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  • Filme

    Selena Gomez e Bill Murray surgem ensanguentados nas primeiras fotos de filme de zumbis

    14 de julho de 2018 /

    Depois de filmar vampiros em “Amantes Eternos” (2013), Jim Jarmusch decidiu dirigir seu primeiro filme de zumbis. Paparazzi flagraram as primeiras movimentações no set da produção, que começou a ser filmada neste fim de semana em Nova York. E não falta sangue na roupa do elenco. Veja abaixo. Intitulado “The Dead Don’t Die” (os mortos não morrem, em tradução literal), o longa voltará a reunir Jarmusch com dois de seus antigos protagonistas: Bill Murray, estrela de um dos melhores trabalhos do diretor, “Flores Partidas” (2005), e Adam Driver, astro de seu filme mais recente, “Paterson” (2016). O elenco ainda inclui Chloe Sevigny (que também apareceu em “Flores Partidas”), Austin Butler (série “The Shannara Chronicles”) e a popstar Selena Gomez (“Spring Breakers”). Por curiosidade, Butler já tinha contracenado com Selena na série “Os Feiticeiros de Waverly Place”. Todos os cinco atores aparecem nas primeiras fotos obtidas das filmagens. O próprio Jarmusch assina o roteiro, que ainda não teve sua sinopse revelada, mas que Murray chamou de “hilário” numa entrevista ao site Philly.com. “Jim Jarmusch escreveu esse roteiro hilário e temos um elenco incrível… Eu preciso te dizer: é um filme de zumbis, mas eu não interpreto um”, contou Murray, que, por sinal, já tinha feito uma comédia de zumbis antes: “Zumbilândia”, no qual interpretou a si mesmo. “The Dead Don’t Die” deve chegar aos cinemas em 2019.

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    Zumbilândia 2 vai acontecer com mesmo diretor, roteiristas e todo o elenco original

    14 de julho de 2018 /

    “Zumbilândia 2” vai finalmente acontecer. A Sony Pictures deu sinal verde para a produção, que vai voltar a reunir o elenco, o diretor e os roteiristas da comédia de 2009, grande sucesso comercial, que deu novo impulso às comédias de zumbis. Com um orçamento de US$ 24 milhões, “Zumbilândia” acompanhava quatro sobreviventes do apocalipse zumbi e arrecadou mais de US$ 175 milhões nas bilheterias mundiais, inspirando uma profusão de terrires de mortos-vivos. Desde a estreia original, os astros da produção ficaram bem mais famosos do que já eram, mas continuaram guardando carinho especial por seus personagens, o que garantiu o interesse de Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin para retomar seus papéis com nomes de cidades americanas – Wichita, Tallahassee, Columbus e Little Rock, respectivamente – na continuação. O projeto já circula há bastante tempo. De fato, Paul Wernick e Rhett Reese mencionam a história da continuação há alguns anos, mas foi preciso estourarem com dois filmes de “Deadpool” para seu roteiro aparecer no topo da pilha dos executivos do estúdio. Já o diretor Ruben Fleischer está em alta na Sony, após assumir a responsabilidade de emplacar o primeiro spin-off do universo do Homem-Aranha, o filme do vilão “Venom”, que chega aos cinemas em outubro deste ano. As filmagens devem acontecer em janeiro e toda a produção deve estar finalizada até outubro de 2019, quando a Sony pretende lançar o filme, aproveitando o Halloween e o aniversário de dez anos da estreia do primeiro “Zumbilândia”.

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    Wellington Paranormal: Série derivada da comédia O que Fazemos nas Sombras ganha primeiro trailer

    1 de julho de 2018 /

    O canal TVZN 2 divulgou o primeiro trailer de “Wellington Paranormal”, série neozelandesa derivada da comédia premiada “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows) – que venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. A prévia revela que a série vai manter a estrutura de falso documentário do filme, tratando os registros sobrenaturais como se fossem fatos corriqueiros. O filme original acompanhava uma equipe de documentaristas com acesso ao exclusivo mundo dos vampiros. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, descobriam vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas – menos lavar as louças, que se acumulam a séculos – e não conseguem entrar em bares sem serem convidados. Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”) e Jermaine Celement (ator da série “Legion”), que criaram, dirigiram e estrelaram juntos o longa-metragem, fazem participações na série como seus personagens, os vampiros Viago e Vladislav, respectivamente. Mas a trama da produção televisiva é centrada em dois coadjuvantes do filme, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), inocentes e facilmente manipuláveis, que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem na capital da Nova Zelândia. A série terá seis episódios de 30 minutos em sua 1ª temporada e foi descrita da seguinte forma por Waititi: “Pense em Mulder e Scully, mas num país em que nada acontece”. A estreia acontece em 11 de julho na Nova Zelândia. Vale lembrar que, além dessa série, também está em desenvolvimento uma atração baseada nos vampiros de “O que Fazemos nas Sombras”, que será exibida no canal pago americano FX. “O que Fazemos nas Sombras”

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    Comédia de vampiros do diretor de Thor: Ragnarok vai virar série

    6 de maio de 2018 /

    O canal pago FX aprovou a produção da série baseada na premiada comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows), criada pelos mesmos responsáveis pelo filme: Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, e Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam há séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será bem diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. Além disso, vai se passar em Nova York. Waititi assinou o piloto aprovado, que será exibido como primeiro episódio da série, em 2019. Ele e Clement também desenvolveram um série centrada em dois personagens coadjuvantes do filme, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Esta série vai se chamar “Wellington Paranormal”, terá formato de reality show fake e irá ao ar ainda neste ano no canal neozelandês TVNZ 2.

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  • Série

    Cineasta de Thor: Ragnarok vai dirigir piloto baseado em sua comédia de vampiros

    22 de janeiro de 2018 /

    O canal pago FX encomendou o piloto de uma série baseada na premiada comédia vampírica “O que Fazemos nas Sombras” (What We Do in the Shadows). E os próprios criadores do filme desenvolverão o projeto. Taika Waititi, que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”, vai comandar o episódio piloto. E Jemaine Clement, visto em outro projeto recente da Marvel, como ator da série “Legion”, assinará o roteiro. Eles também dividirão a produção executiva da atração, após criarem juntos o filme. Os dois colaboraram na direção, no roteiro e estrelaram a produção original, concebida como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses. No filme, uma equipe de documentaristas era convidada por um trio de vampiros a ter acesso exclusivo a seu mundo secreto. Mas em vez de captar momentos tensos e aterrorizantes, eles acabam testemunhando vampiros que fazem tricô e tarefas domésticas, como passar aspirador de pó – mas nunca lavar as louças, que se acumulam a séculos. Mesmo quando saem para a noite, eles não provocam medo nem fazem sucesso com as mulheres, encontrando grande dificuldade para entrar em bares sem serem convidados. A série será ligeiramente diferente. Para começar, os protagonistas não serão três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos. E ainda haverá um assistente humano, similar ao melhor amigo de um dos vampiros no longa-metragem. “O que Fazemos nas Sombras” venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Waititi e Clement também desenvolvem um série centrada em dois personagens coadjuvantes do filme, os policiais Karen (vivida por Karen O’Leary) e Mike (Mike Minogue), que tentam manter os humanos a salvo de todos as atividades sobrenaturais que ocorrem em sua cidade. Esta série vai se chamar “Wellington Paranormal”, terá formato de reality show fake e irá ao ar ainda neste ano no canal neozelandês TVNZ 2.

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    Simon Pegg e Nick Frost desenvolvem série de comédia de terror

    20 de janeiro de 2018 /

    A dupla Simon Pegg e Nick Frost, que estrelou a trilogia Cornetto (“Todo Mundo Quase Morto”, “Chumbo Grosso” e “Heróis de Ressaca”), formou sua empresa de produção indie, Stolen Picture, e anunciou seu primeiro projeto televisivo: uma série de terrir. Pegg e Frost estão desenvolvendo “Truth Seekers”, que vai acompanhar uma equipe de investigação paranormal. A cada episódio, três caça-fantasmas buscarão desvendar uma assombração em potencial. A produção os traz de volta ao gênero que os tornou conhecidos. Os dois atores viraram celebridades ao estrelarem “Todo Mundo Quase Morto” (2004), uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”). “Truth Seekers” será coproduzido pela Sony Pictures Television, que atualmente negocia com interessados em exibir a atração.

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    Glenn Close vai estrelar nova série de zumbis

    18 de junho de 2017 /

    A atriz Glenn Close vai voltar a estrelar uma série, após a experiência bem-sucedida de “Damages” (2007–2012), que lhe rendeu dois prêmios Emmy. Ela foi confirmada no novo piloto da Amazon, uma comédia de zumbis chamada “Sea Oak”. De acordo com o site da revista The Hollywood Reporter, a atriz irá viver uma personagem chamada tia Bernie, mulher solteira de classe média que morre de forma trágica após uma invasão domiciliar. Quando a personagem volta dos mortos, não é mais a alma gentil que foi no passado, mas uma pessoa determinada a viver a vida após a morte ao máximo, além de resolver assuntos inacabados e organizar os negócios da família, que habita o complexo residencial que dá nome à produção. A premissa lembra “Santa Clarita Diet”, comédia zumbi da Netflix. Como é costume na Amazon, o piloto será disponibilizado online para o voto do público, que decidirá se a produção deve ganhar uma temporada completa. Curiosamente, a atriz esteve em outra produção recente de zumbis: o terror britânico “The Girl With All The Gifts” (foto acima), que venceu diversos prêmios de festivais de cinema fantástico no ano passado e ainda é inédito no Brasil.

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    Danilo Gentili prepara comédia de terror com elenco do programa The Noite

    5 de abril de 2017 /

    O comediante e apresentador Danilo Gentili prepara uma nova investida no cinema. Será um longa sobre lendas urbanas, que pretende misturar terror e comédia. “Concebi o roteiro imaginando fazer um filme independente. Vou colocar dinheiro do meu bolso, patrocinadores privados e distribuidores”, disse Gentili ao colunista Ricardo Feltrin, do UOL. Além de assinar o roteiro, o comediante também vai estrelar o longa, ao lado de Murilo Couto e Léo Lins, seus colegas do programa “The Noite”. Na trama, o trio viverá caçadores de mitos, que sairão atrás de histórias absurdas do passado, perseguindo até a famosa “loira do banheiro” (aparição que habitaria basicamente banheiros de escolas públicas). Será o terceiro filme escrito por Gentili e o segundo em que ele trabalhará com o diretor Fabrício Bittar. Os dois filmaram recentemente “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”, que estreia em setembro nos cinemas. Na TV, Danilo apresenta desde 2014 o programa de entrevistas “The Noite”, no SBT, que é vice-líder de audiência em seu horário.

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    Zumbilândia 2 pretende reunir elenco original, que teria amado o roteiro

    21 de março de 2017 /

    A sequência de “Zumbilândia” (2009) já tem roteiro final. E segundo o roteirista Paul Wernick, “todo o elenco amou”. A afirmação foi feita em entrevista ao site Comic Book, e sugere que os intérpretes do filme original vão retomar seus papéis. “O filme está em desenvolvimento ativo. Estamos tentando manter o projeto em movimento. Todo o elenco já leu e amou o roteiro. Reuben [Fleischer] vai dirigir. É só uma questão de fazer os acordos com o elenco e montar um orçamento. Todos do elenco se tonaram astros agora. Fizemos ‘Zumbilândia’ com US$ 20 milhões, então estamos tentando adequar esse modelo financeiro ao modelo da sequência, então faz sentido que o estúdio pague aos atores o que eles ganham agora e o que eles merecem”. A ideia é reunir toda a equipe original: o diretor Reuben Fleischer (série “Santa Clarita Diet”), os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick (hoje mais conhecidos por “Deadpool”) e o elenco formado por Jesse Eisenberg (“Batman vs Superman”), Emma Stone (vencedora do Oscar por “La La Land”), Woody Harrelson (“Jogos Vorazes”) e Abigail Breslin (série “Scream Queens”). A sequência foi confirmada pela Sony, mas ainda não tem data de lançamento marcada.

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    Don Calfa (1939 – 2016)

    4 de dezembro de 2016 /

    Morreu Don Calfa, ator de comédias cultuadas dos anos 1980. Segundo seu assessor, ele faleceu na quinta (1/12) de causas Morreu Don Calfa, que atuou em diversos filmes cultuados, entre eles “A Volta dos Mortos-Vivos” (1986). Segundo seu assessor, ele faleceu na quinta (1/12) de causas naturais, em Palm Springs, na Califórnia, dois dias antes do seu 77º aniversário. Don Calfa nasceu em 1939 em Nova York e começou a carreira em produções da Broadway nos anos 1960. Ele estreou no cinema em “No More Excuses” (1968), dirigido por Robert Downey, o pai do intérprete do Homem de Ferro. Além de ter feito aparições em diversas séries clássicas, a maioria policiais como “Barney Miller”, “San Francisco Urgente”, “Kojak” e “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), o ator construiu uma filmografia impressionante, não só por ter coadjuvado em diversas comédias, mas por ter trabalho com cineastas da elite de Hollywood. Entre seus filmes, listam-se “Licença Para Amar Até a Meia-Noite” (1973), de Mark Rydell, “No Mundo do Cinema” (1976), de Peter Bogdanovich, “New York, New York” (1977), de Martin Scorsese, “Mulher Nota 10” (1979), de Blake Edwards, “1941 – Uma Guerra Muito Louca” (1979), de Steven Spielberg, e “O Destino Bate à sua Porta” (1981), de Bob Rafelson. Entretanto, os filmes de ponta não o tornaram tão conhecido quanto uma comédia de terror que marcou época e até hoje é cultuada: “A Volta dos Mortos-Vivos” (1986). Primeira comédia de zumbis, o filme escrito e dirigido por Dan O’Bannon (o criador da franquia “Alien”) foi responsável por lançar elementos novos na mitologia dos zumbis, como sua preferência por devorar cérebros. Na trama, Calfa interpretava Ernie, o funcionário do necrotério que abriga um grupo de punks durante um ataque de zumbis num cemitério. Ele também se destacou em outro filme sobre mortos meio vivos, que virou referência cultural. Em “Um Morto Muito Louco” (1989), Calfa viveu assassino profissional chamado Vito, frustrado por não conseguir matar Bernie (Terry Kiser), por mais que tentasse, sem saber que seu alvo já estava mais que morto. Por sinal, ele já tinha aperfeiçoado o papel de assassino frustrado em “Golpe Sujo” (1978), em que não conseguia matar Goldie Hawn. A verdadeira frustração foi sua carreira não decolar depois de participar dessas produções cultuadas. Ele ainda tentou apelar para os zumbis engraçados novamente, em “Aqui Caiu um Zumbi” (1989), que foi totalmente ignorado, antes de adentrar o mundo dos terrores B, aparecendo, entre outros, na antologia “Necronomicon – O Livro Proibido dos Mortos” (1993) e em “Progeny – O Intruso” (1998), do especialista Bryan Yzna. Com participações cada vez mais diminutas, seu último papel em uma produção “grande” foi em “Dr. Dolittle” (1998), em que viveu um paciente.

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    Autor de The Walking Dead vai produzir remake de Um Lobisomem Americano em Londres

    8 de novembro de 2016 /

    O cultuado filme de terrir “Um Lobisomem Americano Em Londres” (1981) vai mesmo ganhar um remake. Segundo o site Deadline, a produtora Skybound Entertainment vai produzir a nova versão para a Universal. E um dos produtores responsáveis pela adaptação será ninguém menos que Robert Kirkman, o autor dos quadrinhos que originaram a série “The Walking Dead”. O roteiro, por sua vez, ficará a cargo de Max Landis (“Victor Frankenstein”), que é justamente filho de John Landis, o diretor do filme original. Landis, o filho, também deve estrear na direção com este projeto. Para quem não lembra, o filme de 1981 marcou época por trazer a transformação mais explícita e convincente de lobisomem que tinha sido mostrada até então no cinema – o que rendeu um Oscar ao maquiador Rick Baker. O sucesso foi tanto que Michael Jackson convocou Landis, o pai, para dirigir um de seus clipes. Um tal de “Thriller”. Em que o cantor vira lobisomem. Na trama do clássico, dois jovens americanos, de férias no Reino Unido, chegam à uma vila estranha e são atacados por um lobisomem. Enquanto um deles morre, o outro começa sua estranha transformação. Ainda não existe previsão de estreia para o remake.

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    Filme

    Evangeline Lilly será a mãe do anticristo em comédia de terror da Netflix

    16 de setembro de 2016 /

    A atriz Evangeline Lilly (“Homem-Formiga”) vai estrelar a comédia de terror “Little Evil”, que está sendo produzida pela Netflix. Segundo o site da revista Variety, ela viverá a mulher dos sonhos de Adam Scott (série “Parks and Recration”), que também pode ser a mãe do anticristo. O filme tem direção e roteiro de Eli Craig, especialista no gênero terrir, que antes fez “Tucker e Dale Contra o Mal” (2004), mas teve seu piloto de série baseada em “Zumbilândia” recusado pela Amazon. Em “Little Evil”, Gary (Scott) consegue se casar com a mulher dos seus sonhos (Lilly), mas descobre que o filho de seis anos da amada pode ser o anticristo. O elenco ainda conta com Donald Faison (“KickAss 2”), Chris D’Elia (série “Undateable”), Bridget Everett (“Descompensada”), Clancy Brown (“Cowboys & Aliens”) e Tyler Labine (“Tucker e Dale Contra o Mal”). As filmagens devem começar na próxima semana em Cleveland para uma estreia em 2017.

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    Demon é possuído pelo humor negro

    2 de junho de 2016 /

    O fato de o cineasta Marcin Wrona ter cometido suicídio na véspera da estreia de “Demon”, desperta uma curiosidade mórbida. A carreira do polonês poderia ter sido gloriosa, se ele não tivesse ido tão jovem, aos 42 anos, e com potencial para grandes filmes, como demonstra esta obra sobre uma festa estranha com gente esquisita. O desaparecimento de Wrona, aliás, acaba encontrando paralelo com o destino do protagonista no terceiro ato do filme, que é o que mais deixa o espectador sem chão. Até lá, principalmente durante toda a sequência da festa de casamento, que representa mais da metade da duração do filme, haja loucura. “Demon”, inclusive, pode ser visto como um dos mais divertidos filmes de casamento já feitos. Com o diferencial do uso de elementos do cinema de horror, numa chave de humor negro. Na trama, Piotr (Itay Tiran, de “Lebanon”) deixa a Inglaterra para se casar com a bela polonesa Zaneta (Agnieszka Zulewska, de “Chemia”). Ele parece ser um rapaz bastante simpático e interessado em abraçar aquela nova cultura, a cultura judaica de sua noiva. Ao chegar ao local, ele descobre uma ossada de restos humanos, o que o deixa bastante intrigado. Principalmente porque esta ossada desaparece quando ele tenta mostrá-la para outras pessoas. Piotr também é assombrado pelo fantasma de uma mulher que aparece no casamento, somente para seus olhos. Não demora para que ele passe da inquietude para a possessão, quando seu corpo se debate pelo salão da festa. O pai da noiva, a essa altura, já quer cancelar o casamento, pois um noivo epilético (primeira impressão do problema) não seria nada bom para sua filha. Um dos pontos positivos de “Demon” é justamente fugir às estruturas convencionais do gênero horror, ainda que não negue ao espectador alguns elementos familiares e até alívios cômicos bem-vindos. Mas até isso contribui para sua estranheza. Em vários momentos, em especial no final, a trama parece um tanto confusa, mas vale a pena se deixar levar pelo andamento louco que Wrona deseja conduzir, passando a impressão de que o filme quer perder-se e fazer com que o espectador o acompanhe. Quem está acostumado com o cinema de horror europeu, que tem menor preocupação com enredo, pode aceitar o jogo imposto pelo diretor numa boa. Já quem espera um filme de sustos, pode se decepcionar um pouco. Mas o fato de o filme ter um senso de humor próprio acaba fazendo com que o que seria ridículo torne-se bem-vindo, interessante, divertido, intrigante. Faz muito bem para o circuito receber obras tão singulares como esta de vez em quando.

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