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  • Reality,  TV

    Imprensa quase mata Zac Efron, que fatura publicidade gratuita para seu novo projeto

    29 de dezembro de 2019 /

    O ator Zac Efron conseguiu grande cobertura espontânea da mídia para o lançamento de seu reality show “Killing Zac Efron”. Segundo uma notícia do jornal The Sunday Telegraph, replicada em todo o mundo, o ator de 32 anos de idade teria contraído uma doença gravíssima, enquanto gravava a produção de sobrevivência, e precisou ser transportado de helicóptero para a cidade de Brisbane, na Austrália, para ser internado num hospital na véspera do Natal. Questão de “vida ou morte”, afirmaram vários programas de fofocas, jornais, revistas, sites, blogs e plataformas sociais. Desenvolvido para a ainda inédita plataforma Quibi, a produção de “Killing Zac Efron” acompanhava o ator numa aventura “real” na selva- em Papua-Nova Guiné. Para protagonizar a atração, o galã de “High School Musical” e “Baywatch” se comprometeu a ficar “longe de tudo” numa ilha remota e deserta por 21 dias, com nada além de equipamentos básicos e um guia. Foi neste contexto que teria caído doente, diagnosticado com “uma forma de infecção tifoide ou bacteriana semelhante”. Apesar da notícia bombástica, nada disso pôde ser verificado. Nenhum jornalista australiano conseguiu confirmar a internação do ator. Nenhum paparazzi registrou fotos de sua passagem pelo St Andrews War Memorial Hospital ou mesmo de sua alta. A única informação com fonte é uma declaração do Dr Glenn McKay, diretor do suposto resgate médico, que disse não poder discutir informação de pacientes, mas confirmou que um “americano de 30 anos anos foi levado de Papua-Nova Guiné para Brisbane para receber atenção médica”. Ninguém da equipe de Efron comenta o caso, o que só aumenta os comentários da mídia. Em suma, nada poderia ser melhor para a divulgação da série, que está guardando todos os detalhes para seus episódios. Apesar de estar à beira da morte e com uma doença letal, Efron apareceu de óculos escuros há alguns dias numa loja de shopping de Los Angeles – fotos de suas “compras” (mais para gifts) apareceram no Instagram há uma semana atrás, época em que supostamente estaria morrendo. “Killing Zac Efron” ainda não tem data de estreia prevista, mas a plataforma Quibi deverá ser lançada em abril nos Estados Unidos, focada no mercado de conteúdos curtos para celulares. Veja abaixo, as imagens de uma semana atrás de Zac Efron fazendo compras. Ver essa foto no Instagram Thank you Z for showing up at our friends and family shopping. Conor you are the man for the magic! 🙏🏻🤘🏻💥 Uma publicação compartilhada por Christoph Bertsch (@christophbertsch) em 21 de Dez, 2019 às 8:18 PST Ver essa foto no Instagram Look If you had One shot Or one opportunity To seize everything you ever wanted In one moment Would you capture it Or just let it slip? Vejo will capture it in 2020. Happy holidays to everybody. I❤️ my Vejo team. Uma publicação compartilhada por Christoph Bertsch (@christophbertsch) em 23 de Dez, 2019 às 11:35 PST

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  • Série

    Medical Police: Spin-off de Childrens Hospital ganha primeiro trailer

    27 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer de “Medical Police”, nova série de comédia da trupe de “Childrens Hospital”. A prévia apresenta a premissa do spin-off, que surge como uma mistura besteirol dos dois gêneros mais populares da TV aberta americana: séries médicas e policiais. Na trama, os protagonistas são médicos e policiais “ao mesmo tempo”, como ressalta o cartaz. Um detalhe curioso é que a trama se passa em São Paulo, no Brasil, onde os médicos de um hospital pediátrico descobrem um vírus que ameaça toda a civilização, sendo recrutados como agentes do governo para investigar e prender os culpados. Erinn Hayes e Rob Huebel estrelam a atração, retomando seus personagens de “Childrens Hospital”, respectivamente a Dra. Lola Spratt e o Dr. Owen Maestro. Quem viu a série original, pode lembrar que Owen era um ex-policial e Lola, por sua vez, ainda é… advogada! Outros integrantes da série clássica do Adult Swim também fazem participações especiais, como Ken Marino, Lake Bell e Rob Corddry, e o novo elenco inclui Sarayu Blue (“I Feel Bed”), Eric Nenninger (“Wet Hot American Summer”) e o veterano Fred Melamed (“Lady Dynamite”). Os produtores-criadores de “Medical Police” também são os mesmos de “Childrens Hospital” – Rob Corddry, Jonathan Stern e David Wain. E a estreia está marcada para 10 de janeiro em streaming.

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  • Série

    Star Wars: Diretor de Podres de Ricos quer fazer série de Rose Tico no Disney+

    27 de dezembro de 2019 /

    O cineasta Jon M. Chu, diretor de “G.I. Joe: Retaliação” (2013), “Truque de Mestre: O 2º Ato” (2016) e “Podres de Ricos” (2018), ofereceu-se para desenvolver uma série de Rose Tico, personagem de Kelly Marie Tran na nova trilogia “Star Wars”. Ele foi direto ao assunto num post curto publicado no Twitter: “Ok Disney+ (Disney Plus), me coloquem no comando. Vamos fazer essa série acontecer.” A mensagem também incluiu a hashtag #RoseTicoDeservedBetter (Rose Tico Merecia Mais), que os fãs de “Os Últimos Jedi” dispararam após o site Comic Book revelar que a personagem teve apenas 76 segundos de tela em “A Ascensão Skywalker” – filme de 2h20 de duração. Várias críticas de “A Ascensão Skywalker” também condenaram a decisão do diretor e roteirista J.J. Abrams de transformar Kelly Marie Tran em figurante, após a atriz sofrer bullying nas redes sociais de “fãs” contrariados com a escalação de mais uma mulher – e asiática, ainda por cima – na saga. Por este e outros motivos, o novo filme foi considerado “covarde” e um dos piores da franquia – com 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, só não é pior que “A Ameaça Fantasma” (53% em 1999). Jon M. Chu é um dos grandes defensores da representatividade asiática em Hollywood. O sucesso de “Podres de Ricos”, estrelado apenas por atores asiáticos e descendentes, provou seu ponto de vista e lhe deu maior visibilidade. Seu próximo filme vai abordar imigrantes de outra etnia – latinos em Nova York. Trata-se do musical “Em um Bairro de Nova York”, que tem estreia marcada para 25 de junho no Brasil. Mas Chu também está envolvido em duas continuações de “Podres de Rico” e na filmagem do drama dos meninos tailandeses que ficaram presos numa caverna em 2018. Ok @disneyplus . Put me in coach. Let’s make this series happen. #RoseTicoDeservedBetter @starwars — Jon M. Chu (@jonmchu) December 27, 2019

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  • Série

    The Mandalorian: Jon Favreau anuncia previsão de estreia da 2ª temporada

    27 de dezembro de 2019 /

    O diretor Jon Favreau (“O Rei Leão”) aproveitou o final da 1ª temporada de “The Mandalorian”, que foi ao ar nesta sexta (27/12) na plataforma Disney+ (Disney Plus), para anunciar a previsão de estreia do segundo ano da produção. No Twitter, o cineasta revelou que os próximos episódios chegam ao streaming no outono norte-americano, ou seja, entre setembro e novembro de 2020. Veja abaixo. A série é o maior sucesso da Disney+ (Disney Plus), lançada em novembro nos Estados Unidos e Canadá, graças à popularidade inesperada e viral de um de seus coadjuvantes: The Child (a criança), mais conhecido pelo nome dado pelos fãs, “Baby Yoda”. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” foi criada por Favreau, que curiosamente não dirigiu nenhum episódio, deixando a tarefa para Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard (que comandou “Han Solo: Uma História Star Wars”). Odisseia de um caçador de recompensas especial, a série combina perfeitamente tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, ao acompanhar o personagem do título, um nativo do planeta Mandalore – a terra natal de Boba Fett – , que se transforma em alvo dos colegas de profissão ao se recusar a cumprir uma missão contratada: entregar “Baby Yoda” para um representante decadente do antigo Império. O elenco destaca Pedro Pascal (“Narcos”) e seus dublês (entre eles, um neto de John Wayne) no papel-título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi, e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A expectativa é que a Disney+ (Disney Plus) chegue ao Brasil em 2020, provavelmente junto da 2ª temporada da série. Season 2 of #TheMandalorian coming Fall 2020 pic.twitter.com/8VQYLDMQ0V — Jon Favreau (@Jon_Favreau) December 27, 2019

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  • Série

    Lucas Grabeel volta a High School Musical em cena da nova série da Disney+ (Disney Plus)

    27 de dezembro de 2019 /

    O ator Lucas Grabeel voltou ao universo de “High School Musical”, numa participação especial no novo projeto da franquia, “High School Musical: The Musical: The Series”, série do Disney+ (Disney Plus). A aparição foi antecipada pela divulgação de um vídeo da atração, que mostra seu número musical na íntegra. Veja abaixo. O intérprete de Ryan Evans na trilogia original do Disney Channel aparece como ele mesmo, durante um sonho da professora de teatro (Kate Reinders) da high school da série, ajudando-a a ganhar confiança para produzir a nova adaptação do musical. Durante a participação, Lucas canta e lembra seu papel famoso, citando até “We’re All in This Together”, um dos hits do telefilme original de 2006. Depois de “High School Musical”, o ator viveu Connor Kent (o Superboy) em “Smallville” e estrelou “Switched at Birth”, que durou 5 temporadas e mais de 100 episódios. Atualmente, tem feito dublagens para vários desenhos animados – vivendo, por exemplo, Jiku em “Elena de Avalor” e Pinky Malinky na série homônima. “High School Musical: The Musical: The Series” faz parte do catálogo de novidades exclusivas do Disney+ (Disney Plus), serviço de streaming que só chega ao Brasil em 2020. A crítica norte-americana considerou sua mistura de nostalgia e metalinguagem bastante criativa, merecendo 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Série

    Ragnarok: Série de apocalipse nórdico ganha novo teaser legendado

    27 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou novos pôster e teaser legendado de “Ragnarok”, série norueguesa de temática apocalíptica, baseada na mitologia nórdica. A prévia sugere até o surgimento de um Thor diferente, em meio a muitos trovões, além de outros deuses poderosos. “Ragnarok” gira em torno de um grupo de jovens que começa a perceber sinais da chegada do apocalipse, por meio de mudanças climáticas e acontecimentos estranhos. Passada na pequena e fictícia cidade de Edda, a trama ainda envolve pessoas que não são o que dizem ser. Diz a sinopse: “Quando icebergs derretem em uma questão de dias, e o inverno é quente e seco, um grupo de adolescentes entra em pânico a medida que mudanças drásticas no clima começam a atingir o planeta inteiro. O grupo de amigos não tem dúvida: estes desastres naturais são sinais do apocalipse – ou Ragnarok, no idioma nórdico”. A série terá seis episódios e tem criação, roteiro e produção de Adam Price (criador de “Borgen”). A estreia está marcada para 31 de janeiro na Netflix.

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  • Série

    Minha Mãe É uma Peça vai virar série na plataforma Globoplay

    27 de dezembro de 2019 /

    Depois do teatro e do cinema, vem aí a série. Paulo Gustavo confirmou que “Minha Mãe É uma Peça – O Filme” vai virar “Minha Mãe É uma Peça – A Série”. E o projeto já prevê a produção de quatro temporadas, que começarão a ser gravadas em maio. O objetivo é gravar duas temporadas de 10 episódios em 2020 e fazer a estreia da atração por volta de setembro, na plataforma Globoplay. Com isso, “Minha Mãe É uma Peça” não deve ganhar um quarto filme e encerrar sua trajetória no cinema. Paulo Gustavo também vai gravar, em 2020, a 4ª temporada de “A Vila” para o Multishow. E essa agenda de produções também deve mantê-lo afastado do cinema no ano que vem.

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  • Etc,  Filme

    Dono de rede de cinemas diz que Netflix deu prejuízo para quem exibiu O Irlandês

    26 de dezembro de 2019 /

    O presidente-executivo da Cineworld, a segunda maior rede de cinemas do mundo, acusou a Netflix de dar prejuízo aos cinemas que exibiram “O Irlandês”, de Martin Scorsese. Em entrevista ao jornal Financial Times, Mooky Greidinger disse que o filme arrecadou bilheterias “insignificantes”, por ter seu lançamento em streaming programado para poucos dias depois da exibição cinematográfica. A produção da Netflix foi lançada nas salas de cinema dos EUA no dia 1º de novembro e chegou na plataforma em 27 de novembro. “’O Irlandês’ perdeu muita bilheteria. Um trabalho de Scorsese teria gerado boa renda nas salas de cinema”, declarou Greidinger, expondo o impasse entre os proprietários de cinemas e a Netflix. A acusação, porém, não se sustenta. Antes de “O Irlandês”, Scorsese lançou “Silêncio”, sem programação para streaming, que ficou em cartaz por dois meses nos EUA e Canadá, arrecadando apenas US$ 7,1 milhão no mercado doméstico. Foi um dos maiores fracassos de 2016. “Silêncio” tinha 2h41 e foi considerado muito longo pelos exibidores, que abreviaram sua temporada em cartaz. Já “O Irlandês” tem quase uma hora a mais – 3h29, ao todo. Considerando o resultado anterior, é difícil imaginar que “O Irlandês” estourasse as bilheterias. Além disso, ao custo de estimados US$ 159 milhões, devido aos efeitos de rejuvenescimento de seu elenco, dificilmente seria produzido por algum estúdio interessado em fazer dinheiro com a venda de seus ingressos. O motivo é simples. O maior sucesso comercial de Scorsese, o remake “Os Infiltrados” (2006), rendeu US$ 132,2 milhões na América do Norte – menos que o orçamento de seu novo filme. A maior bilheteria mundial do diretor também é incompatível com os gastos no longa de 2019. “O Lobo de Wall Street” (2013) fez US$ 389,8 milhões em todo o mundo, mas “O Irlandês” precisaria de pelo menos US$ 100 milhões a mais para bancar sua produção. Como se vê, há muita falácia nessa briga entre donos de cinema e Netflix, o que apenas dificulta a construção de uma alternativa de convivência – inevitável – entre os dois meios de exibição.

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  • Etc

    Frente Integralista Brasileira diz ser “contra terrorismo” e que está “todo mundo assustado” com atentado

    26 de dezembro de 2019 /

    Ao assumir em vídeo o atentado contra o Porta dos Fundos, o grupo terrorista autodenominado Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira, chamou atenção para um movimento que já tentou realizar um golpe de estado e até matar um presidente da República no Brasil. A Ação Integralista Brasileira, organização fascista e antissemita que atacou o Palácio da Guanabara para eliminar Getúlio Vargas em 1938, foi desmantelada durante o Estado Novo, mas seus integrantes migraram para novos partidos políticos e continuaram pregando suas ideias de extrema direita no Brasil. O grupo tentou voltar à ativa durante a ditadura militar. Mas a redemocratização impediu que sua mensagem divisiva de intolerância prosperasse, levando à fragmentação dos integralistas em vários grupelhos diferentes. Com as mudanças políticas mais recentes do país, o movimento voltou a assumir seu nome real e fazer aparições públicas com o uniforme militarizado das camisas verdes, inspirados nos camisas pretas do fascismo italiano, e restaurar sua saudação análoga ao cumprimento nazista – trocando o Heil Hitler por Anauê, pelo bem do Brasil, com o braço direito estendido ao alto. Seus símbolos também lembram o nazismo, ao fazer a substituição da suástica pela letra grega Sigma em suas bandeiras, distintivos e flâmulas, e a cor vermelha pela azul. Hoje, a Frente Integralista Brasileira (FIB) é uma organização legalmente constituída no país, resultante da união de diferentes agremiações integralistas existentes, que até 2005 eram autônomas. Segundo indica a página oficial da organização, a FIB foi fundada oficialmente em 22 de janeiro de 2005. Em comunicado oficial, a FIB afirmou não ter conexão com os terroristas. “O grupo em questão é desconhecido pelo FIB e não possuímos com ele qualquer relação”, diz a organização. “Não temos certeza sobre a autenticidade do vídeo e, por isso, não descartamos a possibilidade de ter sido um material forjado com o fim de incriminar os integralistas”, acrescenta a nota. Um dos líderes da FIB, o advogado Victor Emanuel Vilela Barbuy, diz contabilizar 8 mil adeptos do integralismo hoje no país, mas afirma que a atuação do movimento é restrita ao mundo virtual. Em entrevista ao jornal O Globo, Barbuy procurou se distanciar da ação radical do Comando terrorista. “O integralismo é contra o terrorismo. Só aceita algum nível de violência em situações extremas, como em legítima defesa, por exemplo. Cobrir o rosto também é algo que nunca fez parte da linha do integralismo. Plínio Salgado já deixava claro que toda nossa ação devia ser de peito aberto, sem máscaras. É até proibido pela FIB que se use o uniforme junto com máscara. Nós também, evidentemente, não concordamos com o vídeo do ‘Porta dos Fundos’. Mas não é este o caminho”. Barbuy, que está à frente da sede paulista do FIB, também contou que os integralistas cariocas ficaram assustados com as consequências do vídeo divulgado pelos terroristas. “Todo mundo assustado. E achando muito estranho, ninguém conhece esse pessoal, acha estranho terem conseguido o uniforme, isso não é fácil”, avaliou. Ele acredita que isso pode atrapalhar o movimento integralista, que vinha em ascendência desde a chegada de Bolsonaro ao poder. “O movimento tem crescido muito nos últimos anos. Primeiro, o próprio PRTB adotou o nosso lema, com nossa autorização, evidentemente, ‘Deus, pátria e família’. Agora o próprio Bolsonaro já pegou também o lema, com a proposta de ‘Aliança pelo Brasil’. Mas eles se consideram – acreditem – à direita de Bolsonaro, chamado a política econômica do governo de “muito liberal e a serviço dos grandes grupos econômicos internacionais” e a política externa “subserviente a certos interesses internacionais”. A Polícia Civil do Rio aparentemente não considera suspeita de envolvimento do grupo. Em entrevista coletiva realizada na manhã desta quinta (26/12), o delegado Marco Aurélio Ribeiro sugeriu que a nota da FIB já serve de prova ou depoimento sobre o caso. Ele afirmou: “O vídeo é verídico. Não se sabe se foi o grupo que fez. O grupo que se diz integralista diz que não é deles. Já negaram a autoria. Não se sabe se foram eles que colocaram o vídeo”, disse. Não há informações sobre depoimentos no inquérito, muito menos de quebra de sigilo telefônico da FIB. O caso corre em segredo de Justiça, então não está claro se essa linha de investigação foi realmente descartada, sem maior aprofundamento.

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  • Etc

    Vigilante quase morreu incendiado no atentado terrorista contra o Porta dos Fundos

    26 de dezembro de 2019 /

    Um vigilante que trabalhava na sede do grupo Porta dos Fundos quase foi atingido por um dos coquetéis molotov atirados contra a produtora na madrugada de terça-feira (24/12), véspera de Natal. Imagens reveladas das câmeras de segurança, que estão sendo analisadas pela Polícia Civil, mostram que o funcionário estava sentado em uma cadeira perto da porta quando foi surpreendido pelas labaredas da explosão. As chamas chegaram muito perto do corpo do rapaz, que controlou o fogo com um extintor. Graças à sua ação, o prédio não foi completamente incendiado. Imagens do ataque do lado de fora foram registradas por outras câmeras. Quatro homens foram flagrados chegando na sede da produtora no Humaitá, na Zona Sul do Rio, e lançando bombas incendiárias contra o prédio. Logo após, eles deixaram o local em uma moto e um carro. Posteriormente, o suposto grupo divulgou um vídeo em redes sociais, alegando motivação religiosa e ideológica para o ataque, assumindo, assim, a autoria do primeiro atentado terrorista no Brasil desde o fim da ditadura militar. No vídeo, três integrantes – o quarto poderia estar atrás da câmera – aparecem mascarados e uniformizados, em frente às bandeiras da Ação Integralista e do Brasil Império, apresentando-se como o Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira. Num manifesto lido com distorção de voz, o grupo fala em revolução armada. Eles afirmam que cometeram o atentado para “justiçar os anseios de todo povo brasileiro contra a atitude blasfema, burguesa e antipatriótica que o grupo de militantes marxistas Porta dos Fundos tomou quando produziu o Especial de Natal a mando da mega corporação bilionária Netflix”. O texto segue, afirmando que “quando a Revolução Integralista vier, todos estarão condenados ao justiçamento revolucionário. Nós integralistas não renegaremos nosso papel histórico e nos incumbiremos de ser a Espada de Deus”. A ação se enquadra de cabo (“usar ou ameaçar usar, transportar, guardar, portar ou trazer consigo explosivos, gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos, químicos, nucleares ou outros meios capazes de causar danos ou promover destruição em massa”) a rabo (“por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião… com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública”) na Lei Antiterrorismo, sancionada em 2016 pela então presidente Dilma Rousseff, de forma tão clara que poderia até ser tema de redação do Enem. Entretanto, o secretário Marcus Vinícius Braga e outras autoridades da Polícia Civil se recusaram, em declarações dadas na manhã desta quinta (26/12), a fazer o enquadramento. “Terrorismo não é hipótese investigada”. O crime investigado, explosão sem o uso de dinamite ou explosivos análogos, tem pena relativamente branda, de 1 a 4 anos de prisão, além de multa. O agravante seria considerar também tentativa de homicídio, o que depende de uma série de fatores, apesar das imagens recolhidas nas câmeras de segurança mostrarem claramente que o ato colocou em risco a vida de um vigilante que trabalhava no local.

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  • Etc

    Ataque ao Porta dos Fundos é terrorismo na definição da lei, mas polícia carioca diz que não

    26 de dezembro de 2019 /

    A Polícia Civil do Rio não quer aplicar a Lei de Antiterrorismo na investigação do atentado à bomba contra o grupo Porta dos Fundos. Em entrevista à imprensa, o secretário estadual de Polícia Civil, Marcus Vinícius Braga, afirmou que o caso não será classificado como terrorismo e o delegado responsável pela investigação investiga crimes de explosão e tentativa de homicídio. A Lei Antiterrorismo, sancionada em 2016 pela então presidente Dilma Rousseff, diz que “o terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos neste artigo, por razões de xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública”. Num dos parágrafos que caracterizam os atos de terrorismo, está listado: “usar ou ameaçar usar, transportar, guardar, portar ou trazer consigo explosivos, gases tóxicos, venenos, conteúdos biológicos, químicos, nucleares ou outros meios capazes de causar danos ou promover destruição em massa”. É literalmente o caso do ataque explosivo à sede do grupo humorístico, justificado em nome de “Nosso Senhor Jesus Cristo” por três homens brancos encapuçados num vídeo ameaçador. Entre os crimes previstos na lei Antiterrorismo ainda estão “atentar contra a vida ou a integridade física de pessoa”, que rende pena de 12 a 30 anos de prisão, e “Promover, constituir, integrar ou prestar auxílio, pessoalmente ou por interposta pessoa, a organização terrorista”, com 5 a 8 anos de reclusão. No vídeo divulgado pelos criminosos, há até manifesto pela revolução armada: “quando a Revolução Integralista vier, todos estarão condenados ao justiçamento revolucionário. Nós integralistas não renegaremos nosso papel histórico e nos incumbiremos de ser a Espada de Deus”. Entretanto, o secretário Marcus Vinícius Braga e outras autoridades da Polícia Civil se recusaram, em declarações dadas na manhã desta quinta (26/12), a fazer o enquadramento. “Terrorismo não é hipótese investigada”. O crime investigado, explosão sem o uso de dinamite ou explosivos análogos, tem pena de 1 a 4 anos de prisão, além de multa. O agravante seria considerar também tentativa de homicídio, o que depende de uma série de fatores. Segundo o delegado Fábio Barucke, subsecretário Operacional da Polícia Civil, as imagens recolhidas em câmeras de segurança mostram claramente que o ato colocou em risco a vida de um vigilante que trabalhava no local. Outro detalhe curioso da entrevista desta quinta foi o questionamento da legitimidade do grupo terrorista auto-identificado como Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira, que assumiu a autoria do atentado, também literalmente, em vídeo que circula no YouTube e nas redes sociais. Apesar de confirmar que as imagens do vídeo que registram o ataque são verídicas, a polícia coloca a autoria em dúvida. O delegado Marco Aurélio Ribeiro afirmou: “O vídeo é verídico. Não se sabe se foi o grupo que fez. O grupo que se diz integralista diz que não é deles. Já negaram a autoria. Não se sabe se foram eles que colocaram o vídeo”, disse. (A posição da Frente Integralista Brasileira pode ser conferida aqui) O ator João Vicente, presente à entrevista coletiva, também fez um rápido pronunciamento como representante do Porta dos Fundos. Acompanhado por um advogado, ele classificou o caso como um “atentado à liberdade de expressão”. “Acho que a gente não está falando aqui sobre o Porta dos Fundos, mas sobre a liberdade de expressão. Estamos falando de um ato violento que a gente não vai permitir. O Rio não precisa de mais violência. Não precisa de mais grupos violentos. Precisa cortar esse mal pela raiz. O que aconteceu foi um atentado à liberdade de expressão” Segundo definição da ONU, ataques terroristas também são atentados à liberdade de expressão. Em sua Declaração sobre Medidas para Eliminar o Terrorismo Internacional, a ONU descreve terrorismo como “atos criminosos pretendidos ou calculados para provocar um estado de terror no público em geral, num grupo de pessoas ou em indivíduos para fins políticos são injustificáveis em qualquer circunstância, independentemente das considerações de ordem política, filosófica, ideológica, racial, étnica, religiosa ou de qualquer outra natureza que possam ser invocadas para justificá-los.”

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    Grupo terrorista de direita assume atentado contra o Porta dos Fundos

    26 de dezembro de 2019 /

    Um grupo terrorista de direita, denominado Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira, assumiu a autoria do atentado à bomba contra a sede do Porta dos Fundos, que aconteceu na véspera do Natal no Rio. O grupo de três homens brancos encapuzados gravou um vídeo ameaçador, que começou a circular em nichos católicos e conservadores no dia de Natal. O material pode ser encontrado no YouTube quando se pesquisa pelo nome do grupo, mas não deve demorar a ser derrubado, já que afronta as regras do portal – e da civilização, de um modo geral. O vídeo já estaria sob investigação pela Polícia Civil do Rio, porque, além da confissão, traz imagens dos três encapuzados atirando coquetéis molotov na fachada do prédio em que funciona a produção do Porta dos Fundos. As cenas teriam sido comparadas às imagens das câmeras de segurança da produtora e da vizinhança, atestando sua autenticidade. Durante o vídeo, uma voz distorcida lê um manifesto, dizendo: “Nós, do Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira, reivindicamos a ação direta revolucionária que buscou justiçar os anseios de todo o povo brasileiro contra a atitude blasfema, burguesa e antipatriótica que o grupo de militantes marxistas culturais Porta dos Fundos tomou quando produziu o seu Especial de Natal…”. O texto de tom terrorista cita várias palavras-chaves da extrema direita brasileira, além de assumir caráter de defesa religiosa, com muitas citações a “Nosso Senhor Jesus Cristo”. Nesta parte, as declarações aproximam a violência brasileira da ação terrorista que resultou no massacre de humoristas da revista francesa Charlie Hebdo, realizado por militantes islâmicos, também em nome da defesa da sua fé, em 2015. O vídeo ainda destaca a bandeira do Brasil Império e outra com a letra grega sigma, que identificava a Ação Integralista Brasileira, organização fascista e antissemita que tentou realizar um Golpe de Estado em 1938, atacando o Palácio da Guanabara, então sede do governo federal, para tentar matar o presidente Getúlio Vargas. Na ocasião, um integrante da família real brasileira participou do atentado. O ataque ao Porta dos Fundos não foi o primeiro atentado realizado pelos terroristas atuais. O mesmo grupo já assumiu atentado à UniRio e à Universidade Federal Fluminense (FF), queimando bandeiras antifascistas nos campus. O Brasil não tinha terroristas desde a ditadura militar, mas discursos de ódio e intolerância que inspiram esse tipo de ação vêm tomando a mídia e as redes sociais de forma crescente, alimentados por pessoas que deveriam ter maior responsabilidade. Muitos dos argumentos usados pelos criminosos para justificar seus atos violentos encontram respaldo em falas e atitudes de políticos e religiosos brasileiros. É possível identificar traços comuns entre o manifesto dos novos integralistas e os diversos ataques sofridos pelo Porta dos Fundos desde o lançamento do Especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, na Netflix, que retratou Jesus Cristo como gay. E também com outros ataques à Cultura, vindos de diversos representantes do governo federal. Desde o início do ano, várias manifestações contra a classe artística têm sido feitas por representes da extrema direita nacional. A tendência se intensificou na última semana, devido ao Especial de Natal. Políticos conservadores até convocaram a Netflix para dar explicações ao Congresso sobre o programa. Líderes religiosos lançaram campanha de boicote à plataforma. “Reportagens” jornalísticas enfurecidas foram ao ar na rede Record, que é propriedade do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal. E uma entidade religiosa chegou a dar entrada num processo judicial, que encontrou respaldo numa promotora carioca disposta a enquadrar o Porta dos Fundos por “abuso da liberdade de expressão” e restabelecer a censura no país. O ataque com bombas é resultado desse acúmulo de ataques de outras espécies e revela a verdadeira extensão da intolerância no país, alimentada por discursos de ódio em todos os escalões da República e também de figuras religiosas, distorcendo os ensinamentos cristãos até culminar nesse presente de violência de Natal, em nome de “Nosso Senhor Jesus Cristo”. Quando Fernanda Montenegro posou em setembro para uma revista como vítima de caça às bruxas, amarrada a uma fogueira, para expressar a situação da arte no país sob o governo de Jair Bolsonaro, recebeu xingamentos virulentos do atual secretário da Cultura. A cada dia que passa, a imagem se mostra mais atual, uma verdadeira definição desses tempos, em que fanáticos religiosos usam fogo e violência para conduzir uma cruzada fundamentalista contra a arte e o entretenimento modernos. “Trata-se de uma guerra irrevogável”, conclamou Fernando Alvin em seu próprio manifesto no Facebook, quando atacou Fernanda e a classe artística por estar “deturpando os valores mais nobres de nossa civilização, propagando suas nefastas agendas progressistas, denegrindo nossa sagrada herança judaico-cristã, bom – com essa corja. Não há dialogo possível”. Um discurso, de fato, inspirador. A trocar o diálogo por coquetéis molotov. A propósito, se satirizar Jesus Cristo não fosse arte com valores nobres, o Especial de Natal do Porta dos Fundos do ano passado, “Se Beber, Não Ceie”, que transformou a Santa Ceia em piada, não teria vencido em novembro o prêmio Emmy Internacional de Melhor Comédia… do mundo.

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  • Série

    Falcão e o Soldado Invernal: Paparazzi flagram bastidores de cena de ação da série inédita

    24 de dezembro de 2019 /

    A primeira cena de ação da série “Falcão e o Soldado Invernal”, da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), foi conhecida durante gravações ao ar livre nas ruas de Atlanta, nos Estados Unidos. Os paparazzi do site Just Jared fotografaram os astros Sebastian Stan (Bucky Barnes) e Anthony Mackie (Sam Wilson) na noite de segunda (23/12), em meio a correrias e lutas, e também registraram as presenças de Daniel Bruhl (Barão Zemo) e Emily VanCamp (Sharon Carter). Continuação direta do filme “Vingadores: Ultimato”, a série vai girar em torno do legado do Capitão América. Segundo o chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, a decisão de Steve Rogers de entregar seu escudo para o Falcão no final de “Vingadores: Ultimato” movimenta a trama. “A série inteira é sobre isso, sobre o Capitão entregando o escudo para Sam Wilson no final daquele filme”, explicou Feige, durante CCXP 2019. “E a questão é: o que ele [Sam] faz em seguida? É uma grande responsabilidade”. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, vai incluir um novo personagem na disputa do legado do Capitão América. Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, viverá John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A série também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A previsão de lançamento na Disney+ (Disney Plus) é para o segundo semestre de 2020.

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