Disney+define dia de lançamento no Brasil
Depois de anunciar o mês da chegada do seu serviço de streaming na América Latina, incluindo o Brasil, a Disney agora definiu o dia. A inauguração vai acontecer no dia 17 de novembro. A revelação aconteceu por acidente. Um perfil latino-americano da plataforma acabou adiantando a informação no Twitter, ainda com recados para serem executados por quem fosse publicar o conteúdo e com um aviso grande de “Não Publicar”, como sinal de que era preciso aguardar a ordem da matriz, mas, aparentemente, alguém acabou apertando no “Publicar” sem querer. Por conta disso, ainda faltam informações para o público, como, por exemplo, quanto a assinatura vai custar. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Além do catálogo da Disney, que incluem séries do Disney Channel, a plataforma trará para o Brasil grandes sucessos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Veja abaixo uma mostra do conteúdo que chega junto com o serviço. Animações da Disney: “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Bela e a Fera”, “Pinóquio”, “Bambi”, “O Rei Leão”, “A Dama e o Vagabundo”, “Peter Pan”, “A Pequena Sereia”, “Cinderela” e outros Live-actions da Disney: “Aladdin”, “Mogli – O Menino Lobo”, “O Rei Leão”, “A Bela e a Fera”, “Cinderela” e outros Produções da Marvel: Todos os filmes distribuídos pela Walt Disney Studios, de “Homem de Ferro” a “Vingadores: Ultimato” (com exceção dos filmes solo do “Homem-Aranha”) e algumas das séries de televisão da Marvel desde 1979, incluindo “X-Men”, “Homem-Aranha” e “Marvel’s Runaways” Produções da saga “Star Wars”: Os nove episódios da saga completa desde a estreia em 1977 até 2019, além de títulos spin-off como “Rogue One: Uma História Star Wars” e “Han Solo: Uma História Star Wars” e algumas animações. Produções da Pixar: Todos os filmes da Pixar Animation Studios, como “Toy Story”, “Divertida Mente”, “Viva: A Vida é uma Festa”, “Wall-E”, “Up – Altas Aventuras”, “Monstros S.A.”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis”, “Valente” e outros, além de curtas, como “Bao” e “Os Heróis de Sanjay”, vencedores do Oscar Produções do Disney Channel: Séries como “Hannah Montana”, “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”, “Kim Possible”, “A Casa do Mickey Mouse”, “PJ Masks – Heróis de Pijama”, “Jake e os Piratas da Terra do Nunca” e outros, além de telefilmes, como a trilogia “High School Musical” e as franquias “Camp Rock” e “Descendentes”. Séries da Disney com produção local: Histórias como “Violetta”, “Sou Luna”, “BIA”, “O11ZE”, “Juacas”, “Peter Punk”, “Jungle Nest”, “Highway Rodando a Aventura”, “Quando Toca o Sino” e “Art Attack” Produções para crianças em idade pré-escolar: “Nivis: Amigos de outro mundo”, “Junior Express”, “A Floricultura da Nana”, “A Casa do Disney Junior”, “Morko e Mali”, “O Jardim da Clarilu”, “Playground” e “Playhouse Disney” Produções da National Geographic: Séries documentais e filmes como “One Strange Rock”, “Origens: A Evolução Humana”, “Jane Goodall: The Hope”, “Before the Flood”, “Ciência do Absurdo” e outros programas produzidos na América Latina, sem esquecer de “Free Solo”, documentário vencedor do Oscar. Além deste catálogo, o serviço vai trazer atrações exclusivas, algumas já lançadas e outras que estreiam até 2021. E esta é outra lista para se conferir. Produções inéditas da Marvel: As séries que continuam a trama de “Vingadores: Ultimato” , como “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision”, “Loki” e “Gavião, Arqueiro”. Produções inéditas de “Star Wars”: “The Mandalorian”, que chega à 2ª temporada, mais duas séries em desenvolvimento centradas em Obi Wan Kenobi e Cassian Andor, e “Star Wars: The Clone Wars”, revival da série animada para seu grande final. Produções inéditas da Disney: o live-action “A Dama e o Vagabundo”, a comédia natalina “Noelle”, a aventura “Togo”, o musical “Hamilton”, “High School Musical: O Musical – A Série”, o filme teen “Secret Society of Second-Born Royals”, “The Imagineering Story”, série documental sobre os parques temáticos da Disney, e “Disney Family Sundays”, uma série em formato curto Produções inéditas da National Geographic: “The Right Stuff”, série sobre a corrida espacial dos anos 1980, adaptada do best-seller “Os Eleitos”, de Tom Wolfe. Produções inéditas da Pixar: “Pixar na Vida Real” e as séries de curtas animados “SparkShorts” e “Forky Asks a Question”, esta última derivada de “Toy Story 4”.
Power: Rodrigo Santoro mostra bastidores de sua transformação em monstro
Rodrigo Santoro mostrou em seu Instagram o processo de transformação que precisou passar para viver a versão monstro do vilão Biggie no filme “Power”, da Netflix. Ele disse que o personagem o fez lembrar dos tempos de “300”, em que interpretou o rei Xerxes. “Que trabalho genial do Mike Marino com as próteses e a maquiagem. Passei nove horas – sentado em bancos nem sempre tão confortáveis — pra chegar nesse resultado incrível. Toda essa transformação foi trabalhosa, mas valeu muito a pena. Foi uma grande diversão e uma honra também”, escreveu o ator brasileiro ao publicar o vídeo que detalha a aplicação da maquiagem especial. No filme de ação, Santoro interpreta o vilão da história, encarregado de vender uma droga que dá superpoderes por cinco minutos. Além de receber as próteses que alteraram sua aparência, o ator também teve de cortar a grande barba que usou na série “Reprisal”, da Hulu. Mas não precisará voltar a cultivá-la, porque a série foi cancelada na 1ª temporada. No filme, Santoro enfrenta Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt numa trama típica de história em quadrinhos, que gira em torno de uma nova droga sintética, altamente viciante, traficada por seu personagem. Foxx vive um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga até encontrar o responsável pelo tráfico, papel de Santoro, enquanto Gordon-Levitt interpreta um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. “Power” é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro foi escrito por Mattson Tomlin (“Rene”). E a estreia aconteceu na sexta (14/8) na Netflix. Ver essa foto no Instagram BIGGIE: que personagem! Me fez lembrar dos tempos de 300. E que trabalho genial do @prorenfx com as próteses e a maquiagem. Passei 9 horas – sentado em bancos nem sempre tão confortáveis – pra chegar nesse resultado incrível. Toda essa transformação foi trabalhosa, mas valeu muito a pena. Foi uma grande diversão – e uma honra também. #Netflix BIGGIE: what a character! Reminded me of the time I worked in 300. And what an amazing job @prorenfx did with the prosthetics and makeup. It took 9 hours – on chairs that weren’t so confortable – to get to this incredible result. All this transformation took so much effort, but it was all worth it. It was a lot of fun, and a great honor as well. #Netflix Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 18 de Ago, 2020 às 8:25 PDT
Earth to Ned: Conheça o talk show com alienígenas do Disney+ (Disney Plus)
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de seu primeiro talk show, “Earth to Ned”, que também será o primeiro talk show mundial apresentado por alienígenas. Produzido pela The Jim Henson Company, produtora dos “Muppets”, o programa trará fantoches representando as criaturas extraterrestres Ned e Cornelius, que a cada episódio entrevistarão estrelas terrestres, abordando um tema único e fascinante para quem é de outro mundo. Enquanto faz perguntas que ninguém mais faria, Ned aprende um pouco mais sobre a cultura da Terra. O problema é que, segundo a sinopse, quanto mais aprende, mais obcecado ele fica. Entre as celebridades confirmadas no “Earth to Ned” estão Joshua Bassett, Rachel Bilson, Michael Ian Black, Rachel Bloom, Gina Carano, RuPaul, Taye Diggs, Lil Rel Howery, Bindi e Robert Irwin, Gillian Jacobs, NeNe Leakes, Thomas Lennon, Joel McHale, Andy Richter, Olivia Rodrigo, Eli Roth, Kristen Schaal, Paul Scheer, Jenny Slate, Raven Symoné, Reggie Watts e Billy Dee Williams. A estreia está marcada para 4 de setembro nos EUA. Ainda inédita por aqui, a plataforma tem previsão de chegar em novembro no Brasil.
A Duquesa: Nova série de comédia da Netflix ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster, seis fotos e o trailer da série “A Duquesa” (The Duchess), projeto da comediante britânica Katherine Ryan (“Badults”). Ela criou, estrela e produz a comédia, em que vive uma mãe solteira sem paciência para o mundo, mas que adora a filha pequena Olive. Percebendo que a menina é melhor coisa que já fez, ela resolve ter outro filho. O problema são os voluntários. Diante das dificuldades do “mercado”, decide convencer seu maior inimigo a conceber a criança com ela: o pai “perdedor” de Olive. Katherine Ryan assinou contrato para dois projetos com a Netflix. O primeiro, o especial de stand-up “Glitter Room”, foi exibido no ano passado. Já a série estreia em 11 de setembro. Co-produzido pela Clerkenwell Films (de “The End Of The F *** ing World”), “A Duquesa” tem seis episódios e também inclui em seu elenco Rory Keenan (“O Guarda”), Steen Raskopoulos (“Feel Good”) e a menina Kate Byrne.
Astro de Supernatural entra na série The Boys
Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”) vai se juntar ao elenco da 3ª temporada de “The Boys”. Após o próprio ator fazer o anúncio nas redes sociais, a Amazon confirmou que ele interpretará Soldier Boy – o super-herói original. Segundo os quadrinhos adultos de Garth Ennis (autor de “Preacher”), Soldier Boy lutou na 2ª Guerra Mundial e, após o conflito, tornou-se a primeira supercelebridade, permanecendo uma referência da cultura americana por décadas. Ackles é velho conhecido do criador e showrunner de “The Boys”. Afinal, Erik Kripke também criou “Supernatural”. “Jensen é um ator incrível, uma pessoa ainda melhor, que cheira a biscoitos quentes de chocolate, e eu o considero um irmão. Como Soldier Boy, o primeiro dos super-heróis, ele trará muito humor, emoção e perigo para o papel. Eu mal posso esperar para estar no set de gravação com ele novamente, e trazer um pouco de ‘Supernatural’ para ‘The Boys'”, disse o produtor, em comunicado. O anúncio da renovação da série para a 3ª temporada foi feito durante a Comic-Con@Home, em 23 de julho. Mas embora a equipe de produção já esteja bastante envolvida com o terceiro ano, a 2ª temporada ainda não estreou. Isto só vai acontecer em 4 de setembro, com o lançamento simultâneo dos três primeiros episódios na plataforma Amazon Prime Video. Veja abaixo o vídeo em que Jensen Ackles brinca com sua escalação. “Eu ficava me perguntando o que fazer quando ‘Supernatural’ finalmente terminar neste ano. Até que…” Ver essa foto no Instagram I keep wondering what I’ll do….when @cw_supernatural finally ends this year. Then it hit me. *volume ⬆️ Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) em 17 de Ago, 2020 às 9:04 PDT
Jon Favreau assume que Baby Yoda é inspirado em E.T.
O cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, assumiu que o Baby Yoda, personagem que fez grande sucesso na atração, foi inspirado em “E.T. – O Extraterrestre”. Em entrevista ao site Deadline, Favreau contou que a cena de introdução de Baby Yoda nasceu de uma ilustração do E.T. assinada pelo animador e diretor Dave Filoni, seu parceiro em “The Mandalorian”. “Dave havia desenhado este momento misturando Michelangelo e ‘E.T.’, e isso nos inspirou. Então Doug Chiang e todo o departamento de arte da série começou a gerar outros desenhos parecidos, e o pessoal da Legacy [empresa de efeitos especiais] construiu a cena.” Na mesma entrevista, Favreau falou sobre como lidou com a pressão de criar algo novo no universo de “Star Wars” criado por George Lucas. “Conseguir criar algo novo, ao mesmo tempo precisando respeitar o que veio antes, é um dos grandes desafios dos contadores de histórias atualmente. Somos inundados com tanto conteúdo, e tudo está na ponta dos nossos dedos. Como criador, você sabe que todo mundo tem um contexto cultural para julgar o seu trabalho. É como se você fosse um DJ tocando músicas dos Beatles. Ele [George Lucas] é os Beatles”, comentou.
Streaming gratuíto da Vix chega ao Brasil
Um novo serviço de streaming com filmes, séries e shows começou a operar no Brasil neste fim de semana. O diferencial da plataforma Vix é que ela é totalmente gratuita. Não é preciso nem se cadastrar para utilizá-la. A plataforma segue o padrão AVOD, sigla em inglês para “vídeo sob demanda com suporte de anúncio”. Ou seja, a monetização vem da publicidade. Para isso, o conteúdo exibe anúncios a cada 12 minutos assistidos. Não é só nisso que a Vix lembra a TV. A grande maioria do conteúdo atualmente disponibilizado na versão brasileira do serviço é dublado em português, sem oferecer opção de idioma original e legendas. A imagem também não é HD. No máximo, chega em 720p, mas filmes mais antigos tem imagem com grãos e fantasmas da época do VHS. O catálogo não é muito abrangente. Há poucas séries disponíveis e não estão completas. A maioria são produções canadenses do início dos anos 2010 do canal Syfy, como “Haven”, “Bitten” e “Primeval: New World”. Já os filmes reúnem muitos refugos recentes de VOD, mas há alguns títulos nacionais decentes, como os dois “Boleiros”, a comédia “Sábado”, de Ugo Georgetti, e o documentário sobre grafiti “Cidade Cinza”. Lá pelo meio, ainda é possível encontrar dois cults dos anos 1980: o drama indie “Five Corners” (lançados nos cinemas como “Vingança Tardia”) e a sci-fi “The Hidden”. Felizmente, foram disponibilizados com idioma original e legendas. Infelizmente, a resolução de suas imagens é péssima. Também há cinco shows variados, de Foo Fighters, Adele, Katy Perry, Coldplay, Ed Sheeran e Kanye West. Nas próximas semanas, devem ser liberadas no catálogo as séries infantis “Galinha Pintadinha” e “Palavra Cantada”, além do filme de 2015 “Breaking Through – No Ritmo do Coração”, estrelado por Bruna Marquezine e Anitta. Mas, além do conteúdo tradicional, o Vix ainda oferece vídeos exclusivos que combinam experiências do YouTube e da Netflix, como dicas de beleza e produções de temática científica – que exploram temas como “É possível viajar no tempo?” e “Como a humanidade conseguiu superar as pandemias mais letais?”. A empresa Vix surgiu em Miami originalmente como Batanga, em 1999. Começou como serviço de rádio e foi ampliando seus recursos, sempre com foco nos moradores latinos dos Estados Unidos. Por conta disso, tem até hoje uma sessão de telenovelas latinas. O nome atual foi adotado em 2017 e, desde então, a Vix se consagrou no Top 3 de aplicativos gratuitos de streaming na Roku (uma empresa que oferece dispositivos que se integram às televisões para rodar streamings, como o Google Chromecast). Dá para assistir no PC, direto na página do site (https://www.vix.com/tv/) ou em celular via aplicativo disponível na Apple Store e Google Play.
Aprendiz de Espiã: Comédia com Dave Bautista deve ganhar sequência
A comédia de ação “Aprendiz de Espiã” (My Spy), que trocou o cinema pelo streaming da Amazon, deve ganhar continuação. O estúdio STX foi surpreendido pelo sucesso do filme em formato digital e, segundo o site Deadline, agora estaria interessado em produzir mais um longa com o mesmo elenco e equipe, em parceria com a Amazon. “Aprendiz de Espiã” deveria ter sido lançado em setembro do ano passado nos cinemas americanos, mas foi adiado para abril deste ano para se distanciar de outra comédia do ator Dave Bautista – o filme “Stuber”. Só que os cinemas fecharam devido a pandemia de coronavírus, deixando a produção sem data de estreia nos EUA – apesar do lançamento internacional em alguns territórios, como o Brasil em março, na véspera do fechamento dos cinemas. O filme segue uma fórmula já explorada com sucesso por Arnold Schwarzenegger (“Um Tira no Jardim de Infância”), Jackie Chan (“Missão Quase Impossível”), Dwayne Johnson (“O Fada de Dentes”) e outros adeptos do cinema de pancadarias para ampliar seu público e conquistar a simpatia infantil. No filme, Bautista vive um agente da CIA que prefere explodir os inimigos a cumprir os objetivos de suas missões. Por conta disso, é colocado sob observação. Para piorar, durante uma tocaia, é flagrado por uma menina de 9 anos, que grava sua espionagem com um celular e negocia não colocar o vídeo no ar em troca de aulas para virar espiã. E ela dá um baile no durão, além de descobrir que ele não é tão insensível quanto tenta parecer. A precoce Chloe Coleman (de “Big Little Lies” e que também estará em “Avatar 2”) vive a garotinha e o elenco ainda inclui Kristen Schaal (de “O Último Cara na Terra/The Last Man on Earth”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”) e Parisa Fitz-Henley (“Midnight Texas”). O roteiro é dos irmãos Jon e Erich Hoeber (“RED: Aposentados e Perigosos”) e a direção é assinado pelo veterano Peter Segal (“Corra que a Polícia vem Aí! 33 1/3: O Insulto Final”). Veja abaixo o trailer legendado de “Aprendiz de Espiã”.
The Crown: Elizabeth Debicki será a Princesa Diana nas temporadas finais da série
A atriz Elizabeth Debicki (estrela de “As Viúvas” e do vindouro “Tenet”) vai interpretar a princesa Diana nas duas temporadas finais da série “The Crown”. O anúncio foi feito nos perfis oficiais da série nas redes sociais. “O espírito da princesa Diana, suas palavras e suas ações vivem no coração de tantos. É um verdadeiro privilégio e uma honra fazer parte desta série magistral, que me prendeu totalmente desde o primeiro episódio”, disse Debicki no anúncio postado na tarde deste domingo (16/8). A princesa Diana, que nasceu em 1961, será apresentada na vindoura 4ª temporada, passada nos anos 1980, por Emma Corrin (“Pennyworth”). A série troca seus intérpretes a cada duas temporadas. Assim, Debicki vai se juntar à terceira geração do elenco, que também contará com Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”), nova intérprete da rainha Elizabeth II, Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”), que assume o papel da princesa Margaret, e Jonathan Pryce (“Dois Papas”) como o príncipe Philip. Por enquanto, a série teve apenas suas três primeiras temporadas disponibilizadas na Netflix. A 4ª temporada deve estrear ainda este ano, mas a 5ª ainda não começou a ser gravada devido à pandemia de coronavírus. Elizabeth Debicki will play Princess Diana in the final two seasons of The Crown (Seasons 5 and 6). pic.twitter.com/Z3CjHuJ56B — The Crown (@TheCrownNetflix) August 16, 2020
Ator de X-Men entra na 2ª temporada de The Boys
O ator Shawn Ashmore revelou em seu Twitter que vai voltar a viver um super-herói, após ter interpretado Bobby Drake, o Homem de Gelo, na franquia “X-Men”. Ele entrou na 2ª temporada de “Boys” no papel de Lamplighter (Faroleiro, na tradução dos quadrinhos brasileiros). “Vocês não achavam que eu tinha saído do mundo dos super-heróis, não é ?! Conheçam LAMPLIGHTER! Ex-membro dos 7 e um homem com muito segredos para contar! Eu não poderia estar mais animado por estar na 2ª temporada de ‘The Boys’, que começa em 4 de setembro!”, ele escreveu na rede social Descrito como “uma antiga super-astro e membro dos Sete antes de sair de cena sob circunstâncias misteriosas e ser substituído por Starlight”, o personagem de Ashmore também terá ligação com o grupo de Hughie (Jack Quaid) e Billy Butcher (Karl Urban), os Boys. De acordo com a sinopse que introduz o personagem, “ele é a razão pela qual eles se separaram há oito anos. Então quando entra novamente em suas vidas, traz lembranças dolorosas e cutuca nervos, mudando tudo”. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), os Boys são um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. A série é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – , enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis malvados. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid, e Aya Cash (“You’re the Worst”) será uma nova superpoderosa na 2ª temporada. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. A 2ª temporada tem estreia marcada para 4 de setembro na Amazon Prime Video – e a série já está renovada para seu terceiro ano de produção. You didn’t think I was done with the Super Hero game did ya?! Meet LAMPLIGHTER! Former member of the 7 and a man with secrets to tell! I couldn’t be more excited to be apart of season two of “THE BOYS” which begins airing Friday sept 4Th! @TheBoysTV @PrimeVideo @therealKripke pic.twitter.com/hbjEaWJPtR — Shawn R Ashmore (@ShawnRAshmore) August 10, 2020
Ator de Mulan vai dirigir continuação de 47 Ronins
A fantasia de samurais e efeitos visuais “47 Ronins”, estrelada por Keanu Reeves em 2014, vai ganhar uma sequência. A Universal contratou Ron Yuan para dirigir o novo longa. Ele é mais conhecido como ator, dublê e coordenador de dublês. Inclusive, viverá o Sargento Qiant no live-action de “Mulan”, que estreia em setembro em streaming nos EUA. Como diretor, seu trabalho mais recente foi “Step Up China” (2019), novo capítulo da franquia musical “Ela Dança, Eu Danço”, que revelou Channing Tatum em 2006. Ao contrário do primeiro longa, situado no Japão feudal, a continuação de “47 Ronins” será uma sci-fi futurista, passada 300 anos no futuro, e terá uma estética cyberpunk. Outra diferença é que o filme não será lançado no cinema. A continuação será exibida pela Netflix. “Estou muito animado de trabalhar com a Universal e com a equipe de produtores nesse filme que mistura gêneros de artes marciais, ação, terror e cyberpunk”, afirmou Yuan. “Será uma viagem divertida, intensa e cheia de emoção para o público do mundo todo”. Dirigido por Carl Rinsch, o filme original não foi exatamente um sucesso. Destruído pela crítica, com apenas 16% de aprovação, “47 Ronins” arrecadou apenas US$ 151,7 milhões em todo o mundo, menos que seu orçamento de US$ 175 milhões.
MacGruber: Paródia de MacGyver vai virar série em streaming
A plataforma Peacock divulgou um teaser que anuncia a produção da série “MacGruber”, baseada num esquete popular do programa humorístico “Saturday Night Live” que até já rendeu filme em 2010. O personagem vivido por Will Forte (“O Último Cara da Terra”) é uma paródia do agente MacGyver. Os esquetes, que começaram em 2007, geralmente mostravam o agente de operações especiais MacGruber em meio a uma missão para desativar uma bomba-relógio. Entretanto, ele sempre se distraía com questões pessoais, resultando na detonação da bomba e na morte de todo mundo em cena. A série vai voltar a juntar Will Forte com o diretor Jorma Taccone. Os dois trabalharam juntos no filme “Corram que o Agente Voltou”, título nacional do longa de MacGruber – chamado, claro, “MacGruber” em inglês. Vale observar que o filme foi um grande fracasso. Custou pouco, US$ 10 milhões, e ainda assim deu prejuízo, faturando US$ 9,3 milhões em todo o mundo. Não há previsão de estreia para a série.
Crise na DC Universe: Séries da plataforma vão para a HBO Max
Sem encomendar nenhuma produção nova desde a renovação de “Titãs” para a 3ª temporada, a plataforma DC Universe vai encerrar sua programação original e seu conteúdo será deslocado para a HBO Max. Os boatos de que a AT&T, nova dona da Warner, não tinha interesse no serviço foram confirmados por Jim Lee, publisher da DC Comics, em entrevista ao The Hollywood Reporter. “O conteúdo original que está no DCU está migrando para o HBO Max. Sinceramente, essa é a melhor plataforma para esse conteúdo. A quantidade de conteúdo que você junta, não apenas da DC, mas da WarnerMedia em geral, é enorme e é a melhor proposta de valor, se eu tiver permissão para usar esse termo de marketing. Achamos que é o lugar certo para isso”, ele disse ao THR. Das seis produções originais do DC Universe, duas já foram oficialmente para a HBO Max: “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Harley Quinn” (a animação da Arlequina). Agora, “Titãs” (Titans), exibida internacionalmente pela Netflix, e a série animada “Justiça Jovem” (Young Justice), ambas renovadas para novas temporadas, terão seus episódios inéditos também levados à nova plataforma. Mas a HBO Max vai ficar sem “Stargirl”, que terá seu segundo ano de produção exibido com exclusividade na rede The CW. “Stargirl” mostrou sua 1ª temporada na CW e na DC Universe. Sua saída da plataforma, na negociação com a CW, já apontava a crise. Entretanto, os boatos começaram muito antes, com o cancelamento inesperado e repentino de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing) um dia após a estreia. Ninguém entendeu nada, mas foi nesta época que surgiram os comentários de que a AT&T já tinha tomado a decisão de encerrar o projeto de séries da DCU. Apesar deste esvaziamento, a DCU não será totalmente encerrada. Ela vai continuar com mudanças, passando a oferecer apenas quadrinhos digitais, além de servir de fórum para os fãs. “Em relação à comunidade e todo o conteúdo de quadrinhos, algo como 25 mil títulos diferentes, e a forma como a plataforma se conectou com os fãs 24 horas por dia, sempre haverá uma necessidade disso. Portanto, estamos animados para transformar a DCU e teremos mais notícias sobre como ela será em breve. Definitivamente, a DCU não vai embora”, explicou Lee. A mudança estaria relacionada aos US$ 153 bilhões em dívidas da AT&T, resultantes de sua compra da Warner. Recentemente, a empresa de telecomunicações demitiu vários chefões da empresa, desde o editor-chefe da DC Comics até o presidente da WarnerMedia Entertainment, além de ter fechado divisões como a DC Direct, responsável pelas mercadorias e colecionáveis da DC, e realizado o esvaziamento da plataforma DC Universe. Há boatos, também, de que o Crunchyroll, plataforma de animes, estaria à venda. Especulações apontam que o desempenho da HBO Max, grande aposta da AT&T ao comprar a Warner, não decolou como previsto.












