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    Marvel ajuda Disney a quebrar recorde de faturamento na América do Norte em 2018

    28 de abril de 2018 /

    Graças a “Pantera Negra” e à abertura de “Vingadores: Guerra Infinita”, duas produções da Marvel, o estúdio Disney se tornou o primeiro a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão de faturamento na América do Norte em 2018. E isto no tempo mais curto já registrado, durante o quarto mês do ano. O recorde anterior pertencia à própria Disney, atingido em 7 de maio de 2016. Os valores que possibilitaram este recorde incluem os US$ 683,6M (milhões) de “Pantera Negra”, os US$ 105,9M das primeiras 24 horas de exibição de “Vingadores: Guerra Infinita” e um residual de US$ 3M de “Thor: Ragnarok” (cuja maior parte do faturamento aconteceu em 2017). Outros filmes que aumentaram a receita foram “Star Wars: Os Últimos Jedi” (com “apenas” US$ 102,9M, já que a maior parte da bilheteria deste filme também entrou no cômputo do ano passado), “Viva – A Vida É uma Festa” e “Uma Dobra no Tempo”. Este é o terceiro ano consecutivo que a Disney supera os concorrentes no show do bilhão de Hollywood. Por coincidência, desde que passou a somar produções da Marvel, Pixar e Lucasfilm entre seus lançamentos. A partir de 2019, a Disney também deverá contar com as produções da Fox – se não houver veto do governo dos Estados Unidos à negociação entre os dois estúdios.

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    Vingadores: Guerra Infinita registra maior bilheteria de estreia da Marvel na América do Norte

    28 de abril de 2018 /

    Os primeiros dias de exibição de “Vingadores: Guerra Infinita” já registram recordes atrás de recordes para a Disney, deixando para trás os números de “Pantera Negra”, que tanto tinham impressionado. O filme abriu na sexta (27/4) nos Estados Unidos e Canadá com US$ 105,9M – uma conta que inclui sessões noturnas de quinta, que renderam US$ 39M – , pulverizando o desempenho de “Vingadores: Era de Ultron”, que arrecadou US$ 84,4M em 2015, e “Pantera Negra”, com US$ 75,9M neste ano. A estreia só foi menor que a de “Star Wars: O Despertar da Força”, que abriu com US$ 119,1M em 2015. O estúdio esfrega as mãos, já que, graças a “Pantera Negra” e a abertura de “Vingadores: Guerra Infinita”, duas produções da Marvel, se tornou o primeiro de Hollywood a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão de faturamento na América do Norte em 2018. E isto no tempo mais curto já registrado, durante o quarto mês do ano. O recorde anterior pertencia à própria Disney, atingido em 7 de maio de 2016. O mercado internacional também vem acompanhando esse desempenho. Após a estreia de US$ 39M (milhões) na quarta (25/4), que quebrou recordes na Coreia do Sul, França e outros países, “Vingadores: Guerra Infinita” somou mais 22 mercados na quinta e outros US$ 55M de arrecadação estrangeira para elevar seu faturamento a US$ 95M nos primeiros dois dias nas bilheterias internacionais. Na sexta, a soma quase dobrou, com mais US$ 83,5M, totalizando a soma internacional em US$ 178,5M em três dias. E isto sem o mercado chinês, onde o filme só chegará em 11 de maio. Juntando os valores da América do Norte, o longa já soma, entre quarta e sexta-feira, US$ 284,4M em todo o mundo. Diante dessa largada, o desempenho do fim de semana está sendo acompanhado com expectativa pelo mercado, já que o filme deve atingir mais de US$ 200M na bilheteria doméstica e US$ 500M mundial. Resta saber se conseguirá quebrar o recorde de “O Despertar da Força”, que estreou com US$ 247,9M na América do Norte há dois anos, e de “Velozes e Furiosos 8”, que abriu com US$ 532,5 milhões mundiais no ano passado. De todo modo, são valores que somente um punhado de produções conseguiu materializar.

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    Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita

    28 de abril de 2018 /

    Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.

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    Peter, o integrante sem poderes do X-Force, revela formação do grupo de heróis de Deadpool 2

    27 de abril de 2018 /

    O Twitter oficial de Peter W., marido, apicultor experiente e o integrante sem poderes do X-Force, confirmou a formação do grupo de heróis de “Deadpool 2”, que ainda gerava especulações entre os fãs. O personagem, que foi introduzido no mais recente trailer do filme e é interpretado pelo comediante Rob Delaney (série “Catastrophe”), ganhou uma conta na rede social, na qual tem comentado seu cotidiano ao lado dos demais membros do grupo, “as quatro pessoas mais trabalhadoras que conheço”. Ele começou as introduções com Dominó, interpretada por Zazie Beetz (série “Atlanta”). “Dominó diz que ela é realmente sortuda. Eu acho que tenho muita sorte de sair com pessoas tão agradáveis”, descreveu. Em seguida, falou de Bedlam, interpretado por Terry Crews (“Os Mercenários”). “Conheça o Bedlam. É difícil não se sentir inadequado em torno de um homem com tantos músculos e eletricidade. Mas Susan me garante que sou ótima do jeito que sou! #AmoMinhaEsposa”, escreveu ele. Peter descreveu Shatterstar, vivido por Lewis Tan (série “Punho de Ferro”), como “um super-alienígena que luta karatê espacial. E um membro da equipe que Susan NÃO vai conhecer”. A última introdução ficou por conta Zeitgeist, interpretado por Bill Skarsgard (o Pennywise de “It – A Coisa”). “Cuidado com a respiração ácida do Zeitgeist! Ela vai te pegar se a bondade dele não te matar primeiro! (Sério. É um cara legal)”, resumiu. “Deadpool 2” estreia no Brasil em 17 de maio, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. First day of training! Glad I brought my #Nikon! These are four of the hardest working people I know! #MakingMemories #XForce pic.twitter.com/3jdBNJAmec — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Say, “CHEESE!” #TeamSelfie #XForce pic.twitter.com/LM3EGcEKri — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Domino said she’s really lucky. I guess I’m just really lucky I get to hang out with such nice people. 🙂 pic.twitter.com/CRSU1V3iVm — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Meet Bedlam. It’s hard to not feel inadequate around a man with muscles for muscles and electricity powers. But Susan assures me that I’m great just the way I am! #LoveMyWife #MortalWifeMortalLife pic.twitter.com/EyFgLMrKi9 — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Shatterstar is a super good looking, karate-fighting alien from SPACE. And one member of the team Susan WON’T be meeting ? pic.twitter.com/uGbbVcNr78 — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Watch out for Zeitgeist’s acid breath! It’ll getchya if his kindness doesn’t kill you first! (Seriously. SUCH a nice guy) pic.twitter.com/GCeyHcKjKh — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018 Domino stole my camera! I wasn’t even posing! #AccidentalProfilePic #NotMyBeer #Nikon pic.twitter.com/cNeYSdQd0n — Peter W. (@PeterW_1974) April 27, 2018

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    Trailer para Imax de Deadpool 2 mostra que “maior é melhor”

    27 de abril de 2018 /

    A Fox divulgou um pôster e o trailer para Imax de “Deadpool 2”, que mostra o personagem vivido por Ryan Reynolds em tamanho mirim diante da tela gigantesca da projeção. Claro que a prévia inclui a cena em slow motion em que Deadpool cai com as partes íntimas na cabeça de Cable (Josh Brolin) para ilustrar o comentário de que “maior é melhor”. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

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    Morena Baccarin vem ao Brasil divulgar Deadpool 2

    27 de abril de 2018 /

    A atriz brasileira Morena Baccarin, que interpreta Vanessa, a namorada de Deadpool, vem ao país para divulgar a sequência do filme do super-herói proibido para menores de 16 anos. Ela é carioca, mas mora nos Estados Unidos desde os sete anos e fala inglês sem o menor sotaque. Curiosamente, ela não vai para sua cidade natal. Baccarin estará em São Paulo nos dias 6 e 7 de maio para participar da pré-estreia e falar com a imprensa – em português – sobre “Deadpool 2”. Há cerca de dois anos, a atriz entrou na justiça contra o ex-marido para poder viajar com o filho para o Brasil. Ele proibira o menino de viajar ao alegar que o Brasil era perigoso – o que ela considerou “uma bobagem”, já que o ex nunca havia reclamado das viagens da família ao país antes do divórcio. Após vencer o ex no tribunal, a atriz passou o final de 2016 no Brasil com o filho Julius, sua filha recém-nascida e o marido atual, o ator Ben McKenzie, que também é seu colega de trabalho na série “Gotham”. “Deadpool 2” tem estreia marcada para 17 de maio nos cinemas brasileiros

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    Marvel procura diretora indie para o filme da Viúva Negra

    27 de abril de 2018 /

    Com a chegada de “Vingadores: Guerra Infinita” aos cinemas, a Marvel começa a dar início a sua Fase 4. E ela começa com a busca por uma diretora para o primeiro filme solo da Viúva Negra. Os sites das revistas Variety e The Hollywood Reporter apuraram que a procura por quem comande o longa da personagem interpretada por Scarlett Johansson já tem um bom tempo e algumas cineastas chegaram a ser cotadas. Os nomes citados pelo THR seriam a turca Deniz Gamze Erguven (de “Cinco Graças”, indicado ao Oscar 2016), a chinesa Chloe Zhao (“The Rider”, indicado ao Spirit Awards 2018) e a britânica Amma Asante (“Um Reino Unido”), todas mulheres e estrangeiras. A Variety acrescentou duas americanas à lista: Maggie Betts (melhor diretora no Festival de Sundance 2017 por “Noviciado”) e Angela Robinson (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), ambas com experiência restrita ao cinema indie. Nenhuma das citadas é expert em sequências de ação, efeitos visuais ou trabalho com equipes grandes, tendo se especializado em dramas intimistas de baixo orçamento. A única a trabalhar com figurantes para sequências de multidão foi Amma Asante, em “Um Reino Unido” (2016). E a única a lidar com ação e espionagem foi Angela Robinson no começo da carreira, com a comédia “D.E.B.S.: As Super Espiãs” (2004). Scarlett Johansson deve seguir no papel da Viúva Negra. Afinal, a Marvel não tem como resolver um grande dilema criado por sua intenção de realizar um reboot de seu universo após “Vingadores 4”. Há contratos para mais dois filmes do Homem-Aranha e a Sony, sua parceira no longa, não vai querer mudar, de novo, o intérprete do herói para recomeçar, de novo, a franquia. O filme da Viúva Negra ainda não foi oficialmente confirmado pela Marvel, que, apesar disso, contratou uma roteirista para desenvolver a trama. Trata-se de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”).

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    Luke Cage tira onda com treinamento físico de jogadores de futebol americano

    27 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um vídeo de “Luke Cage” para coincidir com o início do draft na NFL, o evento em que os jogadores novatos são selecionados para integrar os times da liga profissional de futebol americano, nos Estados Unidos. É comum a quem quer entrar na NFL passar por diversos testes físicos, para mostrar sua força e suas habilidades. E Luke Cage (interpretado por Mike Coulter) tira onda, ao quebrar recordes nos testes de salto em distância e arremesso de pneus. Os comentaristas ficam perplexos, enquanto os fãs do herói registram tudo em seus celulares. O “esforço” serve de aquecimento para a 2ª temporada de “Luke Cage”, que está marcada para chegar à plataforma em junho.

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    Vingadores: Guerra Infinita já quebrou recordes de bilheteria no primeiro dia de exibição

    27 de abril de 2018 /

    Maior crossover da história de Hollywood, “Vingadores: Guerra Infinita” já está quebrando recordes com apenas um dia de exibição. A produção da Marvel faturou US$ 39 milhões com seu lançamento em 21 mercados internacionais na quarta-feira (26/4) e bateu marcas histórias em diversos países. Na Coreia do Sul, estabeleceu a maior de abertura de todos os tempos com US$ 6,5 milhões. Também quebrou o recorde de maior dia de estreia nas Filipinas (US$ 2,7 milhões) e na Tailândia (US$ 1,8 milhão). Na França, virou a maior abertura de abril – e a maior da Marvel no país – com US$ 3,9 milhões. E ficou em segundo na Austrália, atrás apenas da estreia de “Star Wars: O Despertar da Força”, com US$ 6,7 milhões. Dirigido pelos irmãos Russo, o blockbuster super-heróis foi lançado na quinta no Brasil e chega oficialmente aos cinemas americanos nesta sexta – mas com sessões de pré-estreia na noite de quinta. A expectativa é que a produção quebre o recorde de estreia de filme de super-herói na América do Norte, faturando mais que os US$ 207,4 milhões do fim de semana inaugural do primeiro “Vingadores” em 2012. A maior abertura do mercado doméstico norte-americano pertence à “Star Wars: O Despertar da Força: US$ 248 milhões. O último país do mundo a receber sua estreia será a China, em 11 de maio.

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    Vingadores: Guerra Infinita chega com força total aos cinemas

    26 de abril de 2018 /

    Os super-heróis da Marvel chegam com força total nesta quinta (26/4), ocupando mais de mil telas de cinemas. Mas o circuito limitado resiste ao esmagamento do blockbuster com a programação de mais oito lançamentos, dos quais cinco são produções nacionais. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de cada estreia. Culminação do plano de dez anos da Marvel para conquistar o mundo, “Vingadores: Guerra Infinita” é o crossover mais ambicioso já feito. Ou seja, um longa que necessita que o espectador tenha visto vários outros filmes antes de entrar no cinema. Ápice do gênero dos filmes de quadrinhos, em que tudo é continuação e o próximo capítulo precisa superar o anterior, o terceiro “Vingadores” é hiperlativo em tudo, da maior quantidade de super-heróis já reunida à maior duração de uma produção do estúdio, sem esquecer da maior quantidade de lutas. Festival de socos e chutes, tem ação do começo ao fim, com algumas piadinhas típicas, mas num tom dramático que costuma ser mais associado aos longas da DC Comics, com direito até à morte de Superman – ou equivalente reversível na Marvel. Trata-se também do mais caro comercial de todos os tempos, com US$ 150 milhões investidos por empresas de carros, refrigerantes e outras para incluir seus produtos em momentos estratégicos da projeção. Mas os fãs nem perceberão as mensagens subliminares, já que o final trágico monopolizará as discussões por pelo menos um ano, até o próximo filme, num exemplo da eficiência máxima da fórmula Marvel de cinema. O fiapo da história que justifica a sinergia de marcas, reunindo Vingadores, Guardiões da Galáxia, Doutor Estranho e personagens de Pantera Negra, gira em torno da ameaça de Thanos, supervilão que chega para mostrar para a Warner o que ela podia ter feito com Darkseid. Quarteirões serão arrasados com os inevitáveis recordes de bilheteria. Dramas indies A programação inclui mais três filmes falados em inglês, dois deles ingleses de verdade, todos dramáticos e de estúdios independentes. “Estrelas de Cinema Nunca Morrem” traz Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) como a estrela do cinema noir Gloria Grahame (“No Silêncio da Noite”, “Os Corruptos”) no final de sua vida. E sua atuação é o grande destaque da produção, que tem diretor fraquinho (Paul McGuigan, de “Victor Frankenstein”) e segue a estrutura convencional das obras biográficas. Na trama, Bening incorpora a estrela hollywoodiana já em fase decadente, que viaja para Liverpool, na Inglaterra, em 1981 para trabalhar numa peça de teatro, onde acaba se envolvendo num romance com um homem muito mais jovem, encarnado por Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”). A história é baseada nas memórias de Peter Turner, o personagem de Bell. E o que começa como a atração de um jovem aspirante a ator por uma femme fatale lendária logo vira um relacionamento profundo, que precisará ser testado quando a atriz descobre que está morrendo de câncer, aos 57 anos de idade. Recebida com elogios da crítica, o longa viu sua aprovação cair de 95% para 80% no Rotten Tomatoes quando a atuação de Bening não lhe rendeu sua quinta indicação ao Oscar. “Somente o Mar Sabe” é o novo drama baseado numa história real do diretor James Marsh (“A Teoria de Tudo”). Narra a façanha do empresário britânico e marinheiro amador Donald Crowhurst, que, apesar de sua inexperiência, construiu um barco para participar de uma competição de velejadores em 1968, uma maratona solitária e sem paradas ao redor do mundo. Seu objetivo era ganhar o prêmio para saldar suas extensas dívidas, mas ao embarcar na viagem não levou em conta como seria difícil cumprir o trajeto. Desesperado sob a fúria dos elementos, ele decide forjar sua localização para sugerir que está sendo bem-sucedido em sua aventura. Colin Firth (“Kingsman: O Círculo Dourado”) vive o protagonista e o elenco também destaca Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) como sua esposa. 73% no Rotten Tomatoes. “Tudo que Quero” presta homenagem aos fãs de “Star Trek”, ao ao acompanhar uma jovem autista obcecada pelo universo trekker, que sonha escrever para a franquia. Logo, uma competição de roteiros para uma nova história da série a faz fugir dos cuidados da terapeuta e da irmã mais velha para chegar à fronteira final: Los Angeles, um lugar inamistoso e cheio de perigos para alguém em suas condições. Dakota Fanning (“Amaldiçoada”) tem o papel principal e o elenco traz Toni Colette (“Uma Longa Queda”) como a terapeuta e Alice Eve (que já estrelou um filme da franquia, “Além da Escuridão: Star Trek”) como a irmã mais velha. A direção é do polonês Ben Lewin, de 71 anos de idade, cujo trabalho mais recente foi o premiado drama indie “As Sessões” (2012). Para completar, a trilha é do guitarrista brasileiro Heitor Pereira (da franquia “Meu Malvado Favorito”). O resultado, porém, tem apenas 58% de aprovação – média para se ver em streaming. Festival de cinema brasileiro Em compensação, vale a pena ir ao cinema apreciar as produções nacionais da semana, que contam histórias necessárias do Brasil atual. “Praça Paris” venceu os prêmios de Melhor Direção e Atriz no Festival do Rio do ano passado. Suspense dramático, acompanha uma terapeuta portuguesa (Joana de Verona, de “Mistérios de Lisboa”) que trabalha na UERJ, onde atende Glória (Grace Passô, a premiada, de “O Roubo da Taça”), ascensorista da universidade, que lhe narra uma realidade bastante violenta – foi estuprada pelo próprio pai quando criança e seu irmão é um perigoso bandido que está na prisão. Cada vez mais assustada com os relatos, a terapeuta se sente ameaçada ao mesmo tempo em que Glória passa a vê-la como algo essencial em sua vida. Dirigido pela veterana Lúcia Murat (“A Memória que me Contam”), o longa exibe um retrato perturbador do Brasil atual, com elementos para se discutir racismo, empoderamento feminino e divisões sociais do país. E com uma tensão aflitiva, que não deixa seguro nem quem está no cinema. “A Cidade do Futuro” gira em torno de um relacionamento homoafetivo e a formação de uma família moderna por um casal gay e a irmã grávida de um deles. Entretanto, a história se passa no sertão baiano, marcado por machismo e homofobia, e foi inspirada em experiências reais do trio de atores (Mila Suzarte, Gilmar Araújo e Igor Santos) que, não por acaso, emprestam seus próprios nomes aos personagens. Assim, o filme dos codiretores Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques (“Depois da Chuva”) simboliza os dramas reais de inúmeras pessoas obrigadas a deixar seus lares e migrar para terra desconhecida, devido à intolerância. Uma denúncia importante sobre um fenômeno que não vira manchete dos jornais, atualmente preocupados em avisar quem viajar à Copa 2018 que a Rússia é homofóbica. Mas a Rússia é aqui. Um dos principais documentários do ano, “Ex-Pajé” chega ao circuito comercial após ganhar Menção Especial no Festival de Berlim e vencer o prêmio da crítica no É Tudo Verdade. Novo trabalho de Luiz Bolognesi, roteirista de “Elis”, “Como Nossos Pais” e “Bingo: O Rei das Manhãs” e diretor da premiada animação “Uma História de Amor e Fúria”, registra os povos da floresta Amazônica nos dias de hoje, a partir da história de Perpera, um índio Paiter Suruí que viveu até os 20 anos numa tribo isolada onde se tornou pajé. Mas, após o contato com os homens brancos, ouviu de um pastor evangélico que ser pajé é coisa do diabo e viu sua tribo se voltar contra ele. O filme mostra como missões evangélicas aceleram a aculturação, transformando em pecado um estilo de vida que lograra escapar da dizimação desde a colonização portuguesa. A fotografia do espanhol Pedro J. Márquez (“Como Nossos Pais”) merece menção à parte, por ser de tirar o fôlego. Os dois documentários que fecham a programação são “Rogério Duarte – O Tropikaoslista”, um registro com entrevistas e imagens de arquivo do artista plástico tropicalista Rogério Duarte, figura fundamental da arte brasileira dos anos 1960 e 70, falecido há dois anos, e “Pagliacci”, dedicado à arte dos palhaços, que conta a trajetória do grupo LaMínima, criado por Fernando Sampaio e pelo também recém-falecido ator Domingos Montagner (da novela “Velho Chico”).

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    Vídeo legendado de Vingadores: Guerra Infinita destaca importância de Wakanda na trama

    26 de abril de 2018 /

    A Marvel divulgou um novo vídeo de bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita”, que traz cenas inéditas da superprodução e comentários do elenco sobre a importância de Wakanda na trama. O longa marca o encontro de diversos super-heróis para enfrentar o supervilão Thanos (Josh Brolin), que ameaça destruir bilhões de vidas, e um dos campos de batalha é a nação do Pantera Negra (Chadwick Boseman). Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, “Vingadores: Guerra Infinita” estreia nesta quinta (26/4) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Vídeo legendado da Marvel reforça campanha contra spoilers de Vingadores: Guerra Infinita

    26 de abril de 2018 /

    A Marvel divulgou um vídeo legendado com o elenco de “Vingadores: Guerra Infinita” para ressaltar seu pedido – na verdade, campanha – para que se evitem spoilers do filme. Isto porque há mortes na trama. Assessores de imprensa da Disney chegaram a “reforçar” este pedido até para os críticos. E isto não pegou muito bem entre a imprensa norte-americana, que expôs o fato em suas críticas. Sobrou reprimendas até para os fanboys que policiam a mídia contra quem ousar desafiar a ordem anti-spoiler, chamando-os de minions da Marvel. Os jornais The New York Times, Los Angeles e o canadense Globe and Mail citaram cansaço com esse tipo de comportamento e como isso engessa críticas, já que impede que se faça um comentário mais profundo sobre o enredo ao se escrever sobre um filme. Alguns jornalistas ficaram tão irritados que exaltaram o fato de não haver nada no filme que valha spoiler, já que quem morre no universo Marvel logo “melhora” no lançamento seguinte. “Não há spoilers aqui. E não por causa das ordens do estúdio ou porque as reviravoltas do filme são especialmente geniais. Simplesmente porque nada em “Guerra Infinita” vale spoiler. Afinal de contas, os conceitos mágicos que distorcem a realidade e distorcem o tempo introduzidos na franquia efetivamente tornam todas as mortes reversíveis. E como até mesmo um leitor casual de tais histórias em quadrinhos sabe, o conceito de ‘morte de super-heróis’ de curta duração é um meme de longa data do gênero. Esses heróis caídos não valem suas lágrimas”, escreveu John Semley, do jornal canadense Globe and Mail. “Não há spoilers aqui, mas tudo o que é preciso é dar uma espiada na própria franquia para saber que a morte é temporária. Somente a criação de franquias é infinita”, ecoou Joshua Rothkopf, da revista Time Out.

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    Deadpool volta a se fazer de engraçadinho com Cable e Dominó em novo pôster

    26 de abril de 2018 /

    A Fox divulgou um novo pôster de “Deadpool 2”, desta vez para o mercado japonês. O cartaz volta a trazer o herói vivido por Ryan Reynolds se fazendo de engraçadinho com Cable (Josh Brolin, de “Vingadores: Guerra Infinita”) e Dominó (Zazie Beetz, da série “Atlanta”), personagens que serão introduzidos na continuação. Com direção de David Leitch (“Atômica”), “Deadpool 2” estreia em 17 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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