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  • Série

    Chefe do Hulu sugere salvar as séries da Marvel canceladas pela Netflix

    12 de fevereiro de 2019 /

    Após anunciar a criação de um universo animado adulto da Marvel, a plataforma de streaming Hulu pode salvar “Demolidor” e as outras séries que foram canceladas pela Netflix. Pelo menos foi o que sugeriu o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich, em entrevista ao site The Wrap durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de “Demolidor”, as séries “Luke Cage” e “Punho de Ferro” foram canceladas em retaliação à decisão da Disney de tirar seu conteúdo da Netflix para lançar sua própria plataforma. Ainda são esperados os cancelamentos de “O Justiceiro”, que superou expectativas em sua 2ª temporada, e “Jessica Jones”, que deve exibir sua 3ª temporada em breve. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”. A resposta obrigatoriamente vaga tem um elemento importante de informação: a questão da disponibilidade. O contrato assinado entre Netflix e Marvel impede que a Disney aproveite qualquer série que tenha sido cancelada antes de um prazo de dois anos. Entretanto, como estas produções são demoradas, a decisão de começar as gravações deve ser tomada nos próximos meses para um (re)lançamento no final de 2020. A plataforma Hulu já exibe uma série da Marvel, “Fugitivos” (Runaways), que estreou em 2017 e caminha para a sua 3ª temporada, ainda não confirmada oficialmente. Na segunda-feira (11/2), o serviço anunciou a produção de quatro séries de animação adultas com personagem dos quadrinhos da editora, num modelo que reflete o projeto da Marvel com a Netflix. “Eu tenho certeza que a nossa relação com a Marvel só vai se expandir a partir de agora”, comentou Erwhich. “Nós temos uma boa conexão criativa com eles. Muitas oportunidades ainda vão surgir, com certeza”. Em consonância com esse projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, confirmou que sua estratégia de streaming inclui reforçar o Hulu com material do estúdio focado no público adulto. Saiba mais aqui.

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  • Série

    Globo vai exibir primeiro episódio de The Handmaid’s Tale na TV aberta

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Globo vai repetir a estratégia de exibir na TV aberta o primeiro episódio de uma série exclusiva de seu serviço de streaming, o Globoplay, visando atrair novos assinantes para a plataforma. Nesta terça-feira (12/2), o canal transmite a estreia de “The Handmaid’s Tale”, que ganhou subtítulo nacional – “O Conto da Aia”. O mais curioso é que o episódio inaugural será exibido sem intervalos comerciais, como num canal pago premium. Ele vai ao ar após o “Jornal da Globo”. A 1º temporada, que venceu o Emmy de Melhor Série de Drama, já está disponível no Globoplay para assinantes – e também já foi exibida na TV paga pelo canal Paramount. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil justamente como “O Conto da Aia”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar à adoção de medidas drásticas, mergulhando a sociedade americana numa nova ordem conservadora, comandada apenas por homens. Com a fertilidade em queda, as mulheres que ainda conseguem ter filhos são transformadas em escravas sexuais, com o único propósito de gerar filhos. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de June, rebatizada de Offred por seus captores. Como uma das últimas mulheres férteis, ela é forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta, sendo obrigada a se submeter a um poderoso político, sua esposa cruel e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de June com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Atualmente, a série se prepara para entrar em sua 3ª temporada na plataforma americana Hulu, com estreia marcada para 5 de junho. Veja abaixo o trailer nacional da tensa temporada inaugural.

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  • Série

    Elle Fanning será a imperatriz Catarina, a Grande, em minissérie

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu anunciou a produção de “The Great”, série de época estrelada por Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz russa Catarina, a Grande, que reinou 1762 e 1796. A trama vai se centrar na ascensão ao trono de Catarina II e sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que será vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Criada por Tony McNamara, que concorre ao Oscar 2019 como roteirista de “A Favorita”, a produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção a partir de “Skins”, em 2007. Curiosamente, a série vai enfrentar concorrência de uma produção similar. A HBO está produzindo “Catherine the Great”, uma minissérie sobre o final do reinado da imperatriz, que será estrelada por Helen Mirren (“A Rainha”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Catch-22: Minissérie de George Clooney ganha primeiro trailer

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer da minissérie “Catch-22”, produzida, dirigida e estrelada por George Clooney. A prévia mostra o clima maníaco da trama, que se passa num acampamento militar em tempo de guerra. O papel de Clooney é pequeno, ainda que permita ao ator chamar atenção com tiques exagerados. A produção marca seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999, mas seu maior envolvimento se dá atrás das câmeras. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também destaca Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista. A estreia vai acontecer em 17 de maio.

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  • Série

    Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio farão minissérie sobre o primeiro serial killer dos EUA

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou a produção de uma minissérie de uma dupla de peso: Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio. Trata-se de “The Devil in the White City”, sobre aquele que é considerado o primeiro serial killer da história dos EUA. “The Devil in the White City” é um projeto de longa data da dupla. DiCaprio comprou os direitos da história em 2010, planejando estrelar um filme dirigido por Scorsese. Agora, eles participarão da série apenas como produtores. Trata-se de uma adaptação do romance homônimo de Erik Larson sobre o serial killer Dr. H.H. Holmes, que usou uma feira de tecnologia no final do século 19 para fazer inúmeras vítimas. O livro narra a trama a partir do ponto de vista de dois homens: Daniel H. Burnham, consagrado arquiteto e urbanista que teve de superar diversos obstáculos para a construção do espaço onde foi realizada a Feira Mundial de Chicago, e H.H. Holmes, que usava seu charme para atrair vítimas em potencial para seu hotel nas proximidades da exposição, onde construiu câmaras de gás e crematórios para esconder seus corpos – local que ficou conhecido como “castelo de horrores”. O serial killer confessou o assassinato de 27 pessoas quando foi preso e executado, em 1894.

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  • Série

    Hulu anuncia quatro séries animadas adultas da Marvel, do pato Howard à cantora Cristal

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou a expansão da sua parceria com a Marvel, iniciada com a série “Fugitivos” (Runaways), que está a caminho de sua 3ª temporada. A ideia é similar ao projeto que lançou as séries da editora na Netflix, com a produção simultânea de quatro atrações diferentes, que depois se cruzarão em uma minissérie, dando origem a um novo “supergrupo” de heróis. O detalhe é que as produções serão animadas. E o novo supergrupo foi batizado com o antônimo de The Defenders (Os Defensores), a minissérie da Netflix. Os heróis se chamarão The Offenders (Os Ofensores). O principal destaque é a produção de uma série animada de “Howard, o Pato” (Howard the Duck), um pato antropomórfico que fuma charutos e trabalha como detetive, criado por Steve Gerber e Val Mayerik em 1973, uma década antes das “Tartarugas Ninja”, com quem compartilha algumas coincidências – como a melhor amiga gostosa. O personagem já teve até filme, “Howard, o Super-Herói”, um fracasso clamoroso de 1986, e apareceu na franquia “Guardiões da Galáxia”. O cineasta Kevin Smith (“O Balcoinista”) vai conduzir a nova série de Howard, que pretende incorporar o humor ácido que tornou o pato falante tão popular nos quadrinhos. “Tigra & Dazzler Show” é outra série sobre personagens que também tiveram revista própria no passado distante da Marvel. Vai mostrar a heroína-cantora pop Cristal e sua amiga Tigresa vivendo em Los Angeles, com produção da comediante Chelsea Handler (que até 2017 tinha o seu próprio talk show na Netflix). Nem todas são estreladas por heróis. “M.O.D.O.K.” traz o clássico vilão da I.M.A. (espécie de H.I.D.R.A. tecnológica) de cabeça enorme, que luta para manter sua organização criminosa e sua família unidas em um momento difícil, e terá o comediante Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) como showrunner. Por fim, a quarta série é “Hit-Monkey”, que acompanha um macaco que se torna assassino profissional após aprender as habilidades necessárias para o trabalho com um dos melhores mercenários do mundo – entre eles, Deadpool, com quem o símio contracenou em sua primeira aparição nos quadrinhos em 2010. É escrita por Josh Gordon e Will Speck (“A Última Ressaca do Ano”). As quatro séries se juntarão em “The Offenders”, após finalizarem suas primeiras temporadas. Nenhum dos projetos tem data de estreia definida, por enquanto.

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  • Filme

    Juanita: Trailer legendado mostra Alfre Woodard em busca da felicidade

    11 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da comédia “Juanita”, que traz Alfre Woodard (a Mariah Dillard de “Luke Cage”) no papel-título. Na trama, ela vive uma mulher insatisfeita com a vida, com os filhos já adultos, mas ainda folgados, que a impedem de se divertir. Seu único conforto são sonhos eróticos com o ator Blair Underwood (que interpreta a si mesmo no filme). Até que enche o saco e decide largar tudo. Vai pro c* dos EUA, ou uma cidade com nome bem parecido (“Pronuncia-se Butte”, corrige a vendedora da passagem), onde reinventa sua trajetória como cozinheira do único restaurante da região, fazendo sucesso e encontrando amor com um jovem nativo-americano (Adam Beach, de “Cowboys & Aliens”). A prévia conta tudo isso e muito mais, deixando pouco para ser descoberto no filme. Baseado no livro homõnimo de Sheila Williams, “Juanita” é o primeiro filme dirigido por Clark Johnson, ator da série “Bosch”. A estreia está marcada para 8 de março em streaming.

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  • Filme

    Io é só mais uma sci-fi fraquinha da Netflix

    10 de fevereiro de 2019 /

    Graças à ganância do homem e sua exploração infinita da fauna e da flora, a vida na Terra acabou. Não dá mais para respirar e a (parte rica da) humanidade deixou o planeta em busca de um novo lugar para morar. Apenas uma pessoa é deixada para trás. E não estamos falando do robozinho Wall-E, mas de Margaret Qualley (“The Leftovers”). A premissa de “Io” é a mesma de “Wall-E” (2008), mas seu desenvolvimento parte para outro caminho, embora dê em um lugar já muito visitado. Esse nem é o maior problema, afinal é a jornada que importa, mas ela é desenvolvida através de clichês, situações previsíveis e diálogos pobres. Margaret Qualley é Sam, filha de um renomado cientista. Ambos ficaram na Terra para estudarem a possibilidade de reconstrução ou a readaptação do planeta. O resto foi para Io, nome de uma lua de Júpiter. Num belo dia, ela cruza com outro perdido que chega do nada de balão (!). Micah é interpretado por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Guerra Infinita”), que recita Platão para ilustrar o que já estamos vendo em cena, e explica em seguida, novamente, para quem não entendeu o claro significado da reflexão. Até sua ponta em “Homem-Formiga” é mais profunda que toda sua participação em “Io”. E não adianta o diretor Jonathan Helpert encher o filme de paisagens belas ou o cabelo de Sam ao vento, quando nenhuma imagem contribui para traduzir o que ela está pensando nem propõe a dimensão de sua angústia. Em resumo, “Io” é só mais uma ficção científica fraquinha da Netflix, como “Titã”, “Mudo”, “Onde Está Segunda?”, “Spectral”, “O Paradoxo Cloverfield” e “Próxima Parada: Apocalipse”.

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  • Série

    Peter Dinklage vai estrelar série pós-apocalíptica do diretor de Planeta dos Macacos

    8 de fevereiro de 2019 /

    Peter Dinklage já definiu sua próxima série após o fim das gravações de “Game of Thrones”. O intérprete de Tyrion Lannister vai trocar os dragões da fantasia medieval por um futuro pós-apocalíptico em “Last Sons of America”, adaptação dos quadrinhos homônimos para a Netflix. A série é uma produção do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), que está sendo desenvolvida pelo diretor Josh Mond (“James White”). Publicados pela Boom! Studios nos EUA, os quadrinhos escritos por Phillip Kennedy Johnson e desenhados por Matthew Dow Smith apresentam um futuro similar ao do filme “Filhos da Esperança” (2006), em que os adultos se tornaram estéreis. A diferença é que este problema só afeta os americanos, o que faz com que crianças de outras nacionalidades se tornem a comodidade mais valiosa da economia nacional. Os protagonistas são os irmãos Julian (Dinklage) e Jackie, que vivem na Colômbia, onde tentam convencer famílias a venderem seus recém-nascidos para famílias dos EUA. Quando os dois cometem um grande erro, todo o seu lucrativo negócio pode ir por água abaixo. A história original foi uma minissérie de apenas quatro exemplares. Veja as capas abaixo. Ainda não há previsão de estreia para a produção.

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  • Série

    Nova série de super-heróis, Patrulha do Destino ganha teaser engraçadinho

    8 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou o pôster e o segundo teaser da série da “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), grupo que foi introduzido em “Titãs” (Titans). A prévia revela um tom completamente diferente da série anterior, focado na comédia. Esta é uma característica recente dos quadrinhos dos personagens, que perderam popularidade com o tempo, mas formaram o primeiro grupo de heróis rejeitados e excluídos do DC Comics, antecipando-se até aos X-Men da Marvel. O grupo da DC é até mais rejeitado pela humanidade que os mutantes, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que apareceram em “Titãs” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série acrescentou mais dois personagens ao grupo e mudou praticamente todo o elenco em relação ao episódio da série do Robin, embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Já o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha contará com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. A série da Patrulha do Destino vai estrear em 15 de fevereiro nos Estados Unidos, e deve chegar ao Brasil entre abril e maio via Netflix.

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  • Etc,  Série

    Plano da Disney para séries adultas da Fox pode salvar Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro

    6 de fevereiro de 2019 /

    O CEO da Disney, Bob Iger, adiantou parte da estratégia que pretende adotar com a aquisição da Fox e o lançamento do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), durante teleconferência para investidores do mercado financeiro. Em particular, como pretende aproveitar o material que não é exatamente “de família” em seus planos de competir com a Netflix. Iger revelou que pretende operar três plataformas de streaming simultâneas, que poderão ser assinadas juntas (num pacote com descontos) ou individualmente. Uma delas é o serviço da ESPN, que já funciona nos Estados Unidos, oferecendo conteúdo esportivo. As outras duas são a anunciada Disney+ (Disney Plus), que trará séries e filmes para toda a família, e a incorporação da Hulu, que será focada no público mais adulto. Com a compra da Fox, a Disney passará a controlar a Hulu, assumindo 60% de suas ações – 30% ainda pertencem à Comcast, dona da NBCUniversal, e 10% são da Warner. A ideia é usar a plataforma, que ganhou projeção com o sucesso de “The Handmaid’s Tale”, como destino prioritário das séries do canal pago FX, como “The Americans” e “American Crime Story”. “Vemos o FX desenvolvendo e produzindo conteúdo para o streaming do Hulu – talvez não para a Disney+ (Disney Plus), porque não é o tipo de programação de um ambiente de família. Mas a ideia é que o FX produza mais e traga seus conteúdos para o Hulu, enquanto expandimos [o serviço]”, detalhou Iger. Assim, a ideia é que a Disney opere e ofereça as três plataformas para seus assinantes. “Pensamos que atenderíamos melhor ao consumidor separando as três. No fim, nossa meta é ter uma única plataforma tecnológica, para que as pessoas possam criar uma única conta para assinar os três serviços, com o mesmo cartão e a mesma senha”, detalhou Iger, explicando que a empresa criará descontos para quem quiser assinar as três plataformas, ou duas delas. A inclusão do Hulu no pacote pode sinalizar a intenção da Disney de resgatar as séries adultas da Marvel, canceladas pela Netflix (“Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”). Sem o perfil do Disney+ (Disney Plus) pelo excesso de violência e situações adultas, a empresa poderia cumprir a promessa da Marvel de continuar as séries, programando-as para o Hulu. A plataforma, por sinal, já exibe uma série da Marvel: “Runaways” (ou “Fugitivos”, exibida aqui pela Sony). Como o contrato da Netflix impede que os personagens apareçam em outra emissora antes de se completarem dois anos de seu cancelamento, o timing da conclusão do negócio da compra da Fox – que dá o controle do FX e do Hulu para a Disney – converge com essa possibilidade. Qualquer projeto que comece a ser produzido agora só iria mesmo ao ar em 2020. Iger prometeu dar todos os detalhes do lançamento da Disney+ (Disney Plus) e seu pacote de streaming na próxima teleconferência com investidores, programada para abril.

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  • Série

    Netflix anuncia novas séries espanholas do criador de Elite e do diretor de Colossal

    6 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix anunciou cinco novos projetos espanhóis, e o destaque é uma série de super-heróis de Nacho Vigalongo, diretor de filmes cultuados como “Crimes Temporais” (2007), “Extraterrestre” (2011) e o recente “Colossal”, com Anne Hathaway. Trata-se de “El Vecino”, adaptação dos quadrinhos de Santiago Garcia e Pepo Perez, que é sucesso no mercado espanhol. Vigalondo vai assinar alguns episódios que contam como um cara comum se transforma em herói após um alienígena pousar em sua casa e transferir para ele suas habilidades sobrenaturais. Mas ele que não se entusiasma com esta história de origem roubada de Lanterna Verde e acaba sendo incentivado pelo vizinho José, fã de quadrinhos que o faz assumir o alter ego do herói Titan. A produção é da Zeta, mesmo produtora que fez “Elite”. Por sinal, entre os projetos anunciados, “El Desorden Que Deseas” é uma nova série do cocriador de “Elite”, Carlos Montero, e também se passa numa escola. É um suspense em que uma professora descobre que algo sinistro se esconde por trás de sua nova escola. Há também “Dias de Navidad”, focado no Natal de quatro irmãs. Criada por Pau Freixas (da “Red Band Society” original), a série conta com as atrizes Verónica Echergui (“Fortitude”), Anna Moliner (“Las Chicas Del Cable”) e ninguém menos que Victoria Abril (“De Salto Alto”) no elenco. “Valeria” adapta os romances de Elísabet Benavent sobre uma escritora em crise, tanto com seus livros quanto com seu marido emocionalmente distante. A criação é de María López Castaño (de “Diablo Guardián”). Por fim, “Memorias de Idhún” vai adaptar a trilogia de fantasia da escritora Laura Gallego Garcia como uma série animada.

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  • Filme

    Capitã Marvel será o primeiro filme com exclusividade em streaming da Disney+ (Disney Plus)

    6 de fevereiro de 2019 /

    “Capitã Marvel” será o primeiro filme da Disney que deixará a Netflix apenas na vontade. O lançamento em streaming vai acontecer exclusivamente para o serviço Disney+ (Disney Plus). A confirmação foi feita pelo próprio CEO da Disney, Bob Iger, em teleconferência para o mercado financeiro, e acontece dois anos após a empresa anunciar que iria parar de licenciar seus títulos para outras plataformas e encerrar seu contrato com a Netflix, como parte da estratégia para valorizar o seu próprio serviço de streaming. “O que basicamente estamos tentando fazer é investir em nosso futuro”, disse Iger. As medidas que a empresa tomou são “todas projetadas para que, a longo prazo, esse negócio se torne uma parte importante dos lucros da Disney”, continuou. Embora o estúdio se arrisque a abrir mão da fortuna que normalmente acompanha o licenciamento de seus filmes, trata-se de uma medida necessária, garante o executivo. “É quase o equivalente a investir capital para construir nossos parques temáticos. Esta é uma aposta no futuro do negócio”. A empresa ainda não anunciou uma data de lançamento para a Disney+ (Disney Plus). A ideia da Disney é lançar o serviço ainda em 2019.

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