Ed Skrein desiste de Hellboy após protestos contra nova escalação de ator branco em papel asiático
A escalação do ator britânico Ed Skrein (“Deadpool”) em “Hellboy”, para viver o Major Ben Daimio, personagem asiático nos quadrinhos, gerou protestos e acusações de embranquecimento nas redes sociais. Sentindo-se pressionado, o ator foi ao Twitter anunciar que tinha desistido do papel. Skrein publicou uma mensagem pedindo desculpas aos fãs dos quadrinhos. “Aceitei o papel sem saber que o personagem nos quadrinhos originais era um asiático”, revelou o ator. “Esse personagem precisa ser representado da forma correta, e isso significa muito para as pessoas, não podemos negar essa responsabilidade e continuar essa preocupante tendência de apagar histórias e vozes de minorias étnicas nas artes. Sinto que é importante honrar e respeitar isso. Então, decidi deixar o papel”. Agora, os produtores procuram um novo intérprete para o personagem. Por enquanto, o longa tem confirmados apenas David Harbour (série “Stranger Things”) como o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu , assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Séculos se passam e, após Hellboy vencer seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deve começar a ser filmado já em setembro, mas ainda não tem data de estreia prevista. pic.twitter.com/8WoSsHXDFO — Ed Skrein (@edskrein) August 28, 2017
Tobe Hooper (1943 – 2017)
O diretor de cinema Tobe Hooper, conhecido pelos clássicos de terror “Poltergeist” (1982) e “O Massacre da Serra Elétrica” (1974), morreu na Califórnia aos 74 anos. A causa da morte, que ocorreu na cidade de Sherman Oaks, não foi informada. Nascido em Austin, no estado americano do Texas, Hooper era professor universitário e produtor de documentários antes de virar diretor de longa-metragens. Ele estreou com o terror indie “Eggshells” (1969), sobre hippies numa floresta maligna, antes de criar um dos filmes de terror mais influentes de todos os tempos. Hooper rodou “O Massacre da Serra Elétrica” em 1974 por menos de US$ 300 mil, a partir de um roteiro que ele próprio escreveu, e contou com atores que nunca tinham feito cinema antes. Gunnar Hansen, por exemplo, queria ser poeta, mas precisava de dinheiro e foi fazer o teste para o filme que estava sendo produzido na sua região. Em seu livro de memórias, ele recorda que o diretor explicou rapidamente o personagem, dizendo que tinha problemas mentais e, apesar de parecer aterrador, sofria abusos de sua própria família insana. As sequelas traumáticas de sua infância impediram seu desenvolvimento, inclusive a fala, levando-o a apenas grunhir como um porco. Além disso, era tímido a ponto de viver sob uma máscara. O gigante islandês foi escalado para dar vida a um dos monstros mais famosos do terror moderno, Leatherface, o canibal rural que esconde o seu rosto atrás de uma máscara feita de pele humana e brande feito louco uma motosserra capaz de dilacerar instantaneamente os membros de suas vítimas. O personagem era um dos muitos assassinos brutais da família canibal do filme de 1974 e foi inspirado no serial killer Ed Gein. A cena final do longa, em que ele agita sua serra furioso numa estrada, é das mais icônicas do cinema. Mas o filme também eternizou outros takes perturbadores, como os close-ups extremos nos olhos da protagonista, amarrada numa mesa para jantar com canibais. Em busca de realismo, Hooper filmou até sangue real, quando Marilyn Burns se cortou inteira ao esbarrar em arbustos durante a perseguição mais famosa da trama, com Leatherface tocando o terror em seu encalço. Em 1999, a revista Entertainment Weekly elegeu “O Massacre da Serra Elétrica” como o segundo filme mais assustador de todos os tempos, atrás apenas de “O Exorcista” (1973). Mas, na época em que foi lançado, o filme perturbou muito mais que a superprodução do diabo, sendo proibido em diversos países. No Reino Unido e na Escandinávia, por exemplo, só foi liberado no final dos anos 1990. Mesmo assim, tornou-se uma das produções americanas independentes mais rentáveis nos anos 1970, segundo a Variety. “O Massacre da Serra Elétrica” foi lançado antes da febre das franquias de terror, quando qualquer sucesso ganhava continuação. Por isso, Hooper emendou a produção com outro filme similar, estrelado pela mesma atriz e passado na mesma região, mas com um psicopata e enredo diferentes. Em “Eaten Alive” (1976), um caipira que cuida de um hotel decadente no interior do Texas mata todo mundo que o incomoda e ainda aproveita os pedaços das vítimas para alimentar seu crocodilo gigante de estimação. “Eaten Alive” também marcou o início de uma tradição de brigas entre Hooper e seus produtores, que geralmente terminavam com ele sendo substituído na direção dos filmes. O diretor de fotografia do longa é creditado por parte das filmagens. Mas isto não foi nada comparado ao resultado de seu filme seguinte, “The Dark”, em que Hooper simplesmente abandonou o set no primeiro dia de filmagens. Era para ser um filme de zumbis, mas virou uma sci-fi com alienígenas, com uma trama e um elenco de pseudo-celebridades que dariam orgulho nos responsáveis por “Sharknado”. Desgastado, Hooper foi fazer um telefilme. E com “A Mansão Marsten” (1979), adaptação do romance “Salem’s Lot”, de Stephen King, voltou a mostrar sua capacidade de criar terror com baixo orçamento, desde que o deixassem em paz. Ele seguiu esse projeto com “Pague Para Entrar, Reze Para Sair” (1981), filme relativamente bem-sucedido sobre outro psicopata mascarado, numa época em que os psicopatas mascarados, novidade introduzida com Leatherface, tinham virado a norma do gênero. Mas todas as brigas com produtores de seu passado alimentaram inúmeras especulações a respeito de seu filme seguinte. Com o maior orçamento de sua carreira e o melhor resultado, tanto nas bilheterias como na própria qualidade da produção, “Poltergeist – O Fenômeno” (1982) não parecia com nada que Hooper tinha feito antes. John Leonetti, diretor de “Annabelle” (2014), era assistente de câmera do longa e recentemente deu força à teoria de conspiração, ao dizer que o filme, escrito e produzido por Steven Spielberg, também tinha sido dirigido pelo cineasta, após divergências com Hooper. O fato é que “Poltergeist” virou, como dizia seu subtítulo nacional, um fenômeno. Assim como “O Massacre da Serra Elétrica”, originou várias cenas icônicas, reproduzidas à exaustão por imitadores que o sucederam. Referências à casas construídas sobre cemitérios indígenas, estática televisiva, consultoria de médium, objetos que se movem sozinhos e o terror focado em famílias com crianças pequenas subverteram o gênero e se tornaram elementos básicos de uma nova leva de terror, a começar pelo evidente “A Casa do Espanto” (1985) até chegar em marcos contemporâneos como “O Chamado” (2002) e “Sobrenatural” (2010). Hooper ganhou os créditos pelo filme e aproveitou. Assediado, brincou de gravar videoclipes (é dele o famoso “Dancing with Myself”, de Billy Idol) e recebeu outro grande orçamento para se afirmar entre os mestres do gênero. Mas “Força Sinistra” (1985), sobre vampiros espaciais, acabou fracassando nas bilheterias. Ainda assim, ganhou sobrevida em vídeo e se tornou cultuadíssimo, transformando em sex symbol a francesa Mathilda May, nua na maior parte de suas cenas. Ele voltou ao território de Spielberg com “Invasores de Marte”, remake de um clássico de 1953 reescrito por Dan O’Bannon (o gênio por trás de “Alien” e “A Volta dos Mortos-Vivos”). Mas nem a escalação da icônica Karen Black como uma professora do mal ajudou o filme a escapar do reducionismo de um “Invasores de Corpos para crianças”. Na trama, o pequeno Hunter Carson (o menino de “Paris, Texas”) tentava impedir marcianos de tomarem os corpos dos pais e professores de sua cidade. Novamente, foi cultuado em vídeo. Frustrado com a promessa de um futuro que não aconteceu, Hooper voltou ao passado. Ele decidiu fazer “O Massacre da Serra Elétrica 2” (1986), juntando os integrantes originais da família canibal e um Dennis Hopper ainda mais alucinado que eles, em busca de vingança pela morte de seu parente no primeiro filme. Com jorros de sangue e muita violência, o filme dividiu opiniões. Ao mesmo tempo em que apontou como “O Massacre da Serra Elétrica” se tornaria uma franquia mais duradoura que os populares “Halloween” e “Sexta-Feira 13”, também demonstrou a estagnação da carreira de seu diretor. A partir daí, Hooper foi para a TV, retomando a parceria com Spielberg na série “Histórias Maravilhosas” (1987). Ele também dirigiu episódios de “A Hora do Pesadelo — O Terror de Freddie Krugger” (1988), “Contos da Cripta” (1991) e até “Taken” (2002), outra produção de Spielberg, o que demonstra que os boatos de briga entre os dois eram infundados. Seu último clássico foi justamente uma obra televisiva, “Trilogia do Terror” (1993), em que dividiu as câmeras com outro mestre, John Carpenter (“Halloween”). Em seu segmento, Hooper dirigiu Mark Hammill (o Luke Skywalker) como um atleta que perde um olho num acidente e, após um transplante, passa a ser assombrado por visões. A produção ganhou notoriedade por também incluir em seu elenco as cantoras Sheena Easton e Debbie Harry. Ao mesmo tempo, Hooper deixou de chamar atenção com seus trabalhos cinematográficos. Embora ainda estivesse ativo, escrevendo e dirigindo filmes como “Combustão Espontânea” (1990), “Noites de Terror” (1993) e “Mangler, O Grito de Terror” (1995), parecia ausente dos cinemas, tão minúsculas e mal vistas tinham se tornado suas produções. Não demorou a entrar no mercado dos lançamentos feitos diretamente para DVD, com “Apartamento 17” (1999), “Crocodilo” (2000), “Noites de Terror” (2004) e “Mortuária” (2005). Até que uma série de TV fez com que muitos refletissem sobre o que tinha acontecido com os grandes mestres do terror dos anos 1970 e 1980. Intitulada, justamente, “Mestres do Terror”, a série de antologia tirou a poeira de vários profissionais famosos do gênero, alguns já considerados aposentados. Hooper dirigiu dois episódios nas duas temporadas da atração, exibidas em 2005 e 2006. Animado com a repercussão, tentou voltar ao cinema. Fez um filme de zumbis, “Destiny Express Redux” (2009), que foi exibido apenas no festival South by Southwest de 2009 e nunca mais voltou à tona. A carreira acabou encerrada no lançamento seguinte, “Djinn” (2013), com a mesma premissa de “Poltergeist” – uma casa construído sobre um terreno maldito – , só que estrelado por atores do Oriente Médio e falado em árabe. Um final paradoxal para a filmografia do responsável por revolucionar o terror americano.
Dupla Explosiva vira pior líder de bilheterias do ano na América do Norte
O rendimento das bilheterias dos últimos dias na América no Norte foi o mais baixo do ano, uma verdadeira catástrofe, a ponto de ser comparado ao desempenho do fim de semana posterior aos atentados de 11 de setembro de 2001, ocasião em que o líder fez US$ 8 milhões e a soma dos 12 filmes mais bem posicionados ficou em US$ 43,5 milhões. Neste fim de semana, a melhor bilheteria foi US$ 10 milhões e o Top 12 somou US$ 49 milhões. Em vez de atentado terrorista, a atenção do público se voltou para a transmissão televisiva de uma luta de boxe. Para dar ideia da dimensão do evento, o combate Mayweather vs. McGregor foi exibido em alguns cinemas e sua transmissão ficou entre as sessões mais concorridas, em 8º lugar. À frente de uma das estreias da semana. Como se não bastasse, a ameaça do furacão Harvey também dividiu as atenções do público do sul dos Estados Unidos. Com isso, nenhuma estreia se sobressaiu, e a bomba explosiva, ou melhor, “Dupla Explosiva”, manteve-se por duas semanas consecutivas em 1º lugar. Com dez dias de exibição, a comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds fez US$ 39,6 milhões. E está se saindo até bem para um filme de baixo orçamento (US$ 29 milhões), que tem um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”), história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988) e foi execrado pela crítica (38% de aprovação no Rotten Tomatoes). A distribuidora nacional ainda ajudou a estabelecer que se trata de um produto genérico ao batizá-lo justamente de “Dupla Explosiva”. O título original é “Hitman’s Bodyguard” (o guarda-costas do assassino profissional), mas, por falta de ideias, será o quarto “Dupla Explosiva” lançado no país – sem contar a série homônima. Chega aos cinemas brasileiros na quinta (31/8). O terror “Annabelle 2: A Criação do Mal” manteve o 2º lugar. Com os US$ 7,3 milhões dos últimos três dias, atingiu US$ 77,8 milhões no mercado doméstico. Ou seja, o filme mais que se pagou após três fins de semana, uma vez que foi rodado por apenas US$ 15 milhões. O sucesso também é internacional. Além de estrear em 1º lugar no Brasil no fim de semana passado, “Annabelle 2″ já soma US$ 215 milhões em todo o mundo. A melhor estreia da semana foi a animação “A Bailarina”, produção franco-canadense que passou pelos cinemas brasileiros em janeiro. Abriu em 3º lugar, com US$ 5 milhões e críticas negativas (37% de aprovação no Rotten Tomatoes). Mas os tomates mais podres foram reservados para “Birth of the Dragon”, aventura centrada numa luta da juventude de Bruce Lee, muito mal-recebida pela imprensa (27% de aprovação) e pelo público. Abriu apenas em 9º lugar, com US$ 2,5 milhões, e foi considerado um grande desperdício de premissa. Se chegar ao Brasil será em streaming ou vídeo. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 39,6 milhões Total Mundo: US$ 39,6 milhões 2. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 77,8 milhões Total Mundo: US$ 215 milhões 3. A Bailarina Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 5 milhões Total Mundo: US$ 63,2 milhões 4. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 9,8 milhões Total Mundo: US$ 9,8 milhões 5. Roubo em Família Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 15 milhões Total Mundo: US$ 16 milhões 6. Dunkirk Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 172,4 milhões Total Mundo: US$ 412,1 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 318,8 milhões Total Mundo: US$ 737 milhões 8. Mayweather vs. McGregor Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 2,5 milhões Total Mundo: US$ 2,5 milhões 9. Birth of the Dragon Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 2,5 milhões Total Mundo: US$ 2,5 milhões 10. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 76,4 milhões Total Mundo: US$ 144,1 milhões
Terror It: A Coisa ganha mais 32 fotos
A Warner divulgou 32 novos fotos de “It: A Coisa”, primeira adaptação cinematográfica do romance clássico de Stephen King. As imagens destacam o palhaço do mal Pennywise e as crianças do Clube dos Perdedores. Publicado em 1986, o romance é um dos mais volumosos de Stephen King, com mais de mil páginas, e será adaptado em dois filmes distintos. A trama gira em torno de sete crianças perseguidas pela criatura maligna que assume a forma de um palhaço. Para sobreviver, elas precisarão superar seus medos e enfrentar Pennywise duas vezes em suas vidas – na infância e também como adultos. O confronto adulto ficará para o segundo filme. As crianças são interpretadas por Finn Wolfhard, o Mike de “Stranger Things” (quase irreconhecível atrás de óculos de grau), Jaeden Lieberher (série “Masters of Sex”), Owen Teague (série “Bloodline”), Nicholas Hamilton (“Terra Estranha”), Megan Charpentier (“Resident Evil 5: Retribuição”), Jack Grazer (“Tales of Halloween”), Wyatt Oleff (“Guardiões da Galáxia”), Sophia Lillis (“37”), Chosen Jacobs (série “Hawaii Five-0”), Jeremy Ray Taylor (“The History of Us”), enquanto o palhaço Pennywise é vivido por Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”). “It: A Coisa” tem roteiro de Gary Dauberman (“Annabelle”) e Chase Palmer (“Black Lung”) e a direção é do argentino Andrés Muschietti (“Mama”). A estreia está marcada para 7 de setembro no Brasil.
Elenco aparece assustado em 12 novos pôsteres de Stranger Things
A Neflix divulgou 12 novos pôsteres de “Stranger Things”, que trazem os personagens centrais da série fazendo caras assustadas. Além dos atores que retornam da 1ª temporada, as imagens destacam duas novidades: Sadie Sink (série “American Odissey”) e Dacre Montgomery (série “Power Rangers”). Os dois interpretarão irmãos nos novos episódios. A 2ª temporada estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.
John Carpenter vai revisitar suas trilhas clássicas em novo disco
O cineasta John Carpenter, além de escrever e dirigir clássicos do cinema fantástico, também é um compositor respeitado do gênero. Suas trilhas sintetizadas estão entre as mais influentes do cinema – são referências musicais, por exemplo, para a série “Stranger Things” e terrores contemporâneos como “Corrente do Mal”. Pois ele prepara um novo disco em que revisitará alguns dos temas que compôs para longa-metragens. Intitulado “Anthology: Movie Themes 1974-1998”, o disco terá 13 faixas e incluirá a primeira composição de Carpenter para o cinema, o tema da sci-fi “Dark Star” (1974). Nesta semana, o cineasta divulgou uma versão atualizada do tema de “À Beira da Loucura”, de 1994. Confira abaixo. Além deste revival musical, Carpenter fechou recentemente um contrato com a Universal para desenvolver e produzir novas séries de terror. As atrações incluem a antologia de terror “Tales For a Halloween Night”, para o canal pago Syfy, e uma adaptação da franquia literária “Nightside”, de Simon R. Green. Os projetos alternativos compensam a longa ausência do diretor de clássicos como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982) do cinema. Ele não filma desde “Aterrorizada” (2010). John Carpenter
Diretor de O Cubo vai filmar o piloto da série baseada em O Ataque dos Vermes Malditos
O diretor Vincenzo Natali, responsável pelos filmes de terror “Cubo” (1997), “Splice” (2009) e “Assombrada Pelo Passado” (2013), vai dirigir o piloto de “Tremors”, série do Syfy baseada no filme “O Ataque dos Vermes Malditos” (Tremors, 1990). A produção será uma continuação da história original, estrelada por Kevin Bacon. Desenvolvida por Andrew Miller (criador da série “The Secret Circle”), a adaptação vai se passar 25 anos após os eventos do filme, quando Valentine McKee (Bacon) volta a encontrar os vermes gigantes subterrâneos que se alimentam de carne humana. Além de estrelar, Bacon também irá coproduzir a série, caso o piloto seja encomendado, junto da produtora Blumhouse Television. O longa de 1990, produzido pela Universal Pictures, arrecadou apenas US$ 16 milhões nas bilheterias, mas se tornou cult ao sair em vídeo, a ponto de ganhar cinco sequências. O Syfy chegou a desenvolver uma série com as mesmas criaturas em 2003. Mas, sem Kevin Bacon ou ligação com o filme, “Tremors: The Series” foi cancelada após uma temporada de 13 episódios. “Este é o único personagem que já pensei em reviver”, disse Bacon, no comunicado do projeto. “Eu já cheguei a pensar: onde esse cara acabaria depois de 25 anos? Andrew Miller tem uma visão fantástica e esperamos criar uma série que seja divertida e assustadora para os fãs do filme e pessoas que ainda não o descobriram.” O piloto precisará ser aprovado para “Tremors” virar série.
American Horror Story: Cult ganha trailer e novas imagens
O canal pago americano FX divulgou novas imagens e o trailer de “American Horror Story: Cult”. O vídeo revela a relação da trama com a eleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. A vitória do republicano dispara um clima de paranoia e medo nos personagens, que veem seus piores pesadelos ganharem vida para atormentá-los. No caso de Sarah Paulson (“Carol”), são palhaços. Para Billie Lourd (série “Scream Queens”), são crianças. A prévia também registra que Paulson e Alison Pill (série “The Newsroom”) são um casal lésbico e mostra Evan Peters (“X-Men: Apocalipse”) como porta-voz de uma seita (o “cult” do título), lembrando Kurt Cobain com os cabelos coloridos. Já as imagens, além dos citados, registram Colton Haynes (série “Arrow”), Cheyenne Jackson (“American Horror Story: Roanoke”) e Billy Eichner (série “Parks and Recreation”), e artes de divulgação da série. O elenco da nova temporada também inclui Lena Dunham (série “Girls”), Leslie Grossman (série “The Good Place”) e Emma Roberts (série “Scream Queens”). A 7ª temporada de “American Horror Story” vai estrear em 5 de setembro nos Estados Unidos e nos primeiros minutos da madrugada seguinte no Brasil, com exibição pelo canal pago FX. Clique nas imagens abaixo para vê-las em tela inteira.
Vilão de Deadpool será herói no novo filme de Hellboy
O ator Ed Skrein, que viveu o vilão Ajax em “Deadpool”, voltará a interpretar um personagem superpoderoso de uma nova adaptação de quadrinhos. Ele entrou no elenco do reboot de “Hellboy”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o ator viverá o Major Ben Daimio, membro do B.P.R.D. (sigla em inglês do Bureau de Pesquisas e Defesa Paranormal), a tropa de agentes paranormais de Hellboy. O personagem costuma se transformar em um jaguar quando está irritado ou ferido. Ele também é asiático nos quadrinhos. Skrein vai se juntar a David Harbour (série “Stranger Things”), que vive o protagonista, Ian McShane (série “American Gods”), intérprete do professor Broom, e Sasha Lane (“American Honey”), no papel de Alice Monaghan. Milla Jovovich também é esperada no papel da vilã Nimue, mas a produção ainda não confirmou sua contratação. O novo longa vai adaptar a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, sobre Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas, que viveu na era arthuriana e era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu , assustando as outras bruxas, que decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Mas séculos se passam e, após Hellboy ter vencido seu líder, as feiticeiras decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” deve começar a ser filmado já em setembro, mas ainda não tem data de estreia prevista.
Cada temporada de American Horror Story equivale a um círculo do inferno
Desde sua estreia, há sete anos, “American Horror Story” tem sido fonte constante de teorias, a respeito da conexão entre as diferentes histórias de suas temporadas. Pois o criador da série, Ryan Murphy, ampliou a discussão com um post em seu instagram, que relacionada cada temporada a um círculo do inferno, segundo o poema épico de Dante Aligheri. Veja abaixo. Como a série está chegando a sua 7ª temporada, dois círculos ainda estão faltando. Mas isto não impede que já se especule o que acontecerá após os nove círculos de “A Divina Comédia” serem completados. A 7ª temporada, intitulada “American Horror Story: Cult”, estreia em 5 de setembro nos Estados Unidos e nos primeiros minutos da madrugada seguinte no Brasil, no canal pago FX. Interesting Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em Jul 29, 2017 às 11:38 PDT
Criadores de Stranger Things dizem que a série terá só quatro anos
Os irmãos Duffer, criadores de “Stranger Things”, confirmaram, em entrevista ao site Vulture, que a série está renovada até a 3ª temporada. Eles foram além e revelaram que a série deve ter só mais uma temporada depois disto, e encerrar no quarto ano. “Estamos pensando que será uma coisa de quatro temporadas e acabou. Só temos que ficar ajustando a história. Eu só não sei como poderemos justificar que tanta coisa ruim acontece uma vez ao ano”, brincou Ross Duffer. Sem revelar muito, Ross também explicou que a 2ª temporada foi concebida como uma continuação e não como uma nova história completamente diferente. “Disse para Matt: ‘não quero chamar de 2ª temporada, quero que pareça uma sequência de filme’. Se você tem um filme bem-sucedido, o segundo é sempre um pouco maior.” A 2ª temporada de Stranger Things estreia em 27 de outubro na Netflix
Darren Aronofsky vem ao Brasil lançar seu novo filme Mãe!
O diretor Darren Aronofsky (“Cisne Negro”, “Noé”) estará em São Paulo nos dias 19 e 20 de setembro para divulgar o lançamento de seu novo filme, “Mãe!”. Na ocasião, ele falará com a imprensa nacional e latina e participará da pré-estreia do longa. Estrelado por Jennifer Lawrence (“Passageiros”) e Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall”), “Mãe” é um suspense psicológico sobre um casal que tem sua relação testada com a chegada de visitantes inesperados. Detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo e o clima dos primeiros vídeos divulgados é de terror. Distribuído pela Paramount Pictures, o longa estreia em 21 de setembro nos cinemas de todo o país.
Mãe!: Novo pôster do terror estrelado por Jennifer Lawrence evoca O Bebê de Rosemary
A Paramount divulgou um novo pôster de “Mãe!”, o filme misterioso de Darren Aronofsky (“Noé”) estrelado por Jennifer Lawrence (“Jogos Vorazes”). Embora pouco se saiba sobre a trama, o climão de filme de terror dos trailers tem sido comparado à paranoia feminina de “O Bebê de Rosemary” (1968). E o novo cartaz corrobora a referência, ao ser bastante similar à arte do pôster do clássico de Roman Polanski. Compare abaixo. “Mãe!” ainda não ganhou sinopse oficial, mas sua trama vai girar em torno de um casal que sofre com uma visita inesperada em sua casa. Nos vídeos já disponibilizados, Lawrence reforma e arruma a casa em que vai viver com o marido, vivido por Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), e fica contrariada quando ele decide convidar outras pessoas para visitá-los. O elenco também inclui Ed Harris (série “Westworld”), Michelle Pfeiffer (“A Família”), Domhnall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Kristen Wiig (“Caça Fantasmas”). O filme terá premières nos festivais de Veneza e Toronto, e sua estreia no Brasil está marcada para 21 de setembro.











