Jack Reacher estreia em 2º lugar e comédia com Gal Gadot vira piada nas bilheterias dos EUA
O besteirol “Boo! A Madea Halloween”, enésimo filme da franquia estrelada por Tyler Perry vestido de mulher – o “Mamãe É uma Peça” americano – , deu uma rasteira nos grandes lançamentos da semana. A comédia de baixo orçamento, que não será lançada nos cinemas brasileiros, como nenhum dos filmes anteriores de Madea foi, faturou US$ 27,6 milhões em sua estreia nos EUA, deixando para trás a estreia de “Jack Reacher: Sem Retorno”. O primeiro “Jack Reacher” já não tinha sido exatamente um sucesso. Mas Tom Cruise insistiu no retorno. Devia ter lido o título: “Jack Reacher: Sem Retorno”. O personagem que soca antes de perguntar levou uma surra do homem vestido de mulher nas bilheterias, com US$ 23 milhões de sexta a domingo na América do Norte – e da crítica, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas, por incrível que pareça, a quantia que lhe rendeu o 2º lugar foi superior à arrecadação de estreia do filme anterior (US$ 15 milhões em 2012). Os dois “Jack Reacher” compartilham o mesmo orçamento de US$ 60 milhões. O primeiro acabou com US$ 218 milhões mundialmente, o que normalmente não sinalizaria uma sequência. Mas Tom Cruise também é produtor do longa e a negociação pode ter envolvido seu retorno à franquia “Missão Impossível”, produzida pelo mesmo estúdio – Paramount. De todo modo, o filme se deu melhor no exterior. Com lançamento em 40 países neste final de semana, “Jack Reacher: Sem Retorno” totalizou US$ 54 milhões em todo o mundo. No Brasil, a produção estreia apenas no dia 24 de novembro. Já “Ouija: Origem do Mal” teve desempenho inverso no 3º lugar. O novo filme de terror rendeu US$ 14,1 milhões em seus primeiros três dias em cartaz, menos que a abertura do longa anterior da franquia, “Ouija: O Jogo dos Espíritos”, que fez US$ 19,9 milhões na estreia em 2014. Mas não é exatamente um fracasso, já que o longa foi produzido por apenas US$ 9 milhões, e o boca-a-boca deve manter o interesse na produção nas próximas semanas, uma vez que obteve 81% de aprovação no Rotten Tomatoes. Fracasso, fracasso mesmo foi a estreia calamitosa de “Vizinhos Nada Secretos”, comédia estrelada por Zach Galifianakis, Isla Fisher, Gal Gadot e Jon Hamm. Nem comerciais mostrando a nova Mulher Maravilha de lingerie levaram público ao cinema ou interessaram à crítica – 17% de aprovação no Rotten Tomatoes. O resultado de amargar foi um 7º lugar com US$ 5,2 milhões. Detalhe: esses números de drama indie representaram uma estreia ampla em mais de 3 mil salas. Para se ter ideia, o Brasil só tem 3 mil salas no país inteiro. Brasil, onde este filme só será lançado em fevereiro… Por falar em drama indie, vale uma comparação. Enquanto a overdose de “Vizinhos Nada Secretos” rendeu US$ 1,8 mil por sala nos EUA, um lançamento modesto, em apenas 4 cinemas, faturou mais de US$ 100 mil por tela: “Moonlight”, que concorre a três prêmios no Gotham Awards. Trata-se da maior arrecadação por sala do ano, e uma das maiores de todos os tempos, e após este impacto o filme terá seu circuito ampliado nas próximas semanas. A avaliação da crítica também é a melhor do ano: 99% de elogios rasgados, babas derramadas e altares erguidos no Rotten Tomatoes. Claro que este filme não tem previsão de lançamento no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 27,6 milhões Total EUA: US$ 27,6 milhões Total Mundo: US$ 27,6 milhões 2. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 23 milhões Total EUA: US$ 23 milhões Total Mundo: US$ 54 milhões 3. Ouija: Origem do Mal Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 21,9 milhões 4. O Contador Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 47,9 milhões Total Mundo: US$ 58,1 milhões 5. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 58,9 milhões Total Mundo: US$ 104 milhões 6. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 74,4 milhões Total Mundo: US$ 224,4 milhões 7. Vizinhos Nada Secretos Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 5,6 milhões Total Mundo: US$ 8 milhões 8. Kevin Hart: What Now? Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 18,9 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 9. Cegonhas: A História Que Não Te Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 64,7 milhões Total Mundo: US$ 147,8 milhões 10. Horizonte Profundo – Desastre no Golfo Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 55,2 milhões Total Mundo: US$ 92,1 milhões
Tom Cruise estará ao vivo no Facebook nesta quinta para falar com fãs
Tem uma pergunta para Tom Cruise? O astro estará ao vivo num evento do Facebook para promover seu novo filme, “Jack Reacher: Sem Retorno”, nesta quinta-feira (20/10), às 14h45. Transmitido na página oficial do thriller de ação, o evento inclui uma entrevista com Tom Cruise sobre o longa, além da apresentação de cenas dos bastidores do filme e do tapete vermelho da pré-estreia de Londres. Mas, no final, ele tentará responder algumas perguntas enviadas por fãs. Será corrido, mas pode ser que sua pergunta seja sorteada. É só escrever nos comentários do post da página oficial e torcer. Só tente se lembrar do seguinte detalhe: Tom Cruise não entende português. Apesar de dublado na televisão e em sessões de cinemas mais populares, ele fala inglês. No segundo filme de sua franquia, Reacher (Cruise) retorna à base militar que serviu na Virgínia, onde pretende encontrar a comandante local Susan Turner (Cobie Smulders). Chegando lá, descobre que ela foi presa por traição. Mas, sabendo que Susan é inocente, Reacher assume a missão de resgatá-la e descobrir a verdade por trás de uma grande conspiração do governo. Na corrida como fugitivos da lei, ele descobre um potencial segredo de seu passado, que poderia mudar a sua vida. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Jack Reacher: Tom Cruise é crítico de penteados em nova cena legendada
A Paramount Pictures divulgou uma nova cena legendada de “Jack Reacher: Sem Retorno”. Na prévia, Tom Cruise dá uma de crítico de penteados e enche de porrada suspeitos de cabelo aparado ao estilo militar. “Os contratados vão ao mesmo barbeiro?”, pergunta o astro, antes de dar um golpe no peito da primeira vítima de sua crítica capilar. Continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro” (2012), o filme também destaca a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”), que vive a protagonista feminina, a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Jack Reacher: Duas cenas mostram que Tom Cruise não gosta de ser seguido
A Paramount Pictures divulgou duas cenas de “Jack Reacher: Sem Retorno”. Na primeira prévia, Tom Cruise demonstra que não gosta de ser segundo. Na segunda prévia, ele ensina aos mesmos azarados que também não gosta que matem seus amigos. Continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro” (2012), o filme também destaca a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”), que vive a protagonista feminina, a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Jack Reacher: Tom Cruise ameaça todo mundo em trailer legendado de seu novo filme de ação
A Paramount Pictures divulgou um novo pôster e mais um trailer (legendado e dublado) de “Jack Reacher: Sem Retorno”, continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro”, de 2012. A prévia repete basicamente as mesmas cenas de todo o material divulgado até aqui, mostrando como o personagem de Tom Cruise faz ameaças que é capaz de cumprir. A diferença é que, desta vez, a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”), que vive a protagonista feminina, quase não aparece. Na trama, ela vive a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Curtis Hanson (1945 – 2016)
Morreu o diretor Curtis Hanson, um dos diretores mais interessantes do cinema americano dos últimos anos, embora só tenha sido reconhecido pela Academia com um Oscar, pelo roteiro do brilhante “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997). Ele faleceu na noite de terça-feira (20/9) em sua casa, em Hollywood, aos 71 anos. Autoridades policiais informaram que paramédicos foram chamados até sua residência e ele já estava morto quando chegaram. Aparentemente, a causa da morte do diretor, que há anos sofria com Alzheimer, foi um ataque do coração. Hanson nasceu em Reno, Nevada, mas cresceu em Los Angeles. Apaixonado pela sétima arte desde muito jovem, abandonou o colegial para trabalhar como fotógrafo freelance e, posteriormente, editor de uma revista de cinema. A experiência lhe permitiu estrear como roteirista aos 25 anos, assinando a adaptação de um conto clássico de H.P. Lovecraft no terror barato “O Altar do Diabo” (1970), produzido pelo rei dos filmes B Roger Corman, que acabou cultuado por reunir a ex-surfista e boa moça Sandra Dee com o hippie Dean Stockwell. Corman estimulou Hanson a passar para trás das câmeras, e ele estreou como diretor dois anos depois com outro terror, desta vez uma obra original que ele próprio imaginou. “Sweet Kill” (1972) era a história de um desajustado que descobre ser, na verdade, um psicopata, ao matar acidentalmente uma jovem e gostar. O ex-ídolo juvenil Tab Hunter tinha o papel principal. Ele ainda rodou o trash assumido “Os Pequenos Dragões” (1979), sobre karatê kids que tentam salvar uma jovem sequestrada por uma mãe e seus dois filhos maníacos, antes de subir de degrau e trabalhar com um dos pioneiros do cinema indie americano, o cineasta Samuel Fuller. Hanson escreveu o clássico thriller “Cão Branco” (1982), dirigido por Fuller, sobre uma atriz que resgata um cachorro sem saber que ele foi treinado para ser violento e atacar negros. Comentadíssima, a obra lhe rendeu os primeiros elogios de sua carreira. A boa receptividade a “Cão Branco” abriu-lhe as portas dos grandes estúdios. A Disney lhe encomendou o roteiro de um filme na mesma linha, “Os Lobos Nunca Choram” (1983), em que um pesquisador, enviado pelo governo para verificar a ameaça dos lobos no norte do país, descobre que eles são benéficos para a região. E a MGM lhe entregou a direção de “Porky 3” (1983), que, apesar do título nacional, não tinha relação alguma com a famosa franquia canadense de comédias sexuais passadas nos anos 1950 – “Porky’s 3” (com o detalhe da grafia correta) foi lançado dois anos depois! Mas é fácil entender porque a distribuidora quis passar essa falsa impressão. A trama acontecia no começo dos anos 1960 em torno de quatro adolescentes americanos, entre eles um certo Tom Cruise, que viajam até Tijuana, no México, querendo cair na farra, num pacto para perder a virgindade. Hanson não escreveu “Porky 3”, mas histórias de apelo adolescente se tornaram frequentes em sua filmografia. Tanto que seu trabalho seguinte foi um telefilme teen, “The Children of Times Square” (1986), uma espécie de “Oliver Twist” contemporâneo, sobre jovens sem-teto nas ruas de Nova York. Ele completou sua transição para o cinema comercial especializando-se em suspenses, numa sequência de lançamentos do gênero que fez a crítica compará-lo a Alfred Hitchcock. “Uma Janela Suspeita” (1987), inclusive, devia sua premissa a “Janela Indiscreta” (1954), mostrando um crime testemunhado a distância, por um casal que não deveria estar junto naquele momento. A testemunha era interpretada por ninguém menos que a fabulosa atriz francesa Isabelle Huppert. “Sob a Sombra do Mal” (1990) também tinha premissa hitchockiana, evocando “Pacto Sinistro” (1951), mas ganhou notoriedade pelo timing, lançado logo após o vazamento de sex tapes de seu protagonista, o ator Rob Lowe. Ele aparecia no filme num raro papel de vilão, ironicamente chantageando o futuro astro de “The Blacklist”, James Spader, por conta de gravações sexuais. Foi o melhor papel da carreira de Lowe e o empurrão definitivo para Hanson se tornar conhecido. Seu filme seguinte estabeleceu sua fama como mestre do suspense, num crescendo assustador. “A Mão Que Balança o Berço” (1992) fez bastante sucesso ao explorar um tema que marcaria a década: a mulher simpática, que abusa da confiança de suas vítimas. Poucas psicopatas foram tão temidos quanto a babá vivida por Rebecca De Mornay, que em pouco tempo se viu acompanhada por Jennifer Jason Lee em “Mulher Solteira Procura…” (1992) e Glenn Close em “Atração Fatal” (1987), na lista das mulheres que transformaram intimidade em ameaça. O quarto thriller consecutivo, “O Rio Selvagem” (1994), trouxe Meryl Streep como uma mãe que leva sua família para navegar nas corredeiras de um rio, apenas para ver todos sequestrados por Kevin Bacon, armado. Mas foi o quinto suspense que o transformou definitivamente num cineasta classe A. Obra-prima, “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997) inspirava-se na estética do cinema noir para contar uma história de corrupção policial e brutalidade, repleta de reviravoltas, tensão e estilo, passada entre a prostituição de luxo, disputas mafiosas e os bastidores de Hollywood nos anos 1950. O filme resgatou a carreira de Kim Basinger, sex symbol da década anterior, como uma garota de programa que passou por plástica para ficar parecida com uma estrela de cinema, e ajudou a popularizar seu par de protagonistas, recém-chegados do cinema australiano, Russell Crowe e Guy Pearce, como policiais que precisam superar seu ódio mútuo para não acabar como Kevin Spacey, que mesmo saindo cedo da trama, também já demonstrava o talento que outros cineastas viriam a explorar. Hanson venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme, baseado no livro homônimo de James Ellroy, e Basinger o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Mas “Los Angeles: Cidade Proibida” foi indicado a mais sete prêmios da Academia, inclusive Direção e Melhor Filme do ano, e só não venceu tudo porque havia um “Titanic” em seu caminho. A boa fase seguiu com o drama “Garotos Incríveis” (2000), reconhecido pela ótima atuação de Michael Douglas e por render um Oscar ao cantor Bob Dylan, de Melhor Música Original. E rendeu outro espetáculo cinematográfico contra todas as apostas, quando Hanson decidiu dirigir Eminem no filme “8 Mile – Rua das Ilusões” (2002). Baseada na vida real do rapper, a produção conquistou elogios rasgados e um Oscar (de Melhor Canção) para Eminem, que teve sua carreira impulsionada. Seus filmes finais não foram tão brilhantes. Ele tropeçou ao tentar fazer sua primeira comédia romântica, ainda por cima de temática feminina, “Em Seu Lugar” (2005), que mesmo assim teve bons momentos com Cameron Diaz e Toni Colette. Mas a insistência em emplacar um romance fez de “Bem-Vindo ao Jogo” (2007), em que Eric Bana se dividia entre o poker e Drew Barrymore, o pior desempenho de sua carreira. O telefilme “Grande Demais Para Quebrar” (2011), sobre a depressão financeira de 2008, rebateu a maré baixa com nada menos que 11 indicações ao Emmy. Infelizmente, as ondas foram altas demais em “Tudo por um Sonho” (2012), sua volta ao cinema. Ele não conseguiu completar o filme, que tinha Gerard Butler como surfista, após sofrer um colapso no set. Michael Apted foi chamado às pressas para finalizar o longa e Hanson nunca mais voltou a filmar. O Alzheimer tomou conta e, embora o estúdio não comentasse qual doença tinha levado o diretor ao hospital, aquele foi o fim da sua carreira.
Missão Impossível 6: Produção é retomada com acordo entre Tom Cruise e estúdios
Após quase um mês de impasse, Tom Cruise e os estúdios Paramount e Skydance teriam chegado num acordo para filmar “Missão Impossível 6”. Segundo informações do site The Hollywood Reporter, a pré-produção do longa foi interrompida no início de agosto por conta de discordâncias em relação a questões financeiras, como a participação de Cruise nos lucros finais do filme. O ator queria receber mais do que vinha recebendo até então pela franquia. No entanto, fontes próximas à produção agora dizem que as questões foram selecionadas e a pré-produção de “Missão Impossível 6” já está sendo retomada. A previsão é que as filmagens comecem ainda no primeiro semestre de 2017. A direção e o roteiro serão novamente de Christopher McQuarrie, que comandou o quinto filme da franquia, “Missão Impossível: Nação Secreta” (2015).
Jack Reacher: Tom Cruise vence lutas sem superpoderes em novo comercial
A Paramount Pictures divulgou o terceiro pôster e mais um comercial de “Jack Reacher: Sem Retorno”, continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro”, de 2012. A prévia ironiza os filmes de super-heróis para mostrar como o personagem de Tom Cruise enfrenta seus inimigos sem calças colantes, capa ou identidade secreta, mas de forma igualmente efetiva – leia-se violenta. Curiosamente, a atriz Cobie Smulders, que vive a protagonista feminina, tem experiência em filmes de super-heróis, tendo estrelado “Os Vingadores” (2012). Na trama, ela vive a Major Susan Turner, que acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. Baseado no livro “Never Go Back”, de Lee Child, o filme tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). A estreia está marcada para 24 de novembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.
Contrato de divórcio de Tom Cruise proíbe Katie Holmes de namorar
Separada de Tom Cruise desde 2012, Katie Holmes está proibida de namorar. Segundo o site americano de celebridades Radar Online, a atriz assinou um contrato de divórcio com cláusulas específicas, que a proíbe de assumir publicamente um namoro por cinco anos, que finalmente se completam no ano que vem. Embora aparente seguir estas regras, há boatos de que ela mantem um relacionamento com o também ator Jamie Foxx. O contrato seria o motivo dos dois não aparecerem juntos em eventos, nem sua filha Suri ser fotografada ao lado dele. Mas Katie já circula por aí com um anel de diamante, que representaria um noivado – ou, no mínimo, um compromisso muito sério. Katie também não pode falar mal ou expor a intimidade de Tom Cruise, nem revelar ou comentar qualquer coisa sobre a Cientologia, religião seguida por seu ex-marido. “Katie queria tanto esse divórcio que aceitou os termos e ganhou U$ 4,8 milhões para cuidados com a filha, além de mais U$ 5 milhões para ela”, disse a fonte do portal, que revelou a existência do contrato. Caso quebre o acordo, ela teria que devolver o dinheiro.
Jack Reacher 2: Continuação ganha pôster, fotos oficiais, título nacional e nova data de estreia
A Paramount Pictures divulgou o segundo pôster e as primeiras fotos oficiais de “Jack Reacher: Sem Retorno”, continuação de “Jack Reacher: O Último Tiro”, de 2012. Duas delas tinham circulado antes com cortes e o logotipo de uma revista. As imagens destacam o astro da franquia, Tom Cruise, como o personagem-título em cenas gravadas em Nova Orleans. Além dele, as fotos incluem a atriz Cobie Smulders (“Os Vingadores”) como a protagonista feminina e Jason Douglas (série “The Walking Dead”) no papel do xerife local, que tem pequena participação no começo da história. O papel de Cobie é a Major Susan Turner, bastante importante na trama, baseada no livro “Never Go Back”, de Lee Child. Ela acaba conhecendo Reacher (Cruise) numa situação bastante adversa, quando ele volta a sua antiga base e, ao chegar lá, precisa ser liberado de uma acusação de assassinato. Para seu espanto, a comandante Turner também foi presa e eles precisarão se aliar para descobrir a verdade por trás da conspiração. A adaptação tem direção do cineasta Edward Zwick, que já trabalhou com Tom Cruise no épico “O Último Samurai” (2003). Zwick ainda escreveu o roteiro, em parceria com Marshall Herskovitz (roteirista de “O Último Samurai”). O longa original, escrito e dirigido por Christopher McQuarrie (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), faturou US$ 218 milhões nas bilheterias ao redor do mundo, quase empatando seus custos – a produção foi relativamente barata, com orçamento de US$ 60 milhões. O fato de ganhar uma continuação se deve mais ao interesse de Tom Cruise em repetir o papel do que à expectativa do estúdio de ampliar a franquia. Cruise, claro, também é produtor de ambos os filmes. Até recentemente chamado de “Jack Reacher 2”, o filme teria estreia simultânea como os EUA, mas nesta quarta (31/8) recebeu seu subtítulo oficial e foi adiado em um mês, com lançamento remarcado para 24 de novembro no Brasil.
Dwayne Johnson vira o ator mais bem pago do mundo
Dwayne Johnson (“Velozes & Furiosos 7”) se tornou o ator mais bem pago do mundo, segundo o levantamento anual da revista Forbes. Ele faturou US$ 64,5 milhões desde a pesquisa do ano passado, que tinha sido vencida por Robert Downey Jr. (“Capitão América: Guerra Civil”). Neste ano, Downey nem aparece no Top 5, que inclui Jackie Chan (US$ 61 milhões), Matt Damon (US$ 55 milhões), Tom Cruise (US$ 53 milhões) e Johnny Depp (US$ 48 milhões). Em um reflexo da desigualdade entre gêneros em Hollywood, até Depp, o quinto ator mais bem pago, superou os salários da líder na lista feminina. Jennifer Lawrence, que ficou em 1º lugar entre as atrizes, recebeu US$ 46 milhões no mesmo período. E isto porque ela é exceção na regra dos pagamentos baixos para mulheres em Hollywood. Para comparar, Melissa McCarthy ficou em 2º lugar com US$ 33 milhões e Scarlett Johansson em 3º, com US$ 25 milhões. Os dados foram coletados entre 1º de junho de 2015 e 1º de junho de 2016.
Steven Hill (1922 – 2016)
Morreu o ator Steven Hill, que, durante 10 temporadas, deu vida ao promotor Adam Schiff, da série policial “Law & Order”. Ele faleceu na terça-feira (23/8) aos 94 anos, de causa desconhecida. Filho de imigrantes russos judeus, ele nasceu em Seattle, no ano de 1922, como Solomon Krakovsky. Serviu na marinha durante a 2ª Guerra Mundial e só adotou o nome artístico americanizado após decidir seguir a carreira artística. Seu primeiro trabalho como ator foi na Broadway, com o espetáculo “A Flag Is Born”, em 1946, contracenando com um ainda desconhecido Marlon Brando. Sua estreia no cinema aconteceu em 1950, no noir “A Mulher sem Nome”, estrelado por Hedy Lamarr, e ele conseguiu algum destaque em “A Deusa” (1958), baseado na vida de Marilyn Monroe, além de ter sido dirigido por John Cassavettes em “Minha Esperança é Você” (1963). Mas sua filmografia inicial é insignificante perto da quantidade de séries de que participou no mesmo período. Hill apareceu em dezenas de produções televisivas clássicas, desde “Actor’s Studio” e “Suspense”, ainda em 1949. A lista inclui, entre muitas outras, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Rota 66”, “Os Intocáveis”, “O Fugitivo”, “Cidade Nua”, “Dr. Kildare”, “Ben Casey” e “Couro Cru” (Rawhide), até que ele foi escalado para seu primeiro papel fixo na TV. Em 1966, Hill foi contratado para viver um agente secreto chamado Dan Briggs, líder de uma força tarefa especial, que lidaria com as missões mais, digamos, impossíveis já mostradas na televisão. O nome da série era justamente “Missão Impossível”. Hill estrelou o piloto e comandou a equipe original por toda a 1ª temporada de 28 episódios. Mas o destaque não perdurou, já que o ator, judeu ortodoxo, teve problemas com a produção por se recusar a filmar às sextas-feiras depois das 16h. Na temporada seguinte, seu personagem foi substituído por Jim Phelps, papel do ator Peter Graves, que virou símbolo da série. A frustração com a demissão de “Missão Impossível” o afastou das telas por um longo período. Ele passou o final dos anos 1960 e toda a década seguinte trabalhando em montagens teatrais. Mas voltou com tudo ao cinema nos anos 1980, participando de diversos filmes relevantes, numa lista que alterna sucessos de crítica e blockbusters, e privilegia grandes cineastas. A fase inclui o drama “Esta é Minha Chance” (1980), de Claudia Weill, “Testemunha Fatal” (1981), de Peter Yates, “Ricas e Famosas” (1981), de George Cukor, “Yentl” (1983), de Barbra Streisand, “Jogo Bruto” (1986), de John Irvin, “Perigosamente Juntos” (1986), de Ivan Reitman, “A Difícil Arte de Amar” (1986), de Mike Nichols, “Confissões de um Adolescente” (1986), de Gene Saks, e “O Peso de um Passado” (1988), de Sidney Lumet. O ritmo intenso durou até 1990, quando Hill foi convidado pelo produtor Dick Wolf a voltar ao mundo das séries. Ele virou protagonista de uma nova atração procedimental, sobre polícia, crimes e tribunais, chamada “Law & Order”. A série virou um fenômeno, que rendeu derivados e inspirou inúmeras produções similares, estabelecendo uma fórmula duradoura entre os seriados americanos. Por conta de seu envolvimento com as gravações, Hill fez poucos filmes durante a década. Entre eles, o maior destaque foi “A Firma” (1993), em que representou um lado mais sombrio do judiciário americano, contracenando com Tom Cruise. Ele integrou o elenco de “Law & Order” por 10 temporadas, além de ter aparecido como seu personagem, o promotor Adam Schiff, no spin-off “Law & Order: SVU” em 2000. Naquele mesmo ano, decidiu se aposentar, encerrando sua carreira na franquia que lhe deu seu maior reconhecimento popular.
Missão Impossível 6: Tom Cruise quer aumento e Paramount suspende filmagens
A produção do sexto filme da franquia “Missão Impossível” foi suspensa pela Paramount Pictures. O estúdio tinha em torno de 20 pessoas trabalhando em Londres nos preparativos da produção e mandou todos pararem. Isto porque pretende renegociar o cachê de Tom Cruise. O ator está pedindo um aumento para participar do longa e o estúdio não está disposto a pagar mais do que investiu em “Missão Impossível – Nação Secreta”. Afinal, gastou US$ 150 milhões na produção do filme anterior e arrecadou US$ 682,3 milhões mundialmente, com uma margem pequena de lucro. O impasse não é intransponível e nem deve atrasar a produção, uma vez que o roteiro ainda está sendo escrito. A produção terá Christopher McQuarrie repetindo suas funções de “Missão Impossível – Nação Secreta”, como roteirista e diretor, e deverá incluir a volta da atriz Rebecca Ferguson como a espiã Ilsa Faust. Cruise está atualmente filmando “A Múmia” em Londres, e só deverá retomar a negociação com a Paramount quando terminar seu trabalho no filme do monstro da Universal – que ainda não tem estreia prevista.









