Trailer de suspense junta Josh Duhamel, Anthony Hopkins e Al Pacino
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer e o pôster do suspense “Misconduct”, estrelado por Josh Duhamel (“Um Porto Seguro”), Anthony Hopkins (“Thor”) e Al Pacino (“Não Olhe para Trás”). O cartaz, por sinal, lembra outro filme de Pacino, “Advogado do Diabo” (1997), que também enredava um jovem advogado numa trama sinistra (compare abaixo). A prévia acompanha Duhamel no papel de Kean… de um advogado que trabalha para Pacino num caso contra um magnata bilionário (Hopkins), e que logo se vê envolvido por sua sedutora informante numa trama diabólica. Conduzindo o suspense por muitas reviravoltas, o vídeo culmina com a perseguição do advogado pela polícia, vítima de um complô de corrupção, chantagens e assassinato. O elenco também destaca Byung-hun Lee (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), Glen Powell (série “Scream Queens”) e as loiras Malin Akerman (“CBGB”), Alice Eve (“Além da Escuridão – Star Trek”) e Julia Stiles (“O Ultimato Bourne”). “Misconduct” marca a estreia na direção do produtor Shintaro Shimosawa, americano que se especializou na produção de remakes de terror japonês e escreveu o roteiro de “Ecos do Mal” (2008). O roteiro, por sua vez, foi escrito pela dupla Simon Boyes e Adam Mason, que também é especialista em horror – escreveram juntos “Jogos Sangrentos” (2006), “A Cadeira do Diabo” (2007) e outros terrores baratos, lançados diretamente em vídeo no Brasil. A estreia de “Misconduct” está marcada para 5 de fevereiro nos EUA e não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Suspense de Pecados Antigos, Longas Sombras penetra além da epiderme
Espanha, 1980. Dois investigadores de Madri são enviados para uma pequena península da Andaluzia, um território inóspito que parece ter sua própria lei, seus próprios lideres e seus próprios segredos. Eles estão na ilha para averiguar o sumiço de duas jovens irmãs, que desapareceram misteriosamente após pegar carona numa estrada no meio da noite, e “partiram” sem avisar ninguém nem deixar bilhetes de despedida ou algo do tipo. Esse é o resumo mais simplista de “La Isla Minima”, filme espanhol que fez a rapa nos Prêmios Goya deste ano, levando pra casa nada menos que 10 estatuetas (entre elas as concorridas Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original e Melhor Ator), chegando aos cinemas brasileiros com o (exageradamente alto explicativo) titulo de “Pecados Antigos, Longas Sombras”. Os investigadores são Pedro (Raúl Arévalo) e Juan (Javier Gutiérrez), que formam o arquétipo típico de dupla policial, mas a leitura vai além de um representar o bonzinho e do outro fazer o serviço sujo. Pedro representa a nova Espanha, nascida após as eleições democráticas de 1977. Juan simboliza a antiga Espanha fascista de Francisco Franco, ditador que comandou o país com bala, sangue e mortes por quase 40 anos, saindo de cena em 1975. Desta forma, “Pecados Antigos, Longas Sombras” conta duas histórias: a resolução de um caso misterioso e a dura convivência entre passado e presente. A investigação irá fazer com que muitos comparem o filme com a 1ª temporada de “True Detective”, série de sucesso assinada por Nic Pizzolatto, e antes que alguém se aventure a insinuar algo (é impossível não conectar as duas obras), a produção espanhola terminou de ser filmada antes da série estrear. De uma maneira positiva, o fã de “True Detective” pode imaginar que o filme é tudo o que a 2ª temporada da série não foi, e um pouco mais. O desaparecimento das irmãs é a ponta do iceberg de uma história de aliciamento, abuso sexual e desespero: todas as jovens querem fugir da ilha, mas seus sonhos frágeis são destruídos por sua própria inocência, um ato de entrega que se correlaciona com as pessoas que tentaram fugir de Francisco Franco. “Pecados Antigos, Longas Sombras” flutua entre dois vértices de forma admirável: de um lado, na epiderme, cria um suspense tradicional que revela uma sociedade podre, repleta de aproveitadores e pessoas dispostas a tudo por dinheiro e poder; do outro, um pouco mais profundo, sugere voltar ao amago de um sentimento doloroso, que necessita de enfrentamento, e, talvez, de perdão – embora seja possível encaixar a “Banalidade do Mal”, de Hannah Arendt, na história. Com pleno domínio sobre esses dois núcleos, o diretor Alberto Rodriguez (que assina o ótimo roteiro ao lado de Rafael Cobos) fez um pequeno grande filme – de fotografia cuidadosa (com belas cenas aéreas, recriadas através da digitalização de fotografias feitas por Hector Garrido na região da Andaluzia), que recomenda uma sessão em sala de cinema, e de olhar delicado sobre a história recente da Espanha – que entrega muito mais do que aparenta.
O Presente transcende os filmes de psicopata com suspense convincente
Quando muitos já estão fechando suas listas de melhores do ano, ainda é possível encontrar surpresas no circuito, como este “O Presente”, primeiro longa dirigido pelo ator Joel Edgerton (“Aliança do Crime”), que já vinha desenvolvendo uma carreira paralela como roteirista – são dele as histórias de “Felony” (2013) e “The Rover – A Caçada” (2014). Ele também escreveu a trama deste “O Presente”, que a princípio parece muito simples, mas ao poucos se revela ambiciosa. Edgerton tece a história e conduz a tensão de forma primorosa. Na trama, Rebecca Hall (“Transcendence”) e Jason Bateman (“Quero Matar Meu Chefe”) são Robyn e Simon, um jovem casal de mudança para uma cidade nova que é reconhecido por um estranho, Gordon (o próprio Edgerton), um sujeito que já foi colega de escola de Simon, embora este demore a lembrar-se neste encontro. Gordon, ou Gordo, como era conhecido na escola, descobre facilmente onde o casal mora e passa a dar-lhes presentes e a visitá-los, embora fique no ar uma sensação de desconforto com sua presença. A primeira metade de “O Presente” lembra “Pacto Sinistro” (1951), de Alfred Hitchcock, por apresentar um personagem estranho e que ameaça a paz do casal. Mas nem tudo é preto no branco, como veremos mais adiante, já que a Robyn sofreu recentemente algo parecido com um colapso nervoso, e Simon não é um exemplo de homem íntegro e bondoso. Na verdade, sem querer entregar muito da trama e já entregando um pouco, um dos grandes méritos de “O Presente” é também lidar com um assunto que vem sendo discutido bastante atualmente, a questão do bullying, e no quanto isto é capaz de mexer com a cabeça de alguém. Isso faz com que o trabalho de Edgerton transcenda o tradicional filme de psicopata, trazendo tons de cinza para os personagens. Por outro lado, esse detalhe não seria suficiente se “O Presente” não deixasse o público tenso, assustado e se segurando na cadeira em vários momentos, com uma construção atmosférica que o qualifica como um dos melhores suspenses da atualidade. A escolha do elenco também foi muito acertada. Jason Bateman, embora mais conhecido por suas comédias, é capaz de transmitir o ar de quem não inspira confiança, assim como Rebecca Hall, a mulher bela, adorável e psicologicamente frágil da trama. Ambos combinam perfeitamente com os papéis. Mas é Edgerton quem toca o terror, literalmente, manifestando fisicamente a tensão evocada por seu roteiro e direção competentes.
Exposed: Keanu Reeves precisa proteger uma testemunha em trailer de suspense policial
A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Exposed”, suspense policial que volta a reunir Keanu Reeves com a cubana Ana De Armas, após “Bata Antes de Entrar”. A prévia mostra Keanu como um detetive policial, que é desestimulado por seu próprio chefe para não investigar a morte de seu parceiro corrupto. Mas uma testemunha: a personagem de Ana De Armas, que entra na mira de uma perigosa gangue por ter visto demais. O elenco também destaca Mira Sorvino (série “Falling Skies”) como a viúva do policial assassinado e Christopher McDonald (série “The Good Wife”) como o chefe de polícia. O filme marca a estreia do roteirista Gee Malik Linton e do diretor Declan Dale, e estreia em 22 de janeiro nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Estreias: Filmes brasileiros enfrentam Moby Dick e Angelina Jolie em semana de 17 lançamentos
Nada menos que 17 filmes estreiam nos cinemas nesta quinta (13/2) e metade (descontado o decimal) são brasileiros. De estilos e propostas bem diferentes, as produções vão do lazer de shopping center ao documentário micróbio – aquele que precisa de microscópio para ser encontrado em algum cinema. Entre os dois pólos, bons filmes lutam para chamar atenção em meio à saturação. Os trailers de todas as estreias podem ser conferidos abaixo. Parece muita coisa, mas a maioria só vai passar no Rio e em São Paulo, em circuito limitadíssimo. Nos shoppings, o maior lançamento é “No Coração do Mar”, cheio de som, fúria e vento. Embora seja dirigido por Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e estrelado por Chris Hemsworth (“Os Vingadores”), é um filme de efeitos e, ao contrário de seu título, sem coração. A trama baseia-se na história real que inspirou o romance “Moby Dick”. Há mais quatro filmes americanos, bem diferentes entre si. “O Natal dos Coopers” é a típica comédia natalina que Hollywood lança todo o ano – Diane Keaton, a matriarca da trama, já passou Natal mais feliz em “Tudo em Família (2005). O feriado cristão também pode levar público a “Quarto de Guerra”, drama evangélico que parece telefilme e promete lavagem cerebral. Já o vazio existencial de “À Beira-Mar” celebra dois fetiches de Angelina Jolie: seu marido Brad Pitt, com quem divide as cenas, e o cinema de Michelangelo Antonioni, que ela emula em cada segundo de tédio bem fotografado. Mas é outro ator-diretor quem surpreende – sem afetação e fazendo o básico. Estreia na direção de Joel Edgerton, “O Presente” explora o suspense de forma intensa e efetiva, configurando-se na melhor opção do grande circuito. As estreias brasileiras também se repartem em gêneros e resultados distintos. Dois lançamentos têm apelo popular e distribuição ampla: “Bem Casados” segue a linha das comédias histriônicas, que tem feito sucesso e arrasado – em todos os sentidos – o cinema nacional, enquanto “Tudo que Aprendemos Juntos” aposta no melodrama, com história de superação e professor bonzinho, seguindo fórmula americana. As duas ficções restantes são mais autorais. “Califórnia” revela o drama de uma adolescência “poética”, mas bem convencional em seus clichês, passada nos anos 1980 entre o pós-punk e a Aids. Já “O Fim e os Meios” transforma a atual conjuntura política, marcada pela corrupção, em suspense anticonvencional, com narrativa estruturada fora de ordem. Vale destacar que o diretor deste filme, Murilo Salles, também está lançando dois documentários, “Passarinho Lá de Nova Iorque” e “Aprendi a Jogar com Você”, com patrocínio do BNDES – banco público, alvo de questionamentos mais graves que os apontados na obra de ficção. Mais dois documentário completam a seleção brasileira: “5 Vezes Chico – O Velho e Sua Gente”, produção da Globo sobre o rio que será tema de sua próxima novela, e “Através”, viagem a Cuba na carona de uma jovem cubana que planeja sair do país, mas, no meio do caminho, encontra uma ficção perdida em sua história. Como sempre, o circuito limitado preenche sua programação com arte, exibindo obras dos principais festivais internacionais. Dois filmes vem de Cannes: a comédia “Dois Amigos”, também dirigida por um ator, o francês Louis Garrel, e o drama “Sabor da Vida”, da japonesa Naomi Kawase, eleito Melhor Filme pelo público da recente Mostra de São Paulo. Há também uma atração do Festival de Veneza, “O Cheiro da Gente”, novo longa de sexo adolescente/polêmico do diretor Larry Clark, 30 anos após “Kids” (1995). Contudo, assim como nos shoppings, o principal destaque pertence a um suspense. Lançado com uma “tradução” bizarra, “Pecados Antigos, Longas Sombras” (La Isla Mínima, no original) transforma a caça a um serial killer num tratado cinematográfico sobre tensão. O longa de Alberto Rodríguez é o filme espanhol do ano, vencedor de 10 prêmios Goya (o Oscar espanhol) e 9 prêmios da crítica espanhola. Mesmo assim, só vai estrear em 8 salas em todo o país. Para ter um parâmetro da lógica do mercado, imagine agora em quantas salas será exibido o futuro remake piorado hollywoodiano… [symple_divider style=”dashed” margin_top=”20″ margin_bottom=”20″] Estreias de cinema da semana Estreias em circuito limitado
Ron Howard vai dirigir suspense sobre mulher traumatizada
O cineasta Ron Howard vai dirigir “The Girl Before”, terceiro suspense seguido com a palavra “Girl” no título a inspirar leilão por seus direitos. Os anteriores foram “Garota Exemplar” e o vindouro “A Garota no Trem”. A Universal adquiriu os direitos do livro, que ainda não foi publicado e, segundo o site Deadline, pode ter sido assinado por um pseudônimo – o autor J.P. Delaney seria, na verdade, o escritor de best-sellers Tony Strong. “The Girl Before” traz a história de uma mulher traumatizada, que se apaixona por uma casa minimalista e pelo arquiteto que a elaborou. Os problemas começam quando ela descobre que uma mulher morreu local, três anos antes, e começa a imaginar que sua própria história é uma reprise do que aconteceu com a moradora anterior. O próximo filme de Ron Howard é “No Coração do Mar”, que estreia nos cinemas brasileiros na quinta-feira, dia 3 de dezembro. Atualmente, ele dá os retoques finais em sua terceira adaptação dos livros de Dan Brown, intitulada “Inferno”.
Segundo filme de Christopher Nolan, Amnésia vai ganhar remake
Um dos primeiros filmes do diretor Christopher Nolan, o suspense indie “Amnésia” (2000) vai ganhar remake. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto está sendo produzido pela AMBI Pictures, que recentemente comprou o catálogo da Exclusive Media Group. “Amnésia” foi o segundo longa-metragem de Nolan. Na trama, Guy Pearce (“The Rover”) vivia um homem incapaz de formar novas memórias após sofrer um trauma, vítima do ataque de um homem que matou sua esposa. Desde então, ao acordar, ele não guardava mais memórias do que fez no dia anterior. Mesmo assim, planejava uma vingança, seguindo pistas que ele próprio deixava para si mesmo, espalhadas em fotos e tatuagens em seu corpo, em busca do assassino de sua mulher. O filme rendeu a primeira indicação ao Oscar para os irmãos Christopher e Jonathan Nolan, que concorreram na categoria de Roteiro Original. A produtora Monica Bacardi, uma das sócias da AMBI, disse, em comunicado, que “pretende fazer um filme fiel à visão de Nolan e que seja tão ousado, icônico e digno de prêmios quanto foi o original”. Vale lembrar que uma história muito parecida foi filmada no ano passado com Nicole Kidman no papel principal, intitulada “Antes de Dormir”. Além de “Amnésia”, a Exclusive lançou “Donnie Darko” (2001) e “Segundas Intenções” (1998), entre outros filmes, que também podem ganhar refilmagens pela nova produtora.
Kenneth Branagh vai dirigir e estrelar nova versão de Assassinato no Expresso Oriente
O diretor Kenneth Branagh (“Cinderela”) vai filmar uma nova versão de um dos livros de mistério mais famosos da escritora Agatha Christie, “Assassinato no Expresso Oriente”. Além disso, também estrelará o longa, no papel do célebre detetive Hercule Poirot. A informação é do site The Hollywood Reporter. O exigente detetive belga Hercule Poirot é um dos personagens mais populares de Agatha Christie, tendo aparecido em 33 livros da escritora — o que transforma o novo filme em uma franquia em potencial. Na primeira filmagem de “Assassinato no Expresso Oriente”, realizada em 1974, Albert Finney ficou com o papel e acabou indicado ao Oscar de Melhor Ator. Na história, o detetive é chamado para desvendar um assassinato a bordo do famoso trem de longa distância. Entre os suspeitos, estavam estrelas de primeira grandeza, como Lauren Bacall, Ingrid Bergman, Jacqueline Bisset, Sean Connery, John Gielgud, Anthony Perkins, Vanessa Redgrave e Michael York. A novo versão tem roteiro de Michael Green (“Lanterna Verde”) e será produzida pelo cineasta Ridley Scott (“O Conselheiro do Crime”). Não foram divulgados o cronograma da produção nem a previsão do lançamento nos cinemas.
The Benefactor: Richard Gere é filantropo do mal em trailer de suspense
O estúdio Samuel Goldwyn Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Benefactor”, suspense dramático estrelado por Richard Gere (“A Negociação”). A prévia explora as motivações dúbias do personagem de Gere para ajudar o casal vivido por Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”) e Theo James (“Divergente”). Motivado por uma tragédia, que afetou a vida da jovem Franny (Fanning), ele resolve ajudar o casal a se estabelecer, oferecendo casa e emprego. Mas quando mais presentes ele lhes dá, mais sua presença se impõe entre os recém-casados. Primeiro longa de ficção do diretor Andrew Renzi, o filme foi exibido como “Franny” no Festival de Tribeca, em abril, e estreia primeiro na Europa, a partir de dezembro. Ainda não há previsão para seu lançamento comercial nem nos EUA e nem no Brasil.
Olhos da Justiça: Remake de O Segredo de Seus Olhos ganha trailer legendado
A Diamond Films Brasil divulgou o trailer legendado de “Olhos da Justiça”, o remake americano do suspense argentino “O Segredo de Seus Olhos” (2009), vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. A prévia deixa imediatamente claro que se trata de um filme muito diferente, que enfatiza o que antes era sugerido, inventando uma trama de vingança, além de trocar o sexo de personagens e mudar os relacionamentos do filme original. A motivação do protagonista também é outra. Assim, o pagamento dos direitos autorais parece cobrir apenas o plágio de algumas cenas, que aparecem copiadas no trailer, embora sem a elegância e a técnica do diretor Juan José Campanella. A piada pronta é dizer que um gringo viu o filme argentino, não entendeu o que os atores falavam e inventou uma nova história para refilmar as melhores cenas. O gringo é Billy Ray (roteirista de “Jogos Vorazes”), que assina o roteiro e a direção do remake – é terceiro filme que ele dirige, todos thrillers. O elenco destaca Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), no papel que foi de Ricardo Darín, e Julia Roberts (“Álbum de Família”) como uma personagem que mudou de sexo, emprego e deixou de ser quase figurante para que o diretor pudesse incluir a atriz na produção. Por outro lado, Nicole Kidman (“Segredos de Sangue”), que interpreta a protagonista feminina do filme original, quase nem aparece no trailer. Os demais atores são Dean Norris (série “Breaking Bad”), Michael Kelly (série “House of Cards”), Zoe Graham (“Boyhood”) e Joe Cole (série “Peaky Binders”). “Olhos da Justiça” estreia na sexta (20/11) nos EUA e três semanas depois, em 10 de dezembro, no Brasil.
Franquia Millennium vai voltar ao cinema sem Rooney Mara, Daniel Craig ou David Fincher
A Sony Pictures decidiu retomar a franquia “Millennium”, mas não como os fãs ou o diretor David Fincher esperavam. Ele queria continuar a filmar as adaptações da trilogia escrita por Stieg Larson, dando sequência à história de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, mas o filme de 2011 não fez o sucesso esperado e o estúdio adotou a tática do cansaço para tratar da continuação. Quatro anos depois, a decisão finalmente veio. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o estúdio decidiu adaptar “A Garota na Teia de Aranha”, quarto livro da série literária, pulando “A Menina que Brincava com Fogo” e “A Rainha do Castelo de Ar”, que compõem a trilogia original. E vai aproveitar este pulo para realizar um reboot, substituindo Rooney Mara no papel da hacker Lizbeth Salander e Daniel Craig como o jornalista Mikael Blomkvist, além do diretor David Fincher. “A Garota na Teia de Aranha” foi publicado neste ano e, diferentemente dos três primeiros livros, não foi escrito pelo falecido Stieg Larsson, mas sim por David Lagercrantz. Os três livros originais já foram filmados na Suécia, mas a negociação da Sony daria exclusividade ao estúdio para adaptar a nova obra. Ou seja, em vez de continuar a produzir remakes de histórias já vistas no cinema, a aposta é numa história inédita, para tirar a teima em relação à razão do fracasso de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”. O roteiro da adaptação está a cargo de Steven Knight (“Os Senhores do Crime”). Por fim, o site The Wrap está espalhando que a atriz Alicia Vikander (“O Agente da U.N.C.L.E.”) seria a favorita da Sony para substituir Mara.
Justin Theroux entra no suspense A Garota no Trem
O ator Justin Theroux (série “The Leftovers”) entrou no elenco da adaptação do best-seller “A Garota no Trem”, de Paula Hawkins. A informação é do site The Hollywood Reporter. Ele vai se juntar a Emily Blunt (“Sicario”), que vive o papel-título, Rebecca Ferguson (“Missão Impossível – Nação Secreta”), Haley Bennett (“O Protetor”), Edgar Ramirez (“Livrai-nos do Mal”), Allison Janney (série “Mom”) e Lisa Kudrow (série “The Comeback”) no elenco da produção. A trama acompanha Rachel (Blunt), uma mulher alcoólatra, deprimida e divorciada que tem como única distração usar sua viagem de trem diária para fantasiar histórias sobre as vidas dos outros passageiros. Sua atenção acaba se focando num casal em especial, para quem ela constrói uma narrativa de vida perfeita. Até que um dia ela testemunha algo chocante e se envolve numa história de mistério e suspense. A adaptação foi escrita por Erin Cressida Wilson (“Homens, Mulheres e Filhos”) e será dirigida por Tate Taylor (“História Cruzadas”). O lançamento está marcado para 7 de outubro de 2016 nos EUA.











