Vincent D’Onofrio compartilha petição para salvar a série do Demolidor
Não são apenas os fãs que estão decepcionados com o cancelamento da série do Demolidor. Alguns atores da produção também se manifestaram após o seriado ser cancelado na Netflix. E agora Vincent D’Onofrio, que interpretou Wilson Fisk, o Rei do Crime, juntou-se à campanha para salvar a série, divulgando uma petição em sua conta no Twitter. “Bem-vindo à Salve o Demolidor”, escreveu o ator, junto do link para uma página focada em divulgar a petição e engajar o público para tentar reverter o cancelamento da produção. Quase 87 mil fãs já assinaram o documento virtual. Apesar desse engajamento, o contrato firmado entre Marvel e Netflix impede o resgate da série por outra plataforma ou canal durante o período de dois anos. Uma das séries mais assistidas da Netflix, segundo medições independentes, “Demolidor” foi cancelada como retaliação contra a Disney, que vai lançar sua própria plataforma de streaming. Além dessa série, a Netflix também cancelou mais duas produções da Marvel, “Punho de Ferro” e “Luke Cage”. Welcome to #SaveDaredevil https://t.co/ldSvV0DCNT — Vincent D'Onofrio (@vincentdonofrio) January 4, 2019
O Justiceiro: Cena inédita da 2ª temporada mostra Billy Russo com uma máscara
A Netflix divulgou uma cena inédita da 2ª temporada de “O Justiceiro”, que mostra Billy Russo (Ben Barnes) com uma máscara. A cena registra uma sessão de terapia após ele ter tido seu rosto mutilado pelo protagonista Frank Castle (Jon Bernthal). Vale destacar porém que o personagem não vai adotar o nome de Retalho, como nos quadrinhos. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª temporada em data ainda não revelada. Os novos episódios do Justiceiro chegam em 18 de janeiro em streaming.
Capitão Pike e Spock são destaques em novos vídeo de bastidores e pôsteres de Star Trek: Discovery
A plataforma CBS All Access divulgou um vídeo de bastidores e uma coleção de pôsteres da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. O vídeo destaca a introdução do Capitão Pike (Anson Mount, o Raio Negro na série dos Inumanos), enquanto os cartazes incluem até um personagem supostamente morto, o Dr. Hugh Culber (Wilson Cruz), além de Spock (Ethan Peck, da série “10 Coisas que Eu Odeio em Você”), a ex-Imperadora Georgiou (Michelle Yeoh), Saru (Doug Jones) e os personagens de Sonequa Martin-Green, Anthony Rapp e Mary Wiseman. Na prévia, Ason Mount lembra que Christopher Pike é um personagem clássico de “Star Trek” – foi o capitão da Enterprise no primeiro piloto da série, antes de James Kirk, e acabou integrado na cronologia oficial em 1966. Apesar disso, foi pouco explorado e a série mostrará uma parte desconhecida de sua história. Além dele, “Discovery” apresentará outros dois personagens do piloto original de “Star Trek”, a primeira oficial da Enterprise, conhecida como Número 1, que será vivida por Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), e o Sr. Spock, que já fazia parte da tripulação da Enterprise na época do Capitão Pike. A 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” estreia em 17 de janeiro. No Brasil, ela é disponibilizada semanalmente pela Netflix, com um dia de diferença em relação à exibição americana.
Série dos Titãs ganha novos pôsteres para a estreia na Netflix
A Netflix divulgou dois novos pôsteres para o lançamento internacional de “Titãs” (Titans), série da DC Comics, que foi disponibilizada nos Estados Unidos na plataforma DC Universe. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. A atração chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação da versão dos Titãs dos anos 1980, ponto alto dos quadrinhos da DC Comics, além de comprovar a teoria de que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da série, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades originais do adolescente Grayson não servem de base para a “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A trama toma rumo diferente, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a adolescente para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Além destes, os heróis ainda cruzam a Patrulha do Destino (Doom Patrol). Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos ainda incluíam Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerrou em 21 de dezembro nos Estados Unidos. E chega na Netflix na próxima sexta, dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada, que introduzirá Superboy.
Ator de Westworld entra na série do Monstro do Pântano
O ator Leonardo Nam, que ficou conhecido como o técnico Lutz de “Westworld”, entrou no elenco de “Swamp Thing”, a série do Monstro do Pântano. O ator interpretará um personagem que não existe nos quadrinhos: Harlan Edwards, cientista homossexual que trabalha ao lado da co-protagonista Abby Arcane (que também não é cientista nas publicações). As filmagens já estão em andamento há alguns meses. A série vai mudar bastante a origem do Monstro do Pântano, criado em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Alec Holland, por sua vez, será vivido por Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman (“Anjos da Noite”), mas não há mais informações sobre quem fará os demais capítulos, nem há previsão para a estreia. “Swamp Thing” será disponibilizada em maio na plataforma DC Universe nos Estados Unidos.
La Casa de Papel: Fotos e vídeos das gravações revelam spoiler da Parte 3
O ator Álvaro Morte, que interpreta o Professor em “La Casa de Papel”, divulgou em seu Instagram três vídeos dos bastidores da Parte 3 (também conhecida como 2ª temporada) da série espanhola. Nos vídeos, ele se dirige em inglês ao público aglomerado nas ruas de Florença, na Itália, agradecendo pela colaboração nas gravações que aconteceram na cidade. Fotos dos paparazzi italianos revelaram que o centro histórico de Florença parou para acompanhar a produção, vista por milhares de pessoas. Veja abaixo. “Nós queremos a agradecer a vocês pelo respeito, pelo silêncio e por estarem aqui. Foi um prazer trabalhar com pessoas como vocês”, afirmou o ator. Mas o detalhe mais importante foi a presença do ator Pedro Alonso, o Berlim, ao seu lado durante o discurso – e nas fotos que flagraram a encenação. A continuidade do ator na série representa um grande spoiler da trama, já que Berlim levou vários tiros no final da Parte 2. Pedro Alonso também já tinha aparecido anteriormente em um vídeo da Netflix que anunciava o início das novas gravações, mas muitos fãs ainda tinham dúvidas de sua presença nos novos capítulos. Ainda não há previsão para o lançamento da Parte 3 em streaming. Visualizar esta foto no Instagram. Finalizar así un día de rodaje en #Florencia con @pedroalonsoochoro @jesus_colmenar y todo el equipazo de @lacasadepapel Mítica pura por todos los flancos y en todos los sentidos. Fans italianos que se quedan todo el día pasando un frío aterrador y alentándonos con su cariño. GRAZIE BELLA ITALIA!!!!! #bellaciao Uma publicação compartilhada por Álvaro Morte (@alvaromorte) em 4 de Jan, 2019 às 10:35 PST
Sex Education: Vídeo apresenta personagens da série estrelada por Asa Butterfield
A Netflix divulgou um novo vídeo de “Sex Education”, em que o elenco apresenta seus personagens. A série de comédia britânica é estrelada por Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”) como um adolescente virgem, que percebe que todos os anos embaraçosos em que viveu com sua mãe, uma terapeuta sexual, podem ajudá-lo a se tornar popular e ainda ganhar dinheiro em sua escola. Coagido pela bad girl do colégio (vivida por Emma Mackey, de “Badger Lane”) e apoiado por seu melhor amigo e gay assumido (Ncuti Gatwa, de “Stonemouth”), ele decide abrir uma consultoria sexual para adolescentes inexperientes. O elenco ainda destaca Gillian Anderson (série “Arquivo X”) como a mãe terapeuta sexual. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e será produzida pela Eleven, produtora britânica de Jamie Campbell e Joel Wilson (criadores de “Cast Offs”). A estreia está marcada para a próxima sexta (11/1), com oito episódios dirigidos por Ben Taylor (diretor de “Catastrophe”) e Kate Herron (“Five by Five”).
Nova série animada de Carmen Sandiego ganha primeiro trailer dublado
A Netflix divulgou fotos e o trailer dublado de “Carmen Sandiego”, nova série animada baseada no jogo e nos desenhos de “Em que Lugar da Terra Está Carmen Sandiego?”. Ironicamente, o vídeo falado em português destaca em letras garrafais os nomes dos dubladores da versão original em inglês. Ou seja, para ouvir um áudio que combine com as imagens, é preciso assistir à versão americana do trailer, disponibilizada logo abaixo – sem legendas. A série “Carmen Sandiego” é dublada por Gina Rodriguez (a “Jane The Virgin”), que tem o papel-título, e Finn Wolfhard (“Stranger Things”), no papel de Player/Jogador, amigo e cúmplice da protagonista. Carmen Sandiego surgiu pela primeira vez num jogo (“Where in the World Is Carmen Sandiego?”) de 1985, criado por Gene Portwood e Lauren Elliott, ex-funcionários da Disney, com o intuito de ensinar geografia às crianças. No game, detetives da agência ACME tentam prender um grupo de ladrões liderados por Carmen Sandiego, que realizam roubos impossíveis ao redor do mundo. Seu prazer é vencer os desafios. Como a ACME é marca registrada da Warner, a agência não é mencionada na prévia do novo desenho, que, entretanto, destaca seu alvo original, a organização criminosa V.I.L.E. Na verdade, “Carmen Sandiego” é a segunda série animada da personagem, que estreou pela primeira vez numa produção exibida entre 1994 e 1999 pela Fox Kids. As duas produções tem visuais bem diferentes, embora a atração da Netflix preserve as roupas vermelhas e até o chapelão da protagonista. Em sua nova versão, Carmen também ganhou contornos de uma Robin Hood moderna. Embora seja publicamente percebida como uma criminosa pela maioria das agências da lei – correção, uma mestre criminosa, devido à escala e teatralidade de seus assaltos – ela na verdade só rouba de outros ladrões. Suas novas escapadas começam em 18 de janeiro no serviço de streaming.
Friends from College: Uma das piores séries da Netflix retorna com trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Friends from College”, considerada a pior série da plataforma em 2017. Como a plataforma de streaming não divulga dados de audiência, um dos parâmetros para se medir a aceitação de uma série é sua repercussão na mídia. E “Friends from College” teve apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes, a pior avaliação de um lançamento de 2017 da Netflix, só superada pelos 12% de “Insatiable” em 2018 – também renovada. Criada pelo roteirista e diretor Nick Stoller (“Vizinhos”) e sua mulher Francesca Delbanco, a série gira em torno de um grupo de amigos que estudaram juntos na Universidade de Harvard e, anos depois, reencontram-se para compartilhar seus sucessos e fracassos na vida – tudo isso regado a álcool, drogas, infidelidade e situações bizarras. O destaque da produção é seu elenco, que inclui Cobie Smulders (série “How I Met Your Mother”), Fred Savage (“Era uma Vez um Deadpool”), Nat Faxon (“O Verão da Minha Vida”), Jae Suh Park (“A Grande Aposta”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”) e Annie Parisse (de “The Following”). “Friends from College” retorna com mais 8 episódios em 11 de janeiro.
Sex Education: Gillian Anderson é terapeuta sexual em trailer de série adolescente
A Netflix divulgou 26 fotos, o pôster nacional e o primeiro trailer de “Sex Education”, série de comédia adolescente em que Gillian Anderson (série “Arquivo X”) vive uma terapeuta sexual. E, curiosamente, o vídeo liberado é dublado em português. Por isso, é grande a possibilidade de choque, quando a atriz começa a falar em masturbação com uma voz que parece ser de criança. De todo modo, é possível ouvir as vozes originais no trailer (sem legendas) disponibilizado pela Netflix americana. E assim se chocar com outra surpresa sonora: o fato de a eterna agente Scully falar com sotaque britânico. É que a série se passa na Inglaterra. Anderson, na verdade, não é a protagonista. O papel principal pertence a Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”), que interpreta seu filho. Na trama, ele é um adolescente virgem e com dificuldades sociais, que se vê cercado por conversas abertas e entediantes sobre sexo, devido à profissão de sua mãe. Percebendo-se um especialista relutante no assunto, ele resolve iniciar uma prática clandestina de terapia sexual na sua escola. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e será produzida pela Eleven, produtora britânica de Jamie Campbell e Joel Wilson (criadores de “Cast Offs”). A estreia vai acontecer em 11 de janeiro, com oito episódios dirigidos por Ben Taylor (diretor de “Catastrophe”) e Kate Herron (“Five by Five”).
Will Poulter anuncia saída do Twitter após trollagem com seu personagem em Bandersnatch
“Black Mirror: Bandersnatch” não rendeu apenas elogios. A repercussão de sua participação no filme interativo da Netflix levou o ator Will Poulter a anunciar sua saída do Twitter. Em uma nota publicada em sua conta, o ator explicou que aceita todos os tipos de críticas em relação ao seu trabalho – e diz se sentir “genuinamente muito grato” pela atenção dedicada à sua carreira -, mas após sentir excesso de negatividade, decidiu deixar as redes sociais de lado. “Pensando na minha saúde mental, sinto que chegou a hora de mudar meu relacionamento com as mídias sociais”, resumiu, antes de concluir com uma fala do seu personagem no filme do “Black Mirror”. “Isso não é o fim. Considere como um caminho alternativo”. “Black Mirror: Bandersnatch” deu muito o que falar na internet. Enquanto muitos elogiaram o formato especial do projeto da Netflix, no qual o espectador conduz a trama até cinco finais possíveis, também houve quem visse na caracterização do ator uma forma de ofendê-lo. Poulter, que aparece no filme com o cabelo descolorido e óculos grandes, virou alvo de vários memes, principalmente comparando-o ao personagem Sid, de “Toy Story” – uma piada antiga. Ele também foi alvo de ataques diretos, que aludiam não à sua capacidade dramática, mas à sua aparência, numa multiplicação de posts chamando-o de “feio” e declarando que ele tem “a cara que mais merece levar um soco na história”. O ator é afiliado da organização Anti-Bullying Pro, que faz campanha contra o bullying. Sua decisão de abandonar o Twitter foi saudada por vários comentários positivos de seguidores, que lamentaram a falta de noção dos trolls da internet. Até colegas se manifestaram, como o ator Ben Barnes (de “Westworld” e “O Justiceiro”). “Permaneça seguro sabendo que você é o ser humano mais gentil, mais doce, mais generoso e vibrante que alguém poderia ter a sorte de cruzar em seu caminho”, escreveu o ator. With love… pic.twitter.com/JSm7oNLTsV — Will Poulter (@PoulterWill) 2 de janeiro de 2019
Bastidores de Black Mirror: Bandersnatch mostram desafios da produção sem revelar segredos
A Netflix finalmente divulgou um vídeo de bastidores sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, filme interativo que estreou há uma semana (28/12). A prévia dá caras, bocas e sons às diversas frases já registradas sobre a produção da obra, numa espécie de resumo dos desafios enfrentados. Não há nenhuma novidade que não tenha sido coberta pelas reportagens sobre a produção. Há até a recusa inicial de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, ao ser abordado para materializar o projeto do primeiro filme adulto interativo da plataforma. “Primeiro pensei: ‘não, não quero fazer isso’. Depois, de forma irritante, tive uma ideia que cairia bem”, conta ele, que acabou feliz com o resultado: “É muito, muito ‘Black Mirror’. Tem vários elementos diferentes de ‘Black Mirror’, todos ao mesmo tempo, e acho que funciona”. O vídeo também lembra que a Netflix começou a introduzir elementos interativos em séries infantis, como “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais – mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato: “Mosaic”, lançada em janeiro do ano passado na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Mas o vídeo de bastidores tem pouquíssimo a falar sobre isso, provavelmente para não revelar os segredos comerciais do negócio. Há planos para lançar outros projetos a partir da tecnologia desenvolvida para “Bandersnatch”. Veja o que a Netflix preferiu contar no vídeo abaixo, que não poupa o espectador de enorme louvação sobre a própria Netflix.
Sucesso de Bird Box inspira turismo e desafios perigosos
A Netflix não estava blefando quando revelou os números de “Bird Box”. Visto por mais de 45 milhões de pessoas em uma semana, o filme virou um fenômeno. A ponto da plataforma precisar se manifestar sobre brincadeiras baseadas em sua trama, que viralizaram nas redes sociais com a hashtag #BirdBoxChallenge, ou “desafio Bird Box”. Nos vídeos postados sob a hashtag, pessoas aparecem tentando realizar tarefas cotidianas vendados, como se vivessem no mundo de “Bird Box”. No filme, criaturas misteriosas invadem a Terra, levando todos que olham para elas a enlouquecer e cometer suicídio. Por isso, decidem passar o tempo todo vendadas. Já na vida real, quem vê “Bird Box” parece enlouquecer e tentar cometer suicídio, participando de desafios como pilotar motos de olhos vendados! É tão absurdo que a Netflix resolveu abordar o desafio em suas redes sociais. “Não acredito que preciso dizer isso, mas: por favor, não se machuquem fazendo o ‘desafio Bird Box’. Não sabemos como isso começou, e apreciamos o amor [pelo filme], mas o garoto e a garota tem só um pedido para 2019, e é que vocês não acabem no hospital por causa de um meme”, publicou o perfil oficial da Netflix nos Esados Unidos. Além do desafio, o filme também popularizou a casa em que se passa boa parte da ação, transformada em destino turístico de muitos curiosos. Ela se localiza em Monrovia, que fica no subúrbio da Califórnia. E, segundo o site TMZ, vários grupos têm se aglomerado ao redor da residência para fazer registros que chegam a imitar a personagem Malorie (Sandra Bullock) com os olhos vendados. Ainda segundo a publicação, a dona da residência afirma ter recebido o valor de US$ 12 mil pelas filmagens, mas não tem intenção de assistir ao filme por não ser assinante do serviço de streaming. Can’t believe I have to say this, but: PLEASE DO NOT HURT YOURSELVES WITH THIS BIRD BOX CHALLENGE. We don’t know how this started, and we appreciate the love, but Boy and Girl have just one wish for 2019 and it is that you not end up in the hospital due to memes. — Netflix US (@netflix) 2 de janeiro de 2019












