Aggretsuko: Série da “irmã metaleira” da Hello Kitty ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado do anime “Aggretsuko”. A série animada japonesa é estrelada por uma simpática panda vermelha de 25 anos chamada Retsuko, que tem um trabalho burocrático de estagiária durante o dia, mas a noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal – ela vira Aggretsuko, a versão agressiva de Retsuko. Sua criadora, conhecida apenas como Yeti, descreveu a personagem para a rede CNN como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A artista desenvolveu o design de Aggretsuko para a empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa) japonesa, que tem justamente em Hello Kitty seu maior sucesso. “Aggretsuko” foi concebida para representar uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. “Observamos os trabalhadores do Japão e sentimos gritos vindos do coração. O ambiente de trabalho no Japão virou um problema e muita gente lida com o estresse”, explicaram os produtores pelo desenho, em entrevista à rede BBC. A série animada estreia na Netflix nesta sexta-feira (20/4).
Ilha de Ferro, com Cauã Reymond, será série mais cara da história da Globo
A nova minissérie da Globo “Ilha de Ferro”, atualmente em gravação no Rio, será o maior investimento do canal em produções do tipo. Segundo levantamento da coluna de Flavio Ricco, no UOL, apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo, custou mais de R$ 2 milhões. Além disso, a produção consumirá quase seis meses de trabalho da equipe, que tem gravações agendadas até 12 de maio, para produzir apenas 12 episódios. Uma média de 13 dias para gravar cada capítulo. Protagonizada por Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), a série se passa numa plataforma de petróleo em alto-mar, a Ilha de Ferro do título. Escrita por Max Mallmann e Adriana Lunardi, com supervisão de Mauro Wilson, a minissérie tem direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e ainda traz no elenco Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). A programação original da Globo prevê lançar “Ilha de Ferro” primeiro em streaming, antes de realizar a estreia na televisão. A data de estreia ainda não foi divulgada.
Netflix anuncia produção da Parte 3 de La Casa de Papel
A Netflix anunciou que a série “La Casa de Papel” terá 2ª temporada. A notícia foi revelada pelas redes sociais da plataforma, acompanhada por dois vídeos, que curiosamente anunciam a produção como “Parte 3”, após a divisão da 1ª temporada em duas partes. No anúncio disponibilizado no Twitter, a Netflix diz: “Ainda tem muito Bella Ciao pra cantar. #LaCasaDePapel continua”. A atriz Alba Flores (Nairobi) abre o vídeo dizendo: “Já sabemos o que vocês estão esperando, o mesmo que a gente”. Jaime Menéndez Lorente (Denver) emenda: Queremos saber se vocês querem se unir à Resistência”, E Miguel Herrán (Rio) adiciona: “Porque o maior assalto da História ainda não terminou”. Flores completa o jogral: “Há uma terceira parte”. Por fim, surge Álvaro Morte (O Professor) para finalizar: “E só na Netflix”. Um teaser também foi disponibilizado no Instagram. Veja abaixo. Há poucas semanas, o criador da série Álex Pina (da também cultuada série sci-fi “El Barco”) tinha afirmado que seria muito difícil continuar a história. Não por crise criativa, mas porque a produção original tinha acontecido há bastante tempo na Espanha e o elenco estava envolvido em outros projetos. Mesmo assim, tinha comentado que, dependendo da repercussão da segunda parte da 1ª temporada na Netflix, isso poderia mudar, com investimento direto da plataforma de streaming. A segunda metade da 1ª temporada foi disponibilizada no dia 6 de abril. E em menos de duas semanas, o interesse pelos episódios fez com que “La Casa de Papel” se tornasse a série mais vista da Netflix entre as não faladas em inglês. Logicamente, a Netflix se interessou por continuar a explorar o filão. E vai produzir sozinha a continuação, que originalmente foi realizada pelo canal espanhol Antena 3. Os novos episódios estão previstos para 2019. Ainda tem muito Bella Ciao pra cantar. #LaCasaDePapel continua. pic.twitter.com/tjneG7JZt3 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) April 18, 2018 Parece que o Professor tem mais planos em mente. #LaCasaDePapel continua. Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 18 de Abr, 2018 às 1:58 PDT
O Mecanismo já é uma das séries mais assistidas da Netflix no Brasil
Na reunião com acionistas em que foram apresentados seus resultados fiscais para o primeiro trimestre de 2018, a Netflix trouxe várias notícias. Além da comemoração de uma receita bruta de US$ 3,6 bilhões, um crescimento de 43% na comparação com o mesmo período de 2017, com um aumento em mais de 7 milhões de assinantes em todo o mundo, o relatório revelou o resultado da controvérsia em torno da série “O Mecanismo”. Segundo o texto para o mercado financeiro, a produção do cineasta José Padilha “está no caminho para se tornar uma das séries originais da Netflix mais vistas no Brasil”. Ou seja, trata-se de um sucesso do tamanho de um “Stranger Things” ou “Demolidor” no país. Esse sucesso pode ter contado com apoio de políticos e simpatizantes do PT, que fizeram muita divulgação espontânea da série. Até o ex-presidente Lula promoveu a produção, ao discursar contra a Netflix. O timing desse barulho, dias antes da prisão do político, pode ter contribuído para o interesse do público. A popularidade da série também comprova que a campanha de protesto visando o cancelamento de assinaturas da Netflix não deu em nada. Os protestos foram motivados por uma suposta agenda política da série. Apesar de denunciar corrupção de todos os partidos, a trama doeu mais no PT devido a inclusão da frase “estancar a sangria”, dita na vida real pelo senador Romero Jucá (do MDB), mas colocada na boca do personagem que simboliza Lula na produção. Isto seria a prova incontestável da má intenção da produção segundo quem protesta – entre eles, Lula, que teve Jucá como ministro, e a ex-Presidente Dilma Rousseff, de quem Jucá foi líder no Congresso. “Vagamente inspirada” nos acontecimentos da Operação Lava Jato, a 1ª temporada da trama tem apenas oito episódios e sua continuação ainda não foi confirmada.
Diretor confirma Spock na 2ª temporada de Star Trek: Discovery
O Sr. Spock vai voltar à TV. Durante passagem pela Comic Con de El Paso, no fim de semana, o ator e diretor Jonathan Frakes, que vai comandar alguns episódios da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, confirmou a aparição do oficial vulcano na série. Mas o retorno não será como os fãs esperavam. Muito se especulava a respeito da participação do personagem, uma vez que sua irmã de criação, Michael Burnham (vivida por Sonequa Martin-Green), é a protagonista da série. Além disso, seus pais Sarek (James Frain) e Amanda (Mia Kirshner) fazem aparições recorrentes na trama. Para completar, o final da 1ª temporada de “Star Trek: Discovery” introduziu em cena a nave Enterprise, preparando a revelação de sua tripulação para os primeiros episódios do segundo ano. A nave, já se sabe, terá como comandante o Capitão Christopher Pike, que foi o antecessor de James Kirk. Ele será vivido por Anson Mount (intérprete de Raio Negro na série dos Inumanos, da Marvel). Caso os produtores optassem por seguir a cronologia da série clássica dos anos 1960, as chances de Spock aparecer na Enterprise eram enormes, pois ele já era o Oficial de Ciências da nave na época de Pike. Entretanto, isto foi mudado pelo reboot cinematográfico de 2009, que mostrou Spock iniciando sua carreira ao lado de James Kirk. Frakes revelou que “Star Trek: Discovery” vai seguir a cronologia cinematográfica, ao afirmar que Spock aparecerá ainda criança na série, no segundo episódio da 2ª temporada. A série ainda não tem previsão para voltar a ser exibida. No Brasil, ela é disponibilizada pela Netflix.
Pesquisa afirma que conteúdo original da Netflix é visto por apenas 20% de seus assinantes
Uma pesquisa divulgada pela revista Variety afirma que, embora a Netflix venha investindo pesado em conteúdo original, o material mais visto da plataforma são produções licenciadas, como as séries “Friends” e “Grey’s Anatomy”. O levantamento foi feito pela empresa de consultoria 7Park Data durante o período de um ano, entre setembro de 2016 e 2017. Entretanto, leva em conta apenas acessos via computador — transmissões via celular e TVs conectadas a internet não foram contabilizadas, o que pode (deve) causar distorções em relação aos hábitos mapeados. De todo modo, os dados dos usuários americanos que acessam a plataforma de streaming por computador revelaram que produções próprias, como “Demolidor” ou “Stranger Things”, foram responsáveis por apenas 20% de seu consumo. Enquanto isso, 80% das conexões de streaming viram de programas de terceiros. A pesquisa revelou ainda que 42% dos usuários da Netflix nos EUA assistem somente produções licenciadas (correspondem a cerca de 95% de seus acessos). Apenas 18% tem um perfil de consumo que privilegia as produções da plataforma (pelo menos 40% de suas transmissões são de originais Netflix). Os títulos licenciados mais vistos pelos usuários americanos no período foram séries: “Breaking Bad”, “Grey’s Anatomy”, “The Blacklist”, “How I Met Your Mother”, “The Office”, “Parks and Recreation”, “Criminal Minds”, “Supernatural”, “The Flash” e “Friends”. Já entre as produções originais da Netflix, as mais vistas foram “Stranger Things”, “Orange Is the New Black”, “House of Cards”, “13 Reasons Why”, “Master of None”, “Narcos” e “Black Mirror”. Em fevereiro, o diretor financeiro da Netflix, David Wells, anunciou um investimento de US$ 8 bilhões em conteúdo ao longo de 2018. Com isso, a plataforma terá cerca de 700 programas originais, entre séries, filmes e especiais.
Astro de The Vampire Diaries vai estrelar nova série de vampiros na Netflix
O ator Ian Somerhalder, que viveu o vampiro Damon Salvatore em oito temporadas de “The Vampire Diaries”, vai voltar às séries vampíricas em seu próximo trabalho. Ele foi confirmado como protagonista de “V-Wars”, atração de dez episódios da Netflix. “V-Wars” é baseada em quadrinhos criados por Jonathan Maberry e publicados pela editora IDW (a mesma de “Locke & Key”). Somerhalder irá interpretar o Dr. Luther Swann, que entra em um mundo de horror após uma estranha doença transformar o seu melhor amigo em um predador que se alimenta de pessoas. A doença se espalha rapidamente, dividindo a sociedade entre vampiros e pessoas que não foram infectadas. Além de estrelar, desta vez como matador de vampiros, Somerhalder será produtor e vai dirigir episódios da atração, que terá como showrunners a dupla William Laurin e Glenn Davis (criadores da série sci-fi trash “Aftermath”). A data de estreia da nova série ainda não foi divulgada. Veja algumas capas da publicação abaixo.
Kyle Chandler vai estrelar minissérie Catch-22, de George Clooney
O ator Kyle Chandler (série “Bloodline”) entrou no elenco da minissérie “Catch-22”, produção de George Clooney em desenvolvimento para a plataforma Hulu. Ele viverá o coronel Cathcart, um dos personagens mais importantes da trama e que originalmente seria interpretado pelo próprio Clooney. Agora, Clooney terá um papel menor para poder se concentrar em outros aspectos da obra, como a direção de episódios. De todo modo, continua mantendo seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. Além de Chandler e Clooney, o elenco também já tem confirmadas as participações de Hugh Laurie (série “House”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que viverá o protagonista.
Atriz da série Titans responde a comentários racistas contra sua interpretação de Estelar
As fotos feitas por paparazzi das gravações da série “Titans” tiveram repercussão muito negativa entre os fãs dos quadrinhos, que foram especialmente cruéis com a atriz Anna Diop, intérprete da Estelar. O tom altamente pejorativo e racista dos comentários, inflamados pelo fato da personagem não ser negra nas histórias originais dos Novos Titãs, levou a jovem a se manifestar nas redes sociais. Ela publicou uma foto tirada de um ensaio fotográfico, que a destaca em pose sensual, para ilustrar sua resposta no Instagram. Leia a tradução do desabafo e confira o post original abaixo. “Para os fãs de Titans: Ontem, uma foto minha no set vazou online. E foi uma pena porque os fãs, que estavam esperando por meses por uma imagem de Estelar, ganharam uma foto mal feita de mim em uma calçada sob um frio intenso. Pelo bem de nossos fãs incríveis – eu odiei que essa tenha sido a primeira foto que eles viram. Está fora de contexto e é uma má representação da personagem incrível que eu pude interpretar. Também é uma má representação da produção por trás de tudo. Dito isso, o discurso de ódio que se seguiu foi deplorável. E, mesmo que eu não esteja nem um pouco incomodada, quero aproveitar isso como uma oportunidade para dizer que tentar destruir as pessoas não é tolerável. Seja eu ou quem for. Muito frequentemente, as mídias sociais são abusadas por quem busca refúgio no anonimato: mal-utilizadas como uma ferramenta para agredir, abusar e cuspir ódio nos outros. Isso é triste, fraco e um reflexo do abusador. Comentários racistas e cruéis não tem nada a ver com a pessoa que recebe o abuso, dizendo mais sobre quem o comete. E, por eu saber disso, estou despreocupada Mas, para qualquer pessoa aí fora que possa ter encanado, estou aqui para lembrar que tudo de negativo e feio que alguém escolhe dizer sobre você é um reflexo deles, não te define, e certamente não te torna nem um pouco menos perfeito/a. Seja você! Continue bonita! Viva numa boa 🙂 Como sempre, Muito amor”. O post foi seguido por muitos comentários de fãs dos quadrinhos, que reagiram dizendo que não se tratava de racismo, mas protestos contra o visual da personagem, cuja peruca rosa-choque, vestido cintilante e casaco de peles parece identificar mais uma prostituta dos anos 1980 do que a super-heroína que eles amavam. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção terá a missão de inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming. #Breezy ? To the ‘Titans’ fans: Yesterday a photo of me on set leaked online. And it was unfortunate because fans have been waiting MONTHS for a photo of ‘Starfire’ and a sloppy (?) photo of me on a curb in 15 degree weather is what they got instead ? For the sake of our incredible fans – I hated that this is the first picture people are seeing. It’s out of context and it’s a misrepresentation of the incredible character I get to play. And also a misrepresentation of the phenomenal production behind it all. With that said – the hate speech that followed was deplorable. And though I am highly unbothered ?? I do want to use this as an opportunity to say that tearing people down is not something that I tolerate. For myself or anyone else. Too often social media is abused by some who find refuge in the anonymity and detachment it provides: misused as a tool to harass, abuse, and spew hatred at others. This is weak, sad, and a direct reflection of the abuser. Racist, derogatory, and/or cruel comments have nothing to do with the person on the receiving end of that abuse. And because I know this – I’m unfazed 🙂 But for anyone out there who may not – I am here to remind you that whatever ugly and negative thing anyone ever chooses to say about you is always a reflection and revelation of themselves- it does NOT define you, and it certainly does NOT make you any less perfect than you are – Be you! Stay beautiful! Live breezy 🙂 As always, Much love ? Uma publicação compartilhada por Anna Diop (@the_annadiop) em 12 de Abr, 2018 às 2:11 PDT
Crunchyroll vai passar a exibir séries animadas inéditas na TV a partir de sábado
O serviço de streaming Crunchyroll, especializado em animes, vai passar a exibir suas séries japonesas na TV. A empresa fechou um acordo para exibir um bloco de desenhos animados, batizado de Crunchyroll TV, na Rede Brasil. O bloco, que estreia no próximo sábado, dia 21 de abril, terá uma hora de duração e exibirá duas séries inéditas na TV brasileira: “Black Clover” e “Re: ZERO”. As atrações serão transmitidos da mesma forma que os assinantes do Crunchyroll se acostumaram a ver na internet, ou seja, com áudio em japonês e legendas em português. “Re:ZERO” conta a história de Subaru Natsuki, um jovem que se vê transportado magicamente para um mundo de fantasia medieval — e, como em um videogame, ele ganha o poder de voltar no tempo quando morre, sendo assim capaz de evitar a série de acontecimentos que acarretou em sua morte. Junto com a meio-elfa Emilia e as gêmeas Ram e Rem, Subaru tenta desvendar intricadas tramas políticas e enfrenta batalhas cheias de ação e suspense. “Black Clover” conta a história de Asta e Yuno, dois órfãos que foram criados juntos e lutam para se tornar o Rei dos Magos, senhor do reino onde vivem. Contudo, enquanto Yuno possui um talento natural e extraordinário para a magia, Asta nasceu totalmente desprovido de poderes mágicos. Mas, por um acaso do destino, ele encontra um raríssimo grimório que lhe confere poderes de anti-magia. A transmissão acontecerá todos os sábados, às 20h, e com reprises nas manhãs de domingo, às 11h. Além disso, os dois títulos – e muitos outros – também podem ser encontrados no catálogo da Crunchyroll na internet.
Vazam fotos das gravações da série de super-heróis dos Titãs
Vazaram as primeiras imagens das gravações de “Titans”, série baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. E o visual é bem trash, estilo cosplay de anime. É possível imaginar que as cenas ganhem um tratamento visual na pós-produção, mas chama atenção a forma como os heróis são apresentados com cabelos coloridos – verde limão, azul marinho e rosa choque – , como num desenho animado. Mais impactante de todas, pela diferença radical em relação aos quadrinhos, a aparência de Estelar deve alimentar muita polêmica – não só debates geeks, mas também comentários racistas. Segundo o a sinopse da produção, a história gira em torno de Dick Grayson/Robin (Brenton Thwaites, de “Deuses do Egito”), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). É este quarteto que aparece nas fotos. Mas a lista de heróis que vão aparecer na série ainda inclui a dupla Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o grupo de heróis Patrulha do Destino, formado por Cliff Steele/Homem-Robô (Jake Michaels, visto num episódio de “Designated Survivor”), Larry Trainor/Homem-Negativo (Dwain Murphy, de “Star Trek: Discovery”) Rita Farr/Mulher-Elástica (April Bowlby, da série “Drop Dead Diva”) e Dr. Niles Calder/Chefe (Bruno Bichir, da série “Narcos”). “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming.
Intérprete do vilão de O Mecanismo apoia Lula e acha prisão “um absurdo”
O ator Enrique Diaz, que interpreta um doleiro inspirado em Alberto Youssef na série “O Mecanismo”, da Netflix, disse que não concorda com a abordagem dada pelo diretor José Padilha a alguns trechos da série. “Para mim é complexo falar, porque sou totalmente de esquerda e humanista. É muito delicado”, afirmou o ator, em entrevista ao portal UOL, sobre as decisões polêmicas da série, como atribuir ao personagem inspirado em Lula a frase “estancar a sangria”, dita por seu ex-ministro Romero Jucá em 2016, numa alusão à manobras para barrar a Operação Lava-Jato. Definindo-se como esquerdista, ele se assume apoiador de Lula e diz que a prisão do ex-presidente por corrupção, após julgamento em duas instâncias, foi um absurdo. “Acho a prisão do Lula um absurdo. A gente tem que lutar para mudar isso porque está vindo uma coisa horrível em cima do país. Acho que a série não ajuda nesse sentido, mas aí é um discurso do Padilha. E não sou eu, não assino por aquilo”, disse o ator ao UOL. Questionado porque, então, fez a série do cineasta José Padilha, Enrique Diaz citou a qualidade do elenco e da produção, e que diferencia o lado pessoal do profissional. As declarações foram feitas durante o lançamento da nova novela (que a Globo chama de supersérie) “Onde Nascem os Fortes” nesta semana, em Lajedo do Pai Mateus, no Sertão da Paraíba. Segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, “O Mecanismo” se tornou o programa mais falado do país em 2018, graças aos protestos de militantes petistas. O próprio Lula ameaçou processar a Netflix por causa da série, antes de ser preso, alimentando ainda mais a curiosidade do público. Caso a série seja renovada, ela deve mostrar a prisão de Lula.
Dude: Comédia teen com atriz de Pretty Little Liars ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da comédia “Dude – A Vida é Assim”, filme de garotas colegiais. Mais ocupada das ex-integrantes da série “Pretty Little Liars”, Lucy Hale (que também está no terror “Verdade ou Desafio” e na nova série “Life Sentence”) estrela a produção, consumindo muita maconha, exortando a anatomia masculina e fazendo planos para o futuro, em conversas de virar a noite com suas melhores amigas para sempre. A prévia é divertida, mas também aborda o que costuma acontecer com os melhores planos, quando a graduação se aproxima para separar aquelas que eram inseparáveis. O bom elenco teen inclui Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”), Awkwafina (do vindouro “Oito Mulheres e um Segredo”) e Kathryn Prescott (série “Finding Carter”) como as amigas e ainda Alex Wolff (“Jumanji – Bem-Vindo à Selva”) e Austin Butler (série “The Shanara Chronicles”). Para completar, há os adultos Brooke Smith (série “Grey’s Anatomy”), Colton Dunn (série “Superstore”), Jack McBrayer (série “30 Rock”), Claudia Doumit (série “Timeless”), Michaela Watkins (série “Casual”), Esther Povitsky (série “Crazy Ex-Girlfriend”), Ian Gomez (série “Supergirl”) e Nora Dunn (série “Entourage”). “Dude” marca a estreia na direção da roteirista Olivia Milch, que escreveu “Oito Mulheres e um Segredo”, e chega em 20 de abril na plataforma de streaming.












