Queen Sono: Foto da primeira série africana da Netflix destaca atriz de Quantico
A Netflix divulgou a primeira foto oficial de “Queen Sono”, que também é a primeira série original da plataforma de streaming produzida na África. A produção é, especificamente, da África do Sul. Criação do cineasta Kagiso Lediga (“Mais uma Página”), “Queen Sono” é estrelada por Pearl Thusi (a Dayana Mampasi de “Quantico”), que vive o papel-título e é o destaque da imagem divulgada. A trama traz a atriz como uma espiã altamente treinada de uma agência governamental da África do Sul. Quando assume sua missão mais perigosa, ela também deve enfrentar mudanças de relacionamentos em sua vida pessoal. Pearl Thusi já tinha trabalhado com o diretor e a produtora da série no romance “Mais uma Página” (Catching Feelings), distribuído em 2018 pela Netflix. “Estamos muito satisfeitos em criar esta série original com a Netflix e estamos super animados com sua inegável capacidade de levar essa história sul-africana para uma audiência global. Acreditamos que ‘Queen Sono’ vai abrir a porta para mais histórias incríveis desta parte do mundo”, disse Kagiso Lediga em comunicado. A série ainda não tem previsão de estreia.
Diretor compartilha vários vídeos e fotos dos bastidores da série do Monstro Pântano
O diretor Len Weiseman (“Anjos da Noite”) compartilhou em seu Instagram vários vídeos e fotos dos bastidores das filmagens da série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano. Ele chegou a postar até a explosão que origina a criatura do título. Vídeos e imagens destacam também a participação da atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone em “Gotham” e ficou com o papel principal na nova série da DC Comics. Ela viverá a protagonista Abby Arcane. A série pretende mudar ligeiramente a trama criada em 1972 pelos lendários Len Wein (também pai de Wolverine) e Bernie Wrightson, alterando o foco para a namorada do personagem nos quadrinhos. Originalmente, Abby Arcane era sobrinha do cientista louco/alquimista Anton Arcane, uma espécie de Dr. Moreau da DC, que criava monstros por meio de mágica e manipulação genética, e foi a primeira personagem a demonstrar empatia pela criatura, após ser salva – junto do marido – repetidas vezes pelo Monstro. Na premissa da série, ela vai surgir solteira e como uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças Contagiosas (CDC, na sigla em inglês), que retorna a sua casa de infância na cidadezinha de Marais, na Louisiana, para investigar um vírus mortal transmitido pelo pântano. Ela desenvolve um vínculo com o cientista Alec Holland, apenas para tê-lo tragicamente tirado dela. Mas quando forças poderosas agem sobre o local com a intenção de explorar as misteriosas propriedades do pântano para seus próprios propósitos, Abby descobrirá que o lugar guarda segredos místicos e que seu potencial interesse romântico pode não estar morto. Alec Holland, por sua vez, será vivido por Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”) e Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). O primeiro dará vida à versão “humana” do biólogo e aparece numa das fotos e num vídeo abaixo, enquanto Mears representará o Monstro do Pântano. A produção também confirmou três mudanças raciais em relação aos quadrinhos. A atriz Maria Sten (“Straight Outta Compton”) será Liz Tremayne, mais uma personagem ruiva da DC Comics que terá interprete negra na TV. Nos quadrinhos, Tremayne é a jornalista que investiga a morte de Alec Holland. Ela vai manter a profissão na série, mas terá jornada dupla como garçonete no bar de seu pai. Além disso, a personagem é apresentada como amiga de infância de Abby. Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”), por sua vez, incorporará Madame Xanadu, que tem suas próprias aventuras na DC Comics desde 1978. A mudança racial joga por terra sua cronologia dos quadrinhos, onde é retratada como a encarnação moderna da feiticeira Nimue da lenda medieval do Rei Arthur. Já Henderson Wade (“Extant”) viverá Matt Cable, que não mudou só de etnia em relação aos quadrinhos. Introduzido na primeira edição do Monstro do Pântano em 1972 como um agente federal encarregado de proteger o cientista Alec Holland, ele passa boa parte do arco original da história perseguindo o Monstro, a quem culpa pela morte de Holland, sem saber que os dois são a mesma pessoa. Nos quadrinhos, ele ainda acaba se envolvendo e casando com Abby Arcane, num triângulo bizarro com a criatura de Louisiana, antes de ter um final terrível. Tudo isso foi abandonado na série, em que Matt Cabble surgirá como filho da xerife Lucilla Cable (criada para a atração) e como ex-namorado de Abby na adolescência. Já a xerife Cable, descrita como durona, tem interpretação de ninguém menos que Jennifer Beals (das séries “Taken”, “The L Word” e do musical clássico “Flashdance”). Além destes, três vilões foram anunciados. Virginia Madsen (“Designed Survivor”) viverá Maria Sunderland, que trocou sua educação privilegiada pelos pântanos quando se casou com o magnata do comércio local Avery Sunderland, mas a obsessão da vida de Avery pelo pântano causou uma ruptura entre eles. Sua vida equilibrada é abalada ainda mais quando o retorno de Abby Arcane desperta uma tristeza profunda pela perda de sua filha, Shawna, atraindo-a para os sombrios mistérios sobrenaturais que emergem do pântano. A personagem não aparece nos quadrinhos, mas Avery Sunderland tem presença importante na trama, como um general que comanda uma grande corporação científica, interessado em caçar e estudar o Monstro do Pântano, de forma similar ao que acontece no filme vencedor do Oscar “A Forma da Água” (2017). A versão de carne e osso do personagem será vivida por Will Patton (“Falling Skies”). Um dos cientistas encarregados por Sunderland para fazer testes na criatura é Jason Woodrue, cujo nome é bem conhecido dos leitores dos quadrinhos, por se tornar o Homem Florônico. Supervilão deformado por experiências, ele costumava enfrentar super-heróis até o escritor Alan Moore recriá-lo nas páginas do Monstro do Pântano. Seu intérprete na série é Kevin Durand (da série “The Strain”). Com esta relação de personagens, é possível deduzir a trama de grande parte da temporada, num mix da origem do personagem e do começo do arco de Moore na publicação. Mas, curiosamente, o principal antagonista dos quadrinhos não foi escalado: Anton Arcane. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal” e “Aquaman”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman, mas não há mais informações sobre quem fará os demais capítulos. A série “Swamp Thing” será disponibilizada na plataforma de streaming DC Universe em maio nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. @pedroluque always adding a spot of romance to the occasion Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 9:35 PST Visualizar esta foto no Instagram. Actors Are Traveling @crystalmreed @andybeanofficial #SwampThing #ShootDay??? Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 11:31 PST Visualizar esta foto no Instagram. Saw this on local news – had no idea they were hiding in the bushes – could have used the fifth camera #Overboard #SwampThing Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 3 de Dez, 2018 às 8:08 PST Visualizar esta foto no Instagram. Anatomy Class with @andybeanofficial and @crystalmreed Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 27 de Dez, 2018 às 11:38 PST Visualizar esta foto no Instagram. Swamp Photo Booth Uma publicação compartilhada por Len Wiseman (@lenwiseman) em 15 de Dez, 2018 às 11:44 PST
Estreia de Black Mirror: Bandersnatch revela primeira série live-action interativa da Netflix
A Netflix finalmente divulgou as primeiras informações sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, disponibilizado nesta sexta (28/12). Mas a esta altura nem precisava, pois o público já deve ter descoberto por conta própria. Conforme apontavam rumores, trata-se da primeira experiência interativa para adultos do serviço de streaming. Ao longo do filme, o espectador é convidado a fazer escolhas para o protagonista da história. As decisões acontecem de forma simples, pela seleção de uma entre duas alternativas que lhe são oferecidas durante várias cenas. Usando toque na tela, mouse ou controle remoto, cada opção leva a trama para um determinado rumo. Elas começam com opções simples, como o que comer no café da manhã, e acabam conduzindo a escolhas éticas, potencializando conflitos aflitivos de quem precisa decidir o destino do personagem. O espectador tem um determinado tempo para decidir. Se optar por não fazê-lo, a história segue um rumo pré-determinado, apresentando sua versão mais simplificada. É possível conduzir o filme à sua conclusão em até 90 minutos. Mas também assisti-lo por 2h30. O recomendado é não recomeçar a vê-lo após o final e sim continuar assistindo mesmo depois dos créditos aparecerem, pois a inteligência artificial do mecanismo interativo oferecerá de novo o longa levando em conta as opções anteriores, para que a história não se repita. Ao todo são cinco finais possíveis e múltiplas variações da história. O resultado é impressionante e deixa para trás as experiências anteriores na criação de uma narrativa interativa. Vale lembrar que a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais, mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Tudo isso se dá no contexto propício de uma trama sobre games interativos dos anos 1980, época em que os jogos de computador de aventuras (choose your own adventure) tinham se tornado muito populares – uma fase que durou até a chegada dos jogos de tiros. No filme, o protagonista vivido por Fionn Whitehead (“Dunkirk”) começa a desenvolver um game chamado “Bandersnatch”, mas o trabalho o leva ao limite de sua capacidade, após ele decidir explorar realidade virtual, tecnologia inexistente na época em que a história se passa. “Bandersnatch” é o nome de uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mas também foi o título de um jogo anunciado em 1984, ano em que se passa o filme. E ele nunca foi lançado. A direção é do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”), que já havia comandando um episódio de “Black Mirror”: “Metalhead” na temporada passada. E há um easter egg do cão-robô daquele capítulo no filme interativo. O elenco ainda destaca Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). Assista abaixo ao trailer disponibilizado na quinta (27/12) do filme de “Black Mirror”, que em nenhum momento avisa se tratar de uma experiência interativo. Segundo Carla Engelbrecht, diretora de inovação de produtos da Netflix, a ideia era realmente fazer segredo. “Percebemos que agir um pouco mais silenciosamente significaria que mais pessoas poderiam tentar dar uma chance à experiência, em vez de ficarem refletindo sobre isso por um tempo”, ela disse à revista The Hollywood Reporter. A tecnologia pode ser inovadora – e será usada em novos projetos interativos da Netflix -, mas a ideia de que segredo é publicidade reprova em qualquer teste científico.
PEN15: Série adolescente estrelada por mulheres adultas ganha primeiro teaser bizarro
A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser de “PEN15”, uma nova série de comédia sobre as dificuldades da adolescência, produzida pela trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone). A série se passa no ano 2000 e traz Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”) como duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que as duas atrizes tem bem mais de 20 anos de idade – mais de 30 no caso de Maya Erskine – , e isto é aparente nas cenas adiantadas, o que resulta em cenas bizarras, já que elas contracenam com crianças de 13 anos de verdade. Além de estrelar, as duas criaram a série, baseando-se em suas próprias experiências juvenis. E, sim, “PEN15” é uma forma juvenil de escrever “penis”. A série estreia em 8 de fevereiro nos Estados Unidos.
2018 registra recorde de séries brasileiras em streaming
Este recorde é até ridículo de ser registrado pela facilidade de ser atingido. Mas está anotado. Em 2018, o Brasil superou o número total (dois) de séries produzidas para streaming em relação a todos os anos anteriores. A primeira série brasileira exclusiva de streaming foi lançada em 2016. Mas “Supermax” teve apenas 11 de seus 12 episódios antecipados no Globo Play, com o último guardado para ser exibido em primeira mão na TV. Além disso, a distância entre o lançamento em streaming e a transmissão televisiva não foi longa. A situação mudou com a estreia da sci-fi “3%” pela Netflix em 2017, sem exibição na TV. Foi o primeiro lançamento brasileiro exclusivo do streaming. E acabou seguido por “Os Carcereiros”, disponibilizada na Globo Play com uma “janela” maior em relação à TV: dez meses antes de chegar na Globo. De apenas uma série em 2016, o número dobrou em 2017. E agora veio o salto. Neste ano, a Netflix lançou a 2ª temporada da “3%”, além de “O Mecanismo”, “Samantha!”, “Vai Anitta” e “Super Drags” (já cancelada), enquanto a Globo Play disponibilizou a comédia “Além da Ilha” e os dramas “Assédio”, “Ilha de Ferro” e a 2ª temporada de “Carcereiros”. Ao todo, são nove séries brasileiras de streaming. Número ainda baixo, mas que deve crescer muito em 2019, com produções já anunciadas. Só a Netflix pretende atingir o número de 10 séries originais brasileiras. Entre as próximas estreias da plataforma, estão “Coisa Mais Linda”, “O Escolhido”, “Spectros”, “Sintonia”, “Ninguém Está Olhando”, “Cidades Invisíveis” e “A Facção”. Além da Netflix e da Globo, a Fox também disponibiliza séries brasileiras em seu serviço de streaming – “Impuros”, “1 Contra Todos” e “Me Chama de Bruna”. Mas a estratégia de lançamento é simultânea à exibição televisiva, num padrão híbrido. De todo modo, a empresa prioriza a plataforma, ao disponibilizar as temporadas completas na Fox Play no dia de estreia, enquanto a programação televisiva agenda a exibição dos demais capítulos de forma semanal.
2018 registra número recorde de séries lançadas nos Estados Unidos
O ano de 2018 registrou um novo recorde no universo das séries. O balanço do mercado divulgado pelo canal pago FX revelou que canais e plataformas americanas lançaram mais séries neste ano do que em qualquer outro. Não só isso. Pela primeira vez, foram produzidas mais séries para streaming do que para a televisão aberta. Ao todo, foram lançadas 495 séries nos Estados Unidos no ano que está terminando. Deste total, 160 tiveram exibição em serviços de streaming, como Netflix, Hulu e Amazon, 146 nas grandes redes de televisão, 145 nos canais de pacotes básicos da TV paga (com intervalos comerciais, como AMC e USA) e mais 45 nos canais premium (sem intervalos, como HBO e Starz). O aumento de atrações nas plataformas de streaming se deve tanto pela encomenda descomunal de séries da Netflix, quanto pela chegada de novas opções, como Facebook Watch, DC Universe e YouTube Premium. Por outro lado, canais que investiam em séries deixaram de fazer isso na TV, como A&E e MTV. Essa conta de soma e subtração acabou impedindo um crescimento mais significativo. A diferença para o ano passado, em que o estudo do FX apontou a exibição de 487 séries diferentes, foram de apenas oito novas produções. Em termos de percentagem, o mercado ficou dividido assim: 32% do volume de séries vieram do streaming, 30% da TV aberta, 29% dos canais pagos básicos e 9% dos canais premium. Numa projeção para 2019, John Landgraf, diretor-executivo do FX, acredita na manutenção do crescimento, estimando uma produção de 530 séries. Mas este número pode se provar modesto, diante da chegada de novos serviços de streaming previstos para o ano que vem, como as plataformas da Apple, da Disney e da WarnerMedia.
Filme “misterioso” de Black Mirror ganha trailer e imagens na véspera da estreia
A Netflix divulgou as primeiras fotos e o trailer de “Black Mirror: Bandersnatch”. A prévia é tensa, com mais clima de terror que os episódios anteriores da série. E pela primeira vez não se passa no futuro, mostrando tecnologia e visual dos anos 1980. Mais exatamente de 1984, a famosa data orwelliana. A referência do título, porém, vem de outro livro. “Bandersnatch” é uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. A trama gira em torno de um jovem que começa a ter experiências estranhas após iniciar um jogo com este nome. E, além de mostrar os anos 1980, a prévia também traz elementos de episódios passados de “Black Mirror”, como o cão-robô de “Metalhead” (da 4ª temporada) e o símbolo de “White Bear” (da 2ª temporada). Havia rumores de que a produção seria interativa, mas não há nenhuma revelação nesse sentido no material largado na internet. Uma possível conexão com a trama reside no fato de os videogames com gráficos interativos terem surgido nos anos 1980. “Black Mirror: Bandersnatch” tem direção do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”) e traz em seu elenco Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). O projeto ganha trailer após muita especulação e silêncio da Netflix, num caso em que a má divulgação virou divulgação. Primeira comunicação oficial sobre o lançamento, o vídeo e as fotos foram revelados apenas um dia antes da estreia, e despejados na internet sem release ou maiores explicações. Faz sentido, já que a Netflix é uma entidade virtual misteriosa, quase que saída de um episódio de “Black Mirror”, e que cresce mais que qualquer outra no mundo, apesar de esconder seus dados e agir sem a menor transparência. A estreia acontece nesta sexta (28/12) por meio da nova tecnologia popularizada rapidamente por essa entidade misteriosa: streaming.
Robô de O Império Contra-Ataca vai aparecer na primeira série live-action de Star Wars
O diretor-produtor Jon Favreau (“Mogli”, “Homem de Ferro”) publicou em seu Instagram uma nova imagem de personagem de “The Manalorian”, primeira série live-action ambientada na galáxia distante de “Star Wars”, que será lançada na plataforma Disney+ (Disney Plus). E se trata de um velho conhecido, ao menos para quem realmente prestou atenção nos filmes clássicos. Veja acima. Trata-se do robô IG-88, que foi introduzido – muito brevemente – em “O Império Contra-Ataca” (1980) junto com os caçadores de recompensas Boba Fett, Dengar, Bossk, Zuckuss e 4-LOM. A aparição de IG-88 reforça a conexão da série com Boba Fett e alimenta boatos de que outros caçadores de recompensa tenham presença na trama. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai” Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Jon Favreau revelou a premissa da atração em outro post no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. O elenco da série destaca Pedro Pascal (“Narcos”), Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). Mas os atores não são as únicas estrelas da produção. A série terá episódios comandados por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”) Taika Waititi (diretor de “Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e até pela atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming da Disney.
Titãs: Trailer legendado revela cenas de vários capítulos e participações especiais
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “Titãs” (Titans), que mostra cenas de diversos episódios da série da DC Comics, revelando as participações especiais de outros heróis e os poderes dos protagonistas em ação. Bem diferente do clima infantil da série animada “Jovens Titãs em Ação”, com quem compartilha os personagens, “Titãs” é uma série adulta, com muita violência, palavrões e até sexo. Primeira atração lançada pela plataforma DC Universe, que por enquanto só opera nos Estados Unidos, “Titãs” chega na Netflix no momento em que a plataforma decidiu cancelar suas séries de super-heróis da Marvel. E mais que mantém a opção pelo clima sombrio, inaugurado no gênero por “Demolidor” e “Jessica Jones”, assim como a aprovação da crítica, com 82% no Rotten Tomatoes A trama acompanha a formação da versão dos Titãs dos anos 1980, ponto alto dos quadrinhos da DC Comics, além de comprovar a teoria de que Dick Grayson é o centro do universo dos super-heróis da editora. Sua posição única, como herdeiro de Batman, o coloca em contato com a Liga da Justiça e também com uma geração mais nova de heróis, e isso é explorado em encontros e flashbacks da série, quando ele cruza com outros personagens famosos, que fizeram parte dos Titãs originais dos quadrinhos – como Rapina, Columba e Moça-Maravilha. Na série, porém, as amizades do adolescente Grayson não deram origem à “Turma Titã”, como nas publicações da DC. A ideia de formar um grupo teria surgido anos mais tarde, quando o herói entra em crise sobre sua identidade como Robin. Por isso, sua jornada na produção leva tanto ao nascimento dos Titãs quanto à sua transformação em Asa Noturna. Quando um assassinato o coloca no encalço da jovem Rachel Roth/Ravena, Grayson descobre uma seita demoníaca que caça a adolescente para usá-la numa espécie de ritual, seguindo instruções do misterioso pai dela. Nos quadrinhos, ela é filha do demônio Trigon. Esse enredo assume contornos de filme de terror, enquanto Rachel luta para controlar a criatura sombria que habita seu interior, fugindo com a ajuda de Grayson e outros aliados que encontra pelo caminho, como a alienígena amnésica Kori Anders/Estelar e o jovem transmorfo Gar Logan/Mutano. O elenco central é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin, e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. Além destes, os heróis ainda cruzam a Patrulha do Destino (Doom Patrol). Para quem não conhece o histórico dos personagens, a “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com o grupo, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito (Speedy) e Dianinha, a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad, Tempestade) e até a Turma Titã teve sua denominação alterada para Novos Titãs, numa fase em que a equipe deixou de ser totalmente teen, trazendo Asa Noturna, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano, praticamente a equipe da série – e da animação “Jovens Titãs”. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir, já adulta, sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a produção live action. “Titãs” foi desenvolvida por Akiva Goldsman (roteirista de “A Torre Negra”) em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, ex-diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A 1ª temporada se encerrou em 21 de dezembro nos Estados Unidos. E chega na Netflix no dia 11 de janeiro. A série já foi renovada para a 2ª temporada, que introduzirá Superboy.
Netflix fatura mais que o SBT no Brasil e já tem mais assinantes que operadoras da TV paga
A Netflix já teria 8 milhões de assinantes brasileiros, apurou o colunista Ricardo Feltrin, do UOL, que revelou outras peculiaridades da plataforma de streaming em sua coluna, após ouvir funcionários do serviço que obviamente não foram identificados. Os 8 milhões de usuários no país representam cerca de 6% de sua base de assinantes no mundo. Isso significa – numa estimativa conservadora – mais de R$ 1,4 bilhão de faturamento por ano no país. Isso é quase 50% a mais do faturamento de um SBT, por exemplo. E já coloca a empresa como maior rival da principal operadora de TV paga do país, a Net Claro, que tem 8,7 milhões de assinantes. Já passou a Sky (5,4 milhões) e as outras menores há tempos. Mesma assim, seria uma empresa-fantasma, sem sede física no país, apesar de ter cerca de 50 funcionários “registrados”. Os funcionários são advogados (especializados em direitos autorais), publicitários, executivos e alguns negociadores de conteúdo. Mas nenhum teria cargo de diretor. Segundo apurou o jornalista, não existe um chefe da Netflix no Brasil. Fora dos EUA a empresa opta por um sistema de “gestão” horizontal e descentralizada. Se a empresa tiver algum problema no Brasil ou em outro país é preciso entrar em contato com a chefia nos EUA. Até os textos engraçadinhos das redes sociais da plataforma seriam importados. Todas essas informações são “sigilosas”, pois a Netflix é uma das empresas de comunicação menos transparentes do mundo. Os dados mais conhecidos sobre a companhia são dos EUA, porque lá ela possui capital aberto. Para completar, o inventário da Netflix no Brasil inclui cerca de 65 mil itens, entre filmes, documentários, capítulos de séries, especiais, programas de variedades e shows.
Série mais pesquisada no Google em 2018 é uma produção chinesa de época
O Google revelou que a série mais buscada em seu mecanismo de pesquisa em 2018 não foi nenhuma das produções mais populares do Ocidente. Ao contrário, é uma atração pouco conhecida no mundo ocidental. O feito pertence à produção chinesa “Story of Yanxi Palace”, um dos principais programas do iQiyi, serviço de streaming chinês similar a Netflix. Segundo os dados divulgados pelo Google, a maioria das pesquisas feitas sobre série vêm de regiões asiáticas como China, Cingapura, Malásia, Brunei e Hong Kong. Além de ser a mais procurada do mundo, o drama histórico ainda foi reproduzido mais de 15 bilhões de vezes neste ano. O que ajuda a explicar o fenômeno é o fato de a China ser o país mais populoso do planeta, com cerca de 1,4 bilhão de habitantes e um mercado de filmes e séries cada vez mais produtivo e relevante. Além disso, por ser uma produção feita para streaming, “Story of Yanxi Palace” sofre menos censura do governo comunista chinês, que controla o que é exibido nos canais de TV. A trama gira em torno de Wei Yingluo (Wu Jinyan), uma empregada do século 18 que, enfrentando a opressão feminina, é forçada a investigar a morte de sua irmã enquanto trabalhava no palácio do imperador Qianlong. Lançada em julho, a série tem 70 episódios e, além do sucesso em streaming, também rendeu uma trilha sonora bastante requisitada. Veja abaixo o clipe oficial com a música tema da série, que mostra diversas cenas da produção.
Kiernan Shipka anuncia final de gravações da 2ª temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina
A atriz Kiernan Shipka anunciou nas redes sociais que as gravações da 2ª temporada – ou 2ª parte – de “O Mundo Sombrio de Sabrina” foram concluídas. Ela ilustrou a notícia com uma foto em que aparece ao lado do gato Salem. O detalhe: ela continua platinada ao final dos novos episódios, refletindo sua transformação no desfecho da primeira… parte? Vale lembrar que a série já foi oficialmente renovada para suas 3ª e 4ª partes – que, com oito episódios cada, sugerem uma 3ª temporada com midseason, batizada de forma diferente só pelo prazer de confundir. Baseada na personagem de quadrinhos criada nos anos 1960 na editora Archie Comics, a série acompanha a bruxinha Sabrina, que continua adolescente como na época de sua atração anterior, “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira” (1996–2003), mas, além de problemas românticos e provas da escola, tem agora que lidar com rituais satânicos, criaturas das trevas e tramas de terror. O clima gótico reflete os quadrinhos atuais da personagem, numa abordagem introduzida pelo roteirista Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics. O próprio autor das HQs criou a série, em parceria com o ubíquo produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger – o trio que lançou “Riverdale” com sucesso na TV americana. Além de Kiernan Shipka (“Mad Men”) no papel da bruxinha, o elenco inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). A 2ª temporada ou Parte 2, com 10 episódios, chega ao streaming em 5 de abril. O trailer já pode ser assistido aqui. Visualizar esta foto no Instagram. That’s season a WRAP on @sabrinanetflix! Uma publicação compartilhada por Kiernan Shipka (@kiernanshipka) em 22 de Dez, 2018 às 2:09 PST
Trailer da 3ª temporada da Justiça Jovem destaca os Renegados
A plataforma DC Universe divulgou um novo trailer de “Young Justice: Outsiders”, 3ª temporada da série “Young Justice”, que combina quadrinhos dos heróis adolescentes da “Justiça Jovem” e dos “Titãs”. A prévia mostra os novos super-heróis da trama ao lado de alguns dos personagens mais tradicionais da atração, como Superboy e Asa Noturna. Confira abaixo. A nova temporada traz em seu título um terceiro grupo de heróis, os Outsiders, conhecido no Brasil como Renegados – e que durante um período foi uma espécie de spin-off dos Titãs, liderado por Asa Noturna. Parte da prévia destaca integrantes clássicos dos Renegados, como Katana, Geoforça e Raio Negro. A produção está a cargo dos responsáveis pela série original, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E a estreia vai acontecer em 4 de janeiro na plataforma de streaming da DC.












