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  • Série

    Berlin Station é cancelada após três temporadas

    30 de março de 2019 /

    O canal pago americano Epix anunciou o cancelamento da série “Berlin Station” após sua 3ª temporada. O último episódio foi ao ar em 18 de fevereiro nos Estados Unidos. Criada pelo estreante Olen Steinhauer e o veterano Bradford Winters (série “Boss”), “Berlin Station” acompanhava as atividades do agente da CIA Daniel Meyer (Richard Armitage, da trilogia “O Hobbit”) numa missão secreta em Berlim, Alemanha. Com a ajuda de um espião veterano (Rhys Ifans, de “O Espetacular Homem-Aranha”), Daniel tenta identificar quem é o espião responsável por divulgar para o público informações secretas do governo. Durante suas investigações, ele se depara com uma conspiração que liga o caso a Washington. O último episódio servia tanto para encerrar a série como para continuar numa nova temporada, deixando apena alguns personagens sem resolução. O bom elenco da atração também incluía Richard Jenkins (minissérie “Olive Kitteridge”), como o veterano da Guerra Fria que atua como chefe da CIA em Berlim, Michelle Forbes (série “Powers”), como a chefe de um dos departamentos da agência, e Keke Palmer (série “Scream Queens”) no papel da mais nova e jovem agente designada para a sede alemã da CIA.

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  • Série

    Saiba quais são as séries em desenvolvimento para a Apple TV+

    25 de março de 2019 /

    A Apple liberou a primeira prévia da programação de sua plataforma de streaming, a Apple TV+, anunciada em evento realizado nesta segunda (25/3) em Cupertino, na California. Com cerca de um minuto e meio de duração, é uma apresentação picotada que vai da comédia de época à ficção científica sem se deter em nenhuma produção, mas ao menos revela os títulos das novas séries. A programação construída pelos ex-chefes da Sony Television, Jamie Erlicht e Zach Van Amburg, inclui as séries descritas abaixo. “The Morning Show”: estrelada por Jennifer Aniston, Reese Whiterspoon e Steve Carell, acompanhará os bastidores de um programa de notícias matinal. “Nós vamos trazer um olhar honesto sobre relações entre homens e mulheres no ambiente de trabalho”, disse Aniston durante o evento de apresentação da plataforma, afirmando estar animada por voltar à TV com o projeto – sua primeira série desde o fim de “Friends”, em 2004. “Amazing Stories”: nova versão da série de antologia sci-fi criada por Steven Spielberg em 1985. “Vamos ressuscitar essa marca e levá-la a um novo público”, proclamou o cineasta. “See”: uma nova série de ficção científica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”) e Alfre Woodward (“Luke Cage”). O projeto é um “épico futurista” e se passa após a humanidade perder a capacidade de enxergar. Nesse futuro, a sociedade encontrou novas formas de interagir, construir, caçar e sobreviver. É então que um par de gêmeos nasce com olhos perfeitos, balançando o status quo. A série é criação do roteirista britânico Steven Knight (criador de “Taboo” e “Peaky Blinders”) e terá seus episódios dirigidos pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). “Truth to Be Told”: título oficial da produção que estava sendo desenvolvida como “Are You Sleeping”, sobre a obsessão norte-americana com podcasts de histórias de crimes reais não resolvidos. O elenco é liderado por Octavia Spencer (“A Forma da Água”), Lizzy Caplan (“Truque de Mestre 2”), Aaron Paul (“Breaking Bad”) e Ron Cephas Jones (“This Is Us”). Spencer vive a repórter investigativa de um podcast de crimes verdadeiros, que reabre o caso do assassinato do pai de duas irmãs gêmeas, interpretadas por Caplan. “Home Before Dark”: drama de mistério baseado na vida real da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Brooklynn Prince (a estrelinha de “Projeto Flórida”) interpreta a jovem protagonista, que se muda de Nova York para a cidadezinha de seu pai (Jim Sturgess, de “Tempestade: Planeta em Fúria”), onde sua perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos naquele lugar, incluindo seu próprio pai, tentaram enterrar. “Mythic Quest”: comédia de meia hora de Rob McElhenney e Charlie Day (criadores e estrelas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”), que traz o primeiro como diretor criativo de um estúdio de videogames. “Servant”: thriller psicológico desenvolvido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”) e o roteirista britânico Tony Basgallop (criador de “Hotel Babylon”), que envolve uma babá (Nell Tiger Free, de “Game of Thrones”) contratada por um casal para cuidar de seu filho recém-nascido. Toby Kebbell (o Messala de “Ben-Hur”) e Lauren Ambrose (“A Sete Palmos”, “Arquivo X”) vivem o casal e o elenco ainda inclui Rupert Grint (o Ron Weasley de “Harry Potter”) como o irmão da personagem de Ambrose. “Dickson”: comédia de época sobre a juventude da escritora Emily Dickson, estrelada por Hailee Steinfeld (“Quase 18”), em seu primeiro papel regular numa série. A produção é do cineasta David Gordon Green (“Especialista em Crise”). “For All Mankind”: sci-fi produzida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, que vai lidar com uma linha temporal alternativa. A trama imagina o que aconteceria se a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética não tivesse acabado nos anos 1970, após a conquista da lua. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”). “Dear…”: série de documentários. “Hala”: filme sobre uma jovem muçulmana, produzido pela atriz Jada Pinkett Smith (“Gotham”), que teve sua première no Festival de Sundance. Além destes títulos citados no vídeo abaixo, a Apple desenvolve muito mais atrações. Confira abaixo algumas delas, que ainda podem mudar de título quando forem oficialmente anunciadas. “Little America”: antologia sobre a vida real de imigrantes nos Estados Unidos, baseado em relatos publicados na revista Epic Magazine e criada pelo casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon, indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”. Cada episódio destacará “a vida engraçada, romântica, sincera, inspiradora e inesperada dos imigrantes na América”, segundo a sinopse. “Little Voice”: drama musical produzido por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), com músicas originais da cantora e compositora Sara Bareilles, e roteiro e direção da cineasta Jessie Nelson (“Uma Lição de Amor”). Descrito como uma carta de amor à diversidade musical de Nova York, a série tem o mesmo título do álbum de estreia de Bareilles, de 2007, e vai explorar a jornada de uma jovem em busca de sua própria voz aos 20 e poucos anos. “Helpsters”: atração infantil, de caráter educativo, com os personagens da série clássica “Vila Sésamo”. “Foundation”: baseada na trilogia “Fundação”, do escritor Isaac Asimov (1942-1993), uma das obras mais famosas da ficção científica. A produção está sendo desenvolvida pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”). Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. “Central Park”: série animada sobre uma família de zeladores do famoso parque de Nova York, que precisa salvar o local – e o mundo – , enquanto canta alguns números musicais. Foi criada por Loren Bouchard (o criador de “Bob’s Burgers”), Nora Smith (roteirista de “Bob’s Burgers”) e o ator Josh Gad (O LeFou de “A Bela e a Fera”). O próprio Josh Gad será uma das vozes principais, voltando a se reunir com Kristen Bell (série “The Good Place”), com quem fez parceria na dublagem do blockbuster animado “Frozen” – ele é a voz original de Olaf e ela dubla Anna. “Time Bandits”: adaptação da sci-fi “Os Bandidos do Tempo” (1981), desenvolvida pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). Na trama original, um menino é levado numa viagem pelo tempo por um grupo de anões, enquanto eles roubam grandes tesouros da História e encontram figuras épicas e míticas, como Napoleão Bonaparte e Robin Hood. “Life Undercover”: thriller de espionagem estrelado por Brie Larson (a “Capitã Marvel”), baseada nas experiências reais de uma ex-agente da CIA. “Peanuts”: a Apple fechou acordo para produzir uma nova série animada, programas variados e especiais protagonizados por Snoopy, Charlie Brown e os Peanuts, do desenhista americano Charles Schulz. Além destes, também estão em desenvolvimento uma série escrita e dirigida pelo cineasta Damien Chazelle (“La La Land”), um universo de séries de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), um filme de Sofia Coppola (“Maria Antonieta”), um documentário e um programa sobre saúde mental da apresentadora Oprah Winfrey, filmes exclusivos do estúdio indie A24, e muitas outras novidades. Apenas parte disso é apresentado no curtíssimo vídeo, que pode ser visto a seguir. Outros detalhes sobre a plataforma de streaming podem ser conferidos neste link.

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  • Filme

    Operação Fronteira enfrenta clichês de ação dos anos 1980 com elenco atual de peso

    17 de março de 2019 /

    Kathryn Bigelow, a única mulher da História do Oscar a ganhar a estatueta de Melhor Direção, por “Guerra ao Terror”, considerou dirigir “Operação Fronteira”. Ela desistiu e ficou com créditos de produtora executiva. Mas com isso a história original, desenvolvida por seu roteirista de confiança, Mark Boal, com quem trabalhou em “Guerra ao Terror” (2008), “A Hora Mais Escura” (2012) e “Detroit em Rebelião” (2017), acabou reescrita pelo diretor J.C. Chandor. O resultado deixa o espectador imaginando o quanto esse filme tinha potencial para ir mais longe, sob comando de Bigelow. É sobre cinco amigos, ex-soldados das Forças Especiais (Oscar Isaac, Ben Affleck, Charlie Hunnam, Garrett Hedlund e Pedro Pascal), que decidem voltar a se juntar para uma última missão: roubar uma fortuna de um chefão das drogas na América do Sul – supostamente na tríplice fronteira entre Paraguai, Argentina e Brasil, embora as filmagens tenham acontecido na Colômbia. A premissa evoca “Três Reis” (1999), o melhor filme de David O. Russell. Mas, estranhamente, o que se materializa no primeiro ato é o tipo de filme de ação que era estrelado por machões nos anos 1980, algo próximo à narrativa saudosista de “Os Mercenários” (2010). As semelhanças são mais de tom – trilha sonora roqueira, diálogos ruins e curtos, repletos de frases de efeito e narizes empinados – do que em relação à execução das cenas de ação, que são muito bem orquestradas e lembram a pegada visceral de Kathryn Bigelow (sem câmera balançante, graças a Deus). A partir da segunda metade, dominada por um mix de tensão, ganância e um senso de moral capaz de enlouquecer mais os protagonistas que seus perseguidores, as guitarras rasgadas e barulhentas dão um descanso na trilha. E os atores finalmente demonstram porque tem nomes de peso, inclusive Ben Affleck. Mas a diferença entre as duas partes é tão gritante que a impressão é que as cabeças pensantes por trás do projeto jamais chegaram a um equilíbrio criativo. E nome mais fraco do trio, J.C. Chandor, ficou com a maior responsabilidade. Infelizmente, o diretor de “Margin Call”, “Até o Fim” e “O Ano Mais Violento” costuma fazer filmes que parecem quase bons. Nunca são bons completamente. Ao contrário de Kathryn Bigelow, que poderia tornar “Operação Fronteira” numa contraparte de “Guerra ao Terror”.

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  • Filme

    Mel Gibson e Vince Vaughn são policiais violentos em trailer de suspense

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Dragged Across Concrete”, thriller criminal estrelado por Mel Gibson e Vince Vaughn, que trabalharam juntos em “Até o Último Homem” (2016). Na trama, eles vivem uma dupla de policiais, que é suspensa quando um vídeo registrando uma abordagem violenta deles chega à mídia. Sem dinheiro, os dois decidem entrar no mundo do crime para sobreviver e se afundam cada vez mais. O filme tem roteiro e direção de S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”), cineasta indie que tem feito carreira com filmes violentos e cultuados. E o elenco ainda inclui Jennifer Carpenter (“Dexter”), Tory Kittles (“The Colony”), Laurie Holden (“The Walking Dead”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”) e Michael Jai White (“Arrow”). Exibido nos festivais de Veneza e Londres, o filme atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 22 de março nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Killing Eve: A obsessão continua no trailer da 2ª temporada

    15 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano BBC America divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “Killing Eve”. A prévia mostra que o jogo de gata e rata entre as duas protagonistas continua, em toda sua obsessão e perigo mortal. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a série é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno de duas mulheres: Eve (Sandra Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não cumpre suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Jodie Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Os novos episódios vão explorar as consequências do confronto entre as duas no final da temporada inaugural. Segundo a produtor executiva Emerald Fennell, “o que Eve fez a mudou para sempre” e isso terá repercussões em todos os seus relacionamentos. Uma das séries mais elogiada da temporada passada, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes e premiada como a Melhor de 2018 pela Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos (TCA), “Killing Eve” não é apenas um fenômeno de crítica. A atração encerrou sua 1ª temporada com uma façanha raríssima, ao conseguir aumentar seu público em todos os episódios exibidos. Isto significa que cada capítulo foi visto por mais pessoas que o anterior, o que fez o final da temporada ter 85% mais telespectadores que a sintonia da estreia. A série também quebrou recorde na plataforma digital da BBC America, tornando-se o programa mais assistido da história de seu serviço de streaming. Na versão digital, “Killing Eve” é a única série da BBC America que atingiu mais de 1 milhão de espectadores por episódio. A 2ª temporada estreia em 7 de abril nos Estados Unidos. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.

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  • Filme

    Operação Fronteira: Ben Affleck rouba traficantes na fronteira do Brasil em trailer repleto de ação

    15 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o novo trailer legendado do filme de ação “Operação Fronteira”, que traz Ben Affleck (“Liga da Justiça”) à frente de um elenco famoso. O título é a “tradução” de “Triple Frontier”, longa supostamente passado na Tríplice Fronteira entre Brasil, Uruguai e Argentina, mas filmado na Colômbia mesmo. Embora ofereça belas panorâmicas por montanhas e favelas, a prévia não mostra as famosas “cataratas de Wakanda” nem faz menção à locação de seu título original, já que sua trama de ação genérica poderia se passar em qualquer lugar. Afinal, a história da unidade de elite que assalta uma fortuna de traficantes já foi vista antes, no filme “Sabotagem” e até na série “The Shield”, ambas as vezes nos Estados Unidos. Com o também conhecido discurso de que não são compensados o suficiente pelo trabalho arriscado que fazem, os assaltantes do novo filme só se diferenciam num detalhe de seus precursores. Não são homens da lei e sim ex-militares. Affleck lidera o elenco que inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Pedro Pascal (série “Narcos”) e Adria Arjona (série “Emerald City”). Eles se juntam para roubar a fortuna do traficante vivido por Reynaldo Gallegos (da série “Animal Kingdom”), que fica numa fortaleza em meio ao mato e é defendida por capangas armados. O flashback, agora, é da série “Narcos”, passada justamente na Colômbia. Ao menos, a prévia é cheia de tensão e promete momentos eletrizantes de luta pela sobrevivência, desde que se desligue o GPS. O roteiro original foi escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”) e deveria ser dirigido por Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”) em 2009, mas ela acabou desistindo após não conseguir aval para filmar na locação real – sim, isto foi há uma década. A Netflix entrou nesse projeto após ele ser concebido como uma superprodução de Hollywood, que seria estrelada por um time formado simplesmente por Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Hanks (“The Post: A Guerra Secreta”). Mas o orçamento da produção fez com que ela nunca saísse do papel. Nem mesmo em sua configuração posterior, de elenco menos dispendioso, que reuniu Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlinght”) como protagonistas. A versão que chega ao streaming acabou sendo dirigida por J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”), que também trabalhou no aprimoramento do roteiro. Teria sido Chandor quem levou a trama para seu lugar mais comum, o que, por sua vez, teria sido o estopim de outra implosão da produção. Supostamente, a versão final do roteiro desagradou Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início previsto para as filmagens, em maio do ano passado. A decisão dos atores fez a Paramount, que passava por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto, que assim acabou na Netflix. Reconfigurado e finalmente filmado, “Operação Fronteira” vai estrear agora em streaming, no dia 13 de março.

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  • Etc

    Glenn Close quer um remake de Atração Fatal do ponto de vista feminino

    11 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Glenn Close gostaria de ver um remake de “Atração Fatal”, um dos grandes sucessos de sua carreira, mas que mostrasse o ponto de vista feminino. O longa dirigido por Adrian Lyne em 1987 era uma fábula moderna sobre as consequências extremas da infidelidade conjugal. A trama girava em torno de Dan Gallagher (papel de Michael Douglas), um rico advogado de Manhattan que tem um caso com a lunática Alex Forrest (Glenn Close) enquanto sua boa esposa, Beth (Anne Archer), está viajando. Quando resolve encerrar o relacionamento, ele passa a ser assediado e ameaçado fisicamente, levando o público a refletir sobre os perigos da traição. Close foi indicada ao Oscar por sua interpretação no filme. E ao voltar a concorrer neste ano por “A Esposa”, considerou que o tempo era ideal para uma refilmagem. Para ela, “Atração Fatal” “tocou em um ponto nevrálgico que existe entre os dois sexos”. A ideia do remake do ponto de vista feminino ajudaria a transformar Alex em uma personagem mais tridimensional. “Nós abordamos a Paramount sobre essa ideia”, admitiu a atriz, para o site Deadline. “Eles disseram que tinham algumas coisas em desenvolvimento com ‘Atração Fatal’. Eu acho que seria interessante contar a mesma história do ponto de vista dela. Acho que ela se transformaria em uma figura trágica, ao invés de uma vilã”. “É muito fácil transformar pessoas que tem distúrbios mentais em vilãs, sugerir que elas são más. Isso só aumenta o estigma. Eu acho que ‘Atração Fatal’ seria um filme muito perturbador do ponto de vista de Alex”, completou.

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  • Série

    Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio farão minissérie sobre o primeiro serial killer dos EUA

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou a produção de uma minissérie de uma dupla de peso: Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio. Trata-se de “The Devil in the White City”, sobre aquele que é considerado o primeiro serial killer da história dos EUA. “The Devil in the White City” é um projeto de longa data da dupla. DiCaprio comprou os direitos da história em 2010, planejando estrelar um filme dirigido por Scorsese. Agora, eles participarão da série apenas como produtores. Trata-se de uma adaptação do romance homônimo de Erik Larson sobre o serial killer Dr. H.H. Holmes, que usou uma feira de tecnologia no final do século 19 para fazer inúmeras vítimas. O livro narra a trama a partir do ponto de vista de dois homens: Daniel H. Burnham, consagrado arquiteto e urbanista que teve de superar diversos obstáculos para a construção do espaço onde foi realizada a Feira Mundial de Chicago, e H.H. Holmes, que usava seu charme para atrair vítimas em potencial para seu hotel nas proximidades da exposição, onde construiu câmaras de gás e crematórios para esconder seus corpos – local que ficou conhecido como “castelo de horrores”. O serial killer confessou o assassinato de 27 pessoas quando foi preso e executado, em 1894.

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  • Filme

    Roteirista e diretor de Sicario 2 voltam a se juntar em thriller de ação com Michael B. Jordan

    11 de janeiro de 2019 /

    A Paramount contratou o roteirista Taylor Sheridan e o diretor Stefano Sollima para dar vida a uma nova franquia de ação. A dupla responsável por “Sicario 2: Dia do Soldado” vai trabalhar em “Sem Remorso” (Without Remorse), adaptação da obra de Tom Clancy que trará Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) no papel principal. Jordan dará vida ao espião da CIA John Clark, que nos livros de Clancy é ex-oficial da marinha dos EUA que se torna consultor da CIA e líder de uma força-tarefa concebida para proteger o mundo das ameaças terroristas mais perigosas. Vale lembrar que Clark surgiu como coadjuvante das aventuras de Jack Ryan, a partir de “O Cardeal do Kremlin” (1988), antes de passar a protagonizar suas próprias histórias. Por conta disso, já ganhou vida no cinema: foi interpretado por Willem Dafoe e Liev Schreiber em dois filmes de Ryan, respectivamente “Perigo Real e Imediato” (1994) e “A Soma de Todos os Medos” (2002). “Sem Remorso” será o primeiro filme que contará a história de origem do personagem. A trama é baseada no livro homônimo, publicado em 1993, que conta uma história de vingança e como o ex-Navy SEAL John Kelly mudou de identidade e se tornou tão letal. A ideia é que “Sem Remorso” dê origem a uma franquia.

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  • Série

    2ª temporada de Killing Eve ganha primeiras fotos

    24 de dezembro de 2018 /

    O canal pago americano BBC America divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada de “Killing Eve”. A série estrelada por Sandra Oh e Jodie Comer retorna para contar as consequências do confronto entre Eve e Villanelle no final da temporada inaugural. Segundo o produtor executivo Emerald Fennell, “o que Eve fez a mudou para sempre” e isso terá repercussões em todos os seus relacionamentos. Uma das série mais elogiada da temporada passada, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, indicada a dois Emmys e premiada como a Melhor de 2018 pela Associação dos Críticos de TV dos Estados Unidos (TCA), “Killing Eve” não foi só um fenômeno de crítica. A atração encerrou sua 1ª temporada com uma façanha raríssima, ao conseguir aumentar seu público em todos os episódios exibidos. Isto significa que cada capítulo foi visto por mais pessoas que o anterior, o que fez o final da temporada ter 85% mais telespectadores que a sintonia da estreia. A série também quebrou recorde na plataforma digital do canal pago BBC America, que a produz, tornando-se o programa mais assistido da história de seu serviço de streaming. Na versão digital, “Killing Eve” é a única série da BBC America que atingiu mais de 1 milhão de espectadores por episódio. Criada pela atriz e roteirista inglesa Phoebe Waller-Bridge (criadora-protagonista de “Fleabag”), a série é baseada no romance homônimo de Luke Jennings e gira em torno de duas mulheres: Eve (Oh), uma oficial de segurança do MI5, o serviço secreto britânico, cujo trabalho burocrático não cumpre suas fantasias de ser uma espiã, e Villanelle (Comer), uma assassina talentosa que se apega aos luxos que seu trabalho violento lhe dá. Essas duas mulheres ferozmente inteligentes se tornam obcecadas uma com a outra e acabam se envolvendo em um jogo perigoso de gato e rato. O elenco também inclui Fiona Shaw (série “True Blood”), Kirby Howell-Baptiste (“Downward Dog”), Kim Bodnia (“The Bridge”) e David Haig (“Penny Dreadful”). Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Globoplay.

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  • Filme,  Série

    Clássico de Kurosawa, Rashomon vai virar série contemporânea

    18 de dezembro de 2018 /

    Um dos filmes mais venerados do mestre Akira Kurosawa, “Rashomon”, vai virar série. A divisão televisiva da Amblin, produtora de Steven Spielberg, comprou os direitos do filme de 1950 com a intenção de adaptá-lo como thriller contemporâneo. “Rashomon” marcou época por inaugurar um novo estilo de narrativa cinematográfica, em que um mesmo evento é apresentado sob diferentes pontos de vista. A ideia da Amblin é criar uma série de antologia em que cada temporada se foque na comparação de diferentes versões de um mesmo acontecimento, pelos olhares de diversos personagens. No filme de Kurosawa, o evento em questão era o assassinato de um samurai e o estupro de sua noiva. O incidente é lembrado a partir das perspectivas de diferentes testemunhas, desde a noiva e um ladrão até fantasma do samurai assassinado. Estrelado por Toshiro Mifune, o filme ganhou um Oscar honorário em 1952, quando ainda não havia a categoria específica para Filmes em Língua Estrangeira na premiação. “Nós sentimos essa abordagem narrativa e a forma como explora a verdade e a realidade é especialmente oportuna no mundo de hoje”, disse Mark Canton (“Rota de Fuga”), encarregado da produção.

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  • Filme

    Operação Fronteira: Trailer legendado traz Ben Affleck, Oscar Isaac e Charlie Hunnam perdidos na América do Sul

    10 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer do filme de ação “Operação Fronteira”, que traz Ben Affleck (“Liga da Justiça”) à frente de um elenco famoso. O título é a “tradução” de “Triple Frontier”, longa supostamente passado na Tríplice Fronteira entre Brasil, Uruguai e Argentina, mas filmado na Colômbia mesmo. Embora ofereça belas panorâmicas por montanhas e favelas, a prévia não mostra as famosas “cataratas de Wakanda” nem faz menção à locação de seu título original, já que sua trama de ação genérica poderia se passar em qualquer lugar. Afinal, a história da unidade de elite que assalta uma fortuna de traficantes já foi vista antes, no filme “Sabotagem” e até na série “The Shield”, ambas as vezes nos Estados Unidos. Com o também conhecido discurso de que não são compensados o suficiente pelo trabalho arriscado que fazem, os assaltantes do novo filme só se diferenciam num detalhe de seus precursores. Não são homens da lei e sim ex-militares. Ben Affleck lidera o time que inclui Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), Garrett Hedlund (“Mudbound”), Pedro Pascal (série “Narcos”) e Adria Arjona (série “Emerald City”). Eles se juntam para roubar a fortuna do traficante vivido por Reynaldo Gallegos (da série “Animal Kingdom”), que fica numa fortaleza em meio ao mato e é defendida por capangas armados. O flashback, agora, é da série “Narcos”, passada justamente na Colômbia. Ao menos, a prévia é cheia de tensão e promete momentos eletrizantes de luta pela sobrevivência, desde que se desligue o GPS. O roteiro original foi escrito por Mark Boal (“A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”) e deveria ser dirigido por Kathryn Bigelow (também de “A Hora Mais Escura” e “Guerra ao Terror”) em 2009, mas ela acabou desistindo após não conseguir aval para filmar na locação real – sim, isto foi há uma década. A Netflix entrou nesse projeto após ele ser concebido como uma superprodução de estúdio, que seria estrelada por um time formado simplesmente por Johnny Depp (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”), Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Hanks (“The Post: A Guerra Secreta”). Mas o orçamento da produção fez com que ela nunca saísse do papel. Nem mesmo em sua configuração posterior, de elenco menos dispendioso, que reuniu Channing Tatum (“Magic Mike”), Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) e Mahershala Ali (“Moonlinght”) como protagonistas. A versão que chega ao streaming acabou sendo dirigida por J.C. Chandor (“O Ano Mais Violento”), que também trabalhou no aprimoramento do roteiro. Teria sido Chandor quem levou a trama para seu lugar mais comum, o que, por sua vez, teria sido o estopim da última implosão da produção. Supostamente, a versão final do roteiro desagradou Hardy e Tatum, que optaram por deixar o longa a um mês do início previsto para as filmagens, em maio do ano passado. A decisão dos atores fez a Paramount, que passava por um conturbado processo de transição de poder, desistir do projeto, que assim acabou na Netflix. A estreia vai acontecer em março em streaming.

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  • Filme

    The Informer: Joel Kinnaman vai parar na cadeia em trailer de filme de ação

    17 de novembro de 2018 /

    A Aviron Pictures divulgou o primeiro trailer do filme de ação criminal “The Informer”, estrelado pelo sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”). A prévia é repleta de reviravoltas, mostrando como um criminoso (Kinnaman) aliciado pelo FBI, que trocou sua pena pela função de informante, precisa voltar à cadeia para entregar o esquema de um poderoso chefão da máfia polonesa. Com a vida de sua família em risco, ele não pode fugir, muito menos se submeter às traições de ambos os lados. Segundo longa dirigido pelo ator italiano Andrea Di Stefano (o primeiro foi “Escobar: Paraíso Perdido”), “The Informer” adapta o romance noir nórdico “Three Seconds” (de Börge Hellström e Anders Roslund), com roteiro de Matt Cook (“O Dia do Atentado”), e ainda inclui no elenco os atores britânicos Rosamund Pike (“7 Dias em Entebbe”) e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”) e o rapper americano Common (“Fúria em Alto Mar”). A estreia está marcada para 22 de março nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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