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    James Gunn tornará filmes da DC “mais unificados”, diz CEO da Warner Bros. Discovery

    4 de novembro de 2022 /

    O CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, não poupou elogios ao cineasta James Gunn e ao produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”), contratados para comandar a divisão encarregada das adaptações dos quadrinhos da DC Comics na Warner Bros. Segundo ele, agora os filmes da DC terão uma coesão maior e serão mais unificados. “Passei muito tempo nos últimos meses com James e Peter”, disse Zaslav na última quinta (4/11) durante uma videochamada com investidores sobre o desempenho trimestral da WBD. “Eles têm uma visão e um projeto poderosos que conduzirão uma abordagem criativa mais unificada, que nos permitirá perceber o valor total de uma das marcas mais icônicas do mundo”. A dupla ficou responsável pela supervisão de todas as produções da DC de cinema, TV e animação. Eles substituem Walter Hamada, que deixou o cargo de chefe da DC Films há uma semana. Durante a ligação, Zaslav divulgou vários projetos da DC em andamento, incluindo a sequência de “Batman” (2022), estrelada por Robert Pattinson, e “Joker: Folie à Deux”, continuação de “Coringa” (2019), que ele disse que começa a ser rodado no próximo mês. Essa nova era na DC tem início meses depois que Zaslav tomou a controversa decisão de engavetar o filme da “Batgirl” para receber um abatimento em impostos. Por um tempo, houve a expectativa de que o filme do “Besouro Azul”, originalmente concebido para a HBO Max e depois programado para sair nos cinemas, também fosse limado. Mas esse não é o caso. Zaslav fez questão de falar sobre a produção, apontando que o cineasta Angel Manuel Soto (“Twelve”) dirigiu o primeiro filme da DC centrado em um herói latino. Vale apontar ainda que “Besouro Azul” é um dos muitos filmes da DC que já estavam sendo produzidos por Peter Safran. Zaslav também observou que Gunn é o único cineasta a dirigir filmes de sucesso tanto para a Marvel quanto para a DC (e, considerando a péssima experiência de Joss Whedon em “Liga da Justiça”, ele não está errado). Segundo o executivo, Gunn se tornou um diretor de primeira linha com os filmes “Guardiões da Galáxia” da Marvel e mantém um relacionamento próximo com o chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, que Gunn disse ter sido a primeira pessoa a quem ele contou depois de conseguir o trabalho. O próprio Feige observou que ele seria o “primeiro da fila” para ver nos cinemas os projetos de Gunn na DC. A DC acaba de lançar “Adão Negro”, que arrecadou US$ 254,7 milhões globalmente. As próximas adaptações de quadrinhos programadas incluem “Shazam! Fúria dos Deuses” (que estreia em 17 de março de 2023), “The Flash” (23 de junho de 2023), “Besouro Azul” (18 de agosto de 2023), “Aquaman e o Reino Perdido” (25 de dezembro de 2023) e “Joker: Folie à Deux” (4 de outubro de 2024). Além disso, Gunn ainda tem projetos em andamento na Marvel, incluindo um especial de Natal dos “Guardiões da Galáxia”, que estreia em 25 de novembro na Disney+, e “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, previsto para maio de 2023. Apesar desses compromissos, Zaslav garantiu que ele e Safran já “estão trabalhando duro agora”, para dar início a uma nova fase no DCU (nova denominação do Universo da DC nas telas).

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    Ezra Miller se declara inocente de acusação de furto

    17 de outubro de 2022 /

    O ator Ezra Miller (“Liga da Justiça”) se declarou inocente das acusações de furto perante o tribunal de Vermont, nos EUA, nessa segunda (17/10). Acusado ter invadido uma casa e furtado várias garrafas de bebida, o ator pode pegar até 26 anos de prisão se for condenado. O ator é acusado de invadir uma residência em Stamford, Vermont, em 1º de maio. Na ocasião, imagens das câmeras de segurança levaram a polícia até Miller. Segundo a acusação de furto, as garrafas custavam cerca de US$ 900. A pena pena máxima para este crime é de um ano de prisão e multa de US$ 1 mil. O maior problema para o ator é o crime de invasão de propriedade, que tem outra multa penal de até de US$ 1 mil, mas um tempo máximo de 25 anos de prisão. “Ezra Miller se declarou nesta manhã inocente de uma acusação de invasão e uma acusação de pequeno furto no Tribunal Superior de Vermont e aceitou as condições impostas pelo tribunal de não entrar em contato ou entrar na casa dos habitantes”, declarou Lisa B. Shelkrot, advogada de Miller. “Ezra gostaria de agradecer o amor e o apoio que recebeu de sua família e amigos, que continuam sendo uma presença vital em sua saúde mental.” O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Em agosto, Miller pediu desculpas por seu comportamento e começou um tratamento de saúde mental. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, disse Miller em comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Estou comprometido em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” O tratamento seria uma exigência da Warner Bros., que enfrenta um dilema em relação ao filme “The Flash” já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. Mas há planos para tirá-lo do papel em próximas produções. Miller teria regravado cenas do filme após as confusões. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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    Ator de “The 100” será Capitão Bumerangue na temporada final de “The Flash”

    22 de setembro de 2022 /

    A 9ª e última temporada de “The Flash” vai marcar a estreia de uma nova versão de um dos personagens mais tradicionais da Galeria de Vilões do herói. O ator Richard Harmon (o John Murphy de “The 100”) foi escalado como Owen Mercer, o Capitão Bumerangue. Vale lembrar Nick Tarabay (“Spartacus”) interpretou Digger Harkness, o Capitão Bumerangue anterior do Arrowverso, que foi morto na 5ª temporada de “Arrow”. Mas ele nunca cruzou com o Flash (Grant Gustin). O personagem também já apareceu no cinema, interpretado por Jai Courtney nos dois filmes do “Esquadrão Suicida”. De acordo com a descrição da rede The CW, o novo Capitão Bumerangue seria resultado das mudanças pós-Crises nas Infinitas Terras. Ele saiu recentemente da prisão de Iron Heights com contas para acertar e representará uma ameaça perigosa e violenta a Central City, a cidade do Flash. Como a temporada será mais curta, Bumerangue deve ser o principal vilão dos últimos capítulos. Após nove anos de produção, a série de super-heróis da DC Comics terminará em 2023 durante a midseason (começo do ano), com apenas 13 episódios. A 8ª temporada encerrou-se em 29 de junho como um dos programas mais assistidos da rede americana The CW do ano, com média de 1 milhão de espectadores ao vivo e uma das maiores audiências do canal nas plataformas digitais. “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração expandiu as narrativas para criar um universo compartilhado com a atração anterior, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final neste ano. Além de “The Flash”, a rede The CW vai se despedir em 2023 de outra produção de Berlanti que marcou época em sua programação: “Riverdale”. A conclusão de ambos os programas acontece em meio a vários cancelamentos e uma redução de produções originais, numa transição da programação da CW após ser vendida pelas sócias Warner Bros. TV e CBS Studios para o grupo de emissoras Nexstar no mês passado.

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    Revista detalha surto e seita criada por ator de “The Flash”

    18 de setembro de 2022 /

    A revista Vanity Fair publicou uma reportagem que traz novos detalhes sobre as acusações contra Ezra Miller, intérprete do herói Flash nos filmes da DC Comics. Citando diversas fontes ligadas ao ator, o artigo se foca no comportamento e personalidade “sombria” que ele adquiriu, destacando desde o título seus “delírios messiânicos”. A reportagem descreve Miller como alguém apaixonado por armas e de comportamento controlador, que piorou após o divórcio de seus pais. Enquanto algumas pessoas próximas acreditam que ele tenha passado por um período de grande “estresse emocional”, um representante do ator nega que tenha sido somente isso, sugerindo outras questões complexas, que tiveram um efeito negativo em sua saúde mental. O ponto mais bizarro da reportagem é a revelação de um encontro na Islândia entre Miller e Jasper Young Bear, um curandeiro de 55 anos, que virou a grande influência nessa virada na vida do astro de Hollywood. O ator teria contratado o curandeiro como o seu conselheiro espiritual, e ele o teria convencido a terminar com sua namorada de anos, identificada apenas como “Erin” pela reportagem, porque ela seria uma “parasita”. Sem o apoio da namorada, Miller teria sido manipulado e convencido de que ele era o “próximo Messias”, e que maçons estavam enviando demônios para matá-lo. Com isso, teve início uma seita, em que Ezra Miller seria a figura central. Para conseguir seguidores, o ator teria se aproximado de jovens em período de vulnerabilidade, fazendo todos os tipos de promessas, além de praticar aliciamento e “lavagem cerebral”. Fontes da revista ainda dizem que o ator abusa verbal e emocionalmente daqueles ao seu redor e se refere a si mesmo, alternadamente, como Jesus e o diabo. Além disso, teria construído um altar para o personagem Flash em sua fazenda em Vermont, com diversos bonecos do herói, proclamando que o “Flash seria o responsável por juntar os multiversos como Jesus”. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Finalmente, no começo de agosto, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro, por uma acusação de furto, e se tornou o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Quando a polícia chegou com uma intimação para o recolhimento das crianças, não encontrou a família no local. A ação foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. O pai das crianças fez várias acusações, que foram reveladas numa reportagem da revista Rolling Stone em junho. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, devido às audiências na Justiça. Por conta disso, o ator teria procurado a Warner Bros. para uma “reunião de controle de danos” com os executivos Michael De Luca e Pam Abdy. A revelação foi feita pelo site The Hollywood Reporter, que disse que o encontro foi motivado pelo medo do ator de ver o filme “The Flash” ser cancelado por conta de sua “atenção negativa”. Ele teria se assustado com o cancelamento de “Batgirl”. Por enquanto, o filme segue no calendário, porque seus custos foram elevados demais e seria impossível substituir o ator em refilmagens – Miller não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Mas a Warner já teria decidido tirá-lo de novos projetos. Ezra Miller também emitiu um pedido público de desculpas por seu comportamento e prometeu entrar em terapia. Mas uma pessoa próxima, ouvida pela Vanity Fair, sustenta que ele não mudou e que só fez isso pela possibilidade de “The Flash” ser cancelado. “Se ele está fazendo terapia, então ele está apenas atuando”, disse a fonte. Ouvida pela reportagem, “Erin”, a ex-namorada, também expressou dúvidas sobre a sinceridade do ator. “Posso dar desculpas para seu comportamento o dia todo, mas não quero mais”, disse ela. “As ilusões de grandeza precisam ser desmascaradas. Eu sempre amarei Ezra e não quero que ele continue nessa estrada sombria.” “The Flash” segue com estreia marcada para 22 de junho no Brasil.

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    Grant Gustin faz retrospectiva de “The Flash” ao começar temporada final

    14 de setembro de 2022 /

    As gravações da 9ª e última temporada de The Flash começam nesta semana no Canadá, e Grant Gustin ficou nostálgico com a iminência do fim da série. Ele aproveitou a ocasião para fazer uma retrospectiva, publicando no Instagram uma galeria de fotos do 1º ano da produção. “Amanhã nós começamos a filmar a última temporada de ‘The Flash’. Vou guardar as legendas longas e emocionais para mais adiante, mas afirmar que estou grato por essa jornada e o amadurecimento que ela me trouxe seria dizer pouco”, comentou ele. “Sou grato a todo mundo que ajudou a me dar essa oportunidade, e a todos os fãs da série que mostraram amor a mim e a qualquer pessoa que fez parte de ‘The Flash’ durante os anos”, completou. Depois disso, ele ainda incluiu uma última foto de alguém que “faltou” na galeria original: Greg Berlante, criadora e produtor de “The Flash”, além de mentor do “Arrowverso”, responsável por escalar Gustin no papel de Barry Allen, o Flash. “Este homem é uma das minhas pessoas favoritas para o resto da vida. Obrigado infinitamente, Greg”, legendou. Após nove anos de produção, a série de super-heróis da DC Comics terminará em 2023 durante a midseason (começo do ano), com uma temporada mais curta, com apenas 13 episódios. A 8ª temporada terminou em 29 de junho como um dos programas mais assistidos da rede americana The CW do ano, com média de 1 milhão de espectadores ao vivo e uma das maiores audiências do canal nas plataformas digitais. “The Flash” foi a segunda série de super-heróis desenvolvida pelo produtor Greg Berlanti. Ao surgir como derivado de “Arrow”, a atração expandiu as narrativas de super-heróis para criar um universo compartilhado, batizado de “Arrowverso”, que ajudou a redefinir a CW e trazer espectadores masculinos para o que até então era um canal de perfil feminino. Mas desde então, as séries “Legends of Tomorrow”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Batgirl” e a própria “Arrow” foram canceladas – e duas delas, “Legends” e “Batgirl”, interrompidas sem final neste ano. Além de “The Flash”, a rede The CW vai se despedir em 2023 de outra produção de Berlanti que marcou sua programação: “Riverdale”. A conclusão de ambos os programas acontece em meio a vários cancelamentos e uma redução de produções originais, numa transição da programação da CW após ser vendida pelas sócias Warner Bros. TV e CBS Studios para o grupo de emissoras Nexstar no mês passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust)

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    Ezra Miller procura Warner para evitar cancelamento de “The Flash”

    26 de agosto de 2022 /

    Após inúmeras polêmicas, o ator Ezra Miller teria procurado a Warner Bros. para uma “reunião de controle de danos” com os produtores Michael De Luca e Pam Abdy. A revelação foi feita pelo site The Hollywood Reporter, que disse que o encontro foi motivado pelo medo do ator de ver o filme “The Flash” ser cancelado por conta de sua “atenção negativa”. Ele teria se assustado com o cancelamento de “Batgirl”. Segundo o THR, o encontro ocorreu na última quarta-feira (24/8). Miller foi ao estúdio acompanhado de seu agente para reafirmar seu compromisso com o filme e pedir desculpas por suas polêmicas respingarem na produção e na empresa. O ator pronunciou-se na semana passada sobre todas as acusações de assédio, roubo, agressão e abuso que se acumulam contra ele, afirmando em comunicado que estava buscando um tratamento para “problemas complexos de saúde mental”. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto numa acusação formal de furto da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Finalmente, no começo de agosto, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro, por uma acusação de furto, e se tornou o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Quando a polícia chegou com uma intimação para o recolhimento das crianças, não encontrou a família no local. A ação foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. O pai das crianças fez várias acusações, que foram reveladas numa reportagem da revista Rolling Stone em junho. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, devido às audiências resultantes. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo.

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    Ezra Miller decide tratar seus “problemas complexos de saúde mental”

    16 de agosto de 2022 /

    Ezra Miller, intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” e do vilão Credence Barebone em “Animais Fantásticos”, emitiu um comunicado após se envolver em várias polêmicas, informando que começou um tratamento para seus “problemas complexos de saúde mental”. Em uma declaração fornecida por um representante do ator, Miller quebrou o silêncio sobre o comportamento preocupante exibido nos últimos meses, que levou a uma série de questões legais e acusações de agressão e abuso. Miller também se desculpou por suas ações. “Tendo passado recentemente por um período de crise intensa, agora entendo que estou sofrendo problemas complexos de saúde mental e comecei um tratamento contínuo”, diz o comunicado. “Quero pedir desculpas a todos que alarmei e aborreci com meu comportamento passado. Me comprometo em fazer o trabalho necessário para voltar a um estágio saudável, seguro e produtivo em minha vida.” A decisão abrupta, informada na noite de segunda-feira (15/8), foi tomada após pelo menos dois meses de esforços de sua agência de talentos, CAA, da Warner Bros e de outros colegas, amigos e familiares para Miller buscar ajuda. A virada pode ter acontecido após os problemas se tornarem acusação criminal. Na semana passada, Miller recebeu uma citação para comparecer na Divisão Criminal do Tribunal Superior de Vermont em 26 de setembro por uma acusação de furto. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto na acusação formal da polícia de Vermont. Os problemas do artista tornaram-se públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do artista no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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    Ezra Miller agora é suspeito em caso de desaparecimento de família

    11 de agosto de 2022 /

    Ezra Miller, intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça”, passou a ser investigado pela Procuradoria de Vermont, nos EUA, pelo desaparecimento de uma família. O ator é o principal suspeito do desaparecimento de uma jovem de 25 anos de idade e seus três filhos, de 5, 4 e 1 anos, que supostamente estavam morando com ele em sua fazenda em Vermont. Segundo apurou a revista americana Rolling Stone, a polícia estadual está realizando investigações e aponta que Miller pode estar escondendo o paradeiro dos quatro. De acordo com documentos judiciais obtidos pela publicação, os oficiais tentaram pelo menos duas vezes, no último fim de semana, entregar à mãe uma intimação do Ministério Público, que exigia a remoção dos jovens tanto do imóvel quanto de seus cuidados. Miller, no entanto, teria dito aos policiais que a família não morava lá há meses, o que a Procuradoria do Estado estaria encarando como uma tentativa de “fugir da intimação”. Segundo a Rolling Stone, foi durante a busca pela família desaparecida que a polícia teve acesso às evidências que levaram Miller a ser acusado de invasão e furto de várias garrafas de álcool da casa de seu vizinho em meados de maio. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da vizinhança de Miller relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar o ator. A audiência preliminar foi marcada para 26 de setembro. Uma fonte local disse à revista que vários policiais estiveram na casa de Ezra Miller na noite de terça-feira (9/8) por quase uma hora, dois dias após ele receber sua intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont sobre o caso do furto. A Rolling Stone observou que a mãe estava postando diariamente nas mídias sociais até meados de julho, quando sua conta aparentemente foi excluída. A intimação para o recolhimento das crianças foi motivada pela denúncia de que Miller estava abrigando a mãe e seus filhos pequenos em meio a condições inseguras, com armas, munição e drogas espalhadas pela propriedade. Várias fontes com conhecimento da situação, incluindo o pai das crianças, fizeram as acusações à Rolling Stone em uma reportagem publicada em junho. A mulher teria se mudado para a fazenda de Miller em meados de abril, depois de conhecer o ator no Havaí. Em junho, após as denúncias, ela se manifestou, dizendo que o ator estava lhe ajudando a escapar de um casamento abusivo. As denúncias criminais contra Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto na acusação formal de furto pela polícia de Vermont. Os problemas do ator se tornaram públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do ator no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. A situação mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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    Ezra Miller filmou cenas adicionais de “The Flash” após prisão e ordens de restrição

    10 de agosto de 2022 /

    Numa reportagem sobre o futuro dos filmes da DC na Warner Bros. Discovery, o site The Hollywood Reporter revelou que o ator Ezra Miller participou da filmagem de cenas adicionais de “The Flash” nos últimos meses, mesmo após ter sido preso no Havaí e virar alvo de ordens de restrição. De acordo com a publicação, as filmagens aconteceram “sem grandes incidentes”, ainda durante os meses do verão americano – ou seja, após junho. As denúncias contra o comportamento violento de Miller, que incluem agressões à mulheres e suposta sedução de menores, começaram a surgir em fevereiro, intensificaram-se entre março e abril, e se multiplicaram nos meses seguintes, culminando em agosto numa acusação formal de furto pela polícia de Vermont, nos EUA. Os problemas do ator se tornaram públicos após ele ser acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia em fevereiro. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí – num surto, ele jogou uma cadeira longe que acertou a cabeça de uma mulher. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Em junho, veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. Finalmente, no domingo (7/8) ele recebeu uma intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont para uma audiência, sob a acusação de furto de garrafas de álcool de uma casa em Vermont. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da County Road, em Stamford, relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar Miller. A audiência preliminar foi marcada para 26 de setembro. Todos esses problemas vêm mantendo o nome do ator no noticiário policial e a situação tende a se estender por muito tempo, mesmo se ele se comportar a partir de agora, com as audiências resultantes de suas ações. Por conta disso, a Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção e após a decisão de fazer isso com “Batgirl”. Seria muito prejuízo. A situação mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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    Ezra Miller é acusado de roubo pela polícia dos EUA

    8 de agosto de 2022 /

    Ezra Miller está de volta ao noticiário policial. O intérprete do herói Flash em “Liga da Justiça” voltou a cometer um crime na vida real. Ele foi acusado de furto de garrafas de álcool de uma casa em Vermont. De acordo com um boletim de ocorrência publicado on-line, a Polícia Estadual de Vermont foi notificada em 1º de maio de um possível roubo quando moradores da County Road, em Stamford, relataram que “várias garrafas de álcool foram retiradas de dentro da residência enquanto os proprietários não estavam presentes”. Após uma investigação, que incluiu declarações e análise de vídeos de vigilância, a polícia encontrou uma causa provável para acusar Miller. Ele foi “finalmente localizado” às 23h23 de domingo (7/8) e recebeu uma intimação para comparecer no Tribunal Superior de Vermont para uma audiência de acusação em 26 de setembro. Não está claro se Miller conhece os moradores da casa que foi assaltada. O B.O. cita um local de residência de Miller na mesma região – Stamford, Vermont. O ator está colecionando denúncias e problemas com a polícia desde fevereiro, quando foi acusado de tentar enforcar uma mulher num bar na Islândia. Depois disso, foi preso em março no Havaí por criar tumulto em outro bar e autuado em abril por suspeita de agressão de segundo grau numa festa em uma residência particular, também no Havaí. Em seguida, foi alvo de duas ordens de restrição. A primeira foi feita pelos pais de uma jovem de 18 anos da Reserva Indígena Standing Rock, na região de Dakota, que alegam que Miller manipulou sua filha desde que ela tinha 12 anos. Aos 18, ela abandonou a escola e fugiu de casa, indo parar na residência do ator. A jovem escreveu em seu Instagram que Miller a ajudou num momento difícil. A segunda foi feita por pais de uma criança de 12 anos em Massachusetts, após Miller supostamente entrar em um confronto agressivo com sua família, exibir uma arma e constranger a criança com abraços e comentários sobre gênero, ao descobrir que ela se definia como não binária. Para completar, em junho veio à tona a denúncia de que Miller estava abrigando uma mãe e seus filhos pequenos em sua fazenda em Vermont, em meio a condições inseguras, com armas e munição espalhadas pela propriedade. A mãe disse à publicação que o ator a ajudou a escapar de um casamento abusivo. A Warner Bros. já teria decidido tirar Miller de novos projetos, substituindo-o como o herói Flash. Mas enfrenta um dilema em relação ao filme já concluído. Os custos para substituí-lo na produção seriam simplesmente caros demais – o ator não só está em quase todas as cenas como ainda tem papel duplo, como um Flash de outro universo. Também seria difícil arquivar o lançamento, após os gastos milionários investidos em sua produção. “Estamos muito animados com eles. Nós os vimos”, disse o CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, em referência a “The Flash”, “Adão Negro” e “Shazam! Fúria dos Deuses”. “Achamos que eles são incríveis e achamos que podemos torná-los ainda melhores”, afirmou, durante uma teleconferência com representantes do mercado na quinta passada (4/8). A declaração mereceu uma crítica do cineasta Kevin Smith, que durante seu podcast “Hollywood Babble-On” apontou que a Warner decidiu cancelar “Batgirl”, um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra seu protagonista – que incluem comportamento abusivo e agressão a mulheres. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. “The Flash” tem estreia marcada para 23 de junho de 2023.

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    Kevin Smith critica Warner por cancelar “Batgirl” e manter “Flash”

    8 de agosto de 2022 /

    O cineasta Kevin Smith (“Jay & Silent Bob Reboot”) jogou ainda mais lenha na fogueira da Warner após a polêmica do cancelamento do filme da “Batgirl”. Durante o episódio mais recente do seu podcast “Hollywood Babble-On”, Smith apontou que a escolha se reflete de maneira negativa no estúdio, que opta por cancelar um filme estrelado por uma atriz latina, mas manteve o lançamento de “The Flash”, mesmo diante das diversas acusações feitas contra o ator Ezra Miller – que incluem comportamento abusivo e agressão a mulheres. “Eu não dou a mínima para o quão ruim é o filme ‘Batgirl’, ninguém nesse filme é problemático ou tem algo na vida real que você precisa contornar. No filme ‘The Flash’, todos sabemos que há um grande problema! Flash é o Flash Reverso na vida real”, afirmou Smith. O cineasta também não acredita nessa história de que o filme é ruim. “Os dois diretores [Bilall Fallah e Adil El Arbi] que dirigiram esse filme fizeram alguns episódios de ‘Ms. Marvel’, e foi uma série maravilhosa. E eles tinham mais dinheiro para fazer ‘Batgirl’ do que para fazer um episódio de ‘Ms. Marvel’ e outras coisas”, disse ele. Vale lembrar que Smith não é estranho ao universo das super-heroínas, tendo dirigido alguns episódios da série “Supergirl”. “Eu amo todos a séries da CW, mas as séries da CW mostram suas restrições orçamentárias”, disse Smith. “Eles disseram que ‘Batgirl’ parecia muito barato porque era um filme de US$ 90 milhões. Como você faz um filme barato de US$ 90 milhões? Se parecia um pouco melhor do que um episódio de ‘Arrow’, por que não pudemos ver isso?” Assista abaixo ao episódio do podcast “Hollywood Babble-On”.

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    Presidente da DC Films ameaçou deixar Warner após fiasco de “Batgirl”

    5 de agosto de 2022 /

    As tensões nos bastidores da Warner Bros. Discovery foram às alturas após a decisão da chefia do conglomerado de engavetar o filme da “Batgirl”, com repercussões muito maiores que o descontentamento da protagonista e dos diretores. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o presidente da DC Films, Walter Hamada, ameaçou se demitir por ter sido “atropelado” e chegou a consultar seus advogados sobre como proceder. Citando uma “fonte com conhecimento da situação”, a publicação afirma que, após se reunir com os executivos do conglomerado, Hamada acabou concordando em permanecer no cargo até o dia 21 de outubro, data de lançamento do filme “Adão Negro”, estrelado por Dwayne Johnson. Mas já teria se declarado demissionário e, após essa data, não pretende mais continuar na empresa. Além do fiasco de “Batgirl” e declarações do CEO da WBD, David Zaslav, que contrariam os planos de streaming da DC Films, Hamada estaria descontente por especulações públicas na imprensa sobre a busca de outro nome para comandar a divisão de mídia da DC. Ou seja, para seu cargo. Zaslav já deixou claro o seu desejo de reestruturar os filmes da DC. Durante apresentação do desempenho trimestral da WBD ao mercado, na quinta-feira (4/8), ele justificou o cancelamento de “Batgirl” como forma de valorizar os super-heróis da DC – incluindo Batman, Superman e Mulher-Maravilha – como peças centrais para a estratégia de conteúdo mais ampla da empresa. “São marcas conhecidas em todo o mundo”, disse ele. O CEO foi enfático ao elogiar os próximos lançamentos de super-heróis, dizendo que “Adão Negro”, “Shazam! Fúria dos Deuses” e até “The Flash” “são incríveis” e que a WBD pode “fazer ainda melhor” no futuro. Mas não no streaming. A ênfase de sua gestão será em lançamentos cinematográficos. O que se subentende disso é que “Batgirl” não era forte o suficiente para ser lançado nos cinemas, mas muito caro para ter um simples lançamento em streaming. Portanto, a empresa optou por dar baixa no projeto, como forma de cortar os seus custos – que ainda seriam altos na hora de somar publicidade e divulgação. E não consultou Hamada sobre isso! Fontes do Hollywood Reporter dizem que Hamada só ficou sabendo da decisão durante uma exibição teste de “Adão Negro”. Ele teria ficou muito incomodado por não ter sido consultado e preocupado com o impacto da decisão sobre os envolvidos na realização do filme, que poderia repercutir em outros projetos do estúdio. A decisão a respeito de “Batgirl” também se estenderia a outros projetos da DC para streaming, implodindo filmes esperados pelos fãs. Além disso, ninguém sabe até onde os cortes chegaram em relação às séries. Zaslav já andou reclamando da produtividade de J.J. Abrams, com quem a antiga WarnerMedia fechou um contrato milionário, e que está à frente de produções da DC que parecem estacionadas em eterno desenvolvimento. Vale lembrar que Hamada assumiu a função de presidente da DC em 2018, logo após o fracasso de “Liga da Justiça” (2017), com o objetivo de restaurar a credibilidade da marca. Sob a sua tutela, a DC passou a produzir filmes que fizeram enorme sucesso, surpreendendo o mercado no caso de “Coringa” (2019), e sem vínculos com um universo mais amplo, como “Batman” (2022), ao mesmo tempo em que deu sequência às produções derivadas do filme do grupo dos super-heróis, como “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”. Também foi ele quem trouxe James Gunn para comandar “O Esquadrão Suicida” (2021) e criar a bem-sucedida série “Pacificador” – e antes disso, foi vice-presidente executivo de produção da New Line, onde também supervisionou franquias de sucesso, como os terrores “Invocação do Mal” e “It – A Coisa”. Mas Hamada também se envolveu em polêmicas, acusado de tentar calar as acusações de Ray Fisher (o Ciborgue) sobre o ambiente tóxico nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”, e de buscar limar Amber Heard de “Aquaman 2”. Seu contrato valia até 2023 e tudo indicava que não seria renovado.

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    Ben Affleck teria substituído Batman de Michael Keaton em “Aquaman 2”

    3 de agosto de 2022 /

    As fotos compartilhadas por Jason Momoa na sexta passada (29/7), que flagravam seu reencontro com o ator Ben Affleck nos bastidores dos estúdios da Warner Bros, ganharam explicação. Em uma reportagem sobre o cancelamento da estreia de “Batgirl”, a revista The Hollywood Reporter mencionou uma diminuição do papel de Michael Keaton nos novos filmes do estúdio. Originalmente, Keaton deveria reaparecer como Batman em “The Flash”, mas confusões em série arranjadas pelo ator Ezra Miller, intérprete do herói, fizeram a Warner adiar a estreia da produção. Testemunhas ouvidas pela publicação afirmam que Keaton também filmou uma participação em “Aquaman 2” (ou “Aquaman e o Reino Perdido”). Originalmente, o filme chegaria aos cinemas depois de “The Flash”, mas a ordem acabou invertida. Ao perceber a confusão do público em relação a identidade do novo Batman, durante exibições testes, a Warner teria resolvido remover o ator e substituí-lo por Affleck. Keaton teria ainda mais importância em “Batgirl”, servindo como mentor para a heroína interpretada por Leslie Grace. Mas a produção foi totalmente descartada. Agora, o intérprete do Batman de 1989 só será visto em “The Flash”, que corre risco de fazer companhia a “Batgirl” nos arquivos trancados da Warner. O fato é que o adiamento do filme do velocista e o cancelamento da produção da heroína de Gotham mudaram todo o planejamento original da DC Films, que pretendia substituir Affleck por Keaton depois de “The Flash”. A ideia era tornar o Batman do ator responsável por conectar os futuros filmes da DC, assim como o Nick Fury de Samuel L. Jackson fez com as produções da Marvel que culminaram em “Os Vingadores” em 2010. Até segunda ordem, Ben Affleck continua como o Batman dos filmes do DCU (Universo Cinematográfico da DC), independente do sucesso do novo filme solo do herói estrelado por Robert Pattinson.

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