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  • Música

    The Weeknd posta vídeos de sósia brasileiro e versão forró de “Blinding Lights”

    7 de outubro de 2023 /

    O cantor canadense The Weeknd, nome artístico de Abel Makkonen Tesfaye, já se encontra totalmente abrasileirado. No Rio desde quinta-feira (5/10), ele já está escutando músicas brasileiras e criando memes. The Weeknd compartilhou em suas redes sociais vários posts com temática brasileira. Entre eles, destacam-se um vídeo com uma versão em forró de seu hit “Blinding Lights” e confusões causadas por seu sósia brasileiro, Marcus Vinicius Kennedy, que vive em Niterói. Um dos vídeos traz Marcos sendo recebido em uma loja como se fosse o cantor. Não só isso: ele atende a pedidos e canta uma música de The Weeknd, deixando os vendedores em êxtase por achar que se trata realmente do astro internacional. Ao ver as postagens do ídolo, o brasileiro interagiu, dizendo “Ah, mano! Bora dar um rolê”.   Do Forró ao Funk Não foi apenas o forró que chamou a atenção de The Weeknd. O artista também compartilhou em seu perfil a música “Cabaré”, de DJ Guuga e Mc Pierre. “Quer esquecer sua ex-mulher? Vem pro cabaré”, diz o refrão da canção, ampliando o leque de influências brasileiras que o cantor demonstrou apreciar. A vinda de The Weeknd ao Brasil faz parte da turnê de seu álbum mais recente, “Dawn FM”, lançado em janeiro deste ano. O primeiro show da turnê acontece neste sábado (7/10) no Rio, no Estádio Nilton Santos. Depois, ele segue para dois shows no Allianz Parque, em São Paulo, na terça (10/10) e na quarta-feira (11/10). E o The Weeknd que postou o vídeo do cover brasileiro dele cantando "Blinding Lights" na versão forró? 🗣️🗣️ Já é hit Brasileiro🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 #นายหญิงคนใหม่ #6160224test #TheWeeknd #EN_WORLDTOUR_FATE pic.twitter.com/vZiNrKrXWQ — Zé Roberto (@zeroberttoo_) October 7, 2023

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  • Filme

    Taylor Swift bate recorde de audiência feminina no Spotify

    29 de agosto de 2023 /

    Taylor Swift atingiu um novo marco na indústria musical, ao se tornar a primeira artista feminina a registrar 100 milhões de ouvintes mensais no Spotify. A informação foi confirmada pela própria plataforma nesta terça (29/8) em postagem nas redes sociais. O cantor The Weeknd ainda lidera o ranking geral do aplicativo, com mais de 110 milhões de ouvintes, mas Taylor já deixou para trás Bad Bunny e Ed Sheeran, que acumulam 80 e 77 milhões, respectivamente. Sucesso com regravações O feito da cantora se segue ao lançamento em julho de seu terceiro álbum regravado, “Speak Now (Taylor’s Version)”. O projeto não só estreou em 1º lugar na Billboard 200 como também fez com que Taylor Swift fosse a primeira mulher a ter quatro álbuns no top 10 da mesma parada simultaneamente. Ela é apenas a terceira artista na história a conseguir isso. “Speak Now (Taylor’s Version)” totalizou 716.000 unidades equivalentes a álbuns, segundo dados da Billboard. Durante a etapa norte-americana de sua atual turnê, a cantora também anunciou que o projeto “1989 (Taylor’s Version)” será lançado nos próximos dias. “Há algo que eu planejei por um tempo realmente, realmente longo. Em vez de apenas contar sobre isso, acho que vou mostrar algo que estou animada para mostrar”, revelou a artista, enquanto a arte do novo álbum era exibida em um grande telão. A cantora atualmente está em turnê internacional com “The Eras Tour”, e o Brasil receberá a artista para seis apresentações em novembro. Queen behavior 👑 On August 29th, Taylor Swift became the first female artist in Spotify history to reach 100 million monthly listeners. pic.twitter.com/p7smvexszE — Spotify (@Spotify) August 29, 2023

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  • Filme,  Música

    Rapper Travis Scott anuncia lançamento surpresa de filme e disco inédito

    25 de julho de 2023 /

    O rapper Travis Scott surpreendeu seus fãs com o anúncio do lançamento de um filme, “Circus Maximus”, e também de seu quarto álbum de estúdio, “Utopia”. Ambos vão estrear nesta semana, com o filme chegando aos cinemas dos EUA na quinta-feira (27/7) e o álbum na sexta (28/7). Ele divulgou um trailer do longa em suas redes sociais.   Filme surpresa “Circus Maximus” promete levar o público a uma “odisseia visual alucinante ao redor do mundo, entrelaçada pelos sons que fazem tremer os alto-falantes com seu tão esperado álbum ‘Utopia'”, de acordo com a descrição oficial do longa, no site da rede de cinemas AMC. “O filme é uma jornada surreal e psicodélica, que une um coletivo de cineastas visionários de todo o mundo em uma exploração caleidoscópica da experiência humana e do poder das paisagens sonoras”, completa o texto. A obra foi escrita e dirigida por Scott em parceria com diretores famosos, incluindo Gaspar Noé (“Climax”), Nicolas Winding Refn (“Drive”), Harmony Korine (“Spring Breakers”), Valdimar Jóhannsson (“Lamb”) e Kahlil Joseph (“Lemonade”). Foi filmado em cinco países, incluindo Islândia, Dinamarca, França, Nigéria e Itália. E tudo indica que será uma coleção de clipes – também chamada de “álbum visual” – ao estilo de “Lemonade” e “Black Is King”, de Beyoncé.   O novo álbum Além de vir acompanhado por um filme, “Utopia” terá um grande lançamento, com um concerto transmitido ao vivo em frente às Pirâmides de Gizé, no Egito. Este é o primeiro grande projeto de Scott desde o notório Festival de Música Astroworld de 2021 em Houston, onde o excesso de público resultou na morte de oito espectadores. Mas o rapper está trabalhando no disco há pelo menos três anos: Scott anunciou oficialmente seu título em 2020, no segundo aniversário do lançamento de seu terceiro álbum, “Astroworld”. Para promover “Utopia”, Scott lançou um single principal, “K-Pop”, com Bad Bunny e The Weeknd, em 21 de julho. No Instagram, o rapper ainda compartilhou cinco capas de álbuns para “Utopia”, todas apresentando homens negros usando lentes de contato brancas, enquanto seguram maços de dinheiro.   Mais um filme surpresa Além dos novos filme e álbum, Scott também planeja lançar outro filme surpresa no Festival de Veneza 2023: “Aggro Dr1ft”, dirigido pelo colaborador de “Circus Maximus” Harmony Korine. Com de 80 minutos de direção, o filme traz Scott e o ator espanhol Jordi Mollà (“Jack Ryan”) nos papéis principais, mas não há nenhuma outra informação sobre seu conteúdo. Tanto “Aggro Dr1ft” quanto “Circus Maximus” tem produção da A24. CIRCUS MAXIMUSIN THEATRES JULY 27Ahhhhhhhhhhhh FINALLLYYY HEAR SEE U IN UTOPIA!!!!Tickets https://t.co/IAE55veLSR pic.twitter.com/EWtDVFeAju — TRAVIS SCOTT (@trvisXX) July 25, 2023 CIRCUS MAXIMUS JULY 27th pic.twitter.com/KJWBVYebh5 — TRAVIS SCOTT (@trvisXX) July 25, 2023

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  • Série

    “The Idol” é classificada como “pior série o ano” por críticos dos EUA e Reino Unido

    4 de julho de 2023 /

    A polêmica série “The Idol” liberou seu último episódio neste último domingo (2/7) na HBO Max, tendo um final prematuro. Originalmente, a atração teria um total de seis episódios, mas a trama foi encerrada no quinto capítulo, o que alimentou os boatos de que a série não terá uma 2ª temporada. Nos últimos meses, a produção acumulou comentários negativos do público e da crítica. E com o episódio final não foi diferente. Criada por Sam Levinson (“Euphoria”), The Weeknd e Reza Fahim, a série é estrelada pelo cantor como o misterioso Tedros e por Lily Rose Depp como uma cantora chamada Jocelyn. Após um colapso nervoso, Jocelyn interrompeu sua última turnê e começou a se envolver com Tedros, que promete levá-la a novas alturas gloriosas, enquanto explora as profundezas mais escuras de sua alma. De acordo com o cantor, a trama foi baseada em diversos acontecimentos da sua vida e experiências que observou na indústria artística. Com uma proposta inicial de fazer um retrato sombrio da indústria, a série exagera em clichês, tramas fracas, conteúdo sexual e nudez. Apesar do tratamento artístico, os cinco episódios foram considerados um pior que o outro, o que valeu à produção o título de “pior série do ano”.   Uma bomba histórica O jornal inglês The Guardian não poupou as palavras e classificou a série como “um dos piores programas já feitos”. De acordo com a crítica Leila Latif, a atração era “um evento televisivo dolorosamente tedioso” que teve “o final mais fraco” possível. Entediante e sem sentido, a série “sentiu a necessidade de fazer um ponto sobre como o feminismo e o movimento #MeToo atrapalham a diversão”. Em relação à performance dos atores, esse aspecto passou longe de conquistar pela falta de carisma, com a personagem de Depp consistindo em “nada além de apatia, olhar vago e fumo em série”, enquanto a atuação de The Weeknd deveria ser julgada em um tribunal penal. “Estávamos preparados para ficar chocados. Estávamos preparados para ficar horrorizados. Mas nada pode prepará-lo para ficar tão incrivelmente entediado”. Segundo a crítica, a HBO “gastou milhões e milhões de dólares para entregar mulheres se contorcendo alegremente, sendo sexualizadas e encontrando paz ao admitir o quanto elas são ruins”. Seguindo a mesma linha, o jornal britânico Telegraph considerou “The Idol” como “certamente o pior programa de TV do ano”. Na crítica de Ed Power, a série foi chamada de “extremamente ruim e sexista”, conseguindo “manter uma consistente mediocridade ao longo [dos episódios]”. A crítica ainda apontou que a HBO decaiu no seu padrão de qualidade e que finalmente “lançou uma bomba histórica”. “Confirmou que não era apenas o pior programa de TV do ano, mas um possível fracasso histórico”, disse o crítico sobre o episódio final. “Foi o Lado Sombrio da Lua da televisão terrível – tão embaraçoso que é difícil imaginar como saiu do papel, quanto mais como chegou às nossas telas”.   A série não era tudo isso Apesar da série não agregar quase nenhuma opinião positiva, alguns veículos não foram tão extremistas nas críticas. De acordo com Chris Vognar, da Rolling Stone, a HBO “já teve contratempos piores” no passado. Por outro lado, ele lamentou o “acúmulo atonal de motivações vagas dos personagens, becos sem saída narrativos e cenas de sexo incrivelmente desinteressantes” da atração. “Não foi um estrondo nem um murmúrio”, escreveu sobre o final. “Foi só menos ruim que o que o precedeu. Isso pode ser interpretado como uma crítica com elogio fraco ou visto como uma pequena vitória de alguma forma”. Já para Alison Herman, da Variety, a série não era “tão ofensiva quanto seus detratores afirmavam nem tão ‘revolucionária’ quanto o co-criador Sam Levinson acreditava”. “Como tantas obras de arte que buscam provocação aberta demais, o drama de cinco episódios da HBO se atrapalhou, passando clichês redutivos como transgressões radicais”, ponderou.   Narrativa incoerente Quando anunciada, a atração prometia ser uma das produções mais aclamadas do ano, o que deixou o público e a crítica bastante desapontados. Segundo Lovia Gyarkye, do Hollywood Reporter, a série terminou “com um final tão desorientador que a previsão de Levinson de que sua última criação seria ‘o maior programa do verão’ agora parece ridícula”. “Os problemas de ‘The Idol’ não se limitam à sua nudez gratuita ou erotismo juvenil. O programa é assombrado por uma trama rasa e uma narrativa incoerente”, pontuou. “As histórias são levantadas e descartadas de forma descuidada, com seus restos assombrando os espectadores atentos”. A crítica ainda ressaltou que o péssimo desenvolvimento dos personagens, atuações fracas e ritmo fora de tom deixaram o programa pior. “E ainda assim, a temporada contém alguns momentos inspirados – vislumbres do que ‘The Idol’ poderia ter sido”, finalizou. Ponderando a capacidade desperdiçada da série, a crítica de Laura Martin, da BBC, apontou que sempre houve uma “confusão sobre o que exatamente ‘The Idol’ deveria ser”. Para ela, “qualquer aspecto positivo foi perdido na caótica discussão em torno do programa.” “Parecia ser muitos programas se passando por um”, escreveu. “O programa vacilava de forma estranha, nunca se comprometendo completamente com o que queria entregar”. “Enquanto isso, o aparente foco em ser vanguardista – ou ‘doente e distorcido’, como os primeiros trailers alegavam que as mentes de Levinson e Tesfaye eram – teve um custo”, apontou. “O diálogo era terrível, a trama não se movia até o penúltimo episódio – e mesmo assim era uma confusão – e não houve praticamente nenhuma progressão de personagem”. Todos os episódios de “The Idol” estão disponíveis na HBO Max.

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  • Filme

    Taylor Swift, The Weeknd e brasileiros são convidados a votar no Oscar

    28 de junho de 2023 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, responsável pelo Oscar, anunciou os novos convidados a ingressarem como membros da organização. O anúncio foi divulgado nesta quarta-feira (28/6) e a lista inclui artistas bastante conhecidos. Dentre os selecionados, estão Taylor Swift (“Cats”), The Weeknd (“The Idol”), David Byrne (“Stop Making Sense”), Austin Butler (“Elvis”), Nicholas Hoult (“The Great”), Keke Palmer (“Não! Não Olhe!”), Selma Blair (“Hellboy”), Bill Hader (“Barry”), Paul Mescal (“Aftersun”) e os vencedores do Oscar Ke Huy Quan e os diretores de “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”. Ao todo, a lista soma 398 convidados que representam a indústria cinematográfica, divididos entre atores, diretores, roteiristas, compositores, figurinistas, maquiadores, executivos e outros profissionais foram selecionados. “A Academia tem o orgulho de dar as boas-vindas a esses artistas e profissionais como membros”, disseram o CEO da Academia, Bill Kramer, e a presidente Janet Yang, no comunicado.   Brasileiros convidados Os convites também chegaram a brasileiros como a cineasta Anita Rocha da Silveira (“Medusa”) e o animador Fernando de Goes (“Red: Crescer é uma Fera”), que trabalha em efeitos visuais na Pixar. Além deles, o cineasta nova-iorquino Antonio Campos (“O Diabo de Cada Dia”), filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes, também foi lembrado. “Eles representam um talento global extraordinário em todas as disciplinas cinematográficas e tiveram um impacto vital nas artes e ciências do cinema e nos fãs de cinema em todo o mundo”, diz a Academia.   Diversidade na Academia A nova lista de convidados destaca a busca por diversificar a Academia. Cerca de 40% são mulheres, enquanto 34% pertencem a grupos étnicos e raciais subrepresentados. Por fim, 52% dos convidados vêm de 50 países e territórios fora dos Estados Unidos, reforçando também a tendência de globalização do Oscar. De todo modo, a iniciativa ainda está longe de equilibrar a votação do Oscar, dominada por homens brancos, americanos e idosos. Caso todos os convidados aceitem o convite, a Academia será composta por 9.375 membros. Deste total, 34% são mulheres, 18% são pessoas não-brancas e 20% são indivíduos não-americanos. Confira abaixo a lista completa de novos convidados. ATORES Zar Amir-Ebrahimi – “Holy Spider” (2022) Sakura Ando – “Um Homem” (2022) Selma Blair – “Hellboy” (2004) Marsha Stephanie Blake – “I’m Your Woman” (2020) Austin Butler – “Elvis” (2022) Raúl Castillo – “Cha Cha Real Smooth” (2022) Chang Chen – “Transferencia de Almas” (2021) Ram Charan – “RRR” (2022) Kerry Condon – “Os Banshees de Inisherin” (2022) Robert John Davi – “007 – Permissão para Matar” (1989) Dolly De Leon – “Triângulo da Tristeza” (2022) Martina Gedeck – “A Vida dos Outros” (2006) Bill Hader – “Barry” (2018) Nicholas Hoult – “A Favorita” (2018) Stephanie Hsu – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Tin Lok Koo – “Exército do Amanhã” (2022) Vicky Krieps – “Corsage” (2022) Joanna Kulig – “Guerra Fria” (2018) “Elles” Lashana Lynch – “Mulher Rei” (2022) A Martinez – “Ambulância – Um Dia de Crime” (2022) Noémie Merlant – “Tár” (2022) Paul Mescal – “Aftersun” (2022) Richard Mofe-Damijo – “Oloibiri” (2015) Keke Palmer – “Não! Não Olhe!” (2022) Park Hae-il – “Decisão de Partir” (2022) Ke Huy Quan – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) NT Rama Rao Jr. – “RRR” (2022) Paul Reiser – “Whiplash” (2014) Rosa Salazar – “Alita : Anjo de Combate” (2019) DIRETORES DE ELENCO John Buchan – “Entre Mulheres” (2022) Pauline Hansson – “Triângulo da Tristeza” (2022) Nina Haun – “The School of Magical Animals” (2021) Lissy Holm – “O Rei Perdido” Jeanette Klintberg – “Midsommar” (2019) Jason Knight – “Entre Mulheres” (2022) Alexandra Montag – “Tár” (2022) Pat Moran – “Union Bridge” (2019) Mathilde Snodgrass – “Asterix & Obelix: O Reino do Meio” (2023) Rachel G. Tenner – “Spirited – Um Conto Natalino” (2022) CINEMATOGRAFIAS Jolanta Dylewska – “Ayka” (2018) James Friend – “Nada de Novo no Front” (2022) Martin Gschlacht – “Boa Noite, Mamãe!” (2022) Florian Hoffmeister – “Tár” (2022) Benjamin Kracun – “Bela Vingança” (2020) KK Senthil Kumar – “RRR” (2022) Tommy Maddox-Upshaw – “Homens Brancos Não Sabem Enterrar” (2023) Kate McCullough – “A Menina Sileciosa” (2022) Andrij Parekh – “The Catcher Was a Spy” (2018) Christopher Ross – “As Nadadoras” (2022) María Secco – “Sorcery” (2023) Virginie Surdej – “Túnica Turquesa” (2022) ESTILISTAS DE FIGURINO Trisha Biggar – “A Esposa” (2017) Alex Bovaird – “The White Lotus” (2021) Bob Buck – “Avatar: O Caminho da Água” (2022) Monika Buttinger – “Corsage” (2022) Pam Downe – “Mr. Malcolm’s List” (2022) Deirdra Elizabeth Govan – “O Sol Também é uma Estrela” (2019) Shirley Kurata – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Linda Muir – “O Homem do Norte” (2022) Annie Symons – “Meu Policial” (2022) DIRETORES Colm Bairéad – “A Menina Sileciosa” (2022) Abner Benaim – “Plaza Catedral” (2021) Edward Berger – “Nada de Novo no Front” (2022) Antonio Campos – “O Diabo de Cada Dia” (2020) Anthony Chen – “Wet Season” (2019) Lukas Dhont – “Close” (2022) Andreas Dresen – “Parada em Pleno Curso” (2011) Nils Gaup – “Amor Alucinante” (1996) Rashaad Ernesto Green – “Premature” (2019) Ana Katz – “O Cão que Não Se Cala” (2021) Joseph Kosinski – “Top Gun: Maverick” (2022) Daniel Kwan – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Francisco Lombardi – “Sem Compaixão” (1994) Carlos López Estrada – “Raya e o Último Dragão” (2021) Mounia Meddour – “Dançando no Silêncio” (2022) “Papicha” Santiago Mitre – “Argentina, 1985” (2022) CJ “Fiery” Obasi – “Mami Wata” (2023) Mani Ratnam – “Kannathil Muthamittal” (2002) Anita Rocha da Silveira – “Medusa” (2021) Hiner Saleem – “Goodnight Soldier” (2022) Daniel Scheinert – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Maria Schrader – “Ela Disse” (2022) Michael Showalter – “Os Olhos de Tammy Faye” (2021) Agnieszka Smoczyńska – “As Gêmeas Silenciosas” (2022) Chaitanya Tamhane – “O Discípulo” (2020) DOCUMENTÁRIO Maxim Arbugaev – “Haulout” (2022) Evgenia Arbugaeva – “Haulout” (2022) Paul Barnes – “Unforgivable Blackness: The Rise and Fall of Jack Johnson” (2004) Mark Becker – “Art and Craft” (2014) Alan Berliner – “First Cousin Once Removed” (2012) Tze Woon Chan – “Blue Island” (2022) Sonya Childress – “Strong Island” (2017) Lauren Cioffi – “Ben Crump pelos Direitos Civis” (2022) Erika Cohn – “Belly of the Beast” (2020) Patrick Creadon – “I.O.U.S.A.” (2008) Daniel Cross – “I Am the Blues” (2015) Ally Derks Andrés Di Tella – “Private Fiction” (2019) Lauren Domino – “Time” (2020) Lindsey Dryden – “Unrest” (2017) Katja Esson – “Poetry of Resilience” (2011) Violet Du Feng – “Hidden Letters” (2022) Jennifer Fox – “My Reincarnation” (2011) Sonia Kennebeck – “Enemies of the State” (2020) Teddy Leifer – “Tudo O que Respira” (2022) Simon Lereng Wilmont – “A House Made of Splinters” (2022) Petr Lom – “Diários de Myanmar” (2022) Melanie Miller – “Navalny” (2022) Julia Nottingham – “Be Water” (2020) Ilja Roomans – “Mestre da Luz” (2022) Nancy Schwartzman – “Vítima x Suspeita” (2023) Joshua Seftel – “Stranger at the Gate” (2022) Shaunak Sen – “Tudo O que Respira” (2022) Daniel Sivan – “Camp Confidential: America’s Secret Nazis” (2021) Chris Smith – “Sr.” (2022) Corinne van Egeraat – “Myanmar Diaries” (2022) Tyler H. Walk – “Bem-vindo a Chechénia” (2020) Eden Wurmfeld – “The Big Scary ‘S’ Word” (2021) Debra Zimmerman – “Why Women Stay” (1980) EXECUTIVOS Craig Alexander Bela Bajaria Stephen Basil-Jones Racheline Benveniste Sean Berney Efe Egemen Cakarel Peter Dodd Tara Duncan Zev Foreman Jeffrey Goore Amelia Louise Granger Daniel Guando Jessie Henderson Ynon Kreiz Ollie Madden Shivani Pandya Malhotra Janet Pierson Shivani Rawat Kent Sanderson Guy Shani Sarah Elizabeth Shepard Jesse Sisgold Jonathan Turell Joana Vicente Brian Stuart Weinstein Paul Wiegard Rob Williams Tamara Y. 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Radcliffe – “Lado a Lado” (1998) Thomas Robsahm – “A Pior Pessoa do Mundo” (2021) Siddharth Roy Kapur – “A Última Sessão de Cinema” (1971) Daniel Scheinert* – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Jonathan Wang – “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo” (2022) Lila Yacoub – “Sempre em Frente” (2021) DESIGN DE PRODUÇÃO David Allday – “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” (2019) Samantha Avila – “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021) Tom Brown – “Duna” (2021) Richard Buoen – “Era uma Vez em… Hollywood” (2019) Diana Burton – “Amor, Sublime Amor” (2021) Barry Michael Chusid – “Rampage: Destruição Total” (2018) Dylan Cole – “Avatar: O Caminho da Água” (2022) Sabu Cyril – “RRR” (2022) Bill Darby – “Enola Holmes” (2020) Klaus Darrelmann – “Tenet” (2020) Darrin Denlinger – “Vingadores: Ultimato” (2019) Raffaella Giovannetti – “Convenção das Bruxas” (2020) Christian M. Goldbeck – “Nada de Novo no Front” (2022) Ernestine Hipper – “Nada de Novo no Front” (2022) Andrew H. Leung – “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” (2022) Karen Murphy – “Elvis” (2022) Ben Procter – “Avatar: O Caminho da Água” (2022) Kave Quinn – “Catarina, a Menina Chamada Passarinha” (2022) Dean Sherriff – “Emancipation” (2022) Laura Sode-Matteson – “Jungle Cruise” (2021) Amy Gail Wells – “Vício Inerente” (2014) PRODUÇÃO E TECNOLOGIA Girish Balakrishnan David Barrett Allegra Anne Clegg Celia D. Costas Fernando de Goes Daphne Dentz Peter Doyle Sara Duran-Singer Gian Luca Farinelli Dominic Glynn Fritz Heinzle Lin Oeding Fatima Robinson Kranti Sarma Cynthia Slavens Joachim Zell CURTAS E LONGAS DE ANIMAÇÃO Mahyar Abousaeedi – “Red: Crescer é uma Fera” (2022) Tom Berkeley – “An Irish Goodbye” (2022) Toni Bestard – “Background” (2018) Kimberley Browning – “Certified...

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    HBO desmente cancelamento prematuro da série “The Idol”

    15 de junho de 2023 /

    A HBO respondeu a uma reportagem publicada nesta quinta (15/6) no site americano de fofocas Page Six sobre o cancelamento prematuro de “The Idol”. “Está sendo divulgado erroneamente que uma decisão sobre a 2ª temporada de ‘The Idol’ já foi tomada”, escreveu a HBO nas redes sociais. “Isso não aconteceu e estamos ansiosos para compartilhar o próximo episódio com vocês no domingo à noite”. O Page Six citou uma fonte que dizia: “Nunca se planejou que isso fosse uma série de longa duração, foi sempre… uma minissérie”. A reportagem também citou uma fonte que afirmou que o astro e produtor executivo Abel “The Weeknd” Tesfaye não pretende retornar para novos capítulos. Polêmicas rendem audiência Segundo o Page Six, The Weeknd/Tesfaye teria desistido de fazer uma 2ª temporada após a polêmica gerada por uma cena de sexo com Lily-Rose Depp. Considerada vulgar e de mau gosto após sua exibição no domingo passado (11/6), a cena fez muitos fãs dizerem que nunca mais veriam o cantor com os mesmos olhos. “The Idol” também foi muito mal recebida pela crítica, atingindo apenas 26% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mas o falatório em torno de seus episódios tem sido bom para sua audiência. Até a última atualização, o episódio de estreia havia ultrapassado 3,6 milhões de espectadores em sua primeira semana, o que, segundo a HBO, supera as estreias das séries “The White Lotus” (3 milhões em 2021) e “Euphoria” (3,3 milhões em 2019) no mesmo período. Sobre a série “The Idol” Criada por Sam Levinson (“Euphoria”), Tesfaye e Reza Fahim, “The Idol” retrata uma cantora pop chamada Jocelyn (Depp) que, após um colapso nervoso interromper sua última turnê, decide buscar seu legítimo status como a maior e mais sexy estrela pop dos EUA. Suas paixões são reacendidas por Tedros (Tesfaye), um empresário de boate com um passado sórdido, que promete levá-la a novas alturas gloriosas, enquanto explora as profundezas mais escuras de sua alma. Com exagero de conteúdo sexual e nudez, e muita vontade de chocar o telespectador, a trama se sustenta em clichês do mundo pop, embora The Weeknd garanta que vários acontecimentos foram baseadas em sua experiência pessoal. O grande elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e Jennie Ruby Jane, que os fãs conhecem como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. It is being misreported that a decision on a second season of The Idol has been determined. It has not, and we look forward to sharing the next episode with you Sunday night. — HBO PR (@HBOPR) June 15, 2023

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    Sam Smith e Madonna se juntam na gravação desbocada de “Vulgar”

    9 de junho de 2023 /

    O cantor Sam Smith lançou sua esperada parceria com Madonna, “Vulgar”, música dançante com letra debochada e desbocada, marcada por um ritmo eletrônico insistente com clima oriental, bem diferente do pop tradicional da dupla. “Garoto, se abaixe, fique de joelhos porque eu sou Madonna/ Se você fod*r com Sam hoje/ Você fod* comigo”, decreta a Rainha do Pop. “Vulgar” é a primeira canção inédita de Sam Smith neste ano, enquanto Madonna crava sua segunda parceria após a divulgação de “Popular”, feita com The Weeknd e Playboi Carti. Parceria inédita A dupla estreitou suas relações no Grammy deste ano, quando Madonna introduziu a apresentação de “Unholy”. A faixa de Sam Smith, em parceria com Kim Petras, foi premiada como a Melhor Performance em música pop. Na premiação, Madonna provocou o público antes de anunciar o artista: “Vocês estão prontos para alguma polêmica? Se eles te chamam de chocante, escandaloso, encrenqueiro, problemático, provocador ou perigoso, você definitivamente está no caminho certo.” “Vulgar” continua a provocação, e foi gravada logo após o Grammy com produção de Ilya, Cirkut, Omer Fedi, Ryan Tedder, Jimmy Napes e Lauren D’elia, que também fizeram parte da equipe de “Unholy”.

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    The Weeknd lança música da série “The Idol” com Madonna

    2 de junho de 2023 /

    O músico Abel “The Weeknd” Tesfaye lançou “Popular”, música da série “The Idol”, gravada em parceria com a cantora pop Madonna e o rapper Playboi Carti. Divulgada nesta sexta-feira (2/6), a música traz uma mistura de estilos musicais. Esta é a primeira vez que Abel trabalha com os artistas. A canção sucede o lançamento de “Double Fantasy”, com a participação do rapper Future, primeiro single da trilha da série. A colaboração entre os artistas não é uma surpresa para os fãs mais atentos. O músico já havia deixado pistas em suas redes sociais. Uma delas foi uma foto de Madonna no Instagram, acompanhada por um emoji de coração queimando. Ele também deu uma prévia da obra enquanto caminhava com seus colegas de elenco de “The Idol” no tapete vermelho do Festival de Cannes de 2023, onde a série teve première mundial – antes de ser detonada pela crítica. O músico confirmou as teorias dos fãs a respeito da música compartilhando uma captura de tela de uma ligação de vídeo entre ele e Playboi Carti. A imagem foi publicada no Twitter. O single marca ainda o primeiro lançamento de Madonna em 2023. A música “Popular” já está disponível em todas as plataformas de streaming, antecipando o lançamento do álbum completo da trilha, intitulado “The Idol, Vol. 1”, que chega em 30 de junho. A série “The Idol” estreia no próximo domingo (4/6) na HBO e na HBO Max.

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    Lily-Rose Depp alcança a fama no trailer definitivo da polêmica série “The Idol”

    30 de maio de 2023 /

    A HBO divulgou o trailer definitivo da série “The Idol”, estrelada por Lily-Rose Depp (“O Rei”) e Abel Tesfaye (mais conhecido como The Weeknd). O trailer acompanha a cantora Jocelyn, interpretada por Depp, em sua jornada para conquistar a fama sob influência de Tedros, vivido por Tesfaye, enquanto enfrenta as consequências sombrias desse caminho. A trama gira em torno da personagem da filha de Johnny Depp, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA, e após conhecer Tedros, começa a ser manipulada pelo suposto guru. Criada por Sam Levinson (“Euphoria”) e Tesfaye em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. Apesar de ter sido aplaudida de pé no Festival de Cannes de 2023, a série foi destruída pela crítica com adjetivos como grosseira, nojenta e sexista, atingindo apenas 27% de aprovação no Rotten Tomatoes – o que é um crescimento positivo comparado às avaliações do dia 23 de maio, quando contava com somente 9% de comentários favoráveis. Em contraste, o sucesso de Levinson, “Euphoria” (2019), registra 88% de aprovação nas duas temporadas. Os críticos ressaltam que a série exagera no conteúdo sexual e na nudez, e que esses elementos não acrescentam nada à narrativa e servem apenas para chocar o telespectador. Além disso, apontam que a trama se sustenta em clichês, deixando a desejar em termos de originalidade. A obra ainda foi alvo de polêmica devido a uma matéria da revista Rolling Stone que acusava Abel Tesfaye de pedir alterações na trama por ser “feminista demais”. Algo de fato aconteceu nos bastidores, que gerou a substituição da diretora Amy Seimetz por Sam Levinson. Após a estreia em Cannes, Levinson comentou as primeiras reações negativas e ressaltou que isso apenas o convenceu de que a série será uma das mais comentadas. “Quando a minha mulher leu a matéria [da Rolling Stone] para mim, eu disse: ‘Vamos ter a maior série do verão’”, ele disse na entrevista coletiva logo após a sessão. A atriz Lily Rose Depp também se pronunciou em defesa da produção e das críticas sobre o figurino de sua personagem. Ela afirmou que “nunca esteve tão envolvida nas discussões sobre um personagem como nessa série”. O cantor Abel Tesfaye ainda revelou que muitas das experiências vividas pela personagem de Depp são baseadas em fatos reais que aconteceram com ele. ““Muito do que Jocelyn vive é baseado nas minhas experiências e nas de outros artistas. Eu tenho sorte de ter tomado as decisões certas”, disse. A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.

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    Jennie, do BLACKPINK, revela porque aceitou papel em “The Idol”

    24 de maio de 2023 /

    A cantora Jennie Kim, membro do grupo de K-pop BLACKPINK, comentou sua estreia como atriz na polêmica série “The Idol”, da HBO, que estreou no Festival de Cannes nesta segunda-feira (22/5). Em entrevista ao jornal Women’s Wear Daily, ela revelou o que a atraiu inicialmente para o papel na série detonada pela crítica. Jennie confessou que já admirava o trabalho do diretor Sam Levinson, criador do fenômeno “Euphoria” (2020), há muito tempo, mas o que mais a fascinou no projeto foi o fato de ser uma história sobre a indústria musical. “Achei que poderia contribuir com algo para o papel”, revelou a cantora. “Eu confiei em Sam para colaborar com todas as cenas em que estaríamos trabalhando juntos”. Como alguém que cresceu na indústria sul-coreana, enfrentando um treinamento rigoroso para alcançar o estrelato, Kim enxergou o papel de Dyanne como “uma oportunidade de ser eu mesma e ser corajosa”. “Não me preparei especificamente para isso, Sam queria que eu fosse apenas eu mesma”, confessa. Durante a experiência como atriz, a cantora admitiu que foi desafiador trabalhar ao lado de artistas experientes, como a atriz Lily-Rose Depp (“Viajantes: Instinto e Desejo”), que interpreta a protagonista. Ao dar vida a sua personagem, Jennie admitiu que nunca havia passado algo parecido antes e que foi como quebrar uma barreira para ela. Inclusive, segundo ela, a presença de Depp foi bastante reconfortante durante as gravações. Embora tenha aceitado descobrir seu novo lado artístico com o projeto, Jennie continua em turnê com o grupo BLACKPINK. Devido a première no Festival de Cannes, ela esteve junto à equipe da série para a primeira exibição e afirmou que se sente “honrada pela oportunidade de comparecer”. “É impressionante, mas sou grata e agradecida. Todas essas coisas ao mesmo tempo”, finalizou a entrevista. Na trama, Jennie estrela ao lado de Depp e Abel Tesfaye, mais conhecido como o cantor The Weeknd, que também atua como produtor. A história acompanha uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Após a exibição dos dois primeiros episódios no Festival de Cannes, a crítica especializada detonou a produção. Comentários como “grosseira”, “nojenta” e “sexista” foram alguns utilizados para descrever a série, que exagera no conteúdo sexual e aposta em uma frequente nudez dos personagens. Criada por Levinson e The Weeknd em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”) e o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”). A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.

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    Destruída pela crítica, “The Idol” é “grosseira, nojenta e sexista” com só 9% de aprovação

    23 de maio de 2023 /

    Antes mesmo de estrear no Festival de Cannes, a série “The Idol” já acumulava polêmicas envolvendo a produção e o conteúdo explícito da história. Durante o evento, o diretor Sam Levinson (“Euphoria”) e o elenco, incluindo os protagonistas Lily Rose Depp (“Viajantes: Instinto e Desejo”) e o cantor The Weeknd (“Joias Brutas”), marcaram presença para a exibição dos dois primeiros episódios. Embora tenha recebido cinco minutos de aplausos, a crítica especializada tem bombardeado a série desde então. Acumulando críticas negativas, “The Idol” começou a terça-feira (23/5) com 20% de aprovação no site agregador de avaliações Rotten Tomatoes. O número que já era ruim, abaixou ainda mais no decorrer do dia, caindo para baixíssimos 9% de aprovação, um “tomate podre” nos parâmetros do site. Em contraste, o sucesso de Levinson, “Euphoria” (2020), registra 80% de aprovação nas duas temporadas. Os críticos ressaltaram que a série peca pelo exagero em seu conteúdo sexual e pela frequente nudez, argumentando que esses elementos não acrescentam nada à narrativa e servem apenas para chocar o telespectador. Além disso, apontaram que a trama se sustenta em clichês, deixando a desejar em termos de originalidade. No começo do ano, a revista americana Rolling Stone publicou uma matéria com diversas acusações sobre a série, desde clima de caos no set a relatos de que The Weeknd teria pedido alterações na trama por ela ser “feminista demais”. A reportagem destacou a substituição da diretora Amy Seimetz por Sam Levinson como uma das razões para a produção tumultuada. Após a estreia no festival, Levinson fez um comentário sobre a reportagem e revelou que a crítica apenas o convenceu de que a série será uma das mais comentadas. “Quando a minha mulher leu a matéria para mim, eu disse: ‘Vamos ter a maior série do verão’”, ele disse na entrevista coletiva logo após a sessão. Na mesma hora, a atriz Lily Rose Depp também se pronunciou em defesa da produção e das críticas sobre o figurino de sua personagem. “Sempre é triste ver coisas falsas e maldosas ditas sobre alguém de quem gostamos. Não foi minha experiência no set”, defendeu. “Ela [Jocelyn] se veste para expressar algo. Eu nunca estive tão envolvida nas conversas sobre todos os detalhes da personagem quanto nesta série”. O cantor The Weeknd, que agora atende como Abel Tesfaye, revelou que muitas das experiências vividas pela personagem de Depp são baseadas nele mesmo. “Inicialmente queria fazer um conto de fadas sombrio na indústria musical. Queria fazer algo especial, ousado, empolgante, divertido. Que faça alguns rirem, que irrite outros”, disse. “Muito do que Jocelyn vive é baseado nas minhas experiências e nas de outros artistas. Eu tenho sorte de ter tomado as decisões certas”. As críticas, porém, discordam destas “decisões certas”. Com briga já comprada na véspera, a Rolling Stone foi fundo: “Desagradável, brutal, [parece] muito mais longa do que parece e muito, muito pior do que você esperava”. “A sensualidade está ausente em ‘The Idol’, apesar de toda a beleza de Depp. Em vez disso, [a série] parece mais pornografia desprezível e tortura”, descreveu o London Evening Standard. “Resumindo, é grosseira, nojenta e sexista”, publicou o Playlist. “Sombrio, grosseiro e vulgar”, ecoou o Showbiz 411. “Até a música é horrível”, acrescentou o Telegraph. “O roteiro parece calculado para enganar o público fazendo-o pensar que está observando como Hollywood funciona, quando muito disso se resume a clichês espalhafatosos”, lamentou a revista Variety. “O que Levinson percebe como provocativo e subversivo é bastante decepcionante. Como pode um programa com tanta nudez, sexo e erotismo ser tão sem graça?”, questionou o site Collider. “Levinson aplica sua direção eficiente e elegante a cada cena. Algumas delas têm impulso, outras são contraditórias e a maioria delas é confusa. Isso faz você se perguntar se, ao tentar tanto ser transgressivo, o programa acaba se tornando regressivo”, apontou o site The Hollywood Reporter. “O desdém do programa (intencional ou não) seria uma coisa, mas é a apresentação hedionda e auto-desculpável da cultura do estupro que irrita”, reclamou o Daily Beast. A trama gira em torno de Jocelyn, uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Criada por Sam Levinson e The Weeknd em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e ninguém menos que Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.

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  • Série

    Série “The Idol” é aplaudida por 5 minutos no Festival de Cannes

    22 de maio de 2023 /

    A nova série da HBO “The Idol” foi aplaudida de pé por cinco minutos no Festival de Cannes nesta segunda-feira (22/5). Após a exibição dos primeiros dois episódios, o criador Sam Levinson (“Euphoria”) emocionou-se ao falar com a plateia no Grand Theatre Lumiere. “Estou extremamente orgulhoso desta série e orgulhoso da forma como a produzimos”, afirmou ele, acrescentando: “Sinto como se tivesse encontrado uma família… Eu sei que pode parecer um pouco fanático, mas é exatamente assim que me sinto”. Levinson ainda destacou a performance da atriz Lily-Rose Depp. “Abel e eu, todos os dias agradecemos por você ser Jocelyn, você é destemida”, ele disse. “Obrigado por ousar dessa forma”, completou. Abel Testefaye (o The Weeknd) foi visto enxugando as lágrimas durante os aplausos e o discurso. “The Idol” gira em torno de Jocelyn, uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Os episódios exibidos em Cannes serviram para apresentar a personagem, que está insatisfeita com seu álbum de retorno e quer adiar o lançamento. Então ela encontra Tedros (Abel Testefaye), um empresário com um passado obscuro, em sua boate. Ela a convence a fazer um remix sensual de seu álbum naquela noite, no qual é possível ouvir os suspiros de prazer de Jocelyn enquanto ela e Abel se relacionam. No entanto, a gravadora não aprova o novo remix e pede que ela se recomponha, mencionando as grandes perdas financeiras causadas por sua crise e por sua decisão de cancelar a turnê meses atrás. Em seguida, o enredo revela que Tedros é tanto um empresário musical quanto dono de um clube. A melhor amiga de Jocelyn (que também é sua assistente) fica desconfiada e, junto com a equipe e o empresário da artista, ela começa a investigar o passado problemático do homem misterioso. A série é criada por Sam Levinson, Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”) e o músico The Weeknd (“Joias Brutas”), que também estrela ao lado de Lily-Rose Depp (“O Rei”). O elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e ninguém menos que Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK A série estreia no streaming no dia 4 de junho. “Lily thank you for taking this leap and being fearless, we love you” – Sam Levinson says | #TheIdol #Cannes2023 pic.twitter.com/LI9SXsFMHd — Deadline Hollywood (@DEADLINE) May 22, 2023

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  • Série

    The Idol: Novo teaser mostra filha de Johnny Depp controlada por The Weeknd

    18 de maio de 2023 /

    A HBO divulgou mais um teaser da série “The Idol”, que destaca cenas sensuais protagonizadas por Lily-Rose Depp (“Viajantes”), filha dos astros Johnny Depp e Vanessa Paradis, que cede “controle total” sobre si para o personagem de Abel “The Weeknd” Tesfaye. Desenvolvida em colaboração entre The Weeknd e Sam Levinson, criador de “Euphoria”, “The Idol” segue a cantora pop vivida por Lily-Rose, que começa um romance com um guru de autoajuda e dono de um clube de Los Angeles, sem saber que ele é líder de uma seita secreta. The Weeknd vive o guru. O elenco também inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e ninguém menos que Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. A série terá première mundial no Festival de Cannes e iniciará a exibição de seus episódios na HBO e HBO Max a partir de 4 de junho.

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