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  • Série

    Série baseada no terror O Nevoeiro, de Stephen King, ganha fotos e novo trailer

    5 de junho de 2017 /

    O canal pago americano Spike (que em 2018 vai virar Paramount) divulgou 32 fotos e um novo trailer de “The Mist”, série baseada no terror “O Nevoeiro”, de Stephen King. Diferente da primeira prévia, o novo vídeo apresenta cenas de diferentes partes da narrativa, desde os abrigos improvisado (desta vez, num shopping e numa igreja) até a tentativa de fuga pela névoa espessa. Na trama original, um grupo de pessoas se abrigava num supermercado após um nevoeiro sinistro baixar em sua cidade, simultaneamente a uma invasão de monstros de outra dimensão, que a névoa escondia de forma mortal. O livro já foi adaptado num excelente filme de terror, “O Nevoeiro” (2007), escrito e dirigido por Frank Darabont, que logo depois criou o fenômeno “The Walking Dead” com alguns atores do próprio longa. Darabont não participa da nova adaptação, que foi criada por Christian Torpe, responsável pela série dinamarquesa “Rita”, atualmente em sua 4ª temporada. A versão televisiva destaca em seu elenco Alyssa Sutherland (série “Vikings”), Frances Conroy (série “American Horror Story”), Isiah Wheitlock Jr. (série “The Wire”), Darren Pettie (série “Madam Secretary”) e Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”). A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 22 de junho nos EUA.

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  • Série

    Preacher ganha novo trailer e vídeo de bastidores da 2ª temporada

    3 de junho de 2017 /

    A Sony e o canal pago AMC divulgaram um novo trailer e um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “Preacher”. As prévias mostram os protagonistas na estrada, perseguidos pelo assassino denominado apenas como o Cowboy – embora nos quadrinhos seja chamado de Santo dos Assassinos. Não faltam situações bizarras, bem ao gosto dos co-autores da série, Evan Goldberg e Seth Rogen (ambos de “A Entrevista”), que também dirigem o primeiro episódio do novo ano. A série gira em torno do pastor Jesse Cutler (Dominic Cooper), que, após ser atingido por uma entidade sobrenatural, adquire o poder da Palavra de Deus, que é a capacidade de ser obedecido por todos. Isto também o torna alvo de burocratas vingativos do Céu. Em busca de respostas, Jesse se junta ao vampiro bebum Cassidy (Joseph Gilgun) e a sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e parte em busca de Deus, rumo ao interior dos EUA, enquanto são caçados, sem saber, pelo cowboy (Graham McTavish) contratado por seres celestes. A nova temporada vai começar deste ponto, que é exatamente como inicia a trama original dos quadrinhos da Vertigo (subdivisão adulta da DC Comics). Ou seja, toda a 1ª temporada pode ser considerada um longo prólogo para a obra de Garth Ennis e Steve Dillon. Com 13 episódios, a 2ª temporada vai estrear em 19 de junho nos EUA.

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  • Filme

    Vilã de The Originals será a heroína Miragem nos Novos Mutantes

    3 de junho de 2017 /

    Uma atriz pouco conhecida terá o papel principal no filme dos Novos Mutantes. A novata Blu Hunt, que vive a encarnação humana de The Hollow, a entidade sobrenatural que ataca os protagonistas da atual temporada de “The Originals”, foi escalada para viver Danielle Moonstar, também conhecida como a heroína Miragem (Mirage) nos quadrinhos da Marvel. Ela vai se juntar a Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik), Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil (Cannoball) e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar (Sunspot). Segundo o site The Hollywood Reporter, Miragem completa o grupo de heróis adolescentes que formam os Novos Mutantes na trama. E foi a que deu mais trabalho, dentre os cinco personagens, para ter sua intérprete definida. Isto porque o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) insistiu em ser racialmente correto em sua escalação. Assim como escolheu um ator brasileiro para interpretar o herói brasileiro do grupo, ele queria uma atriz nativo-americana como Miragem. Vários testes foram feitos com atrizes de descendência indígena, antes do diretor se definir por Blu Hunt. Seu papel na série “The Originals” acabou ajudando na decisão, uma vez que ela aparece com trajes nativo-americanos num episódio, mostrando-se convincente. Miragem foi criada pelo escritor Chris Claremont e o artista Bob McLeod em 1982, na graphic novel que introduziu os Novos Mutantes. Mais que isso, sua história foi o próprio centro narrativo por trás da criação dos Novos Mutantes, pois demonstrou a importância de ensinar jovens superdotados a dominar seus poderes, dando a Xavier um novo objetivo e uma nova turma de estudantes, após os X-Men se tornarem adultos. Nos quadrinhos, Danielle Moonstar nasceu e foi criada numa reserva indígena, mas ao começar a ter pesadelos frequentes, seu avô xamã descobriu suas habilidades e contatou o Professor Xavier para treiná-la. A jovem foi para a Escola de Xavier à contragosto, mas logo dominou a capacidade de projetar os maiores medos das pessoas, por meio de poderosas ilusões telepáticas. A participação do Professor X no filme tem sido confirmada e desmentida desde que o projeto entrou em desenvolvimento. A agenda do ator James McAvoy pode ter determinado a decisão do roteiro. De todo modo, um dos pesadelos recorrentes de Danielle envolvia um Urso gigante sobrenatural, que teria matado seus pais. E essa criatura deve ser o vilão central do filme, segundo um storyboard supostamente vazado pela equipe da produção. A personagem também tem uma conexão com Asgard, curiosamente graças a outro de seus poderes: empatia animal. Num arco dos Novos Mutantes, ela acaba criando um vínculo com um cavalo alado das valquírias, chamado Ventania, que Odin permite que ela leve para a Terra. Para arrematar, ela também é a líder dos Novos Mutantes. A Fox ainda não divulgou sinopse do filme, portanto não se sabe o quanto da história dos personagens será realmente aproveitado. O roteiro foi escrito pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, que trabalhou com o diretor Josh Boone no sucesso adolescente “A Culpa É das Estrelas” (2014). A previsão de estreia é para abril de 2018.

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  • Filme

    Ator brasileiro de 13 Reasons Why é confirmado como Mancha Solar em Novos Mutantes

    1 de junho de 2017 /

    O primeiro super-herói brasileiro da Marvel será interpretado por um ator brasileiro nos cinemas. Confirmando rumores, Henry Zaga, que integra o elenco da série “13 Reasons Why”, vai viver Mancha Solar (Sunspot) no filme dos “Os Novos Mutantes”. Henry Zaga é nome artístico de Henrique Gonzaga. O ator brasiliense de 25 anos é filho do ministro Admar Gonzaga, do TSE, e começou a se destacar na TV americana como um dos vilões adolescentes da 5ª temporada de “Teen Wolf”, em 2015. No fenômeno da Netflix “13 Reasons Why”, ele interpreta o namorado de Tony (Christian Navarro). Criado por Chris Claremont em 1982, Mancha Solar é o alter ego do jovem herdeiro milionário Roberto da Costa, que tem o poder de canalizar e usar a energia solar. O personagem já tinha aparecido no cinema antes, vivido pelo mexicano Adan Canto (série “Designated Survivor”) numa pequena participação em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). Além de Henry Zaga, duas atrizes já estão confirmados no elenco de “Os Novos Mutantes”: Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane) e Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik). Mas boatos também apontam que Charlie Heaton (série “Stranger Things”) e Rosario Dawson (série “Punhos de Aço”) podem se juntar a elas, respectivamente como Míssil (Cannoball) e a Dra. Cecilia Reyes, uma mutante introduzida numa fase, revista e grupo completamente diferente dos demais integrantes até agora mencionados. “Os Novos Mutantes” será dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e tem estreia prevista para abril de 2018.

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  • Série

    Atriz de Teen Wolf vai estrelar duas séries de terror

    1 de junho de 2017 /

    A atriz Holland Roden, intérprete de Lydia Martin na série “Teen Wolf”, já definiu seus próximos projetos. Ela vai participar de duas séries de terror, estrelando a 3ª temporada de “Channel Zero”, no canal pago SyFy, e a primeira série de terror da plataforma de streaming da Amazon. Intitulada “Lore”, a atração é baseada num podcast que relata histórias paranormais supostamente reais e, assim como “Channel Zero”, terá formato de antologia. Em “Lore”, Roden interpretará Bridget Cleary, uma mulher casada que vive na Irlanda no final do século 19. Ela é uma costureira e comerciante de ovos, que graças às invenções da máquina de costura e do vagão frigorífico começa a ganhar mais dinheiro que o marido. Mas seu sucesso também a torna mais atrevida, o que leva seu marido a acreditar que ela não é a verdadeira Bridget Cleary, mas uma criatura metamorfa maligna que tomou seu lugar. Em “Channel Zero”, ela viverá Zoe Woods, uma jovem forte e dura, cujas lutas com doenças mentais a desgastaram ao longo dos anos. Ela odeia que sua irmã mais nova precise cuidar dela e daria qualquer coisa para voltar à maneira como as coisas costumavam ser. O aspecto sobrenatural da trama não foi revelado, mas a série é baseada em contos de terror da internet, conhecidos como “creepypasta” Antes disso, a atriz ainda será vista nos últimos episódios de “Teen Wolf”. Atualmente em hiato, a série da MTV não tem data para retomar a exibição de sua 6ª e derradeira temporada. Por coincidência, nem “Lore” nem a 3ª temporada de “Channel Zero” tampouco têm previsão de estreia.

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  • Série

    Diretor de Corra! e criadora de Underground desenvolvem série de terror na HBO

    30 de maio de 2017 /

    O diretor Jordan Peele, responsável por “Corra!”, terror de maior bilheteria dos Estados Unidos, vai produzir uma nova série de terror para a HBO em parceria com Misha Green, criadora da série “Underground”. Intitulada “Lovecraft Country”, a série foi aprovada pelo canal pago americano apenas pelos nomes dos envolvidos, sem precisar passar pelo estágio do piloto. Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (sem tradução para o português), a trama se passa nos anos 1950 e gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que lutou na 2ª Guerra Mundial. Quando seu pai desaparece, ele se junta a sua amiga Letitia e seu tio George para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos da década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso. Peele é o principal responsável pelo projeto. Foi ele quem descobriu o livro e imaginou sua adaptação, buscou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green a escrever os roteiros. “Quando eu li ‘Lovecraft Country’ pela primeira vez, vi que ele tinha potencial para ser diferente de tudo na televisão”, disse Misha, em comunicado. Jordan, J.J., Bad Robot, Warner Bros. e HBO estão todos no ramo de empurrar os limites quando se trata de narrativa e eu estou mito empolgada para trabalhar com eles nesse projeto”. Ainda não há previsão para a estreia da série, que, segundo o site Deadline, teria formato de antologia, contando uma história de terror diferente por temporada, sempre com uma perspectiva afro-americana.

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  • Série

    2ª temporada de Preacher ganha novas fotos e artes

    28 de maio de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou as fotos e artes da 2ª temporada de “Preacher”, que destacam os protagonistas: o pastor Jesse Cutler (Dominic Cooper), sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga), o vampiro bêbado Cassidy (Joseph Gilgun), além do antagonista, denominado apenas como o Cowboy (Graham McTavish) – embora nos quadrinhos seja chamado de Santo dos Assassinos. A série gira em torno do pastor Jesse Cutler, que, após ser atingido por uma entidade sobrenatural, adquire o poder da Palavra de Deus, que é a capacidade de ser obedecido por todos. Isto também o torna alvo de burocratas violentos do Céu. Em busca de respostas, Jesse se junta ao vampiro Cassidy e a sua ex-namorada Tulip e parte em busca de Deus, rumo ao interior dos EUA, enquanto são caçados, sem saber, pelo cowboy contratado pelos seres celestes. A nova temporada vai começar com o trio finalmente pegando a estrada, que é como inicia a trama original dos quadrinhos da Vertigo (subdivisão adulta da DC Comics). Ou seja, toda a 1ª temporada pode ser considerada um longo prólogo para a obra de Garth Ennis e Steve Dillon. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). Com 13 episódios, a 2ª temporada vai estrear em 19 de junho nos EUA.

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  • Série

    Ryan Murphy compartilha foto de Billie Lourd na 7ª temporada de American Horror Story

    27 de maio de 2017 /

    O produtor Ryan Murphy publicou em seu Instagram uma foto para promover a 7ª temporada de “American Horror Story”, que traz a atriz Billie Lourd. Será a estreia da filha de Carrie Fisher na atração, mas os dois já trabalharam juntos na série “Scream Queens”, que também era produzida por Murphy e foi cancelada após duas temporadas. Na legenda, Murphy diz que mal pode esperar “para que todos vejam o que a incrível Billie Lourd faz nesta temporada de AHS”. Veja abaixo. Apesar do que diz o produtor, será preciso esperar muito, sim. Os novos episódios só começarão a ser exibidos em setembro nos EUA, no canal pago FX. Winter is coming. Can't wait for everybody to see what the incredible Billie Lourd does this season on AHS. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em Mai 24, 2017 às 10:42 PDT

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  • Filme

    Brasileiro de 13 Reasons Why negocia viver Mancha Solar no filme dos Novos Mutantes

    26 de maio de 2017 /

    O ator brasileiro Henry Zaga, que integra o elenco da série “13 Reasons Why”, está negociando viver o herói Mancha Solar (Sunspot) no filme dos “Os Novos Mutantes”. Segundo a revista Entertainment Weekly, o anúncio de sua contratação deve acontecer em breve. Henry Zaga é nome artístico de Henrique Gonzaga. O ator brasiliense de 25 anos é filho do ministro Admar Gonzaga, do TSE, e começou a se destacar na TV americana como um dos vilões adolescentes da 5ª temporada de “Teen Wolf”, em 2015. No fenômeno da Netflix “13 Reasons Why”, ele interpreta o namorado de Tony (Christian Navarro). Criado por Chris Claremont, em 1982, Mancha Solar foi o primeiro super-herói brasileiro da Marvel. Alter ego do jovem herdeiro milionário Roberto da Costa, ele tem o poder de canalizar e usar a energia solar. Até o momento, apenas dois atores estão confirmados no elenco da produção: Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane) e Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik). Mas boatos também apontam que Rosario Dawson pode se somar a eles. A atriz já faz parte do universo Marvel, interpretando a enfermeira Claire Temple nas séries disponibilizadas pela Netflix. Caso o rumor se confirme, ela seria promovida a médica. O papel a que está sendo relacionada é o da Dra. Cecilia Reyes, uma mutante introduzida numa fase, revista e grupo completamente diferente dos demais integrantes até agora mencionados. A médica porto-riquenha surgiu apenas em 1997 e se tornou integrante dos X-Men. “Os Novos Mutantes” será dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e tem estreia prevista para abril de 2018.

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  • Filme

    Novos Mutantes será filme de terror

    25 de maio de 2017 /

    O filme dos “Os Novos Mutantes”, novo grupo de super-heróis do universo dos X-Men, será uma trama de terror. A afirmação foi feita pelo diretor responsável pela adaptação, Josh Boone. “Não haverá uniformess. Não haverá supervilões. Nós estamos tentando fazer algo muito muito diferente. Estamos fazendo um filme de horror dentro do universo X-Men”, ele disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. No ano passado, um storyboard do filme revelou que a trama adaptaria o arco do Urso Místico, uma criatura de pesadelos. O filme foi escrito por Boone e seus parceiros no filme “A Culpa É das Estrelas”, os roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber, e por enquanto tem apenas duas atrizes confirmadas em seu elenco: Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane) e Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik). Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o primeiro spin-off dos X-Men, abrindo caminho para a proliferação de inúmeras publicações e personagens mutantes, que o estúdio Fox agora está transformando em franquias. A ideia por trás do projeto original era voltar a mostrar mutantes adolescentes, já que àquela altura os X-Men não eram mais estudantes do Instituto Xavier. Na hora de definir quem seriam os novos personagens, o roteirista Chris Claremont ainda arriscou criar uma equipe mais diversa que a de Stan Lee, combinando diversas etnias: um americano caipira (Míssil), uma refugiada vietnamita (Karma), uma índia cheyenne (Miragem), uma escocesa lobisomem (Lupina) e até um herdeiro milionário brasileiro (Mancha Solar)! A primeira formação passou por várias reformulações, ganhando, entre outros, os reforços da irmã russa de Colossus (Magia), uma americana explosiva (Dinamite), um mexicano (Rictor), uma morlock (Skids), um alienígena (Warlock), outro nativo-americano (Apache), outra brasileira (Magma) – ou melhor, uma jovem criada numa cidade perdida da Amazônia – e um personagem capaz de ler qualquer código, que é mais lembrado por sua morte traumática (Cifra). O filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” chegou a mostrar dois Novos Mutantes, que apareceram lutando ao lado dos X-Men do futuro: Apache (vivido por Booboo Stewart) e o brasileiro Mancha Solar (Adan Canto), além de Blink (Fan Bingbing), que tem uma ligação com o grupo. Blink e Apache também aparecerão na vindoura série “The Gifted”, da Fox. A estreia está marcada para abril de 2018.

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  • Filme

    Sofia Coppola conquista Cannes com western gótico sobre empoderamento feminino

    24 de maio de 2017 /

    O novo filme de Sofia Coppola, “O Estranho que Nós Amamos” (The Beguiled), foi o primeiro a entusiasmar crítica e público no Festival de Cannes. Remake de um western dirigido por Don Siegel e estrelado por Clint Eastwood em 1971, com mais suspense e até terror que o original, o longa subverte as expectativas por mudar o ponto de vista, contando a história pela perspectiva das mulheres da trama. Na entrevista coletiva do festival, a diretora disse que descobriu o filme por indicação da amiga e designer de produção Anne Ross. “O filme ficou na minha cabeça. O original é sob o ponto de vista do homem. Achei que podia contar a história sob o ponto de vista das mulheres”, explicou. Sofia nunca tinha feito um remake, por isso foi buscar mais informações na fonte original, o livro de 1966, escrito por Thomas Cullinan. Ela tampouco tinha realizado um thriller com clima gótico, filmado à luz de velas – a fotografia de Philippe Le Sourd é deslumbrante. Mas o que chama mais atenção é o elenco estelar da produção, liderado por Nicole Kidman (“Lion”), como a diretora de um internato para moças no Sul rural dos Estados Unidos durante a Guerra Civil do século 19. Neste local, Kirsten Dunst (“As Duas Faces de Janeiro”) vive uma professora, enquanto Elle Fanning (“Demônio de Neon”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) são estudantes. Este universo feminino é invadido pela chegada de um soldado do exército da União ferido, interpretado por Colin Farrell (“O Lagosta”), que as mulheres decidem abrigar e tratar. Mas, cercado de beleza, ele logo começa a abusar da hospitalidade daqueles mulheres, que estão sozinhas, mas não desamparadas. “Toda vez que um grupo de mulheres é isolado do mundo exterior, uma nova dinâmica se estabelece entre elas. O que fiz foi me afastar da memória do filme de Don Siegel e pensar em como eu poderia contar aquela história de novo, sob um ponto de vista diferente”, contou a cineasta. Há um cuidado em evitar transformar o homem em vítima de mulheres vingativas. Ele é claramente um predador, invadindo um ninho. “Para mim, ele chega e arruína tudo. Nós estávamos bem só nós mesmas, apenas não podíamos ter filhos”, apontou Nicole Kidman. Vale lembrar que as mulheres do filme estão numa escola não para aprenderem uma profissão, mas sendo educadas para atrair bons maridos. Entretanto, a guerra levou os homens embora. O único que aparece faz parte do exército inimigo. O instinto feminino natural é ajudá-lo. Mas se ele mostrar sua verdadeira face, as mulheres ainda serão maioria. As mulheres já são maioria em muitas áreas, mas curiosamente não no cinema. Kidman aproveitou a discussão sobre empoderamento feminino para reclamar da pouca quantidade de diretoras contratadas pela indústria ou selecionadas para festivais. Neste ano, entre as duas dezenas de filmes na mostra competitiva de Cannes, apenas três são assinados por mulheres. “Temos de apoiar as cineastas. Muita gente diz que as coisas estão diferentes, mas não é o que mostram as estatísticas”, disse ela. “Apenas 2% dos filmes lançados no ano passado foram dirigido por mulheres. É uma estatística que diz tudo, e acho que é importante que continuemos repetindo”, acrescentou. “Para nossa sorte, temos Sofia e Jane aqui neste ano”, referindo-se também à australiana Jane Campion, que dirige Kidman na continuação da minissérie “Top of the Lake”, exibida fora de competição em Cannes. “Nós, mulheres, precisamos dar apoio a outras realizadoras mulheres”, concluiu. Esta não foi a única discussão levantada durante a entrevista coletiva de “O Estranho que Nós Amamos”. Sofia também defendeu que filmes devem ser vistos em salas de cinema, entrando na polêmica da participação de produções da Netflix no festival. “Fiquei feliz por filmar em película de 35mm, pensando em enquadramentos e fotografia para uma tela grande. Espero que as pessoas assistam ao filme em uma sala de cinema. É uma atmosfera totalmente diferente, uma experiência única em nossas vidas modernas”, ela declarou. Colin Farrell, único homem do elenco, não conseguiu se conter, emendando: “Já viram o vídeo na internet no qual David Lynch fala sobre assistir a filmes em celulares? É um lindo poema de 45 segundos. E diz: ‘Você acha que está vendo um filme de verdade numa p…a de telefone?’. Chequem no YouTube. É realmente lindo!”, provocou o ator. Nunca é demais lembrar a Farrell e aos leitores que David Lynch também está no Festival de Cannes. Ele foi acompanhar a projeção de seu novo trabalho, o revival da série “Twin Peaks”, que não será lançado nos cinemas, mas já está disponível no Brasil pela Netflix, para ser visto “numa p… de telefone”.

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  • Filme

    Nicole Kidman vive terror entre vaias e aplausos no Festival de Cannes

    23 de maio de 2017 /

    O cineasta Yorgos Lanthimos exigiu um verdadeiro sacrifício grego do público no Festival de Cannes. Brutal, “The Killing of a Sacred Deer” fez pessoas abandonarem a sala de projeção, tamanha aflição causada por seu suspense. Mas a vingança não tardou, ouvida nas sonoras vaias que acompanharam a exibição dos créditos finais. A crítica, porém, elogiou o tom fúnebre do horror e a ousadia com que a trama se descortina. O novo filme do diretor grego, que venceu o Prêmio do Júri do festival em 2015 com “O Lagosta”, gira em torno de uma família rica e feliz, formado por Colin Farrell. Nicole Kidman (ambos também presentes em outro filme da competição: “O Estranho que Nós Amamos”, de Sofia Coppola) e seus dois filhos. O personagem de Farrell fez fortuna como um cirurgião carismático e não estranha quando é procurado por um adolescente (Barry Keoghan, que está em “Dunkirk”, de Christopher Nolan), filho de um paciente que morreu sob os seus cuidados. O rapaz parece idolatrá-lo. Mas o que começa como uma relação amistosa vai, aos poucos, revelando-se uma obsessão. O adolescente passa a exigir cada vez mais atenção do seu novo “amigo”. E quando um dos filhos do médico fica gravemente doente, ele anuncia: “Você tirou uma vida da minha família, eu vou tirar uma da sua”. O impacto é de filme de terror, mas a origem das vinganças sangrentas preconizados pela trama vem mesmo dos clássicos gregos. E embora o público perceba tudo como uma grande tragédia, o diretor insiste que se trata de uma comédia. De humor negro e perturbador, mas ainda assim uma comédia. “Eu disse aos meus atores que o projeto era uma comédia, e acredito nisso”, Lanthimos revelou, durante o encontro com a imprensa. “Nunca tratei de temas pesados com seriedade”, explicou, revelando que o filme se torna “brutal por acumulação de elementos, não em suas partes menores”. Como comédia, porém, “The Killing of a Sacred Deer” é muito sem graça. Os risos são apenas nervosos. E o que acontece… “Meus filhos não vão ver esse filme”, sintetizou Nicole Kidman, após a exibição.

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  • Filme

    Diretora de Bessie e produtor de Corra! preparam terror com negras lésbicas

    21 de maio de 2017 /

    Um encontro casual entre a roteirista e diretora Dee Rees (“Bessie”) e o produtor Jason Blum vai render um novo terror racial, que pretende seguir as pegadas de “Corra!” Assim como “Corra!”, produzido por Blum, o filme vai se passar numa assustadora cidade rural dos EUA. Mas o detalhe, segundo o jornal The New York Times, é que a trama será estrelada por um casal de negras lésbicas e tem ligação com a própria vida da diretora. Dee Rees aproveitou um debate patrocinado pelo Instituto Sundance, do qual Blum participou, para fazer seu pitch. “Eu e minha esposa, duas mulheres negras lésbicas, quando nos mudamos, brigávamos por qualquer coisinha: ‘por que isto está aqui? Você mexeu nisso?’ Talvez tenha sido um fantasma ou outra força, como se não quisessem que estivéssemos lá ou pudéssemos nos encaixar”, disse Rees, segundo relato do jornal. Ao que Blum pulou: “Estou dentro!” A produção ainda sem título, está em fase da escrita do roteiro e não possui data prevista para chegar aos cinemas. Vale lembrar que Dee Rees estreou nos cinemas em 2011 com o drama “Pariah”, que antecipou muitos dos temas de “Moonlight”, drama vencedor do Oscar 2016. Desde então, dirigiu “Bessie”, sobre a vida da cantora de blues Bessie Smith para a HBO, a minissérie “When We Rise”, sobre a história do movimento pelos direitos LGBTQ, e lançou seu segundo longa, “Mudbound”, sob elogios da crítica no Festival de Sundance deste ano. Fala-se que o filme, sobre racismo após a 2ª Guerra Mundial, tem chances de Oscar.

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