Mais atores de Corpo Fechado entram no crossover com Fragmentado
Dois atores de “Corpo Fechado” (2000) vão voltar a interpretar seus personagens em “Glass”, próximo filme de M. Night Shyamalan. Segundo o site The Hollywood Reporter, Spencer Treat Clark e Charlayne Woodard, retomarão os papéis, respectivamente, de filho do personagem de Bruce Willis e a mãe de Samuel L. Jackson. A continuação será, na verdade, um crossover, que irá reunir os personagens de “Corpo Fechado” e do recente “Fragmentado”, interpretados por James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Samuel L. Jackson e Bruce Willis. O título é uma referência ao apelido do vilão vivido por Jackson em “Corpo Fechado”, o Sr. Vidro (Mr. Glass). O lançamento está marcado para 18 de janeiro de 2019 e, devido ao elenco, deve ter um orçamento um pouco maior do que os US$ 5 milhões de “Fragmentado”. Vale lembrar que este filme, lançado em janeiro deste ano, rendeu US$ 276,9 milhões em todo o mundo.
Terror Amityville: O Despertar será disponibilizado de graça no Google Play
Lançado nos cinemas brasileiros no fim de semana passado, o terror “Amityville: O Despertar” será disponibilizado de graça na plataforma Google Play. As distribuidoras Weinsten e Blumhouse chegaram a adiar quatro vezes a estreia do filme nos Estados Unidos, antes de decidirem por este caminho. Eles será disponibilizado na Google Play entre 12 de outubro e 8 de novembro. O maior problema de “Amityville: O Despertar” é que espera que o público acredite no que o espectador mais crédulo duvidaria, além de ser uma continuação que renega os diversos filmes anteriores passados no mesmo lugar mal-assombrado. Segundo a premissa, nada aconteceu em Amityville desde os anos 1970, época em que mortes sangrentas inspiraram uma lenda e originaram a franquia de terror original. Por conta disso, uma nova família acha perfeitamente seguro se mudar para a casa mal-assombrada mais famosa do mundo. Em 1979 e 2005, foram recém-casados que se mudaram para o local. Desta vez, a trama é mais próxima do segundo longa, “Terror em Amityville” (1982), em que a assombração atacava o filho adolescente dos moradores incautos. O roteiro e a direção são do francês Franck Khalfoun, que recentemente revisitou outro terror clássico com o remake de “Maníaco” (1980). Curiosamente, o elenco não é fraco, destacando Jennifer Jason Leigh (“Os 8 Odiados”) como a mãe da família e Bella Thorne (série “Famous in Love”), Cameron Monaghan (série “Gotham”) e Mckenna Grace (série “Designed Survivor”) como seus três filmes, além de Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”) e Kurtwood Smith (série “Agent Carter”). O filme ainda está em cartaz nos cinemas brasileiros.
Trailer de terror produzido por Stan Lee traz ator de Jogos Mortais assustando criancinhas
A Hybrid divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Sandman”. Mas não se trata da emperrada adaptação dos quadrinhos de Neil Gaiman. Este Sandman é um monstro de terror barato e aparentemente convencional. A prévia o mostra assustando uma criancinha, além de registrar poses sinistras de Tobin Bell (o Jigsaw da franquia “Jogos Mortais”). Na trama, Madison vai morar com sua tia após seu pai ser encontrado morto. Porém, logo a mulher descobre que a garota possui estranhos poderes, inclusive a capacidade de manifestar uma criatura assustadora chamada de Sandman, que pode ser responsável por diversas mortes pelo país. O elenco inclui ainda Haylie Duff (“Napoleon Dynamite”), Shaun Sipos (série “The Vampire Diaries”), Amanda Wyss (“A Hora do Pesadelo”), Ricco Ross (“Aliens – O Resgate”) e a menina Shae Smolik (série “Play by Play”). Um detalhe curioso é que Stan Lee aparece como um dos produtores, e tem seu nome destacado com letras vermelhas e maiores que a dos atores no cartaz. Escrito e dirigido por Peter Sullivan, um especialista em telefilmes (“The Wrong House”, “The Wrong Student”, “The Wrong Neighbor”, etc), “The Sandman” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Trailer da 13ª temporada de Supernatural apresenta o novo malvadão da série
A rede CW divulgou um trailer estendido da 13ª temporada de “Supernatural”, que apresenta o novo malvadão da série. Interpretado por Jeffrey Vincent Parise (novela “General Hospital”), ele aparece vestido de branco e anunciando aos demônios que “há um novo xerife na cidade”. Sua identidade não foi oficialmente revelada, mas fãs (e o IMDb) especulam que seja Asmodeus, o último Príncipe do Inferno, que chega para ocupar o lugar de Crowley (Mark Sheppard) como novo Rei do Inferno. A série terá ainda mais novidades. O arcanjo Michael (Miguel) também vai reaparecer, agora com um novo intérprete, o ator Christian Keyes (série “Saints & Sinners”), e o ator Alexander Calvert, que foi apresentado no final do último ano da série como filho de Lúcifer, entrou no elenco em caráter fixo. Além disso, um dos episódios da temporada servirá como o piloto de um spin-off intitulado “Wayward Sisters”, centrado na xerife Jody Mills (Kim Rhodes) e suas “filhas adotivas” – entre elas, a “filha de Castiel”, Claire Novak (Kathryn Newton). A 13ª temporada de “Supernatural” estreia em 12 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil.
Vídeo de The Exorcist mostra o que muda na série em sua 2ª temporada
A rede americana Fox divulgou o novo pôster e um vídeo da 2ª temporada de “The Exorcist”, em que os protagonistas e o criador da série comentam os rumos da produção, em meio a muitas cenas inéditas. Apenas os padres Tomas Ortega (Alfonso Herrera), Marcus Keane (Ben Daniels) e Bennett (Kurt Egyiawan) continuam na trama, que se passará em nova locação e com uma diferente ameaça. O slogan da produção avisa que “o mal tem um novo lar”. A trama do segundo ano se passa num abrigo para menores, localizado numa ilha privada e isolada na costa de Seattle. Quando um dos jovens começa a manifestar sintomas de possessão, o psicólogo infantil que supervisiona o local entra em contato com os exorcistas. O ator John Cho (o Sr. Sulu nos filmes de “Star Trek”) vai viver o psicólogo e o elenco ainda inclui Brianna Hildebrand (Negasonic Teenage Warhead em “Deadpool”), Zuleikha Robinson (série “Lost”), Li Jun Li (série “Quantico”), Hunter Dillon (o jovem Sam Winchester em “Supernatural”), Alex Barima (“Dever e Honra”), Amelie Eve (“A Cabana”) e Cyrus Arnold (o jovem Derek em “Zoolander 2”). Criada por Jeremy Slater (roteirista de “Quarteto Fantástico”) e produzida por Rupert Wyatt (diretor de “Planeta dos Macacos: A Origem”), “The Exorcist” surpreendeu por ter sido renovada. A crítica aprovou (78% no Rotten Tomatoes), mas pouca gente sintonizou. A série teve média de 1,9 milhão de telespectadores ao vivo para seus 10 episódios inaugurais, exibidos entre setembro e dezembro de 2016. Isto representa uma das piores audiências da TV aberta americana na temporada passada, que só veio a ser superada neste ano pelo péssimo desempenho da série de comédia “Making History”, que teve 1,5 milhão sintonizados entre março e maio. Mas o fator preponderante na renovação foi o lucro obtido pelo licenciamento e vendas internacionais de seus episódios. Isto porque, além da série propriamente dita, os contratos de exibição pagam direitos pelo uso da marca “O Exorcista”, que pertence ao próprio conglomerado Fox. Não é por acaso que a Fox tem priorizado franquias. A 2ª temporada vai estrear na TV americana em 29 de setembro.
Diretor de It: A Coisa quer filmar remake de Cemitério Maldito
Depois de quebrar recordes de bilheteria com “It: A Coisa”, o diretor Andy Muschietti e sua irmã, a produtora Barbara Muschietti, querem filmar uma nova obra clássica de Stephen King. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, eles confessaram que adorariam realizar um remake de “Cemitério Maldito”. “O meu carinho por ‘Cemitério Maldito’ vai durar até eu morrer. Sempre sonho com a possibilidade de fazer um filme”, disse Muschietti. “Esse é provavelmente o livro mais pessoal do Stephen King. O que você faria para manter a sua família? Quão longe você iria?”, completou sua irmã. “Cemitério Maldito” conta a história da família Creed, que se muda para um casarão perto de uma rodovia e um antigo cemitério indígena, que tem o poder de ressuscitar os mortos. Entretanto, quem volta à vida age de modo estranho e violento. O livro publicado em 1983 ganhou uma adaptação para o cinema em 1989, dirigida por Mary Lambert, que tinha como música-tema um rock da banda Ramones. Relembre abaixo. Andy Muschietti, porém, já está comprometido com outros projetos, como a continuação de “It: A Coisa”, o piloto da série “Locke & Key” e a adaptação do anime “Robotech”.
Máscara clássica de Pânico será usada na 3ª temporada de Scream
A 3ª temporada de “Scream” vai retomar a marca registrada da franquia cinematográfica “Pânico”, em que se baseia. A MTV revelou que os novos capítulos mostrarão o assassino com a clássica máscara do Ghostface, descartando a versão utilizada nas duas temporadas anteriores da produção. Havia a especulação de que a série não tinha pago pelos direitos de utilização da a máscara do serial killer original, mas a revista Entertainment Weekly chegou a apurar em 2014 que a ideia de mudar o visual do assassino tinha partido dos produtores, para criar um novo mito e uma identidade própria. Na época, Mina Lefevre, vice-presidente sênior da emissora, informou que a máscara dos filmes de Wes Craven não tinha sido descartada. A decisão de retomar o visual do Ghostface Killer, junto com o reboot do seriado, ainda não foi explicada. O reboot terá só seis episódios, metade da duração das temporadas anteriores, e será estrelado por Keke Palmer (série “Scream Queens”), R.J. Cyler (“Power Rangers”), Giorgia Whigham (série “13 Reasons Why”), Giullian Yao Gioiello (série “Julie’s Greenroom”), Jessica Sula (“Fragmentado”), o rapper Tyga e o filho de Notorious B.I.G., C.J. Wallace. A previsão de estreia é para março.
Conheça mais cinco séries e os próximos projetos da plataforma Hulu
A vitória de “The Handmaid’s Tale” como Melhor Série de Drama no Emmy 2017 jogou luz sobre a Hulu, plataforma até então considerada a terceira força entre os gigantes do streaming americano. A repercussão da vitória de sua série mais famosa deve aumentar o número de assinantes e de projetos do serviço, que, ao contrário de seus concorrentes Netflix, Amazon e até Crackle, não está disponível no Brasil. Assim como o canal Paramount já anunciou ter adquirido “The Handmaid’s Tale”, várias outras atrações da plataforma começam a chegar ao país de forma avulsa, pelo Fox Premium. Conheça abaixo o que mais, além de “The Handmaid’s Tale”, o serviço oferece ao público americano. THE PATH Assim como “The Handmaid’s Tale” é uma série sobre opressão, aclamada pela crítica (76% de aprovação no site Rotten Tomatoes) e com grande repercussão nas redes sociais devido a sua temática polêmica, e foi recentemente renovada para a 3ª temporada. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a atração é estrelada por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”) e gira em torno da crise de fé do casal, integrante de um culto controverso. Os capítulos mais recentes mostraram Paul se rebelando contra a seita, que ainda mantém o controle de sua mulher. O elenco ainda destaca Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita. Inédita no Brasil. CHANCE A série traz Hugh Laurie de volta ao papel de médico após o final de “House” e também é batizada com o nome do protagonista, o Dr. Eldon Chance. Mas as semelhanças acabam aí. Enquanto “House” era uma drama hospitalar, “Chance” é um thriller policial, que enfatiza o suspense e o clima noir, sem perder tempo com os diagnósticos médicos. Na atração, Chance é um neuropsiquiatra forense de São Francisco que mergulha numa espiral de violência, após decidir se envolver no caso de uma paciente que sofre nas mãos do marido abusivo. Sem poder denunciar o caso, já que o suspeito também é um cruel detetive da polícia, ele se alia a um homem com histórico de violência (Ethan Suplee, da série “My Name Is Earl”) para “lidar com a situação” por conta própria. A 2ª temporada começa em outubro com uma nova história da dupla dinâmica. Baseada no livro homônimo de Kem Nunn (criador da série “John from Cincinnati”), que também assina a adaptação, a série tem episódios dirigidos pelo cineasta Lenny Abrahamson (do elogiado “O Quarto de Jack”) e 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. Faz parte da programação da Fox Premium. HARLOTS Série de época que também lida com empoderamento feminino e objetificação, “Harlots” traz a atriz Jessica Brown Findlay (Lady Sybil em “Downton Abbey”) como uma prostituta de luxo da Londres do século 18 e tem impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. Criada pela roteirista Moira Buffini (“Bizantium”) e a produtora Alison Newman (“The Tree Widow”), a atração acompanha Margaret Wells (Samantha Morton, de “John Carter”), suas filhas e seu esforço para conciliar seus papéis de mãe e dona de um bordel. Quando seu negócio sofre o ataque de uma rival (Lesley Manville, de “Malévola”), Margaret resolve contra-atacar, mesmo que isso signifique colocar sua família em risco. Brown Findlay interpreta Charlotte, a filha mais velha de Margaret e cortesã mais cobiçada da cidade. Encontra-se renovada para a 2ª temporada e faz parte da programação da Fox Premium. CASUAL Com três temporadas disponíveis, é a série de comédia original mais bem-sucedida do Hulu – que ainda exibe “The Mindy Project” desde seu cancelamento na Fox. Criada por Zander Lehmann (roteirista de “The Shannara Chronicles”), gira em torno de uma família disfuncional, formada por um jovem namorador (Tommy Dewey, da série “Code Black”) e sua irmã recém-divorciada (Michaela Watkins, de “Como se Tornar um Conquistador”), que voltam a morar juntos, acompanhados da filha adolescente dela (Tara Lynne Barr, da série “Aquarius”). O humor dramático das situações, que retrata como o trio lida com o sexo casual, alimenta uma empatia típica do melhor cinema indie, em grande parte graças ao produtor e diretor de alguns episódios: ninguém menos que o cineasta Jason Reitman (“Juno”, “Jovens Adultos”, “Sem Escalas”). Além de ter sido indicada ao Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia do ano passado, tem 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Inédita no Brasil. SHUT EYE Passada no submundo dos médiuns e cartomantes, a história gira em torno de um mágico e golpista fracassado (Jeffrey Donovan, da série “Burn Notice”), que supervisiona os negócios místicos de Los Angeles para uma família de ciganos cruéis e poderosos. Envolvido em trapaças sem fim, ele tem sua visão cínica desse mundo desafiada, quando começa a ter visões que podem ser reais, numa reviravolta que o faz questionar tudo em que acredita. Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), a série inclui em seu elenco Isabella Rossellini (“Veludo Azul”) como uma matriarca cigana vingativa. Os primeiros episódios não entusiasmaram a crítica americana (só 38% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas após um começo incerto, a guinada da trama rumo a mais violência e tensão inspirou o Hulu a apostar em seu potencial, renovando-a para sua 2ª temporada. Estreia na Fox Premium em 10 de outubro. E MAIS… Antes mesmo da vitória de “The Handmaid’s Tale”, a Hulu tinha alinhado uma nova safra de séries, que começam a chegar em sua programação no final do ano. Entre elas está “Future Man”, cuja prévia “de bastidores” pode ser conferida acima. Nova produção da dupla Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista” e criadores da série “Preacher”, a atração gira em torno de Josh Futturman (Josh Hutcherson, de “Jogos Vorazes”), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ao ultrapassar o último nível de Cybergeddon, descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento e que ele fora selecionado para viajar no tempo para salvar o mundo. A Hulu também está desenvolvendo a série de terror “Locke & Key”, adaptação dos quadrinhos de Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King, que terá direção e produção do cineasta Andy Muschietti (“It: A Coisa”), e uma minissérie sobre o político americano Robert F. Kennedy, que será estrelada e produzida pelo ator Chris Pine (“Mulher-Maravilha”).
Jennifer Lawrence tem pior abertura da carreira com estreia de Mãe! na América do Norte
Além dos recordes quebrados por “It: A Coisa”, o filme “Mãe!” também registrou uma marca histórica em sua estreia no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. Com apenas US$ 7,5 milhões, o filme apresentou a pior abertura de um lançamento amplo da carreira de Jennifer Lawrence – superando “A Última Casa da Rua”, que abriu com US$ 12,2 milhões em 2012. O filme dirigido por Darren Arnofsky (“Noé”) foi lançado em 2,3 mil salas de cinema e desagradou em cheio o público norte-americano. Apesar dos elogios na imprensa (68% de aprovação), foi considerado um dos piores filmes do ano por seus espectadores, que lhe deram nota “F” no levantamento do CinemaScore. Pouquíssimos longas tem avaliação tão ruim, porque o público costuma gostar de tudo – é fato, basta ver as notas resultantes de outras pesquisas do CinemaScore. O levantamento do CinemaScore fornece alguns dados curiosos para discussão. 38% do público do filme era formado por fãs de Jennifer Lawrence, que se acostumaram a vê-la em papéis heroicos, tanto em franquias como “Jogos Vorazes” e “X-Men”, como em dramas como “Joy” e “Trapaça”, e não aprovaram seu retrato de mulher assustada e desprotegida. Todos estes deram “F” para o fiasco. 43% afirmaram que pagaram para ver “Mãe!” porque acharam que era um filme de terror. E como se decepcionaram ao encontrar uma metáfora disfarçada, deram “F” pela falcatrua. Só os fãs de Aronofsky, que representaram 10% do público total, acharam “Mãe!” razoável. Eles acreditavam que sabiam o que esperar, tendo em vista os outros filmes místicos do diretor, de “A Fonte da Vida” (2006) a “Noé” (2014), mas mesmo assim deram nota “C” pela chatice. O boca-a-boca negativo implodiu a arrecadação e deve encurtar a permanência do filme em cartaz. A sorte da Paramount é “Mãe!” ser, supostamente, o lançamento amplo mais barato da semana na América do Norte, tendo custado US$ 30 milhões declarados. Mas há controvérsias a respeito deste número. De todo modo, o filme estreou em 3º lugar e chega ao Brasil na quinta (21/9).
It: A Coisa já é a maior bilheteria do terror em todos os tempos na América do Norte
“It: A Coisa” continua pavoroso para seus concorrentes nas bilheterias da América do Norte. Em sua segunda semana, a adaptação de Stephen King fez simplesmente US$ 60 milhões, valor que a maioria dos lançamentos de Hollywood não consegue atingir em sua estreia. A produção já deixou para trás vários recordes e começa a quebrar novos, ao chegar agora a um total de US$ 218,7 milhões, somados em apenas 10 dias em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. Com isso, atingiu – de forma incrivelmente rápida – a maior bilheteria doméstica do gênero terror em todos os tempos. O recorde anterior pertencia ao clássico “O Exorcista”, com a marca de US$ 193 milhões em 1974. Claro que, na época, o preço dos ingressos era bem menor. Mas o sucesso de “It: A Coisa” não dá mostras de diminuir e pode chegar a valores que nem cálculos de compensação pela inflação poderão retrucar. A cada semana que passar, o filme vai ampliar seu recorde. Seus US$ 218,7 milhões, por sinal, já derrubaram outro recorde: melhor arrecadação de um filme lançado durante o mês de setembro. E olha que o mês está apenas na metade. No resto do mundo, os valores também são impressionantes. O longa dirigido por Andy Muschietti atingiu US$ 371,3 milhão ao redor do globo e deve ultrapassar os US$ 500 milhões nas próximas duas semanas. Nunca é demais lembrar que a produção custou apenas US$ 35 milhões para ser realizada. Os mais apavorados com a voracidade do filme monstruoso são os estúdios que tiveram lançamentos amplos nesta semana. A Lionsgate pretendia fazer de “O Assassino: O Primeiro Alvo” o começo de uma franquia de ação estrelada por Dylan O’Brien. O personagem do longa, Mitch Rapp, protagonizou 14 best-sellers do escritor Vince Flynn, que faleceu em 2013. Mas, apesar de abrir em 2º lugar, a estreia rendeu apenas US$ 14,8 milhões. O estúdio agora vai considerar suas opções, levando em conta que “O Assassino” custou ainda menos que “It”, US$ 33 milhões, e teve uma abertura similar a “De Volta ao Jogo” (John Wick) em 2014. O longa estrelado por Keanu Reeves virou franquia, mas apenas porque o estúdio foi convencido pelas críticas positivas (85% de aprovação no site Rotten Tomatoes) de que uma continuação se aproveitaria do hype – o que de fato aconteceu. A má notícia é que as críticas de “O Assassino” foram negativas (33%). Mas críticas são realmente tão importantes assim? Afinal, “Mãe!”, o novo filme dirigido por Darren Arnofsky e estrelado por Jennifer Lawrence, ganhou muitos elogios na imprensa (68% de aprovação), e mesmo assim foi considerado um dos piores filmes do ano pelo público, que lhe deu nota “F” no levantamento do CinemaScore. Pouquíssimos longas tem avaliação tão ruim, porque o público costuma gostar de tudo – é fato, basta ver as notas do CinemaScore. Pois o público realmente odiou e o boca-a-boca negativo se provou um desastre para a produção da Paramount, que abriu em 3º lugar com apenas US$ 7,5 milhões. O valor é quase metade do que fez “O Assassino” e 12,5% do arrecadado por “It” nos últimos três dias. Também representa um recorde negativo na carreira de Jennifer Lawrence, como a pior bilheteria de estreia de sua filmografia – superando “A Última Casa da Rua”, que abriu com US$ 12,2 milhões em 2012. A sorte da Paramount é “Mãe!” ser, supostamente, o lançamento amplo mais barato da semana, tendo custado US$ 30 milhões declarados. Mas há controvérsias a respeito deste número. “Mãe!” e “O Assassino” agora vão duelar com “It” no Brasil, onde estreiam na quinta-feira (21/9). A diferença é que pegarão o palhaço Pennywise mais cansado, em sua terceira semana em cartaz, após liderar as bilheterias nacionais por dois fins de semana consecutivos. Confira abaixo como se saíram os demais filmes que completam a lista das dez maiores bilheterias dos cinemas dos Estados Unidos e do Canadá. Clique nos títulos para ver os trailers de cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: A Coisa Fim de semana: US$ 60 milhões Total EUA: US$ 218,7 milhões Total Mundo: US$ 371,3 milhão 2. O Assassino: O Primeiro Alvo Fim de semana: US$ 14,8 milhões Total EUA: US$ 14,8 milhões Total Mundo: US$ 21 milhões 3. Mãe! Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 7,5 milhões Total Mundo: US$ 13,5 milhões 4. De Volta para Casa Fim de semana: US$ 5,3 milhões Total EUA: US$ 17,1 milhões Total Mundo: US$ 17,1 milhões 5. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 70,3 milhões Total Mundo: US$ 70,3 milhões 6. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 99,9 milhões Total Mundo: US$ 291,1 milhões 7. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 29,1 milhões Total Mundo: US$ 29,1 milhões 8. A Bailarina Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 102,5 milhões 9. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 330,2 milhões Total Mundo: US$ 861,2 milhões 10. Dunkirk Fim de semana: US$ 1,3 milhão Total EUA: US$ 185,1 milhões Total Mundo: US$ 508,3 milhões
Público americano odiou Mãe!, o novo filme estrelado por Jennifer Lawrence
O filme “Mãe”, dirigido por Darren Aronofsky (“Noé”) e estrelado por Jennifer Lawrence (“Passageiros”), foi completamente rejeitado pelo público norte-americano. A projeção ganhou nota “F”, a mais baixa do CinemaScore, que pesquisa a opinião do público sobre as estreias de cinema. A nota “F” é raríssima, uma vez que, diz a lenda e o CinemaScore comprova, o público costuma gostar de tudo. A rejeição assumida escancara uma grande divisão em relação à crítica. Exibido no circuito dos grandes festivais internacionais, antes de chegar aos cinemas norte-americanos na sexta (16/9), “Mãe!” teve avaliação positiva dos críticos. Está com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes. O problema para o público é que esta nota elevada levou muitos incautos a comprarem ingressos. E agora o fórum do Rotten Tomatoes está tomado por protestos. “Você não precisa ter que se formar em Jornalismo para entender este filme. Qualquer um pode entender o quanto ele é ruim”, escreveu um usuário, protestando contra as críticas positivas. “Eu entendi, vamos morrer, Deus é a nossa verdadeira salvação, blá, blá, blá. É tão redundante e insistente em sua mensagem que faz você se sentir como um idiota”, arrematou outro. Muitos disseram ter saído antes do fim da projeção. A pesquisa do CinemaScore fornece alguns dados curiosos para discussão. 38% do público do filme era formado por fãs de Jennifer Lawrence, que se acostumaram a vê-la em papéis heroicos, tanto em franquias como “Jogos Vorazes” e “X-Men”, como em dramas como “Joy” e “Trapaça”, e não aprovaram seu retrato de mulher assustada e desprotegida. Todos estes deram “F” para o filme. 43% afirmaram que pagaram para ver “Mãe!” porque acharam que era um filme de terror. E como se decepcionaram ao encontrar uma metáfora disfarçada, deram “F” pela falcatrua. Só os fãs de Aronofsky, que representaram 10% do público total, acharam “Mãe!” razoável. Eles acreditavam que sabiam o que esperar, tendo em vista os outros filmes místicos do diretor, de “A Fonte da Vida” (2006) a “Noé” (2014), mas mesmo assim deram nota “C” pela chatice. Os primeiros resultados da bilheteria indicam um fracasso retumbante e o pior desempenho comercial da carreira de Jennifer Lawrence. O balanço definitivo sai no domingo (17/9). “Mãe!” estreia na próxima quinta-feira (21/9) no Brasil.
John Carpenter dirige clipe que resgata o tema do terror Christine – O Carro Assassino
O célebre diretor de clássicos do terror John Carpenter voltou a dirigir. Mas não é um novo filme. Ele assina o clipe de “Christine”, música que integra seu novo disco de releituras de suas trilhas mais famosas. O vídeo recria o clima de “Christine – O Carro Assassino”, adaptação de Stephen King que ele realizou em 1983, utilizando a música-tema e o mesmo modelo de carro do filme, um Plymouth Fury vermelho de 1958. O carro dispara pelas ruas, até jogar seus faróis sobre uma jovem com problemas mecânicos e avançar… Quem viu o filme imagina um assassinato brutal. Mas a porta do veículo se abre e revela John Carpenter – de aparência sinistra, mas prestativo – oferecendo uma carona. Sim, John Carpenter dirige literalmente “Christine”. A garota em perigo é vivida por Rita Volk (da série “Faking It”). Pioneiro das trilhas sintetizadas em filmes de terror, o músico e cineasta é uma das maiores influências de diversas tendências do som eletrônico contemporâneo. Seu estilo musical pode ser traçado como principal referência da trilha da série “Stranger Things” e de filmes como “Corrente do Mal” e “Raw”, entre outras produções recentes. “Christine” integra o disco “Anthology: Movie Themes 1974-1998”, que reúne músicas de seus filmes, inclusive sua primeira composição para o cinema, o tema da sci-fi “Dark Star” (1974). Os projetos alternativos compensam a longa ausência do diretor de clássicos como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982) do cinema. Ele não filma desde “Aterrorizada” (2010).
Elenco e diretor de Novos Mutantes comemoram final das filmagens
O elenco e o diretor de “Os Novos Mutantes” anunciaram o término das filmagens, compartilhando fotos no Instagram. Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) mostrou o logotipo do filme, o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) agradeceu em inglês e português, e Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) comemorou muito a conclusão do primeiro filme de sua carreira. Além de seu post, ela apareceu segurando margaritas numa foto do diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), que publicou três imagens de bastidores. Zaga vai interpretar Roberto da Costa, o Mancha Solar, primeiro super-herói brasileiro da Marvel, Maisie Williams viverá Lupina, e Blu Hunt encarnará a líder do grupo, Miragem. Além deles, o elenco ainda inclui Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus) e Alice Braga (série “Queen of the South”), no papel da médica mutante Dra. Cecilia Reyes. Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o segundo grupo de heróis mutantes da Marvel, criados em 1982 por Chris Claremont – o autor das histórias adaptados nos filmes “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está prevista para abril de 2018. Thas a wrap ??????? #newmutants Uma publicação compartilhada por Maisie Williams (@maisie_williams) em Set 16, 2017 às 12:07 PDT Today we wrapped a very special film… I'm so proud of our New Mutants family and what we've achieved. It's been one of the best experiences of my life, so thanks everyone for making it an unforgettable one and for an amazing movie. ???? ???#TheNewMutants #April2018 #Thatsawrap Hoje acabamos de fazer um filme muito especial. Estou muito orgulhoso da minha família Novos Mutantes e do que alcançamos. Foi uma das melhores experiências da minha vida… Agradeço a todos por torná-la inesquecível e por um filme incrível #OsNovosMutants #Abril2018 Uma publicação compartilhada por HENRY ZAGA (@zagahenry) em Set 14, 2017 às 8:49 PDT This is a picture of me after wrapping my FIRST movie EVER. Exhausted, sad, and excited for the future. Bye Dani Moonstar.. Uma publicação compartilhada por blu hunt (@bluhunt) em Set 15, 2017 às 6:20 PDT That's a wrap on @newmutants with @bluhunt Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em Set 15, 2017 às 6:19 PDT That's a wrap on #newmutants with @knatelee Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em Set 15, 2017 às 6:16 PDT #closingtime #newmutants Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em Set 14, 2017 às 3:37 PDT












