Drama que pode render terceiro Oscar a Tom Hanks ganha novo trailer
A Sony divulgou os pôster e o segundo trailer de “Um Lindo Dia na Vizinhança” (A Beautiful Day in the Neighborhood), que pode render mais uma indicação ao Oscar para Tom Hanks – a sexta da carreira, que conta com duas vitórias. O filme traz Hanks comovente na pele do famoso apresentador de programa infantil Fred Rogers. A narrativa envolve uma entrevista de Rogers para um jornalista (vivido por Matthew Rhys, de “The Americans”), que aceita relutantemente fazer um perfil da amada personalidade televisiva e vê sua visão de mundo ser abalada pela conversa. Hanks aparece de cabelos brancos e usando o suéter vermelho que marcou o programa “Mister Rogers Neighborhood”, exibido entre 1968 e 2001. O apresentador morreu em 2003, aos 74 anos, e recentemente inspirou o documentário “Won’t You Be My Neighboor?”, grande sucesso do Festival de Sundance do ano passado. O roteiro é assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster (da série “Transparent” e do vindouro “Malévola: Dona do Mal”), a direção está a cargo de Marielle Heller (“O Diário de Uma Adolescente”), e o elenco também inclui Susan Kelechi Watson (“This is Us”), Enrico Colantoni (“Veronica Mars”) e Chris Cooper (“Adaptação”). Após a première no Festival de Toronto, o filme atingiu 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para a próxima sexta (22/11) nos Estados Unidos, mas o lançamento chega apenas em 23 de janeiro no Brasil.
Atriz da série The Society será Priscilla Presley na cinebiografia de Elvis
A Warner Bros. Pictures anunciou que a atriz australiana Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) interpretará Priscilla Presley no longa-metragem de Baz Luhrmann sobre o cantor Elvis Presley. DeJonge é o terceiro nome anunciado na cinebiografia. Ela vai se juntar ao premiado Tom Hanks (“Ponte dos Espiões”), que viverá o empresário de Elvis, e o intérprete do então jovem cantor, o californiano Austin Butler, que também é mais conhecido por seus papéis em séries – “The Carrie Diaries” e “As Crônicas de Shannara” (The Shannara Chronicles). Luhrmann, que é conhecido por ter um olho afiado para descobrir novos rostos, declarou: “Olivia é capaz de manifestar a profundidade e presença complexas que fizeram de Priscilla Presley um ícone por si só. Ela é uma jovem atriz extremamente talentosa e o contraponto perfeito para o Elvis de Austin”. No filme ainda sem título oficial, o diretor australiano irá explorar a vida e a música de Presley pelo prisma da sua complicada relação com o empresário “coronel” Tom Parker, papel de Tom Hanks . A história vai mergulhar nessa complexa dinâmica ao longo de 20 anos, desde o surgimento de Elvis até seu estrelato sem precedentes, com o pano de fundo da paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. Além de dirigir, Luhrmann assina o roteiro do filme com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Outra parceria dos dois filmes, Catherine Martin, servirá como designer de produção e figurinista. As filmagens, entretanto, começarão pecando na escolha da locação. Elas estão marcadas para o início de 2020 em Queensland, na Austrália, país do diretor, que obviamente não é Memphis, Tennessee. A produção recebeu incentivos do governo australiano, o que ajuda a explicar porque uma das mais famosas histórias de sonho americano vai se tornar made in Australia.
Robert Zemeckis negocia dirigir nova versão de Pinóquio para a Disney
A Disney está negociando com o cineasta Robert Zemeckis para que ele assuma sua versão live-action da animação clássica “Pinóquio” (1940). Segundo a revista Variety, Zemeckis ainda não fechou contrato, mas vem estudando o projeto desde o início do semestre e teria feito algumas sugestões no roteiro. Embora tenha se focado em dramas adultos nos últimos anos — seus filmes mais recentes foram “O Voo”, “Travessia”, “Aliados” e “Bem-vindos a Marwen” —, Zemeckis também já teve uma fase voltada à animação e até trabalhou com a Disney num clássico híbrido, “Uma Cilada para Roger Rabbit”, em 1988. Originalmente, o filme seria dirigido por Paul King (“Paddington 2”) e destacaria Gepeto, o velho marceneiro que cria o boneco de madeira. Magicamente, o boneco ganha vida e passa a desejar virar um menino de verdade. Zemeckis estaria interessado em participar do processo de escolha do elenco, já que o nome de Tom Hanks, ventilado para o papel, teria sido descartado de acordo com a publicação. O veterano cineasta dirigiu Hanks em dois de seus filmes mais bem-sucedidos, “Forest Gump” (1994) e “O Náufrago” (2000). O maior entrave é o cronograma da Disney, porque Zemeckis já está comprometido com a refilmagem de “Convenção das Bruxas” (The Witches) para a Warner, atualmente em fase de pré-produção. Para complicar, a Disney não pode protelar as filmagens por receito de enfrentar saturação do tema, uma vez que existem outras adaptações do personagem criado por Carlo Collodi em desenvolvimento. O cineasta mexicano Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) está desenvolvendo uma animação em stop-motion de “Pinóquio” para a Netflix e o italiano Matteo Garrone (“O Conto dos Contos”) prepara a sua versão com atores reais, em que Gepeto será vivido por Roberto Benigni (que, ironicamente, já viveu Pinóquio em 2002). Havia até uma projeto da Warner que teria Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) como Gepeto, mas este projeto foi abandonado diante do excesso de concorrentes.
Tom Hanks e Steven Spielberg desenvolvem série sobre batalhas aéreas da 2ª Guerra Mundial
Tom Hanks e Steven Spielberg anunciaram uma nova parceria. Ator e diretor já trabalharam juntos em vários filmes, mas também são parceiros de produções televisivas premiadíssimas. O novo projeto é a terceira série sobre o tema compartilhado por suas atrações mais bem-sucedidas na HBO. Assim como “Band of Brothers” e “The Pacific” a vindoura “Masters of the Air” vai abordar um aspecto dos combates da 2ª Guerra Mundial. Desta vez, serão as batalhas aéreas. O detalhe é que a nova produção não será lançada pela HBO como as duas anteriores. “Masters of the Air” está sendo desenvolvida para a Apple TV+. Inicialmente, a série chegou a ser considerada pela HBO, mas o canal desistiu do projeto devido a seu custo elevado. Com 9 episódios, a produção recriará as batalhas da Força Aérea dos Estados Unidos contra a aviação da Alemanha nazista na década de 1940. A história é inspirada no livro de não ficção de Donald L. Miller, que entrevistou vários aviadores e pesquisou exaustivamente os arquivos sobre a guerra nos céus da Europa. Veja a capa da publicação abaixo. O roteiro está a cargo de John Orloff, que trabalhou anteriormente em “Band of Brothers”. Ainda não há previsão de estreia.
Tom Hanks será o grande homenageado do Globo de Ouro 2020
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, responsável pelo Globo de Ouro, anunciou que Tom Hanks será o grande homenageado da próxima edição da premiação. O astro vai receber o prêmio Cecil B. DeMille, que todo ano destaca um nome importante da indústria, como reconhecimento pelas contribuições de sua carreira. Tom Hanks vai juntar a artistas como Meryl Streep, Denzel Washington, George Clooney, Woody Allen, Jodie Foster, Morgan Freeman, Robert De Niro, Martin Scorsese e Jeff Bridges, que receberam a mesma honra em anos anteriores. Durante sua carreira, Hanks venceu quatro Globos de Ouro por suas atuações em “Quero Ser Grande” (1988), “Filadélfia” (1993), “Forrest Gump” (1994) e “Náufrago” (2000). Dois destes filmes também lhe renderam Oscars – “Filadélfia” e “Náufrago”. Hanks também está sendo muito elogiado pela atuação em seu novo filme, “A Beautiful Day in the Neighborhood”, no qual encarna uma celebridade muito amada da cultura americana: o apresentador infantil Fred Rogers. Após sua première no Festival de Toronto, o filme registrou 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A previsão de estreia do longa é para 23 janeiro no Brasil, dois meses após seu lançamento comercial nos Estados Unidos e duas semanas após a cerimônia do Globo de Ouro, marcada para o dia 5 de janeiro.
Tom Hanks comove no trailer da cinebiografia de Fred Rogers
A Sony divulgou o primeiro trailer de “A Beautiful Day in the Neighborhood”, que pode render mais uma indicação ao Oscar para Tom Hanks – seria a sexta da carreira, que conta com duas vitórias. O filme traz Hanks comovente na pele do famoso apresentador de programa infantil Fred Rogers. A narrativa envolve uma entrevista de Rogers para um jornalista (vivido por Matthew Rhys, de “The Americans”, que aceitou relutantemente a missão de fazer um perfil da amada personalidade televisiva e viu sua visão de mundo ser abalada pela conversa. Hanks aparece de cabelos brancos e usando o suéter vermelho que marcou o programa “Mister Rogers Neighborhood”, exibido entre 1968 e 2001. O apresentador morreu em 2003, aos 74 anos, e recentemente inspirou o documentário “Won’t You Be My Neighboor?”, grande sucesso do Festival de Sundance do ano passado. O roteiro é assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster (da série “Transparent” e do vindouro “Malévola: Dona do Mal”), a direção está a cargo de Marielle Heller (“O Diário de Uma Adolescente”), e o elenco também inclui Susan Kelechi Watson (“This is Us”), Enrico Colantoni (“Veronica Mars”) e Chris Cooper (“Adaptação”). Selecionado para o Festival de Toronto, que acontece entre 5 e 15 de setembro, o filme tem estreia comercial marcada para 22 de novembro nos Estados Unidos. Já o lançamento no Brasil só vai acontecer em 23 de janeiro.
Ator de As Crônicas de Shannara será Elvis Presley no cinema
A Warner Bros. anunciou o intérprete de Elvis Presley no novo filme sobre a lenda do rock, que o diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) está desenvolvendo no estúdio. Após testar vários candidatos, o cineasta escalou o ator Austin Butler, mais conhecido por seus papéis nas séries “The Carrie Diaries” e “As Crônicas de Shannara” (The Shannara Chronicles). No filme ainda sem título oficial, Luhrmann irá explorar a vida e a música de Presley pelo prisma da sua complicada relação com o empresário “coronel” Tom Parker, que será interpretado por Tom Hanks (“Ponte dos Espiões”). A história vai mergulhar nessa complexa dinâmica ao longo de 20 anos, desde o surgimento de Elvis até seu estrelato sem precedentes, com o pano de fundo da paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No comunicado do anúncio, Luhrmann disse: “Eu sabia que não conseguiria fazer esse filme se o elenco não fosse absolutamente certeiro. Procuramos por um ator com a habilidade de trazer o singular e natural movimento e qualidade vocais dessa inigualável estrela, mas também a vulnerabilidade interna do artista. Foi uma honra para mim encontrar um vasto conjunto de talentos ao longo do processo de seleção. Eu tinha ouvido falar de Austin Butler em seu papel na Broadway, contracenando ao lado de Denzel Washington em ‘The Iceman Cometh’. Por meio de uma longa jornada de testes de tela e workshops de música e performance, eu sabia que havia encontrado alguém que poderia incorporar o espírito de uma das figuras musicais mais emblemáticas do mundo”. Citada por Luhrmann, a nova montagem da peça de Eugene O’Neill vem conquistando ótimas críticas na imprensa, que consideram o ator uma das maiores revelações da temporada na Broadway. Butler venceu uma competição que contou com diversos atores mais famosos que ele, como Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Miles Teller (“Whiplash”), Aaron Taylor-Johnson (que foi John Lennon em “O Garoto de Liverpool”) e até o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). Ele também atuou recentemente nos filmes “Os Mortos Não Morrem” (2019), de Jim Jarmusch, e no vindouro “Era Uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, que estreia em 15 de agosto no Brasil. Além de dirigir, Luhrmann assina o roteiro do filme de Elvis com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Outra parceria dos dois filmes, Catherine Martin, servirá como designer de produção e figurinista. As filmagens, entretanto, começarão pecando na escolha da locação. Elas estão marcadas para o início de 2020 em Queensland, na Austrália, que obviamente não é Memphis, Tennessee. A produção recebeu incentivos do governo australiano, o que ajuda a explicar como uma das mais famosas histórias de sonho americano vai virar made in Australia.
Ansel Elgort, Miles Teller e Harry Styles disputam papel de Elvis em cinebiografia
O cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) começou a testar um grupo de atores jovens e famosos para definir o intérprete de Elvis Presley em seu filme sobre o lendário cantor. Segundo apurou o site Deadline, os testes envolvem cantar e se movimentar como o Rei do Rock. Para demonstrar como a disputa está acirrada, entre os candidatos estão Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Miles Teller (“Whiplash”), Austin Butler (“The Shanara Chronicles”), Aaron Taylor-Johnson (que foi John Lennon em “O Garoto de Liverpool”) e até o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). Além de buscar um intérprete para Elvis, a Warner abriu negociações com o ator Tom Hanks (“The Post”) para o papel do Coronel Tom Parker, empresário do cantor. O filme vai se focar na ascensão e no auge de Presley, destacando seu relacionamento com o trapaceiro nascido na Holanda que ganhou seu posto de “coronel” como título honorário. Parker estava tendo dificuldades para iniciar sua carreira como empresário musical quando se deparou com Elvis em meados dos anos 1950 e ficou impressionado com o talento do jovem (que ainda não tinha 18 anos na época). Ao longo de dois anos, ele adquiriu todos os contratos e pagou todas as demais figuras que cuidavam da carreira do cantor para se tornar seu representante exclusivo. E com sua direção, Elvis se tornou o Rei do Rock – algo que a América nunca tinha visto antes. Luhrmann escreveu o roteiro com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Ainda não há previsão para a estreia.
Toy Story 4 emociona mesmo repetindo situações dos filmes anteriores
“Toy Story”, “Toy Story 2” e “3” não são apenas excelentes. São alguns dos melhores filmes já feitos e entregam com perfeição um começo, um meio e um fim como poucas trilogias foram capazes. E o que é “Toy Story 4”? Um novo final? Um novo começo? Precisava mesmo disso? Não fica claro. É tão relevante quanto desnecessário. Uma delícia de assistir, praticamente um complemento, mas não chega à altura dos anteriores. Entretanto, todos amam Woody, Buzz & Cia. É ótimo rever velhos amigos mesmo quando não contam muita novidade. E é exatamente isso que acontece com “Toy Story 4”, um pot-pourri dos melhores momentos e conflitos da (antes considerada) trilogia. Isso é bom e ruim, porque satisfaz quem gosta da saga, mas também é o primeiro dos quatro filmes a não entregar um roteiro desenvolvendo dramas e obstáculos inéditos. O único ponto de Toy Story 4 diferente de tudo que foi mostrado desde 1995 é o seu final. Mas até chegar lá, a história é uma repetição. Divertida, emocionante, mas ainda uma repetição. E fica a pergunta: esse final foi feito para (de novo) encerrar a série pela segunda vez ou para indicar sua reinvenção? Enfim, o tempo se encarregará de responder essa questão. Mas é um final que arrancará lágrimas dos fãs; não na mesma quantidade derramada em “Toy Story 3”, mas vai. Pode não ser o que você queria, porém é honesto com toda a série e demonstra o esforço de “Toy Story 4” em, no mínimo, honrar os anteriores. Até porque era impossível não retomar os temas de aceitação, abandono, lealdade, e existencialismo, amizade e a busca pelo nosso verdadeiro eu e nosso lugar no mundo, que são base da franquia. Tudo isso foi e explorado de alguma forma na trilogia, como a história do brinquedo que não sabe que é um brinquedo (“Toy Story”), a dúvida de Woody sobre se juntar a outros brinquedos e deixar sua criança para trás (“Toy Story 2”) e a fuga de um lugar estranho e ameaçador (“Toy Story 3”), que ressurgem repaginados com Garfinho e outros novos personagens, além de um antiquário tenebroso. Mas não há como negar que tudo é bem amarrado e que a história flui com maestria. Mesmo com seus repetecos, “Toy Story 4” é mágico e envolvente do início ao fim, como um entretenimento de primeira, coisa que às vezes até a própria Pixar se esquece de fazer. Talvez por causa da coragem de sua conclusão. Quando tudo está igual, a Pixar resolve fechar com uma última decisão inesperada, mas que faz todo o sentido depois de tantos anos acompanhando esses brinquedos. Principalmente, porque a franquia sempre foi representada por Woody (voz de Tom Hanks) e Buzz Lightyear (Tim Allen). Mas, no fundo, sempre foi sobre o caubói. Woody dedicou sua vida à Andy e aos amigos; nunca a si próprio. Em “Toy Story 4”, pela primeira vez, veremos Woody fazendo algo para ele mesmo. Ele representa pessoas que você conhece (ou talvez seja você) que abdicam de sonhos e vontades para cuidar dos outros e, num piscar de olhos, a vida já passou. Gostei de ver essa discussão na série, assim como a introdução de novos personagens, como o dublê Duke Caboom (voz de Keanu Reeves) e a dupla Patinho e Coelhinho (Keegan-Michael Key e Jordan Peele). Também é interessante ver a indefesa Betty (Annie Potts) surgindo como uma jedi após cerca de sete anos vivendo nas ruas. Mas é o tal do Garfinho (voz de Tony Hale) que rouba a cena. Um brinquedo que pode ser criado por qualquer criança no mundo, e que se torna mais valioso que qualquer produto caríssimo vendido nas lojas. Ironicamente é o que deve acontecer com o Garfinho, que deve ser vendido a mais de R$ 100,00 nas megastores. Mas voltando ao filme, o personagem se vê como lixo, descartável e recusa sua existência. Se não fosse por Woody, ficaria para sempre numa lata de lixo. Ou seja, a Pixar toca sutilmente no tema do suicídio, mas não se preocupe, porque a abordagem é leve e divertida por incrível que pareça, porque mostra a metáfora por meio de um garfo tosco de plástico e não de uma pessoa. Só que, enquanto temos ótimos personagens principais com muito tempo em cena, incluindo a boneca Gaby Gaby (voz de Christina Hendricks) e seus assustadores bonecos ajudantes, os tradicionais Rex, Cabeça de Batata, Slink e até Jessie se tornam descartáveis na trama. E nunca “Toy Story” tratou seus coadjuvantes de maneira tão pobre. Resta saber se o desfecho de “Toy Story 4” foi uma conclusão mesmo (de novo) ou se foi um (outroz) recomeço. Talvez tenha chegado a hora da Pixar tomar uma decisão radical, porque se continuar a apostar na reprise de situações, o antiquário pode ter uma estante reservada para “Toy Story 5”.
Vídeo dublado de Toy Story 4 mostra a origem do Garfinho
A Disney divulgou a versão dublado em português do vídeo de “Toy Story 4” que revela a origem de um dos novos personagens: Forky (dublado em inglês por Tony Hale, da série “Veep”), que foi batizado de Garfinho no Brasil. Ele é muito importante para a trama. Um garfo de plástico transformado em brinquedo pela pequena Bonnie (dublada no novo filme pela menina Madeleine McGraw, da série “Outcast”), Garfinho sofre uma crise existencial por não saber se é brinquedo ou talher e resolve fugir, dando início à nova aventura. A Disney ainda não anunciou os dubladores nacionais do desenho. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Trailer final de Toy Story 4 ganha versão dublada em português
A Disney divulgou a versão dublada em português do trailer “final” de “Toy Story 4”, um dia depois do lançamento do vídeo original americano. A prévia destaca as inúmeras tentativas de resgate realizadas por Woody (Tom Hanks) e Buzz (Tim Allen) para salvar seu novo companheiro, Garfinho (Forky, em inglês). Isto rende várias cenas de ação, que também envolvem bom humor. Dublado por Tony Hale (da série “Veep”), o novo personagem é um garfo transformado em brinquedo que, em crise existencial, resolve fugir. E ao sair em seu encalço, Woody acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. Juntos, eles vão tentar resgatar Garfinho, que foi “aprisionado”. Além de Garfinho, há vários personagens novos, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”), e o motociclista audacioso Duke Kaboom, com voz de Keanu Reeves (“John Wick”). Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.
Toy Story 4 ganha trailer final com muita ação e humor
A Disney divulgou o trailer “final” de “Toy Story 4”, antes da avalanche de comerciais que vem a seguir. Ainda sem dublagem em português, a prévia destaca as inúmeras tentativas de resgate de Woody (Tom Hanks) e Buzz (Tim Allen) de seu novo companheiro, Garfinho (Forky, em inglês). Isto rende várias cenas de ação, que também envolvem bom humor. Dublado por Tony Hale (da série “Veep”), o novo personagem é um garfo transformado em brinquedo que, em crise existencial, resolve fugir. E ao sair em seu encalço, Woody acaba reencontrando a boneca-pastorinha Betty (ou Bo Beep, no original, dublada por Ann Potts), sua antiga namorada que não apareceu no filme anterior. Ela tinha se perdido, mas encontrou um novo lar em meio a inúmeras crianças num parque de diversões. Juntos, eles vão tentar resgatar Garfinho, que foi “aprisionado”. Além de Garfinho, há vários personagens novos, entre eles Ducky (patinho) e Bunny (coelhinho), dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele (famosos pela série de comédia “Key and Peele”, antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!”), e o motociclista audacioso Duke Kaboom, com voz de Keanu Reeves (“John Wick”). Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” tem estreia marcada para 20 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.








