DC Universe terá nova série de super-heróis centrada em Stargirl
A plataforma DC Universe vai ganhar mais uma série de super-heróis. O produtor e quadrinista Geoff Johns anunciou o projeto de “Stargirl”, durante a San Diego Comic-Con. A personagem, que às vezes tem o nome traduzido como Sideral no Brasil, já apareceu no Arrowverse, como é chamado o universo compartilhado das séries da DC exibidas pela rede americana CW. Ela foi introduzida como integrante da Sociedade da Justiça da América em três episódios da 2ª temporada de “Legends of Tomorrow”. O produtor-roteirista não revelou se a série da personagem vai se passar na mesma linha temporal, já que isso colocaria Stargirl nos anos 1940, nem se a atriz Sarah Grey retomaria o papel na nova atração. Mas a Sociedade da Justiça da América é citada na sinopse antecipada. “Stargirl” vai seguir Courtney Whitmore, uma estudante do ensino médio com superpoderes, que inesperadamente assume o papel de líder do supergrupo Sociedade da Justiça da América e encoraja outros heróis a lutarem não só contra vilões, mas contra fantasmas dos seus próprios passados. “‘Stargirl’ foi a primeira personagem que criei para a DC”, disse Johns na Comic Con, lembrando como introduziu a heroína nos quadrinhos em 1999, como enteada do Star-Spangled Kid (também traduzido como Sideral no Brasil). “Mais importante, Courtney Whitmore foi inspirado pela minha irmã que faleceu”, acrescentou. “Ter uma oportunidade de contar uma história para celebrar essa super-heroína era literalmente a primeira coisa que eu queria fazer porque é muito pessoal para mim. Além disso, uma personagem que fala em ser jovem, em um legado e em avançar parece muito importante para mim hoje em dia”. Johns voltará a trabalhar no projeto com o produtor responsável pelo Arrowverse, Greg Berlanti, que assim aumentará para 16 atrações o seu recorde de produções simultâneas no ar. A dupla divide créditos de criação das séries “The Flash” e “Titans”. A nova produção já é a quinta série live action anunciada para o DC Universe, mas, por enquanto, apenas “Titans”, série dos Novos Titãs, mostrou imagens – e trailer! As demais são “Swamp Thing” (do Monstro do Pântano), “Doom Patrol” (com o supergrupo Patrulha do Destino) e “Metropolis” (um prólogo de Superman centrado em Lois Lane e Lex Luthor).
Primeiro trailer da série Titans é sombrio, sanguinário e manda Batman se f*der
A Warner revelou na San Diego Comic-Con o primeiro trailer da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. E a primeira impressão, nas palavras de Robin, é um “F*ck, Batman”. Realmente, quem acha Batman sombrio pode se arrepiar ao ver um Robin (Brenton Thwaites, de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) ainda mais intenso e sanguinário. A prévia traz uma abordagem completamente diferente do que os fãs estão acostumados a ver na TV, nas produções do “Arrowverse”. A nova atração emerge extremamente séria, violenta e sinistra. E isto reflete em boa medida o arco dos quadrinhos em que a trama se baseia, criados por Marv Wolfman e George Pérez em 1980, no qual o grande vilão é um demônio. Com condução de Ravena, a Titã que veio das trevas, o trailer sugere como os heróis se juntam – numa cena que, na verdade, evoca mais o encontro de Lilith com Robin nos anos 1960. Segundo a sinopse oficial, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), além de eventualmente Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). O vídeo oferece relances do visual de todos esses personagens. A aparição de Estelar ganhou mais efeitos. Mas ainda é a que divide opiniões – pela mania do produtor Greg Berlanti de escalar atores negros para viver personagens ruivos. Assim como a violência demonstrada por Robin, que chega a disparar tiros contra bandidos numa cena de potencial polêmico. Não é a série que a maioria esperava. Longe de lembrar o espírito leve e infantil de “Os Jovens Titãs em Ação”, está mais para uma fan fiction distorcida, escrita pelo Coringa. Vai rachar os fãs, mas também pode surpreender. Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, roteirista do pior de todos os “Transformers” e do fiasco “A Torre Negra”, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. A previsão para a estreia da série – e do lançamento do serviço de streaming, batizado de DC Universe – é para o outono norte-americano, entre setembro e novembro. A princípio, a plataforma só estará disponível nos Estados Unidos, mas há planos para expandir para outros territórios.
Esvaziada, San Diego Comic-Con aponta futuro da indústria de forma diferente da imaginada pelos nerds
Começa nesta quinta (19/7) a San Diego Comic-Con, que até poucos anos atrás era apenas Comic Con. Como os blockbusters que promove, ela também virou franquia, ganhou spin-offs e versões estrangeiras. Mas, sim, há muito tempo deixou de ser a Comic Con que surgiu para celebrar o amor de um grupo de fãs pelos quadrinhos. Descrita pela revista Rolling Stone como o “Super Bowl das pessoas que não gostam do Super Bowl”, a San Diego Comic-Con é, na verdade, o intervalo do Super Bowl estendido por um fim de semana inteiro. Um lugar de comerciais e comércio potencializado, onde se paga para entrar, para fazer compras, para pegar autógrafo, para tirar foto. A programação está cheia de painéis identificados não por produtos da cultura pop, mas pelas empresas que os fabricam. O painel da Sony, da Warner, etc. Que desfilam entrevistas cronometradas e corridas, nas quais elencos não tem tempo para dizer nada, e que transformam em frisson propagandas de filmes, séries, quadrinhos, games e brinquedos. A única coisa espontânea e original deste negócio são os fãs, que acreditam se identificar com um nicho cultural ao vestir fantasias de seus personagens favoritos, felizes por desfilar nos corredores lotados do pavilhão de convenção de San Diego. Para eles, a Comic Con é a semana do orgulho nerd. Ícone máximo dessa geração, a Marvel ficou de fora do evento deste ano. A empresa tinha sido responsável por um dos últimos momentos de excitação espontânea gerada na Comic Con, ao usar o palco principal do evento para apresentar, um a um, os Vingadores que chegariam ao cinema em 2012. Mas a Disney tem um faro que nenhum outro estúdio possui. Assim como quer ter seu próprio serviço de streaming para competir com a Netflix, também já faz sua própria Comic Con, que tende a se tornar cada vez mais popular. Com reforço de marketing – e, quem sabe, troca para um nome melhor – , a D23 Expo pode ficar maior que a Comic Con, simplesmente por reunir Marvel, Lucasfilm, Pixar e em breve as atrações da Fox, sem falar das próprias produções do estúdio. Sem essa fatia significativa do mercado geek, a Comic Con 2018 já gera menor interesse que nos anos passados, colocando sua ênfase nas produções da Warner baseadas nos quadrinhos da DC Comics, que têm, à exceção da “Mulher-Maravilha”, fracassado no cinema. Caso tivesse se saído bem, talvez até a Warner considerasse realizar seu próprio evento – já que é responsável pela maioria dos painéis de cinema e TV, além da própria decoração da “feira”. Afinal, a D23 já é reflexo da percepção de como essas convenções de fãs funcionam como peças publicitárias importantes. São os upfronts nerds, em que se estabelecem as estratégias de marketing, aferem-se preferências do público, analisam-se alcance dos títulos nas mídias sociais e prepara-se o mercado para cada produto-evento anunciado, fomentando expectativas de pré-venda de ingressos, interesse em intervalos comerciais, reserva de mais salas de cinema, patrocínios em produtos, etc. A ascensão do streaming trouxe uma nova palavra-chave para o mercado: direct-to-consumer – ou D2C, na sigla do jargão publicitário. E não há nada mais direto ao consumidor, no marketing atual, que eventos como a Comic Con, em que executivos podem oferecer seus produtos diretamente para quem vai consumi-los e ver a reação in loco. Vai haver muitas notícias, muitas aspas, muitos trailers, muitas revelações de novos produtos nos próximos dias em San Diego, quando a indústria cultural baterá bumbo e assoprará apitos para vender o que investiu milhões e milhões para produzir. E grande parte da imprensa, infelizmente cooptada, achará que se trata de um carnaval nerd. Não é. É a indústria funcionando da forma mais fria, mecânica e calculada possível. Bem-vindos à San Diego Comic-Con 2018. Pode ser uma das últimas da Fox. E, quem sabe, aquela em que as empresas rivais notarão como a estratégia da Disney a mantém líder disparada das bilheterias, sem a Comic Con.
The Crown: Helena Bonham Carter aparece como a primeira Margaret em novas fotos da 3ª temporada
A Netflix divulgou novas imagens da 3ª temporada de “The Crown”. Após revelar a primeira foto de Olivia Colman (série “Broadchurch”) como a rainha Elizabeth II, plataforma de streaming mostrou os visuais de Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret, irmã da monarca, e Ben Daniels (série “The Exorcist”) caracterizado como Antony Armstrong-Jones, o controverso marido da princesa. Todo o elenco central vai mudar nos novos episódios para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou com episódios passados na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. O elenco central também trará Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson. Apesar do começo da divulgação, ainda não foram revelados os intérpretes de alguns personagens importantes, como o príncipe Charles, Camilla Parker Bowles e Diana Spencer. A princesa Diana deve aparecer no final do terceiro ano da série para ganhar mais destaque na 4ª temporada, situada uma década depois. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Já Camilla Parker Bowles foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Por outro lado, a Netflix informou que irá produzir o quarto ano simultaneamente, com o mesmo elenco, o que diminuirá o intervalo de exibição entre as duas temporadas.
Clássico do terror Creepshow vai virar série do criador dos zumbis de The Walking Dead
O clássico de terror “Creepshow: Arrepio do Medo” vai virar série. O filme de 1982 era uma antologia de cinco contos assustadores, reunidos numa estrutura que prestava homenagem aos quadrinhos do gênero dos anos 1950, como “Contos da Cripta”. Mas a produção também se tornou celebrada por juntar dois mestres do terror, rendendo um dos poucos roteiros originais escritos por Stephen King para o cinema, com direção de George A. Romero (o criador dos zumbis modernos). Fez tanto sucesso que gerou duas continuações, em 1987 e 2006, sem o envolvimento direto de King. A série vai manter a estrutura de antologia, contando uma história completa por episódios, com produção a cargo de um discípulo de Romero: Greg Nicotero, diretor, produtor e responsável pela maquiagem dos zumbis de “The Walking Dead”. Nicotero tem forte ligação com o original. Foi durante uma visita ao set da produção que ele conheceu o seu mentor Tom Savini, de quem virou assistente de maquiagem no clássico de zumbis “Dia dos Mortos” (1985), dirigido por Romero. Ele também trabalhou nos efeitos de “Creepshow 2”, antes de virar um mestre da maquiagem de terror. “Esse é um projeto muito pessoal para mim”, disse Nicotero em nota oficial. “‘Creepshow’ é um daqueles filmes que realmente abraçam o espírito do terror, tem histórias que causam empolgação e arrepios, e que celebram uma das expressões mais puras do gênero, as história sem quadrinhos. Sinto-me honrado em poder continuar essa tradição”. A atração será produzida para o serviço de streaming Shudder, especializada em terror, lançado há três anos pelo canal pago AMC – que exibe “The Walking Dead” nos Estados Unidos. Pretendendo investir em conteúdo original para atrair mais assinantes, o Shudder também está desenvolvendo outros projetos, incluindo uma série criada por Patty Jenkins (diretora de “Mulher-Maravilha”). Ainda não há previsão de estreia para as novas atrações da plataforma.
Samantha! é renovada para a 2ª temporada em tempo recorde
A Netflix anunciou a renovação de “Samantha!”, sua terceira série brasileira, em tempo recorde. A série estreou há apenas 12 dias na plataforma de streaming. A notícia surgiu com um vídeo postado no Instagram, que supostamente teria furado a estratégia de divulgação da empresa. Nele, Emanuelle Araújo aparece encarnando a sua personagem para dizer o que não deveria. “Bom, me pediram para não falar nada, mas é o seguinte: Eu sou fiel ao meu público, e eu que tinha que dar essa notícia para vocês. Se vocês querem, se vocês precisam de mim… ‘Samantha!’, 2ª temporada em 2019, na Netflix”, ela falou, baixinho, que era pra “ninguém ouvir” na Netflix. A plataforma completou o teatrinho com um post oficial, afirmando que “Samantha vazou a notícia sobre ela mesma”, com uma foto do vídeo, acompanhada pela legenda: “Samantha compromete estratégia de divulgação e anuncia segunda temporada antes da hora”. A brincadeira pode até ter um fundo de verdade, tamanha a rapidez com a que a notícia foi divulgada – duas semanas mais rápido que a média das renovações da Netflix. O fato é que a divulgação combina com o estilo da personagem, uma ex-estrela mirim dos anos 1980, que nunca superou a sua época nos holofotes e inventa os esquemas mais bizarros para tentar chamar atenção e relançar sua carreira. Esquemas que podem incluir furar a si mesma na Netflix. Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), a série é uma produção da empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga, e estreou em 6 de julho da Netflix. NOTÍCIA URGENTE para o meu público do coração! Vocês são a minha prioridade!!!! #SamanthaTemporada2 Uma publicação compartilhada por Samantha! (@samantharealoficial) em 18 de Jul, 2018 às 7:02 PDT
Better Call Saul vai alcançar os eventos de Breaking Bad em sua 4ª temporada
“Better Call Saul”, spin-off de “Breaking Bad” que funciona como um prólogo da série original, vai finalmente alcançar o período em que Walter White (Bryan Cranston) começa a ganhar proeminência na história. Segundo Vince Gilligan, que criou ambas as séries, a 4ª temporada de “Better Call Saul” terá pela primeira vez cenas passadas no mesmo período de “Breaking Bad”. Na cronologia desse universo ficcional, “Better Call Saul” começou sua história em 2002, enquanto “Breaking Bad” compreende o período entre 2008 e 2010. “É uma trama coadjuvante dessa temporada que nos coloca diretamente no território temporal de ‘Breaking Bad'”, disse Gilligan para a revista Entertainment Weekly. “Nós realmente mergulhamos de volta no mundo de Walter White. Eu mal posso esperar para os fãs verem isso”. Gilligan, claro, não quis revelar quais dos personagens de “Breaking Bad” voltarão a aparecer, além de todos os que já aparecem na série – como os vividos pelos protagonistas Bob Odenkirk (Jimmy/Saul), Jonathan Banks (Mike) e Giancarlo Esposito (Gus). Mas vale observar que Aaron Paul (Jesse) e Bryan Craston (Walter), os protagonistas da série original, voltaram a se encontrar nesta semana no velho trailer de “Breaking Bad”. A explicação para o reencontro foi uma campanha beneficente – veja o vídeo abaixo. Mas a coincidência é muito grande. A 4ª temporada de “Bettter Call Saul” tem estreia marcada para 6 de agosto na rede americana AMC. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Série baseada nas Crônicas Vampirescas de Anne Rice é encomendada pelo Hulu
Quase dois anos após o anúncio do projeto, a série baseada na saga literária de “As Crônicas Vampirescas” (The Vampire Chronicles), de Anne Rice, vai sair do papel. O serviço de streaming Hulu, responsável pelo sucesso de “The Handmaid’s Tale”, encomendou a 1ª temporada da atração. O projeto chegou a contar entre seus desenvolvedores com Bryan Fuller, criador de “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “American Gods”, mas o produtor bateu seu próprio recorde para fazer o que tem feito nos últimos anos, abandonando mais uma produção – ele fez o mesmo com as duas últimas séries citadas neste parágrafo, além de “Amazing Stories” na Apple. Os leitores foram introduzidos primeiramente ao vampiro francês extravagante e filosófico do século 18, Lestat de Lioncourt, no primeiro romance da série, “Entrevista com o Vampiro” (1976), que foi adaptado para o cinema em 1994, com Tom Cruise no papel principal. O segundo volume, “O Vampiro Lestat” (1985), permanece inédito nos cinemas, mas o terceiro, “A Rainha dos Condenados” (1988), trouxe Stuart Townsend (“A Liga Extraordinária”) como uma versão roqueira de Lestat – cantando músicas de Jonathan Davis, da banda Korn – em 2002. A franquia literária possui mais de uma dezena de livros, que também abordam outros vampiros, como Armand, vivido por Antonio Bandeiras em “Entrevista com o Vampiro” (1994). Um dos mais recentes, “Príncipe Lestat”, foi publicado em 2014 para retomar a história principal, como uma continuação direta de “A Rainha dos Condenados”. A decisão de transformar os livros em série partiu da própria escritora. Ela postou uma mensagem em seu Facebook em novembro de 2016, anunciando ter recuperado os direitos das obras, cedidas para a Universal, e que pretendia transformar os livros numa série “ao estilo de ‘Game of Thrones'”. “Como muitos de vocês sabem, a Universal e Imagine Entertainment tinham adquirido a franquia para desenvolver filmes, mas não deu certo, deixando mais claro do que nunca que a televisão é o lugar onde os vampiros pertencem”, ela explicou. “Nesta nova idade de ouro da televisão, uma série é a melhor maneira de contar toda a história dos vampiros”, afirmou, adiantando seus planos. “Meu filho Christopher Rice e eu vamos desenvolver um roteiro do piloto e um esboço detalhado para uma série de duração indeterminada, que apresentará com fidelidade a história de Lestat como ela é contada nos livros. Nós provavelmente iremos começar com ‘O Vampiro Lestat’ e seguir em frente a partir daí. Quando nos sentarmos, finalmente, para conversar com produtores, teremos uma visão totalmente realizado deste projeto. Não consigo expressar o quanto estou feliz ao anunciar isso.” Anne Rice e seu filho serão produtores da série, que será realizada pela Paramount Television e a produtora Anonymous Content, com quem assinaram um contrato há três meses. “É inegável que Anne Rice criou um paradigma, com o qual todas as histórias de vampiros são medidas. O rico e vasto mundo que ela criou com ‘As Crônicas Vampirescas’ é incomparável e sofisticado, com tons góticos dos anos 1990 que serão adequados perfeitamente para o público. A série é recheada de personalidades atraentes liderados por Lestat, indiscutivelmente um dos melhores personagens originais da literatura ou qualquer outra arte”, afirmou Amy Powell, presidente da Paramount TV, em comunicado da época da negociação. Os executivos agora buscam um showrunner para começar a escalar o elenco.
Olivia Colman aparece como a Rainha Elizabeth II na primeira foto da 3ª temporada de The Crown
A Netflix divulgou a primeira imagem da 3ª temporada de “The Crown”, que traz a atriz Olivia Colman (série “Broadchurch”), substituta de Claire Foy no papel da rainha Elizabeth II. Todo o elenco central vai mudar nos novos episódios para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. No elenco central, Tobias Menzies (série “Outlander”) passará a viver o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) será a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Além deles, o ator Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) terá destaque no papel do primeiro-ministro Harold Wilson. Apesar do começo da divulgação, ainda não foram revelados os intérpretes de alguns personagens importantes, como o príncipe Charles, Camilla Parker Bowles e Diana Spencer. A princesa Diana deve aparecer no final do terceiro ano da série para ganhar mais destaque na 4ª temporada, situada uma década depois. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Já Camilla Parker Bowles foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Por outro lado, a Netflix informou que irá produzir o quarto ano simultaneamente, com o mesmo elenco, o que diminuirá o intervalo de exibição entre as duas temporadas.
Comercial de shopping center dos anos 1980 introduz filha de Uma Thurman em Stranger Things
A Netflix começou a divulgação da 3ª temporada de “Stranger Things” com um comercial da inauguração do primeiro shopping center de Hawkins, Indiana, a cidade fictícia em que se passa a série. Com uma estética característica da década de 1980, o vídeo mostra a moda, os costumes e o que era considerado popular na época, além de enfatizar a inauguração de lojas de diversas marcas que mudaram de nome ou que já não existem mais, casos de The Gap (a atual Gap), a livraria Waldenbooks e a loja de discos Sam Goody. Ao final, o comercial destaca a praça de alimentação, revelando que Steve (Joe Keery) arranjou seu primeiro emprego como balconista de uma sorveteria, ao lado de uma nova personagem, chamada Robin, que é vivida por Maya Hawk, filha dos atores Uma Thurman (“Kill Bill”) e Ethan Hawke (“Boyhood”). Ela estreou como atriz na minissérie britânica “Little Women”, no ano passado, e será a principal novidade da 3ª temporada de “Stranger Things”. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Animação Pato Pato Ganso ganha trailer dublado em português
A Netflix divulgou o trailer dublado da animação “Pato Pato Ganso“, que acompanha um ganso folgado que não quer saber de responsabilidades, até se acidentar num voo e se ver às voltas com um par de pequenos patinhos. Precisando unir forças, o trio inesperado inicia uma jornada pouco convencional para o Sul. “Pato Pato Ganso“ marca a estreia na direção de Christopher Jenkins, que foi animador de clássicos da Disney, como “O Rei Leão” e “A Bela e a Fera”, e também escreveu “Tá Dando Onda”. As vozes em inglês incluem Jim Gaffigan (série “My Boys”) como o ganso Peng, Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como a patinha Chi e Lance Lim (série “Escola do Rock”) como o patinho Chao, além de Stephen Fry (“Alice Através do Espelho“) e Carl Reiner (“Onze Homens e um Segredo”), entre outros. Para ouvir essas vozes, confira também o trailer americano abaixo, já que a Netflix Brasil só disponibilizou o vídeo com dublagem em português. Vale avisar que, apesar de o trailer fazer alusão a filmes famosos da DreamWorks Animation, o estúdio não tem nada a ver com a obra, que é na verdade uma produção asiática. A animação estreia na plataforma de streaming no dia 20 de julho.
Comercial de Doctor Who introduz os novos personagens da série
A BBC divulgou um novo comercial da 11ª temporada de “Doctor Who”, a primeira com uma protagonista feminina, vivida por Jodie Whittaker (da série “Broadchurch”). E a prévia, que não parece mostrar nada relevante, na verdade revela os novos personagens coadjuvantes da série: Ryan (Tosin Cole, de “Conspiração Terrorista”), Yasmin (Mandip Gill, da novela “Hollyoaks”) e Graham (Bradley Walsh, de “Law & Order: UK”). O vídeo mostra o trio sendo provocado pela Senhora do Tempo, que entra e sai de cena como um raio, manipulando a passagem do tempo de forma brincalhona. No final de tudo, Whittaker aparece como Doctor Who, dando um sorriso maroto. Prevista para o outono britânico, mas ainda sem data definida, a 11ª temporada contará com dez episódios, que também marcam a estreia do novo showrunner Chris Chibnall (criador de “Broadchurch”). Os novos episódios serão exibidos no Brasil pelo serviço de streaming Crackle, da Sony.
Nova série animada do escritor de Avatar: A Lenda de Aang ganha primeiro pôster
A Netflix divulgou o pôster de uma nova série animada exclusiva: “O Príncipe Dragão” (The Dragon Prince). Segundo a sinopse oficial divulgada pelo serviço de streaming, o desenhoh contará a história de dois príncipes humanos que unem suas forças com um elfo enviado para assassiná-los. Juntos, os três buscam a paz para seus reinos em guerra. A história foi escrita por Aaron Ehasz, produtor e principal roteirista da série animada “Avatar: A Lenda de Aang” (2003–2008), e a direção está a cargo de Justin Richmond, que comandou o game “Uncharted 3: Drake’s Deception” (2011). A data de estreia ainda não foi confirmada pela Netflix, que deve dar mais detalhes sobre a produção durante a San Diego Comic-Con, na semana que vem.












