Episódios finais de “The Walking Dead” ganham data de estreia no Brasil
A plataforma Star+ divulgou um novo pôster de “The Walking Dead”, que revela a data de estreia da parte final da série no Brasil A 3ª parte da 11ª temporada chega em 2 de outubro ao streaming e seguirá exibindo os últimos capítulos, em regime semanal, todos os domingos até encerrar a longeva série de zumbis. A data é a mesma da exibição na TV dos EUA, mas os episódios chegam um pouco antes no streaming americano da AMC+. Alimentada por um trailer exibido durante a Comic-Con Internacional, a expectativa para a trama da reta final é de uma guerra total entre os sobreviventes de Alexandria e as tropas da Governadora Pamela Milton, além da invasão de uma horda de zumbis na comunidade até então protegida do Império (Commonwealth, no original). Apesar da 11ª temporada marcar o fim de “The Walking Dead”, o universo criado pela série vai continuar em “Fear the Walking Dead” e em vários spin-offs novos, centrados em Maggie, Negan, Daryl e até em Rick e Michonne.
Trailer do reboot de “Hellraiser” destaca novo monstro Pinhead
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer do reboot da franquia clássica de terror “Hellraiser”. A prévia mostra que se trata de uma história inédita, sobre incautos que ousam tentam decifrar o segredo do cubo maldito e abrem as portas do inferno para a chegada dos cenobitas – entre eles o monstro demoníaco Pinhead, símbolo da franquia, que retorna andrógino. Quem vive Pinhead na nova versão é a atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”. Ela é a primeira atriz transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. Concebido como um reboot da franquia iniciada em 1987, a produção também destaca em seu elenco Odessa A’zion (“Grand Army”), Brandon Flynn (“13 Reasons Why”), Goran Visnjic (“Timeless”), Drew Starkey (“Outer Banks”), Adam Faison (“Everything’s Gonna Be Okay”), Aoife Hinds (“Normal People”), Selina Lo (“Boss Level”) e Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”). A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall. O novo “Hellraiser” estreia em 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Normalmente, as produções da Hulu são disponibilizadas na Star+.
Netflix libera trailer tenso de “O Clube da Meia-Noite”
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “O Clube da Meia-Noite”, série de terror desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”. A prévia, que começa como um drama juvenil de doença, mostra a reviravolta tensa e sobrenatural da história. A trama gira em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Mas assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A trama adapta o livro homônimo de Christopher Pike e o elenco destaca vários atores de “Missa da Meia-Noite”, como Igby Rigney, Zach Gilford, Samantha Sloyan, Matt Biedel e Annarah Shephard, além de Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”). A estreia está marcada para 7 de outubro, mês do Halloween.
Martin Scorsese elogia terror “Pearl”: “Tive problemas pra dormir”
O cineasta Martin Scorsese (“O Irlandês”) não poupou elogios ao filme “Pearl”, prelúdio de “X – A Marca da Morte” (2022). Num comentário enviado ao estúdio A24 e publicado no site SlashFilm, o veterano cineasta chamou o terror de “profundamente perturbador”, “hipnotizante” e “selvagem”. O elogio de Scorsese não se limita a este filme, mas a toda a carreira do cineasta Ti West. “Os filmes de Ti West têm um tipo de energia que é tão rara hoje em dia, alimentada por um amor puro e não diluído pelo cinema. Você sente isso em cada quadro.” O veterano diretor também falou sobre as diferenças entre esse filme e o seu antecessor, definindo “Pearl” como “um prelúdio de ‘X – A Marca da Morte’ feito em um registro cinematográfico diametralmente oposto (pense nos melodramas dos anos 1950 em scope coloridos), ‘Pearl’ tem 102 minutos selvagens, hipnotizantes, profundamente – e quero dizer profundamente – perturbadores.” Por fim, Scorsese também elogiou a atuação de Mia Goth, que interpreta a personagem-título. “West e sua musa e parceira criativa Mia Goth realmente sabem como brincar com seu público… antes de enfiar a faca em nossos peitos e começar a torcer. Fiquei fascinado, depois perturbado, depois tão perturbado que tive problemas pra dormir. Mas não conseguia parar de assistir.” “Pearl” se passa no ano de 1918, no final da 2ª Guerra Mundial e no auge da pandemia da Gripe Espanhola, e conta a juventude da psicopata idosa vista em “X – A Marca da Morte” (2022). O filme já está em exibição nos cinemas americanos, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Assista ao trailer de “Pearl”.
Estreia de “A Mulher Rei” lidera bilheterias nos EUA
A aventura épica “A Mulher Rei” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá neste fim de semana. Impulsionado por críticas elogiosas, que atingiram 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme estrelado por Viola Davis arrecadou US$ 19 milhões em 3.765 cinemas, superando expectativas do mercado e da própria Sony, que projetavam uma abertura entre US$ 12 milhões e US$ 18 milhões. Além de agradar aos críticos, o filme também foi muito bem recebido pelo público, que lhe classificou com um raríssimo A+, a nota mais alta do CinemaScore (pesquisa realizada na saída dos cinemas dos EUA). O lançamento enfrentou duas novas estreias, a comédia de mistério “Veja Como Eles Correm”, estrelado por Sam Rockwell e Saoirse Ronan, e o terror “Pearl”, prólogo de “X – A Marca da Morte”, ambos distribuídos em circuito menor. Ficaram, respectivamente, em 3º e 4º lugares, e também conquistaram críticas positivas. Em 2º lugar, ficou o campeão da semana passada, o terror “Barbarian”, com US$ 6,3 milhões e um desempenho sólido para uma produção de baixo orçamento. Até agora, o filme soma sólidos US$ 20,9 milhões nas bilheterias domésticas. A lista de novidades também destaca o documentário “Moonage Daydream”, dedicado a David Bowie, que impressionou a entrar no Top 10 mesmo sendo exibido em apenas 170 telas Imax. Apesar do bom desempenho de filmes modestos, nenhum deles demonstrou fôlego de blockbuster. E esta tendência vai se manter por mais um mês na América do Norte, até o lançamento de “Adão Negro” em 21 de outubro. Vale apontar ainda que “Barbarian”, “Veja Como Eles Correm” e “Pearl” nem sequer tem previsão de estreia no Brasil. Já “A Mulher Rei” estreia na próxima quinta (21/9) nos cinemas nacionais – que já exibem “Moonage Daydream”.
Pearl: Prólogo elogiado de “X – A Marca da Morte” só existe devido à pandemia
O terror “Pearl”, prólogo do recente “X – A Marca da Morte” (2022), está arrancando elogios da crítica e do público. Exibido no Festival de Toronto no começo da semana, atingiu 86% de aprovação no Rotten Tomatoes e chega aos cinemas norte-americanos nesta sexta (16/9), cercado de expectativas não apenas pela qualidade apontada nas críticas, mas pela maneira como se difere do seu antecessor. “‘X – A Marca da Morte’ foi um horror bastante padrão, bem executado sem quebrar o molde”, publicou o jornal canadense National Post. “Mas ‘Pearl’ é um pouco melhor em todos os aspectos, graças em parte a uma performance central assustadora de Mia Goth.” A atuação de Goth, que também é creditada como co-roteirista do filme, é uma constante entre os elogios à produção. “Goth imbui ‘Pearl’ com uma profundidade e tristeza quase inéditas que farão você sentir empatia legítima por essa criatura que abriga um mal ainda não despertado”, descreveu o site Cinapse. “Goth transcende todos os limites”, acrescentou o jornal New York Times. E foi ecoado pelo britânico Telegraph: “Goth é absolutamente tremenda”. O trabalho do diretor e roteirista Ti West foi igualmente elogiado. “Um verdadeiro artesão do horror”, descreveu o Los Angeles Times. “Uma dos melhores diretores de horror”, exaltou o AV Club. Os aplausos se devem em particular à forma como “Pearl” reflete influências da Hollywood clássica, em contraste com a homenagem aos filmes slashers de “X”. “Juntos, ‘X’ e ‘Pearl’ formam um atraente programa duplo, apresentando homenagens respingadas de sangue a diferentes eras do cinema”, comparou o San Francisco Chronicle. Mas o mais curioso disso tudo é que o filme é um fruto do acaso e só existe por causa das circunstâncias da pandemia de covid-19. O diretor estava preparando “X” quando veio a pandemia e todas as produções foram paralisadas, sem data para retornar. Insistindo em filmar no verão, o cineasta e o estúdio A24 encontraram uma solução: viajar para outro continente. O país escolhido foi a Nova Zelândia, que na época estava com uma política de Covid-Zero. Ou seja, o país fazia um controle restrito de quem entrava, colocando-os em quarentena por duas semanas. E, depois disso, todos poderiam circular livremente. West e seu elenco precisaram ficar em isolamento, enquanto aguardavam o início das filmagens. Nesse período, ele e Mia Goth começaram a discutir o passado de Pearl, a psicopata anciã de “X”, que a atriz interpretou sob pesada maquiagem. E a conversa se tornou tão boa que os dois passaram a considerá-la como base para um prólogo do filme, que West começou a escrever com ajuda da atriz e que foi filmado aproveitando os mesmos sets, em sequência. “Tínhamos essa infraestrutura montada, com equipe e elenco, e estávamos construindo todos esses sets”, disse West, ao site Deadline. “Estávamos gastando todo esse esforço para fazer um filme no único lugar do mundo onde, na época, você podia fazer um filme. E fez sentido para mim tentarmos fazer dois filmes enquanto estávamos lá, para fazer o melhor uso de tudo o que tínhamos.” West conta que chegou a considerar fazer uma continuação, mas achou que, naquele momento, isso não fazia sentido. “Porque ‘X – A Marca da Morte’ era um filme sobre pessoas que foram para uma fazenda e o terror se seguiu. Voltar a mostrar mais pessoas indo para uma fazenda não era tão interessante.” “Estávamos falando muito sobre a história pregressa da personagem”, continou West, “porque não temos muito disso no filme. E isso se tornou interessante – tipo, se voltássemos para trás e fizéssemos sua ‘história de origem’, por falta de um termo melhor, havia uma história interessante para contar.” A princípio, o diretor não sabia se a A24 aceitaria bancar dois filmes, mas desenvolveu o roteiro mesmo assim. “Pensamos: ‘Na melhor das hipóteses, fazemos um filme. Na pior das hipóteses, torna-se uma história de fundo realmente bem desenvolvida para a personagem de Mia, e ‘X’ se torna um filme melhor por conta disso'”, disse ele. “Mas todo o crédito vai para a A24. Eles adoraram o roteiro.” Quando questionada a respeito da história do filme, Goth disse apenas que “’Pearl’ é uma jovem bastante ingênua. Ela tem muitas ambições e, enquanto a acompanhamos neste filme, a vemos tentando tirar o melhor proveito de uma situação realmente difícil.” “Pearl” se passa no ano de 1918, no final da 2ª Guerra Mundial e no auge da pandemia da Gripe Espanhola. Em relação ao tom do filme, algumas críticas apontam que se trata de algo completamente diferente do original. “Basicamente, coloque Carrie White [protagonista de ‘Carrie – A Estranha’] dentro de ‘O Mágico de Oz’ – mas certifique-se de que ela tenha visto ‘Cidade dos Sonhos'”, “explicou” o crítico Sean Collier, do Pittsburgh Magazine. Apesar dos elogios e da estreia nesta sexta nos EUA, o filme ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo o trailer da produção.
Ator mirim de “It: A Coisa” estrela novo terror de Stephen King. Veja o trailer
A Netflix divulgou o trailer de “Mr. Harrigan’s Phone”, que volta a trazer Jaeden Martell, principal ator adolescente de “It: A Coisa”, num terror de Stephen King. “O Telefone do Sr. Harrigan” é o conto que abre a antologia “Com Sangue” (If It Bleeds), lançada em 2020. A trama gira em torno de um adolescente (Martell), morador de uma cidade pequena, que faz amizade com um bilionário idoso e recluso chamado Sr. Harrigan. Os dois estreitam os laços graças ao amor compartilhado por livros e um iPhone, mas quando o idoso morre, o garoto descobre que consegue continuar conversando com seu velho amigo pelo telefone, que foi enterrado com ele. Isto acontece depois dele deixar uma mensagem no celular no caixão, desejando que o velho amigo estivesse vivo para aconselhá-lo a como lidar com um garoto mais velho, após sofrer uma agressão. A ligação dá início a uma série de mortes, aparentemente acidentais, de inimigos do garoto. A adaptação tem roteiro e direção de John Lee Hancock (“Um Sonho Possível”) e traz o veterano Donald Sutherland (“Jogos Mortais”) no papel do Sr. Harrigan. O filme é uma coprodução de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”) e da Blumhouse (produtora de “O Homem Invisível” e “Corra!”), e tem estreia marcada para 5 de outubro.
Diretor de “Jason Bourne” vai filmar novo livro de Stephen King
O cineasta Paul Greengrass (“Jason Bourne”) vai escrever, dirigir e produzir o filme “Conto de Fadas” (Fairy Tale), adaptação do mais novo livro de Stephen King (“It: A Coisa”, “Carrie, a Estranha”, “O Iluminado”, etc). Lançado no dia 6 de setembro, “Conto de Fadas” conta a história de Charlie Reade, um adolescente comum que carrega um trauma do passado. Certo dia, Charlie atende a um pedido de socorro vindo do quintal de um dos vizinhos, Howard Bowditch, um homem recluso e rabugento que amedrontava as crianças do bairro. O sujeito caiu da escada e se machucou gravemente. Charlie passa, então, a ajudar o vizinho com tarefas domésticas e a cuidar do seu cachorro. Porém, quando Howard morre, Charlie se depara com uma fita cassete que revela um segredo incrível: um portal para outro mundo. “Desnecessário dizer que sou fã de Paul Greengrass e acho que ele é uma escolha maravilhosa para este filme”, disse King, em comunicado. O escritor admira e confia tanto no cineasta que lhe vendeu os direitos de adaptação pela quantia simbólica de US$ 1. Com isso, King participará do projeto como produtor e seu lucro sairá do orçamento, incluído no custo da aquisição por algum estúdio, e da bilheteria que possa render no futuro. “’Conto de Fadas’ é uma obra de gênio”, disse Greengrass. “Uma história de aventura clássica e também uma alegoria contemporânea perturbadora.” O filme ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Paul Greengrass estava envolvido em uma nova adaptação do clássico literário “1984”, de George Orwell, mas é possível que “Conto de Fadas” passe na frente. O projeto vai se juntar à crescente lista de adaptações em desenvolvimento do escritor, que ainda conta com “Mr. Harrigan’s Phone”, dirigida por John Lee Hancock (“Fome de Poder”), “Salem’s Lot”, comandada por Gary Dauberman (“Annabelle 3: De Volta Para Casa”), e “Night Terror”, dirigida por Rob Savage (“Host”), entre muitas outras. Veja abaixo a leitura de um trecho do livro pelo próprio Stephen King.
Chucky lidera exército de brinquedos assassinos no trailer da 2ª temporada
O canal pago americano SyFy divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Chucky”, que na prévia volta a aterrorizar os adolescentes dos episódios anteriores, além de freiras. Na trama, o personagem-título encontra novas vítimas ao ser adquirido numa venda de garagem pelo jovem Jake (Zackary Arthur, de “Transparent”), adolescente gay que sofre bullying. Inesperadamente, Chucky demonstra empatia pela situação do jovem, mas da forma mais sangrenta possível. Mas ele e seus amigos acabam incriminados e enviados para um internato católico com regras rígidas. Paralelamente, o plano do brinquedo começa a ganhar vidas (plural) com a volta de Tiffany, a noiva de Chucky, e um exército de plástico com facas de açougueiro. A versão seriada de “Chucky” foi desenvolvida por Don Mancini, o criador do personagem, que escreveu o roteiro do primeiro “Brinquedo Assassino” em 1988 e desde então explora a franquia sem parar – assinou seis continuações e dirigiu três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o capítulo inaugural da série. O elenco da atração também destaca Jennifer Tilly, protagonista de “A Noiva de Chucky”, e recupera a dublagem clássica de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, num contraponto ao remake recente em que o boneco foi dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker). A 2ª temporada tem previsão de estreia em 5 de outubro. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Rodrigo Santoro vai estrelar série derivada de “Teen Wolf”
Rodrigo Santoro vai estrelar uma nova série americana. Ele foi escalado em “Wolf Pack”, uma série de lobisomem derivada de “Teen Wolf”, que está sendo produzida para a Paramount+. Na produção, ele vai trabalhar com Sarah Michelle Gellar, conhecida por protagonizar, nos anos 2000, a série “Buffy: A Caça-Vampiros”. Escrita e produzida por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”, a nova série é baseada na coleção de livros de Edo Van Belkom sobre um casal de adolescentes que tem as vidas mudadas para sempre quando um incêndio na Califórnia desperta uma aterrorizante criatura sobrenatural – isto é, um lobisomem. Santoro interpretará Garrett Briggs, um guarda florestal dedicado a proteger o meio-ambiente, que é pai adotivo dos adolescentes. De acordo com um comunicado para a imprensa, Garrett é “um homem de valores fortes” e “alguém com segredos obscuros e profundas suspeitas, especialmente de pessoas que questionem sua relação com as crianças, encontradas anos antes na floresta, em meio a outro incêndio”. Gellar, por sua vez, será a investigadora de incêndios criminosos Kristin Ramsey, uma especialista altamente conceituada em seu campo e acostumada à perdas pessoais, que assume a frente da investigação do responsável por iniciar um grande incêndio florestal – que também pode ter desentocado o predador sobrenatural que aterroriza Los Angeles. O casal de adolescentes envolvido será vivido por Armani Jackson (“O Último Caçador de Bruxas”) e Bella Shepard (“The Wilds”), e o elenco também inclui os estreantes Chloe Rose Robertson e Tyler Lawrence Gray. Além de estrelar, Gellar será coprodutora da atração, que já está sendo gravada em Atlanta, no estado da Geórgia, EUA.
Terror “X – A Marca da Morte” vai virar trilogia
O terror indie “X – A Marca da Morte”, dirigido por Ti West (“O Último Sacramento”), vai ganhar uma nova continuação e virar trilogia. O anúncio foi feito pelo estúdio A24, que vai produzir o novo filme, e veio acompanhado de um teaser (confira abaixo). A prévia foi exibida durante o Festival de Toronto após os créditos da première de “Pearl”, o segundo longa. Intitulado “MaXXXine”, o terceiro longa será uma continuação direta de “X – A Marca da Morte” – “Pearl” era um prólogo, passado na juventude da psicopata do primeiro filme. Ao contrário de “Pearl”, que foi filmado junto com “X”, o novo filme ainda não foi rodado, mas as filmagens devem começar logo, visto que o teaser anuncia um lançamento “em breve”. Detalhes sobre a trama também foram divulgados, mas o vídeo sugere que veremos a “final girl” Maxine (novamente interpretada por Mia Goth) aproveitando o sucesso do grandioso mercado de home vídeo, que explodiu na década de 1980. No longa original, ela é introduzida como atriz de filmes adultos do final dos anos 1970, durante uma produção realizada numa fazenda – que vira cenário de um massacre sanguinário. “MaXXXine” ainda não tem previsão de estreia.
Netflix apresenta anime sci-fi de terror com trilha de vencedor do Oscar
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Exception”, anime de terror espacial. A prévia apresenta o belo visual da atração, que mistura animação tradicional e 3D, ao mesmo tempo que traz alguns dos questionamentos que guiam a série, como “o que é a consciência?”, “o que é um humano?” e “o que é a vida?” A trama de “Exception” se passa em um futuro distante, após a humanidade ter sido expulsa da Terra e forçada a mover sua população para outra galáxia. Nessa nova realidade, membros de uma equipe de reconhecimento são enviados para procurar um planeta adequado para terraformação. Toda a tripulação é criada através de uma impressora 3D biológica. Porém, o mau funcionamento do sistema faz com que um dos membros, Lewis, surja em um estado deformado e passe a enfrentar os demais tripulantes, inclusive a versão “normal” dele mesmo. “Exception” foi escrito por Hirotaka Adachi, também conhecido como Otsuichi (“Ultraman Jîdo”), e o primeiro episódio foi dirigido por Yûzô Satô (“Hunter x Hunter: Fantasma Vermelho”). Já a trilha sonora da série é composta por Ryuichi Sakamoto, veterano compositor japonês que venceu o Oscar por seu trabalho em “O Último Imperador” (1987) – e mais recentemente compôs a trilha de “O Regresso” (2015). A estreia está marcada para 13 de outubro, na Netflix.
Novo filme de terror estreia em 1º lugar nas bilheterias dos EUA
O novo filme de terror “Barbarian” surpreendeu expectativas ao liderar as bilheterias dos EUA e Canadá no fim de semana, com US$ 10 milhões em vendas de ingressos. Cheio de reviravoltas, o filme de Zach Cregger (“Miss Março: A Garota da Capa”) segue uma jovem (Georgina Campbell) que chega tarde da noite à sua casa alugada num bairro decadente de Detroit apenas para encontrá-la ocupada por outro inquilino, interpretado por Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). A crítica adorou, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o público deu apenas nota C+ na pesquisa do CinemaScore. Produção do 20th Century Studios, “Barbarian” não tem previsão de estreia no Brasil. Outra surpresa apareceu em 2º lugar: “Bramastra Part 1: Shiva”, um filme de Bollywood (a indústria indiana de cinema), que faturou US$ 4,4 milhões em 810 cinemas. Produção do Star Studios, da Disney, também recebeu o maior lançamento doméstico Imax de todos os tempos para um filme de Bollywood nos EUA. “Trem-Bala”, da Sony, aparece em 3º lugar em seu 7º fim de semana em cartaz, com US$ 3,25 milhões entre sexta e domingo (11/9) e um total doméstico de US$ 92,5 milhões. Mas “Top Gun: Maverick” não ficou muito atrás, somando mais US$ 3,17 milhões em seu 16º fim de semana, para chegar num total doméstico de US$ 705,7 milhões e US$ 1,45 milhão mundiais. A animação “DC Liga dos SuperPets” fecha o Top 5 com US$ 2,8 milhões em seu 6º fim de semana. Ao todo, a produção da Warner Bros. faturou US$ 85,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 168 milhões globalmente. Veja abaixo o trailer tenso de “Barbarian”.











