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    Taylor Swift entra em filme com Margot Robbie e Christian Bale

    1 de junho de 2021 /

    A cantora Taylor Swift está no elenco do próximo filme do diretor David O. Russell, cineasta responsável por três filmes premiados no Oscar, “O Vencedor” (2010), “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013). A novidade foi revelada pelo site Showbiz 411 e confirmada pela revista Variety e outras publicações. O diretor, que não comanda um longa desde “Joy: O Nome do Sucesso”, lançado em 2015, reuniu um time de grandes estrelas para sua volta aos cinemas. Além de Taylor Swift (“Cats”), a lista inclui Christian Bale (“Ford vs. Ferrari”), Margot Robbie (“Aves de Rapina”), John David Washington (“Tenet”), Rami Malek (“Bohemian Rapsody”) e Zoe Saldana (“Vingadores: Ultimato”). O título do filme, assim como os detalhes do enredo, estão mantidos em sigilo pela produtora New Regency, mas as filmagens já foram concluídas. A produção marca o primeiro papel de Swift no cinema após o desastre de “Cats” e ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Spirit, o Indomável: Vídeo da animação destaca música de Taylor Swift

    19 de maio de 2021 /

    A Universal divulgou uma nova prévia de “Spirit, o Indomável”, que destaca a música-tema (“Wildest Dreams”) de Taylor Swift, projetando a letra em meio às cenas da animação. O filme produzido pela DreamWorks Animation é uma adaptação da série “Spirit Riding Free” da Netflix, que por sua vez era inspirada no longa animado “Spirit: O Corcel Indomável” (2002). Só que a obra original, indicada ao Oscar, não tinha garotinhas galopando, mas índios. Com direção de Elaine Bogan (“Como Treinar o Seu Dragão – A Série”) e do brasileiro Ennio Torresan (chefe de arte de “Abominável”), o longa acompanha a menina Lucky Prescott, que tem a vida alterada para sempre ao se mudar da cidade grande para um pequeno vilarejo fronteiriço, onde se torna amiga de um cavalo selvagem chamado Spirit. Em inglês, a menina é dublada por Isabela Merced, que foi a Dora da adaptação live-action de “Dora, a Aventureira” (“Dora e a Cidade Perdida”). O elenco estelar também inclui Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Eiza González (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Walton Goggins (“Tomb Raider: A Origem”), Mckenna Grace (“Annabelle 3 – De Volta Para Casa”), Marsai Martin (“Black-ish”), Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”). A estreia nos cinemas brasileiros está agendada para 10 de junho, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Música

    The Weeknd é o artista com mais indicações ao Billboard Music Awards

    29 de abril de 2021 /

    Esnobado pelo Grammy, o cantor canadense The Weeknd lidera as indicações ao Billboard Music Awards 2021, divulgadas nesta quinta (29/4). A premiação baseia a sua lista em estatísticas de consumo musical (streaming, vendas, engajamento online de fãs), mas apenas para chegar aos finalistas. Os vencedores são eleitos supostamente por méritos artísticos e serão conhecidos no próximo dia 23 de maio. Bem atrás de The Weeknd, que teve 16 indicações, os artistas mais lembrados foram os rappers DaBaby, com 11 lembranças, e Pop Smoke, que foi morto a tiros dentro de sua própria casa no ano passado, com 10 indicações. A seleção também destaca Drake, Bad Bunny, Chris Brown, Megan Thee Stallion (todos com sete indicações), a cantora Taylor Swift (um pouco atrás, com seis) e o grupo sul-coreano BTS (quatro). As músicas do álbum “After Hours”, de The Weeknd, já tiveram consagração nas premiações do American Music Awards e MTV Video Music Awards. Mas apesar da repercussão positiva entre a crítica, o cantor não recebeu nem uma indicação sequer ao Grammy, o que o fez denunciar o prêmio como corrupto e preconceituoso, além de anunciar que boicotaria a premiação “para sempre”. “Por causa dos comitês secretos [que indicam os concorrentes], não permitirei mais que minha gravadora envie minha música ao Grammy”, disse The Weeknd em um comunicado enviado à imprensa em março passado. O desabafo aconteceu um ano depois de Deborah Dugan ser demitida como presidente da Academia por fazer várias denúncias internas sobre corrupção e abusos – incluindo sexuais – de membros da instituição. Em sua saída, ela tornou algumas das denúncias públicas, inclusive que os “comitês secretos” mencionados por The Weeknd são formados por pessoas que representam ou têm relacionamentos com os artistas indicados, e que a própria Academia força esses comitês a escolher artistas que gostaria que se apresentassem ao vivo no evento. Dugan processou a Academia e, por isso, a discussão sobre os bastidores da organização se tornaram segredo de Justiça. Veja abaixo o vídeo com o anúncio completo dos indicados ao Billboard Music Awards.

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  • Série

    Ginny e Georgia: Netflix renova série que irritou Taylor Swift

    19 de abril de 2021 /

    A Netflix renovou “Ginny e Georgia” para sua 2ª temporada. A notícia foi acompanhada por um vídeo com o elenco, que faz caras, bocas e dancinhas para contar, num jogral com gritinhos socialmente distantes, “a maior novidade de todas”. A série gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey). Esta dinâmica similar a “Gilmore Girls” ainda é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio: o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. Inicialmente pouco comentada, “Ginny e Georgia” acabou tendo mais repercussão pela reação negativa de Taylor Swift a uma frase do episódio final da 1ª temporada. A polêmica aconteceu num momento em que a mãe solteira Georgia pergunta à sua filha Ginny sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada”, completou a cantora irritada. Além de Antonia Gentry (“Doce Argumento”) e Brianne Howey (“Batwoman”), o elenco da série ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”).

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  • Filme

    Spirit, o Indomável: Nova animação ganha trailer com música de Taylor Swift

    1 de abril de 2021 /

    A Universal divulgou o pôster e o trailer de “Spirit, o Indomável”, nova animação da DreaWorks Animation, que, além de apresentar a trama e os personagens, destaca a música-tema (“Wildest Dreams”) de Taylor Swift. O filme é uma adaptação, com animação mais sofisticada, da série “Spirit Riding Free” da Netflix, por sua vez inspirada pelo longa animado “Spirit: O Corcel Indomável” (2002), indicado ao Oscar – que não tinha garotinhas, mas índios. Com direção de Elaine Bogan (“Como Treinar o Seu Dragão – A Série”) e do brasileiro Ennio Torresan (chefe de arte de “Abominável”), o longa acompanha a menina Lucky Prescott, que tem a vida alterada para sempre ao se mudar da cidade grande para um pequeno vilarejo fronteiriço, onde se torna amiga de um cavalo selvagem que batiza de Spirit. Em inglês, a menina é dublada por Isabela Merced, que estrelou a adaptação live-action de “Dora, a Aventureira” (chamada de “Dora e a Cidade Perdida”) no papel principal. O elenco estelar também inclui Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Eiza González (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), Walton Goggins (“Tomb Raider: A Origem”), Mckenna Grace (“Annabelle 3 – De Volta Para Casa”), Marsai Martin (“Black-ish”), Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”). A estreia nos cinemas brasileiros está agendada para 10 de junho, uma semana após o lançamento nos EUA. Confira abaixo o trailer em duas versões: dublada em português e com as vozes originais das estrelas hollywoodianas.

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  • Etc

    Taylor Swift recebe flores de Beyoncé por sua vitória histórica no Grammy 2021

    19 de março de 2021 /

    Taylor Swift revelou nesta sexta (19/3) que recebeu um lindo buquê de flores de Beyoncé, poucos dias após as duas conquistarem vitórias históricas no Grammy 2021. No evento de domingo passado (14/3), Beyoncé se tornou a artista feminina mais vencedora da História do Grammy ao conquistar seu 28º prêmio e Taylor Swift se tornou a primeira artista feminina a ganhar três vezes o troféu de Álbum do Ano. Nos Stories de seu Instagram, Taylor mostrou uma foto do buque de flores rosas e um bilhete escrito pela Rainha. “Taylor, parabéns pelo seu Grammy. Foi ótimo vê-la no domingo à noite. Obrigado por sempre ser tão solidária. Mandando lembranças para você e sua família. B.”, diz o texto. Ao mostrar o presente, Taylor também compartilhou sua gratidão pela lembrança, escrevendo: “Acordei com flores da Rainha da graça e da grandeza, Beyoncé, e de repente é a melhor sexta-feira de todos os tempos. Obrigado B e parabéns por sua conquista épica na noite de domingo!!” As duas tinham tudo para serem rivais amargas após uma presepada de Kanye West, que invadiu o palco da premiação Video Music Awards da MTV, em 2009, para impedir Taylor Swift de agradecer pelo troféu de Melhor Clipe do Ano em sua estreia no evento. Kanye não aceitou o resultado, dizendo que Beyoncé é que devia ter vencido. No domingo, quando Beyoncé conquistou o Grammy de Melhor Performance em R&B, que marcou seu recorde histórico, a câmera mostrou Taylor aplaudindo com entusiasmo a premiação.

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  • Música

    Grammy faz melhor festa do ano, mas evidencia problemas em noite de recorde de Beyoncé

    15 de março de 2021 /

    Muito bem produzida e supostamente democrática, a premiação do Grammy 2021 vai ficar conhecida como a edição em que Beyoncé bateu o recorde de artista com a maior quantidade de prêmios da Academia Fonográfica em todos os tempos. Indo além da superfície, porém, foi uma edição que evidenciou os problemas que, nos últimos meses, geraram acusações de falta de representatividade e corrupção contra os responsáveis pela distribuição dos prêmios. Em primeiro lugar, mesmo com uma grande pulverização de troféus, artistas negros venceram majoritariamente “categorias negras” – isto é, disputas de rap e R&B. Houve exceções, em especial a vitória de “I Can’t Breathe”, de H.E.R., inspirada no movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) como Música do Ano. Nisto, entra sentimento de culpa branca em período de combate midiático ao racismo. Mas não nega os sinais que apontam tendência, indicando porque The Weeknd, com um som que não cabe nas caixinhas negras tradicionais, nem sequer foi indicado. Em segundo lugar, a presença de Beyoncé no evento. Ela disse que não participaria do Grammy. Mas apareceu com o marido Jay-Z. Manteve a promessa de não cantar e pulou a apresentação de “Savage”, que Megan Thee Stallion cantou sozinha, e foi a única artista a não interpretar a música indicada a Melhor Gravação do ano. Mas surgiu, na metade do evento, a tempo de receber dois prêmios que foram assinalados com alarde pelo apresentador Trevor Noah, por representarem um empate e um recorde histórico no Grammy. Curiosamente, o 28º Grammy de sua carreira, a marca preciosa, aconteceu na categoria de Melhor Performance de R&B, geralmente incluída nos anúncios que antecedem a cerimônia. A mudança da apresentação para o palco principal só faz crescer a suspeita sobre conhecimento prévio do conteúdo do envelope premiado. Beyoncé teria ido ao Grammy para a foto de seu recorde. Sua músicas, “Black Parade” e “Savage” (a parceria com Megan), eram as melhores na disputa de Melhor Gravação. Mas mesmo com Beyoncé em dose dupla, a categoria premiou Billy Eilish, com uma faixa que sobrou do disco passado. Em noite das mulheres, Taylor Swift também celebrou um recorde, ao se tornar a primeira artista feminina a vencer a prestigiosa categoria de Álbum do Ano por três vezes. Por sinal, mulheres venceram as quatro principais categorias. Uma novidade. De resto, a cerimônia pulverizou seus prêmios entre os principais artistas, conseguindo deixar (quase) todo mundo satisfeito. Teve gramofoninho dourado para Beyoncé, Megan Thee Stallion, Billie Eilish, Taylor Swift, Dua Lipa e até Harry Styles (o primeiro ex-One Direction agraciado com o Grammy), entre outros. Sem surgir no palco para enfrentar as questões do evento, o presidente interino da Academia, Harvey Mason Jr., preferiu aparecer num vídeo, com participação de músicos de várias etnias, ao som de uma trilha de propaganda de banco, em que reconheceu o problema, prometendo mudanças para agora, não para amanhã, e ainda pediu engajamento dos artistas por mudanças “conosco e não contra nós”. Nenhuma proposta, decisão ou ação para aumentar a representatividade e enfrentar a corrupção foi apresentada, além do vídeo com slogans publicitários. Não são poucos os problemas. Mas todos são anteriores à cerimônia em si. Já o evento, por outro lado, passou incólume pela crise e merece todos os elogios. A começar pelo formato adotado para sua transmissão televisiva. Ponto alto da temporada de premiações deste ano, com um Trevor Noah muito à vontade no comando da festa, o Grammy 2021 evitou as participações por videoconferência que vinham tornando todas as cerimônias iguais e monótonas, ao adotar as regras simples de distanciamento social e uso obrigatório de máscaras de proteção. A iniciativa resgatou os eventos presenciais e ainda inaugurou uma nova era fashion nos tapetes vermelhos: as combinações de máscaras e trajes de gala. A utilização de cinco palcos rotativos, ao estilo do antigo programa musical britânico “Later… with Jools Holland”, também possibilitou apresentações sequenciais de artistas. Já na abertura, Harry Styles, Billie Eilish, Haim e Dua Lipa emendaram um show atrás do outro, dando a tônica da noite. A criatividade também tirou do tédio o tradicional momento in memoriam, dedicado aos artistas falecidos, que foi reformulado com homenagens de grandes astros, responsáveis por covers emocionantes, intercalados por uma multidão de fotos e lembranças, num dos melhores blocos da noite. As apresentações também capricharam na cenografia, com muitos shows assumindo a aparência de clipes ao vivo. Ponto alto: a parceria de Cardi B e Megan Thee Stalion na adulta “Wap” foi de surtar e mandar ficar “de quatro” em bom português, ao terminar com o ritmo acelerado do remix funk do carioca Pedro Sampaio. Ao final, teve até um feito digno do filme “Truque de Mestre”, em que o BTS recriou o palco do Grammy em Los Angeles, para revelar ao final de sua apresentação no suposto teto do Staples Theater que nunca saiu da Coreia do Sul. Espetacular como programa de TV. De fato, o Grammy 2021 consagrou-se como a melhor festa de premiação do ano. Foi tão bom que nem pareceu ser uma premiação. Especialmente uma premiação tão complicada quanto o Grammy 2021. Confira abaixo os vencedores das principais categorias. Álbum do Ano “Folklore — Taylor Swift Gravação do Ano “Everything I Wanted — Billie Eilish Música do Ano “I Can’t Breathe — H.E.R. Artista Revelação Megan Thee Stallion Melhor Álbum Pop “Future Nostalgia — Dua Lipa Melhor Álbum de Rock “The New Abnormal — The Strokes Melhor Álbum de Rap “King’s Disease — Nas Melhor Álbum Country “Wildcard — Miranda Lambert Melhor Álbum Pop Latino ou Urbano “YHLQMDLG — Bad Bunny Melhor Álbum de Dance/Eletrônica “Bubba” — Kaytranada Melhor Álbum de Música Alternativa “Fetch the Bolt Cutters” — Fiona Apple Melhor Performance de Grupo ou Dupla Pop “Rain on Me” – Lady Gaga with Ariana Grande Melhor Performance de R&B “Black Parade” – Beyoncé Melhor Performance de Rap “Savage” – Megan Thee Stallion featuring Beyoncé Melhor Performance de Rap Melódico “Lockdown” — Anderson .Paak Melhor Performance de Rock Fiona Apple – “Shameika” Melhor Música de Rap “Savage” — Megan Thee Stallion featuring Beyoncé Melhor Música de R&B “Better Than I Imagine” – Robert Glasper featuring H.E.R. e Meshell Ndegeocello Melhor Música de Rock Brittany Howard – “Stay High” Melhor Música de Mídia Visual “007 – Sem Tempo para Morrer” – Billie Eilish Melhor Trilha Sonora “Coringa” – Hildur Guðnadóttir Melhor Filme Musical “Linda Ronstadt: The Sound of My Voice” Melhor Vídeo Musical “Brown Skin Girl” – Beyoncé e Blue Ivy Carter

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  • Música

    Grammy enfrenta polêmicas com muitos shows neste domingo

    14 de março de 2021 /

    A cerimônia de entrega do Grammy, o “Oscar da música”, acontece neste domingo (14/3) nos EUA, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT a partir das 21h. Além dos indicados aos prêmios da Academia Fonográfica, o evento, que terá apresentação do comediante Trevor Noah (do “Daily Show”), contará com shows de artistas como Harry Styles, Billie Eilish, Dua Lipa, Cardi B, BTS e Taylor Swift. A seleção musical é menos eclética que nos anos anteriores, mas em compensação traz mais artistas populares. Trata-se mesmo de compensação, após as recusas de The Weeknd, Beyoncé, Zayn Malik e Justin Bieber a convites para se apresentarem na premiação. Bieber justificou sua ausência com uma desculpa fraquinha, reclamando que seu novo disco vai disputar categorias de música pop e não R&B, como ele acha que deveria. Beyoncé não disse nada, embora tenha deixado subentendido um protesto contra a falta de indicações a artistas negros em categorias que não sejam de artistas negros (rap e R&B). Zayn soltou um palavrão para definir o prêmio. Mas The Weeknd foi incisivo, ao avisar que nunca mais participará do Grammy devido à falta de transparência dos “comitês secretos” que definem os prêmios. A decisão do cantor canadense aconteceu após ele ser completamente esnobado pela Academia. Apesar do sucesso de seu mais recente álbum, “After Hours”, considerado um dos melhores discos do ano passado pela crítica especializada e celebrado nos últimos MTV Music Video Awards e American Music Awards, The Weeknd não foi indicado em nenhuma categoria no Grammy 2021. Vários músicos consideraram o protesto de The Weeknd justo, pois seu disco dominou 2020. Em uma declaração à imprensa, o próprio presidente interino da Academia Fonográfica, Harvey Mason Jr., também se disse surpreso: “Sua música este ano foi excelente, e suas contribuições para a comunidade musical e o mundo em geral são dignas da admiração de todos. Ficamos emocionados quando descobrimos que ele se apresentaria no Super Bowl e adoraríamos tê-lo também no palco do Grammy”. Com seu protesto, The Weeknd resgatou o escândalo por trás da surpreendente demissão de Deborah Dugan, que perdeu o cargo de presidente da Academia em 2020, após fazer várias denúncias internas sobre corrupção e abusos – incluindo sexuais – de membros da instituição. Em sua saída, ela tornou algumas das denúncias públicas, inclusive que os “comitês secretos” mencionados por The Weeknd são formados por pessoas que representam ou têm relacionamentos com os artistas indicados, e que a própria Academia força esses comitês a escolher artistas que gostaria que se apresentassem ao vivo no evento. “Os Grammys continuam corruptos. Vocês devem para mim e para meus fãs uma maior transparência da indústria…”, tuitou The Weeknd. Na época em que os indicados foram revelados sem The Weeknd, em novembro do ano passado, a rapper Nicki Minaj aproveitou para lembrar como as realizações de artistas negros eram ignoradas no evento. “Nunca se esqueçam que o Grammy não me deu o prêmio de Artista Revelação quando eu tinha 7 músicas simultaneamente nas paradas da Billboard e a melhor semana de lançamento que qualquer mulher rapper em uma década, o que inspirou uma geração. Eles deram para o homem branco, Bon Iver”, ela tuitou. Neste domingo, a revista Variety publicou um editorial exigindo mudanças na premiação, intitulado “Hora de consertar o Grammy”. Os problemas, por sinal, não vem de hoje. Houve um escândalo em cada uma das últimas cinco edições da premiação. Em 2018, o então presidente Neil Portnow teve a audácia de dizer que as artistas femininas precisavam “melhorar” para serem mais reconhecidas pela premiação. A culpa, portanto, não seria do machismo dos comitês formados apenas por homens… Tem mais. Neste ano, Fiona Apple, que disputa três prêmios, apontou a hipocrisia da Academia por indicar o produtor Dr. Luke, acusado pela cantora Kesha de abuso, na categoria de Gravação do Ano. Luke produziu o hit “Say So”, de Doja Cat, sob o pseudônimo Tyson Trax. Em conversa com o The Guardian, Fiona lembrou que Kesha foi convidada em 2018 para fazer uma performance da música “Praying”, que é justamente sobre abuso. “Eu fico pensando neles colocando Kesha no palco tipo ‘nós acreditamos em você’, e dois anos depois, a p**** do Tyson Trax. Não queria voltar a usar essa palavra, mas é…”. Além do machismo, a falta de reconhecimento de artistas negros, com a escandalosa omissão de Beyoncé, Jay-Z e Kendrick Lamar dos prêmios principais dos últimos anos, também diz muito sobre a formação dos comitês. Beyoncé, por sinal, já devia ter se tornado há muito tempo a artista mais premiada da Academia, mas costuma ser confinada nas “categorias negras”. Mesmo assim, pode conquistar este recorde neste domingo. Depois do #OscarSoWhite de alguns anos atrás e do #TIMESUPGlobes deste ano, a mídia e os artistas já viram que é possível enquadrar antigas premiações que deixam de refletir seus tempos. Muitos encaram a pressão atual com esperança de mudanças. Mas falta uma campanha insistente como a organizada pela ONG Time’s Up contra o Globo de Ouro, exigindo maior representatividade entre seus eleitores. Falta uma reportagem-denúncia como a do Los Angeles Times, que escancarou os bastidores da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, em inglês) responsável pelos Globos, revelando a falta de integrantes negros e até mesmo de “imprensa” na instituição. Sem isso, dificilmente integrantes da Academia Fonográfica repetirão o mea culpa da HFPA, que se curvou e prometeu mudanças durante sua premiação. Em vez disso, o Grammy pretende oferecer distrações. Muitos shows de artistas populares. Em cinco palcos, com transmissão ao vivo pela TV. E expectativa de grande audiência, para não correr riscos de sofrer pressão também dos patrocinadores. E para mudar o foco, o plano é destacar o impacto econômico causado pela pandemia, com participação simbólica de donos e funcionários de lojas de discos e casas de espetáculos na entrega dos prêmios no palco do evento. Falta saber, ao vivo, se Trevor Noah, geralmente muito politizado, apresentará a cerimônia sem comentar seus bastidores. Ou se os discursos dos vencedores serão todos em homenagem a Deus, empresários, gravadoras e à mãe.

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  • Música

    Harry Styles vai cantar na abertura do Grammy 2021

    11 de março de 2021 /

    A premiação do Grammy Awards 2021 no próximo domingo (14/3) tinha tudo para ser tão polêmica quanto o Globo de Ouro, após barrar The Weeknd, que conquistou tudo em outras premiações. Mas os organizadores resolveram se movimentar. Para evitar um vexame de audiência, como o evento da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood, a Academia Fonográfica escalou o cantor Harry Styles para abrir a cerimônia. O nome do cantor já estava confirmado na lista de artistas que iriam se apresentar na premiação. Mas nesta quinta (11/3), a Academia afirmou que ele também vai cantar. Imediatamente, a novidade acabou entrando na lista de assuntos mais comentados no Twitter do dia. Além dele, Billie Eilish, Dua Lipa, Cardi B, BTS e Taylor Swift também foram escalados, entre muitos outros, para realizar shows durante o evento. Veja a lista completa de artistas que irão se apresentar no evento no vídeo abaixo. E assim o Grammy garante uma sintonia elevada, embora o prêmio em si atravesse sua maior crise de credibilidade, entre demissões de Presidente da Academia, seleção contestada, acusações de corrupção e muitas intrigas de bastidores. A premiação de 2021 vai acontecer no domingo (14/3), a partir das 22h, com transmissão ao vivo no Brasil pelo canal pago TNT. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Recording Academy / GRAMMYs (@recordingacademy)

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  • Etc,  Série

    Taylor Swift se irrita com série “Ginny & Georgia” por piada com sua vida amorosa

    1 de março de 2021 /

    A nova série “Ginny & Georgia”, da Netflix, atraiu a ira de Taylor Swift e seus fãs durante o fim de semana. O motivo da repercussão foi uma frase do episódio final da 1ª temporada da série sobre a relação de uma mãe e filha, ao estilo de “Gilmore Girls”. A polêmica aconteceu num momento em que a mãe solteira Georgia (Brianne Howey) pergunta à sua filha Ginny (Antonia Gentry) sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. Capturas de tela da cena passaram a alimentar protestos nas redes sociais e a frase “Respeitem Taylor Swift” chegou a aparecer entre os tópicos em alta no Twitter na noite de domingo (28/2). Finalmente, nesta segunda-feira (1/3), primeiro dia do Mês da História das Mulheres, comemoração anual americana que destaca realizações femininas ao longo de março, a própria Taylor Swift resolveu se manifestar, chamado a frase da série uma “piada preguiçosa e profundamente machista”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada. Além disso, Netflix depois do [documentário de Taylor Swift] “Miss Americana”, esse figurino não fica bonito em você. Feliz Mês da História das Mulheres, eu acho.” A referência ao documentário se deve à inclusão de críticas à vida amorosa da cantora na produção da Netflix. Entre outros momentos, “Miss Americana” inclui comentaristas falando sobre como ela estava “passando por caras como um trem”. Hey Ginny & Georgia, 2010 called and it wants its lazy, deeply sexist joke back. How about we stop degrading hard working women by defining this horse shit as FuNnY. Also, @netflix after Miss Americana this outfit doesn’t look cute on you 💔 Happy Women’s History Month I guess pic.twitter.com/2X0jEOXIWp — Taylor Swift (@taylorswift13) March 1, 2021

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  • Música

    Willow: Taylor Swift faz continuação de Cardigan em novo clipe místico

    12 de dezembro de 2020 /

    Ao anunciar seu novo álbum-surpresa, “Evermore”, Taylor Swift o descreveu como continuação de seu outro álbum-surpresa de 2020, “Folklore”. E o clipe de “Willow”, primeiro single do novo trabalho, é exatamente isso: uma sequência direta do vídeo de “Cardigan”. Ele começa do ponto em que o anterior terminou. Dirigido pela própria cantora, com fotografia do cinematógrafo mexicano Rodrigo Prieto (“O Irlandês”), três vezes indicado ao Oscar, “Willow” volta a acompanhar Taylor num mergulho ao interior de seu piano mágico. Ao entrar no instrumento, ela viaja a terras místicas, onde dança, diverte-se e encontra o amor. Com um visual que combina paganismo e conto de fadas, embalado por um som misto de folk e música pop (composto em parceria com Aaron Dessner, da banda The National), o clipe chega a lembrar, curiosamente, a carreira de Kate Bush.

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  • Música

    Taylor Swift lança novo álbum – e clipe – de surpresa nesta madrugada

    10 de dezembro de 2020 /

    A cantora Taylor Switft anunciou de surpresa, pelo Twitter, que vai lançar mais um álbum em 2020. E vai ser hoje mesmo, à meia-noite de Nova York – conhecida como 2h da madrugada, no horário de Brasília. “Evermore”, que ela chamou de “disco-irmão” do “Folklore”, não é um EP. O disco contará com 15 faixas, incluindo novas parcerias com músicos das bandas HAIM (“No Body, No Crime”), The National (“Coney Island”) e Bon Iver (a faixa-título). Ela contou que se sentiu estimulada durante a produção de “Folklore”, com a criatividade gerada pelo encontro de novos parceiros (alguns dos citados) e a ociosidade do período em que não poderia fazer shows. “Para ser bem sincera: a gente simplesmente não conseguiu parar de escrever músicas. Para ser mais poética, parecia que tínhamos chegado nos limites da floresta de ‘Folklore’ e tínhamos uma escolha: dar as costas e voltar pra casa ou viajar ainda mais fundo pela mata. Escolhemos a segunda opção”, ela escreveu na rede social, compartilhando a história por trás do novo e inesperado disco. A cantora ainda disse que, no passado, nunca pensou em fazer uma “continuação” para seus álbuns, mas que sentiu que o “Folklore” era diferente. “Amei o escapismo dessas histórias, algumas imaginárias e outras não. Amei as formas como vocês receberam essas histórias em suas vidas”, explicou. Lançado em julho e trazendo um clima mais folk, “Folklore” bateu recordes de reprodução em streaming e gerou inúmeros comentários nas redes sociais. O disco também rendeu um registro especial lançado pela plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), intitulado “Folklore: The Long Pond Studio Sessions”. O documentário foi igualmente realizado em segredo e lançado de surpresa, com direção da própria cantora. Nele, Taylor detalha um pouco dos bastidores da produção e ainda apresenta uma performance ao vivo do repertório, ao lado de seus colaboradores Jack Antonoff (das bandas Bleachers e Fun), Aaron Dessner (The National) e Justin Vernon (Bon Iver). “Adorei criar essas músicas com Aaron Dessner, Jack Antonoff, WB e Justin Vernon”, ela assumiu no Twitter. “Também recebemos alguns novos (e antigos) amigos em nossa mesa musical desta vez”, adiantou sobre “Evermore”. O lançamento do “Evermore” ainda será acompanhado de um clipe, “Willow”, que também virá à tona durante a madrugada – e que ela própria dirigiu, com fotografia do cinematógrafo mexicano Rodrigo Prieto (“O Irlandês”), três vezes indicado ao Oscar. Ela avisou que vai participar de um chat com os fãs no YouTube, minutos do lançamento oficial. “Vejo vocês no chat da página de estreia do clipe no YouTube antes da meia-noite para responder a algumas perguntas”, concluiu. Confira abaixo os posts originais. I’m elated to tell you that my 9th studio album, and folklore’s sister record, will be out tonight at midnight eastern. It’s called evermore. 📷: Beth Garrabrant pic.twitter.com/xdej7AzJRW — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’ve never done this before. In the past I’ve always treated albums as one-off eras and moved onto planning the next one after an album was released. There was something different with folklore. In making it, I felt less like I was departing and more like I was returning. — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 And I loved creating these songs with Aaron Dessner, Jack Antonoff, WB, and Justin Vernon. We’ve also welcomed some new (and longtime) friends to our musical kitchen table this time around… — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I also know this holiday season will be a lonely one for most of us and if there are any of you out there who turn to music to cope with missing loved ones the way I do, this is for you. — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 All *digital downloads* of the album will include an exclusive, digital booklet with 16 brand new photos. You can pre-order evermore now at https://t.co/QYMUTL0IAj — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’m forever grateful to the following creatives who have helped and guided me to be able to direct my own videos: Cinematographer Rodrigo Prieto, producer Jil Hardin, 1st AD Joe ‘Oz’ Osbourne, Co-1st AD Ev Salomon, Exec Producer Rebecca Skinner… — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020 I’ll see you guys in the YouTube premiere page chat before midnight to answer some questions 🧙‍♀️ — Taylor Swift (@taylorswift13) December 10, 2020

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  • Música

    Taylor Swift lança documentário musical de surpresa no Disney+ (Disney Plus)

    24 de novembro de 2020 /

    A cantora Taylor Swift anunciou em suas redes sociais nesta terça-feira (24/11) que vai lançar um documentário com o repertório do disco “Folklore” na plataforma Disney+ (Disney Plus). Detalhe: o filme estreia amanhã, dia 25 de novembro. Swift deu a notícia parafraseando uma das letras de “Exile”, que rapidamente se tornou uma das favoritas dos fãs. “Você não viu esse filme antes”, ela brincou. Um trailer também foi disponibilizado no canal da cantora no YouTube. Veja abaixo. Intitulado “Folklore: The Long Pond Studio Sessions”, o filme-surpresa foi dirigido em segredo pela própria Taylor em setembro, no interior do estado de Nova York, e a acompanha, junto a seus colaboradores Jack Antonoff (das bandas Bleachers e Fun), Aaron Dessner (The National) e Justin Vernon (Bon Iver), interpretando o repertório e compartilhando as histórias por trás das canções do disco, que foram gravadas à distância, com os músicos separados por quilômetros, durante a quarentena. Os artistas tocarão todas as músicas de “Folklore” na ordem em que são apresentadas no álbum e contarão os bastidores que envolveram a criação e gravação de cada faixa. O projeto dá a Taylor e aos músicos uma chance de se encontrar e tocar o repertório juntos, ao vivo, em um ano praticamente sem shows. As apresentações da cantora foram cancelados em todo o mundo por causa da nova pandemia de coronavírus. Este é o segundo filme de Taylor Swift disponibilizado pela Disney+ (Disney Plus) em 2020. No início deste ano, ela lançou um documentário centrado em seu álbum “Lover”, gravado durante um show surpresa em Paris, no outono de 2019. O filme foi ao ar na rede ABC e mais tarde na Disney+ (Disney Plus) e na Hulu, todas empresas de propriedade da Disney. Veja abaixo o trailer do novo filme.

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