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  • Filme

    Novo filme de Guillermo del Toro vence o Festival de Veneza 2017

    9 de setembro de 2017 /

    O novo filme de Guillermo del Toro, “A Forma da Água” (The Shape of Water), foi o vencedor do Leão de Ouro do Festival de Veneza 2017. Combinação de fábula, romance e terror, o filme conta a história de uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura aquática aprisionada em um laboratório secreto do governo americano. “Quero dedicar esse prêmio a todos os diretores americanos e latino-americanos que desejam fazer filmes que mexam com nossa imaginação”, disse Del Toro ao receber o troféu. “Eu acredito em vida, amor e cinema. E nesse momento da minha vida eu me sinto cheio de vida, amor e de cinema”. Criador da série “The Strain” e especializado em filmes de terror e fantasia (como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “A Colina Escarlate”), Del Toro é o terceiro cineasta mexicano a lançar uma produção bem recebida em Veneza nos últimos anos. Embora Alfonso Cuarón (“Gravidade”, 2013) e Alejandro Iñárritu (“Birdman”, 2015) não tenham vencido o Leão de Ouro, eles saíram do festival italiano embalados por críticas positivas e acabaram vencendo o Oscar com seus filmes. O Grande Prêmio do Júri, considerado o 2º lugar da premiação, foi para “Foxtrot”, do israelense Samuel Maoz. O cineasta tinha vencido o Leão de Ouro de 2009 com sua estreia, o drama de guerra “Lebanon”. Em sua nova obra, ele descreve três momentos da família de um bem-sucedido arquiteto de Tel Aviv a partir do instante em que recebe a notícia da morte do filho mais velho, um soldado do Exército. O Prêmio do Júri, equivalente ao 3º lugar, ficou com “Sweet Country”, de Warwick Thorton, um western ambientado no outback australiano dos anos 1920. Thornton tinha vencido a Câmera de Ouro em Cannes com sua estreia, “Sansão e Dalila” (2009), e é o único cineasta aborígene consagrado pela crítica internacional. O Leão de Prata de Melhor Direção foi para o francês Xavier Legrand, pelo drama “Custody” (Jusqu’à la Garde), sobre um marido com fama de violento que consegue o direito de passar os fins de semana com o filho mais novo. É o primeiro longa dirigido por Legrand, que também venceu o Leão do Futuro, dado à melhor obra estreante do festival. O jovem cineasta entrou no cinema ainda criança, como ator no clássico “Adeus, Meninos” (1987), de Louis Malle, mas já tem uma indicação ao Oscar no currículo, por seu curta “Avant que de Tout Perdre” (2013). A Copa Volpi de Melhor Atriz foi para Charlotte Rampling, por sua interpretação em “Hannah”, da italiana Andrea Pallaoro (“Medeas”). A veterana estrela inglesa, que estreou no filme dos Beatles “Os Reis do Ié-Ié-Ié” (1964) e foi sex symbol dos anos 1970, experimenta um renascimento da carreira na Terceira Idade, após vencer o Urso de Prata do Festival de Berlim por seu filme anterior, “45 Anos” (2015), pelo qual também concorreu ao Oscar. Em “Hannah”, ela vive a personagem-título, uma mulher septuagenária em crise de identidade, provocada por uma revelação relacionada ao marido. Já a Copa Volpi de Melhor Ator foi para Kamel El Basha, pelo drama libanês “The Insult”, de Ziad Doueiri (ex-assistente de câmera de Tarantino), sobre uma briga judicial entre um mecânico cristão e um empreiteiro palestino de origem muçulmana, em Beirute. O prêmio de Melhor Roteiro ficou com “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”. Ainda mais sombria que “Na Mira do Chefe” (2008) e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), a terceira comédia de humor negro do inglês Martin McDonagh acompanha uma mãe (Frances McDormand) de uma pequena cidade do Missouri, inconformada com a incompetência da polícia após o estupro da filha, e foi um dos filmes mais comentados do festival. O troféu Marcello Mastroianni de melhor ator ou atriz revelação foi para o americano Charlie Plummer, por sua performance no drama “Lean on Pete”, dirigido por Andrew Haigh (de “45 Anos”), no qual interpreta um adolescente de 15 anos que arranja um emprego como assistente de um treinador fracassado de cavalos de corrida. O rapaz foi um dos finalistas ao papel do novo Homem-Aranha, está atualmente em cartaz no Brasil em “O Jantar” e poderá ser visto no fim do ano no novo longa de Ridley Scott, “All the Money in the World”. O júri da competição oficial deste ano foi presidido pela atriz americana Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) e formado pelo diretor americano Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), a atriz inglesa Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), a cineasta húngara Ildiko Enyedi (“On Body and Soul”), o diretor mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”), a atriz francesa Anna Mouglalis (“Coco Chanel & Igor Stravinsky”), o crítico inglês David Stratton, a atriz italiana Jasmine Trinca (“Saint Laurent”) e o cineasta taiwanês Yonfan (“Príncipe das Lágrimas”). Além da competição oficial, também foram divulgados os trabalhos premiados nas mostras paralelas. O principal destaque coube ao vencedor da seção Horizontes: “Nico, 1988”, da italiana Susanne Nicchiarelli (“Cosmonauta”), sobre os últimos anos de vida da ex-modelo e cantora alemã Nico, ex-vocalista da banda Velvet Underground. Outro filme que chamou atenção foi o argentino “Hunting Season” (Temporada de Caza), primeiro longa de Natalia Garagiola, vencedor da seção Semana da Crítica, cujo prêmio é conferido pelo público. Confira abaixo a lista dos premiados. Vencedores do Festival de Veneza 2017 Mostra Competitiva Melhor Filme: “The Shape of Water”, de Guillermo del Toro Grande Prêmio do Júri: “Foxtrot”, de Samuel Maoz Melhor Diretor: Xavier Legrand (“Custody”) Melhor Ator: Kamel El Basha (“The Insult”) Melhor Atriz: Charlotte Rampling (“Hannah”) Melhor Roteiro: “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”, de Martin McDonagh Prêmio Especial do Júri: “Sweet Country”, de Warwick Thorton. Ator/Atriz Revelação: Charlie Plummer (“Lean on Pete”, de Andrew Haigh) Prêmio Leão do Futuro (Diretor Estreante): Xavier Legrand (“Jusqu’à la Garde”) Mostra Horizontes Melhor Filme: “Nico, 1988”, Susanna Nicchiarelli Melhor Direção: Vahid Jalilvand, “No Date, No Signature” Prêmio Especial do Júri: “Caniba”, Verena Paravel and Lucien Castaing-Taylor Melhor Atriz: Lyna Khoudri, “Les bienheureux” Melhor Ator: Navid Mohammadzadeh, “No Date, No Signature” Melhor Roteiro: “Oblivion Verses”, Dominique Wellinski e Rene Ballesteros Melhor curta-metragem: “Gros chagrin”, Céline Devaux Mostra Semana da Crítica Melhor Filme: “Hunting Season”, de Natalia Garagiola Leão do Futuro Prêmio “Luigi De Laurentiis” de Filme de Estreia: “Custody”, de Xavier Legrand Clássicos de Veneza Melhor Documentário sobre Cinema: “The Prince and the Dybbuk”, de Elvira Niewiera e Piotr Rosolowski Melhor Filme Restaurado: “Vá e Veja” (1985), de Elem Klimov Competição de Realidade Virtual Melhor Realidade Virtual: “Arden’s Wake (Expanded)”, de Eugene Y.K. Chung Melhor Experiência de Realidade Virtual: “La Camera Isabbiata”, de Laurie Anderson e Hsin-chien Huang Melhor História de Realidade Virtual: “Bloodless”, de Gina Kim

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  • Série

    The Walking Dead entra em ritmo de autoparódia e lança cartaz photoshopado de Thor: Ragnarok

    9 de setembro de 2017 /

    Para quem acha que “The Walking Dead” não é mais a mesma, a nova “arte” da produção pode servir de demonstração. Pegando a deixa dos besteiróis que parodiam pôsteres de outras atrações, o Twitter oficial da série postou um cartaz de “Thor: Ragnarok”, com o rosto de Michonne (Danai Gurira) photoshopado no lugar de Valquíria (Tessa Thompson). Não, não é uma arte de fã. O texto que acompanha o pôster “explica” a brincadeira, dizendo: “#ThorRagnarok não é a única guerra para se preocupar neste outono. #TheWalkingDead”. Veja o original e o photoshop abaixo. O pôster também troca os títulos das produções e assume a adaptação do arco conhecido como “Guerra Total” nos quadrinhos de Robert Kirkman. A guerra total (“All Out War”, no original) foi publicada ao longo de 11 edições, entre os números 115 e 126 de “The Walking Dead”. Como a nova temporada terá 16 episódios, divididos em duas partes, espera-se que o showrunner Scott M. Gimple opte por condensar a trama na primeira metade e não estender este arco pela temporada inteira. A 8ª temporada de “The Walking Dead” estreia no dia 22 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Sinopse da 8ª temporada de The Walking Dead anuncia Guerra Total

    8 de setembro de 2017 /

    O canal pago americano AMC divulgou a sinopse completa da 8ª temporada de “The Walking Dead”. A descrição segue os quadrinhos de Robert Kirkman até no uso da expressão “Guerra Total”, e promete muito mais ação que os episódios da temporada passada. Só um detalhe: não há, em nenhum dos cinco parágrafos abaixo, uma referência ou o simples uso da palavra “zumbi”. Pois é. Segue o textão: “Na última temporada, Rick Grimes e seu grupo de sobreviventes foram confrontados com seu desafio mais mortal até agora. No conforto de Alexandria, eles baixaram sua guarda, apenas para serem lembrados do quanto o mundo em que vivem pode ser brutal. Sentindo-se impotente diante das regras e exigências de Negan, Rick levou o grupo a se submeter. Mas, já que Negan não é alguém razoável, Rick começou a se unir com outras comunidades afetadas pelos Salvadores. E com o apoio do povo de Hilltop e do Reino, eles finalmente tiveram poder de fogo suficiente para enfrentar os Salvadores. Nesta temporada, Rick leva a ‘Guerra Total’ para Negan e seus aliados. Os Salvadores estão em maior número, mais equipados e são implacáveis, mas Rick e as comunidades unificadas estão lutando pela promessa de um futuro melhor. As linhas de batalha são desenhadas enquanto eles se lançam em uma ofensiva cheia de ação. Até então, a sobrevivência tinha sido o foco de Rick e seu grupo, mas isso não é mais suficiente. Eles precisam lutar agora para recuperar a liberdade para que possam viver e reconstruir sua comunidade. Como em qualquer batalha, haverá perdas e feridos. Mas com Rick liderando as forças de Alexandria, Maggie liderando Hilltop e Ezekiel liderando o Reino, o controle de Negan e dos Salvadores neste mundo pode finalmente chegar ao fim”. A 8ª temporada de “The Walking Dead” estreia no dia 22 de outubro. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Filme

    It – A Coisa explora o medo de forma sinistra, lírica e verdadeiramente assustadora

    7 de setembro de 2017 /

    É inegável que muito do encanto do livro “It: A Coisa” reside na forma como o escritor Stephen King manuseia a percepção de seus personagens em relação aos perigos que podem haver num parque de diversões. São poucos os ambientes que possuem mais interesse cênico: um complexo cujas dimensões evocam um conflito natural entre um certo imaginário sinistro e um lirismo juvenil. O diretor Andy Muschietti (“Mama”) compreende isso nesta segunda adaptação do best-seller de King – a primeira para o cinema. O perturbador em “It: A Coisa” é que nem vemos o tal parque, é como se ele estivesse enterrado sob um pequeno vilarejo e nosso único contato com esse mundo é um palhaço, Pennywise. Esse bufão homicida sobrevive no sistema de esgoto da pequena cidade de Derry, no Maine, e adulto algum parece preocupado. Há uma cegueira coletiva, como se todos os pais, todas as autoridades da cidade, estivessem encantados por esse flautista de Hamelin e restasse apenas as crianças para enfrentar o bicho-papão. A ideia é fascinante, e o livro de King talvez seja sua obra-prima. O conceito é tão forte, que fica difícil estragar tudo numa adaptação para as telas. O problema até ontem em Hollywood se devia em como fazer a transposição, já que o livro é um calhamaço tão grosso quanto a bíblia. Na TV, em 1990, houve uma minissérie com mais de três horas de duração, com Tim Curry como o palhaço vilão. A New Line, que detém os direitos pro cinema, demorou pra achar um formato que rendesse dinheiro. Por fim, encontrou a solução: dividir o filme em duas partes. Essa que estréia nos cinemas é a primeira metade. A atração é de um trem fantasma insano. Se você é um espectador que busca a lógica ou se prende a detalhes, vai odiar o filme logo na primeira cena. A ideia de uma criança agachada numa boca de lobo, conversando com um palhaço em meio a uma chuva torrencial, soa completamente absurda. Para se divertir é preciso entrar na atmosfera lúdica. “It” funciona quase como uma fábula. Ao contrário do livro que se passava nos anos 1950, a ação foi transferida para os anos 1980, o que abre um campo para encher o filme de referências ao cinema da década, com piscadelas para “ET”, “Goonies”, “Curtindo a Vida Adoidado”, “De Volta para o Futuro” e, claro, “Conta Comigo”, outra adaptação acima da média de King. Os cinéfilos que entraram na hype da série “Stranger Things” vão se deliciar com esses encaixes. Mas não é isso que torna o filme interessante. O centro gravitacional está com os atores. Com as crianças muito bem dirigidas e com o jovem Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”), que vive o palhaço. Pennywise foi concebido pelo escritor Stephen King como um cruzamento de Ronald McDonald e Freddie Kruger. E ele não oferece lanchinhos regados a ketchup. Aliás, no filme, o personagem nunca entra em cena sem uma preparação. É meio clichê usar um balão vermelho pra antecipar a presença do perigo, mas isso não compromete. Muschietti tenta ser comedido com a profusão de efeitos visuais. Confia no elemento humano. Bill Skarsgård, por exemplo, usa maquiagem pesada, mas ela é cuidadosamente estudada para marcar determinadas expressões. As sobrancelhas formam um V de vilão e o batom carmesim se estende pela bochecha como chifres do demônio, que dividem os olhos e se estendem pelo rosto, mas elas nunca congelam suas expressões. Descobrimos que Pennywise assombra a pequena Derry há séculos, emergindo periodicamente para aterrorizar e levar novas almas pelo ralo. Embora a lista de crianças mortas seja longa, nenhum adulto move uma palha. A polícia, então, parece mais preocupada em resgatar gatinhos de cima das árvores. Cabe a um grupo de sete pré-adolescentes, o “Clube dos Fracassados”, acabar com o “feitiço” e mandar o palhaço às favas. O grupo é composto por um menino tímido e gago (Jaeden Lieberher, da série “Masters of Sex”), uma menina com má reputação na escola (a ruivinha Sophia Lillis, de “37”), um garoto gordinho (Jeremy Ray Taylor, de “The History of Us”) e até um dos meninos de “Stranger Things” (Finn Wolfhard), entre outros. Eles rastreiam os assassinatos, determinam a origem do problema e a natureza da maldição da cidade. Agir para encurralar Pennywase é mais complicado. O lema é um por todos e todos por um, e embora a garotada tente manter essa estratégia, o maquiavélico Pennywise conhece o labirinto de esgotos o suficiente para separar com facilidade a turminha. Muschietti entende bem as leis do cinema de terror. Sabe que, assim como na comédia, o tempo é tudo no gênero. Se você prender uma cena por muito tempo ou cortar antes da tensão atingir seu pico, o resultado é comprometido. Verdade que nem sempre o diretor obtém esse equilíbrio, mas, quando acerta, é na mosca. Como na cena em que Pennywise surpreende Beverly, a ruivinha, em seu esconderijo. O Palhaço a arranca do chão e ela grita, mas depois respira e diz que não tem medo do que não existe. Ele refuta dizendo que se não existe, como ela pode estar sentindo dor. E então abre uma boca cada vez mais larga, que vai expandindo as fileiras de dentes afiados até gelar a menina de medo, provando que o horror não se ressume a um compartimento. Pode ser imenso e sem fim. Outra sequência que transcende o lugar-comum envolve o simples ralo de uma pia de banheiro. A vítima ouve um ruído bizarro das entranhas do ralo e quando se aproxima para ver, seus próprios cabelos tentam puxá-la para dentro daquele mundo. Enfim, nesses pequenos momentos “It: A Coisa” reafirma o horror como algo mais do que artimanhas e peripécias. Nesses trechos, Muschietti tira do horror a materialidade, fazendo-o abstrato e indeterminado. E é isso que torna um filme verdadeiramente assustador.

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  • Filme

    Quarto filme da franquia Sobrenatural ganha trailer centrado na infância da médium Elise

    6 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer legendado de “Sobrenatural: A Última Chave”, quarto filme da franquia de terror criada por James Wan e Leigh Whannell (mesma dupla responsável por “Jogos Mortais”). A prévia revela uma espécie de história de origem, apesar de o filme anterior ter se apresentado justamente como isso, tendo o título de “Supernatural: A Origem” (2015). Ao atender uma nova vítima de assombração, a trama de “Sobrenatural: A Última Chave” leva a médium Elise Rainier (Lin Shaye) de volta à casa de sua família, onde testemunhou na infância sua primeira atividade paranormal. O vídeo é repleto de flashbacks, que realça a evolução da personagem, enquanto ela enfrenta os terrores do presente. Elise era apenas coadjuvante no filme de 2010, mas virou o elemento constante da franquia, junto com seus dois assistentes, vividos por Angus Sampson e o próprio Leigh Whannell. Além de coestrelar, ele continua como roteirista e produtor, mas, após estrear como diretor em “Supernatural: A Origem”, deixou a direção do novo longa com Adam Robitel (“A Possessão de Deborah Logan”). Por sua vez, o cineasta James Wan só aparece como produtor. O elenco da nova história inclui Kirk Acevedo (séries “Fringe” e “13 Monkeys”), Josh Stewart (série “Shooter”), Bruce Davison (“X-Men”), Spencer Locke (“Resident Evil 4: Recomeço”), Caitlin Gerard (“Magic Mike”), Hana Hayes (série “The Grinder”), Tessa Ferrer (série “Grey’s Anatomy”) e Marcus Henderson (série “Snowfall”). A estreia está marcada para 18 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Três vídeos e novas fotos exploram os conflitos entre os personagens de Fear the Walking Dead

    5 de setembro de 2017 /

    O canal pago AMC divulgou um vídeo de bastidores, uma cena inédita, um comercial legendado e mais três fotos (além das 25 anteriormente divulgadas) da segunda parte da 3ª temporada de “Fear the Walking Dead”. As prévias mostram a divisão política do acampamento em que os protagonistas se abrigaram, que gera conflitos e permite à jovem Alicia finalmente se destacar. Sua intérprete, Alycia Debnam-Carey, é a mais animada no vídeo de bastidores. Além do inevitável confronto com Troy (Daniel Sharman), há também registros do reencontro entre Madison (Kim Dickens) e Victor Strand (Colman Domingo). “Fear the Walking Dead” retorna com a exibição de dois episódios, “Minotaur” e “Diviner”, no domingo (10/9). No Brasil, a série também é exibida pelo AMC.

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  • Filme

    Dupla Explosiva completa três semanas na liderança das bilheterias da América do Norte

    3 de setembro de 2017 /

    “Dupla Explosiva” manteve o 1º lugar pelo terceiro fim de semana consecutivo na América do Norte, surpreendendo seu próprio estúdio, graças à falta de grandes estreias de Hollywood. A ausência de blockbusters resultou na pior arrecadação deste século no feriado do Dia do Trabalho norte-americano. Na verdade, desde 1990 o feriadão não rendia tão pouco para a indústria cinematográfica, segundo levantamento do site Box Office Mojo. A comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds já soma US$ 54,9 milhões no mercado doméstico, um grande resultado para a Lionsgate, que investiu US$ 29 milhões em sua produção. Com um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”) e história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988), o filme foi rejeitado pela crítica (40% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas, desde que entrou em cartaz, seus concorrentes conseguiram ser ainda mais fracos. A maior estreia da semana foi o relançamento do clássico sci-fi “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977). Distribuído em 900 cinemas, fez US$ 1,8 milhões e abriu em 13º lugar. Um desempenho bem melhor que o romance de época “Amor e Tulipas”, segunda maior estreia, que chegou em 765 salas e rendeu US$ 1,2 milhões. O desapontador 23º lugar ainda refletiu críticas extremamente negativas (só 11% de aprovação), que já viraram tendência na coleção de fiascos recentes estrelados por Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”). Para se ter ideia, até o piloto da série “Inhumans”, exibido em 393 telas de IMAX, rendeu mais: US$ 1,5 milhão e um 18º lugar. Ainda sem índice de aprovação, a atração também está rendendo críticas pesadas. Diante deste cenário árido, o Top 5 se manteve quase inalterado, com “Annabelle 2 – A Criação do Mal” inclusive repetindo a mesma arrecadação da semana anterior: US$ 7,3 milhões, em 2º lugar. A maior novidade no ranking foi o crescimento do thriller indie “Terra Selvagem”, que ampliou seu circuito para 2,6 mil telas e pulou para o 3º lugar. Escrito e dirigido por Taylor Sheridan, o filme recebeu o prêmio de Melhor Direção na mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2017, poucos meses após Sheridan ser indicado ao Oscar como Roteirista, por “A Qualquer Custo”. O elenco é liderado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen (ambos de “Vingadores: Era de Ultron”), como um caçador local e uma agente do FBI, que se unem para investigar o assassinato de uma jovem numa reserva indígena. Tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas, infelizmente, só vai chegar ao Brasil daqui a dois meses, em 2 de novembro. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes de maior bilheteria neste fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 54,9 milhões Total Mundo: US$ 54,9 milhões 2. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 88,9 milhões Total Mundo: US$ 253,3 milhões 3. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 18,2 milhões Total Mundo: US$ 18,2 milhões 4. A Bailarina Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 11,3 milhão Total Mundo: US$ 94,4 milhões 5. Roubo em Família Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 21,4 milhões Total Mundo: US$ 24,6 milhões 6. Dunkirk Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 178,7 milhões Total Mundo: US$ 458,7 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 324 milhões Total Mundo: US$ 746,1 milhões 8. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 80,3 milhões Total Mundo: US$ 159,5 milhões 9. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 257,8 milhões Total Mundo: US$ 993,9 milhões 10. 6. Girls Trip Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 111,5 milhões Total Mundo: US$ 125,8 milhões

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  • Annabelle 2
    Filme

    Annabelle 2 é terror tradicional que funciona

    3 de setembro de 2017 /

    Um filme que dialoga com o terror tradicional como “Annabelle 2: A Criação do Mal” (2017) pode passar a impressão de ser uma obra ultrapassada. Mas não deixa de ser admirável como o diretor David F. Sandberg consegue transformar o roteiro banal em algo elegante, em sua construção formal, e que sabe equilibrar a sutileza de mostrar o mal aos poucos, até revelar sua extensão de forma explícita em seu terceiro ato. O primeiro filme sobre Annabelle já havia sido feito para explorar o sucesso da boneca numa trama paralela de “Invocação do Mal” (2013), que deixou muitas pontas soltas. E “Annabelle” (2014), dirigido por John R. Leonetti, provou-se razoável, embora pouco memorável. Com um cineasta melhor, como é o caso de Sandberg, responsável por “Quando as Luzes se Apagam” (2016), vem um filme mais caprichado, pelo menos na condução narrativa. “Annabelle 2” é realmente o filme de origem da boneca, já que o longa anterior foi uma apresentação de fatos que antecederam o filme de Wan. Curiosamente, cada uma das três aparições da boneca acontece em ordem cronológica inversa. O modo como Sandberg e o roteirista Gary Dauberman resolvem contar a história de origem é bem satisfatória, introduzindo inicialmente a família composta por um pai (Anthony LaPaglia, da série “Without a Trace”), uma mãe (Miranda Otto, da série “24: Legacy”) e sua filha (Samara Lee, de “O Último Caçador de Bruxas”). O modo como eles perdem a menina é brutal e funciona como um prólogo muito bom para a verdadeira história que virá a seguir, passando-se 12 anos após o trágico evento. O salto no tempo apresenta novos personagens: um grupo de meninas que serão abrigadas na casa daquela família, que funcionará como orfanato. As que contarão para o espectador são as mais jovens, Linda (Lulu Wilson, de “Ouija: A Origem do Mal”) e Janice (Thalita Bateman, de “A 5ª Onda”). Esta segunda convive com uma sequela da poliomielite e tem dificuldade de locomoção. As duas são muito amigas e sonham em ser adotadas pela mesma família, para que se tornem, oficialmente, irmãs. Há, ainda, a personagem de uma amável freira (Stephanie Sigman, de “007 Contra Spectre”) que cuida das meninas e as demais crianças mais velhas, que já pensam em garotos e namoros, mesmo estando em um ambiente totalmente distante desse tipo de tentação. E o filme prefere não adicionar personagens masculinos, o que acaba por ser uma boa escolha, já que isso dá mais mais força às várias personagens, mesmo à misteriosa Sra. Mullins (Miranda Otto), que vive o tempo todo trancada em um quarto, sem ser vista pelos demais habitantes do novo orfanato. Há um cuidado especial na apresentação da casa, no quanto ela é grande e composta por lugares proibidos, como o quarto dos Mullins e, principalmente, o quarto onde habitava a garotinha morta Bee. O horror propriamente dito já começa no silêncio, ou melhor, no ainda não-dito, mas já previsto pelos espectadores. Aos poucos, pequenos eventos como janelas que se abrem sozinhas ou coisas do tipo vão ajudando a compor a narrativa de horror. As explicações sobre o mal que habita a boneca são rápidas, mas funcionam, embora o mais importante seja o quanto a direção sabe lidar com os ataques que as forças malignas impõem às crianças, aproveitando-se de sua inocência e curiosidade. Há uma opção por evitar sustos fáceis, o que fornece mais dignidade à obra, embora tudo siga as convenções dos filmes de horror – os próprios movimentos da câmera antecipam, em cada cena, quando o que vem a seguir é algo assustador. Em suma, “Annabelle 2” oferece ao público aquilo que ele espera. O espectador até mesmo imagina que, mais cedo ou mais tarde, verá a figura de uma freira maligna, fazendo com o que o filme tenha ligação também com “Invocação do Mal 2” (2016) e o vindouro spin-off sobre a freira, a ser dirigido por Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”). Ou seja, “Annabelle 2” faz parte de um universo compartilhado, como as produções de super-heróis da Marvel. Há até mesmo uma cena pós-créditos. Ao menos, é um universo mais efetivo que o introduzido em “A Múmia”.

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  • Filme

    Trailer de terror com atriz de Fear the Walking Dead revela maldição do Facebook

    3 de setembro de 2017 /

    A Warner britânica divulgou o trailer e o pôster de “Friend Request”, terror sobre o Facebook estrelado pela australiana Alycia Debnam-Carey (série “Fear the Walking Dead”). A prévia mostra como desfazer uma amizade no Facebook desperta uma maldição. Após brigar com uma colega gótica de faculdade, a jovem estudante Laura (Debnam-Carey) decide acabar com a amizade virtual. Mas a garota acaba cometendo suicídio. O choque é logo substituído pela percepção de que sua morte pode ter sido parte de um ritual, pois mensagens ameaçadoras passam a assombrar Laura nas redes sociais. Além de atacar sua reputação, não demora para o terror visar seus amigos, com o objetivo de matar todos que ficarem a seu lado. Tudo para cumprir a maldição de torná-la completamente sozinha. Originalmente chamado de “Unfriend”, o filme é uma produção alemã falada em inglês, com roteiro e direção de Simon Verhoeven, cujo filme posterior (sim, mais recente), “Welcome to Germany”, venceu diversos prêmios como Melhor Filme Alemão de 2016. Ele é filho do diretor Michael Verhoeven (“A Rosa Branca”) e da atriz Senta Berger (“A Cruz de Ferro”). Além de Debnam-Carey, o elenco inclui outros atores conhecidos das séries americanas, como Connor Paolo (série “Revenge”), William Moseley (série “The Royals”), Brit Morgan (série “Supergirl”) e Sean Marquette (série “The Goldbergs”). “Friend Request” foi lançado em janeiro de 2016 na Alemanha, mas só agora está sendo divulgado nos Estados Unidos, onde estreia em 22 de setembro. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Cena inédita de Fear the Walking Dead mostra desavenças entre aliados

    2 de setembro de 2017 /

    O canal pago AMC divulgou uma cena inédita da segunda parte da 3ª temporada de “Fear the Walking Dead”. A prévia mostra como Troy (Daniel Sharman) coloca em risco a aliança com os índios e se torna uma problema para todos. “Fear the Walking Dead” retorna com os oito episódios finais da temporada no próximo domingo (10/9). Os dois primeiros, “Minotaur” e “Diviner”, vão ao ar no mesmo dia. No Brasil, a série também é exibida pelo AMC.

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    Palhaço Twisty vira personagem de quadrinhos em novo vídeo de American Horror Story

    2 de setembro de 2017 /

    O canal pago FX divulgou um novo vídeo de “American Horror Story: Cult”, que mostra o palhaço Twisty, interpretado por John Carroll Lynch na temporada “Freakshow”, como personagem de quadrinhos de terror. O vídeo é o que se chama de “motion comic”, uma história em quadrinhos com movimentos. A 7ª temporada de “American Horror Story” vai juntar em seu elenco Sarah Paulson (“Carol”), Evan Peters (“X-Men: Apocalipse”), Billie Lourd (série “Scream Queens”), Alison Pill (série “The Newsroom”), Colton Haynes (série “Arrow”), Cheyenne Jackson (“American Horror Story: Roanoke”), Billy Eichner (série “Parks and Recreation”), Lena Dunham (série “Girls”), Leslie Grossman (série “The Good Place”) e Emma Roberts (série “Scream Queens”). A estreia está marcada para terça (5/9) nos Estados Unidos e nos primeiros minutos da madrugada seguinte no Brasil, com exibição pelo canal pago FX.

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    Drew Barrymore desenvolve série de terror escrita e dirigida só por mulheres

    2 de setembro de 2017 /

    A atriz Drew Barrymore vai produzir uma nova série de terror para a rede CW. O grande diferencial é que “Black Rose Anthology” contará histórias com uma perspectiva completamente feminina. Todos os episódios serão escritos e dirigidos por mulheres. Segundo o site Deadline, a série com formato de antologia irá “explorar alguns dos medos mais profundos da humanidade sob a perspectiva única de uma mulher”, tratando de temas como culpa, ciúme, repressão, paranoia e sobrevivência. “Black Rose Anthology” será produzida por Barrymore em parceria com Jill Blotevogel, que era showrunner da série “Scream”. Blotevogel também escreverá o roteiro do episódio piloto. Barrymore deve ter gostado da experiência de trabalhar em séries de terror. Este ano, ela estrelou e produziu a 1ª temporada de “Santa Clarita Diet” para a Netflix, na qual vive uma mãe de família zumbi. A atração retorna em 2018. Já “Black Rose Anthology” precisará ter seu piloto aprovado para virar série.

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    Pôsteres individuais de Além da Morte trazem Ellen Page, Nina Dobrev e Diego Luna

    1 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou cinco pôsteres dos personagens do remake/reboot/sequência de “Linha Mortal” (Flatliners), que acabou rebatizado como “Além da Morte” no Brasil. A nova versão tem mais personagens femininas, totalizando três mulheres, enquanto o original contava apenas Julia Roberts em meio ao elenco masculino. A diferença se faz notar a partir do papel de instigador, com Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) assumindo a função que originalmente pertencia a Keifer Sutherland. Mas a premissa foi mantida. Um grupo de médicos residentes decide investigar o que existe após a morte, experimentando morrer por alguns minutos e voltar para compartilhar o que viram. Não demora e a experiência se transforma em competição para ver quem fica mais tempo morto, até a situação sair do controle e entrar em terreno perigoso. Brincar com a morte revela ter consequências, que os acompanham ao retornarem à vida. Além de Ellen Page, o elenco inclui Diego Luna (“Rogue One”), Nina Dobrev (série “The Vampire Diaries”), James Norton (minissérie “Guerra e Paz”), Kiersey Clemons (série “Extant”) e, ainda escondido no material promocional, o próprio Keifer Sutherland em participação especial. O roteiro foi escrito por Ben Ripley (“Contra o Tempo”) e a direção é do dinamarquês Niels Arden Oplev (“Os Homens que Não Amavam as Mulheres”). A estreia está marcada para 19 de outubro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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