The Walking Dead: Cena inédita revela que Rick também será vítima da violência de Negan
A Fox International divulgou uma longa cena inédita, de mais de três minutos, da 7ª temporada de “The Walking Dead”. Com a câmera fechada para não revelar quem morreu, a prévia se concentra na reação de Rick (Andrew Lincoln) ao cliffhanger da temporada passada. Mesmo abatido e submisso, ele ameaça matar Negan (Jeffrey Dean Morgan), que, com Lucille ainda pingando sangue, reage pedindo o machado que o líder dos sobreviventes usava. Com a maior calma, o vilão o arrasta indefeso para dentro do trailer, com objetivos macabros. Pelo visto, a(s) aguardada(s) morte(s) do primeiro episódio será apenas o aperitivo. “The Walking Dead” retorna no dia 23 de outubro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox.
The Monster: Veja o trailer do novo terror do diretor de Os Estranhos
A A24 divulgou o pôster e o trailer do terror “The Monster”, dirigido por Bryan Bertino, que chamou atenção com o filme de psicopatas “Os Estranhos” (2009). O novo trabalho não é muito diferente, trocando a casa afastada pelo carro que quebra no meio do nada e os psicopatas mascarados por uma criatura. Na trama, mãe e filha sofrem um acidente na estrada, quando seu carro atropela “algo” numa noite chuvosa, e se veem sozinhas e caçadas pelo monstro do título. Zoe Kazan (“Ruby Sparks”) interpreta a mãe e a pequena Elle Ballentine (“Anne of Green Gables”) a filha, mas há outros personagens interpretados por Aaron Douglas (série “Hemlock Grove”), Scott Speedman (“Anjos da Noite”) e Christine Ebadi (série “12 Monkeys”), além do dublê Chris Webb, que dá vida ao monstro. O filme está circulando por festivais e estreia nos cinemas americanos em 11 de novembro.
Invasão Zumbi: Veja o trailer legendado do melhor filme de zumbis do ano
A Paris Filmes divulgou o trailer nacional (legendado e dublado) de “Train to Busan”, batizado de forma preguiçosa como “Invasão Zumbi”. Infelizmente, o título genérico pode dar a impressão de que se trata de mais um filme B de mortos-vivos. Mas não é o caso. O filme sul-coreano é uma superprodução com grande orçamento, ótimos efeitos e muita tensão, que bateu recorde de arrecadação na Ásia e deixou Hollywood em polvorosa. A prévia já dá ideia do ritmo intenso do longa, que mistura epidemia zumbi com cinema de catástrofe, numa escala só vista antes em cenas de “Guerra Mundial Z”, o maior blockbuster de zumbis de todos os tempos. O filme centra a ação num grupo de passageiros de trem, durante o início da epidemia que transforma os infectados em criaturas raivosas. No elenco estão Gong Yoo (“O Suspeito”), Jeong Yu-mi (“A Visitante Francesa”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Lee Joon (“Ninja Assassino”). “Train to Busan” é o primeiro filme com atores do diretor e roteirista Yeon Sang-ho, conhecido por seu trabalho em longas de animação adulta. Por curiosidade, ele também vai lançar um vindouro longa animado chamado “Seoul Station” com a mesma premissa. Após conquistar a maior bilheteria da Coreia do Sul e de Hong Kong em todos os tempos, o aqui chamado “Invasão Zumbi” já tem continuação confirmada e ainda ganhará um remake ocidental – Sony, Fox, Gaumont e EuropaCorp disputam os diretos. A razão de tanta comoção chega nos cinemas brasileiros em 24 de novembro.
Supernatural: Novo trailer e vídeo longo de bastidores adiantam detalhes da 12ª temporada
A rede americana CW divulgou um longo vídeo de bastidores, de quase sete minutos de duração, além de um novo trailer da estreia de 12ª temporada de “Supernatural”. No vídeo, os produtores e o elenco discutem em detalhes cada personagem e os principais elementos que formarão o próximo arco da série. Entre as novidades estão a estreia de Rick Springfield como Vince Vincente, um astro do rock que é possuído por Lúcifer, e a volta à vida de Mary Winchester (Samantha Smith), a mãe de Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles). A nova temporada também lidará com a ameaça de Lady Antonia Bevell (Elizabeth Blackmore), que representa uma facção rival – e britânica – dos Homens das Letras, além de um encontro com Hitler e os inevitáveis monstros da semana. A estreia dos próximos episódios está marcada para quinta-feira (13/10) nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Teen Wolf: Stiles é raptado e esquecido no trailer da temporada final
O canal pago americano MTV divulgou o novo trailer da 6ª e última temporada de “Teen Wolf”. A prévia apresenta um novo vilão de rosto desfigurado, que tem a capacidade de fazer suas vítimas serem esquecidas pela família e amigos. E logo fica claro que Stiles (Dylan O’Brien) é seu principal alvo. Raptado, ele começa a desaparecer da lembrança dos amigos. Ironicamente, outra personagem foi esquecida pelos produtores. A atriz Arden Cho, intérprete de Kira Yukimura, não retornará para a temporada final, juntando-se à lista numerosa de atores que saíram da série entre as temporadas e sem maiores explicações para o público. Apenas Crystal Reed, que viveu Alisson Argent, teve seu destino mostrado diante das câmeras. O resto simplesmente sumiu da trama, deixando a série cheia de buracos narrativos. Entre os atores que evaporaram, estão Colton Haynes (intérprete de Jackson Whittemore), Tyler Hoechlin (Derek Hale), Orny Adams (Treinador Finstock), Daniel Sharman (Isaac) e os gêmeos Max e Charlie Carver (um deles morreu em cena, o outro sumiu). Em compensação, Cody Christian (Theo), cujo personagem foi dado como morto, estará de volta. A 6ª temporada estreia em 15 de novembro nos EUA.
American Horror Story é renovada para sua 7ª temporada
A série “American Horror Story” foi renovada para sua 7ª temporada pelo canal pago americano FX. O anúncio veio após a exibição dos três primeiros episódios do sexto ano. Em comunicado, o presidente do canal John Landgraf disse estar “honrado” em continuar a série de antologia e também elogiou o trabalho da sua equipe criativa. “Ryan Murphy, Brad Falchuk e sua equipe de roteiristas fizeram um incrível trabalho em manter ‘American Horror Story’ como uma série sem fim, chocante e inventiva”, afirmou o executivo. A série se mantém como um dos maiores sucessos do canal, mesmo tendo perdido audiência na nova temporada, após uma campanha de divulgação que preferiu esconder o tema, a história e o elenco da produção. A estreia da 6ª temporada rendeu sintonia de 5,14 milhões de telespectadores ao vivo e 2.8 pontos no índice demográfico (que mede o público de 18 a 49 anos, alvo dos anunciantes), uma queda de 12% em relação ao debut da temporada passada. Entretanto, ao somar todas as plataformas, o número sobe para 11 milhões de telespectadores, uma audiência invejável para qualquer canal – inclusive na TV aberta. A 7ª temporada será exibida em 2017.
Chloe Moretz vai estrelar o remake de Suspiria
O tempo que Chloe Moretz ia dar antes de escolher novos papéis foi bem pequeno. E os critérios que ele disse que ia adotar daqui para frente, também. A atriz vai estrelar outro remake de clássico de terror, depois de ter feito o desnecessário “Carrie, a Estranha” (2013). Desta vez, ela estrelará a versão americana de “Suspiria” (1977), informou o site da revista Variety. Além de Moretz, também foram confirmadas as participações de Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Tilda Swinton (“Doutor Estranho”) e Mia Goth (“Ninfomaníaca”), anteriormente litadas na produção. A refilmagem do clássico de Dario Argento será conduzida por outro diretor italiano, Luca Guadagnino (“Um Sonho de Amor”), que deve manter a época do original. Em entrevista ao Playlist, o cineasta informou que sua versão será ambientada em Berlim em 1977, com trilha de John Adams (também de “Um Sonho de Amor”) e que será um filme “fassbinderiano”, ou seja, influenciado pelo trabalho do cineasta alemão Rainer Werner Fassbinder. No filme original, Jessica Harper interpretava uma estudante que entra numa academia de balé afastada na Alemanha, apenas para descobrir que o lugar era um covil de bruxas. Cultuadíssimo, “Suspiria” foi o primeiro filme da “trilogia das bruxas” de Argento, que também inclui “A Mansão do Inferno” (1980) e “O Retorno da Maldição: A Mãe das Lágrimas” (2007).
Ouija 2: Menininha apavora no primeiro comercial legendado da continuação
A Universal Pictures divulgou o primeiro comercial legendado do terror “Ouija: Origem do Mal”, continuação do sucesso de “Ouija: O Jogo dos Espíritos” (2014). Na verdade, trata-se de um prólogo da trama vista em 2014, pois o filme se passa nos anos 1960. A prévia sugere um filme até mais assustador que o original, ao mostrar uma menininha possuída. O terror acompanha uma mãe trapaceira (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) que, com o auxílio de suas duas filhas, finge se comunicar com os espíritos para enganar clientes ricos. Até que decide comprar um jogo de tabuleiro Ouija para incrementar os negócios e um espírito real invade o corpo da filha menor (Lulu Wilson, da série “The Millers”) e passa a atormentar a outra (Annalise Basso, de “O Espelho”). Escrito e dirigido por Mike Flanagan (“O Espelho”), o filme ainda resgata o sumido Henry Thomas, que há três décadas estrelou o clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982), e mais recentemente tem sido visto em produções televisivas, como a minissérie “Filhos da Liberdade” (Sons of Liberty) e “Betrayal”. Ele interpreta o padre que tenta ajudar as crianças. O elenco também inclui Kate Siegel (“Hush: A Morte não Ouve”), Lin Shaye (“Sobrenatural: A Origem”), Parker Mack (série “Faking It”) e o especialista em interpretar monstros Doug Jones (“Hellboy”). A estreia está marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Jogos Mortais 8: Caixão de Jigsaw é desenterrado em foto das filmagens
A primeira foto das filmagens de “Jogos Mortais – O Legado” (Saw – Legacy) apareceu no Twitter e mostra o caixão de John Kramer, mais conhecido como Jigsaw, sendo desenterrado. Embora não seja possível verificar a veracidade da imagem, a retomada da franquia foi realmente anunciada e previa o início das filmagens no mês passado, para um lançamento em outubro de 2017. O oitavo “Jogos Mortais” será dirigido pelos irmãos gêmeos Michael e Peter Spierig, da elogiada sci-fi “O Predestinado” e foi escrito por Josh Stolberg e Pete Goldfinger, dupla de “Pacto Secreto” (2009) e “Piranha 3D” (2010). Por enquanto, a história está sendo mantida em sigilo. O primeiro “Jogos Mortais” é de 2004 e se tornou famoso não apenas por popularizar o subgênero do terror conhecido como “torture porn”, mas por lançar a carreira do jovem cineasta malaio James Wan, que criou a franquia com o australiano Leigh Whannell. O diretor acabou se tornando o mais bem-sucedido do gênero terror no século 21, lançando mais duas franquias de sucesso, “Sobrenatural” (novamente com Whannell) e “Invocação do Mal”. Esta última, inclusive, virou uma fábrica de spin-offs, tendo rendido “Annabelle” (e sua vindoura sequência), além de outros projetos em desenvolvimento.
Herschell Gordon Lewis (1926 – 2016)
Pioneiro do terror visceral, o cineasta Herschell Gordon Lewis faleceu na semana passada, noite de 26 de setembro, aos 90 anos em sua casa na Flórida, aparentemente de causas naturais. Formado em Jornalismo, o cineasta pautou sua carreira inteira por projetos sensacionalistas, desde a estreia em 1961 com “Living Venus”, sobre o relacionamento do dono de uma revista masculina e uma de suas modelos, que ele escreveu e dirigiu. Suas primeiras obras exploravam descaradamente a nudez, entre elas “Daughter of the Sun” (1962), em que uma professora se revelava adapta do nudismo (termo da época), “Boin-n-g” (1963), sobre os testes de escalação de um filme adulto, “Scum of the Earth” (1963), a respeito de uma rede de pedofilia, e até uma versão erótica da fábula de Cachinhos Dourados, “Goldilocks and the Three Bares” (1963). Mas ao trocar o softcore erótico pelo terror, com seu primeiro filme sanguinário, acabou influenciando todo o gênero. Colorido, com ênfase no vermelho, “Banquete de Sangue” (Blood Feast, 1963) marcou época nos circuitos de cinema drive-in nos Estados Unidos. A história seguia um serial killer que queria juntar diversas partes de corpos femininos para conjurar uma antiga deusa egípcia. Mas o que chamava atenção era a forma como a violência era retratada por Lewis, de forma bastante explícita para a época, o que rendeu críticas repletas de adjetivos impressionistas. Alguns desses adjetivos acabaram virando rótulos para descrever os subgêneros que se originaram a partir do longa: splatter (“respingado” de sangue) e gore (“sanguinolento”). Ele completou uma trilogia sangrenta com o lançamento de “Maníacos” (Two Thousand Maniacs!, 1964), predecessor dos terrores rurais, e “Color Me Blood Red” (1965), em que um maníaco usa o sangue de suas vítimas para criar pinturas de sucesso. Depois do jorro inicial de criatividade e vísceras, Herschell explorou outros tipos de terror. Fez “Something Weird” (1967), em que a vítima de um acidente adquire poderes extra-sensoriais e passa a ajudar a polícia a resolver crimes – como no livro posterior de Stephen King, “A Hora da Zona Morta” – , “A Taste of Blood” (1967), sobre um vampiro determinado a matar os descendentes dos assassinos de Drácula, e “The Gruesome Twosome” (1967), em que mãe e filho escalpelam universitárias. Acabou embarcando no sexo, drogas e rock’n’roll do período, com lançamentos que refletiam o final dos anos 1960, como “The Girl, the Body, and the Pill” (1967), centrado numa professora de educação sexual, “Blast-Off Girls” (1967), sobre uma garage band vítima de um empresário ganancioso, “She-Devils on Wheels” (1968), acompanhando uma gangue de motoqueiras selvagens, “Suburban Roulette” (1968), sobre a prática do swing (que no Brasil era sexistamente chamado de “troca de esposas”), etc. Feitos com pouco dinheiro, equipe técnica reduzida e atores amadores, os filmes do cineasta destinavam-se exclusivamente ao circuito dos drive-ins, e só foram se tornar cultuados muitos anos depois. Por isso, quando o cinema erótico começou a ganhar prestígio, ele adotou pseudônimos para filmar pornografia a partir de 1969, inclusive o infame “Black Love” (1971), que prometia um olhar “educacional” explícito sobre “os hábitos sexuais dos casais negros americanos”. Com o dinheiro arrecadado com os filmes hardcore, bancou quatro projetos, dois deles de temática caipira – e “This Stuff’ll Kill Ya!” (1971) pode ser considerado precursor direto da série “Os Gatões” – e dois com a palavra “gore” no título, fazendo com que ganhasse a alcunha de “Padrinho do Gore”. Mais sanguinário que seus predecessores, “The Wizard of Gore” (1970) era uma coleção de desmembramentos, providenciada por uma mágico, que hipnotizava vítimas para matá-las diante de uma audiência encantada pelo realismo dos “truques”. E “The Gore Gore Girls” (1972) girava em torno do assassinato de strippers. A brutalidade do cinema de Herschell logo encontrou seguidores numa geração formada por Wes Craven, John Carpenter e Tobe Hopper, que elevaram ainda mais a violência do terror – o “splatter” (respingado) virou “slasher” (retalhado). Mas seu estilo amador não sobreviveu para ver o terror visceral lotar cinemas. Por toda a carreira, ele financiou e produziu seus próprios filmes, mas o fim dos drive-ins e o declínio das sessões duplas, que coincidiu com o início da era do multiplex, acabou com o espaço para a projeção de seus filmes. Sem circuito exibidor, Herschell decidiu se aposentar do cinema, passando a escrever livros de – acredite – publicidade. Os anos se passaram, até que fãs de terror se deram conta de seu legado, traçando as origens do cinema visceral a seus primeiros longas. Assim, sua filmografia acabou redescoberta, com lançamentos em home video e sessões em festivais do gênero. Convocado a sair das trevas em que tinha sumido, ele acabou retornando em 2002 com seu primeiro longa em três décadas, “Blood Feast 2: All U Can Eat”, continuação do seu primeiro sucesso de terror. O longa contou com a participação de outro nome do cinema underground americano, o cineasta John Waters, fã assumido do cinema do “Padrinho do Gore”. Herschell Gordon Lewis ainda lançou mais um filme em 2009, intitulado “The Uh-Oh! Show”, sobre um programa televisivo de prêmios, valendo dinheiro ou, no caso de respostas erradas às perguntas do apresentador sorridente, membros decepados. Era o que ele chamava de comédia.
Série baseada em Deixe Ela Entrar escala top model norueguesa como vampira
Quem encarou com ceticismo o projeto do canal pago TNT de transformar o terror “Deixe Ela Entrar” em série de TV vai ficar com os dois pés mais atrás com a escalação da protagonista. A produção contratou uma top model de 19 anos para interpretar a vampira pré-adolescente da história. A modelo norueguesa Kristine Froseth, que já fotografou para campanhas das grifes Prada e Chloé, foi capa da Elle e da Harper’s Bazaar (e vai estrear no cinema no vindouro “Rebel in the Rye”), ficou com o papel que a sueca Lina Leandersson e a americana Chloe Grace Moretz interpretaram aos 13 anos, na versão original e no remake. A seu favor, ela é magrela e parece mais jovem – e é lindíssima. A trama está sendo adaptada por Jeff Davis, responsável pela série dos lobisomens adolescentes “Teen Wolf”, que, como sinal de alerta, não tem nada a ver com o filme que a nomeia. Segundo Sarah Aubrey, responsável pela programação original da TNT, a série “Let the Right One In” “vai combinar elementos de terror, thriller de vingança e romance adolescente em um conto inesquecível e um tanto quanto perturbador”. Já os filmes e o livro de terror em que se baseiam, do sueco John Ajvide Lindqvist, acompanham um pré-adolescente que, atormentado por seus colegas de classe, encontra conforto na amizade com a garotinha estranha que acaba de se mudar para seu prédio. O detalhe é que a menina é uma vampira muito velha, embora aparente ter a mesma idade que ele, e sua chegada coincide com uma série de assassinatos sangrentos, que começaram a abalar a população local.
Personal Shopper: Filme de fantasmas com Kristen Stewart ganha novo trailer
A IFC Films divulgou o trailer americano de “Personal Shopper”, produção que marca o reencontro da atriz Kristen Stewart com o diretor francês Olivier Assayas, após a bem-sucedida parceria em “Acima das Nuvens”. A primeira parceria rendeu à americana o César (o Oscar francês) de Melhor Atriz Coadjuvante do cinema francês em 2015. A segunda deu ao cineasta o troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes deste ano. A prévia revela o lado místico da trama, ao trazer Kristen explicando para Lars Eidinger (também de “Acima das Nuvens”) que pretende ficar em Paris até ser contatada por seu irmão gêmeo recém-falecido, respeitando um acordo mediúnico que ambos fizeram a respeito de quem morresse primeiro. Logo em seguida, ela aparece aterrorizada, encontrando sinais de fantasmas. O elenco internacional também inclui a austríaca Nora von Waldstätten (mais uma integrante de “Acima das Nuvens”), a francesa Sigrid Bouaziz (série “The Tunnel”) e o norueguês Anders Danielsen Lie (“Oslo, 31 de Agosto”). O filme ainda será exibido nos festivais de Nova York e Londres, antes de estrear comercialmente na França em dezembro. O lançamento americano está previsto apenas para março e ainda não há previsão para sua chegada ao Brasil.
Criador de The Walking Dead processa o canal pago AMC em US$ 280 milhões
Fazer sucesso tem seu preço. Para o cineasta Fank Darabont, o preço é US$ 280 milhões. É isto que ele pede de indenização, num processo que está movendo contra o canal pago americano AMC por lucros cessantes, fraude e quebra de contrato, informou o site The Hollywood Reporter. Darabont foi quem criou a série “The Walking Dead”. Ele convenceu o autor de quadrinhos Robert Kirkman a lhe permitir que adaptasse seus gibis de zumbis e enfrentou a resistência de diversos executivos da TV, que não viam potencial no material, até emplacar o piloto no AMC, cujo maior sucesso da época, “Mad Men”, costumava ser visto por cerca de 2 milhões de telespectadores. Dedicando-se ao trabalho, ele escreveu, dirigiu e produziu o piloto. Fez mais, escreveu outros dois episódios e cuidou de cada detalhe da 1ª temporada, além de ter comandado todo o começo da 2ª, que seu perfeccionismo exigiu que fosse reescrita até durante as gravações. Vendo que a série tinha três vezes mais público que a incensada “Mad Men” e dava cinco vezes mais trabalho para ser produzida, Darabont se tornou um “chato”, passando a exigir melhores condições de filmagens, com maior orçamento para a produção. Acabou batendo de frente com o presidente da AMC, que, ao contrário da vontade do diretor, queria diminuir o orçamento para compensar, com “The Walking Dead”, o prejuízo de outras séries “de maior prestígio”. A discussão acabou rendendo a sua demissão. Agora, o homem que viu o potencial, levou a série para o canal, escreveu o roteiro, dirigiu e produziu seu lançamento exige ser recompensado pela atração, que já bateu o recorde de maior audiência da TV paga em todos os tempos. De acordo com o Hollywood Reporter, Darabont alega que o AMC não está lhe repassando direitos referentes ao licenciamento da série para outros canais, inclusive emissoras afiliadas, que ele plateia por conta de uma cláusula de seu contrato original. O site também apurou que o processo deverá trazer à luz as verdadeiras circunstâncias que levaram ao seu afastamento da série. O produtor alega que foi prejudicado financeiramente, por ter trabalhado no desenvolvimento de toda a 2ª temporada e só receber até a data de sua demissão. Mas enquanto ele garante ter trabalhado em todos os episódios, a emissora sustente que ele precisaria ter estado presente até o fim das gravações. Há, inclusive, a questão dos direitos que Darabont poderia requisitar sobre “Fear the Walking Dead”, série derivada que só se tornou possível devido ao sucesso de seu projeto. Enquanto isso, “The Walking Dead” retorna com sua 7ª temporada em 23 de outubro, com exibição simultânea no Brasil pela Fox.












