Kumail Nanjiani diz que “Eternos” será o filme mais sci-fi da Marvel
O ator Kumail Nanjiani declarou que “Eternos” será o filme mais sci-fi já feito pela Marvel. “É realmente, realmente um épico. É uma história tão de ficção científica. É uma história de super-heróis, mas em alguma medida é o filme mais sci-fi e mais épico da Marvel. E a história se estende por milhares de anos. Então, realmente não é como um outro filme da Marvel”, ele contou, em entrevista à revista Entertainment Weekly. Uma declaração e tanto, considerando que a Marvel já lançou dois filmes dos heróis cósmicos conhecidos como Guardiões da Galáxia. Em “Eternos”, o ator da série “Silicon Valley” vive “o cosmicamente poderoso” Kingo, um dos Eternos da trama. Segundo a sinopse oficial, “‘Os Eternos’ apresenta um empolgante novo time de super-heróis no Universo Cinematográfico da Marvel, alienígenas antigos que viveram em segredo na Terra por milhares de anos. Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes”. Nos quadrinhos, os Eternos são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. A citação da sinopse a “Vingadores: Ultimato” pode ser justamente uma referência à Thanos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics, alguns anos antes. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. Por conta disso, os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso que Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. Além de Kumail Nanjiani, o elenco de “Eternos” inclui Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), Kit Harrington (“Game of Thrones”), Richard Madden (também de “Game of Thrones”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Lia McHugh (“American Woman”), Don Lee (“Invasão Zumbi”) e Barry Keoghan (“Dunkirk”). A estreia está marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Piloto de série derivada rende maior audiência de Arrow na temporada
O projeto de série derivada de “Arrow” ganhou aval do público americano. Exibido como um episódio convencional da própria “Arrow”, na noite de terça-feira (21/1) nos EUA, o piloto registrou a maior audiência da 8ª e última temporada da atração – com a devida exceção do crossover “Crise nas Infinitas Terras” . O episódio foi visto ao vivo por 921 mil espectadores na rede The CW, um aumento significativo para a atração, que chegou a ser assistida por 619 mil pessoas na atual temporada. A sintonia representa a 4ª maior audiência entre as séries do canal, atrás apenas da média dos episódios de “The Flash”, “Batwoman” e “Supernatural” (que também vai acabar em 2020). Estas três são as únicas séries que atingem mais de mil telespectadores ao vivo no canal. O público também se manifestou de forma entusiasmada nas redes sociais, exigindo a confirmação da produção junto à showrunner da série. Beth Schwartz teve que pedir desculpas por não poder garantir a continuidade da história. Intitulado “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários), o piloto mostrou o encontro entre as personagens Mia Queen (Katherine McNamara), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), mais conhecidas como as Canários Negros – da Terra 2 e Terra 1. As Canários surgem no futuro (vindas de 2020) por motivos diferentes e misteriosos, e se juntam para devolver à Mia as memórias perdidas pela alteração cronológica da “Crise nas Infinitas Terras”, evitando uma tragédia que desgraçaria seu legado. A trama estabeleceu a época (2040) em que as personagens se encontram, apresentou os coadjuvantes e muitas reviravoltas, mas também deixou no ar diversos ganchos para serem explorados no spin-off, que ainda depende de aprovação dos executivos do canal para virar série. “Arrow” vai acabar na próxima semana, com o episódio intitulado “Fadeout”, que mostrará o funeral de Oliver Queen e eventos diretamente relacionados ao possível spin-off. A rede The CW deve se manifestar sobre o futuro do projeto apenas após a exibição desse capítulo.
Produtora de J.J. Abrams estaria desenvolvendo filmes e séries da Liga Justiça Sombria
A Liga da Justiça Sombria, grupo de heróis místicos da DC Comics, voltou a ser alvo de especulações. Segundo, o site Deadline a produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams, estaria desenvolvendo ideias de filmes e séries baseadas nos personagens que formam a versão de terror da Liga da Justiça para a Warner Bros. Os fãs já ouviram isso antes. E o próprio Deadline não parece muito entusiasmado, ao afirmar que as negociações nem começaram. Hannah Minghella e Ben Stephenson, respectivamente chefes das divisões de filmes e séries da Bad Robot, ainda estariam preparando-se para as reuniões que discutirão quais personagens pretendem levar às telas e quais abordagens imaginam para cada propriedade. A ideia de adaptar a versão “mística” da Liga da Justiça é antiga. O projeto circula há anos pelas salas de reuniões da Warner, com diretores tão variados como Guillermo Del Toro, Doug Liman e Joseph Kahn sentando com a Warner para ter essa mesma conversa dos executivos da Bad Robot. A notícia mais recente relacionada a esse projeto era de 2017. Na época, o roteirista Jon Spaihts (“Prometheus”, “Doutor Estranho”) teria sido contratado para desenvolver a história de um filme que reunisse todos os personagens. Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”, também entregou um roteiro juntando o grupo – em 2014. Nos quadrinhos da DC Comics, o grupo é liderado por John Constantine e inclui o Monstro do Pântano, o demônio Etrigan, a maga Zatanna, o fantasma Desafiador, a híbrida Orquídea Negra, a vidente Madame Xanadu, o misterioso Vingador Fantasma, entre muitos outros – os membros variam durante os arcos da publicação. Além de séries e filmes individuais de “Constantine” e “Monstro do Pântano”, “Liga da Justiça Sombria” também ganhou um longa animado da Warner, lançado no mercado de home vídeo em 2017, com participação do Batman e dublagem de Matt Ryan, o intérprete televisivo de John Constantine. No ano passado, a Bad Robot fechou um contrato milionário para desenvolver filmes e séries com exclusividade para a Warner.
Falcão e o Soldado Invernal: Fotos flagram Agente Americano com o escudo do Capitão América
Novas fotos de bastidores da série “Falcão e o Soldado Invernal” flagraram um importante desenvolvimento da produção da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Paparazzi do site Page Six, versão online da coluna de fofocas do New York Post, flagraram a primeira aparição de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) no set. Em cinco das seis fotos, que podem ser vistas abaixo, ele aparece com o uniforme do personagem de quadrinhos Agente Americano (U.S. Agent), segurando o escudo do Capitão América. Também há um registro que o mostra sem máscara, em trajes militares e com o braço que segurava o escudo numa tipoia. A aparição do escudo em suas mãos parece indicar como o a série vai continuar a história de “Vingadores: Ultimato”. Ao anunciar sua aposentadoria, Steve Rogers (Chris Evans), deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). As fotos indicam que sua vontade não foi respeitada. A presença do Agente Americano deve envolver ainda uma disputa pelo título de novo Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, o personagem, cuja identidade secreta é John Walker, foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, ele adotou o nome de Agente Americano, ganhando novo status após Rogers recuperar seu escudo e uniforme, e chegou até a integrar os Vingadores nas publicações da Marvel. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A previsão de lançamento na Disney+ (Disney Plus) é para o segundo semestre de 2020.
Fotos do final de Arrow revelam funeral, reencontros e reflexos da Crise nas Infinitas Terras
A rede The CW divulgou as fotos do último capítulo de “Arrow”, que vai ao ar na semana que vem nos EUA. As imagens mostram um elenco grandioso reunido para a despedida da série, que, pelo conteúdo das fotos, será marcada pelo funeral de Oliver Queen/Arqueiro Verde (Stephen Amell). Além das participações especiais, as imagens também refletem consequências do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A mudança mais visível do pós-“Crise” é a presença de Moira Queen (Susanna Thompson). Assassinada na 2ª temporada, ela aparece de luto, ao lado da filha Thea (Willa Holland) e do neto que não conhecia, William (novamente vivido por Jack Moore e não por sua versão adulta do futuro), enquanto é observada pela filha rancorosa de seu marido, Emiko Queen (Sea Shimooka). Outro encontro inesperado acontece entre Felicity (Emily Bett Rickards) e sua filha do futuro Mia (Katherine McNamara). E é especialmente curioso que Mia apareça em sua forma adulta de 2040, enquanto William é representado por sua versão adolescente de 2020. As imagens revelam ainda o retorno de Rory/Retalho (Joe Dinicol), que havia deixado a série na 5ª temporada, e o novo visual de Roy/Arsenal (Colton Haynes), agora portando um braço mecânico e tendo uma conversa definitiva com sua ex, Thea. Em clima de despedida, há até uma reunião do Team Arrow, com Roy Harper, Laurel Lance/Sereia Negra (Katie Cassidy), Lyla Michaels (Audrey Marie Anderson), Rory Reagan, Felicity, John Diggle (David Ramsey), Curtis Holt/Senhor Incrível (Echo Kellum), Rene Ramirez/Cão Raivoso (Rick Gonzalez), Thea e Dinah Drake/Canário Negro (Juliana Harkavy). Menos, claro, Oliver. Para completar, Barry Allen/Flash (Grant Gustin) e Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) continuam em ritmo de crossover, estendendo sua participação em “Arrow” após “Crise nas Infinitas Terras” para prestar as últimas homenagens a Oliver. Intitulado “Fadeout”, o episódio que conclui “Arrow” vai ao ar no dia 28 de janeiro nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Batwoman se torna primeira heroína publicamente LGBTQIA+ da televisão
O primeiro episódio de 2020 de “Batwoman” trouxe uma grande reviravolta para a vida da heroína de Gotham City. Intitulado “How Queer Everything Is Today!”, o episódio exibido no domingo (19/1) nos EUA mostrou Batwoman assumindo-se lésbica publicamente. Até então, os moradores de Gotham City não sabiam qual era a orientação sexual da heroína, afinal sua identidade secreta era – ainda é – desconhecida da maioria. Atormentada por uma cobertura de mídia que buscava transformá-la em par romântico de um policial bonitão – apelidado de “Capitão América” – , Kate Kane decidiu contestar a imagem equivocada de sua sexualidade. A saída do armário aconteceu logo após ela salvar a vida do tal policial, quando o público apontou celulares para o suposto casal e fez coro de “beija”. E minutos após ela ouvir a história de uma hacker delinquente, que se tornou criminosa após ser rejeitada pelos pais por ser lésbica. Sentindo-se culpada por não poder dizer que entendia essa rejeição, ela resolveu se assumir, com direito à capa da revista CatCo, numa entrevista exclusiva de Kara Danvers – a Supergirl, que virou a nova melhor amiga de Batwoman, após os eventos da “Crise nas Infinitas Terras”. A capa pode ser vista acima. As séries da DC tem outras personagens LGBTQIA+. Entretanto, embora sejam assumidas em seu cotidiano civil, nenhuma tinha explicitado a sexualidade de suas identidades no combate ao crime. Curiosamente, Kate Kane nem sempre foi lésbica. Para quem não lembra, a versão feminina de Batman surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. E toda a equipe dos quadrinhos da heroína pediu demissão em 2013, quando a DC proibiu seu casamento com Maggie Sawyer. Mas os tempos evoluem e, há três anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. “Batwoman” é estrelada por Ruby Rose (de “Megatubarão”), que é lésbica assumida, e produzida por Caroline Dries, que compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Inédita no Brasil, a série será distribuída internacionalmente pela plataforma HBO Max, que chega em maio nos EUA e não tem previsão de lançamento no país. A WarnerMedia chegou a dizer, em comunicado oficial, que o Brasil pode ficar sem o serviço “devido à incerteza regulatória existente no país”, numa crítica ao desgoverno do setor audiovisual no governo Bolsonaro.
Viúva Negra: Sinopse oficial fala em conspiração conectada ao passado da heroína
O filme solo da “Viúva Negra”, estrelado por Scarlett Johansson, teve sinopse divulgada pela Marvel. A descrição resume a trama a “uma perigosa conspiração conectada com o passado” da heroína. Leia abaixo. “Em ‘Viúva Negra’, thriller de espionagem repleto de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff – a Viúva Negra – confronta as partes sombrias de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada com o seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e as relações abaladas que deixou quando se tornou uma Vingadora.” O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”) como a “família” russa da protagonista. A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Crise nas Infinitas Terras: Participação de Ezra Miller no crossover foi sugestão da própria Warner
A participação do Flash do cinema no crossover televisivo “Crise nas Infinitas Terras” foi iniciativa do estúdio Warner Bros. A revelação foi feita pelo produtor Marc Guggenheim em entrevista à Variety. O produtor contou que a produção já estava praticamente concluída quando o presidente da divisão televisiva da Warner entrou em contato perguntando se havia a possibilidade de encaixar uma aparição de Ezra Miller, que viveu Flash no filme “Liga da Justiça”. “Já tínhamos finalizado ‘Arrow’ e estávamos concluindo o crossover. Estávamos na pós-produção, alguns episódios estavam fechados, e outros estavam levemente fechados. Recebi uma ligação de Peter Roth (presidente da Warner Television) dizendo ‘Sei que você está fechando, mas é possível colocar Ezra no crossover?’ e eu disse que sim. Ele perguntou ‘como? Você já terminou o crossover?’ e eu respondi ‘já, mas se você está me dizendo que Ezra pode estar no crossover, eu posso fazer acontecer’”. Ele revelou também que procurou a equipe da série Flash perguntando se o encontro seria possível, especialmente para o ator Grant Gustin, já que uma de suas preocupações era o ator se sentir confortável com a situação. Gustin não só aprovou como ficou “incrivelmente entusiasmado”, segundo Guggenheim. A etapa final foi entrar em contato com Miller para combinar a gravação. “Liguei para Ezra e falei sobre a cena que escrevi e ele embarcou de cabeça nessa. Então juntamos a equipe e os sets de filmagem de Flash. Para nossa surpresa, ninguém percebeu que Ezra Miller viajou em Vancouver e ninguém vazou a informação.” O primeiro encontro entre os universos cinematográficos e televisivos da DC Comics foi ao ar na terça-feira (14/1) nos EUA e vai começar a exibida no domingo (19/1) na TV brasileira, pelo canal pago Warner. Além de Ezra Miller, o crossover contou com participações especiais de Tom Welling (repetindo o papel de Clark Kent de “Smallville”), Erica Durance (como a Lois Lane de “Smallville”) Burt Ward ( o Robin da série “Batman” dos anos 1960), Kevin Conroy (dublador oficial das animações de “Batman”, no papel do Batman do Futuro), John Wesley Shipp (o Flash dos anos 1990), Tom Ellis (reprisando seu papel da série “Lucifer”), Ashley Scott (vestindo o traje da Caçadora da série “Birds of Prey”), além de colocar Brandon Routh de volta no uniforme de Superman (como no filme “Superman – O Retorno”) e apresentar flashes com integrantes de “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Stargirl” e “Monstro do Pântano”. Vale observar que, infelizmente, o crossover será exibido incompleto no Brasil pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Já Ezra Miller voltará a viver o Flash em seu filme solo, que tem estreia marcada para julho de 2022. O longa será dirigido por Andy Muschietti (de “It: A Coisa”).
Aves de Rapina ganha trailer de sua trilha sonora
A Warner divulgou um trailer da trilha sonora de “Aves de Rapina”. Isto mesmo, da trilha do filme. Além de trechos de várias músicas de pop genérico, o vídeo apresenta várias cenas inéditas, que destacam o visual e o clima da produção. É tudo muito alegre e colorido, inclusive as cenas mais violentas – em que até chumbo grosso explode no peito de capangas como disparos de confetes. Até o momento, apenas a faixa “Diamonds”, que junta a cantora Normani e a rapper Megan Thee Stallionfaz, teve seu clipe divulgado. Confira aqui. Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”), dirigido pela chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) e com um longo título oficial, “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, o filme vai juntar a Arlequina (vida por Margot Robbie) com novas “amiguinhas”: o grupo de heroínas conhecido como Aves de Rapina, formado por Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e até a policial Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”) na versão do cinema. Na trama, elas se juntam para enfrentar os vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). A estreia está marcada para 6 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Diretor de Aquaman vai produzir série animada do herói para a HBO Max
O cineasta James Wan, que dirigiu “Aquaman”, vai produzir uma nova série animada do personagem para a vindoura plataforma de streaming HBO Max. A animação será uma minissérie de três episódios, chamada “Aquaman: King of Atlantis”, que continuará a trama do filme. Segundo a sinopse revelada durante o painel da HBO Max no evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), a série vai começar mostrando “Arthur em seu primeiro dia de trabalho como Rei de Atlantis e ele precisará se atualizar MUITO”. Para isso, o herói terá ajuda de Mera e Vulko, além de enfrentar novas tentativas de golpe de seu irmão, o Mestre do Oceano. Os roteiristas-animadores Victor Courtright (“Picles e Amendoim”) e Marly Halpern-Graser (“Jovens Titãs em Ação! vs. Jovens Titãs”) serão os showrunners. “Aquaman: King of Atlantis” ainda não tem previsão de estreia.
Série Monstro do Pântano estreia no Brasil pela HBO
A HBO vai começar a exibir a série “Monstro do Pântano” (Swamp Thing), produção da plataforma DC Universe, a partir desta sexta (17/1), às 22h. A série foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan (“Invocação do Mal”) e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). E mesmo com todo esse talento criativo, teve sua produção interrompida ao final do 10º de 13 episódios encomendados e acabou oficialmente https://pipocamoderna.com.br/2019/06/serie-do-monstro-do-pantano-e-cancelada-apos-exibicao-do-primeiro-episodio/cancelada logo após a exibição do primeiro capítulo. Diversas versões conflitantes sobre os motivos do cancelamento vieram à tona e foram rebatidas desde então, incluindo problemas com leis de incentivo e até o fechamento da plataforma DC Universe. O que é fato é que o cancelamento não recebeu explicação oficial e o assunto é proibido. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a Mark Verheiden sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante da WarnerMedia impediu que ele respondesse. Este mistério apenas alimenta boatos, entre eles a reprovação do conteúdo por executivos da WarnerMedia, empresa formada após a compra da Warner pela AT&T. A série foi encomendada antes da formalização do negócio. Para aumentar a decepção com seu cancelamento inexplicável, “Monstro do Pântano” é uma série com grande qualidade técnica, bons roteiros e cenas de terror intenso. Apesar da interrupção, a trama principal é concluída nos episódios produzidos, o que serve de consolo e ajuda a justificar sua exibição em outros países, apesar de algumas pontas soltas. Há uma cena pós-créditos, no último capítulo, que aponta para onde a história iria – diretamente no território dos quadrinhos clássicos de Alan Moore. A trama acompanha Abby Arcane (Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”) como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna à cidade em que nasceu, Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Durante sua pesquisa, ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland (Andy Bean, o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), que ao chegar perto da fonte da poluição ambiental sofre uma emboscada e acaba sofrendo uma mutação ao cair nos pântanos contaminados. Enquanto Holland é considerado desaparecido, a cidade é tomada por forças poderosas com o objetivo de explorar as peculiaridades do pântano, o que faz Abby perceber que talvez seu colega e interesse romântico não tenha desaparecido – e sim se tornado um protetor monstruoso. O ótimo elenco também inclui Jennifer Beals (“The L Word”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”), Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), no papel do monstro. Veja o trailer da série abaixo.
Stargirl: Nova série de super-heróis da DC Comics ganha segundo trailer
A rede The CW divulgou o segundo trailer da série “Stargirl”, uma nova produção de super-heróis, que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta o tom leve, mas repleto de mitologia de quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem. A série resume tudo à descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança do novo padrasto da estudante Courtney Whitmore, que a inspira a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história da heroína remete aos primeiros quadrinhos publicados pela DC Comics. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi justamente quem criou Stargirl nos quadrinhos. A prévia anuncia a estreia para a primavera americana de 2020 – isto é, entre março e maio.
Arrowverso sofre mudança radical com Crise nas Infinitas Terras. Veja como as séries lidarão com as mudanças
O crossover “Crise nas Infinitas Terras” confirmou as expectativas de reorganizar todas as séries de super-heróis da rede CW num mesmo universo, tornando o termo Arrowverso mais que um apelido extra-oficial. Em entrevistas após o episódio final, exibido na noite de terça (14/1) nos EUA, o produtor Marc Guggenheim explicou que o reboot não foi tão radical quanto nos quadrinhos originais de 1985, que inspiraram a trama do crossover. Apenas as séries do Arrowverso foram reunidas na mesma Terra, enquanto as demais produções – como “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Monstro do Pântano” e “Stargirl”, da plataforma DC Universe – permanecem em universos separados. Ou seja, o multiverso não foi destruído. Apenas parcialmente “rebutado”. Mas isto foi suficiente para mudar tudo no Arrowverso, trazendo “Supergirl” e “Raio Negro” (Black Lightning) para o mesmo universo ficcional de “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”. Com o anúncio da produção de “Superman & Lois”, serão seis séries interligadas com exibição simultânea, algo jamais visto antes na História da Televisão. E o número pode crescer ainda mais, caso o spin-off de “Arrow”, centrado em Mia, a filha do Arqueiro Verde, vire a sétima série. Não foram apenas os universos paralelos que sumiram. Linhas temporais precisaram ser alteradas para acomodar a história dos personagens numa nova continuidade. Apenas um pequeno grupo de heróis guarda memórias do multiverso original, enquanto o resto da humanidade sofre os efeitos do reboot, acreditando que todos sempre existiram juntos. Com isso, surgem problemas narrativos, que Guggenheim prefere deixar para os roteiristas de cada série resolverem. Para começar, Supergirl terá que lidar com a distorção criada em torno de Lex Luthor, que agora é adorado pelo público e não mais temido como um cientista louco. Superman teve filhos gêmeos com Lois, em vez de apenas uma criança. Sara, o bebê de John Diggle que tinha sido apagado da existência por culpa do Flash, voltou a aparecer como uma menina crescida. E ninguém sabe, até o momento, quem realmente é a atual Laurel Lance – seria a vilã que veio da Terra 2 e se redimiu ou a heroína da Terra 1, que originalmente morreu na 4ª temporada de “Arrow”? O fato é que “Crise nas Infinitas Terras” vai continuar reverberando por um bom tempo, como demonstram os trailers dos próximos episódios do Arrowverso, disponibilizados nesta quarta pela rede CW. Confira abaixo como cada atração foi impactada e vai lidar com a continuidade de suas histórias. Vale observar ainda que, infelizmente, o crossover será exibido incompleto no Brasil pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Claro que isso deixará os telespectadores confusos (não bastasse a própria história ter uma narrativa incoerente). A estreia está prevista para o próximo domingo (19/1) na TV brasileira.












