Samsung lança streaming gratuito para usuários de Smart TVs
A Samsung lança nesta quarta (9/12), no Brasil, um serviço de streaming gratuito para quem tem Smart TVs da marca. Chamado de TV Plus, o serviço não é on demand, mas uma oferta de vários feeds ao vivo, com uma programação com hora fixa e comerciais, em esquema semelhante ao dos pacotes de canais tradicionais de TV. O serviço chega ao Brasil com menos conteúdo que o disponibilizado nos EUA. Serão 20 canais para começar, incluindo Bloomberg TV, de notícias, Pet Collective, para fãs de animais de estimação, MyTime Movie Network e Dark Matter, de filmes, e Nick Clássico, que inclui atrações infantis como “Kenan & Kel”, “Rugrats Crescidos” e outros sucessos dos anos 1990 e 2000. O TV Plus só estará disponível em TVs com o sistema operacional Tizen (normalmente lançadas depois de 2018) e é necessário que ela esteja conectada à internet. O aplicativo irá aparecer na interface do sistema Tizen, no hub de funções e aplicativos da plataforma. O Brasil é o 12º país a receber o serviço gratuito. “Sem assinaturas, sem taxas, sem cartões de crédito, apenas TV grátis”, diz a descrição do serviço no site oficial da empresa. “Nosso serviço de streaming trará constantemente novidades na grade de canais, sempre diversificando temas e formatos para a melhor experiência no entretenimento do usuário”, afirma, em nota, Aline Jabbour, diretora de desenvolvimento de negócios da América Latina na Samsung. Veja abaixo um rápido “surfe” pelos canais do serviço.
Cachê de Gal Gadot para apoiar streaming de Mulher-Maravilha 1984 irrita colegas
Os astros contratados pela Warner estão furiosos com o estúdio e morrendo de inveja de Gal Gadot. Uma reportagem publicada pelo jornal New York Times afirma que Gadot e a diretora Patty Jenkins receberam cada uma US$ 10 milhões do estúdio para aceitar e até elogiar a estreia simultânea de “Mulher-Maravilha 1984” na HBO Max e nos cinemas. De acordo com a reportagem, a Warner Bros. abordou as agências de talentos William Morris Endeavor e a Creative Artists, de Gadot e Jenkins, respectivamente, para colocá-las a par de seus planos para “Mulher-Maravilha 1984” e a HBO Max. As duas agências teriam questionado como suas artistas seriam compensadas pela mudança no tipo de lançamento. As negociações teriam levado ao acordo milionário com as duas, que desde então tem comentado favoravelmente a distribuição do filme em streaming. O problema é que a história vazou e deixou as agências de talentos de Hollywood em pé de guerra. As empresas que representam Denzel Washington, Margot Robbie, Will Smith, Keanu Reeves, Hugh Jackman e Angelina Jolie querem saber se terão o mesmo tratamento que Gadot e Jenkins, uma vez que projetos que os envolvem seguirão o mesmo modelo de distribuição híbrida, estreando simultaneamente no cinema e no streaming. Mas os atores não são os únicos incomodados. Os cineastas ficaram irritadíssimos, como demonstrou o diretor Christopher Nolan (“Tenet”) ao vociferar contra a HBO Max e a estratégia da companhia. A revista The Hollywood Reporter apurou que os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Para completar, começou a circular um rumor de boicote contra a Warner Bros. Ainda de acordo com o New York Times, o Sindicado dos Diretores dos EUA (DGU, na sigla em inglês) pode ser um aliado importante nesse movimento.
Hoops é cancelada após uma temporada
A Netflix cancelou a série animada adulta “Hoops” após apenas uma temporada. A revista Variety apurou que a plataforma não se empolgou com o desempenho da produção, lançada em 21 de agosto. “Hoops” era uma criação de Ben Hoffman, roteirista do “The Late Late Show with James Corden”, e tinha produção-executiva da dupla Chris Miller e Phil Lord, produtores-roteiristas de “Homem-Aranha no Aranhaverso”. A atração girava em torno de Ben Hopkins, um treinador de basquete colegial que não consegue vencer e só se destaca pelo mau temperamento e sua boca suja – e por ser filho de um antigo astro do basquete. Mas ele acreditava que sua vida miserável poderia mudar completamente se conseguisse fazer seu terrível time do ensino médio se tornar vencedor nas quadras. O papel principal era dublado pelo ator Jake Johnson, que voltava a trabalhar com mais três atores de “New Girl” na produção, Max Greenfield, Damon Wayans Jr. e Hannah Simone. Além deles, o elenco vocal também incluía Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Nick Swardson (“Os 6 Ridículos”), Sam Richardson (“Veep”) e W. Earl Brow (“Deadwood”). Veja o trailer da série abaixo.
CEO da AT&T defende plano de streaming da Warner
John Stankey, CEO da AT&T, empresa mãe da WarnerMedia, defendeu a aposta da divisão cinematográfica da empresa, a Warner Bros, de lançar blockbusters simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pelo conglomerado. Durante a Conferência Virtual UBS Global TMT, nesta terça (8/12), ele disse que a HBO Max pode usar a decisão para “acelerar ainda mais” seu crescimento e “penetrar no mercado mais rapidamente”. Para ele, a decisão é uma vitória para todos, pois se ajusta às tendências atuais do mercado e à psique dos consumidores em meio à pandemia do coronavírus. Stankey chamou a falta de atividades nos cinemas devido à pandemia de “infeliz”. E se posicionou contra licenciar filmes para outras plataformas – a Netflix quis comprar “Godzilla vs. Kong”. Seria como dar “armas adicionais aos concorrentes”. Diante do quadro atual, “sabíamos que precisávamos tentar algo diferente”. Ele acrescentou: “Lançar o produto no mercado … é importante.” E concluiu que o mercado será “ditado pelo que os consumidores escolherem fazer”. “Ter escolha” é uma coisa boa neste momento, argumentou, sobre disponibilizar filmes no cinema e em streaming ao mesmo tempo, mas prometeu “ajustar” essa decisão se o setor de cinema se recuperar da pandemia. Ciente das recentes críticas do cineasta Christopher Nolan (“Tenet”), e também de grupos de cinema, Stankey disse: “Eu sei que há muito barulho no mercado, pessoas com pontos de vista diferentes”, mas, segundo ele, isso acontece “sempre que você muda um modelo”. Durante a conferência, ele ainda revelou que a HBO Max atingiu a marca de 12,6 milhões de assinantes ativados, de um total de 28,7 milhões de assinantes, incluindo os inativos – em migração da HBO Go.
Crise na Warner: Cineastas revoltam-se com blockbusters na HBO Max
Depois que Christopher Nolan desabafou publicamente contra a decisão da Warner de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa, a imprensa americana apurou que o clima está péssimo entre o estúdio e quem faz parte dos filmes listados. A Warner teria irritado cineastas e estrelas ao privilegiar seu negócio online. O site Deadline apurou que a produtora Legendary, parceira da Warner em “Godzilla vs. Kong” e “Duna”, pode entrar com uma ação judicial contra os executivos do conglomerado sobre o destino de suas obras. A empresa já tinha disparado uma notificação anterior, quando a Netflix ofereceu até de US$ 250 milhões pelos direitos de “Godzilla vs. Kong”. Embora a Legendary tenha financiado 75% do filme, a Warner tinha o poder de bloquear a venda e o fez. A Legendary perguntou se o estúdio faria um acordo para transmitir o filme na HBO Max e não obteve uma resposta clara até que seus executivos descobriram que o filme estava indo à plataforma sem o benefício de uma negociação. O que está em jogo são compensações financeiras aos produtores e talentos envolvidos em nada menos que 17 filmes que a Warner pretende lançar simultaneamente em streaming. Segundo o Hollywood Reporter, a empresa já teve que gastar dezenas de milhões para acomodar Gal Godot e outros envolvidos em “Mulher Maravilha 1984”, filme que vai inaugurar o projeto de lançamento híbrido, porque a empresa quer produzir mais uma continuação. Mas não estaria disposta a fazer o mesmo com todas as produções. Ainda de acordo com o THR, os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Por enquanto, porém, o único que deu vazão pública a essa insatisfação foi mesmo Christopher Nolan. Ele não está envolvido nesse negócio, já que seu novo longa, “Tenet”, teve um lançamento comercial nos cinemas durante a pandemia, com resultados considerados preocupantes para o mercado. Mesmo assim, ele incorporou a insatisfação dos colegas, ao apontar que “não é assim que você trata os cineastas, estrelas e pessoas que trabalharam muito nesses projetos. Eles mereciam ser consultados sobre o que vai acontecer com seu trabalho.” “Alguns dos maiores cineastas e estrelas de cinema de nossa indústria foram para a cama na noite anterior pensando que estavam trabalhando para o maior estúdio de cinema e acordaram para descobrir que trabalhavam para o pior serviço de streaming”, também disse o cineasta, cuja relação com a Warner vem desde “Insônia”, de 2002.
Christopher Nolan chama HBO Max de “pior serviço de streaming”
O diretor Christopher Nolan resolveu chutar o pau da barraca. Depois de uma entrevista em que criticou a Warner por sua decisão de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa, o cineasta aumentou o tom em uma nota enviada ao site The Hollywood Reporter. “Alguns dos maiores cineastas e estrelas de cinema de nossa indústria foram para a cama na noite anterior pensando que estavam trabalhando para o maior estúdio de cinema e acordaram para descobrir que trabalhavam para o pior serviço de streaming”, disse Nolan, cuja relação com a Warner vem desde “Insônia”, de 2002. “A Warner Bros. tinha uma máquina incrível para distribuir o trabalho de um cineasta em todos os lugares, tanto nos cinemas quanto em casa, e eles estão desmontando isso enquanto conversamos. Eles nem mesmo entendem o que estão perdendo. Sua decisão não faz sentido econômico, e mesmo o investidor mais casual de Wall Street pode perceber a diferença entre ruptura e disfunção.” A decisão de lançar o calendário de filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max foi anunciada na semana passada, e a iniciativa abrange títulos como “Matrix 4”, “Esquadrão Suicida”, “Godzilla vs. Kong”, “Duna” e “Invocação do Mal 3”. Curiosamente, o desempenho do último trabalho de Nolan, “Tenet”, é que levou a Warner a considerar essa alternativa. Maior blockbuster lançado durante a pandemia, o filme fez apenas US$ 56 milhões na América do Norte, mas numa ocasião em que mais da metade das salas de cinemas estava aberta. Agora, apenas 35% do mercado cinematográfico continua em funcionamento nos EUA e no Canadá, resultando em bilheterias muito mais baixas. Além da maioria das salas estarem fechadas, devido ao coronavírus, os cinemas que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social, que afetam seus faturamentos. O problema, segundo Nolan, é que a decisão de realizar lançamentos híbridos não foi estudada ou discutida com todos os interessados. Quando falou ao site ET Online, o diretor apontou: “Há muita controvérsia em torno disso, porque eles não contaram a ninguém. Em sua programação de 2021, eles têm alguns dos maiores cineastas do mundo, eles têm algumas das maiores estrelas do mundo, que trabalharam por anos em alguns casos nesses projetos, que os consideram muito próximos de seus corações e que foram concebidos para ser grandes experiências de tela. Eles devem estar nos cinemas para o maior público possível … E agora eles estão sendo usados como liquidação para o serviço de streaming – para o serviço de streaming incipiente – sem qualquer consulta”. Ele deve ter entrado em contato com alguns colegas revoltados pela iniciativa do estúdio. E seriam muitos, segundo a imprensa americana.
Christopher Nolan critica Warner por lançar blockbusters em streaming
O diretor Christopher Nolan, que lança seus filmes pela Warner, criticou a decisão do estúdio de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa. Em entrevista ao site ET Online, o diretor não mediu palavras. “Oh, quero dizer, estou descrente. Especialmente pela maneira como o fizeram. Há muita controvérsia em torno disso, porque eles não contaram a ninguém. Em sua programação de 2021, eles têm alguns dos maiores cineastas do mundo, eles têm algumas das maiores estrelas do mundo, que trabalharam por anos em alguns casos nesses projetos, que os consideram muito próximos de seus corações e que foram concebidos para ser grandes experiências de tela. Eles devem estar nos cinemas para o maior público possível … E agora eles estão sendo usados como liquidação para o serviço de streaming – para o serviço de streaming incipiente – sem qualquer consulta. Portanto, há muita controvérsia. É muito, muito, muito bagunçado. Uma verdadeira propaganda enganosa. Não é assim que você trata os cineastas, estrelas e pessoas que trabalharam muito nesses projetos. Eles mereciam ser consultados sobre o que vai acontecer com seu trabalho.” A decisão de lançar o calendário de filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max foi anunciada na semana passada, e a iniciativa abrange títulos como “Matrix 4”, “Esquadrão Suicida”, “Godzilla vs. Kong”, “Duna” e “Invocação do Mal 3”. O site Deadline apurou que o estúdio Legendary, parceiro da Warner em “Godzilla vs. Kong” e “Duna” realmente não foi consultado e deve enviar um comunicado oficial ao estúdio sobre o destino de suas produções. Curiosamente, o desempenho do último filme de Nolan, “Tenet”, é que levou a Warner a considerar essa alternativa. Maior blockbuster lançado durante a pandemia, o filme fez apenas US$ 56 milhões na América do Norte, mas numa ocasião em que mais da metade das salas de cinemas estava aberta. Agora, apenas 35% do mercado cinematográfico continua em funcionamento nos EUA e no Canadá, resultando em bilheterias muito mais baixas. Além da maioria das salas estarem fechadas, devido ao coronavírus, os cinemas que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social, que afetam seus faturamentos.
Pai em Dobro: Filme de Maisa na Netflix ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Pai em Dobro”, primeiro filme estrelado por Maisa Silva na plataforma de streaming. Anteriormente chamado de “Um Pai no Meio do Caminho”, o longa tem roteiro de Thalita Rebouças e traz Maisa como Vicenza, uma jovem criada em uma comunidade hippie em meio a natureza. Segundo a sinopse, a única coisa que não está em harmonia na vida de Vicenza é que ela não sabe quem é seu pai. Assim, ao completar 18 anos, ela parte à procura dele – e acaba encontrando não um, mas dois pais! Esta premissa de Sessão da Tarde é a terceira história de Rebouças estrelada por Maisa – após “Tudo Por Um PopStar” e “Ela Disse, Ele Disse”. A direção é de Chris D’Amato (que já fez uma adaptação de Thalita Rebouças, “É Fada!”) e também inclui no elenco Eduardo Moscovis (“Bom Dia, Verônica”), Marcelo Médici (“Vai que Cola”), Laila Zaid (“Os Penetras 2: Quem Dá Mais?”) e a cantora Fafá de Belém. A estreia está marcada para 15 de janeiro.
Aubrey Plaza diz que Kristen Stewart pegou covid-19 durante filmagem
Em uma entrevista para divulgar “Happiest Season”, comédia romântica LGBTQIA+ que encantou a crítica americana, a atriz Aubrey Plaza (“Parks & Recreation”) acabou revelando que Kristen Stewart (“As Panteras”) e boa parte do elenco pegaram covid-19 durante as filmagens. Ela explicou que as filmagens aconteceram no final de fevereiro, antes da paralisação das produções e de maior conscientização sobre o perigo da pandemia. As notícias de contágio na Europa ainda estavam chegando aos noticiários quando o elenco foi acometido pelo que todos pensaram na época ter sido uma forte gripe. “A covid estava em nosso set, Kristen ficou doente, mas não sabíamos”, disse Plaza a Stephen Colbert, durante participação no programa “The Late Show”, acrescentando que muitas pessoas adoeceram no set naquela época e ninguém se importou muito com isso. “Era a última semana de fevereiro, então era o instante em que as pessoas estavam começando a falar sobre coronavírus, mas ainda não levavam a sério”, disse ela. “Ninguém entendeu o quão sério era. Mas um monte de gente em nosso set ficou doente. Nada grave demais, graças a Deus.” Stephen Colbert interrompeu o relato para destacar que a atriz tinha dado uma notícia em primeira mão. “As pessoas sabem que Kristen Stewart ficou doente?”, ele perguntou. Plaza reagiu com o rosto totalmente surpreso ao perceber o que acabara de revelar. Em “Happiest Season”, Kristen Stewart e Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”) vivem um casal lésbico que precisa fingir ser hetero durante as festas de fim de ano em família. Embora Abby (Stewart) tenha planejado propor casamento a Harper (Davis) durante as festividades de fim de ano, ela descobre na porta casa dos pais da namorada que ela ainda não contou para sua família que é homossexual. Dirigido pela atriz Clea DuVall (“Veep”), o filme – que também é estrelado por Alison Brie (“GLOW”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Mary Steenburgen (“O Último Cara da Terra”), Victor Gerber (“Legends of Tomorrow”) e Jake McDorman (“Limitless”) – chegou ao serviço de streaming Hulu em 25 de novembro e atingiu 84% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia deve acontecer em PVOD (locação digital) no Brasil nos próximos dias. Veja a íntegra da entrevista de Aubrey Plaza com Stephen Colbert abaixo.
Legendary não teria aprovado streaming de Duna e Godzilla vs Kong na HBO Max
A Legendary Entertainment supostamente não aprovou a decisão da Warner Bros. de realizar lançamentos simultâneos de seus filmes no cinema e na plataforma HBO Max. O estúdio é responsável por “Duna” e “Godzilla vs. Kong”, que faz parte do calendário que a Warner pretende disponibilizar em streaming. De acordo com o site Deadline, a Legendary “enviou ou enviará documentos legais para a Warner Bros.” em protesto contra a iniciativa, anunciada na semana passada. Na prática, a Warner pretende estender a estratégia de lançamento de “Mulher Maravilha 1984” para todos os seus filmes de 2021, com estreias ao mesmo tempo nas telas de cinema e na casa dos assinantes da HBO Max. Fontes teriam informado ao Deadline que os executivos da Legendary descobriram os planos da Warner apenas 30 minutos antes do anúncio oficial. E após a multinacional supostamente bloquear uma oferta da Netflix, que pretendia comprar “Godzilla vs. Kong” da Legendary por cerca de US $ 250 milhões. O Deadline acrescenta que a Legendary e seus parceiros “financiaram 75% dos cerca de US$ 165 milhões do orçamento de ‘Dune’” e “aplicaram uma quantia semelhante de financiamento em ‘Godzilla vs. Kong’”. A principal questão que preocupa os executivos da Legendary é se a transferência desses filmes para streaming prejudicará “a viabilidade a longo prazo das franquias”. “Godzilla vs. Kong” é o quarto título do MonsterVerse da Legendary – após “Godzilla”, “Kong: Ilha da Caveira” e “Godzilla: Rei dos Monstros”. Enquanto isso, “Duna” pretende dar início a uma franquia de filmes e séries baseados no universo criado pelos livros de ficção científica de Frank Herbert. Denis Villeneuve só concordou em dirigir a adaptação de “Duna” porque o estúdio permitiu que ele dividisse o romance em dois filmes, mas, até o momento, nenhum detalhe sobre o segundo longa foi noticiado. O duelo dos monstros gigantes está atualmente programado para chegar nos cinemas e na HBO Max em 21 de maio de 2021, enquanto “Dune” tem previsão de estreia híbrida em 1 de outubro de 2021, após adiamentos devido à pandemia. Como o Brasil ainda não tem HBO Max, “Godzilla vs. Kong” deve ser lançado apenas nos cinemas no país. Já “Duna”, que só será distribuído no fim do ano que vem, pode ter outro encaminhamento, pois há planos para um lançamento da plataforma no Brasil em algum ponto de 2021.
Feel Good: Série LGBTQIA+ aclamada vai acabar na 2ª temporada
A Netflix renovou a comédia dramática “Feel Good” para a 2ª temporada, que também será a última da série de temática LGBTQIA+. Primeira série criada e estrelada pela comediante canadense Mae Martin, “Feel Good” estreou em março com críticas extremamente positivas. A 1ª temporada tem nada menos que 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Martin, que já teve seu próprio especial de stand-up na Netflix, estrela a série como uma versão dela mesma, uma jovem comediante canadense chamada Mae, que encontra o amor em Londres após uma apresentação de stand-up. Ela se vê envolvida com outra mulher previamente heterossexual e com vergonha de se assumir. Conforme o relacionamento progride, ela vai se abrindo, fazendo revelações sobre sua vida, como o fato de ter passado um tempo na prisão, enfrentar problemas com a família e precisar ir a reuniões de narcóticos anônimos para lidar com o vício em drogas e álcool. O elenco destaca Charlotte Ritchie (“Call the Midwife”) como a namorada chamada George, além de Adrian Lukis (“Judy”) e Lisa Kudrow (“Friends”) como os pais fictícios da comediante. “Estou muito empolgada em poder retornar ao mundo de ‘Feel Good’ e ver a história de amor de Mae e George chegar até a dramática conclusão que sempre planejamos”, disse Martin em comunicado. “Estou profundamente ligada a esta história e sou muito grata por voltar a trabalhar com a incrível equipe da Objective Fiction e nosso elenco hilariante. Tendo passado a maior parte de 2020 falando apenas com minha chaleira e minha televisão, enquanto assistia ao mundo queimar na internet, e estou eufórica por poder estar novamente perto de outros seres humanos. Ver as minhas piadas idiotas e de Joe Hampson ganhar vida é o paraíso. Obrigado, Netflix!” Citado por Martin, Joe Hampson é coautor da série. Os dois escreveram todos os seis episódios da 1ª temporada e vão repetir a dose no segundo ano. A 1ª temporada foi uma co-produção com o Channel 4 do Reino Unido, mas a versão final será exclusiva da Netflix. Além disso, apesar da série estar com os dias contados, a Netflix já está desenvolvendo um novo projeto com a produtora Objective Fiction, criada por Martin.
Margot Robbie fecha contrato para criar séries na Amazon
A atriz Margot Robbie fechou uma parceria com a Amazon. Embora seus filmes sejam lançados pela Warner, dona da HBO Max, ela fechou um contrato para produzir séries para o serviço de streaming rival, Amazon Prime Video. O negócio acontece quando a empresa de Robbie, a LuckyChap Entertainment, já vinha começando a desenvolver séries para outras plataformas, incluindo “Dollface”, na Hulu, e “Maid”, na Netflix. Fundada há seis anos, a LuckyChap surgiu como coprodutora dos filmes da atriz, entre eles “Eu, Tonya” e “Aves de Rapina”, mas desde 2019 passou a desenvolver projetos sem vinculação com sua atuação. “Estamos muito entusiasmados com a parceria com a Amazon Studios para trazer conteúdo original ao cenário cada vez mais ascendente da televisão. Nossa esperança com a LuckyChap sempre foi desafiar a conformidade narrativa, oferecendo uma plataforma para vozes emocionantes e muitas vezes esquecidas”, disseram os executivos da empresa de Robbie, Tom Acklerly e Josey McNamara, em um comunicado conjunto. “Na Amazon temos um parceiro cultural que compartilha nossa paixão por contar histórias e, por seu alcance global, permite que nós e nossos colaboradores alcancemos o maior número possível de telespectadores. Este é o início de uma jornada muito emocionante para a empresa e que estamos extremamente orgulhosos de realizar com a maravilhosa equipe da Amazon.” O co-diretor da TV da Amazon Studios, Albert Cheng, acrescentou: “A LuckyChap produziu conteúdo nitidamente original, inteligente e totalmente envolvente nos últimos anos, em uma incrível variedade de gêneros e destacando personagens femininas únicas e multifacetadas. Estamos muito entusiasmados com a chance de trabalhar com Tom, Josey, Margot e Brett para criar novas séries com o mesmo tipo de visão e foco para nossos clientes Prime Video.” Com o contrato, a empresa de Robbie se junta a uma lista seleta de parceiros estelares da Amazon, incluindo Nicole Kidman, Michael B. Jordan e Jordan Peele, que também têm acordos de produção com a plataforma de streaming
Samuel L. Jackson entra no documentário-paródia do criador de Black Mirror
O projeto “Death to 2020” do criador de “Black Mirror”, Charlie Brooker, está crescendo. Depois que Hugh Grant adiantou que faria um documentário-paródia de 2020 para Brooker, como um historiador “repelente” que relembraria os fatos marcantes do ano, novos nomes foram revelados na produção. Descrito como uma comédia, “Death to 2020” vai contará também com Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”), Lisa Kudrow (“Friends”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Joe Keery (“Stranger Things”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Tracey Ullman (“Mrs. America”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”) e Samson Kayo (“Truth Seekers”). A comédia vai editar imagens reais dos últimos 12 meses com participações especiais. O que lembra a franquia de programas “Wipe”, criado por Brooker para a BBC. O formato começou com “Charlie Brooker’s Screenwipe”, na BBC Four. O programa de 2006 exibia reprodução de trechos de outros programas intercalados com comentários do produtor. Virou um grande sucesso e ganhou vários derivados, inclusive algo muito parecido com o atual projeto, o “2010 Wipe”, uma revisão cômica do ano, que inaugurou uma tradição anual de retrospectivas de Brooker – até 2016, quando o produtor se mudou para a Netflix. Por sinal, a comediante britânica Diane Morgan, que interpreta a apresentadora fictícia Philomena Cunk na franquia “Wipe”, também foi confirmada no elenco de “Death to 2020”. Além disso, a direção da nova comédia está a cargo de Al Campbell, que também colabora com Brooker nos derivados de “Wipe”. Ainda em fase de pré-produção, “Death to 2020” não tem previsão de estreia. Mas o produtor já revelou um teaser em suas redes sociais. Confira abaixo. pic.twitter.com/AfQ5yMKW8l — Charlie Brooker (@charltonbrooker) December 3, 2020












