Aggretsuko enfrenta problemas financeiros no trailer da 3ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da 3ª temporada de “Aggretsuko”, série animada sobre uma simpática panda vermelha que é estagiária de contabilidade durante o dia, mas à noite se transforma numa estrela de karaokê, soltando vômito pelas entranhas como cantora endemoniada de death metal. Na nova temporada, ela finalmente recebe uma promoção, mas percebe que na verdade o que aumentou foi seu trabalho, enquanto se vê cada vez mais endividada. “Aggretsuko” foi concebida pela empresa Sanrio, especializada em produtos voltados para a subcultura kawaii (fofa), como representação de uma parcela da população japonesa que sofre com o excesso de trabalho. Para quem não sabe o que é kawaii, basta mencionar que Hello Kitty é seu maior representante. Por sinal, a criadora da personagem, conhecida apenas como Yeti, descreveu Aggretsuko para a rede CNN justamente como a “irmã metaleira, cervejeira e raivosa da Hello Kitty”. A 3ª temporada estreia em 27 de agosto em streaming.
The Boys ganha mais de 40 fotos e cena inédita da 2ª temporada
A Amazon liberou dezenas de imagens, entre fotos dos episódios e retratos dos personagens, e uma nova cena da 2ª temporada de “The Boys”. O vídeo é sequência imediata de outra cena já liberada (que pode ser conferida aqui) e traz Starlight/Estelar (Erin Moriarty) confrontando Deep/Profundo (Chace Crawford) sobre o assédio do primeiro ano da série. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), os Boys são um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. A série é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – , enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis malvados. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid, e Aya Cash (“You’re the Worst”) será uma nova superpoderosa na 2ª temporada. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. A 2ª temporada tem estreia marcada para 4 de setembro na Amazon Prime Video – e a série já está renovada para seu terceiro ano de produção.
Revival de Animaniacs ganha data de estreia
A volta de “Animaniacs” já tem data. A cultuada série animada dos anos 1990 vai ganhar capítulos inéditos na plataforma Hulu a partir de 20 novembro, data que marca 22 anos da exibição de seu último episódio original. A estreia vai acontecer dois anos depois que a Hulu anunciou a produção de duas novas temporadas da atração. Além dos irmãos Warner, a série também resgatará dois outros personagens favoritos da animação, Pinky e o Cérebro. Cada temporada terá 13 episódios. Quem também vai retornar à produção é o cineasta Steven Spielberg, representando a produtora Amblin. Ele será produtor executivo ao lado de Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. O desenho original era uma parceria de Amblin e WB. Inspirada nas animações históricas e histéricas da Warner, “Animaniacs” girava em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas de clássicos animados, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moravam na famosa torre d’água do estúdio Warner Bros. Enquanto espera pelos novos episódios, a Hulu disponibilizou todas as cinco temporadas da série original, além do spin-off de Pink e o Cérebro.
Zoë Kravitz alfineta Hulu por cancelamento de High Fidelity
Zoë Kravitz destilou veneno ao comentar ao cancelamento de sua série “High Fidelity” no serviço de streaming Hulu. Ela alfinetou a plataforma ao responder a um comentário da colega Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), que lamentou a decisão, dizendo que sentiria falta da série. “Está tudo bem. Pelo menos a Hulu tem várias outras séries estreladas por mulheres negras que podemos assistir. Não, espere…”, ironizou Kravitz. Ou, como dizem os novinhos, jogou um shade forte. A interação aconteceu em um post no qual a atriz se despedia da equipe e elenco de “High Fidelity”. “Obrigada a todos que colocaram o seu coração nesta série, estou impressionada com todos vocês. E obrigada a todo mundo que assistiu, amou e nos apoiou”, ela escreveu. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Na série, ela vivia Rob, personagem que era homem e branco no livro de Nick Hornby, assim como no filme de Stephen Frears – ambos lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Rob é uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. Mas mesmo com várias mudanças, o que menos se podia questionar era a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! Ver essa foto no Instagram i wanna give a shout out to my #highfidelity family. thank you for all the love and heart you put into this show. i'm in awe of all of you. and thank you to everyone who watched, loved and supported us. ✌🏽 #breakupssuck Uma publicação compartilhada por Zoë Kravitz (@zoeisabellakravitz) em 5 de Ago, 2020 às 7:25 PDT
Jason Bateman desenvolve mais dois filmes com roteirista de A Noite do Jogo
O ator Jason Bateman e o roteirista Mark Perez vão voltar a juntar forças após o sucesso de “A Noite do Jogo” (2018), uma das melhores comédias recentes de Hollywood. Eles estão desenvolvendo nada menos que dois filmes juntos. Em ambos os casos, Perez é o roteirista e Batman serve como produtor e diretor. Um dos projetos já tinha vindo à tona há alguns meses. Ainda sem título, o longa é uma aventura sobrenatural sobre uma família que fica presa em um antigo estúdio de cinema abandonado. Os sets ganham vida e os membros da família se vêem presos em vários filmes. A produção será lançada pela Netflix com John Cena (“Bumblebee”) no papel principal. O outro é a adaptação de “Superworld”, audio book recém-lançado de Gus Krieger, que vai virar comédia da Warner. A ação acontece em 2038, época em que todos tem superpoderes, exceto por um homem chamado Ignatius Lohman. Ele tem um emprego de colarinho branco, enquanto seu pai é uma das pessoas mais poderosas do planeta e líder da organização de defesa Peerless. Mas Lohman terá sua chance de demonstrar sua capacidade quando for forçado a enfrentar um soberano corporativo cujo poder é neutralizar qualquer um com superpoderes. A história foi descrita pelo site The Hollywood Reporter como tendo o tom de “Os Incríveis”. Após vencer um Emmy no ano passado como diretor da série “Ozark”, que ele também estrela, Bateman resolveu dar mais atenção ao trabalho atrás das câmeras. Além das produções citadas, ele desenvolve outros dois projetos em gêneros diferentes: o terror “Shut In” e o filme de assalto “Here Comes the Flood”. Nenhum dos filmes que serão dirigidos por Bateman tem previsão de estreia, devido à pandemia de coronavírus.
Selena Gomez vai se juntar a Steve Martin e Martin Short numa série de comédia
A cantora Selena Gomez vai contracenar com dois veteranos da comédia em seu próximo projeto como atriz. A popstar será a protagonista feminina de “Only Murders in the Building”, série de comédia da plataforma Hulu, que também contará com a dupla Steve Martin e Martin Short. Criada por Steve Martin e John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a produção acompanha três pessoas (Martin, Short e Gomez) obcecadas por documentários criminais que, sem querer, se veem em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Os três astros vão dividir a produção da série com o roteirista e com o produtor Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016) e “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”.
Seis séries da Netflix e Globoplay garantem melhores maratonas do fim de semana
A Netflix e a Globoplay são responsáveis pelas melhores séries para maratonar em streaming neste fim de semana. Cada plataforma trouxe três novidades, que tendem a agradar aos fãs de aventuras, dramas criminais, sci-fis e suspenses. Curiosamente, a Netflix produziu a única atração nacional da lista – que também é a única série documental na seleção da semana. E ainda disponibilizou outra série, espanhola, estrelada por um astro de novelas brasileiras. Já a Globoplay foi ao mercado internacional e saiu-se melhor, comparativamente, com uma seleção de títulos de primeira classe. Não são refugos ou séries antigas, como parte de seu acervo, mas lançamentos recentes de alta qualidade. Deu até para tripudiar com a inclusão de uma produção espanhola estrelada por Álvaro Morte, o Professor de “La Casa de Papel” Confira abaixo a lista dos melhores lançamentos de séries em streaming na semana. Alto Mar | Espanha | 3ª temporada Criado por Ramón Campos e Gema R. Neira (de “As Telefonistas”, um dos primeiros sucessos espanhóis da Netflix), o suspense marítimo de época começou com a investigação de mortes misteriosas numa viagem de navio entre a Espanha e o Brasil nos anos 1940. A 3ª temporada introduz novo mistério e o brasileiro Marco Pigossi (da novela “A Força do Querer”) no elenco central. Falando espanhol, ele se diz agente do serviço britânico e tenta convencer as irmãs protagonistas Eva (Ivana Baquero, de “The Shannara Chronicles”) e Carolina Villanueva (Alejandra Onieva, de “Novatos”) a ajudá-lo a encontrar um homem a bordo do navio, que carrega um vírus mortal capaz de “exterminar milhares de inocentes”. Disponível na Netflix. The Rain | Dinamarca | 3ª temporada A primeira série dinamarquesa da Netflix chega ao final com o conflito entre os irmãos que começaram a trama protegidos num bunker contra um vírus mortal, transmitido pela chuva. O tema acabou se tornando bastante atual, devido ao coronavírus, mas um detalhe já tinha feito muitos assinantes desistirem da série em seu segundo ano. Os roteiristas esqueceram que o título é “The Rain” e abandonaram a premissa do contágio por chuva na 2ª temporada, provocando uma estiagem que se estendeu ao terceiro ano. Em vez da luta contra a natureza, a trama virou um conflito contra supervilões, em que o super-infectado Rasmus (Lucas Lynggaard Tønnesen, de “Departamento Q”) adquire a capacidade de espalhar o vírus e transformar pessoas em portadores da epidemia, criando ameaças mortais à vida no planeta. Disponível na Netflix. Mundo Mistério | Brasil | 1ª temporada Série documental apresentada pelo YouTuber Felipe Castanhari, que usa experimentos científicos, animação e efeitos especiais para explicar diferentes fenômenos científicos – e sobrenaturais… Lembra algumas pautas das revistas Mundo Estranho/Superinteressante combinadas com “O Mundo de Beakman”. A 1ª temporada investiga o Triângulo das Bermudas, o apocalipse zumbi e o aquecimento global, entre outros mistérios. Disponível na Netflix. The Head: Mistério na Antártida | Espanha | 1ª temporada Criada pelos irmãos espanhóis Àlex e David Pastor, responsáveis pelos filmes apocalípticos “Vírus” (2009) e “Os Últimos Dias” (2013), este suspense antártico tem o clima tenso de “O Enigma de Outro Mundo” (The Thing) e da série “The Terror”. Após uma estação científica parar de responder tentativas de contato, uma expedição de resgate internacional chega ao local para verificar o que aconteceu. Lá, encontra metade dos cientistas mortos, outros desaparecidos e uma sobrevivente tão traumatizada que é incapaz de descrever o que aconteceu. O elenco destaca alguns nomes conhecidos, como Álvaro Morte (o Professor de “La Casa de Papel”) e Richard Sammel (Eichorst em “The Strain”). Disponível na Globoplay. Get Shorty: A Máfia do Cinema | EUA | 1ª, 2ª e 3ª temporadas Verdadeiro tesouro que a Globoplay garimpou para enfrentar a concorrência da Netflix, “Get Shorty” só não é mais conhecida por passar no Epix, um canal novo e ainda pouco visto dos EUA. Trata-se de uma adaptação do best-seller de mesmo nome do escritor Elmore Leonard, que também deu origem ao filme “O Nome do Jogo”. Mas não se trata de uma transposição literal e sim de uma extrapolação, ao estilo de “Fargo”. Na trama, Chris O’Dowd (“A Grande Jogada”) vive Miles Daly, um matador da máfia que, durante um “trabalho”, acaba eliminando um roteirista de cinema e, com um roteiro inédito respingado de sangue, resolve se aventurar por Hollywood. Seu plano é mudar de vida para proteger sua filha, mas suas táticas são as mesmas de sempre, usando dinheiro sujo e extorsão para produzir seu filme, com auxílio de um produtor decadente de longas de baixa qualidade, vivido por Ray Romano (“Everybody Loves Raymond”). Os papéis são similares, mas não iguais, ao vividos por John Travolta e Gene Hackman no filme de 1995. Disponível na Globoplay. Il Cacciatore – O Caçador | Itália | 1ª e 2ª temporadas Inspirado em fatos reais, a série criminal acompanha a caçada à máfia, promovida pelo jovem e ambicioso promotor Saverio Barone, “O Caçador” do título, que vai atrás de chefões e matadores foragidos após os massacres sangrentos do verão de 1993, quando explodiu a guerra entre as famílias pelo controle da organização criminosa. O personagem é baseado no magistrado Alfonso Sabella, que participou do esforço judiciário anti-máfia do início dos anos 1990. Ele prendeu os principais mafiosos da Itália e tornou pública uma quantidade enorme de histórias de crimes e violências. O intérprete principal da série, Francesco Montanari, foi premiado como Melhor Ator no Festival Canneseries, versão para séries do Festival de Cannes. Disponível na Globoplay.
Selena Gomez aprende a cozinhar em trailer divertido de série de streaming
A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer do programa culinário de Selena Gomez. Ao contrário dos programas típicos do gênero, em que celebridades ensinam receitas e truques culinários, “Selena + Chef” mostra a cantora e atriz aprendendo a cozinhar. Na prévia, ela confessa que, embora adore comer, não é a melhor cozinheira do mundo. E para aprender decidiu contar com a ajuda de grandes nomes da gastronomia, via participação remota com dicas importantes que ela tenta seguir, nem sempre com o melhor resultado. De fato, se o programa fosse um reality de competição, seria bem curto, devido a eliminação precoce da candidata desastrada, capaz de incendiar a própria refeição e passar mal ao cortar um polvo. Claro que esses detalhes é que tornam a atração diferente e divertida. A sinopse é a seguinte: “Enquanto pratica o isolamento social em casa, Selena tem passado mais tempo na cozinha do imaginava. Mas, apesar de possuir muitos talentos, ainda precisa descobrir se a habilidade culinária é um deles. Em cada episódio deste autêntico passo a passo, Selena terá a companhia remota de um chef diferente. Juntos, eles vão explorar todas as variedades de cozinha, compartilhar dicas e truques valiosos e lidar com todo tipo de coisa, desde fumaça saindo do forno até falta de ingredientes. Cada episódio dará destaque a uma organização de caridade envolvida com alimentação, enquanto essa série casual, divertida e informativa abraçará tanto a dificuldade quanto a alegria de se aprender a cozinhar – enquanto convida o público a fazer o mesmo em casa”. Com 10 episódios, “Selena + Chef” chega no streaming da WarnerMedia em 13 de agosto, nos Estados Unidos. Por enquanto, não há previsão para o lançamento da plataforma no Brasil.
Terror do autor de Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças ganha trailer legendado
A Netflix divulgou três fotos, o pôster e o trailer legendado de “Eu Estou Pensando em Acabar com Tudo”, novo filme de Charlie Kaufman (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”). A prévia lembra as situações surreais das obras do cineasta, mas desta vez é baseada num romance, escrito por Iain Reid – já disponível no Brasil. A trama explora a fragilidade da mente e os limites da solidão ao contar a história da namorada de Jake, que o acompanha em uma viagem para o interior para conhecer seus pais. Durante o trajeto, ela pensa em terminar a relação, mas ao chegar em seu destino começa a achar tudo muito estranho e a perceber que talvez seja tarde demais. O trailer evoca um clima de delírio e terror a partir deste momento. O elenco destaca Jessie Buckley (“Judy: Muito Além do Arco-Íris”) como a namorada, que não tem nome na história, Jesse Plemons (“O Irlandês”) como Jake, e David Thewlis (“Mulher-Maravilha”) e Toni Collette (“Hereditário”) como os pais bizarros de Jake. A estreia está marcada para 4 de setembro em streaming.
High Fidelity: Série com Zoë Kravitz é cancelada na 1ª temporada
A plataforma Hulu cancelou “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. A plataforma não divulga audiência, mas a 1ª temporada rendeu muitas críticas positivas, atingindo 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Segundo o site Deadline, a decisão não foi fácil e veio após longas deliberações. Além de ter sido bem recebida pelos críticos, a série era encabeçada por uma grande estrela com muitos seguidores e contava com apoio interno na Hulu, mas isso acabou não sendo suficiente para a renovação. “High Fidelity” foi uma das duas séries baseadas em filmes lançados na Hulu neste ano, depois de terem sido originalmente desenvolvidas para a Disney+ (Disney Plus). A outra é “Love, Victor”. No caso de “High Fidelity”, a produção mudou de plataforma devido ao contexto adulto, com diversas situações sexuais e uma protagonista que se revela bissexual. Estrelada por Zoë Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a versão da série para a trama de “Alta Fidelidade” trocava não só sexo, mas a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantinha a premissa. Na trama, a atriz vivia uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. Mesmo com várias mudanças, o que menos se pode questionar é a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”).
Audrie & Daisy: Jovem protagonista de documentário da Netflix se suicida
A jovem Daisy Coleman, de 23 anos, que inspirou o documentário “Audrie & Daisy” da Netflix, cometeu suicídio na terça (4/8), segundo informou sua mãe, Melinda Coleman, em uma rede social. Daisy contou sua história em “Audrie & Daisy”, descrevendo os ataques que recebeu após denunciar um estupro aos 14 anos, tendo sido xingada de “mentirosa”, “vadia” e “idiota” até ter a casa de sua família incendiada. Além de Daisy, o documentário da Netflix, lançado em 2016, também contou a história de Audrie Pott, de 15 anos. As duas relataram ter sido estupradas por adolescentes que consideravam seus amigos e sofreram retaliações parecidas da comunidade em que viviam após denunciar o crime. Ambas também tiveram o mesmo fim. Fotos de Audrie sofrendo a violência foram compartilhadas na internet, o que contribuiu para que ela se enforcasse oito dias depois. “Minha filha, Catherine Daisy Coleman, se suicidou ontem à noite”, escreveu Melinda. “Ela era minha melhor amiga e uma filha incrível. Acho que ela queria mostrar que eu poderia viver sem ela. Queria poder ter curado sua dor. Ela nunca se recuperou daquilo que aqueles garotos fizeram com ela, e não é justo. Minha garotinha se foi.” Daisy relatou ter sido estuprada em 2012 por Matthew Barnett, um adolescente que vivia em sua cidade, no Missouri, Estados Unidos. Ela disse ter sido drogada e abandonada do lado de fora de sua casa, usando apenas uma camiseta, sob temperatura abaixo de zero grau. Barnett, que pertencia a uma família influente, declarou-se culpado, mas de uma acusação mais branda, alegando que o sexo com Daisy foi consensual. Ele não foi preso e atualmente cursa uma universidade no Missouri. Em vez de gerar apoio à vítima, a denúncia desencadeou uma retaliação desproporcional contra a família de Daisy, que se tornou alvo de bullying — físico e virtual. Ela tentou se suicidar outras vezes, antes de conseguir. “Sinto que as pessoas têm certas opiniões e percepções sobre mim e sobre casos como o meu porque não têm educação”, disse Daisy à revista People em 2017, aos 19 anos, após o lançamento do documentário. “É exatamente por isso que estou tentando explicar às pessoas o que está acontecendo em nossa sociedade.” Veja abaixo o trailer de “Audrie & Daisy”, que denunciou tudo o que aconteceu.
Raised by Wolves: Série sci-fi de Ridley Scott ganha trailer impressionante
A plataforma HBO Max divulgou o pôster, a data de estreia e o primeiro trailer da série sci-fi “Raised by Wolves”, produzida e dirigida pelo cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”). A prévia impressiona pelo visual cinematográfico, efeitos “de outro mundo”, clima tenso e pelo suspense da trama, sugerindo uma atração complexa e de vasto potencial. O vídeo mostra uma androide aparentemente maternal (a dinamarquesa Amanda Collin), que cria duas crianças em um novo planeta após a destruição da Terra. No entanto, quando um estranho (Travis Fimmel, de “Vikings”) chega ao local, a história contada pela robô aos pequenos é colocada em cheque. Vale observar, porém, que o trailer não mostra exatamente o que a sinopse oficial revela. Isto porque o resumo da história fala em dois androides, o que coloca em cheque o personagem de Fimmel. Segundo o texto divulgado pela HBO Max, dois androides têm a missão de cuidar das crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam controlar as pessoas. Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” marca a estreia de Ridley Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Para garantir que a série tivesse o visual cinematográfico apresentado no trailer, Scott usou sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), para assinar os dois primeiros episódios como se fossem um filme. Gravada em cenários naturais da África do Sul, a série também tem capítulos assinados pelo filho do diretor, Luke Scott (“Morgan: A Evolução”), e pelo brasileiro Alex Gabassi (“The ABC Murders”), entre outros. “Raised by Wolves” teve sua estreia marcada para 3 de setembro em streaming. Mas, infelizmente, a HBO Max ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
Disney confirma estreia de seu streaming na América Latina, mas Brasil pode ficar de fora
O CEO da Disney, Bob Chapek, reconfirmou o que estava marcado desde o ano passado: que a Disney+ (Disney Plus) será lançada na América Latina em novembro. Esta data tinha sido definida em novembro de 2019, quando a plataforma estreou nos EUA. O objetivo sempre foi expandir o serviço para o sul do continente americano um ano após sua inauguração. O reforço no plano original foi feito na terça (4/8), durante a apresentação do relatório fiscal da companhia para o terceiro trimestre, quando Chapek revelou que a Disney+ (Disney Plus) tinha atingido 60 milhões de assinantes, superando sua meta de público de 5 anos em 8 meses. Além disso, os serviços somados da Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN+ ultrapassaram 100 milhões de assinantes, transformando-se rapidamente num dos principais negócios da companhia. “Esse é um marco significativo e uma reafirmação da nossa estratégia ‘direto-ao-consumidor’, que vemos como chave para o crescimento da nossa companhia”, afirmou o empresário na apresentação. Graças a esse sucesso, a empresa teve menos resistência para tomar a decisão de lançar “Mulan” na plataforma, criando uma categoria de première (que nada mais é que VOD) com preço premium (pago à parte) para os assinantes. Mas, apesar da data de chegada na América Latina estar estabelecida desde o ano passado, o Brasil pode ficar fora desse lançamento. A Claro está contestando a operação porque a Disney+ (Disney Plus) não possui conteúdo nacional em seu catálogo. De acordo com o jornal O Globo, a denúncia foi feita na Anatel e conselheiros da agência irão deliberar sobre o caso em agosto. Se a decisão for no sentido de que a Disney+ (Disney Plus) precisará de conteúdo nacional para seu lançamento, o Brasil pode ser o único país da América Latina a ficar sem o serviço em 2020. O objetivo da Claro é enquadrar a Disney+ (Disney Plus) na chamada Lei da TV Paga, que obriga canais por assinatura a trazer conteúdo nacional como parte da programação. A empresa alega que, caso isso não aconteça, estará sofrendo concorrência desleal. Atualmente, a Netflix, a Amazon Prime Video e a Apple TV+, que são plataformas equivalentes à Disney+ (Disney Plus) em atividade no Brasil, não são enquadradas como TV paga. Mas o lobby das operadoras de TV quer mudar essa situação. Um projeto de lei que tramita na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados também discute sujeitar os serviços de conteúdo distribuídos pela internet às mesmas regras da TV paga – que estabelece, entre outros pontos, cotas de conteúdo nacional para os canais e pacotes. Esta discussão se estende há um ano e já recebeu emendas e substitutivos com propostas que sugerem o contrário – isto é, legislação diferente para a internet. A demora por uma definição também coloca em compasso de espera outras iniciativas do setor, como os lançamentos da HBO Max, Peacock e CBS All Access no Brasil.












