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  • Filme

    Fábio Porchat e Gregório Duvivier reagem a atentado contra o Porta dos Fundos: “Não vão nos calar!”

    24 de dezembro de 2019 /

    Os comediantes Fábio Porchat e Gregório Duvivier, do grupo Porta dos Fundos, repudiaram o atentado a bomba à sede do Porta dos Fundos, no Rio de Janeiro, realizado durante a madrugada desta terça (24/12). Porchat expressou sua indignação no Twitter. “Não vão nos calar! Nunca! É preciso estar atento e forte”, escreveu na rede social, citando trecho da letra da canção “Divino Maravilhoso”, de Caetano Veloso. O post recebeu vários apoios de solidariedade. “Força para vocês! Não se deixem intimidar!”, escreveu um seguidor. “É esse o espírito de Natal? Que absurdo!”, comentou outro. “Ato terrorista em nome de Deus é a versão brasileira dos que chamam muçulmanos de terroristas”, ponderou mais um. Mas teve gente que incentivou a violência. “Vocês estão sentindo na pele uma pitadinha do que fazem com o nosso Presidente. Tem que ser caba macho para aguentar”, disse uma bolsonarista. “Pena que vocês mesmo, ao colocarem a bomba na sede para se fazerem de vítima, não se explodiram junto com ela. Vocês são um lixo, são o que há de mais podre na sociedade”, escreveu outro, com erros de português (corrigidos neste texto). A teoria de conspiração do auto-atentado, por sinal, espalhou-se rapidamente, feito robô. Em entrevista ao El País Brasil, Gregório ponderou que o atentado refletia justamente esta onda de ódio enfrentada pelo grupo. “É assustador. Eles não estão sós. É um ódio que tem sido pregado na mídia conservadora e no Congresso”, disse. A ação terrorista aconteceu após o grupo sofrer ataque virtual de militantes da extrema direita, condenações de políticos conservadores, pedidos de explicações do Congresso, campanha de boicote de líderes religiosos, repúdio da rede Record e até processo judicial por conta do “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”, da Netflix, que retratou Jesus Cristo como gay, além de fazer graça com um triângulo amoroso entre Maria, José e Deus. O ataque faz recordar o terrível atentado contra a revista francesa Charlie Hebdo, em 2015, quando outra controvérsia religiosa, a caricatura do profeta Maomé, foi usada como justificativa de terroristas para chacinar a equipe de humoristas da publicação. Vale lembrar ainda que o “Especial de Natal” anterior do Porta dos Fundos venceu o Emmy Internacional em novembro, como Melhor Comédia… do mundo. Além da polêmica envolvendo “A Primeira Tentação de Cristo”, Gregório Duvivier, intérprete de Jesus no especial, também foi atacado pela militância virtual após inquérito policial revelar que ele trocou mensagens com o hacker preso por invadir o Telegram de integrantes da Lava Jato, questionando “possíveis alvos” com a citação de nomes da rede Globo, do governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel e do juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no estado. Duvivier apresentou sua defesa e não foi indiciado.

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  • Etc

    Porta dos Fundos sofre atentado à bomba no Rio de Janeiro

    24 de dezembro de 2019 /

    O grupo humorístico Porta dos Fundos foi alvo de um atentado à bomba na madrugada desta terça-feira (24/12), véspera de Natal. O prédio em que fica a sede do grupo, no Rio de Janeiro, foi atingido por dois coquetéis molotov às 4 horas da madrugada. Em comunicado, a assessoria de imprensa do Porta dos Fundos disse que o incêndio foi controlado por um dos seguranças e que nenhum de seus integrantes estava no local no momento do ataque. “Na madrugada do dia 24 de dezembro, véspera de Natal, a sede do Porta dos Fundos foi vítima de um atentado. Foram atirados coquetéis molotov contra nosso edifício. Um dos seguranças conseguiu controlar o princípio de incêndio e não houve feridos apesar da ação ter colocado em risco várias vidas inocentes na empresa e na rua”, diz a nota. Os integrantes do grupo também afirmam que estão “confiantes que o país sobreviverá a essa tormenta de ódio e o amor prevalecerá junto com a liberdade de expressão”. As imagens do ataque, captadas pelas câmeras de segurança do prédio, já foram enviadas para a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, que deve conduzir uma investigação em busca dos responsáveis pelo crime. O caso foi registrado na 10ª DP, no bairro de Botafogo como crime de explosão. “A perícia foi realizada no local e a equipe do Esquadrão Antibombas arrecadou fragmentos dos artefatos para análise. Diligências estão em andamento para esclarecer o caso”, informou a Polícia Civil à imprensa. A ação terrorista aconteceu após o grupo sofrer ataque virtual de militantes da extrema direita, condenações de políticos conservadores, pedidos de explicações do Congresso, campanha de boicote de líderes religiosos, repúdio da rede Record e até processo judicial por conta do “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”, da Netflix, que retratou Jesus Cristo como gay, além de fazer graça com um triângulo amoroso entre Maria, José e Deus. O ataque faz recordar o terrível atentado contra a revista francesa Charlie Hebdo, em 2015, quando outra controvérsia religiosa, a caricatura do profeta Maomé, foi usada como justificativa de terroristas para chacinar a equipe de humoristas da publicação. Vale lembrar ainda que o “Especial de Natal” anterior do Porta dos Fundos venceu o Emmy Internacional em novembro, como Melhor Comédia… do mundo. Além da polêmica envolvendo “A Primeira Tentação de Cristo”, Gregório Duvivier, intérprete de Jesus no especial, também foi atacado pela militância virtual após inquérito policial revelar que ele trocou mensagens com o hacker preso por invadir o Telegram de integrantes da Lava Jato, questionando “possíveis alvos” com a citação de nomes da rede Globo, do governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel e do juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no estado. Duvivier apresentou sua defesa e não foi indiciado.

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  • Série

    Giri/Haji: Série criminal britânica com 100% no Rotten Tomatoes ganha trailer legendado

    23 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Giri/Haji”, produção britânica da BBC com astros japoneses, criada por Joe Barton (roteirista de “O Ritual” e “iBoy”). A prévia destaca o clima de tensão, choque cultural e os diversos elogios da crítica à atração. Não é marketing: a série tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, numa rara unanimidade da imprensa do Reino Unido. “Giri/Haji” se traduz como Dever/Vergonha. A trama gira em torno de Kenzo Mori (Takehiro Hira, de “Bushido: O Caminho do Guerreiro”), um detetive de Tóquio, que viaja para Londres em busca de seu irmão Yuto (Yōsuke Kubozuka, de “Silêncio”), acusado de matar brutalmente o sobrinho de um membro da Yakuza, ameaçando iniciar uma guerra entre gangues. Ao adentrar o território desconhecido de Londres para descobrir se seu irmão é culpado ou mesmo se está vivo, ele recebe ajuda da policial britânica Sarah Weitzmann (Kelly Macdonald, de “Boardwalk Empire”) e de Rodney Yamaguchi (Will Sharpe, de “Flowers”), um gigolô mestiço, e entra em contato com elementos perigosos do submundo criminoso de Londres. O elenco internacional ainda destaca Justin Long (“Amor à Distância”), Sophia Brown (“Marcella”), Charlie Creed-Miles (“Silent Witness”), Togo Igawa (“O Último Samurai”) e a estreante Aoi Okuyama. Com oito episódios, “Giri/Haji” estreou na TV britânica em outubro e vai chegar ao streaming da Netflix em 10 de janeiro.

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  • Filme

    Fernando Meirelles diz que Bolsonaro está destruindo o cinema brasileiro

    23 de dezembro de 2019 /

    O cineasta brasileiro Fernando Meirelles participou de uma mesa redonda da revista The Hollywood Reporter com diretores de filmes celebrados na temporada de premiações. Cotado por “Dois Papas”, ele debateu a arte cinematográfica e o estado do cinema atual com Martin Scorsese (“O Irlandês”), Greta Gerwig (“Adoráveis Mulheres”), Noah Baumbach (“História de um Casamento”), Todd Phillips (“Coringa”) e Lulu Wang (“The Farewell”) Em determinado momento, a conversa acabou chegando no “ambiente político reacionário” no Brasil sob a gestão do presidente Jair Bolsonaro. “Para o cinema brasileiro, é um momento duro. Ele [Bolsonaro] está destruindo tudo o que construímos”, lamentou o cineasta, citando que, nas últimas décadas, o país passou por um boom de produção cinematográfica. “Nos anos 1990, antes de filmarmos ‘Cidade de Deus’, estávamos fazendo nove filmes por ano; no ano passado, foram 150”, citou. “Agora, Bolsonaro está bloqueando tudo. Tem sido difícil”. O diretor, que já assinou diversos filmes em Hollywood, ainda disse que não tem planos de trocar o Brasil pelos EUA. “Eu tenho raízes muito profundas no meu país, e eu amo dirigir em português. Eu entendo inglês, mas não sinto, sabe? Se você diz ‘mango tree’ em inglês, para mim é só uma árvore. Em português, ‘mangueira’ tem outros significados afetivos para mim”, comentou. “Dois Papas”, que foi lançado pela Netflix na sexta-feira (20/12) passada, disputa quatro troféus no Globo de Ouro, inclusive Melhor Filme de Drama, e pode aparecer no Oscar 2020. Veja um trecho da mesa redonda, centrado em Meirelles, no vídeo abaixo.

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  • Etc

    Juíza refuta pedido de censura ao Especial de Natal Porta dos Fundos: Basta não ver

    22 de dezembro de 2019 /

    A 16ª Vara Cível do Rio de Janeiro negou pedido de liminar para tirar do ar o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”, disponível na Netflix. A ação foi movida pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura e aceita pelo Ministério Público do Rio. A promotora Barbara Salomão Spier enviou o despacho para a 16ª Vara Cível do Rio, defendendo a censura da produção. Segundo os autos, “Jesus é retratado como um homossexual pueril, Maria como uma adúltera desbocada e José como um idiota traído” no especial de Natal, o que seria um ataque à liberdade religiosa e a dignidade da pessoa humana. Em sua sustentação, a promotora ainda alegou que “fazer troça aos fundamentos da fé cristã, tão cara a grande parte da população brasileira, às vésperas de uma das principais datas do cristianismo, não se sustenta ao argumento da liberdade de expressão”. Ela afirmou que seu posicionamento não pode ser enquadrado como censura, mas de “evitar o abuso do direito de liberdade de expressão através do deboche, do escárnio”. Na decisão, a juíza Adriana Sucena Monteiro Jara Moura citou o artigo 5º da Constituição, que assegura a liberdade de expressão, e abordou o argumento de suposto “abuso desse direito” à luz da jurisprudência do STF (Supremo Tribunal Federal), “a quem compete interpretar e salvaguardar nossa Constituição, seus princípios e garantias”, ponderando ainda “os limites da liberdade de expressão em contraposição a outros direitos de igual hierarquia jurídica, como os da inviolabilidade da honra e da imagem”, que são previstos em lei. “Assim, no exercício do juízo de ponderação entre caros princípios, direitos constitucionais como os que se confrontam neste feito e na linha do entendimento jurisprudencial ao qual me filio,entendo que somente deva ser proibida a exibição, publicação ou circulação de conteúdo, em verdadeira censura, que possa caracterizar ilícito, incitando a violência, a discriminação, a violação de direitos humanos, em discurso de ódio”, escreveu a magistrada em sua decisão. “Ao assistir ao filme podemos achar que o mesmo não tem graça, que se vale de humor de mau gosto, utilizando-se de expressões grosseiras relacionadas a símbolos religiosos. O propósito de muitas cenas e termos chulos podem ser questionados e considerados desnecessários, mesmo dentro do contexto artístico criado com a paródia satírica religiosa. Contudo, há que se ressaltar que o juiz não é crítico de arte e, conforme já restou assente em nossa jurisprudência, não cabe ao Judiciário julgar a qualidade do humor, da sátira, posto que matéria estranha às suas atribuições”, avaliou a juíza. Adriana Sucena Monteiro Jara Moura ainda considerou a hipótese de ataque à liberdade religiosa, afirmando não ter constatado “a ocorrência de qualquer ilícito, nem mesmo o do tipo previsto no artigo 208 do Código Penal”, que prevê crimes contra o sentimento religioso. “Também não verifiquei violação aos Direitos Humanos, incitação ao ódio, à discriminação e ao racismo, sendo que o filme também não viola o direito de liberdade de crença, de forma a justificar a censura pretendida”, acrescentou. A juíza também citou que este foi o mesmo “entendimento do Juiz do Tribunal de Justiça de São Paulo, José Zoega Coelho, ao decidir caso análogo em referência ao ‘Especial de Natal’ do mesmo grupo humorístico, exibido em 23 de dezembro de 2013, determinando, em acolhimento ao parecer Ministerial, o arquivamento de Representação Criminal e que à época foi amplamente noticiado nas mídias”. Ela conclui dizendo que “o filme controverso está sendo disponibilizado para exibição na plataforma de streaming da ré Netflix, para os seus assinantes. Ou seja, não se trata de exibição em local público e de imagens que alcancem àqueles que não desejam ver o seu conteúdo. Não há exposição a seu conteúdo a não ser por opção daqueles que desejam vê-lo. Resta assim assegurada a plena liberdade de escolha de cada um de assistir ou não ao filme e mesmo de permanecer ou não como assinante”.

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  • Série

    Rick and Morty: 4ª temporada chegou na Netflix

    22 de dezembro de 2019 /

    A Netflix disponibilizou neste domingo (22/12) a primeira parte da 4ª temporada de “Rick and Morty”, uma semana após o último episódio ser exibido no Adult Swim, nos Estados Unidos. A informação foi compartilhada pelo Twitter oficial da plataforma. Veja abaixo, com um trailer legendado. O novo ano da animação tem 10 episódios, mas até o momento apenas os cinco primeiros foram liberados, com participação de Taika Waititi (“Jojo Rabbit”), Keegan-Michael Key (“Meu Nome É Dolemite”) e o bilionário Elon Musk. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade – também conhecida como cultura pop. A temporada anterior venceu o Emmy de Melhor Série Animada dos Estados Unidos. Está tudo normal, exceto talvez por cadeiras flutuantes, espaço e alguns poucos monstros. A temporada 4 de Rick and Morty está disponível. pic.twitter.com/oZ5qEq6LdF — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 22, 2019

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  • Série

    Loki: Tom Hiddleston informa que preparação da série já começou

    22 de dezembro de 2019 /

    Tom Hiddleston foi às redes sociais revelar que a série “Loki” iniciou sua pré-produção. O ator compartilhou uma foto em que aparece sentado numa mesa ao lado do “Time Loki”, a equipe criativa da atração. “Preparação começou oficialmente! Vejo vocês no ano novo”, ele escreveu na legenda. Entre as pessoas a seu redor na imagem, estão a diretora Kate Herron (da série “Sex Education”) e o produtor Kevin R. Wright (que trabalha nos filmes da Marvel desde 2016). “Loki” vai trazer Hiddleston de volta ao papel-título, como o vilão favorito dos filmes da Marvel, e até agora só confirmou mais uma atriz no elenco: Sophia Di Martino (do filme “Yesterday”). A série tem previsão de estreia para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus) e, segundo o presidente do estúdio, Kevin Feige, terá ligação com o próximo filme do “Doutor Estranho”. Ver essa foto no Instagram Team Loki. Prep has officially begun! See you in the New Year. @herronthatkate @kevinrwright #Loki Uma publicação compartilhada por Tom Hiddleston (@twhiddleston) em 21 de Dez, 2019 às 9:52 PST

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  • Série

    Ovos Verdes e Presunto é renovada para 2ª temporada

    22 de dezembro de 2019 /

    A Netflix renovou “Ovos Verdes e Presunto” (Green Eggs and Ham) para sua 2ª temporada. A série animada, que introduz o universo de Dr. Seuss na plataforma de streaming, foi lançada em novembro passado. “Ovos Verdes e Presunto” é um dos livros para “iniciantes” do famoso escritor infantil americano. O vocabulário do texto consiste de apenas 50 palavras e foi o resultado de uma aposta entre Theodor Seuss Geisel e seu editor, que duvidou que ele conseguisse escrever um livro com tanta restrição. A história original tem dois personagens e uma enorme obsessão. “Será que gostas de ovos verdes e presunto?”, é esta a pergunta que Sam – ou Sam-Eu-Sou – faz insistentemente ao amigo Guy, procurando levá-lo a provar algo novo que ele recusa por parecer uma combinação muito estranha. Até o ponto que se cansa de ouvir sempre a mesma pergunta, acompanhada por versos rimados, e topa provar o prato para calar o amigo. E é só isso. E também tudo isso: o quarto livro de capa dura mais vendido em inglês de todos os tempos. Na animação, o ator Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) faz a voz de Sam e Michael Douglas (“Homem-Formiga e a Vespa”) dubla Guy. Mas no Brasil é difícil saber disso, porque, além dos personagens serem dublados por vozes nacionais não identificadas, eles também tiveram os nomes mudados para João e Romeu! Diferente do livro, a série tem outros integrantes, e o elenco de vozes originais inclui Ilana Glazer (“A Noite É Delas”), Diane Keaton (“Do Jeito que Elas Querem”) e Keegan-Michael Key (“Predador”). A série foi criada pelo roteirista Jared Stern (de “The Lego Batman Movie”), tem produção da apresentadora Ellen DeGeneres e foi realizada pelo estúdio Warner Bros. Animation.

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  • Série

    Star Trek: Picard ganha novo trailer com cenas inéditas

    21 de dezembro de 2019 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um novo trailer de “Star Trek: Picard”, com cenas inéditas da série que continua as aventuras do antigo capitão de “Star Trek: A Nova Geração”, sucesso televisivo dos anos 1980. A série vai mostrar o que aconteceu com Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) desde que foi visto pela última vez, há quase duas décadas – no filme “Jornada Nas Estrelas: Nêmesis” (2002). Aposentado, ele é trazido de volta à ação por um pedido de ajuda de uma jovem em perigo (vivida por Isa Briones, de “Ladrões”), que chama sua atenção para uma grande ameaça. Sem contar com apoio ou consideração da Federação, Picard decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, para uma nova missão. Mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação, o que também permite aos fãs descobrir o destino dos demais personagens da “Nova Geração”. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, é formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe de produção destaca Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner, sob supervisão executiva de Alex Kurtzman, que conduz a saga espacial desde o filme “Star Trek” (2009) e é o chefão da franquia. Apesar de ser uma produção original da CBS All Access, “Star Trek: Picard” será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020 – um dia depois da estreia nos Estados Unidos. A um mês de sua estreia, a série já se encontra virtualmente renovada.

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  • Série

    The Witcher é destruído pela crítica americana: “Game of Thrones genérico”, “brega” e “chato”

    21 de dezembro de 2019 /

    No fim de semana marcado pelas críticas negativas à “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e cat-tastróficas para “Cats”, pouca gente destacou outro lançamento mal-avaliado, precedido de grande expectativa e campanha milionária de marketing, que também decepcionou com apenas 58% de avaliação no Rotten Tomatoes. Trata-se da série “The Witcher”, lançamento da Netflix, orçado em US$ 80 milhões (US$ 10 milhões por episódio), que blogueiros geeks vinham comparando a “Game of Thrones”, antes de assistir a qualquer episódio. A diferença entre os dois produtos, porém, provou-se abissal. A maioria dos 58% que aprovaram a produção pertencem exatamente ao grupo de geeks que gostaram sem ver. Mas na votação dos chamados “críticos Top”, divisão do Rotten Tomatoes que separa as tomatadas genéricas das tomatadas de grife, o fiasco foi incontornável. Apenas 33% dos jornalistas da grande imprensa gostaram da produção. Isto significa que decepção com a série foi maior que a causada pelo final da saga “Star Wars”, que teve 57% de aprovação geral e 48% entre os tops. A revista Entertainment Weekly utilizou até a impiedosa nota F, a pior de todas, reservada apenas para lixos completos. Chamando de “The Witcher” de “terrível” em seu título, a resenha (na verdade, um bate-papo) da publicação massacrou tudo na série, da peruca de Henry Cavill, protagonista da trama, ao excesso de nudez gratuita, sem esquecer explicações confusas que não fazem sentido, para concluir que “The Witcher” é “brega” e “chato”. A revista The Hollywood Reporter foi na mesma linha, ressaltando que “há muito papo furado” e “muitas cenas paradas e chatas”: “‘The Witcher’ tem a pretensão de ser uma trama fantasiosa ambiciosa, mas em vez disso se mostra uma exposição sem fim de nomes [de lugares e criaturas] estúpidos.” O jornal New York Times não perdoou e fez piada com as comparações entre a produção da Netflix e o drama consagrado da HBO, concluindo: “‘Game of Thrones’ agora tem a sua versão genérica”. Só que em vez da qualidade da produção recordista do Emmy, “The Witcher” parece mais “uma série sobrenatural do Syfy”, de aparência e tom trash. Detalhe: o Rotten Tomatoes considerou esta crítica entre as positivas. Para completar, a rede CNN acrescentou que “The Witcher” “é um aspirante muito fraco” ao posto de novo “Game of Thrones”. E ainda fuzilou: “Felizmente, aqueles que estão à procura de algo para assistir, seja na Netflix ou em plataformas rivais, tem em mãos um leque de opções [melhores]”. Empolgada pelo que ninguém tinha visto, a Netflix já encomendou a produção da 2ª temporada. E os responsáveis podem estar agora temendo por seus empregos.

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  • Filme

    Daniel Day-Lewis ligou para elogiar Adam Sandler após ver Jóias Brutas

    21 de dezembro de 2019 /

    Considerado um dos maiores atores do cinema, o britânico Daniel Day-Lewis (“Lincoln”) ligou para cumprimentar Adam Sandler por seu desempenho em “Joias Brutas” (Uncut Gems). A revelação foi feita por Sandler, que vem realmente recebendo muitos elogios por seu desempenho no filme dos irmãos Benny e Josh Safdie (“Bom Comportamento”). “Estava comprando tênis num dia desses e olho o telefone e é Daniel Day-Lewis. Ele começou a falar que ficou se segurando na cadeira da frente [no cinema] e o quanto ele adorou o filme e todo mundo que está nele. Foi a melhor ligação da história”, contou Sandler, durante participação no The Bill Simmons Podcast. Day-Lewis é o único intérprete que já venceu três Oscars de Melhor Ator – por “Meu Pé Esquerdo” (1989), “Sangue Negro” (2007) e “Lincoln” (2012). Há outros atores com três Oscars, mas essa contagem inclui troféus de Coadjuvante. Sandler, por sua vez, é mais conhecido por comédias de gosto duvidoso, que lhe renderam alguns Framboesas de Ouro, troféu considerado o anti-Oscar, que elege os piores do ano. Apesar disso, já tinha demonstrado capacidade dramática em um par de produções indies bem-avaliadas. Em “Joias Brutas”, ele interpreta Howard Ratner, um joalheiro judeu trambiqueiro de Nova York metido em apostas esportivas de alto risco, que podem lhe render o maior lucro ou a maior dívida de sua vida. Este papel já rendeu indicação ao Spirit Awards, considerado o “Oscar indie”, e cria expectativa em torno de seu nome para a premiação oficial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Produção indie do estúdio A24, “Joias Brutas” vai chegar ao Brasil em 31 de janeiro, diretamente no streaming da Netflix.

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  • Série

    The Midnight Gospel: Netflix anuncia série animada do criador de Hora de Aventura

    21 de dezembro de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção e divulgou as duas primeiras imagens da série animada “The Midnight Gospel”, nova criação de Pendleton Ward, responsável pelo aclamado desenho “Hora de Aventura”. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, na mesma Netflix. A série acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. Os trechos de entrevistas serão inspirados no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com participações de Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. Sem data de estreia definida, “The Midnight Gospel” deve chegar ao streaming em 2020.

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  • Série

    Veja uma cena completa da série animada de Velozes e Furiosos

    21 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou uma cena repleta de ação de “Velozes e Furiosos: Espiões do Asfalto” (Fast & Furious: Spy Racers), série animada derivada da franquia “Velozes e Furiosos”. A prévia mostra uma missão ousada de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (Vin Diesel). Na trama, ele é recrutado por uma agência federal para se infiltrar em uma liga profissional de corridas que serve como fachada para uma poderosa organização criminosa. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A estreia vai acontecer em 26 de dezembro.

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