Supergirl: Cena e vídeo de bastidores revelam que Jimmy Olsen quer virar super-herói
A rede americana CW divulgou uma cena e um vídeo de bastidores do novo episódio de “Supergirl”, que revelam a decisão de Jimmy Olsen (Mehcad Brooks) de se tornar um super-herói. O produtor Andrew Kreisberg já adiantou, em entrevista à revista Entertainment Weekly, que ele vai se tornar um vigilante, assumindo o alter-ego do Guardião – com escudo e tudo – , personagem criado nos quadrinhos por Jack Kirby e Joe Simon, a mesma dupla que criou o Capitão América. O visual de Olsen como Guardião já foi adiantado aqui. Intitulado “Crossfire”, o quinto episódio da 2ª temporada de “Supergirl” vai ao ar nos EUA nesta terça (7/11). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Os Defensores: Elektra vai participar da minissérie dos super-heróis Marvel da Netflix
O endereço oficial do Twitter de “Os Defensores” confirmou com um vídeo a participação da super-heroína Elektra, interpretada por Elodie Yung, na minissérie da Netflix. O anúncio é curioso, tendo em vista a situação irresolvida de Elektra ao final da 2ª temporada de “Demolidor”. Ela vai se juntar a outros personagens de “Demolidor”, Jessica Jones, “Luke Cage” e da vindoura “Punho de Ferro”, num crossover do universo Marvel na Netflix. “Os Defensores” ainda não teve sua data de estreia definida, mas a Neflix já divulgou o primeiro teaser da atração, que pode ser conferido aqui. pic.twitter.com/EPRASgJrCZ — The Defenders (@TheDefenders) November 7, 2016
Deadpool 2: Compositor abandona continuação em solidariedade ao diretor
O músico e DJ holandês Tom Holkenborg, mais conhecido por seu nome artístico Junkie XL, abandonou o trabalho de composição da trilha sonora de “Deadpool 2” em solidariedade ao cineasta Tim Miller, responsável pelo primeiro filme, que, por sua vez, deixou a direção da sequência por divergências com o astro e produtor Ryan Reynolds. Ele compartilhou a decisão com os seguidores de sua página no Facebook, escrevendo uma carta aberta aos fãs. “É com grande pesar que eu decidi não compor a música do próximo filme do Deadpool. Eu amo esse personagem e criar a trilha original dele e do filme foi um capítulo monumental em minha vida, pessoal e profissionalmente. Desde que foi revelado que o brilhante e criativo diretor de Deadpool Tim Miller não estará mais envolvido no projeto, eu fiz algumas consultas à minha alma. Tim conduziu a força por trás de Deadpool e do meu envolvimento nesse incrível projeto. Sem Tim no comando, Deadpool não parece certo pra mim e é por isso que eu decidi não participar do segundo capítulo. Foi uma decisão difícil, pois eu amo muito esse projeto e sei quão ansiosamente o próximo filme será aguardado. É difícil deixar algo tão tão único, mas isso também deve parecer certo.” Muitos fãs já lamentam a decisão de Junkie XL, em vista do ótimo trabalho realizado não só em “Deadpool” (2015), mas também em “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2015) e tantos outros grandes filmes. Seus futuros trabalhos serão as trilhas de “Liga da Justiça” e “A Torre Negra”. “Deadpool” estreou em fevereiro deste ano e transformou seu orçamento “modesto” de US$ 58 milhões num blockbuster de US$ 782 milhões. Um sucesso mundial. A sequência terá Reynolds novamente como protagonista e deve estrear em 2018. Recentemente, veio à tona que a produção teria começado a fazer a testes para definir a intérprete da mutante Dominó na trama. Mas com a saída de Miller estes rumores se encerraram. Em vez disso, até o site da revista Variety entrou em fase de especulação, precisando se retratar após ter cravado que a Fox já tinha escolhido um substituto. A vaga, porém, continua aberta.
Liga da Justiça: Ator de Game of Thrones viverá o vilão alienígena Lobo da Estepe
O ator norte-irlandês Ciarán Hinds (o Mance Rayder de “Game of Thrones”) foi escalado para interpretar o vilão alienígena Lobo da Estepe (Steppenwolf) no filme da Liga da Justiça. Segundo o site The Wrap, o ator vai dar vida ao personagem por meio do sistema de captura de performance. Tio do supervilão Darkseid, o personagem monstruoso deveria aparecer já em “Batman vs. Superman”, e pode ser visto na versão estendida do filme em Blu-ray – ou aqui – , o que explica porque Luthor termina aquele filme falando sobre outros monstros que estão a caminho. Mas, de acordo com o site, A DC não vai considerar a versão estendida do filme como oficial e exibirá um visual diferente do Lobo da Estepe em “Liga da Justiça”, para refletir seu intérprete. A sinopse oficial do filme resume assim a história: “Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo a formação de uma liga de heróis sem precedentes – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) – , poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.” Novamente escrito por Chris Terrio e dirigido por Zack Snyder (ambos de “Batman vs Superman”), o filme tem estreia marcada para novembro de 2017.
Bilheterias: Estreia de Doutor Estranho fatura mais de US$ 300 milhões em todo o mundo
A mágica da Marvel é insuperável. Numa das semanas mais competitivas do ano na América do Norte, a estreia de “Doutor Estranho” arrecadou impressionantes US$ 84,9 milhões. Somente no primeiro dia em cartaz, na sexta-feira (4/11), o filme faturou US$ 32,6 milhões. A bilheteria superou a expectativa do mercado, que era de US$ 75 milhões. Para completar, o longa também fez mais de US$ 240 milhões em outros países, atingindo impressionantes US$ 325 milhões em todo o mundo, em seus primeiros dias em cartaz. O primeiro longa da inevitável nova franquia superou as estreias domésticas de super-heróis mais conhecidos da Marvel, como “Thor” (US$ 65,7 milhões), “Capitão América: O Primeiro Vingador” (US$ 65 milhões) e “Homem-Formiga” (US$ 57,2 milhões), ficando atrás apenas de “Homem de Ferro” (US$ 98,6 milhões) e dos filmes com mais de um super-herói, como “Guardiões da Galáxia” (US$ 94,3 milhões) e “Os Vingadores” (US$ 207,4 milhões). Além da ótima bilheteria, o filme estrelado por Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação”) foi antecipado por críticas bastante positivas. Com 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, também foi o lançamento mais bem-avaliado da semana nos EUA. E a competição era boa, com o lançamento da animação musical “Trolls”. A produção da DreamWorks Animation, com músicas de Justin Timberlake, abriu em 2º lugar. Mas com uma bilheteria bastante superior aos líderes das últimas semanas: US$ 45,6 milhões. A crítica também gostou da cantoria animada, rendendo aprovação de 74% no Rotten Tomatoes. Em 3º lugar, veio outra estreia bastante aguardada: “Até o Último Homem”, filme de guerra que marca a volta de Mel Gibson à direção. Estrelado por Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) e baseado numa história real, o filme fez U$ 14,7 milhões. Era mesmo uma tarefa difícil enfrentar a Marvel e a DreamWorks Animation, mas o desempenho, ainda que modesto para os padrões de Hollywood, está sendo considerado uma vitória para uma produção independente. O longa tem financiamento do estúdio do próprio cineasta, Icon Productions, em parceria com várias produtoras pequenas. Não há nenhum grande estúdio bancando o projeto, que mesmo assim já é considerado a redenção de Gibson em Hollywood. Sua exibição no Festival de Veneza, há dois meses, foi aplaudida de pé por 10 minutos, e a crítica americana agora faz eco, com 87% de aprovação. Infelizmente, a estreia no Brasil ainda vai demorar e só deve acontecer em janeiro. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Doutor Estranho Fim de semana: US$ 84,9 milhões Total EUA: US$ 84,9 milhões Total Mundo: US$ 325,3 milhões 2. Trolls Fim de semana: US$ 45,6 milhões Total EUA: US$ 45,6 milhões Total Mundo: US$ 149,6 milhões 3. Até o Último Homem Fim de semana: US$ 14,7 milhões Total EUA: US$ 14,7 milhões Total Mundo: US$ 14,7 milhões 4. Boo! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 7,8 milhões Total EUA: US$ 64,9 milhões Total Mundo: US$ 65,6 milhões 5. Inferno – O Filme Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 26 milhões Total Mundo: US$ 185,3 milhões 6. O Contador Fim de semana: US$ 5,9 milhões Total EUA: US$ 70,8 milhões Total Mundo: US$ 109,3 milhões 7. Jack Reacher: Sem Retorno Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 49,2 milhões Total Mundo: US$ 111,9 milhões 8. Ouija: Origem do Mal Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 31,3 milhão Total Mundo: US$ 64,4 milhões 9. A Garota no Trem Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 70,7 milhões Total Mundo: US$ 140,6 milhões 10. O Lar das Crianças Peculiares Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 83,3 milhões Total Mundo: US$ 253,4 milhões
Doutor Estranho conjura visual surpreendente em mais um acerto da Marvel
Quem era leitor de quadrinhos de super-heróis até a década de 1990 jamais imaginaria que um dia seus heróis favoritos pudessem se materializariam em grandes produções cinematográficas que fizessem justiça às publicações. Mas, graças aos avanços no uso da computação gráfica, isto agora é corriqueiro. As ferramentas estão à mão. E dinheiro não falta, já que o retorno tem sido muito positivo, a ponto de os filmes de super-heróis se tornarem os grandes blockbusters da atualidade. Ninguém poderia imaginar, há 20 anos, que o sucesso do gênero enchesse a Marvel de coragem para emplacar filmes sobre heróis menos conhecidos do grande público, como “Guardiões da Galáxia” (2014) e “Homem-Formiga” (2015). Muito menos poderia prever uma adaptação do Mago Supremo dos quadrinhos. E dirigido por um especialista em filmes de horror, Scott Derrickson – que nem é dos melhores do gênero, embora tenha alguns bons títulos no currículo. Pois “Doutor Estranho” foi realmente feito. E com um número de acertos bem significativos, que elevam a produção acima de outros filmes de super-heróis, fugindo de lugares-comuns que começam a habitar o gênero. Desde os primeiros trailers divulgados, já se sabia que a abordagem seria diferente, com um tratamento visual mais caprichado, especialmente no uso da tecnologia 3D – e agora também do IMAX – , com a intenção de capturar o clima psicodélico das primeiras histórias do personagem, desenhadas pelo lendário Steve Ditko. E os meninos de antigamente podem arregalar bem os olhos e chorar, porque o filme consegue realizar seu objetivo de filmar o infilmável: a lisergia dos quadrinhos de Ditko. Mas o encantamento causado por “Doutor Estranho” não se resume ao visual. O elenco é um luxo, a começar por Benedict Cumberbatch como Stephen Strange, e sem esquecer Rachel McAdams como a apaixonante médica e interesse amoroso de Strange, a Dra. Christine Palmer, Tilda Swinton como a Anciã, a mulher que apresenta a Strange um novo mundo, Chiwetel Ejiofor como o mago Mordo, Benedict Wong como o Wong, e Mads Mikkelsen como o principal vilão do filme – embora seja também o seu maior problema. É que os embates entre Estranho e o personagem de Mikkelsen, por mais que possam ser apreciados pelos efeitos de desconstrução da realidade, acabam tornando a história um pouco aborrecida em alguns momentos. Afinal, quem não queria mais um pouco de plantão médico com a Rachel McAdams, de tão adorável que é sua personagem? E não é fantástica a Anciã de Tilda Swinton, com suas palavras de sabedoria tão bem construídas e tão pouco usuais em filmes desse tipo? O que dizer da cena que compartilha com Estranho no alto de um prédio, enquanto o corpo dela está sendo operado? Um grande momento do filme, sem dúvida. Assim como é também um grande momento o encontro pessoal do herói com um dos supervilões mais tenebrosos do Universo Marvel, Dormammu, um ser místico que vive nas profundezas de uma dimensão sombria. A cena do confronto com Dormammu é outro ponto alto. Aliás, é interessante notar como “Doutor Estranho” consegue ser ao mesmo tempo compacto e dinâmico, sem parecer apressado em sua condução narrativa – diferente do que se percebe nos filmes dos Vingadores, por exemplo. Isso se deve, em parte, por ser uma história de um herói individual, mas mesmo assim se deve dar o devido crédito ao realizador, aos roteiristas, ao montador. Como é natural nos filmes da Marvel, o humor está presente, muitas vezes até descaracterizando o personagem, que costuma ser bem mais sério nos quadrinhos – para conservar sua aura de mistério. No cinema, na falta de outro personagem que servisse de alívio cômico, o próprio Estranho acabou cumprindo a função. Mas isso não tira seu mérito, até porque algumas cenas de humor funcionam muito bem, em especial as que envolvem Wong, que aqui ainda aparece como o guardião da biblioteca de livros místicos. E nem é preciso dizer que a construção gráfica do herói, com direito a manto de levitação e ao Olho de Agamotto, foi feita no capricho. Que sina da Marvel: acertou mais uma vez no cinema, inserindo agora um personagem que lida com magia para integrar seu universo e participar dos próximos filmes dos Vingadores. Já foi antecipado que o Doutor Estranho voltará para uma breve aparição em “Thor: Ragnarok”, previsto para novembro do próximo ano. Pelo visto, os super-heróis da Marvel continuarão aumentando no cinema até refletir sua superpopulação nos quadrinhos. E isto não é um sonho geek, é o futuro/presente de Hollywood.
Avengelyne: Heroína de quadrinhos do criador de Deadpool vai virar filme
A Paramount adquiriu os direitos de filmagem de Avengelyne, uma heroína da Image Comics criada por Rob Liefeld, o artista de quadrinhos que criou Deadpool. Segundo o site Deadline, o projeto está sendo produzido por Akiva Goldsman, roteirista de “O Código Da Vinci” (2006), “A Série Divergente: Insurgente” (2015) e “A 5ª Onda” (2016). Atualmente responsável pela supervisão dos filmes da Hasbro produzidos pela Paramount, Goldsman ganhou carta branca para contratar um roteirista para a adaptação, que o estúdio estaria definindo como “John Wick com anjos”. Nos quadrinhos, Avengelyne é um anjo que combate as forças do mal e muitas vezes encontra-se cara a cara com demônios e monstros. Ela era a guerreira mais temida do Céu, tendo, sozinha, invadido Pandemonium, a fortaleza externa do Inferno, para confrontar o próprio Diabo. Mas se tornou um anjo caído, banido do céu. Após ter questionado o amor de Deus pelos seres humanos, Avengelyne foi despojada de todas as suas habilidades angelicais, menos a sua grande força e seu sangue divino, que pode ser usado como uma arma ou originar um milagre, quando necessário. Exilada na Terra, ela ainda continua a enfrentar demônios, condenada a servir a humanidade até a chegada do Armageddon. Há anos Liefeld vem falando em escrever um filme sobre a personagem, imaginando-a interpretada por Gina Carano (“Deadpool”). Mas nem ele escreverá a adaptação, nem há atriz definida para o papel. Tampouco existe uma previsão de estreia.
Lego Batman: Novo trailer da animação introduz o Coringa e Batgirl
A Warner Bros. divulgou novos pôster e trailer da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). Em versão dublada e original (sem legendas), a prévia explora a solidão de Batman, a adoção de Robin, introduz o vilão Coringa e apresenta Barbara Gordon como a nova Comissária de Gotham City, cujo sonho é combater o crime com Batman. Na versão original, a voz de Batman é feita por Will Arnett, que dublou o herói em “Uma Aventura Lego”. Além dele, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Barbara/Batgirl, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) no papel de Alfred e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação de “Uma Aventura Lego”. “Lego Batman” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Mulher Maravilha: Novo trailer legendado sugere a possibilidade de um bom filme
A Warner Bros. divulgou três pôsteres e o novo trailer legendado do filme da “Mulher-Maravilha”. Repleto de cenas inéditas, ele começa no presente e mostra a heroína desencantada ao lembrar do passado – o longo flashback que é o próprio filme. Entre as cenas inéditas, há detalhes da origem da heroína interpretada pela atriz Gal Gadot, com cenas na ilha das amazonas, o salvamento do aviador Steve Trevor (papel de Chris Pine, de “Star Trek”) e sua decisão de ir ao mundo dos homens para enfrentar a guerra que ameaça a paz mundial. Há até vislumbres da personagem misteriosa de Elena Anaya (“A Pele que Habito”), que será a vilã da história. É tudo muito bonito, com uma fotografia refinada e ótimos efeitos visuais. Até as mudanças na história e a escolha do tom parecem acertadas para dar credibilidade à personagem – a esta altura, os fãs já sabem que o filme mudou a época da ação, situando a trama na 1ª Guerra Mundial, ao contrário dos quadrinhos, que foram lançados quando os EUA entraram na 2ª Guerra e refletiam este fato. O problema é que a Warner sempre faz bons trailers, que entretanto resultam em filmes diferentes dos anunciados. A novidade é que, desta vez, o roteiro é de dois autores da DC Comics, Allan Heinberg e Geoff Johns. A direção é de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”) e o elenco ainda inclui Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Ewen Bremner (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”), que rouba todas as cenas em que aparece como Etta Candy. “Mulher-Maravilha” estreia em 1 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Estreias: Doutor Estranho tem o maior lançamento, mas há outros destaques na programação
Maior estreia da semana, “Doutor Estranho” ocupa os shoppings com um novo super-herói da Marvel, numa história repleta de efeitos visuais e elenco acima da média do gênero, liderado por Benedict Cumberbatch. O filme conquistou a crítica internacional – 91% de aprovação no site Rotten Tomatoes – , mas o mais surpreendente é a forma como incorporou e traduziu a psicodelia dos desenhos originais de Steve Ditko na linguagem dos blockbusters modernos. O fato de a Marvel fazer um filme sobre uma criação da fase hippie da editora também diz muito sobre a confiança, a capacidade e o status de seu estúdio, numa lição de como criar franquias e expandir um universo cinematográfico com personagens considerados “estranhos”. Há dois outros filmes hollywoodianos na programação. “A Luz Entre Oceanos” é um melodrama rasgado, baseado num best-seller. O elenco também é ótimo, e pelo menos para o casal central foi um trabalho prazeroso – Michael Fassbender e Alicia Vikander começaram a namorar durante as filmagens. Eles interpretam um casal num farol isolado, que encontra um bebê num barco à deriva e, depois de cuidar da menina por vários anos, descobre a verdadeira mãe (Rachel Weisz), que acredita ter pedido a filha no mar. Segue-se então o embate entre Fassbender, moralmente compelido a contar a verdade, e Vikander, para quem a criança é sua filha de verdade. A trama é de partir o coração, mas também digna de telenovela. Com 59% de aprovação da crítica americana, naufragou nas bilheterias dos EUA, dando prejuízo com apenas US$ 12 milhões de arrecadação. “Indignação” rendeu ainda menos em circuito bastante restrito. Mas conquistou a crítica, com 81% de aprovação. Drama de época baseado no livro homônimo de Philip Roth (“Revelações”), marca a estreia na direção do roteirista e produtor James Schamus, grande parceiro do cineasta Ang Lee em filmes como “O Tigre e o Dragão” (2000), “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), “Desejo e Perigo” (2007) e “Aconteceu em Woodstock” (2009). O filme também destaca uma interpretação surpreendente de Logan Lerman, como um jovem judeu de Nova Jersey, que sofre preconceito e enfrenta um clima conservador de repressão sexual ao ingressar numa Universidade nos anos 1950. O lançamento antecede outra aguardada adaptação de Philip Roth neste ano – “Pastoral Americana”. O circuito limitado também contempla os fãs de cinema indie com o relançamento de “Estranhos no Paraíso” (1984), hoje cultuadíssimo como pioneiro da revolução estética trazida pelos filmes independentes americanos. Em preto e branco e inspirado na nouvelle vague, venceu a Câmera de Ouro no Festival de Cannes como Melhor Filme de Estreia de 1984, o Leopardo de Ouro do Festival de Locarno, o prêmio de Melhor Filme da Sociedade Nacional dos Críticos dos EUA e o Prêmio Especial do Juri do Festival de Sundance. Clássico absoluto, na época parecia muito moderno. A programação internacional inclui ainda o alemão “13 Minutos”, segundo filme do cineasta Oliver Hirschbiegel (“A Queda! As Últimas Horas de Hitler”) a tratar do nazismo. Baseado em fatos reais, o longa mostra a iniciativa de um trabalhador comum alemão (Christian Friedel, de “A Fita Branca”), que cansado dos absurdos do nazismo decide traçar um plano para assassinar Hitler. Considerado traidor, o carpinteiro Georg Elser foi preso após tentar explodir o Führer, mas só executado quando a Alemanha considerava ter perdido a guerra, por ordem direta do ditador. Apenas em 2011, com a inauguração de uma estátua em sua homenagem em Berlim, ele passou a ser festejado como herói da Alemanha. A outra metade da programação (cinco filmes) é composta por filmes brasileiros – que, entretanto, não ocupam a metade (nem um décimo) das salas destinadas aos lançamentos internacionais. São duas ficções, das quais se destaca “Canção da Volta”, estreia do documentarista Gustavo Rosa de Moura nas narrativas dramáticas. No filme, ele dirige sua esposa, a também cineasta Marina Person – Moura foi um dos produtores de “Califórnia” (2015), dirigido por ela. Alçada pela primeira vez ao posto de protagonista, Marina vive uma mulher depressiva, que, após tentar o suicídio, desperta um sentimento de vigília constante no marido (João Miguel), logo transformado em paranoia e obsessão. Já “Intruso” parece um vídeo amador de terror espírita. Trata-se de um trabalho feito em 2009 por Paulo Fontenele, que chega aos cinemas só depois do diretor ter se “consagrado” no gênero besteirol, assinando “Se Puder… Dirija!” (2013), “Divã a 2” (2015) e “Apaixonados: O Filme” (2016). Pensando bem, estes também podem ser definidos como horrores. Completam a programação três documentários. O menos expressivo é “Cícero Dias, O Compadre de Picasso”, trabalho bastante didático sobre o pintor pernambucano modernista do título. Mas os outros dois tiveram até repercussão internacional. “Curumim” acompanha os últimos dias de Marcos “Curumim” Archer, brasileiro executado na Indonésia por tráfico de drogas. O longa é intenso, com imagens gravadas clandestinamente no corredor da morte pelo próprio Archer, graças ao contrabando de um celular para a prisão. Tudo feito sem nenhum apoio da embaixada do Brasil na Indonésia, que não ajudou o cineasta Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) nem a falar com Marcos. A première mundial aconteceu sob aplausos na mostra Panorama, do Festival de Berlim. Por fim, “Cinema Novo” é um olhar afetivo para o movimento cinematográfico do título, realizado pelo filho de seu maior expoente. Eryck Rocha tinha apenas três anos de idade quando seu pai, Glauber Rocha, morreu em 1981, e a obra permite um reencontro cinematográfico entre os dois. O documentário é um jorro contínuo de imagens, em que se destaca uma montagem vertiginosa, que intercala cenas de filmes, imagens e depoimentos da época. Não chega a contar uma história, mas forma um painel tangível da geração que levou o cinema brasileiro para as ruas, para as praças e descobriu a realidade do país – dos problemas urbanos à crise rural. A experiência é impressionista, mas também pode ser chamada de impressionante. Já em sua première, “Cinema Novo” venceu o prêmio Olho de Ouro (L’Oeil d’Or) como o Melhor Documentário do Festival de Cannes de 2016. O filme também foi escolhido para abrir o Festival de Brasília.
Arrow: Atriz de Continuum entra na série como Talia al Ghul
Conhecida por estrelar séries de ficção científica, a atriz Lexa Doig (“Andromeda”, “The 4400”, “Stargate SG-1”, “V” e “Continuum”) entrou no elenco de “Arrow” num papel recorrente e bem importante. Ela interpretará Talia al Ghul num longo arco da 5ª temporada. Criada pelo roteirista Dennis O’Neil em 1971, Talia é filha de Ra’s al Ghul e mãe do filho de Batman, Damian Wayne (o quinto Robin). Seu pai já teve um arco importante na série, vivido por Matt Nable, assim como sua meia-irmã Nyssa (Katrina Law), que, apesar estar desaparecida na atual temporada, é uma das personagens favoritas do público. Vale lembrar que Nyssa se casou com Oliver Queen no final da 3ª temporada, o que torna Talia cunhada do Arqueiro Verde. Talia é descrita pela sinopse do CW como experiente e culta, uma guerreira de elite que não escolhe lados, mas sim seu próprio caminho. Sua estreia vai acontecer no décimo episódio da temporada, previsto apenas para janeiro, que marcará o retorno da série após uma pausa de fim de ano.
Arrow: Fotos e cena do próximo episódio marcam a estreia do herói Alvo Humano
A rede americana CW divulgou uma cena e as fotos do próximo episódio de “Arrow”, que introduz um novo herói, o Alvo Humano. Assim como o trailer anteriormente divulgado, a cena não mostra seu intérprete. Mas as fotos trazem os primeiros registros do ator Will Traval (série “Jessica Jones”) como Christopher Chance. Segundo a sinopse, quando Tobias Church captura e tortura um dos novos recrutas do Arqueiro Verde, Oliver precisará apelar para um velho amigo, Christopher Chance, o Alvo Humano, para obter ajuda. Criado em 1972 por Len Wein (criador também de Wolverine e Monstro do Pântano) e pelo desenhista Carmine Infantino, o personagem é um detetive particular e guarda-costas profissional, que usa o fato de ser um mestre de disfarces para se colocar no lugar de vítimas potenciais de assassinos. O Alvo Humano já foi interpretado por Mark Valley (série “Fringe”) em sua própria série individual, que teve duas temporadas na rede Fox, entre 2010 e 2011, e também pelo cantor Rick Springfield (atualmente na série “Supernatural”), numa série de 1992 que durou só sete episódios. Intitulado, justamente, “Human Target”, o quinto episódio da 5ª temporada de “Arrow” irá ao ar nos EUA na noite desta quarta-feira (2/11). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
The Flash: Trailer do próximo episódio volta a mostrar Kid Flash
A rede americana CW divulgou o trailer e 15 fotos de “Shade”, o próximo episódio de “The Flash”. A prévia mostra Wally West (Keiynan Lonsdale) tendo sonhos em que é Kid Flash, o que faz Barry (Grant Gustin) perceber que precisa revelar o que aconteceu na linha de tempo alternativa para mantê-lo seguro. Mas Wally parece preferir arriscar suas chances com o vilão Alquimia, que está restaurando os poderes de todos os meta-humanos criados em “Flashpoint”. Escrito por Emily Silver e David Kob, o sexto episódio da temporada será exibido nos EUA em 15 de novembro. No Brasil, “The Flash” faz parte da programação do canal pago Warner.












