Resident Alien: Veja 7 minutos da nova série baseada em quadrinhos
O canal pago Syfy divulgou fotos e os primeiros 7 minutos de “Resident Alien”, sua nova série baseada em quadrinhos. A adaptação da publicação da Dark Horse Comics traz o ator Alan Tudyk (o Sr. Ninguém da série “Patrulha do Destino”) no papel-título. Criada por Chris Sheridan (roteirista-produtor de “Uma Família da Pesada”), a série acompanha um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico recluso, que foi assassinado. Tudo o que ele quer é ser deixado em paz enquanto aguarda um resgate que nunca vem. Mas as circunstâncias, conforme demonstra a prévia abaixo, o forçam a sair de seu esconderijo remoto para resolver crimes – e a questionar se a raça humana merece ser salva ou destruída. Publicados desde 2012, os quadrinhos do escritor Peter Hogan e do desenhista Steve Parkhouse já renderam cinco minisséries completas, com a sexta, que conclui a história, prevista para ser lançada em novembro nos EUA. A estreia está marcada para janeiro e a esperança é que ecoe o sucesso de “Wynonna Earp”, em vez do destino das demais adaptações de quadrinhos canceladas prematuramente pelo canal, como “Krypton”, “Happy!” e “Deadly Class”.
The Expanse: Trailer revela guerra espacial e data de estreia da 5ª temporada
A Amazon divulgou um trailer impactante da 5ª temporada de “The Expanse”. Repleto de efeitos visuais, o vídeo explica a premissa dos próximos episódios e ainda revela a data de estreia. A prévia mostra a inevitabilidade de um conflito espacial entre a Terra e as colônias do cinturão de asteroides, que se unem sob o comando de Marco Inaros (Keon Alexander, de “Tyrant”), terrorista (ou líder revolucionário, dependendo da perspectiva) introduzido na temporada passada. As cenas sugerem um atentado de grande escala contra a Terra, numa declaração de guerra que o Capitão Holden (Steven Strait, de “O Despertar”) aparece determinado a revidar. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” adapta a saga literária “Leviatã Desperta”, de James S.A. Corey (pseudônimo de Daniel Abraham e Ty Franck), que se passa daqui a 200 anos no futuro, quando a Terra enfrenta uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A situação é agravada por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que pretende conduzir a uma guerra entre mundos. O elenco da atração também inclui Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (“Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”) e Chad Coleman (“The Walking Dead”). A 5ª temporada estreia no dia 16 de dezembro.
The Outpost é renovada para a 4ª temporada
A rede The CW encomendou a 4ª temporada da série de fantasia “The Outpost”. O anúncio foi feito na véspera da estreia da 3ª temporada, que acontece nesta quinta (8/10). “The Outpost” estava originalmente prevista para ir ao ar durante o verão norte-americano (entre junho e agosto), mas teve a produção interrompida pelo coronavírus. Como a série é gravada na Sérvia, onde a pandemia foi contida com maior rapidez, teve permissão para retomar os trabalhos em junho e já encerrou suas gravações. Os executivos do canal gostaram do resultado e decidiram antecipar a decisão de continuar com a série. A série de fantasia conquistou um público fiel na CW, tanto que manteve praticamente os mesmos índices de audiência em suas duas temporadas exibidas, com uma queda de apenas 6% no segundo ano de produção, encerrado em 26 de setembro de 2019 nos Estados Unidos. A audiência, porém, é pequena, em torno de 600 mil telespectadores ao vivo. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganha créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco conhecidos, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), Jake Stormoen (da franquia “Mythica”), Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma combinação inusitada de trama de fantasia épica com produção de orçamento trash, que acaba sendo viciante por conta de performances canastronas e enredo capaz de prender a atenção com boas reviravoltas e construção de universo. Passada num reino imaginário medieval, começou acompanhando planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e exageros cômicos de sua produção transparecem. Importante destacar que a série melhorou muito em sua 2ª temporada, justamente ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma civilização medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais. A série é exibida no Brasil no canal pago Syfy.
Globoplay anuncia integração dos canais Globosat em novo pacote de streaming
A Globoplay anunciou a integração dos canais Globosat (que agora passam a se chamar Canais Globo) a sua plataforma de streaming. O novo produto, chamado “Globoplay + Canais ao Vivo”, custará R$ 49,90 por mês e estará disponível já nesta terça-feira (1/9) para assinantes Globoplay, com a programação ao vivo de 21 canais. Novos usuários só poderão assinar o serviço em 1º de outubro. Com o pacote digital, os assinantes poderão ver em um só lugar o conteúdo linear de Multishow, Globonews, Sportv 1, Sportv 2, Sportv 3, GNT, Viva, Gloob, Gloobinho, Off, Bis, Mais Globosat, Megapixel, Universal TV, Studio Universal, Syfy, Canal Brasil e Futura. Desta lista, além da transmissão ao vivo da Globo de graça a todos os usuários, o canal Futura estará disponível também para não assinantes, reforçando, segundo a Globo, o compromisso de promover a transformação social através do modelo de produção audiovisual educativa, participativa e inclusiva. “Um marco para a Globo”, disse Paulo Marinho, diretor de canais do grupo, em entrevista coletiva remota. “Simboliza e materializa uma virada”, acrescentou. “Agora, será tudo da Globo em um só lugar. Vamos trazer cada vez mais conteúdo. O conceito será all in one, com a diversidade de nosso catálogo”, acrescentou Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais da Globo. Tanto Marinho quanto Brêtas procuraram reforçar a ideia de que o novo serviço não busca competir com as operadoras de TV por assinatura. “Muita gente pergunta: ‘mas as pessoas não vão sair da TV por assinatura e vão assinar este produto?’ A gente acredita que este produto é muito mais para um outro tipo de público”, disse Brêtas. Quem não quiser pagar mais para ver canais da TV paga ao vivo, também terá a opção atual da Globoplay, oferecida por R$ 22,90, sem o conteúdo extra. Além de oferecer os canais ao vivo, o novo serviço oferece ao assinante o recurso de “cloud DVR”, ou seja, a possibilidade de ver conteúdo anterior ao que está sendo exibido. Será possível ver somente quatro horas para trás de programação linear dos canais Globosat, mas isto já é bem mais que os 90 minutos disponibilizados atualmente para o conteúdo da Globo ao vivo. Também será oferecido ver conteúdo antigo destes canais, que ficarão disponíveis para consumo on demand após seis meses.
Wynonna Earp surpreende e volta com maior audiência após dois anos
Após um hiato de dois anos, havia muitas dúvidas sobre a capacidade de “Wynonna Earp” manter seu público no decadente canal SyFy, conhecido nos últimos tempos por ser um cemitério de séries, devido a seus inúmeros cancelamentos. Mas a atração surpreendeu. Impulsionado pela participação do elenco na Comic-Con virtual, o episódio de estreia, exibido no domingo passado (26/7), reuniu 656 mil espectadores na soma de seus primeiros três dias de exibição, um aumento de 11% em relação à estréia da 3ª temporada, de acordo com auditoria da Nielsen. Este número cresce para 1,2 milhão de visualizações quando acrescenta o público de streaming, segundo o Syfy. “‘Wynonna Earp’ é um fenômeno”, disse Chris McCumber, presidente da Syfy. “Não apenas retornou para a 4ª temporada mais forte que estava na 3ª, como a resiliência e a paixão de seus fãs, Earpers, continuam a brilhar nas mídias sociais, convenções e muito mais.” No dia da estreia, ‘Wynonna Earp’ foi o programa mais comentado de toda a televisão (excluindo esportes) no Twitter, com 22,3 milhões de impressões estimada, de acordo com as classificações de conteúdo social da Nielsen. Graças a esse desempenho – e pela falta de sucessos do SyFy – , a série praticamente garantiu sua renovação para o quinto ano de produção em sua estreia de temporada. Nada mal para uma série que ficou dois anos fora do ar, sem verbas para finalizar as gravações dos episódios encomendados. Desenvolvida por Emily Andras (produtora-roteirista de “Lost Girl”), a atração é baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. Sua premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. O apelo da série, porém, é a ótima química do elenco, encabeçado por Melanie Scrofano (série “Damien”), e sua mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, sensualidade, empoderamento feminino e orgulho LGBTQIA+. A soma de todas essas partes fazem de “Wynonna Earp” uma das séries mais bem cotadas no site Rotten Tomatoes, com 92% de aprovação. O elenco também inclui Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Varun Saranga (“Go Awat, Unicorn!”), Michael Eklund (série “Bates Motel”), Greg Lawson (“Heartland”) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. “Wynonna Earp” tem suas primeiras temporadas disponibilizadas no Brasil pela Netflix.
Chucky: Série do Brinquedo Assassino ganha primeiro teaser
Um ano e meio após o canal Syfy encomendar seu piloto, chega o primeiro teaser de “Chucky”, série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”. E com um detalhe inesperado. O vídeo afirma que “Chucky” é um mal grande demais para ficar restrito a apenas um canal e anuncia que a série será exibida no SyFy e no USA simultaneamente. Os dois canais fazem parte do conglomerado americano ViacomCBS. A versão seriada de “Chucky” foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar a franquia, tendo escrito todas as seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Um detalhe que pode ser conferido na prévia é que a série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker) e exibido em 2019 nos cinemas – por sinal, a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” ainda não tem data de estreia nem previsão de ser exibido no Brasil.
Wynonna Earp: Trailer anuncia data de estreia da 4ª temporada
O canal pago americano SyFy divulgou o trailer da 4ª temporada da série “Wynonna Earp”, que retorna após hiato de dois anos em sua produção, ocasionados por problemas financeiros da produtora Seven24 Films. A demora foi tanta que o vídeo chama atenção para as manifestações dos fãs, ansiosos pela estreia. A prévia anuncia a chegada da 4ª temporada em 26 de julho nos EUA. Mas esconde a má notícia. Infelizmente, a produção foi interrompida pela pandemia e a temporada será dividida em duas partes. Apenas os seis primeiros episódios serão exibidos em sequência, com uma pausa de midseason na metade de agosto. Os seis capítulos finais devem ter as gravações retomadas nos próximos dias, acompanhando a retoma das produções no Canadá, e só irão ao ar no fim do ano – se tudo correr bem. Desenvolvida por Emily Andras (produtora-roteirista de “Lost Girl”), a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Beau Smith, publicados pela editora IDW. Sua premissa é de um faroeste sobrenatural, que acompanha uma descendente do famoso delegado do Velho Oeste Wyatt Earp em sua missão de caçar demônios, para acabar com uma maldição secular de sua família. O apelo da série, porém, é a ótima química do elenco, encabeçado por Melanie Scrofano (série “Damien”), e sua mistura bem dosada de aventura, terror, western moderno, humor, sensualidade, empoderamento feminino e orgulho LGBTQIA+. A soma de todas essas partes fazem de “Wynonna Earp” uma das séries mais bem cotadas no site Rotten Tomatoes, com 92% de aprovação. O elenco também inclui Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”), Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”), Varun Saranga (“Go Awat, Unicorn!”), Michael Eklund (série “Bates Motel”), Greg Lawson (“Heartland”) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro reencarnado Doc Holliday. “Wynonna Earp” tem suas primeiras temporadas disponibilizadas no Brasil pela Netflix.
Vagrant Queen é cancelada no final da 1ª temporada
O canal pago americano Syfy cancelou “Vagrant Queen”, série espacial baseada nos quadrinhos homônimos da Vault Comics, após uma temporada. O último episódio foi ao ar no início do mês, em 4 de junho, com uma das piores audiências de series finale da história do Syfy, vista por apenas por 215 mil pessoas ao vivo e 0,05 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). A série tinha um tom entre ação e comédia, similar a “Killjoys”, com a inevitável influência de “Star Wars” e um orçamento muito menor que sua ambição. A trama girava em torno de Elida (Adriyan Rae, de “Light as a Feather”), uma jovem rainha que se torna órfã e exilada, escondendo-se nos cantos traiçoeiros da galáxia, enquanto é perseguida por inimigos que procuram extinguir sua linhagem. Quando sua amigo trapaceiro Isaac (Tim Rozon, de “Wynonna Earp”) aparece afirmando que sua mãe sobreviveu à rebelião, eles partem em sua nave caindo aos pedaços com uma nova aliada, a mecânica Amae (Alex McGregor, de “Blood Drive”), para realizar um resgate que colocará a fugitiva real em meio ao perigo, no coração de seu antigo reino – onde enfrenta um velho rival mortal, o Comandante Lazaro (Paul du Toit, de “Maze Runner: A Cura Mortal”). A série foi gravada na África do Sul e trazia uma equipe majoritariamente feminina de roteiristas e diretores, chefiada pela criadora do programa, Jem Garrard (“Android Employed”). A 1ª temporada conseguiu contar a história proposta, mas terminou com vários ganchos para uma nova aventura, incluindo personagens aleatórios que deveriam ter maior relevância no decorrer da história, que infelizmente não será contada na TV – mas continua a ser publicada em quadrinhos. Veja o trailer da série cancelada abaixo.
Ator da série The Expanse é acusado de assédio
O estúdio Alcon Entertainment, responsável pela produção da série sci-fi “The Expanse”, iniciou uma investigação independente sobre o ator canadense Cas Anvar, que nesta semana viu seu nome envolvido em inúmeras acusações de assédio e abuso sexual. A polêmica aumentou nos últimos dias, com mais mulheres se apresentando para compartilhar suas histórias no Twitter, incluindo capturas de tela do que dizem ser mensagens inapropriadas de Anvar. Nenhum dos supostos incidentes de agressão sexual aconteceu no set da série, que foi resgatada pela Amazon após seu cancelamento pelo canal pago Syfy. A maioria dos casos seria relacionado a convenções de fãs. Daniel Abraham, um dos co-autores da série de livros em que a atração é baseada, revelou que depois que descobriu que um membro do elenco havia sido acusado de má conduta sexual, “imediatamente transmitiu essas graves acusações ao estúdio Alcon. A Alcon contratou uma empresa independente para investigar esse assunto e leva essas acusações muito a sério”. O perfil de James SA Corey, pseudônimo usado por Abraham e Ty Franck para assinar os livros, também tuitou as notícias da investigação, agradecendo às mulheres que se manifestaram. As acusações contra Anvar ganharam visibilidade em um tópico do Reddit que agregou todas as reivindicações, e também contou com tuítes e reações de Abraham e Corey, além de membros do elenco da Expanse. Isso inclui Steven Strait, Wes Chatham e Dominique Tipper, cuja declaração foi publicada na conta dos autores. Ao contrário das recentes e refutadas acusações contra o elenco de “Riverdale”, as contas de Twitter das acusadoras não são recém-criadas. Ao contrário, interagem na rede social há anos, possuem fotos e identificações claras. Depois de três temporadas no Syfy, “The Expanse” teve seu quarto ano lançado em dezembro passado pela Amazon. A série foi renovada para uma 5ª temporada na plataforma de streaming.
The Outpost: Produção da 3ª temporada é retomada na Sérvia
As produtoras Electric Entertainment e Arrowstorm Entertainment revelaram nesta segunda-feira (8/6) que já estão de volta à Sérvia para retomar as gravações da 3ª temporada de “The Outpost”, série de fantasia e aventura exibida nos EUA pela rede The CW. A produção foi interrompida no início do surto de coronavírus em meados de março, mas, com a reabertura gradual do comércio na Europa, já recebeu autorização para retornar aos sets. O anúncio foi feito em conjunto por Dean Devlin, CEO da Electric Entertainment, e Jason Faller e Kynan Griffin, da Arrowstorm Entertainment. Eles vão trabalhar nas gravações com a Balkanic Media, uma empresa de produção com sede em Belgrado, que possui um extenso plano de produção pós-bloqueio, contendo diretrizes completas e abrangentes sobre como manter a segurança e a higiene no local das gravações. Todos os membros da equipe estão passando por treinamento para garantir que as medidas de segurança sejam seguidas. “Estamos empolgados em ser uma das primeiras produções a retomar o trabalho após a pausa na indústria de TV e cinema”, disse Devlin. “A Balkanic Media se empenhou para garantir a segurança de todos no set, e estamos felizes por a 3ª temporada de The Outpost ser concluída e ficar pronta para estrear no outono [norte-americano] de 2020.” Entre as medidas tomadas, estão exames diários do elenco, conduzidos na chegada ao estúdio, e a produção de arquivos médicos para cada membro da produção, com o registro de todos os exames. A série de fantasia conquistou um público fiel na CW, tanto que manteve praticamente os mesmos índices de audiência em suas duas temporadas exibidas, com uma queda de apenas 6% no segundo ano de produção, encerrado em 26 de setembro nos Estados Unidos. A audiência, porém, é pequena, em torno de 600 mil telespectadores ao vivo. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganha créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco conhecidos, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), Jake Stormoen (da franquia “Mythica”), Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma combinação inusitada de trama de fantasia épica com produção de orçamento trash, que acaba sendo viciante por conta de performances canastronas e enredo capaz de prender a atenção com boas reviravoltas e construção de universo. Passada num reino imaginário medieval, começou acompanhando planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e exageros cômicos de sua produção. Importante destacar que a série melhorou muito em sua 2ª temporada, justamente ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma civilização medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais. Geralmente exibida no verão (entre maio e julho) nos Estados Unidos, a 3ª temporada vai estrear excepcionalmente na temporada nobre de outono, devido à pandemia de coronavírus. A série é exibida no Brasil no canal pago Syfy.
The Magicians vai acabar no final da 5ª e atual temporada
O canal pago Syfy anunciou o cancelamento de “The Magicians”, uma das poucas séries originais remanescentes em sua programação. A atração vai acabar ao final da atual 5ª temporada, que se encerra em 1º de abril nos EUA. Em entrevista ao site TV Insider, a criadora e produtora executiva Sera Gamble (ex-“Supernatural”) disse que já tinha concebido a temporada como possível encerramento da série, de modo a não deixar os fãs sem uma conclusão. “Tivemos a sensação de que, nesta temporada, o Syfy estava chegando naquele ponto de que ‘O copo está cheio e não há mais espaço’, e assim um final adequado foi criado”, explicou. O cancelamento acontece um ano após os produtores Gamble e John McNamara decidirem matar o protagonista da série, Quentin Coldwater (vivido por Jason Ralph), que foi o fio condutor da atração em suas primeiras temporadas. Se a trilogia literária de “Os Magos”, de Lev Grossman, em que a série se baseia, costuma ser considerada uma versão adulta de “Harry Potter”, a morte de Quentin seria o equivalente a matar Harry Potter e continuar a saga com Ron e Hermione. Apesar de a 5ª temporada ter sido reenergizada por conta da ousadia, fazendo com que os demais personagens desenvolvessem ligações até então inéditas, a série perdeu 63% de seu público após a morte de Quentin e se encerra com uma média muito baixa, de apenas 341 mil telespectadores ao vivo. A queda na audiência, porém, pode ter outras causas. O Syfy está em franca implosão. Cancelando uma série atrás da outra, o canal ficou com apenas duas atrações canadenses em produção: a excelente “Wynonna Earp”, que está há quase dois anos fora do ar por falta de verba para gravar seus episódios, e a péssima “Van Helsing”, que já vai acabar na próxima temporada. Não é exatamente um atrativo para novos assinantes, o que tem levado a um encolhimento impressionante do canal. Os cancelamentos constantes ainda deram ao SyFy uma péssima reputação. Virou o canal pago mais odiado dos fãs de séries, que se cansaram de ver boas produções saírem do ar sem concluir suas tramas, apenas para o lançamento de produtos piores – e mais baratos. Esta má fama também se estende à capacidade do canal para negociar novos projetos, o que tem feito com que dependa da exibição de produções canadenses, em vez de fomentar suas próprias séries. Apesar disso, o canal tem três novas séries em desenvolvimento. Uma delas, “Vagrant Queen” (baseada nos quadrinhos homônimos) estreia em 27 de março. As demais são uma versão televisiva do terror “Brinquedo Assassino” e mais uma adaptação de quadrinhos, “Resident Alien”, estrelada por Alan Tudyk (de “Patrulha do Destino”), que ainda não têm previsão de lançamento. “The Magicians” é exibida no Brasil pela versão nacional do Syfy, que já chegou a chamar a série de “Escola de Magia”, mas atualmente usa o nome original mesmo. Quem não conhece, não sabe o que está perdendo, já que se trata de uma das melhores séries de fantasia dos últimos anos. E com tantos palavrões que garantem que realmente não se trata de programa para crianças. A série contou toda a trama da trilogia literária de Lev Grossman, encerrada durante a 3ª temporada, e acrescentou dois anos de aventuras inéditas à saga. Além disso, comprovando o mérito da adaptação de Gamble e McNamara, transformou uma personagem não existente nos livros, a rainha mágica Margo (Summer Bishil), variação empoderada da literária Janet, na melhor de todas as heroínas da história.
Vagrant Queen: Nova série baseada em quadrinhos espaciais ganha primeiro trailer
O canal pago americano Syfy divulgou o trailer de “Vagrant Queen”, nova série espacial baseada nos quadrinhos homônimos da Vault Comics. A prévia mostra que a atração mistura ação e comédia para acompanhar um trio de aventureiros espaciais, num tom similar a “Killjoys”, com a inevitável influência de “Star Wars” e um orçamento muito menor que sua ambição. A trama gira em torno de Elida (Adriyan Rae, de “Light as a Feather”), uma rainha que se torna órfã e exilada, escondendo-se nos cantos traiçoeiros da galáxia, enquanto é perseguida por inimigos que procuram extinguir sua linhagem. Quando sua velho amigo Isaac (Tim Rozon, de “Wynonna Earp”) aparece afirmando que sua mãe, Xevelyn, ainda está viva, eles partem com sua nova aliada, Amae (Alex McGregor, de “Blood Drive”), para realizar um resgate que colocará a fugitiva real em meio ao perigo, no coração de seu antigo reino – onde enfrentará um velho rival mortal, o Comandante Lazaro (Paul du Toit, de “Maze Runner: A Cura Mortal”). A série foi gravada na África do Sul e traz uma equipe majoritariamente feminina de roteiristas e diretores, chefiada pela criadora do programa, Jem Garrard (“Android Employed”). A estreia está marcada para 27 de março nos EUA.
Brinquedo Assassino: SyFy oficializa produção da série de Chucky
Um ano após anunciar a encomenda do piloto, o canal pago americano Syfy confirmou a produção de uma série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”. Em desenvolvimento há 23 meses, a versão seriada de “Child’s Play” (título original) foi criada por Don Mancini, que escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original há 32 anos e desde então explora sem parar o boneco Chucky, tendo escrito todas as seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. “Há muito tempo eu desejo trazer Chucky para a televisão, e a Syfy é a emissora perfeita para nós. A série trará uma abordagem inovadora para a franquia, permitindo que exploremos o personagem de Chucky com a profundidade que só poderia existir na televisão”, comentou Mancini, em janeiro de 2019, no primeiro comunicado sobre o projeto. A série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, e servirá de contraponto ao remake exibido em 2019 nos cinemas, que foi a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini.










