“Venom: Tempo de Carnificina” é maior estreia do ano no Brasil
A estreia de “Venom: Tempo de Carnificina” foi vista por quase 900 mil espectadores e registrou a maior bilheteria de 2021 no Brasil: mais de R$ 16 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição. A produção também ajudou a lotar os cinemas brasileiros, que atingiram seu maior público do ano. Ao todo, 1,18 milhão de pessoas gastaram R$ 21,3 milhões em ingressos de cinema entre quinta e domingo (10/10) no país, segundo levantamento da consultoria Comscore. Antes disso, apenas a estreia de “Viúva Negra” tinha atraído mais de 1 milhão de espectadores. No fim de semana de seu lançamento, em julho passado, 1,17 milhão de pessoas compraram ingressos. O segundo filme mais assistido do fim de semana foi o novo “007”, que teve público muito inferior. Apenas 171 mil pessoas acompanharam a segunda semana de exibição de “007 – Sem Tempo para Morrer”, que rendeu R$ 3,7 milhões nas bilheterias. Veja abaixo o Top 10 das bilheterias nacionais, de acordo com a Comscore, e a confirmação do recorde de “Venom: Tempo de Carnificina”. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 7-10/10:1. Venom 2. 007 3. Patrulha Canina4. Shang Chi 5. Ainbo – A Guerreira da Amazônia6. Poderoso Chefinho 27. A Casa Sombria8. Fátima – A História de Um Milagre9. Croods 210. Pedro Coelho 2 — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 11, 2021 #venom "Venom – Tempo de Carnificina" distribuído pela @SonyPicturesBr bateu recorde de #bilheteria neste final de semana no Brasil. O #filme foi exibido exclusivamente nos #cinemas e já arrecadou +R$ 16 milhões, colocando o título como Top 1 entre as maiores estréias deste ano — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 11, 2021
Filho de Superman se assume bissexual nos quadrinhos
Depois de Robin, o filho de Superman também vai sair do armário. A quinta edição da nova revista em quadrinhos “Superman: Son of Kal-El”, que será lançada em novembro pela DC Comics, vai mostrar que Jon Kent, filho de Clark Kent, faz parte da comunidade LGBTQIAP+. As primeiras imagens divulgadas da publicação mostram o jovem de 17 anos trocando beijos com outro adolescente. Na trama, ele terá um relacionamento com o repórter e ativista Jay Nakamura, que tem ligações com seus pais, Superman e Lois Lane. O escritor da história, Tom Taylor, revelou que o novo Superman, que assume o papel do pai, enquanto Kal-El/Clark Kent viaja numa missão espacial, será retratado como bissexual na revista. “Quando me perguntaram se eu queria escrever a primeira história de um novo Superman para o Universo DC, eu sabia que substituir o Clark com outro cara hetero e branco seria uma oportunidade perdida. Eu sempre disse que todo mundo precisa de heróis e todo mundo merece ver a si mesmo em seus heróis. Agora, o Superman, o herói mais forte do planeta, está se assumindo”, disse Taylor, em entrevista para o site IGN. Ele também destacou a importância do relacionamento entre Jon e Jay para o arco narrativo do personagem. “Devido a mudança na idade de Jon, por ele ter passado um tempo no futuro, ele não tem amigos no presente que possuem sua idade. Ele não tem seu ‘elenco’ de apoio”. Apesar disso, o roteirista afirma que ele formará uma parceira importante com Damian Wayne, o filho de Batman. Vale reparar que o novo Superman não é o primeiro personagem da DC que Taylor transforma em bissexual. Ele também foi o responsável pelo arco narrativo de Arlequina em “Injustice”, onde ela acaba casando com a Hera Venenosa. “[A Arlequina] foi a primeira personagem que eu pude escrever sendo abertamente bissexual”, ele contou. “Mesmo no nosso universo próprio de ‘Injustice’, pudemos contar histórias e mostrar relacionamentos que não estavam acontecendo em outras publicações naquela época. E eu me senti honrado de ter a chance de escrever o casamento da Arlequina e Hera Venenosa ano passado em Injustice: Ano Zero”, comentou. “Relacionamentos na vida amorosa da Harley são sempre uma loucura. Ainda assim, a principal lição é ser o mais natural possível, acompanhando as ações dos personagens, deixando eles serem levados pelas emoções e deixar eles irem. Eu espero alcançar a mesma coisa com Jon e Jay”, concluiu. Jon Kent vai se assumir bissexual poucos meses após a sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrar Tim Drake, o terceiro Robin, da mesma forma. O quinto número de “Superman: Son of Kal-El” será publicado em 9 de novembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Veja a capa abaixo.
Vídeo de bastidores explica quem são os “Eternos”
A Marvel divulgou o pôster um novo vídeo legendado de “Eternos”, produção dirigida pela vencedora do Oscar Chloé Zhao (“Nomadland”). A prévia combina imagens inéditas com depoimentos do elenco, da diretora e do produtor Kevin Feige, que promete que o longa “será a redefinição do MCU (universo cinematográfico da Marvel) por completo”. Um detalhe que chama a atenção no vídeo é a forma como Kit Harrington (“Game of Thrones”) faz as perguntas que boa parte do público deve estar se fazendo diante do filme: quem são os Eternos e por que não ajudaram os Vingadores a enfrentar Thanos. A explicação vem por meio de Gemma Chan (“Capitã Marvel”). Para quem não conhece – e é muita gente, porque os quadrinhos originais estão entre os trabalhos mais obscuros de Jack Kirby – , “Eternos” são alienígenas antigos que vivem em segredo na Terra por milhares de anos. Segundo a sinopse oficial, após os eventos de “Vingadores: Ultimato”, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes. A produção também é estrelada por Richard Madden (“Game of Thrones”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Lia McHugh (“American Woman”), Don Lee (“Invasão Zumbi”), Barry Keoghan (“Dunkirk”), Dan Stevens (“Legion”) e Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”). A estreia está marcada para 4 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” soma US$ 400 milhões de bilheteria
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” cruzou mais uma marca importante durante a pandemia, ultrapassando neste fim de semana a arrecadação de US$ 400 milhões em todo o mundo. O total inclui US$ 212,5 milhões do mercado norte-americano e US$ 189,1 milhões no internacional. E isto sem contar as bilheterias da China, onde o filme foi barrado. Curiosamente, “Viúva Negra” também não foi exibido no mercado chinês e mesmo assim faturou US$ 379 milhões nos cinemas. As duas produções da Marvel foram os maiores sucessos comerciais da Disney neste ano, seguidas por “Free Guy”, “Cruella” e “Jungle Cruise”. Graças a este desempenho, a Disney está se tornando (oficialmente na segunda-feira) o primeiro estúdio a atingir US$ 2 bilhões em vendas mundiais de ingressos em 2021.
“007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias
“007 – Sem Tempo para Morrer” desembarcou na América do Norte com uma arrecadação de US$ 56 milhões no fim de semana. Foi um desempenho abaixo das estimativas do mercado e da expectativa criada pela estreia de “Venom: Tempo de Carnificina” na semana passada (US$ 90,1 milhões), mas valeu o 1º lugar nas bilheterias e, ao somar-se ao faturamento internacional, fez o filme ultrapassar os US$ 300 milhões em todo o mundo. As projeções da MGM previviam que a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond renderia US$ 60 milhões em seu lançamento doméstico, especialmente após três adiamentos e o sucesso do filme no exterior, onde foi lançado com antecedência há duas semanas. Mas enquanto filmes de super-heróis como “Venom: Tempo de Carnificina” são consumidos por um público mais jovem e destemido em relação à covid-19, a franquia “007” sempre atraiu uma média etária de 35 anos, demografia que ainda tem relutado em retornar aos cinemas durante a pandemia. Os US$ 56 milhões de “007 – Sem Tempo para Morrer” não são nem de longe um desastre. Trata-se da quinta maior estreia norte-americana da era da pandemia e foi realmente alimentada por um público diferente da continuação de “Venom”. Enquanto 36% dos que compraram ingressos para ver James Bond nos EUA tinham mais de 45 anos, esta faixa correspondeu a apenas 9% do público do super-herói. Mas há ainda um outro fator de impacto na bilheteria. Mais longo de todos os filmes de James Bond, “007 – Sem Tempo para Morrer” tem quase três horas de duração, o que reduz o número de vezes que pode ser exibido por sala e por dia, diminuindo proporcionalmente a quantidade de ingressos comercializada para suas sessões. Para fazer frente a este desafio, o estúdio ampliou a distribuição, colocando o longa em 4,4 mil cinemas, o lançamento mais amplo da franquia, num esforço para impedir números menores. De todo modo, os filmes do espião britânico sempre tiveram maior apelo internacional que doméstico. Isto não mudou com a pandemia. Só neste filme de semana, o longa arrecadou mais US$ 89,5 milhões em 66 países diferentes, chegando a um total de US$ 257,4 milhões fora dos EUA – e isto sem a China. Com a contabilidade americana, o valor global chega a US$ 313,3 milhões. “Venom: Tempo de Carnificina” caiu para o 2º lugar com US$ 32 milhões em seu segundo fim de semana nos EUA e Canadá. Com isso, atingiu um total doméstico de US$ 141,7 milhões, um excelente desempenho de dez dias. Com uma estratégia de lançamento conservadora para não enfrentar “007 – Sem Tempo para Morrer” e “Duna” no mercado internacional, a Sony começou a exibir o filme apenas neste fim de semana no exterior, arrecadando US$ 24,8 milhões em 13 países, para um total internacional inicial de US$ 43,9 milhões. A distribuição foi basicamente centrada na América Latina, onde a produção faturou US$ 20 milhões, a melhor arrecadação do estúdio na região durante a pandemia. Juntando com os valores norte-americanos, a soma chega em US$ 185,6 milhões mundiais. A MGM também emplacou o 3º lugar nos EUA e Canadá com a animação “A Família Addams 2”, que faturou US$ 10 milhões no fim de semana para atingir um total doméstico de US$ 31,1 milhões em 10 dias. O Top 5 norte-americano se completa com “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 4,2 milhões) e o prólogo da série “Família Soprano”, “The Many Saints of Newark” (com apenas US$ 1,5 milhão).
Veja o pôster da 4ª temporada de “Young Justice”
A HBO Max divulgou o pôster e o subtítulo da 4ª temporada de “Young Justice” (Justiça Jovem). O novo arco da série animada dos super-heróis jovens da DC Comics vai se chamar “Phantoms” (fantasmas). A 4ª temporada terá um salto temporal de três anos na trama. Desde o lançamento da série em 2010, a história registra a passagem de 10 anos no universo de seus personagens. Em comunicado, o cocriador Brandon Vietti comentou que a passagem de tempo é um grande diferencial da atração, que tem incorporado várias sagas dos quadrinhos da DC Comics em suas histórias. “Desde o início, pretendemos usar todo o Universo DC como pano de fundo e um catalisador da evolução para nossos personagens principais. Cada novo personagem apresentado tem uma história única que nos ajuda a explorar ainda mais os limites do Universo DC e as dimensões de todos os personagens envolvidos. Usar a passagem literal do tempo para apresentar novas gerações de personagens jovens dá à nossa série um método único de mostrar crescimento real e isso é algo que continuamos a fazer para nos divertir na 4ª temporada”, explicou Vietti. Os novos episódios ainda não tem previsão de estreia.
Jake Gyllenhaal será super-herói nazista em nova adaptação de quadrinhos
Jake Gyllenhaal vai estrelar uma nova adaptação de quadrinhos de super-heróis após sua passagem pela Marvel em “Homem-Aranha: Longe de Casa” (2019). Ele será o protagonista de “Prophet”, filme baseado em quadrinhos de Rob Liefeld, o criador do Deadpool. O personagem pode ser descrito como a versão nazista do Capitão América. Apesar de publicada pela Image Comics (e não pela Marvel), a trama basicamente imagina o que teria acontecido se os nazistas desenvolvessem o soro de supersoldado que transformou Steve Rogers no Capitão América. Na trama, John Prophet se voluntaria para participar de um programa nazista de experimentos científicos para alimentar sua família no final da 2ª Guerra. Após ganhar superforça e ser enviado para a linha de frente, ele é soterrado por uma explosão e, como o Capitão América nos quadrinhos da Marvel, só acorda nos anos 1960. Seu despertar, porém, é amargo. O mundo se esqueceu dele, suas filhas o culpam por ter se aliado aos nazistas e agentes da KGB estão no seu encalço para tentar coletar seu sangue e criar seus próprios supersoldados. A adaptação tem roteiro de Marc Guggenheim (cocriador das séries de super-heróis “Arrow” e “Legends of Tomorrow”) e a direção está a cargo de Sam Hargrave (de “Resgate”). Ainda não há data de estreia definida. Além deste projeto, Gyllenhaal também está envolvido na adaptação de outra HQ: “Oblivion Song”, baseado na publicação homônima de Robert Kirkman, o criador de “The Walking Dead” e “Invincible”.
Vídeo de “The Boys” destaca novo super-herói
Mantendo a tradição de lançar uma nova edição todos os dias 7 de cada mês, a Amazon Prime Video revelou nesta quinta (7/10) mais um vídeo do programa de notícias da Vought. O telejornal da VNN, rede de notícias do conglomerado fictício (uma paródia da CNN da Turner/Warner, mas com teor mais próximo da Fox News), serve como ponte entre a 2ª e a 3ª temporadas, fornecendo algumas informações relevantes para os fãs da série. Apresentado por Cameron Coleman (na verdade, o ator Matthew Edison), os “noticiários” têm servido principalmente para apresentar novos personagens da série. Na atual edição, os destaques são Cindy, uma paciente do Hospital onde, segundo “fake news”, a Vought conduzia experimentos ilegais em cobaias humanos, e Livewire, um novo herói com habilidades elétricas. Apesar de já ter encerrado suas gravações, a 3ª temporada de “The Boys” ainda não tem previsão de estreia.
Vilã de “WandaVision” terá sua própria série na Disney+
Um spin-off de “WandaVision” centrado na vilã Agatha Harkness está em desenvolvimento na Disney+. A revista Variety deu a notícia em primeira mão e as demais publicações de entretenimento dos EUA confirmaram. A atriz Kathryn Hahn voltará para reprisar o papel de Agatha na nova série, descrita pelas fontes da Variety como uma comédia de humor ácido. Outros detalhes da trama permanecem em segredo. Além da atriz, a criadora de “WandaVision” e roteirista de “Viúva Negra”, Jac Schaeffer, também estará de volta para comandar o projeto. Introduzida originalmente como Agnes, a vizinha intrometida de Wanda e Visão, a vilã termina “WandaVision” revelando-se como uma bruxa poderosa, que estava disfarçada para estudar Wanda antes de enfrentá-la. O desfecho da série mostrava Agatha derrotada por Wanda e forçada a assumir a personalidade fictícia de Agnes, condenada a viver o resto da vida como uma dona de casa suburbana como punição. Não está claro se a série contará com outros integrantes do elenco de “WandaVision”, que destacou Elizabeth Olsen e Paul Bettany nos papéis de Wanda e Visão, além de Teyonah Parris como a versão adulta de Monica Rambeau (uma criança em “Capitã Marvel”), Kat Dennings como a Darcy Lewis (da franquia “Thor”) e Randall Park como o agente do FBI Jimmy Woo (de “Homem-Formiga e a Vespa”). Kathryn Hahn fez muito sucesso em “WandaVision”. Ela foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie e sua música-tema, “Agatha All Along”, tornar-se um fenômeno pop, com vários remixes e covers publicados no YouTube. Composta pela dupla Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez (de “Frozen”), a canção venceu o Emmy de 2021 na categoria de Melhor Música Original.
“Venom – Tempo de Carnificina” chega a 85% de todos os cinemas brasileiros
“007” pode ter ficado “Sem Tempo para Morrer”, porque a partir desta quinta (7/10) é “Tempo de Carnificina” nos cinemas brasileiros. “Venom: Tempo de Carnificina” tem uma das maiores estreias do ano, com lançamento em 1,7 mil cinemas, o equivalente a 85% de todo o circuito exibidor em funcionamento no país. A distribuição ampla acontece uma semana após o filme quebrar o recorde de maior abertura da pandemia nos EUA e Canadá. Para repetir o fenômeno no país, além do monopólio de telas, conta com o entusiasmo dos fãs dos quadrinhos e com o feriadão de 12 de outubro. Mas é bom apontar que a crítica não ecoou os números positivos da bilheteria, considerando a continuação medíocre (57% no Rotten Tomatoes). “Venom: Tempo de Carnificina” funciona como uma comédia pastelão, que destaca a convivência forçada entre um par incompatível, Eddie Brock e seu simbionte, com ênfase no humor físico do ator Tom Hardy. Juntam-se a isso muitos efeitos visuais e Woody Harrelson (“Zumbilândia”) no papel do vermelhão Carnificina e o resultado debochado é impossível de ser levado a sério. Dá certo apenas porque a direção, a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), assume o absurdo de todas as situações, sem temer o ridículo. Entre as demais estreias, há outra adaptação de quadrinhos. “A Princesa da Yakuza” é baseada em “Samurai Shirô”, de Danilo Beyruth, e algumas de suas cenas tem até mais ação que “Venom”, mas o cinema brasileiro ainda tem dificuldades com o gênero. O ritmo arrastado não agradou nos EUA (37% no RT), mas é preciso admitir que o diretor Vicente Amorim (que já tinha filmado obra de Danilo Beyruth em “Motorad”) é esforçado. A trama gira em torno de uma jovem, interpretada pela cantora nipo-americana Masumi em sua estreia nos cinemas, enviada ao Brasil ainda bebê após uma guerra entre facções da Yakuza. Vinte anos depois, em São Paulo, ela descobre que herdou um clã da máfia japonesa, mas terá que sobreviver àqueles que não pretendem servi-la. Em sua luta, ela recebe ajuda de um homem misterioso (Jonathan Rhys Meyers, de “The Tudors”) para enfrentar os membros da Yakuza que querem sua morte. No circuito mais limitado, o grande destaque é a produção franco-tunisiana “O Homem que Vendeu Sua Pele”, premiado no Festival de Veneza e indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional. Dirigido pela tunisiana Kaouther Ben Hania (“A Bela e os Cães”), o filme propõe muitos questionamentos sobre a sociedade moderna, a partir da história de um imigrante sírio que, para ir à Europa, aceita ter suas costas tatuadas por um artista plástico famoso e ser exposto como obra de arte. O processo de desumanização em troca de uma ilusória liberdade rendeu 91% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. Com lançamento apenas simbólico, “O Fio Invisível” chega em pouquíssimas telas uma semana antes de ser disponibilizado na Netflix. Terror psicológico da premiada cineasta peruana Claudia Llosa, vencedora do Festival de Berlim por “A Teta Assustada” (2010), a trama acompanha uma mãe solteira que precisa lidar com traumas, pânico ambiental e um mistério sobrenatural. Completa a lista um drama militante anti-aborto, considerado mais propaganda que filme e responsável por uma das maiores rejeições do ano no Rotten Tomatoes – só 14% dos críticos americanos aprovaram. Confira abaixo os trailers de todas as estreias da semana nos cinemas brasileiros. Venom – Tempo de Carnificina | EUA | Ação A Princesa da Yakuza | Brasil | Ação O Homem que Vendeu Sua Pele | Tunísia, França, Bélgica | Drama O Fio Invisível | Chile, Peru, Espanha | Drama O Direito de Viver | EUA | Drama
Capitão Frio voltará no 100º episódio de “Legends of Tomorrow”
O ator Wentworth Miller voltará a viver o Capitão Frio no 100º episódio de “Legends of Tomorrow”. O capítulo especial revisitará temporadas anteriores da produção sob o olhar de Gideon, inteligência artificial que controla a nave Waverider e que na nova temporada ganhará carne e osso, interpretada por sua dubladora original, Amy Louise Pemberton. “Queríamos dar uma chance para a nova geração das Lendas, as Astras e Spooners do grupo, de se encontrarem com alguns membros originais”, disse o showrunner Phil Klemmer ao TVLine. De fato, a série tinha um elenco completamente diferente em sua 1ª temporada. Apenas Caity Lotz, intérprete de Sara Lance, a Canário Branco, permanece na produção desde o piloto original. Ela, por sinal, é quem vai dirigir o episódio comemorativo. A temporada anterior se despediu do penúltimo remanescente, Dominic Purcell, que vivia Mick Rory. Ele saiu da série xingando a produtora Warner Bros. Television nas redes sociais, no melhor estilo de seu personagem. Os demais integrantes do elenco atual são Tala Ashe como Zari Tarazi, Jes Macallan como Ava Sharpe, Olivia Swann como Astra Logue, Adam Tsekhman como Gary Green, Shayan Sobhian como Behrad Tarazi, Lisseth Chavez como Esperanza “Spooner” Cruz e Nick Zano como Nate Heywood, além de Matt Ryan, que após dar adeus ao papel de John Constantine no final da sexto ano, voltará nos novos episódios com barba, óculos e um novo nome: Dr. Gwyn Davies. O 100º episódio de “Legends of Tomorrow” será o terceiro da 7ª temporada, com exibição marcada para 27 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Veja abaixo o trailer da 7ª temporada, em que as “Lendas” se encontram perdidas na era do jazz.
Marvel tinha planos para série do T’Challa Senhor das Estrelas
Antes da morte de Chadwick Boseman, o Marvel Studios tinha planos de realizar um spin-off de “What If…?”, que seria focado numa das versões alternativa de T’Challa apresentadas na série animada. O projeto foi revelado durante uma entrevista do roteirista Bryan Andrews (“Vingadores: Ultimato”) para a revista Variety. “Eu não sei se ele sabia disso, mas havia planos para trazer o T’Challa Senhor das Estrelas de volta num spin-off próprio. Aquele universo todo ia retornar, e estávamos muito animados com isso. Sabemos que ele [Chadwick] teria amado também, mas então ele faleceu, e isso ficou no limbo”, contou Andrews. O T’Challa Senhor das Estrelas foi uma versão do personagem de Boseman no MCU que não se torna Pantera Negra. Em vez disso, ele é abduzido por Yondu no lugar de Peter Quill, tornando-se o Senhor das Estrelas, líder dos saqueadores (Ravagers). Esta história foi exibida no segundo episódio de “What If…?”, com dublagem de Boseman. O ator fez mais três participações na série, inclusive no último episódio da 1ª temporada, que foi ao ar nesta quarta (6/10) na Disney+.
Comercial introduz “Eternos” como “maiores guerreiros que o mundo já conheceu”
A Marvel divulgou um novo comercial de “Eternos”, produção dirigida pela vencedora do Oscar Chloé Zhao (“Nomadland”). A prévia traz várias cenas inéditas de ação e efeitos visuais para apresentar os novos heróis como “os maiores guerreiros que o mundo já conheceu”. Para quem não conhece – e é muita gente, porque os quadrinhos originais estão entre os trabalhos mais obscuros de Jack Kirby – , os Eternos são alienígenas antigos que vivem em segredo na Terra por milhares de anos. Mas o estalo de Tony Stark em “Vingadores: Ultimato” mudou tudo, criando a energia necessária para uma tragédia inesperada, que faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes. A produção é estrelada por Richard Madden (‘Game of Thrones’), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Lia McHugh (“American Woman”), Don Lee (“Invasão Zumbi”), Barry Keoghan (“Dunkirk”), Kit Harrington (“Game of Thrones”), Dan Stevens (“Legion”) e Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”). A estreia está marcada para 4 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












