Taika Waititi vai fazer filme sobre futebol antes do próximo Thor
Taika Waititi, o diretor de “Thor: Ragnarok” e do próximo longa do super-herói da Marvel, encaixou outro filme antes de começar a trabalhar em “Thor: Love and Thunder”. Ele comandará para a Fox Searchlight uma adaptação do documentário “Next Goal Wins”. Além de dirigir, Waititi também assina o roteiro, ao lado de Iain Morris (“The Inbetweeners”). Lançado em 2014, o documentário contou a história da equipe mais vitoriosa da Seleção de Futebol da Samoa Americana, que venceu dois jogos durante as eliminatórias para a Copa do Mundo do Brasil e ficou a um gol de se classificar. Considerada a pior seleção de futebol do mundo, o time detém o recorde de maior goleada sofrida numa competição internacional, ao perder de 31 (trinta e um!) a zero da Austrália em 2001. Atualmente, Waititi dá os toques finais em seu trabalho mais recente, “Jojo Rabbit”, que terá première mundial em setembro, durante o Festival de Toronto. Trata-se de uma comédia passada na Alemanha nazista sobre um garoto obcecado em fazer parte da Juventude Hitlerista, que tem Hitler como amigo imaginário e uma mãe (vivida por Scarlett Johansson) que ajuda judeus a se esconderem. O longa estreia em janeiro no Brasil.
Intérprete de Sif quer ser par romântico de Valquíria no quarto filme de Thor
A atriz Jaimie Alexander, que escapou da chacina de Asgard em “Thor: Raganarok” por conflito de agenda, quer voltar aos filmes do Deus do Trovâo no anunciado “Thor: Love and Thunder”. Ela compartilhou um artigo que sugeria pares LGBTQIA+ para Valquíria, após a atriz Tessa Thompson dizer que sua prioridade no quarto longa da franquia seria encontrar uma rainha. A matéria mencionava lady Sif, personagem de Alexander, como possível candidata e a atriz se mostrou disposta a viver esse amor, ao escrever “Levantando a mão” e incluir emojis apaixonados como resposta. Valquíria vai se assumir como a primeira super-heroína LGBTQIA+ dos filmes da Marvel Studios em “Thor: Love and Thunder”. Mas o filme não vai ficar nisso. A trama central vai acompanhar a transformação de Thor numa mulher, após Jane Foster, papel de Natalie Portman, conseguir erguer o martelo místico do herói. Alexander interpretou Sif nos dois primeiros filmes da franquia “Thor” e em dois episódios de “Agents of SHIELD”, mas seu compromisso com a série “Blindspot” acabou impedindo sua participação em mais filmes da Marvel. Como “Blindspot” vai acabar na próxima temporada, ela finalmente ficará com a agenda livre. “Thor: Love and Thunder” tem direção de Taika Waititi (de “Thor: Raganarok”) e estreia marcada para novembro de 2021. >raises hand< ?? https://t.co/d2kKkUUYWP — Jaimie Alexander (@JaimieAlexander) 30 de julho de 2019
Jeff Goldblum indica volta do Grão-Mestre no novo filme de Thor
O anúncio de que Thor vai virar mulher no próximo filme, além da saída do armário de Valquíria, dominaram a cobertura de “Thor: Love and Thunder” na Comic-Con International, em San Diego. Mas Jeff Goldblum, que não participou da apresentação, acrescentou outra detalhe importante à volta do Deus do Trovão ao cinema, com um post nas redes sociais. O intérprete do Grão-Mestre em “Thor: Ragnarok” revelou que também estará no filme, ao postar um logotipo “corrigido” da produção, que aumenta o título para “Thor: Love and Thunder and Not Forgetting the Grandmaster”. O post também inclui um “obrigado” ao diretor Taika Waititi, responsável por “Ragnarok”, que voltará a comandar as filmagens em “Love and Thunder”. Visto pela última vez na cena de pós-créditos de “Thor: Ragnarok”, cercado por seus antigos súditos após ser derrubado, o Grão-Mestre de Goldblum acabou se tornando um dos personagens favoritos do público, graças a tiradas engraçadas. Oficialmente, a Marvel confirmou apenas as participações de Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria) e Natalie Portman (Jane Foster), que vai virar a poderosa Thor na continuação. A estreia está marcada para 5 de novembro de 2021. Love & Thunder… 2021?⚡ Thanks @TaikaWaititi ? pic.twitter.com/kq8VzyU62y — Jeff Goldblum (@jeffreygoldbIum) July 21, 2019
Diretor de Thor: Ragnarok vira Hitler em teaser de comédia ultrajante
A Fox Searchlight divulgou o primeiro teaser de “Jojo Rabbit”, novo filme do diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). A prévia explora humor ultrajante, ao acompanhar um menino da juventude hitlerista que sofre bullying e é confortado por seu amigo imaginário Adolf Hitler. Passada na Alemanha nazista, a trama vai se complicar quando a criança descobrir que sua mãe está escondendo uma garota judia em sua casa. O elenco destaca o estreante Roman Griffin Davis como o personagem do título, Scarlett Johansson (“Vingadores: Ultimato”) como sua mãe, Thomasin McKenzie (de “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) como a menina judia e o próprio Taika Waititi como Hitler – um Hitler maori! O elenco também inclui Sam Rockwell (vencedor do Oscar 2018 por “Três Anúncios para um Crime”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”), vistos no vídeo. Baseado no romance homônimo de Christine Leunens, o filme foi selecionado para o Festival de Toronto, que acontece entre 4 e 15 de setembro, e estreia comercialmente em 18 de outubro nos Estados Unidos. A previsão de lançamento no Brasil é apenas para 30 de janeiro.
Diretor de Thor: Ragnarok foi quem convenceu Natalie Portman a voltar pra Marvel
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a volta de Natalie Portman ao papel de Jane Foster na franquia “Thor” foi mérito do diretor Taika Waititi. Em entrevista ao Yahoo! após o painel do estúdio na Comic-Con International, em San Diego, o executivo deu detalhes dos bastidores desse retorno. “Nós amamos Natalie, ela faz parte da família do MCU”, comentou Feige na entrevista. “Estamos sempre em contato com ela. Quando Taika nos trouxe a ideia de adaptar uma determinada parte dos quadrinhos em ‘Thor: Love and Thunder’, ficamos muito animados”. “Nós colocamos Natalie em contato com Taika, eles tiveram apenas uma reunião, e ela aceitou retornar”, completou. Previsto para lançamento em novembro de 2021, o filme batizado em inglês de “Thor: Love and Thunder”, trará Jane Foster assumindo o lugar de Thor, como a Deusa do Trovão. Como disse o próprio Feige, a ideia não é uma invenção aloprada de Taika Waititi, que vai comandar a continuação após o sucesso de sua abordagem cômica em “Thor: Ragnarok” (2017). Nos quadrinhos, Jane Foster vira mesmo Thor, num período em que o herói não consegue mais erguer o martelo. Iniciada em 2014, esta fase transformou o antigo interesse romântico do herói até numa integrante dos Vingadores. Mas não acaba muito bem, nem para Jane nem para Valquíria, que também está confirmada na trama após ser introduzida em “Ragnarok”. O desfecho se dá na recentíssima “Guerra dos Reinos”, trama publicada em 2019, que traz novas mudanças de status para os heróis de Asgard. A produção vai voltar a juntar Natalie Portman e Chris Hemsworth após a atriz pular “Thor: Ragnarok”. Havia rumores de desentendimento entre o estúdio e a estrela. Tudo porque Portman queria Patty Jenkins à frente de “Thor: Mundo Sombrio” (2013) – a diretora chegou a ser contratada, mas foi substituída nas vésperas das filmagens, vingando-se com o sucesso de seu filme seguinte, “Mulher-Maravilha”. Após “Mundo Sombrio”, Portman sumiu do Universo Cinematográfico da Marvel. Mas reapareceu de surpresa, brevemente, no recente “Vingadores: Ultimato”, sugerindo uma reaproximação. Sua “substituta” em “Thor: Ragnarok”, Tessa Thompson, intérprete de Valquíria, também foi confirmada no novo filme. Mas não deverá haver disputa entre as duas pelas atenções de Thor. Tessa revelou que é mais provável que ela se interesse por Jane Foster, pois Valquíria vai se assumir como a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel no quarto “Thor”.
Valquíria vai se assumir como primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel
“Thor: Love and Thunder”, título em inglês do quarto filme do poderoso Thor, vai ser um prato feito para os trolls do Twitter. Não só o super-herói será substituído por uma versão feminina, como a trama retratará a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel. Durante o painel do estúdio na Comic-Con Internacional, em San Diego, a atriz Tessa Thompson sugeriu que a homossexualidade de Valquíria seria explorada no novo longa. “Como novo rei [de Asgard], ela precisa encontrar sua rainha”, disse a atriz. “Esta será a primeira coisa”, reforçou. Vale lembrar que, ao final de “Vingadores: Ultimato”, Valquíria assumiu o papel de governante de Nova Asgard, uma cidade povoada por refugiados asgardianos, enquanto Thor foi para o espaço, juntando-se aos Guardiões da Galáxia. De todo modo, esta não é a primeira vez que a atriz fala abertamente sobre a sexualidade de sua personagem. Na época de “Thor: Ragnarok”, Thompson descreveu a personagem como bissexual, refletindo a forma como ela é retratada nos quadrinhos. No entanto, o filme em si não abordou sua sexualidade. Os comentários de Thompson sugerem que isso mudará na continuação. O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, vem prometendo há muito tempo que o Universo Cinematográfico da Marvel incluiria um herói LGBTQIA+. Valquíria seria essa personagem super-empoderada. Em sua vida pessoal, Tessa Thompson é namora assumidamente a cantora Janelle Monáe. Novamente dirigido por Taika Waititi, o quarto filme de Thor também trará de volta Chris Hemsworth e Natalie Portman, a Jane Foster dos dois primeiros longas do personagem, que desta vez vai erguer o Mjolnir e se transformar em Thor. A estreia foi marcada para 5 de novembro de 2021 nos Estados Unidos.
Natalie Portman vai virar Thor no próximo filme do super-herói
O anúncio mais surpreendente da Marvel durante sua participação na Comic-Con Internacional, em San Diego, foi a revelação de que o quarto longa-metragem de Thor vai transformar o super-herói numa mulher. Quem vestirá o uniforme de Thor no próximo filme será Natalie Portman, a Jane Foster dos dois primeiros longas do personagem. Portman apareceu no painel do estúdio e recebeu o Mjolnir das mãos do diretor Taika Waititi. “A sensação é muito boa”, ela disse, ao erguer o martelo. Chris Hemsworth, o Thor original, ainda comentou a substituição: “Thor parece ter ido para o banco”. A ideia não é uma invenção aloprada do cineasta, que vai comandar a continuação após o sucesso de sua abordagem cômica em “Thor: Ragnarok” (2017). Nos quadrinhos, Jane Foster chega realmente a virar Thor, num período em que o herói não consegue mais erguer o martelo. Iniciada em 2014, esta fase transformou o antigo interesse romântico de Thor na Deusa da Trovão e a viu entrar até nos Vingadores. Detalhe: esta história não acaba bem para Jane. Nem para Valquíria, que também está confirmada na trama após ser introduzida em “Ragnarok”. O desfecho se dá na recentíssima “Guerra dos Reinos”, trama publicada em 2019, que traz novas mudanças de status para os heróis de Asgard. A produção vai voltar a juntar Natalie Portman e Chris Hemsworth após a atriz pular “Thor: Ragnarok”. Havia rumores de desentendimento entre o estúdio e a estrela, que queria Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”) à frente de “Thor: Mundo Sombrio” (2013) – a diretora chegou a ser contratada, mas foi substituída nas vésperas das filmagens. Após “Mundo Sombrio”, Portman sumiu do Universo Cinematográfico da Marvel. Mas reapareceu de surpresa, brevemente, no recente “Vingadores: Ultimato”, sugerindo uma reaproximação. Sua “substituta” em “Thor: Ragnarok”, Tessa Thompson, intérprete de Valquíria, também foi confirmada no novo filme. Mas não deverá haver disputa entre as duas pelas atenções de Thor. Tessa revelou que é mais provável que ela se interesse por Jane Foster, pois Valquíria vai se assumir como a primeira heroína LGBTQIA+ da Marvel no quarto “Thor”. Com o título, em inglês, de “Thor: Love and Thunder” (Thor: Amor e Trovão, em tradução literal), o filme teve sua estreia marcada para 5 de novembro de 2021.
Thor 4 é confirmado com o diretor de Ragnarok
O diretor Taika Waititi, responsável por reinventar o super-herói nórdico da Marvel em “Thor: Ragnarok”, vai retornar à franquia. Ele assinou contrato para escrever e dirigir “Thor 4”. O projeto transforma Thor no primeiro herói da Marvel a chegar ao quarto filme individual. Nem Homem de Ferro, o mais popular protagonista do Universo Cinematográfico da editora de quadrinhos, mereceu essa consideração. Até aqui, apenas o grupo dos Vingadores teve quatro filmes lançados. O detalhe é que “Thor 4” também repercute em outra produção baseada em quadrinhos. A confirmação do diretor neozelandês garante que “Akira” voltará a ser adiado. O longa baseado no mangá está em desenvolvimento há mais de 15 anos na Warner e, após várias trocas de comando, tinha definido Waititi como diretor e estabelecido seu lançamento para maio de 2021. Mas boatos já circulavam sobre a paralisação da produção. O motivo agora fica claro: a volta do cineasta para a Marvel. A continuação de “Thor: Ragnarok” foi facilitada pela vontade de Chris Hemsworth e Tessa Thompson de retornarem a seus papéis, respectivamente como Thor e Valquíria. Hemsworth, em particular, adorou a abordagem cômica de Waititi no filme anterior e disse várias vezes que gostaria de explorar mais esse aspecto do personagem. Enquanto isso, Thompson cansou de avisar que a produção tinha tudo para acontecer. Mais bem-sucedido dos três filmes de Thor, “Ragnarok” estreou nos cinemas em novembro de 2017, arrecadando US$ 853,9 milhões em todo o mundo.
The Mandalorian: Jon Favreau já trabalha na 2ª temporada da série inédita de Star Wars
A estreia de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, ainda está distante, mas seu criador Jon Favreau (que dirigiu os remakes de “O Rei Leão” e “Mogli”) revelou já estar trabalhando na 2ª temporada. “Eu estava escrevendo a 2ª temporada esta manhã antes de vir aqui”, contou o cineasta em entrevista ao site Collider. Segundo o site, o trabalho nos novos episódios vão além do roteiro. A 2ª temporada já teria entrado em pré-produção, num processo inicial de produção de efeitos visuais, que serão incluídos em tempo real nas cenas durante as gravações definitivas. Este trabalho aponta que “The Mandalorian” vai usar a tecnologia de ponta que deu vida aos animais falantes realistas de “O Rei Leão”. Trata-se de um processo digital que permite que o diretor veja as cenas com efeitos já durante as filmagens, para ter a noção exata de como vão aparecer na tela, em vez de depender da equipe de pós-produção para materializar os efeitos previstos em roteiro. Isto dá ao diretor muito mais controle sobre o produtor final. “Se você visitar o set de ‘The Mandalorian’, verá uma parede de vídeo onde é possível vislumbrar os personagens imersos no cenário digital e interagindo com criações digitais, ao mesmo tempo em que gravam com tela azul ao fundo”, contou Favreau. Mas para que isso aconteça, ele e sua equipe precisam mapear todos os efeitos antes em pré-produção. Que é o ponto em que se encontra “The Mandalorian” em relação à 2ª temporada. A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) vai se passar após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). O título refere-se a um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. O personagem será interpretado pelo chileno Pedro Pascal (de “Game of Thrones” e “Narcos”). O elenco também inclui Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, dirige o piloto da série, que também tem episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). “The Mandalorian” deve estrear junto do lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), que será disponibilizado em 12 de novembro nos Estados Unidos, com planos de chegar a outros países em 2020.
Akira vai ganhar nova adaptação como série animada
Enquanto o filme live-action não sai do papel, “Akira” vai ganhar uma nova adaptação animada, desta vez em formato de série. O projeto foi anunciado na Anime Expo 2019, que acontece em Los Angeles. Os detalhes são escassos, mas o projeto é basicamente uma adaptação do mangá de Katsuhiro Otomo e não uma sequência do longa animado clássico. Como os fãs de “Akira” sabem, a animação de 1988 foi lançada antes que Otomo tivesse terminado a história em quadrinhos e, por isso, sua porção final é mais curta e muito diferente do desfecho do mangá, cuja história só foi encerrada em 1990. A produção da série está a cargo do estúdio Sunrise, o mesmo de clássicos como “Cowboy Bebop” e “Gundam”. Além desse projeto, o painel dedicado a Katshuiro Otomo na Anime Expo revelou que o filme original será remasterizado em 4k e relançado nos cinemas japoneses em 2020. Enquanto isso, a versão live-action americana dirigida por Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) ganhou data de estreia. O planejamento da Warner prevê um lançamento em 21 de maio de 2021 nos Estados Unidos. É esperar para ver se o cronograma será cumprido, já que o estágio atual é o mesmo a que chegaram diversas outras iniciativas anteriores do estúdio, que tenta filmar “Akira” há pelo menos 17 anos.
Diretor de Thor: Ragnarok vai dirigir animação de Flash Gordon
A Disney vai produzir o primeiro longa-metragem animado do herói espacial “Flash Gordon”. E, segundo o site Deadline, ninguém menos que Taika Waititi, que conquistou os fãs da Marvel com outra aventura espacial, “Thor: Ragnarok”, foi contratado para escrever e dirigir o projeto. Os direitos da produção foram adquiridos pela Disney junto de sua compra do acervo da 20th Century Fox. O lançamento deve se manter com produção da Fox, que há anos tenta encontrar uma abordagem para relançar Flash Gordon no cinema – chegando a cotar Matthew Vaughn (“Kingsman” e “Kick-Ass”) e Julius Avery (“Operação Overlord”) como diretores. Criado pelo gênio dos quadrinhos Alex Raymond em 1934, “Flash Gordon” acompanha um atleta americano, o herói do título, que vai parar com sua namorada e um cientista russo num planeta chamado Mongo, onde alia-se à revolucionários que pretendem derrubar o ditador Ming, um líder sanguinário com planos para a conquista da Terra. Repleto de mulheres fatais, com direito às primeiras minissaias da História, além de naves espaciais, raios laser, homens-leões e homens com asas, a obra de Raymond já foi adaptada em três filmes na época dos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940, cujo visual avançado chegou a servir de referência para “Guerra nas Estrelas” (1977) e “O Império Contra-Ataca” (1980). O personagem também ganhou um filme em 1980, que tentou pegar carona justamente no sucesso de “Guerra nas Estrelas”, mas o resultado decepcionou os fãs dos quadrinhos e é mais lembrado por sua trilha sonora, composta pela banda Queen, e por ter virado piada na comédia “Ted” (2012), de Seth MacFarlane.
Adaptação de Akira, do diretor de Thor: Ragnarok, ganha data de estreia
Agora vai? A Warner marcou uma nova data de estreia para a adaptação americana do clássico mangá e anime “Akira”, que será comandada pelo neozelandês Taika Waititi, conhecido por dirigir “Thor: Ragnarok”. O planejamento do estúdio prevê um lançamento em 21 de maio de 2021 nos Estados Unidos. Não é um começo promissor para o projeto, já que a data é a mesma de “John Wick 4”. Mas a Lionsgate não deve se preocupar muito, porque este filme já teve várias dadas de estreia, todas elas já vencidas pela realidade. O projeto está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio volte a considerá-lo num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” há três meses. Um dos roteiros anteriores do filme trocava a ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York, como justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. O roteirista mais recente a trabalhar na adaptação foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”). Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, quase saiu do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, tanto que a Warner chegou a considerar dividir o filme em duas partes. Todas as versões desenvolvidas até aqui previam um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. Waititi só deve começar as filmagens após o lançamento de “Jojo Rabbit”, sua comédia dramática ambientada na 2ª Guerra Mundial, que estreia em 18 de outubro nos Estados Unidos.
Série do filme O que Fazemos nas Sombras é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano FX renovou a série “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia vampírica homônima (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), para a 2ª temporada. Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme, Taika Waititi (que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. O filme original foi concebido como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses e venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Já a série sofreu várias mudanças, além da locação e do elenco. Para começar, os protagonistas não são três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Atualmente em seu quinto episódio (metade da 1ª temporada), a série vem atraindo cerca de 500 mil telespectadores ao vivo.









