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    Jason Momoa apoia Ray Fisher em polêmica com a Warner

    8 de setembro de 2020 /

    Jason Momoa, que interpreta o herói Aquaman nos filmes de super-heróis da DC Comics, resolveu tomar o lado de Ray Fisher na briga entre seu colega de “Liga da Justiça” e a Warner Bros. Após uma troca de acusações entre o ator e o estúdio, Momoa postou no Stories de seu Instagram uma foto de Fisher com a hashtag “#IStandWithRayFisher”. A briga entre Fisher e a Warner se ampliou no fim de semana depois que o intérprete do Ciborgue acusou o presidente da DC Films de tentar abafar supostos problemas que aconteceram nas filmagens de “Liga de Justiça” para livrar o produtor Geoff Johns de qualquer polêmica. A Warner rebateu a acusação, revelando que Fisher se recusa a cooperar com investigações sobre os bastidores da produção e o ator contra-atacou com ameaças fortes. Apesar do tom elevado, Fisher não revelou e se recusa a revelar em público o que o diretor Joss Whedon fez nas filmagens para ele se revoltar. Na verdade, em sua última manifestação, na segunda-feira (7/9), ele demonstrou não estar mais interessado em abordar o que aconteceu em “Liga da Justiça”, por ter encontrado um alvo maior: o próprio estúdio. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”. Vale lembrar que o ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar com detalhes sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Após as manifestações de Fisher nas redes sociais, a WarnerMedia disse à imprensa que abriu uma investigação para saber o que teria realmente acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento, porque o investigador do caso foi contratado pelo estúdio. Ele avisou que pretende acionar o Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA.

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    Ray Fisher sobe o tom em novo ataque contra a Warner nas redes sociais

    7 de setembro de 2020 /

    Ray Fisher, intérprete do Ciborgue no filme da “Liga da Justiça”, lançou mais um ataque contra a Warner em suas redes sociais. Ele gravou um vídeo de 15 minutos no domingo (6/9) em que reforça suas acusações contra o diretor Joss Whedon e os produtores de “Liga da Justiça”, Geoff Johns e Jon Berg, além de incluir o presidente da DC Filmes, Walter Hamada, como alvo de sua fúria indignada. A nova manifestação é reação a um comunicado da Warner sobre a falta de cooperação do ator nas investigações dos bastidores de “Liga da Justiça”. No vídeo, ele lista fatos sem relação com sua reclamação original e se dedica a ampliar o problema e transformá-lo numa luta contra “o sistema”, lembrando até seu passado como sindicalista. Vale lembrar que o ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Agora, o intérprete do Ciborgue subiu ainda mais o tom, ao chamar a Warner de mentirosa e afirmar que Hamada se negou a acreditar em suas palavras quando conversaram. Quais? Ninguém sabe. O que se sabe são suas teorias de conspiração. “Walter estava tentando proteger Geoff Johns por causa de sua parceria [com a Warner] como ‘Mulher-Maravilha 1984’ e sei lá quais outros projetos eles estão preparando”. Fisher reclamou até que Johns teria mandado mensagens “se vangloriando pela escalação de outro ator para fazer o Ciborgue em algo [‘Patrulha do Destino’] que ele estava produzindo”. Mas também entrou em contradição, ao afirmar que, além das reclamações contra o produtor, “entrou em detalhes” com Hamada sobre sua experiência com Whedon e Berg. Que detalhes? Ele disse que não contou detalhe algum. “Quando ele [Hamada] quis mais detalhes específicos sobre o que foi dito e quem disse, eu me recusei a lhe dar esses detalhes. Eu disse: ‘Walter, isso é informação sensível. As pessoas que têm histórias para contar precisam de proteção'”. E de repente outras pessoas é que teriam denúncias… “O único jeito de escapar dos jogos de relações públicas é com fatos concretos e mostrar pras pessoas que você não está brincando”, Fisher declarou. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”, completou. Ver essa foto no Instagram *correction: I mentioned quotation marks when referring to a previous tweet—I meant parentheses. Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher) em 6 de Set, 2020 às 11:04 PDT

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    Ray Fisher envolve Warner em polêmica de bastidores de Liga da Justiça

    5 de setembro de 2020 /

    Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, ampliou seus ataques contra a produção daquele filme, envolvendo a DC Films e, como consequência, a Warner acabou se posicionando oficialmente. Com o novo desenvolvimento a situação mudou de patamar. Não se trata mais de um ator reclamando de abuso de um diretor. Após o comunicado da Warner, Fisher passou a mirar o próprio estúdio de cinema. O ator começou a atacar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon, o que o diretor fez exatamente. Único a se manifestar sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Mas o ator não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso. Em seguida, denunciou que Geoff Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Em meio ao clima belicoso, a Warner iniciou uma investigação sobre o ambiente na produção. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento do estúdio. Na sexta, ele postou: “Para vocês entenderem o quão fundo isso vai: após expor o que aconteceu em ‘Liga da Justiça’, o presidente da DC Films [Walter Hamada] me ligou tentando que eu jogasse Joss Whedon e Jon Berg na fogueira e que eu pegasse leve com Geoff Johns. Eu não vou.” Horas depois, a Warner Bros. Pictures emitiu um comunicado oficial, acusando Ray Fisher de mentir e não colaborar com a investigação sobre suas próprias denúncias. “Em nenhum momento o Sr. Hamada ‘jogou alguém na fogueira’, como o Sr. Fisher falsamente alegou, ou fez qualquer pré-julgamento sobre a produção da ‘Liga da Justiça’, com a qual o Sr. Hamada não teve nenhum envolvimento, desde que as filmagens ocorreram antes do Sr. Hamada ser elevado à sua posição atual”, diz o texto. O estúdio também afirmou que Fisher não apresentou nenhum caso concreto de abuso e tem se recusado a cooperar com a investigação. “Embora o Sr. Fisher não tenha citado nenhum episódio de conduta realmente passível de punição, a WarnerMedia começou uma investigação sobre as suas denúncias. Ainda insatisfeito, o Sr. Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador de fora do estúdio para garantir imparcialidade. Este investigador já tentou múltiplas vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir as suas acusações, mas ele recusou os convites”, afirma o estúdio. Neste sábado, Fisher confirmou que, de fato, foi procurado por um investigador, via Zoom, em 26 de agosto. Mas diz que o investigador era contratado da Warner Bros. Pictures e não da WarnerMedia, fazendo com que as conclusões ficassem restritas ao departamento legal do estúdio e não chegassem aos proprietários do conglomerado. Ele também indicou ter se recusado a falar com ele sem um representante (advogado) presente “por segurança”. Entretanto, Fisher também alegou que a revelação de sua recusa em conversar com o investigador era “uma tentativa desesperada e dispersa de me desacreditar para continuar protegendo aqueles que estão no poder”. Num segundo post, Fisher acusou o estúdio de ser responsável por alimentar e ampliar o problema. Segundo o ator, o comunicado da Warner “elevou isso a um nível totalmente diferente, mas estou pronto para enfrentar o desafio”. O “desafio”, na verdade, será promover o lançamento do Snyder Cut, a versão do diretor Zack Snyder de “Liga da Justiça”, que será lançada em 2021 na HBO Max. Snyder tem dito que pretende dar mais destaque ao papel do Ciborgue, que seria “o coração” de sua versão. Mas, com a insistência de Fisher de puxar briga com a Warner, é possível imaginar que esse projeto esteja sendo bastante (re)discutido neste momento. Veja os posts do ator abaixo. So you can better understand how deep this goes: After speaking out about Justice League, I received a phone call from the President of DC Films wherein he attempted to throw Joss Whedon and Jon Berg under the bus in hopes that I would relent on Geoff Johns. I will not. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) September 4, 2020 It’s also worth noting that I made it clear to the world on Aug 21st that I would be vetting the investigator to ensure a fair and protected process for all witnesses. @wbpictures has escalated this to an entirely different level, but I’m ready to meet the challenge. A>E 2/2 pic.twitter.com/OcOmcVZtub — Ray Fisher (@ray8fisher) September 5, 2020

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    CW rebatiza Arrowverse e revela primeiro teaser de Superman & Lois

    4 de setembro de 2020 /

    A rede americana The CW divulgou um vídeo que celebra suas séries de super-heróis da DC. E embora reverencie “Arrow” como a responsável por introduzir esse universo, o canal aproveita o vídeo para rebatizar o até então chamado Arrowverso. Com o fim da série do Arqueiro Verde, no começo do ano, havia dúvidas sobre se a denominação continuaria. O vídeo aponta a alternativa encontrada pelo canal, que agora passa a chamar esse universo de The CWverse (Cwverso). O mesmo vídeo aproveita essa introdução para destacar um teaser de “Superman & Lois”, que apresenta os personagens do próximo programa do universo compartilhado. A prévia traz cenas de Tyler Hoechlin e Elizabet Tulloch em “Supergirl”, além de mostrar Superman e sua superprima (Melissa Benoist) voando juntos. Nas redes sociais, o ator Stephen Amell, que estrelou “Arrow” por oito anos, comentou a nomenclatura proposta pelo canal. Ele escreveu que aquele, na verdade, “é o Berlantiverso”, referindo-se ao nome do produtor de todos os programas, Greg Berlanti. Veja o vídeo abaixo, seguido pelo tuíte de Amell. It’s the Berlantiverse. — Stephen Amell (@StephenAmell) September 2, 2020

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  • Série

    Batwoman: Vídeo revela começo das gravações da 2ª temporada

    4 de setembro de 2020 /

    Os atores Camrus Johnson e Nicole Kang gravaram um vídeo no set de “Batwoman” para revelar que a 2ª temporada começou a ser gravada. “A equipe está de volta”, disseram os intérpretes de Lucious Fox e Mary Hamilton. Postado nos perfis oficiais da série nas redes sociais, o vídeo mostra a dupla se preparando para uma gravação, sem dar pistas de como a produção vai resolver o problema causado pela ausência da atriz Ruby Rose, que em maio anunciou que não voltaria a viver Kate Kane na 2ª temporada. Em seu lugar, Javicia Leslie (de “God Friended Me”) foi escalada como uma nova personagem, chamada Ryan Wilder, que assumirá a capa de Kate Kane para se tornar a nova Batwoman da TV. O problema é que a temporada inaugural foi interrompida pelo coronavírus num ponto em que é difícil imaginar como se dará esta transição – especialmente o fato de Ruby Rose sumir nos próximos episódios. A showrunner Caroline Dries já disse que não pretende matar Kate Kane na trama. Assim, o mistério só deverá ser resolvido quando a série voltar ao ar em 2021. Antes disso, a equipe de “Batwoman” apresentará a nova protagonista num painel da convenção virtual DC Fandome, marcado para o dia 12 de setembro. Camrus, Nicole, and the rest of the team are back 🦇 #Batwoman Season 2 is coming 2021 to The CW! @CamrusJ @NicoleKang pic.twitter.com/0sbBOySmiM — Batwoman (@CWBatwoman) September 3, 2020

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    DC Fandome divulga trailer de sua 2ª parte

    4 de setembro de 2020 /

    A segunda parte do evento DC FanDome, que ganhou o subtítulo Explore The Multiverse, ganhou um trailer que enfatiza a participação dos fãs e sugerindo um novo tipo de interação, via acesso on demand ao conteúdo. Desta vez, o destaque fica com as séries de TV do Arrowverso, mas os organizadores prometem mais de 100 horas de conteúdo sobre todo o universo DC, incluindo filmes, games, quadrinhos e animação. Por isso, a ideia é que cada espectador monte sua própria agenda e confira os painéis no seu próprio tempo, já que o material ficará disponível por apenas 24h no endereço oficial da convenção. Entre as séries de TV, estão confirmados painéis inéditos de “Batwoman”, “Black Lightning” (Raio Negro), “Legends of Tomorrow”, “Stargirl”, “Patrulha do Destino”, “Lucifer”, “The Flash”, “Supergirl” e a estreante “Superman & Lois”. A primeira parte do DC Fandome, intitulada Hall of Heroes, foi realizada em 22 de agosto e reuniu 22 milhões de fãs ao vivo de 220 países diferentes. O DC FanDome: Explore The Multiverse acontece no próximo fim de semana, no dia 12 de setembro, com a liberação dos conteúdos a partir das 14h, exclusivamente em https://www.dcfandome.com/.

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    The Boys ganha dois vídeos inéditos para reforçar estreia da 2ª temporada

    4 de setembro de 2020 /

    A Amazon divulgou dois vídeos nas redes sociais para reforçar a estreia da 2ª temporada de “The Boys” nesta sexta (4/9). Um deles lembra que a produção é repleta de palavrões – e ultraviolência – , e o outro simula um comercial institucional sobre a importância dos super-heróis para a proteção dos Estados Unidos – o que a série revela ser uma hipocrisia sanguinária. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), os Boys são um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. A missão se torna ainda mais complicada na 2ª temporada, quando os verdadeiros heróis da história passam ser considerados perigosos vilões e viram alvo da liga de “super-heróis” assassinos. O elenco destaca Karl Urban (“Thor: Ragnarok”) como líder dos Boys e Antony Starr (série “Banshee”) como o mais poderoso dos psicopatas de capa. Já os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Ain't you twats lucky that #TheBoysTV is back. pic.twitter.com/qmxHHzq7A2 — The Boys (@TheBoysTV) September 4, 2020 No more Vought propaganda bullshit. We're taking these fuckers down. Who's with us tomorrow? pic.twitter.com/NaPWJz5hya — The Boys (@TheBoysTV) September 3, 2020

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    Estreias online: The Boys e mais 6 séries para ver no fim de semana

    4 de setembro de 2020 /

    A estreia da 2ª temporada de “The Boys” é o lançamento mais esperado entre os streaming de séries desta semana. Mas os fãs não vão exatamente maratonar a produção, porque a Amazon Prime Video disponibilizou apenas os três primeiros episódios nesta sexta (4/9). Felizmente, há mais quatro estreias com temporadas completas e outras duas com episódios semanais para quem quiser uma desculpa para estender o isolamento social por alguns dias. As dicas de passatempos podem ser conferidas com trailers e maiores informações logo abaixo. The Boys | EUA | 2ª Temporada Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), os Boys são um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. A missão se torna ainda mais complicada na 2ª temporada, quando os verdadeiros heróis da história passam ser considerados perigosos vilões e viram alvo da liga de “super-heróis” assassinos. O elenco destaca Karl Urban (“Thor: Ragnarok”) como líder dos Boys e Antony Starr (série “Banshee”) como o mais poderoso dos psicopatas de capa. Já os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Disponível na Amazon. Patrulha do Destino | EUA | 2ª Temporada A 2ª temporada de “Patrulha do Destino” chega em doses homeopáticas à TV paga e ao streaming da HBO, um mês após o final de seus episódios nos EUA. Ainda assim, será uma transmissão rápida, considerando que a série só estreou ao Brasil em março deste mesmo ano. Reunindo os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960, a série abusa do humor negro, palavrões e surrealismo, incluindo nos novos episódios até fantasmas tarados. Mas apesar do humor, o tom também é deprimente, pois todos os personagens tem origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Para quem não conhece, é completamente diferente de todas as demais séries baseadas nos quadrinhos da DC Comics. Disponível na HBO Go. Como Se Tornar Uma Divindade na Flórida | EUA | 1ª Temporada Estrelada e produzida por Kirsten Dunst (“Homem-Aranha”), a série de humor negro criada pelos estreantes Robert Funke e Matt Lutsky se passa na Flórida no início dos anos 1990 e acompanha a tramoia de uma funcionária de parque aquático com salário mínimo, que busca se infiltrar na organização que levou sua família à ruína. Armada com seu charme e um plano de vingança, ela se torna uma das melhores vendedoras da empresa, que promete riquezas, mas é um esquema de pirâmide bilionário, baseada na exploração de seus clientes. O humor de situações absurdas lembra os filmes de Yorgos Lanthimos (o diretor de “A Favorita”), que participou do começo do projeto e acabou substituído como produtor pelo astro George Clooney. Já renovada para sua 2ª temporada, a atração ainda destaca em seu elenco Théodore Pellerin (“Boy Erased”), Mel Rodriguez (“O Último Cara da Terra”), Ted Levine (“Monk”), a cantora Beth Ditto (“A Pé Ele Não Vai Longe”) e uma pequena participação de Alexander Skarsgård (“Big Little Lies”), praticamente irreconhecível de mullet. Disponível na Globoplay. Away | EUA | 1ª temporada A atriz Hilary Swank, vencedora de dois Oscars (por “Meninos Não Choram” e “Menina de Ouro”), vive uma astronauta rumo à Marte, mas parte da série é dedicada a sua família na Terra, alternando sci-fi com melodrama. Criada pelo roteirista Andrew Hinderaker (“Penny Dreadful”), a atração lembra a antiga “Defying Gravity” (2009), que era estruturada de forma similar e com o mesmo tom de novela. A equipe de produção ainda inclui o cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), o produtor Jason Katims (criador de “Parenthood”) e a roteirista Jessica Goldberg (criadora de “The Path”). Disponível na Netflix. As Poderosas Mustangs | Austrália | 3 Temporadas Conhecida como “Mustangs FC”, a série acompanha um grupo de meninas que decide montar um time de futebol, quebrando barreiras para se apoiar dentro e fora dos gramados. Juntas, elas mostram o que é “jogar como uma garota”. Criada e produzida por Amanda Higgs (“The Time of Our Lives”) e Rachel Davis (“Worst Year of My Life, Again!”), a atração recebeu vários prêmios da indústria televisiva australiana, inclusive dos sindicatos dos Produtores (Melhor Série) e Diretores (Fiona Banks) – e, de quebra, lançou várias atrizes adolescentes. A 3ª e última temporada foi exibida em janeiro deste ano. Disponível na Globoplay. Power | EUA | 6ª Temporada Criada por Courtney Kemp Agboh (produtora-roteirista de “The Good Wife”), “Power” se passa nos bastidores da vida noturna de Nova York, onde o glamour se mistura com o submundo do crime. Na trama, Ghost (Omari Hardwick) tem uma vida de luxo como um rico dono de boate e traficante de alto nível. Seus problemas começam quando ele percebe que pode fazer sucesso e ganhar mais dinheiro longe dos negócios ilícitos… e terminam nesta 6ª temporada, entre muitos tiroteios e situações sem volta. Entre “a última traição” e “a última batalha”, o protagonista se vê sozinho confrontando todos os demais personagens. A produção é do rapper Curtis “50 Cent” Jackson, que também tinha um papel importante na trama até a temporada passada, e fez tanto sucesso que, após seu final, renderá não uma, mas três novas atrações derivadas. Para quem não acompanhou desde o início, a Starzplay disponibiliza todas as temporadas. Disponível na Starzplay. Power Book II: Ghost | EUA | 1ª Temporada O primeiro dos três spin-offs anunciados de “Power” tem estreia simultânea com os EUA neste domingo (6/9). A nova produção irá acompanhar Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe (Naturi Naughton) da prisão. Além dos personagens conhecidos, a nova serie ainda traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”). Disponível na Starzplay.

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    Amazon estaria negociando pacote de séries do Aranhaverso

    3 de setembro de 2020 /

    A Amazon estaria disposta a repetir a Netflix e criar um universo de séries da Marvel em sua plataforma. O projeto veio à tona nesta quinta (3/9) com uma diferença significativa em relação ao acordo pioneiro. As séries não serão produções da Marvel, mas da Sony, que utilizará personagens do “Aranhaverso”. Segundo apurou o site Deadline, esse pacote de conteúdo está há tempos no papel, mas se move muito lentamente para fora dele, porque há complexas negociações – ainda em seus estágios iniciais – envolvendo uma complicada teia de direitos multiplataforma para os personagens dos quadrinhos – inclusive, com uma possível necessidade de exibição num canal linear, antes de ir para o streaming. O pontapé inicial foi dado em abril de 2019, quando a Sony TV assinou um mega-contrato com Phil Lord e Chris Miller, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que incluía um acordo para a dupla supervisionar um conjunto de séries baseadas nos personagens da Sony no Universo da Marvel. Segundo apurou o site Deadline, o primeiro título que deve ganhar vida é “Silk”, que já está sendo desenvolvido por Lauren Moon, roteirista de “Atypical”, uma produção da Sony exibida na Netflix. O detalhe é que a personagem, batizada de Seda no Brasil, já apareceu no MCU (o universo cinematográfico da Marvel). Vivida por Tiffany Espensen, Cindy Moon foi vista como parte da equipe acadêmica do colégio de Peter Parker (Tom Holland) em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e na cena do ônibus escolar de “Vingadores: Guerra Infinita”. Nos quadrinhos, Cindy é uma colega de classe de Peter Parker que também é picada por uma aranha radioativa na mesma época que ele. Ela ganha habilidades semelhantes às dele. Ou melhor, habilidades superiores. Ela é capaz de disparar teias pelas pontas dos dedos, é mais rápida e tem um Sentido Aranha avançado (conhecido como Sentido Seda). Seda só perde para o Homem-Aranha no quesito da força física. A personagem também se distingue dos demais coadjuvantes dos quadrinhos do Aranha por ser sul-coreana. A produção de “Silk” marcaria uma das primeiras séries de quadrinhos liderada por um personagem asiático-americano. Freqüentemente, eles são vistos como personagens secundários, desde o Cato de Bruce Lee na série “Besouro Verde” nos anos 1960 até Colleen Wing, vivida por Jessica Henwick em “Punho de Aço”.

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    Robert Pattinson teria pego covid-19 nas filmagens de Batman

    3 de setembro de 2020 /

    Segundo a Vanity Fair, Robert Pattinson está com covid-19. A revista apurou que foi o ator quem testou positivo para o coronavírus na volta das filmagens de “Batman”, resultando na paralisação das filmagens. A Warner havia emitido um comunicado mais cedo informando que “um membro da produção de ‘Batman’ está com Covid-19 e está se isolando de acordo com os protocolos estabelecidos”. O estúdio não revelou quem foi a pessoa infectada, alegando questões de privacidade. Mas a Vanity Fair afirma ter confirmado, junto à fontes da produção, que se trata do próprio intérprete de Batman. Desde então, outras publicações afirmaram que o doente é mesmo Pattinson. Ainda não há informações sobre o estado de saúde do ator. A paralisação aconteceu apenas três dias após a retomada das filmagens. Antes disso, o filme dirigido por Matt Reeves ficou cinco meses com os trabalhos suspensos por conta da pandemia. Reeves afirmou que havia filmado apenas 25% do longa antes da primeira paralisação. Apesar desses problemas, o longa, que marcará a estreia de Robert Pattinson como o super-herói dos quadrinhos, segue com sua estreia programada para outubro de 2021.

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    Filmagem de Batman é paralisada por infecção de covid-19 na equipe

    3 de setembro de 2020 /

    A filmagem de “Batman” voltou a ser paralisada na Inglaterra por causa da pandemia de covid-19. Segundo comunicado dos produtores, uma pessoa da equipe testou positivo para a doença causada pelo coronavírus. “Um integrante da produção de ‘Batman’ testou positivo para a covid-19 e está em isolamento, conforme os protocolos de segurança. A filmagem está temporariamente paralisada”, diz o comunicado, sem maiores explicações. O estúdio não revelou quem foi a pessoa infectada, alegando questões de privacidade. A paralisação aconteceu apenas três dias após a retomada das filmagens. Antes disso, o filme dirigido por Matt Reeves ficou cinco meses com os trabalhos suspensos por conta da pandemia. Reeves afirmou que havia filmado apenas 25% do longa antes da primeira paralisação. Apesar desses problemas, o filme, que marcará a estreia de Robert Pattinson (“Tenet”) como o super-herói dos quadrinhos, segue com sua estreia programada para outubro de 2021.

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  • Filme

    Tenet e Mulher-Maravilha 1984 sofrem novos adiamentos no Brasil

    2 de setembro de 2020 /

    Com os cinemas ainda fechados na maioria dos estados do Brasil, a Warner decidiu comunicar o adiamento oficial de suas próximas estreias, “Tenet” e “Mulher-Maravilha 1984”. O filme de Christopher Nolan, que já estreou em vários países e chega nesta quinta (3/8) aos cinemas americanos, sofreu novo adiamento, remarcado de 24 de setembro para 15 de outubro. Como esta era a data prevista para o lançamento nacional de “Mulher-Maravilha 1984”, o longa da heroína também precisou ser remanejado, sendo transferido para 5 de novembro. Os planos iniciais previam que “Tenet” chegaria em 23 de julho no Brasil. Desde então, a Warner já adiou quatro vezes a exibição, sempre atrasando a estreia em algumas semanas. Só que, de “pulinho” em “pulinho”, o filme vai estrear quase três meses depois da data originalmente prevista, devido à pandemia de coronavírus. Apesar da reação divisiva da crítica, o site Rotten Tomatoes colocou sua credibilidade em cheque por ignorar as resenhas negativas e considerar como positivas diversas críticas cheias de ressalvas, mantendo a nota do filme elevada até sua estreia internacional, quando faturou US$ 53 milhões em cerca de 40 países no fim de semana passado. Desde então, as opiniões negativas começaram a ser acrescentadas e a nota do filme despencou, de 83% para 77% de aprovação. Ainda assim, mantém-se elevada, considerando o tom geral. “O que diabos foi isso?”, sintetizou a resenha do New York Post, incluída nesta quarta (2/9). Promovido como um grande mistério, o filme é, aparentemente, daqueles que precisam de explicação mesmo depois do espectador terminar de assisti-lo. Confirmando comentários do próprio elenco de que o filme é difícil de entender, as resenhas apontam que o roteiro é o ponto fraco da produção. A trama foi mantida em segredo durante toda a divulgação, explicada apenas numa sinopse que afirma: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington, de “Infiltrado na Klan”) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem se dá ao trabalho de nomear o personagem principal. Já as situações vistas no trailer incluem balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). O elenco também inclui Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Curiosamente, “Mulher-Maravilha 1984” deveria ter sido exibido antes de “Tenet” no Brasil. Originalmente previsto para 4 de junho, o lançamento sofreu três adiamentos e agora será lançado quatro meses depois do planejamento inicial. Nos EUA, o filme segue com previsão de estreia em 4 de outubro. A direção é novamente de Patty Jenkins e, além da volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, o longa ainda contará com o retorno de Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar deste enredo também ter pouco detalhes revelados, os atores Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) vivem os vilões, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord.

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    Marvel não sabe o que fazer com Pantera Negra 2

    2 de setembro de 2020 /

    Com produção prevista para começar por volta de março, “Pantera Negra 2” vai precisar ser totalmente reinventado após a morte do astro Chadwick Boseman. No momento, o estúdio não sabe o que fazer, porque o ator não tinha informado a ninguém da produção do filme ou da Marvel sobre sua doença. Não havia plano B, porque, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, Boseman apostava em se curar para interpretar o papel. De acordo com o THR, a primeira pessoa da produção a ser informada sobre o câncer foi Kevin Feige, chefão da Marvel Studios, num email urgente enviado uma hora antes da morte do ator, na sexta passada (28/8). Enquanto o foco da Disney e da Marvel no momento esteja em homenagens e no processamento da dor da perda de Boseman, em breve decisões precisarão ser tomadas sobre o destino da continuação de “Pantera Negra”. Como o primeiro filme arrecadou US$ 1,3 bilhão em todo o mundo, a nova produção é inevitável. Contratado para escrever e dirigir “Pantera Negra 2”, o cineasta do filme original, Ryan Coogler, está no centro das decisões sobre o futuro do personagem. “Passei o último ano preparando, imaginando e escrevendo palavras para ele dizer que não éramos destinado a ver. Fico quebrado sabendo que não serei capaz de assistir a outro close-up dele no monitor ou caminhar até ele e pedir outra tomada”, o cineasta contou em uma carta aberta. Coogler foi uma das pessoas pegas de surpresa pela morte do ator. “Depois que sua família divulgou a notícia, percebi que ele estava convivendo com a doença durante todo o tempo em que o conheci”, ele contou na carta-aberta. Ao retomar a produção, Feige e Coogler precisarão examinar as opções. Uma delas é substituir Boseman no papel, o que poderia gerar protestos de fãs e intimidar qualquer um que fosse sondado. Uma outra opção seria colocar outro personagem no uniforme do herói. O mais plausível seria fazer da irmã de T’Challa, Shuri (Letitia Wright) a nova Pantera Negra. Essa evolução teria, inclusive, paralelos com eventos já retratados nos quadrinhos. Caso opte por esta alternativa, o filme ainda precisará explicar o que aconteceu com T’Challa e mostrar a transição entre os heróis. Vale lembrar que a Disney já lidou anteriormente com a morte de uma protagonista de uma de suas franquias mais populares, quando Carrie Fisher faleceu antes das filmagens de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Após o impacto inicial da perda de Boseman, o estúdio deve enfrentar o mesmo processo que acompanhou a tomada de decisões sobre o destino da Princesa Leia no final da saga “Star Wars”.

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